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Cidades

Novo radar meteorológico já está em Montenegro para ser instalado

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

O novo radar meteorológico contratado pelo Governo do Estado já está em Montenegro, onde aguarda para ser instalado no morro São João. Os componentes chegaram à cidade no final de semana e estão armazenados na sede do Corpo de Bombeiros. O equipamento tem o objetivo de promover avanços no sistema de monitoramento meteorológico do Rio Grande do Sul. Fabricado em Praga, na República Tcheca, o radar terá capacidade de monitorar o clima na região metropolitana de Porto Alegre, no Vale do Taquari e na serra gaúcha.

Uma torre já existente no morro será utilizada para a instalação dos equipamentos. A expectativa é de que os trabalhos sejam iniciados no segundo semestre. O processo não teve início ainda em função das condições meteorológicas, que tornam difícil o acesso ao local.

A iniciativa faz parte do Plano Rio Grande. “Esse equipamento é um passo fundamental para robustecer nosso sistema de monitoramento, prevenção e proteção, pois amplia a precisão dos alertas à população, mecanismo primordial para salvarmos vidas. Seguiremos investindo, a partir dos estudos no âmbito do Plano Rio Grande, para tornarmos o estado uma referência em termos de resiliência climática”, destaca o governador Eduardo Leite (PSDB).

A escolha de Montenegro se deu pela posição estratégica, capaz de cobrir a região metropolitana, o Vale do Taquari e a serra. A área é de alta densidade populacional e ainda não contava com um monitoramento mais detalhado e preciso. “A população está, assim como nós da Defesa Civil, aguardando com muita expectativa o início das operações dessa ferramenta que capacitará ainda mais a gestão de riscos e desastres”, ressalta o secretário-chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira.

O radar foi adquirido pela Climatempo, empresa vencedora do processo de licitação em 2023. O raio de alcance do equipamento é de 150 km a partir de Montenegro. O sistema se junta a outros radares da Aeronáutica que já operam no Rio Grande do Sul, mas são destinados principalmente ao tráfego aéreo.

Contratação do radar

O contrato relativo ao radar foi assinado em dezembro de 2023 entre o Governo do Estado e a Climatempo. O objetivo é monitorar eventos meteorológicos e emitir alertas em tempo real. O prazo inicial da prestação do serviço é de cinco anos e o investimento deve chegar até R$ 25,93 milhões durante o período. De acordo com o edital da contratação, o serviço inclui o estudo técnico para definir o local de instalação, a infraestrutura, a operação do radar e o monitoramento contínuo das condições climáticas.

Além disso, a Climatempo será responsável por emitir boletins de previsão e alertas antecipados de situações climáticas adversas de curto prazo (6 a 12 horas) e curtíssimo prazo (até 3 horas). Com os informes, será possível uma melhor atuação na preparação e proteção da população contra tempestades e demais fenômenos meteorológicos severos. Quem já está cadastrado no serviço de alertas por SMS da Defesa Civil receberá as informações diretamente nos celulares.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 482 Visualizações
Business

FCDL-RS aponta estratégias para a recuperação da economia gaúcha

Por Jonathan da Silva 17/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) tem aconselhado medidas que podem impulsionar a reconstrução econômica do comércio e da economia gaúcha. De acordo com estudos da entidade, o setor perdeu cerca de R$ 2,4 bilhões em vendas no mês de maio, além de ter somado aproximadamente R$ 3,5 bilhões de prejuízo patrimonial. A FCDL-RS aponta que são fundamentais a recuperação do sistema de transportes e da infraestrutura, o apoio do poder público e a valorização dos empreendimentos locais.

O comércio é responsável pela maior fatia do Produto Interno Bruto (PIB) de grande parte dos municípios gaúchos atingidos pelas cheias de maio. Em função disso, a FCDL-RS defende que o setor precisa de medidas céleres que o revitalizem com a maior rapidez possível, a fim de manter e gerar empregos e renda. “De imediato é preciso recuperar a infraestrutura viária do Rio Grande do Sul, retomando os caminhos para chegada de insumos e escoamento da produção, evitando uma elevação de preços aos consumidores e mais uma sobrecarga ao já combalido orçamento familiar de significativa parcela dos gaúchos”, aponta o presidente da entidade, Vitor Augusto Koch.

O dirigente afirma que a manutenção do funcionamento das atividades econômicas evitará perdas em vendas, salários e empregos. Para isso, a recuperação das rodovias e criação de novas opções à impossibilidade temporária de uso do Aeroporto Salgado Filho são ações essenciais. “Objetivamente, nesse momento, é preciso dotar o aeroporto de Caxias do Sul com estrutura e equipamentos que lhe permitam estar capacidade para receber vôos internacionais. Além disso, ampliar a malha aérea a partir da Base Área de Canoas. E desenvolver um plano de ação robusto para retomar a plena capacidade da malha rodoviária gaúcha. São medidas que farão a diferença para melhor na estratégia de recuperação do Rio Grande do Sul”, pontua o presidente da FCDL-RS.

No caso da Região Metropolitana de Porto Alegre, a entidade aponta também que há necessidade do rápido restabelecimento da atividade do Trensurb, com menor intervalo entre as viagens dos trens e ampliação dos ônibus que atendem os passageiros.

Apoio aos setores que geram emprego

Para a FCDL-RS, o apoio aos setores que geram e mantêm empregos, além de circulação de renda, é outro aspecto a ser considerado rapidamente. De acordo com as análises, há segmentos que irão despontar nesse cenário, como os de materiais de construção, eletrodomésticos, vestuário, calçados e itens de primeira necessidade. Os incentivos proporcionados pelos programas de reconstrução dos governos federal, estadual e municipais deverão cumprir papel decisivo para que esses segmentos consigam avançar.

O setor de turismo no estado, com a força da serra gaúcha, também é considerado importante para a aceleração da reação do Rio Grande do Sul. Muitos pontos turísticos não foram atingidos pela catástrofe e oferecem condições de receber seguramente os visitantes. Inclusive para isto se faz essencial a viabilização dos meios de chegada e de saída do estado.

Estimular a população a apoiar e valorizar os estabelecimentos comerciais de suas cidades vai fortalecer as comunidades e impulsionar desenvolvimento local e regional. Já o turismo tem a perspectiva típica do setor de alojamento e alimentação, de manter e gerar empregos de qualificação média, sobretudo, além de fortalecer a percepção das marcas gaúchas a partir da receptividade típica do setor”, analisa Vitor Augusto Koch.

Futuro mais seguro e funcional

Após a fase de retomada econômica, a FCDL-RS acredita ser fundamental um amplo planejamento para a construção de um futuro mais seguro e funcional. Pensando em distintos pilares da sociedade, a entidade sugere a criação de programas não apenas de empréstimos subsidiados ou com pagamentos em carência, mas que contenham medidas complementares na elaboração dos contratos financeiros.

Outro eixo que a Federação avalia merecer atenção é o de incentivos econômicos. De acordo com a FCDL-RS, já não é mais possível o Rio Grande do Sul criar políticas voltadas a uma região específica. Os recursos disponíveis têm que ser direcionados para setores que integrem todo o estado. “Logo, é necessária em um momento de reconstrução, a percepção sobre focos que precisam ser adotados, nesse caso, as vocações gaúchas que integram todas as regiões. E aí, cinco atividades se destacam e têm efeitos de encadeamento em todas as regiões. A indústria metalmecânica, o comércio, o turismo, o agronegócio e a prestação de serviços”, avalia o presidente Koch.

Por fim, a entidade afirma que o setor público necessita ter uma correção de rumos que possa fazer o estado avançar de maneira duradoura. Para isso, a FCDL-RS acredita que é necessário possibilitar a extensão dos prazos da dívida pública que, apesar de estar em suspensão temporária, deverá voltar a ser paga.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2024 0 Comentários 697 Visualizações
Cidades

Seis cidades entregam cartão com recursos do auxílio SOS Rio Grande nesta sexta

Por Jonathan da Silva 14/06/2024
Por Jonathan da Silva

Moradores de Alvorada, Charqueadas, Esteio, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo e São Leopoldo contemplados com os recursos solidários arrecadados pelo estado via Pix recebem os R$ 2 mil nesta sexta-feira (14). São 5.974 beneficiados pelo benefício nestes municípios. Antes de se dirigirem ao local de entrega do recurso, os moradores precisam verificar se estão entre os beneficiados. Para isso, é necessário apenas informar o CPF no site do Auxílio SOS Rio Grande.

A primeira etapa da distribuição dos cartões com recursos doados via Pix se encerra com as entregas desta sexta. O benefício já alcançou cerca de 25,1 mil famílias gaúchas.

Os contemplados pelo benefício que forem usuários do aplicativo Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal, terão o valor creditado automaticamente na conta e não precisam ir ao ponto de atendimento. Os demais moradores que receberão o auxílio devem conferir o endereço e comparecer ao local portando documento com foto para receber o recurso. O horário de atendimento será das 10h às 15h.

Endereços

  • Alvorada: rua Santa Catarina, 80 – 2º andar
  • Charqueadas: av. Dr. José Athanásio, 460
  • Esteio: Ginásio Municipal Edgar Picioni – av. 24 de agosto, 3.079
  • Nova Santa Rita: Centro de Referência da Assistência Social (Cras) – rua das Cerejeiras, 239 (ao lado da Escola Santa Rita)
  • Novo Hamburgo: Casa das Artes Novo Hamburgo – rua 1º de Março, 59
  • São Leopoldo: antiga prefeitura – praça Tiradentes, 119 (ao lado da Igreja Matriz)

Link do site para conferir se o CPF está entre os contemplados: fpae01.pro.rs.gov.br/auxilio.php?grupo=20.

Foto: Jürgen Mayrhofer/Ascom SSPS/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/06/2024 0 Comentários 477 Visualizações
Cidades

Avança a reconstrução da ERS-115 na subida da serra gaúcha

Por Jonathan da Silva 13/06/2024
Por Jonathan da Silva

A reconstrução do trecho de 100 m no km 25 da ERS-115, em Três Coroas tem avançado. A obra de construção do talude e aterro, realizada pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), acontece paralelamente ao tráfego de veículos, que segue em meia-pista no sistema Pare e siga. A conclusão da reconstrução está prevista para acontecer em até 30 dias O investimento na reforma é de R$ 2,91 milhões, com recursos provenientes da praça de pedágio da EGR. O trecho desmoronou devido às chuvas de maio.

Os responsáveis da obra alertam que, em decorrência da presença de maquinários e trabalhadores na pista, é crucial que os condutores redobrem a atenção e sigam as sinalizações indicativas das placas, além das orientações das equipes.

Para o diretor-presidente da EGR, Luís Fernando Vanacôr, a partir da conclusão dos trabalhos, o pavimento será recuperado e o fluxo retomado em sua normalidade. “As equipes estão trabalhando para recuperar esse importante segmento estratégico, responsável pelas ligações entre municípios da região da Serra, das Hortênsias e do Vale do Paranhana com o restante do estado”, destaca Vanacôr.

A iniciativa faz parte do Plano Rio Grande, que atua em três eixos de enfrentamento aos efeitos das enchentes: ações emergenciais, ações de reconstrução e Rio Grande do Sul do futuro.

Foto: EGR/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2024 0 Comentários 530 Visualizações
Variedades

BRDE e BNDES se reúnem para alinhar apoio às empresas afetadas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 13/06/2024
Por Jonathan da Silva

Representantes do Banco Regional do Extremo Sul (BRDE) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) se reuniram nesta quarta-feira (12) para alinhar mecanismos de apoio às empresas e aos produtores rurais gaúchos atingidos pelas enchentes. Além do debate sobre os financiamentos a partir do fundo emergencial de R$ 15 bilhões anunciado pelo BNDES, o encontro também teve a renovação do pedido do BRDE de liberação de um limite extraordinário de recursos para capital de giro e novos investimentos. A reunião ocorreu na sede do posto avançado montado pelo BNDES em Porto Alegre.

O diretor de planejamento do BRDE, Leonardo Busatto, relatou que muitas empresas em cidades devastadas pelas cheias, especialmente no Vale do Taquari, representam a principal fonte de emprego da região. “Mesmo ampliando nossas parcerias com instituições internacionais, o BNDES segue sendo nossa principal fonte e seria de extrema importância termos um aporte extra para esse momento de reconstrução do estado”, ponderou Busatto.

O coordenador do escritório e chefe do Departamento de Clientes e Relacionamento Institucional do BNDES, Tiago Peroba, afirmou que o banco federal irá centralizar o atendimento às grandes empresas (com faturamento anual acima de R$ 300 milhões). As demais empresas de menor porte ficariam com os parceiros operacionais. Sobre o pedido de ampliação do limite de recursos para o BRDE, Peroba observou que o tema depende de verificação da área de análise de risco e da diretoria.

Segundo o anúncio do BNDES, a disponibilização de R$ 15 bilhões em recursos do Fundo Social do Pré-Sal se destina para as cidades que tiveram estado de calamidade pública decretado pelo Governo Federal. Os recursos podem ser utilizados para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e projetos de investimento, como recuperação de plantas produtivas.

Foto: Ascom BRDE/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2024 0 Comentários 429 Visualizações
Política

Governador Leite se reúne com entidades e Governo Federal para debater retomada econômica

Por Jonathan da Silva 13/06/2024
Por Jonathan da Silva

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) realizou uma reunião no fim da tarde desta quarta-feira (12) com representantes de entidades empresariais do estado e o ministro da Secretaria Extraordinária de apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta. O encontro ocorreu no Centro Administrativo de Contingência, em Porto Alegre. A motivação da reunião foi a apresentação das demandas dos setores produtivos após as enchentes e para que soluções conjuntas fossem articuladas.

Participaram do encontro representantes da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) e da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), além do secretário nacional de Defesa Civil, Wolnei Wolff, do secretário estadual da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi, e da secretária de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans.

Pimenta e Leite

Ao longo de quase duas horas, as principais discussões foram acerca de medidas de manutenção de emprego e renda e ajustes na operacionalização de linhas de crédito para empresas atingidas. Também foram abordadas a situação do aeroporto de Porto Alegre e a importação de arroz.

O governador Leite afirmou que há uma coordenação de esforços para a resolução das questões. “Foi uma reunião importante, com uma interação respeitosa e produtiva. Estamos todos com o mesmo ânimo para encontrar soluções de curto, médio e longo prazo para as questões econômicas”, salientou o chefe do executivo estadual.

Em relação ao acesso ao crédito de empresas afetadas pelas enchentes, Leite destacou que as operações apresentadas pelo Governo Federal fazem parte de um movimento importante, mas que podem não atender aqueles que mais precisam se não receberem ajustes. “As operações se desenvolvem com instituições financeiras que têm condições de análise de risco. Boa parte dos que mais precisam não terão capacidade de acessar essas linhas dentro das regras estabelecidas, fazendo com que elas deixem de cumprir seu propósito. Por isso são necessários ajustes nessa política”, declarou o governador.

Uma preocupação manifestada pelas lideranças empresariais foi sobre como se dará a regulamentação do programa apresentado pelo Governo Federal para a manutenção do emprego e renda na área. O programa foi instituído por medida provisória e depende de uma portaria para ser regulamentado.

Sobre a recuperação do Aeroporto Salgado Filho, o governador reforçou o pedido pelo entendimento entre o Governo Federal e a concessionária Fraport, que administra o aeroporto, em relação à disponibilização de recursos para reequilíbrio financeiro.

Ao final da reunião, o representante da Farsul levantou a questão da garantia de abastecimento e da oferta de preço adequado do arroz, cuja produção está concentrada no Rio Grande do Sul. De acordo com ele, setor está disposto a continuar dialogando e a encontrar caminhos que mantenham o preço e o monitoramento de estoques para impedir o desabastecimento.

O grupo se reunirá novamente até o final da semana que vem para atualizar os encaminhamentos.

Fotos: Maurício Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2024 0 Comentários 389 Visualizações
Cidades

EGR inicia reconstrução de trecho da ERS-115 que desmoronou em Três Coroas com as chuvas

Por Jonathan da Silva 12/06/2024
Por Jonathan da Silva

Foi iniciada nesta terça-feira (11) a reconstrução do trecho da ERS-115, em Três Coroas, que desmoronou devido às fortes chuvas ocorridas em maio. A obra no pedaço de 100 metros localizado no km 25 da via é realizada pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). A ação integra o Plano Rio Grande, programa de reconstrução, adaptação e resiliência climática do estado que visa planejar, coordenar e executar ações para enfrentar as consequências sociais, econômicas e ambientais da enchente histórica.

A obra de reconstrução do talude e aterro é realizada paralelamente ao tráfego de veículos na rodovia, que segue em meia-pista com fluxo no sistema ‘Pare e siga’. O investimento está estimado em R$ 2,91 milhões, com recursos próprios, provenientes da praça de pedágio da EGR. A previsão de conclusão é de 30 dias.

A partir da finalização dos serviços, o pavimento será recuperado e o fluxo retomado em sua normalidade, operando em ambos os sentidos da rodovia, uma das principais ligações entre municípios da região da serra, das Hortênsias e do Vale do Paranhana com o restante do estado.

O diretor-presidente da EGR, Luís Fernando Vanacôr, afirma que desde o início das chuvas a estatal tem trabalhado de maneira incansável para minimizar prejuízos, liberar estradas e recuperar trechos severamente atingidos. “Nossa preocupação com a segurança dos usuários é constante e, por isso, estamos mobilizados para executar obras necessárias à retomada da circulação de veículos em segmentos estratégicos. Afinal, a população espera por respostas rápidas e assertivas”, pontua Vanacôr.

Em função da presença de maquinários e trabalhadores na pista, a EGR alerta que é crucial que os condutores redobrem a atenção e sigam as sinalizações indicativas das placas, além das orientações das equipes. A execução das obras pode ocasionar redução de velocidade, retenção de veículos, trechos em meia-pista e tráfego intercalado.

Foto: Ascom Selt/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2024 0 Comentários 372 Visualizações
Cidades

Municípios gaúchos podem solicitar cofinanciamento do Aluguel Social e da Estadia Solidária

Por Jonathan da Silva 12/06/2024
Por Jonathan da Silva

A portaria que regulamenta o procedimento necessário para o repasse, fundo a fundo, do cofinanciamento estadual extraordinário no valor de R$ 60 milhões para o Aluguel Social e a Estadia Solidária à população atingida pelas enchentes foi publicada nesta quarta-feira (12) pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). O prazo para que os gestores municipais de Assistência Social preencham o plano de ação dos benefícios no Sistema Estadual de Gestão Digital de Assistência Social (Segdas) é de 30 dias úteis.

Conforme a portaria, o Governo do Estado repassará R$ 400 para cada família pelo período de seis meses. O repasse deverá ser cofinanciado pelo município em 50%, no mínimo, e será destinado ao custeio da manutenção da vida cotidiana nas modalidades de aluguel social e/ou estadia solidária, essa última apenas enquanto a família estiver acolhida na residência de terceiros. “As prefeituras farão a seleção das famílias de acordo com as legislações municipais. A iniciativa busca apoiar as famílias que estão em abrigo e que não conseguirão retornar para suas casas ainda e aquelas que foram acolhidas neste momento de tantos desafios”, destaca o secretário de Desenvolvimento Social do Rio Grande do Sul, Beto Fantinel.

Para receber o benefício, os pré-requisitos são a inscrição no Cadastro Único (CadÚnico) e a indisponibilidade da residência para moradia. Além disso, os municípios devem constar no decreto 57.600/2024 ou possuir decreto de situação de emergência ou estado de calamidade pública homologado pelo governo estadual.

Nos municípios em calamidade pública, poderão ser beneficiadas famílias desalojadas ou desabrigadas, inscritas no CadÚnico, com renda per capita entre R$ 218 e R$ 706. Nos municípios em situação de emergência, poderão ser beneficiadas famílias desabrigadas ou desalojadas, inscritas no CadÚnico, com renda per capita até R$ 218.

A solicitação do recurso pelos municípios será feita por meio de um plano de ação, disponibilizado pela Sedes no Segdas, no qual deverá constar a estimativa do valor a receber, de acordo com a quantidade indicada de famílias beneficiárias multiplicada pelo valor do benefício e sujeita à homologação pela Sedes.

Os prefeitos terão o prazo de até 30 dias úteis, a contar da data da disponibilização do preenchimento do plano no Segdas, para incluir a lista das famílias beneficiárias e enviá-la ao respectivo Conselho Municipal de Assistência Social. O Conselho, por sua vez, terá prazo de até 15 dias úteis para deliberar sobre o plano de ação e sobre a lista das famílias e devolver o plano para análise da Sedes.

O Aluguel Social e a Estadia Solidária são programas integrantes do Plano Rio Grande, que atua em três eixos de enfrentamento aos efeitos das enchentes: ações emergenciais, ações de reconstrução e Rio Grande do Sul do futuro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2024 0 Comentários 426 Visualizações
Cidades

Morro de Montenegro recebe vistoria para instalação de radar meteorológico

Por Jonathan da Silva 12/06/2024
Por Jonathan da Silva

Uma visita técnica foi realizada no Morro São João, em Montenegro, na manhã desta terça-feira (11) para vistoriar o local onde será instalado o novo radar meteorológico do Rio Grande do Sul. Estiveram no local o consultor da Climatempo, Rodrigo Dutra, o coordenador da Defesa Civil do município, Clóvis Pereira, e os responsáveis pelo Corpo de Bombeiros de Montenegro, tenente Cassius Pires e sargento Ricardo Mattos.

O novo sistema fará o monitoramento de dados meteorológicos da região metropolitana de Porto Alegre e do Vale do Taquari em tempo real, permitindo previsões mais efetivas sobre chuvas, ventos, temporais e demais fenômenos. Montenegro foi escolhida para a instalação do radar pela possibilidade de usar ao máximo o alcance de 150 km de raio dos equipamentos.

Os equipamentos do radar já chegaram ao Brasil no sábado (8) e aguardam trâmites legais para serem trazido até Montenegro. O radar foi encomendado pela empresa Climatempo, que é responsável por entregar o serviço solicitado pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2024 0 Comentários 500 Visualizações
Cidades

Chega ao Brasil o equipamento do novo radar meteorológico do RS

Por Jonathan da Silva 12/06/2024
Por Jonathan da Silva

Chegou ao Brasil o equipamento que compõe o radar meteorológico para a prestação do serviço de monitoramento à Defesa Civil do Rio Grande do Sul. O instrumento adquirido pela empresa contratada pelo estado para cuidar da operação, a Climatempo, funcionará junto ao Morro São João, no bairro Bela Vista, município de Montenegro. A cobertura do radar terá 150km de raio a partir do local de instalação. O equipamento chegou ao Aeroporto de Viracopos, em São Paulo, no sábado (8) e está passando pelos trâmites alfandegários para ser enviado por via terrestre ao RS.

A Climatempo, que assinou o contrato e entregará o serviço, e a Defesa Civil, definiram pela instalação do radar em Montenegro para permitir a cobertura da região metropolitana de Porto Alegre, com maior concentração populacional e que ainda não era abrangida por esse tipo de serviço, e o Vale do Taquari. Já foram iniciados os ajustes necessários para viabilizar a instalação do radar junto à estrutura existente no município, com alguns dos serviços já tendo sido executados pela empresa responsável.

Após a etapa, o equipamento do radar propriamente dito será fixado e serão feitas as ligações elétricas e lógicas para fins de testes de operação. Todos os trâmites estão ocorrendo dentro dos prazos estabelecidos em contrato, com início da operação prevista para o segundo semestre de 2024.

Equipamentos do novo radar meteorológico gaúcho chegaram a São Paulo no sábado

Os componentes do radar passaram pela fase final de testes de performance na sede do fabricante, na República Tcheca, e posterior foram embalados para despacho ao Brasil. “A população gaúcha está, assim como nós da Defesa Civil, aguardando com muita expectativa a chegada e início das operações dessa importante ferramenta que irá capacitar ainda mais a gestão de riscos e desastres no estado”, pontuou o secretário-chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira.

Foto: Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2024 0 Comentários 527 Visualizações
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