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Cidades

ANTT assina contrato de concessão da Rodovia de Integração do Sul

Por Gabrielle Pacheco 15/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Agência Nacioanl de Transportes Terrestres (ANTT) assinou, junto com a Concessionária das Rodovias Integradas do Sul S.A. (ViaSul), o contrato de concessão da Rodovia de Integração do Sul (RIS), leiloado em novembro de 2018. O trecho concedido compreende a BR-101/290/386/448, no Rio Grande do Sul, e faz parte do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). O início das operações do consórcio deve ocorrer em até 30 dias, após a publicação no Diário Oficial da União (DOU).

O diretor-geral Mário Rodrigues Junior e a diretora Elisabeth Braga estiveram presentes à cerimônia realizada no Palácio Piratini, em Porto Alegre (RS), que contou, também, com a presença do ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Santos Cruz, do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, do ministro da Cidadania, Osmar Terra, do secretário especial do PPI, Adalberto Vasconcelos, do governador do Estado, Eduardo Leite e do diretor presidente do Grupo CCR, Leonardo Couto Vianna.

A Via Sul terá que fazer investimentos da ordem de R$ 7,8 bilhões no período de 30 anos. Além dos investimentos previstos, há também os custos operacionais estimados em R$ 5,6 bilhões, referentes à conservação, operação e monitoramento do trecho concedido. A concessionária deverá gerar 2 mil empregos diretos nos dois primeiros anos de concessão.

Para o diretor-geral da ANTT, a modelagem deste contrato mostra a maturidade regulatória alcançada pela ANTT. “Este contrato mostra que nós conseguimos atingir a essência do conceito de agência reguladora, equilibrando os interesses do estado, do mercado e da sociedade. E, mais importante, que conseguimos cumprir a nossa missão institucional que é a de garantir ao usuário a qualidade na prestação do serviço de transporte terrestre.
A concessionária será responsável pelos seguintes trechos: BR-101/RS, entre a divisa SC/RS até o entroncamento com a BR-290 (Osório); BR-290/RS, no entroncamento com a BR-101 (Osório) até o km 98,1; BR-386, no entroncamento com a BR-285/377 (Passo Fundo) até o entroncamento com a BR-470/116 (Canoas); e BR-448, no entroncamento com a BR-116/RS-118 até o entroncamento com a BR-290/116 (Porto Alegre).

O trecho passará a contar com sete praças de pedágio distribuídas entre as BRs 101, 290 e 386. O valor da Tarifa Básica de Pedágio ofertada foi de R$ 4,30545, um valor 40,5% menor do que a tarifa-teto estipulada pelo governo, que foi de R$ 7,24, ambas referidas à data-base de julho de 2018. As duas praças da BR-290 começam a realizar a cobrança na segunda semana de fevereiro. As demais praças da BR-101 e BR-386 entram em funcionamento em até 12 meses após a data de início da administração pela concessionária. Para os municípios, estima-se um retorno de Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) de cerca de R$ 1,3 bilhão ao longo do período de concessão.

Benefícios

Vale destacar que, por contrato, deve haver sete postos de atendimento aos usuários, distribuídos ao longo de toda a rodovia. Serão 10 ambulâncias, 4 UTIs móveis, 13 guinchos leves, 4 guinchos pesados, 3 caminhões-pipa, 7 veículos de inspeção de trânsito, entre outros, disponíveis aos usuários.

Obras

O Programa de Exploração Rodoviária (PER) traz a duplicação obrigatória de 225,2 quilômetros até o 18º ano do prazo da concessão. Isso resultará na duplicação integral da rodovia. Além disso, serão executados 78,8 quilômetros de faixas adicionais para ampliação da capacidade. Também está prevista a construção de 85 novos dispositivos de interconexão, 32 passarelas de pedestres, 75,5 km de vias marginais, 59 melhorias em acessos, assim como a iluminação nas travessias urbanas e nas vias marginais.
Além dessas obras obrigatórias, a ANTT poderá solicitar a execução eventual de diversas melhorias (vias marginais, interconexões, passarelas) ao longo da execução contratual, caso necessário, na forma de um estoque de melhorias disponível para tanto.

Cidades atendidas

A nova concessão atravessará 32 municípios gaúchos: Torres, Dom Pedro de Alcântara, Três Cachoeiras, Três Forquilhas, Terra de Areia, Maquiné, Osório, Santo Antônio da Patrulha, Glorinha, Gravataí, Cachoeirinha, Porto Alegre, Canoas, Nova Santa Rita, Montenegro, Triunfo, Tabaí, Taquari, Fazenda Vila Nova, Bom Retiro do Sul, Estrela, Lajeado, Marques de Souza, Pouso Novo, São José do Herval, Fontoura Xavier, Soledade, Mormaço, Tio Hugo, Victor Graeff, Santo Antônio do Planalto e Carazinho.

 

15/01/2019 0 Comentários 559 Visualizações
Cidades

Serviço de Inspeção Municipal e Vigilância Sanitária fiscalizam comerciantes de mel nas rodovias

Por Gabrielle Pacheco 25/10/2018
Por Gabrielle Pacheco

No último domingo, 21, o Serviço de Inspeção Municipal (S.I.M.) em conjunto com a Vigilância Sanitária do município de Gramado, e com apoio da Brigada Militar, fiscalizou as bancas que comercializam mel ao longo das rodovias estaduais, a ERS 235 e a ERS 115. A ação decorreu em virtude de diversas denúncias feitas por consumidores, que verificaram a existência de mel sem rótulo de procedência vendidos nestes locais.

Dois médicos veterinários inspetores do SIM e um fiscal sanitário vistoriaram as bancas, fazendo notificações e na ocasião, foram apreendidos mais de 20 quilos de produto sem registro de procedência, numa clara contravenção à legislação sanitária vigente para o comércio de alimentos. A Inspeção Municipal já vinha realizando ações de conscientização e orientação junto a esses comerciantes às margens das rodovias, que podem comercializar produtos oriundos da agricultura familiar e do extrativismo.

Além disso, a legislação ainda determina os cuidados sanitários imprescindíveis para que todo alimento processado comercializado, seja na indústria ou de maneira artesanal, ainda que natural, como é o caso do mel, passe por examinação através dos órgãos responsáveis pela fiscalização, garantindo um produto de qualidade ao consumidor final.

“O mel necessita de certos cuidados, como abrigo do sol, embalagem lacrada e rotulagem completa com informações ao consumidor sobre a existência da inspeção oficial, e por ser um produto de origem animal precisa de registro no S.I.M, podendo assim ser comercializado dentro do município de origem. Já para venda em outras cidades é necessário o registro junto à Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA/RS) ou então no Serviço de Inspeção Federal (SIF)”, explica o Secretário da Agricultura, Alexandre Meneguzzo.

Dessa forma, os consumidores devem sempre verificar na rotulagem do produto o prazo de validade, a identificação do produtor ou envasador, bem como a presença do selo de inspeção, que poderá ser municipal com o número do SIM, estadual com o selo do DIPOA ou então federal com o número do SIF.

Denúncias sobre irregularidade nos produtos de origem animal, tais como queijos, iogurtes, ovos, embutidos ou mel, poderão ser feitas através dos telefones (54) 3286-7658 ou (54)99983-0749, ou ainda pelo e-mail sim.gramado@gramado.rs.gov.br, e poderão ser feitas de forma anônima.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2018 0 Comentários 687 Visualizações
Cidades

Acidentes nas rodovias federais consomem R$ 12 bilhões por ano

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

Os quase 170 mil acidentes ocorridos nas rodovias federais brasileiras em 2014 provocaram uma despesa de R$ 12,3 bilhões. Desse total, 64,7% dos recursos correspondem aos gastos com as vítimas, incluindo cuidados médicos, perda de produção devido às lesões e morte, enquanto 34,7% estão associados a despesas com danos materiais ou remoção dos veículos acidentados1. As informações são do relatório Acidentes de Trânsito nas Rodovias Federais Brasileiras: caracterização, tendências e custos para a sociedade, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

O instituto avalia que esses gastos podem chegar a R$ 40 bilhões, se for analisada toda a malha rodoviária brasileira. O estudo aponta que dos recursos relacionados às vítimas, 43% é relativo à perda de produção das pessoas, como a diminuição da renda durante o período de tratamento da vítima e os benefícios arcados pela previdência social e 20% são de custos hospitalares.

A análise revela que, quanto maior a gravidade do acidente, maiores são as despesas associadas a ele. Em média, cada acidente custou R$ 261.689,00. O gasto médio de um acidente com vítima foi de R$ 664.821,00. As ocorrências nas rodovias federais mataram mais de 8 mil pessoas e deixaram mais de 26 mil pessoas com lesões graves, em 20141.

Embora não haja uma estimativa oficial sobre o tempo de tratamento das vítimas dos acidentes, o estudo “Impactos e Custos dos Acidentes de Trânsito para a Previdência Social”, desenvolvido pela Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino, Tecnologia e Cultura (FAPETEC), mostra que, entre 2003 e 2012, os benefícios temporários e as pensões por morte pagos pela Previdência Social em função de acidentes de trânsito aumentaram 75,8% e 55,5%, respectivamente.

Foto: reprodução | Fonte: Assessoria

08/05/2018 0 Comentários 563 Visualizações
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