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Rio Pardo

Ensino

Mais de mil jovens cooperativistas são esperados no 2º Conecta Coopes em Rio Pardo


Por Ester Ellwanger 25/08/2026
Por Ester Ellwanger

No ano em que completa 10 anos de atividades, o Programa Cooperativas Escolares, iniciativa da Fundação Sicredi, desenvolvido pela Sicredi Vale do Rio Pardo na região, realiza o 2º Coonecta Coopes. O evento ocorre nesta sexta-feira, 28 de agosto, das 8h30 às 15h30, no Parque da Expoagro Afubra, em Rio Pardo. O encontro, focado em aprendizado prático e vivência cooperativa, aguarda cerca de 1.100 participantes.

A programação conta com recepção de autoridades e gestores na Casa Sicredi, Palestra Show em parceria com o Sebrae, apresentações de pitchs de projetos criados por estudantes e mais de 30 oficinas simultâneas ao longo do dia.

“Será um momento especial de celebração, aprendizado e vivência cooperativa. No encerramento haverá o parabéns alusivo aos 10 anos do programa”, destaca a assessora de Cooperativismo e Sustentabilidade da Sicredi Vale do Rio Pardo, Gláucia Cabral Moraes.

Conecta

O evento ainda contará com uma dinâmica financeira diferente, a utilização de uma moeda própria e pedagógica chamada de Conecta. Cada participante receberá 40 Conectas para consumo na Praça de Alimentação e nas atividades dentro do parque, sem a circulação de dinheiro real ou Pix.

Programação

  • 8h30 – Recepção e Boas-Vindas: Acolhimento das Cooperativas Escolares com entrega do kit exclusivo (copo, tirante e sacochila);
  • 9h – Abertura Oficial: Abertura do evento com a palavra das autoridades;
  • 9h30 – Palestra Show sobre Cooperativismo: Atividade especial em parceria com o Sebrae;
  • 10h30 – Pitchs de Objetos de Aprendizagem: Apresentação das experiências das Cooperativas Escolares Arte Ativa, Roda Futuro e Regando Origens;
  • 10h50 – Exploração de Espaços e Atividades: Divisão das equipes para participação em cerca de 30 atividades simultâneas conduzidas por parceiros e apoiadores;
  • 14h15 – Integração no Palco Principal: Atividade interativa e cooperativa, seguida da apresentação de Flash Mob com a Cooperativa Feito à Mão;
  • 15h15 – Parabéns Coletivo: Celebração especial dos 10 Anos das Cooperativas Escolares;
  • 15h30 – Encerramento Oficial

Foto: Francisco Frantz/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

25/08/2026 0 Comentários 69 Visualizações
Projetos especiais

Projeto “Cultura que Circula” levará arte e educação a 16 cidades do RS

Por Jonathan da Silva 20/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Banrisul Cultural e a Fundação Marcopolo lançam, em 27 de agosto, o projeto Cultura que Circula, iniciativa que levará programação gratuita de arte e educação a 16 municípios do Rio Grande do Sul. A estreia será na Praça Saibreira, no Morro da Cruz, em Porto Alegre, das 8h30min às 22h, com um ônibus-palco desenvolvido para receber oficinas, espetáculos e atividades de artes visuais, dança, literatura, teatro, música, cinema, economia criativa e educação financeira. O projeto começa neste mês e se estende até 2027, com foco em cidades com populações entre 20 mil e 50 mil habitantes, onde, segundo os organizadores, o acesso a atividades culturais costuma ser restrito.

A iniciativa terá investimento de mais de R$ 1 milhão do Banrisul Cultural. Em cada cidade, a estrutura ficará estacionada em uma praça pública e receberá atividades durante todo o dia, no interior e no entorno do ônibus. O veículo possui palco retrátil, camarim e espaço para transporte de figurinos, adereços e equipamentos de luz e som. A equipe do projeto reúne mais de 20 artistas e técnicos de diferentes localidades do estado.

Acesso à cultura

Para a diretora-geral do Banrisul Cultural, Beatriz Araujo, a proposta é ampliar a circulação de atividades culturais para municípios do interior. “Para que as manifestações da nossa cultura sejam compartilhadas como um direito de cidadania e estejam acessíveis a todos e todas, precisamos descentralizar. É o que pretendemos com o ônibus-palco: facilitar a circulação de espetáculos e de outras atrações culturais pelo interior do Rio Grande do Sul”, comenta Beatriz.

Desde o nascimento do Banrisul Cultural, entendemos que o Instituto deve ser independente, perene e que sua atuação precisa chegar a quem mais precisa. Escolhemos levar nossos programas e projetos a localidades que normalmente têm menos acesso a espetáculos, atividades educativas e outras manifestações artísticas. O Cultura que Circula traduz exatamente essa visão. E fazer isso ao lado da Fundação Marcopolo, uma instituição com mais de três décadas de história e reconhecida atuação junto às comunidades, torna essa parceria ainda mais especial, nos permitindo levar a cultura cada vez mais longe”, afirma o presidente do Banrisul, Fernando Lemos.

O gerente da Fundação Marcopolo, Luciano Balen, destaca a realização de encontros entre artistas e público durante o projeto. “A natureza da cultura é a troca, ou melhor – trocas são essenciais para que a cultura siga seus caminhos que são crescer e se desenvolver. Neste programa vamos percorrer diversos caminhos do Estado promovendo encontros entre artistas populares e público, especialmente crianças e jovens em idade escolar, ampliando seus repertórios e inspirando-os com arte contemporânea produzida no RS. Esse também será um bonito encontro entre a tradição de 37 anos da Fundação Marcopolo com a vitalidade do Banrisul Cultural”, destaca Balen.

Cidades atendidas

Além de Porto Alegre, outras cinco cidades receberão o ônibus-palco ainda em 2026: Lagoa Vermelha, em 1º de setembro; Marau, em 3 de setembro; Veranópolis, em 9 de setembro; São Lourenço do Sul, em 10 de novembro; e Canguçu, em 12 de novembro. Ao longo de 2026, o projeto terá percorrido mais de 1,5 mil quilômetros.

Em 2027, estão previstas atividades em Arroio Grande, Itaqui, Nonoai, Palmeira das Missões, Panambi, Rio Pardo, Rosário do Sul, Sobradinho, Três Passos e Torres.

Programação cultural

A programação da manhã e da tarde será direcionada principalmente às crianças. Entre as atrações está o espetáculo infantil inédito A Gema do Ovo da Ema, criado pelo Grupo Ritornelo de Teatro, de Passo Fundo, especialmente para o projeto a partir da obra da escritora Sylvia Orthof.

O Projeto Kombina realizará atividades baseadas no livro “A Semente”, da escritora porto-alegrense Chris Dias, com contação de histórias e jogos educativos conduzidos por arte-educadores e brincadores profissionais. A proposta inclui atividades voltadas à criatividade, ao raciocínio lógico e ao trabalho em equipe.

Também fazem parte da programação o espetáculo “Rimo Livros”, do rapper e escritor Chiquinho Divilas, que apresenta uma leitura rimada de obras que leu e recomenda; um espetáculo de breaking e uma jam session com o grupo Restinga Crew, de Porto Alegre; e uma oficina de arte urbana e pintura em grafite com o artista visual de Caxias do Sul Felipe Borges, conhecido como Eti Black.

À noite, haverá uma sessão de cinema ao ar livre com três curtas-metragens produzidos por realizadores gaúchos e disponibilizados pela plataforma Sulflix. Entre as exibições, artistas de diferentes municípios farão apresentações musicais. No mesmo período, uma feira reunirá empreendedores locais, com atividades relacionadas à economia criativa e à circulação de produtos e iniciativas das comunidades visitadas.

O projeto também distribuirá a obra Água turva, da escritora gaúcha Morgana Kretzmann. Traduzido para seis idiomas, o livro é um thriller ecológico ambientado no Parque do Turvo e aborda temas relacionados à sustentabilidade e à preservação ambiental.

A programação inclui ainda ações de educação financeira destinadas a crianças e adolescentes, com atividades voltadas ao desenvolvimento da capacidade de fazer escolhas conscientes com o dinheiro.

Cronograma

Manhã
  • 8h30min — Música e literatura: espetáculo Rimo Livros e atividades de leitura, mediação e criação de rimas, com o rapper Chiquinho Divilas
  • 9h — Dança: espetáculo de breaking e jam session, com o grupo Restinga Crew
  • 9h45min — Artes visuais: oficina sobre arte urbana e pintura de painéis em grafite, com o arte-educador Eti Black
Tarde
  • 14h — Teatro: apresentação de A Gema do Ovo da Ema, espetáculo teatral criado para o Cultura que Circula, com o Grupo Ritornelo de Teatro
  • 15h — Literatura: contação de história do livro A Semente, de Chris Dias, além de jogos, com o Projeto Kombina
Noite
  • 19h — Música: pocket show de artistas locais
  • 19h às 22h — Economia Criativa: feira com empreendedores locais
  • 20h — Cinema: exibição de três curtas-metragens de realizadores gaúchos, com a plataforma Sulflix

O que é o Banrisul Cultural

O Instituto Banrisul Cultural e Social é uma instituição autônoma ligada ao Banrisul, criada para desenvolver projetos culturais e sociais de forma contínua e estruturada. A instituição atua na concepção e execução de programas próprios, com foco em acesso à cultura, valorização da memória, inclusão e geração de impacto em diferentes regiões do Rio Grande do Sul.

O que é a Fundação Marcopolo

A Fundação Marcopolo é uma entidade sem fins lucrativos que desenvolve iniciativas nas áreas de educação, cultura, inovação, esporte e desenvolvimento humano. Entre seus projetos estão a Biblioteca Parque, a Escola Marcopolo de Criatividade e o projeto O Futuro que Queremos.

Próximas cidades confirmadas

  • 1º de setembro — Lagoa Vermelha
  • 3 de setembro — Marau
  • 9 de setembro — Veranópolis
  • 10 de novembro — São Lourenço do Sul
  • 12 de novembro — Canguçu
  • 2027 — Arroio Grande, Itaqui, Nonoai, Palmeira das Missões, Panambi, Rio Pardo, Rosário do Sul, Sobradinho, Três Passos e Torres
Foto: Giovanna Fogaça/Fundação Marcopolo/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2026 0 Comentários 62 Visualizações
Cultura

Paixão de Cristo reunirá comunidade e visitantes em Rio Pardo na Sexta-Feira Santa

Por Jonathan da Silva 30/03/2026
Por Jonathan da Silva

A encenação da Paixão de Cristo será realizada na Sexta-Feira Santa, dia 3 de abril, a partir das 20h30min, em Rio Pardo, reunindo comunidade e visitantes no antigo Forno de Cal, próximo à Praia dos Ingazeiros. O espetáculo integra a programação da Semana Santa no município e contará com cerca de 100 atores e voluntários, sob organização da Secretaria de Turismo e Cultura, com produção da Vaquita Cultural e da Andarilhos Companhia Teatral. A iniciativa ocorre para manter uma tradição cultural com mais de 30 anos e fortalecer o turismo religioso e cultural na região.

Com mais de três décadas de história, a montagem é considerada uma das produções teatrais comunitárias do sul do Brasil. A encenação retrata passagens da trajetória de Jesus Cristo e utiliza o espaço ao ar livre como cenário natural, ampliando a interação com o público.

Mobilização centenária

O espetáculo mobiliza aproximadamente 100 participantes entre atores e voluntários, que atuam na construção da encenação. A direção é do ator e diretor Dmitri Rodrigues, responsável por conduzir a montagem ao longo dos anos e manter a continuidade da iniciativa no município.

Segundo o presidente da Associação de Turismo da Região do Vale do Rio Pardo (Aturvarp), Djalmar Ernani Marquardt, a atividade reúne diferentes aspectos culturais e comunitários. “A Paixão de Cristo de Rio Pardo é um espetáculo que une fé, cultura e participação comunitária. É uma tradição que emociona e que também ajuda a valorizar o patrimônio histórico e cultural da nossa região”, afirma Marquardt.

Impacto no turismo regional

De acordo com o presidente da Aturvarp, eventos desse porte contribuem para o aumento da movimentação turística durante a Semana Santa e ampliam a integração entre os municípios. “Convidamos a comunidade regional e os visitantes a prestigiar esse momento especial. Além da força simbólica da encenação, é uma oportunidade de conhecer Rio Pardo e viver uma experiência cultural e espiritual marcante”, complementa Djalmar Ernani Marquardt.

O dirigente também destaca a relação entre cultura e turismo na região. “Quando os municípios investem em cultura e mantêm vivas suas tradições, também fortalecem o turismo e criam novas oportunidades de visitação. Eventos como a Paixão de Cristo mostram a força da participação comunitária e ajudam a apresentar o Vale do Rio Pardo para visitantes de toda a região”, conclui Marquardt.

Acesso gratuito

O acesso ao espetáculo é gratuito. A realização é da Secretaria de Turismo e Cultura de Rio Pardo, com produção da Vaquita Cultural e da Andarilhos Companhia Teatral.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2026 0 Comentários 262 Visualizações
Variedades

Produtores de Lomba Grande conquistam prêmios na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 30/03/2026
Por Jonathan da Silva

Produtores rurais de Lomba Grande, bairro rural de Novo Hamburgo, conquistaram premiações na Expoagro Afubra, realizada em Rio Pardo. O destaque esteve para animais premiados das raças Gir Leiteiro e Indubrasil. Entre os principais resultados, a novilha Queimada, da Cabanha Nerbas, conquistou o título de Reservada de Grande Campeã Novilha. Já a bezerra Amora Negra, da Fazenda Três Irmãos, foi campeã na categoria Bezerra da raça Gir Leiteiro.

Antes da feira, Amora Negra passou por um procedimento realizado por médico-veterinário da Secretaria de Desenvolvimento Rural. Após o acompanhamento e a recuperação, o animal participou da exposição e obteve o primeiro lugar na categoria.

Outras premiações

Outros produtores de Lomba Grande também alcançaram resultados na competição. Na raça Gir Leiteiro, a Cabanha Nerbas, de Cassiel Roberto Nerbas, conquistou os títulos de Campeão Bezerro com Pampeano, Campeã Novilha Menor com Dobrada e Reservada Campeã Bezerra com Espelhada.

A Cabanha Ferro Preto, de Felipe Duarte, obteve o título de Campeã Novilha Menor, na categoria de 12 a 14 meses, com o animal Aquarela.

Na raça Indubrasil, a Fazenda Machado, de Henrique Machado, conquistou os títulos de Reservada de Campeã Fêmea Jovem com Faceira e Grande Campeã Fêmea Jovem com Formosa.

Foto: SDR/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2026 0 Comentários 220 Visualizações
Variedades

Livro sobre uso da mandioca na nutrição animal é lançado na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 27/03/2026
Por Jonathan da Silva

Um livro sobre o aproveitamento integral da mandioca na nutrição animal foi lançado na manhã desta sexta-feira (27), na Casa Sicredi, durante a Expoagro Afubra, em Rio Pardo. A obra, intitulada “Aproveitamento integral da mandioca na nutrição animal”, reúne estudos do engenheiro agrônomo Luiz Fernando Gerhard e foi publicada de forma póstuma, com patrocínio do Sicredi Vale do Rio Pardo. O lançamento contou com a presença de familiares, parceiros e apoiadores, com a entrega do primeiro exemplar à viúva do autor, Rosemary Breidenbach Gerhard, realizada pelo presidente da instituição financeira, Heitor Álvaro Petry.

A publicação apresenta a mandioca como alternativa para a alimentação animal, com base em pesquisas e experiências práticas acumuladas ao longo da trajetória profissional do autor. O conteúdo aborda o uso integral da planta, incluindo raízes e parte aérea, para produção de ração, com foco na redução de custos e na diminuição da dependência de insumos como milho e farelo de soja.

Conteúdo técnico

O livro detalha formas de aproveitamento da mandioca, incluindo a produção de silagem, farelos e raspas secas. A proposta busca ampliar a autonomia de produtores rurais, especialmente da agricultura familiar, ao oferecer uma alternativa de baixo custo e alta produtividade por área.

De acordo com a obra, a mandioca pode ser utilizada como fonte de energia, por meio das raízes, e de proteína, a partir das folhas e ramas, sendo indicada para alimentação de suínos, aves, bovinos e peixes.

Homenagem e legado

O presidente do Sicredi Vale do Rio Pardo, Heitor Álvaro Petry, assina a apresentação do livro e destacou o objetivo da publicação. “Consideramos este material extremamente valioso para a transferência de aprendizados e conhecimentos técnicos e práticos, ao mesmo tempo em que valoriza a trajetória de um profissional dedicado, cujo desejo, ainda em vida, era ofertar seu legado de conhecimento e estudos por meio de um livro, assim como o fazia em palestras e apresentações em eventos nacionais e internacionais”, afirmou Petry.

O dirigente também mencionou a continuidade do projeto após a morte do autor. “Comprometidos com o propósito até então firmado, mantivemos nosso compromisso e resgatamos o processo com o apoio da família, por meio da esposa Rosemary Gerhard e dos filhos, e do colega Jeferson Klunk, para a concretização de um sonho e o coroamento de um extraordinário trabalho”, salientou Petry.

O Sicredi Vale do Rio Pardo RS, no exercício de sua missão, patrocina esta edição para ofertar um rico material a todos quantos se interessem por este tema e, ao mesmo tempo, homenagear quem tanto se dedicou, mesmo de forma póstuma, juntamente com seus colegas, amigos, familiares e comunidade regional”, conclui Heitor Álvaro Petry.

Quem foi Luiz Fernando Gerhard

Segundo o presidente da instituição, Luiz Fernando Gerhard atuou junto a diferentes entidades ao longo da carreira, incluindo a Emater/RS, além de parcerias com universidades como a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O agrônomo também participou da estruturação da Cooperativa Mista de Agricultores Familiares de Vera Cruz (Coopervec).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2026 0 Comentários 227 Visualizações
Variedades

Setor do tabaco é destacado como base econômica em painel da ACI na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 27/03/2026
Por Jonathan da Silva

Lideranças do setor fumageiro destacaram o papel do tabaco na sustentação econômica do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (26), durante painel realizado na Expoagro Afubra, em Rio Pardo. O debate ocorreu como uma edição especial do evento Tá na Hora, promovido pela Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul (ACI), e reuniu representantes de entidades e gestores para discutir a integração entre campo, comércio e indústria, além da resiliência da cultura diante de crises climáticas.

O painel foi mediado pela vice-presidente regional da Federasul, Nicéia Wünsch, e contou com a participação de dirigentes do setor. O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Laurindo Drescher, abriu o encontro destacando a complexidade da cadeia produtiva e a diversidade de temas abordados durante a feira.

Acima de milho e soja

Dados apresentados pela Afubra indicam que, na safra 2024/2025, o tabaco registra receita média de R$ 47 mil por hectare, superando culturas como milho e soja. Para atingir o mesmo faturamento bruto de 1 hectare de tabaco, seria necessário cultivar 6,58 hectares de milho ou 7,53 hectares de soja. “Esses números explicam por que o tabaco permanece como a base da viabilidade econômica para as pequenas propriedades de agricultura familiar na região Sul”, ressalta Drescher.

Protagonismo econômico

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, afirmou que a cultura representa cerca de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios produtores. “Santa Cruz do Sul consolidou-se como o 2º maior exportador do Rio Grande do Sul e o 3º maior arrecadador de impostos”, destacou Thesing.

Segundo o dirigente, 80,4% dos produtores estão nas classes A e B, com renda per capita média de R$ 3.540,75. “Não por acaso, 87,4% dos agricultores afirmam que continuam na atividade por ser a opção mais lucrativa”, ponderou Thesing. Em 2025, o setor exportou 561.052 toneladas no Brasil, gerando US$ 3,389 bilhões, crescimento de 13,84% em relação ao ano anterior. Thesing também apontou o contrabando como desafio, com índice de 32% no país, acima da média mundial de 11%.

Impacto social e ambiental

O presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) e prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker (PSB), destacou a estabilidade da cultura frente a variações climáticas. “O tabaco tem se mostrado uma cultura muito resiliente pela época do plantio e pela estabilização dos valores. É uma das culturas de faturamento mais estável em pequenas propriedades, com rentabilidade por hectare muito superior a outras commodities”, pontuou Becker.

De acordo com o dirigente, o tabaco ocupa 21,4% da área das propriedades, mas responde por 52% da renda familiar, além de gerar retorno financeiro de R$ 14,6 bilhões. O setor também mantém 24,4% de áreas preservadas nas propriedades rurais.

Integração econômica

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul, Marco Antônio Borba, destacou o impacto da cadeia produtiva na economia regional. “A relevância do tabaco é medida pelo seu efeito multiplicador. Esse capital, ao ingressar na nossa região, sustenta o varejo, impulsiona o setor imobiliário e demanda uma rede complexa de serviços e logística que fortalece centenas de empresas locais. A força de nossa economia está fortemente ligada aos resultados da cadeia do tabaco”, afirmou Borba.

Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2026 0 Comentários 273 Visualizações
Variedades

Pavilhão da Agricultura Familiar reúne diversidade de produtos na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 26/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Pavilhão da Agricultura Familiar é um dos destaques da Expoagro Afubra, que reúne 177 agroindústrias, além de expositores de artesanato, plantas, flores e iniciativas indígenas durante a programação da feira. Localizado à direita do pórtico de entrada, em uma área de 3.480 metros quadrados, o espaço recebe visitantes de diferentes regiões, que circulam pelos corredores para conhecer e adquirir produtos provenientes de 122 municípios. A estrutura conta com suporte da Afubra, da Secretaria de Desenvolvimento Rural, da Emater/RS-Ascar e da Fetag-RS, com o objetivo de fortalecer a agricultura familiar e ampliar a comercialização.

Além das agroindústrias, o pavilhão reúne 23 expositores de artesanato, 19 de plantas e flores e três iniciativas indígenas. A variedade inclui alimentos, itens decorativos e espécies vegetais, compondo um espaço voltado à valorização da produção familiar e à conexão com o público visitante.

A agricultora Sandra Neitzke Hornke visitou o local com a família e destacou a procura pelo espaço. “Não tem como visitar a feira e não passar por aqui. Viemos no início do dia para conhecer os estandes e agora retornamos para fazer nossas compras”, afirmou Sandra. Ela esteve acompanhada do esposo Gildonei e dos filhos Ryah, Bruno e Rafaela, após viajar de Canguçu, no Sul do Estado.

Artesanato em madeira

No setor de artesanato, o produtor rural Olasio Lopes dos Santos participa pela primeira vez como expositor, ao lado de Adriana Saraiva Staehler. O casal, de Sinimbu, apresenta peças torneadas em madeira produzidas na propriedade familiar, como cuias, taças, potes e itens de decoração, com cerca de 15 opções disponíveis. “Estou sempre criando coisas novas”, afirmou o artesão. Segundo os expositores, os produtos podem ser comercializados em todo o estado e no país, por meio do Programa Gaúcho de Artesanato e do Programa de Artesanato Brasileiro. “Já temos pedidos na Alemanhã e nos Estados Unidos”, comentou Adriana.

Produção de plantas e sementes

Entre os expositores de plantas, o feirante Moisés de Borba Ribeiro participa da feira desde 2012, apresentando rosas do deserto cultivadas desde 2011. “A rosa do deserto tem um formato único, com muita beleza nos caules e flores”, destacou Ribeiro.

De acordo com o produtor, a planta exige cuidados específicos, principalmente durante o inverno. “No inverno, o recomendado é deixar o vaso em uma área coberta e não irrigar. Essas plantas podem ficar até meio ano sem água”, explicou o feirante. No estande, são comercializadas mudas e plantas adultas, além de sementes crioulas de espécies como milho, feijão, moranga, girassol e melão da neve. “As sementes crioulas também garantem lavouras mais resistentes a doenças”, concluiu o agricultor, que cultiva os exemplares em sua propriedade em Mato Leitão.

Foto: Bruno Pedry/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 228 Visualizações
Variedades

Expoagro Afubra 2026 é aberta com foco na resiliência da agricultura familiar

Por Jonathan da Silva 25/03/2026
Por Jonathan da Silva

A 24ª edição da Expoagro Afubra foi oficialmente aberta na manhã desta terça-feira (24), em Rio Pardo, com a presença de autoridades, lideranças políticas, expositores e visitantes. A cerimônia ocorreu junto ao Pavilhão do Espaço do Conhecimento e Inovação no Agro e deu ênfase ao tema “Resiliência”, escolhido para esta edição, como representação do cotidiano dos agricultores familiares diante de desafios climáticos, econômicos e produtivos.

Antes dos pronunciamentos, o público acompanhou apresentações do Coral da Afubra e da banda do 7º Batalhão de Infantaria Blindado. Em seguida, o presidente da Afubra, Marcilio Laurindo Drescher, realizou a fala de abertura e relacionou o tema da feira à realidade do campo. “A resiliência é algo que o produtor rural conhece como ninguém. O termo pode ser novo, mas o seu significado sempre fez parte da vida de quem vive no campo”, afirmou Drescher.

O dirigente também destacou as dificuldades enfrentadas pelos produtores. “Ele pode cansar, se frustrar, enfrentar desafios, mas nunca desiste. Planta sem a certeza da colheita e, quando colhe, não sabe se vai ter o preço justo. A cada safra, um novo desafio. A cada ano, uma nova surpresa”, ressaltou Drescher.

Ainda durante o discurso, o presidente da entidade reforçou a necessidade de políticas agrícolas e de proteção ao mercado. “Apesar das dificuldades, o agricultor não para e se reinventa. Segue fazendo aquilo que sabe fazer de melhor: produzir. Que a comercialização da safra de tabaco seja pautada pela justiça. Que haja equilíbrio e sustentabilidade a toda cadeia”, concluiu o dirigente.

Pronunciamentos de autoridades

O vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, abordou a importância da produção de tabaco para a economia estadual e os desafios enfrentados pelos produtores. “O governo estadual entende como vital para a economia gaúcha a produção de tabaco, que já alcança quase 150 mil hectares de lavouras aqui no Rio Grande do Sul. Somos o maior produtor e o maior exportador dessa cultura. Quando nós olhamos uma produção regulamentada, legalizada, que gera emprego e renda, nós temos que incentivar”, afirmou o líder estadual.

Sabemos que hoje 40% das propriedades que plantam tabaco, apostam em outras culturas e elas também precisam de crédito para serem viabilizadas. […] Nas últimas sete safras, tivemos seis estiagens em algum nível. É por isso que os gaúchos e as gaúchas também precisam de uma atenção do governo federal”, ressaltou Gabriel Souza.

O prefeito de Rio Pardo, Rogério Monteiro (MDB), destacou a situação econômica dos produtores. “Resiliência é a capacidade de recuperar-se. Só que este tema poderia ser de outras edições passadas, porque entra ano, sai ano, o agricultor continua na penúria, trabalhando só para pagar conta. […] Por favor, ação! Chega de conversa. O produtor já está cansado”, enfatizou o chefe do executivo local.

O senador Luis Carlos Heinze (PP), por sua vez, abordou o tema de crédito de carbono. “Um saco de soja, um saco de arroz, um saco de milho, um litro de leite é um ativo que nós temos na mão. E hoje, pela qualidade da nossa agricultura, já temos uma lei que permite que o agricultor possa receber crédito de carbono”, afirmou Heinze.

O deputado federal Heitor Schuch (PSB) também destacou o contexto enfrentado pelo setor. “Clima, secas, enchentes, calamidades, prejuízos, reconstrução, solidariedade. Resiliência para continuar trabalhando, sim. Não desanimar jamais. É preciso esperançar”, pontuou o parlamentar.

A deputada estadual Kelly Moraes (PL) ressaltou a participação de diferentes públicos no setor. “Me orgulha muito falar que aqui tem jovens, mas que também estão as mulheres. Nós ficamos muito orgulhosos das mulheres participarem da agricultura, do agro, da nossa fumicultura”, expressou Kelly.

O superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária no Rio Grande do Sul, José Cléber Dias de Souza, destacou ações voltadas à cadeia produtiva do tabaco. “Destacar a atuação que nós, do governo federal, temos tido sempre nas missões internacionais, especialmente da China, que é um importante mercado para o nosso tabaco”, comentou Dias de Souza.

O secretário estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum, enfatizou o papel da entidade organizadora. “Pela importância social e econômica que a Afubra representa para todos os seus associados, nós não conseguimos imaginar o que seria do setor se não fosse a entidade”, ressaltou o titular da pasta.

O secretário de Desenvolvimento Rural, Gustavo Paim, mencionou o desempenho comercial do evento. “No ano passado, os nossos expositores venderam mais de 2 milhões de reais em produtos. […] Temos aqui 222 expositores do que nós temos de melhor na nossa agricultura e nas nossas agroindústrias”, detalhou Paim.

Homenagem

Durante a cerimônia, também foi realizada a entrega de uma placa alusiva ao reconhecimento da Expoagro Afubra como Patrimônio Cultural Imaterial de Rio Pardo. A distinção foi aprovada em agosto de 2025 por meio de proposta do vereador Tenente Marcos Rogério (Podemos).

O autor da proposição destacou a relevância do evento. “Esse é um espaço de tradição que encontra a inovação. Ele nos coloca na vitrine e projeta nosso nome para além-fronteiras. Essa homenagem é sinônimo de reconhecimento, gratidão, respeito e admiração”, afirmou o vereador.

O presidente da Câmara de Vereadores de Rio Pardo, Thiago Hertz (PP), também comentou o reconhecimento. “Só resilientes vamos conseguir defender os interesses de quem mais importa, que são os moradores do Vale do Rio Pardo”, expressou Hertz.

Foto: Guilherme Figueiredo/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2026 0 Comentários 366 Visualizações
Variedades

Pavilhão da Agricultura Familiar é aberto na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 25/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Pavilhão da Agricultura Familiar da Expoagro Afubra 2026 foi aberto oficialmente na manhã desta terça-feira (24), em cerimônia realizada após a abertura geral do evento. A solenidade ocorreu com o desenlace da fita conduzido pelo presidente da Afubra, Marcilio Laurindo Drescher, e contou com a presença do vice-governador Gabriel Souza. O espaço reúne 222 empreendimentos de diferentes regiões do estado e tem como objetivo valorizar a produção das agroindústrias familiares.

Após o ato oficial, as autoridades visitaram estandes do pavilhão e conheceram produtos expostos. O primeiro espaço visitado foi o da Agroindústria Rodeio da Figueira, de Candelária, que produz derivados de cana-de-açúcar. Durante o percurso, também houve degustação de itens produzidos por agroindústrias gaúchas.

O pavilhão possui área total de 3.480 metros quadrados e reúne produtores que apresentam alimentos e outros produtos elaborados diretamente em suas propriedades.

Importância da agroindústria

Durante a cerimônia, o vice-governador Gabriel Souza destacou o papel da agroindústria familiar na economia do estado. “Eu sempre digo que quando a propriedade é pequena no tamanho, tem que ser grande na produção, na produtividade. E aí, agregar valor ao produto através da agroindústria é fundamental. O Governo do Estado tem trabalhado nesse sentido, com o apoio da Emater/RS, nosso braço de assistência técnica e social rural, exatamente para que possamos qualificar cada vez mais a mão de obra no campo”, afirmou Souza. Segundo ele, a adoção de tecnologias e a agregação de valor à produção são estratégias para ampliar a renda das famílias e incentivar a permanência no meio rural.

Participação de autoridades

A abertura do pavilhão contou com a presença de autoridades municipais, estaduais e federais, entre elas o prefeito de Rio Pardo, Rogério Monteiro (MDB); o superintendente estadual do Ministério da Agricultura e Pecuária, José Cléber Dias de Souza; o deputado federal Heitor Schuch (PSB); a deputada estadual Kelly Moraes (PL); o secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum; o secretário de Desenvolvimento Rural, Gustavo Paim; o presidente da Emater-RS/Ascar, Claudinei Baldissera; e o presidente da Fetag-RS, Eugênio Zanetti.

Foto: Bruno Pedry/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2026 0 Comentários 206 Visualizações
Variedades

Instituto Crescer Legal participa da Expoagro Afubra e leva aprendizes à feira

Por Jonathan da Silva 20/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Instituto Crescer Legal participará da Expoagro Afubra, que ocorre de 24 a 27 de março, em Rincão Del Rey, no município de Rio Pardo, com estande no Espaço do Conhecimento e Inovação do Agro, próximo ao pórtico principal do parque. Durante o evento, a entidade receberá visitantes, lançará o Relatório Institucional 2025 e promoverá a visita de 121 aprendizes do Programa de Aprendizagem Profissional Rural à feira. A iniciativa busca apresentar as ações desenvolvidas pelo instituto e proporcionar contato dos jovens com práticas e tecnologias voltadas à agricultura familiar.

No estande, o Instituto Crescer Legal apresentará informações sobre seus programas e atividades, além de promover o lançamento do Relatório Institucional 2025. A publicação reúne dados sobre os 10 anos de atuação da entidade, celebrados no último ano, e traz informações atualizadas sobre suas iniciativas no meio rural.

De acordo com o diretor-presidente do Instituto Crescer Legal, Valmor Thesing, a presença na feira amplia a visibilidade das ações desenvolvidas. “E, para os aprendizes, é uma oportunidade de novas aprendizagens, de contato com novas tecnologias, modelos de diversificação e de gestão com foco na agricultura familiar”, afirma Thesing.

Relatório institucional

Segundo a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, o lançamento do relatório é um dos destaques da participação na feira. A publicação inclui relatos das ações realizadas em 2025 e apresenta resultados de uma pesquisa de impacto social conduzida pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) com egressos do programa. “Os resultados mostram que estamos no caminho certo, pois a pesquisa aponta dados como o de que 55% dos jovens passaram a valorizar mais a cultura local e 49% aumentaram seu interesse em permanecer no meio rural”, conta Nádia.

Experiências para os visitantes

Os visitantes do estande também poderão conhecer os quatro principais programas do Instituto Crescer Legal: Aprendizagem Profissional Rural, Acompanhamento dos Egressos, Nós por Elas – A Voz Feminina do Campo e Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação. De acordo com a coordenadora de Desenvolvimento de Projetos, Graziele Silveira Pinton, egressos do programa estarão presentes no local para relatar suas experiências.

Durante os quatro dias de evento, 121 aprendizes de turmas sediadas no Rio Grande do Sul visitarão a feira, acompanhados por educadores sociais. A atividade integra o curso de Gestão Rural e Empreendedorismo, que prevê saídas técnicas e viagens de estudo.

Segundo a orientadora pedagógica, Débora Berghahnn, a participação na feira tem como objetivo ampliar o contato dos jovens com o setor. “E a Expoagro Afubra é uma grande oportunidade de ampliarem seus horizontes sobre o meio rural, redescobrirem novas perspectivas, pois é um espaço onde os jovens podem explorar novos conhecimentos, reconhecer a partir de suas vivências ideias de melhorias para as propriedades de suas famílias, como também inspirações para empreender no meio rural e em outros espaços”, explica Débora.

Agenda das turmas

As visitas dos aprendizes à Expoagro Afubra ocorrerão conforme cronograma definido pelo instituto. No dia 24 de março, participam os jovens de Sinimbu. No dia 25, as turmas de Boqueirão do Leão e Dom Feliciano. Em 26 de março, a visita será dos aprendizes de Passa Sete. Já no dia 27, participam os jovens de Vera Cruz.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2026 0 Comentários 233 Visualizações
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