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Noivas

Alternativa sustentável: vestidos de noiva podem virar peças do dia a dia

Por Gabrielle Pacheco 16/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Fazer do vestido de noiva um produto mais consciente. Essa é a proposta da estilista Patricia Granha, do Jardim Secreto Atelier, em São Paulo (SP), com a coleção Prêt-à-Porter. São dez modelos de vestidos de noiva que já saem do ateliê com a intenção de serem utilizados por um longo tempo, sem ter a ideia do descarte rápido ou do esquecimento no armário.

No período de até um ano após o casamento, a estilista convida a noiva a retornar ao ateliê para que o vestido se transforme em saias, tops ou, até mesmo um vestido curto despojado, ou com detalhes modernos, peças que serão usadas no dia a dia, no trabalho ou nos momentos de lazer.

A estilista veste blusa criada a partir de vestido
Patrícia entre modelos portando dois dos novos vestidos da coleção
Peça da coleção Prêt-à-Porter
Um dos modelos criados pela estilista
Coleção Prêt-à-Porter

Por trás da ideia, está a preocupação com as questões ambientais e sociais da indústria da moda que, nas últimas décadas, passou a produzir mais de 1,2 bilhão de gases de efeito estufa a cada ano. Por tudo isso, Patricia acredita que usar um vestido de noiva uma única vez é “um grande desperdício”.

“Comecei inserindo hábitos sustentáveis dentro de casa e quis transpor isso para o meu ambiente de trabalho.”

Com a nova prática do Jardim Secreto Atelier, a peça deixa de ser um “incômodo” no armário e estimula uma atitude mais consciente e responsável, entre as clientes. “Comecei inserindo hábitos sustentáveis dentro de casa e quis transpor isso para o meu ambiente de trabalho”, explica Patrícia. “Este projeto representa o mindset da minha vida, fazer mais com menos”, conclui.

“O vestido de noiva sustentável agrega, também, um viés emocional e inspirador.”

Com a coleção Prêt-à-Porter, Patrícia quer plantar a ideia do consumo consciente. “Ao mesmo tempo, mexo com o lado afetivo das mulheres em torno do sonho do vestido de noiva, já que, sempre que utilizarem as peças originadas de seus vestidos, virão à tona as memórias especiais do dia do casamento. Ou seja, o vestido de noiva sustentável agrega, também, um viés emocional e inspirador”, conta.

Os dez modelos foram inspirados em um conjunto de vestidos de noiva sob medida, feitos ao longo dos mais de dez anos do Jardim Secreto Atelier. Todas são numeradas e tem tiragem limitada. “Desta forma, mantenho o tom de exclusividade, uma característica importante do meu ateliê”, conta Patricia.

Cada vestido recebe um nome feminino. “Decidi fazer uma homenagem às noivas que já passaram por aqui; assim, cada um deles leva o nome da mulher que o adquiriu naquele determinado momento da história do atelier”, diz.

Foto: Juliano Casanova/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/10/2019 0 Comentários 1,5K Visualizações
Business

Pesquisa reutiliza componentes sólidos de efluentes industriais

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale, em parceria com a Superintendência de Tratamento de Efluentes Líquidos e Resíduos Sólidos da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan/Sitel) e o Comitê de Fomento Industrial do Polo (Cofip) do Polo Petroquímico de Triunfo (RS), realiza a fase dois do projeto Reúso.

A pesquisa tem o intuito de continuar as investigações da aplicação de processos de separação de membrana (eletrodiálise reversa – EDR e osmose reversa – OI) no tratamento dos efluentes industriais do Polo. O estudo emprega tecnologias que permitem a recuperação e a reutilização da água no processo produtivo das empresas associadas do polo, visando à recuperação e à redução da captação de recursos hídricos.

Quatro pesquisadores trabalham no projeto sob orientação do professor Marco Antonio Siqueira Rodrigues. Entre eles, está Paula Gonçalves Santos (foto), engenheira química e mestre em Engenharia com ênfase em Meio Ambiente. Paula, que é engenheira de Meio Ambiente na Innova e vice-coordenadora do Comitê de Gestão Ambiental do Cofip, é doutoranda no Programa de Pós-graduação em Qualidade Ambiental da Feevale, por meio do projeto Reúso.

“O ganho para a sociedade é incalculável e trabalhar para a proteção dos nossos recursos hídricos é gratificante”, destaca.

A engenheira explica como a iniciativa de tratar e reutilizar o efluente do Polo é desenvolvida: “Somos quatro pesquisadores: os três mestrandos são responsáveis por desenvolver o processo de reúso de efluente propriamente dito, descobrindo a melhor tecnologia a ser instalada no Polo e as melhores condições operacionais. As tecnologias de osmose reversa e eletrodiálise foram avaliadas na primeira fase do projeto, no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologias Limpas da Universidade Feevale e apresentaram resultados promissores”.

Ela comenta que, na fase atual, uma unidade-piloto foi instalada no Sitel para operação do sistema de forma contínua. Além da osmose reversa e eletrodiálise,  o pré-tratamento e novas tecnologias, como microfiltração e ultrafiltração, também estão sendo analisadas.

“Quando se utiliza um sistema de tratamento por membrana, você tem um efluente entrando no processo, uma água clarificada ou desmineralizada sendo gerada e retornando às empresas e um efluente concentrado em menor volume para ser novamente tratado. A minha tese de doutorado investiga o tratamento desse efluente concentrado, buscando o zero liquid discharge (zero descarte de líquido), com reaproveitamento do sólido gerado”, continua a doutoranda.

“Estamos avaliando tecnologias simples, como precipitação e evaporação, e tecnologias mais complexas, como destilação por membrana. Existe pouca pesquisa nesta área e as existentes são, geralmente, para solidificação e aproveitamento de um composto como, por exemplo, do cloreto de sódio. Nosso desafio é entender como diversos compostos químicos misturados se comportam frente a essas tecnologias, separá-los e reaproveitá-los de forma sustentável”, finaliza Paula Gonçalves.

Foto: Nadine Funck/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2019 0 Comentários 587 Visualizações

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