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resíduos

Cidades

Novo Hamburgo soma cerca de 22 mil toneladas de descartes já recolhidas

Por Jonathan da Silva 13/06/2024
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo já recolheu cerca de 22 mil toneladas de itens inservíveis desde que as águas da enchente começaram a baixar na cidade. Entre os itens, estão móveis e eletrodomésticos inutilizados pela enchente e descartados pelos moradores no retorno e limpeza de suas casas. O trabalho de recolhimento envolve caminhões, retroescavadeiras e dezenas de servidores municipais. Militares e maquinários do 19º Batalhão de Infantaria Motorizado de São Leopoldo e do 1º Batalhão de Engenharia de Combate do Rio de Janeiro também estão auxiliando no serviço.

Nesta quinta-feira (13), os trabalhos são realizados no bairro Santo Afonso, um dos mais afetados pela catástrofe climática. As equipes de trabalho do município estão atuando nas ruas Castelo, Humanidade, Boa Vista, Eldorado, Amir Ramires e arredores. O auxílio dos militares leopoldenses e cariocas tem foco nas ruas 31 de Dezembro e Castelo.

Recolhimento de resíduos em Novo Hamburgo

Limpeza nas bocas de lobo e canalizações

Além da retirada de resíduos das ruas, a Prefeitura de Novo Hamburgo tem trabalhado na limpeza dos bueiros e suas canalizações. No Santo Afonso, o serviço está concentrado em vias que levam ao dique de contenção, como as Ruas Ottawa e Eldorado. Já no bairro Canudos, outra localidade afetada pela enchente, o trabalho se dá na Vila Esmeralda e depois passará a atender ruas da Vila Kipling.

Os serviços de limpeza da cidade estão sendo realizados pelas secretarias do Meio Ambiente (Semam) e de Obras Públicas, Serviços Urbanos e Viários (Semopsu).

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2024 0 Comentários 496 Visualizações
Cidades

Força-tarefa estuda ampliar em três turnos o trabalho de limpeza em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 06/06/2024
Por Jonathan da Silva

A força-tarefa que tem realizado a limpeza de São Leopoldo após a tragédia climática estuda ampliar os horários de trabalho, a partir de rodízios noturnos, inclusive trabalhando 24h nos locais em que for possível, para um fluxo de serviços constantes. A proposta foi apresentada durante reunião nesta terça-feira (4) entre o o prefeito Ary Vanazzi (PT), coordenadores das frentes de trabalho e representantes das empresas prestadoras de serviços. O encontro na Sala de Reuniões do Gabinete teve o objetivo de alinhar os trabalhos para acelerar o recolhimento de resíduos a partir das dificuldades levantadas pelos trabalhadores da linha de frente.

O prefeito Vanazzi iniciou o encontro pedindo que todos evitem se referir ao material recolhido das ruas como lixo, pois ponderou que são os bens materiais de pessoas que perderam tudo e agora estão tendo que descartar suas histórias e conquistas. Para ele, em função disso é necessário que o serviço de recolhimento desses materiais seja feito o mais eficientemente possível para amenizar o impacto emocional dos afetados pela calamidade. “Nunca vivemos uma situação tão dramática como essa. Por isso queremos avaliar com os nossos colaboradores, para podermos melhorar a situação. Pois agora o centro do nosso trabalho é a limpeza da cidade”, declarou o chefe do executivo leopoldense.

O secretário de Mobilidade e Serviços Urbanos, Sandro Della Mea Lima, reforçou que todas as regiões que necessitam da força-tarefa de limpeza estão sendo atendidas simultaneamente, todos os dias. “A cidade foi dividida em 26 setores para atender todas as regiões afetadas pelas águas. São 300 máquinas e quase 500 trabalhadores trabalhando de segunda a segunda entre os bairros Santos Dumont/Vila Brás, Vicentina, São Miguel, Feitoria/São Geraldo, Centro, Rio dos Sinos, Campina/Jardim Fênix e Scharlau/Vila Glória”, afirmou o titular da pasta.

Na reunião, foram ressaltadas também as dificuldades de logística encontradas pelas equipes que estão diariamente nas ruas recolhendo os resíduos originados das enchentes. Uma delas é onde os moradores têm colocado entulhos na via, pois afeta diretamente o deslocamento das máquinas e consequentemente o recolhimento de resíduos extradomiciliares.

Orienta-se que a população evite a circulação de pedestres e veículos nas ruas onde as equipes estão trabalhando, para garantir a segurança de todos os moradores e trabalhadores. O objetivo é retirar o grande volume de resíduos das ruas de todos os bairros atendidos, e em uma segunda etapa, realizar o restante da limpeza, como raspagem, varrição e a lavagem dos pavimentos e calçadas.

Também estiveram presentes na reunião o assessor especial do Gabinete do Prefeito, Nelson Spolaor, o secretário de Obras e Viação, Geraldo Passos, a diretora de Gestão e Planejamento da Semurb, Ana Paula Scherer e a diretora de Limpeza Pública da Semurb, Simara Gheno.

Foto: Superintendência de Comunicação da Prefeitura de São Leopoldo/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2024 0 Comentários 537 Visualizações
Cidades

Mais de 3 mil toneladas de resíduos são retiradas das ruas de São Leopoldo por equipes da Prefeitura

Por Jonathan da Silva 15/05/2024
Por Jonathan da Silva

Cerca de 3.200 toneladas de resíduos já foram retiradas das ruas de São Leopoldo a partir do trabalho de força-tarefa iniciado pela Prefeitura no dia 10 de maio. A operação recolhe das vias os materiais das casas que foram afetadas pela enchente. A ação é coordenada pela Secretaria de Mobilidade e Serviços Urbanos (Semurb), que trabalha juntamente com a Secretaria de Obras e Viação (Semov) e com as Subprefeituras da Zona Leste e Norte.

O secretário de Mobilidade e Serviços Urbanos de São Leopoldo, Sandro Lima, informou os dados desde o início das operações. “Já foram contabilizadas mais de 800 cargas cheias, o que pode ser considerado em torno de 3.200 toneladas já retiradas das vias, através das mãos dos 120 colaboradores que estão trabalhando durante todos os dias, com sol ou chuva, para iniciar o processo de reconstrução da nossa cidade”, salienta Lima.

São necessárias 50 caçambas, 20 retroescavadeiras, 4 caminhões garra e 5 escavadeiras trabalhando nas ruas para chegar a esses números tão eficientes”, destaca o secretário Sandro Lima.

As equipes podem ser encontradas trabalhando nas regiões da Vicentina, Santos Dumont, Rio dos Sinos, Campina, Scharlau, Centro e Feitoria, onde a água já baixou e é possível as equipes recolherem os resíduos com segurança. A orientação é de que a população coloque os entulhos e restos de móveis inutilizados em frente às suas casas para que as equipes possam retirá-las.

Fotos: Prefeitura de São Leopoldo/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 403 Visualizações
Cidades

Governo do RS, MP e cidades do Vale do Taquari firmam acordo para destinação de resíduos do desastre

Por Jonathan da Silva 10/05/2024
Por Jonathan da Silva

Um acordo sobre a área que poderá receber resíduos da enchente no Vale do Taquari foi firmado em reunião nesta quinta-feira (9) entre os prefeitos de Lajeado e Cruzeiro do Sul e representantes da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), da Casa Civil e do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS). O terreno, um antigo saibreiro, fica localizado no limite entre os dois municípios representados e será destinado exclusivamente à disposição de resíduos não inertes do desastre, portanto, aqueles não perigosos.

Em razão da excepcionalidade da situação, o espaço poderá receber resíduos, da mesma classificação, oriundos dos municípios de Marques de Souza e Santa Clara. Não estão incluídos os Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), industriais ou hospitalares, que seguirão para aterros licenciados. “O acordo foi firmado após discussões técnicas a respeito do tema, com vistoria do espaço por analistas ambientais da Fepam e técnicos dos municípios. Buscamos construir uma solução viável para o restabelecimento das cidades, que dê conta da realidade com o mínimo de impacto ambiental possível”, explica a secretária do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul, Marjorie Kauffmann.

O promotor regional ambiental Sérgio Diefenbach conduziu a reunião na sede do MPRS em Lajeado. “A solução que está se encontrando agora é emergencial, excepcional e adaptada ao caos que se instaurou, com rodovias interrompidas, volumes extraordinários de resíduos e necessidade de uma solução rápida”, ressalta Diefenbach.

O documento, assinado pelas partes, estabelece ainda que a gestão do espaço seja conduzida pela Prefeitura de Lajeado, que deverá garantir o controle e segregação do resíduo enviado ao terreno, bem como o melhor aproveitamento do espaço. O município encaminhou, na tarde de quinta, um plano de ação à Promotoria Regional Ambiental, sendo a área liberada de forma imediata para o recebimento do material recolhido pelas ruas. O plano está sendo avaliado pelas partes envolvidas no acordo. “Em desastres, a segregação de resíduos se relaciona diretamente com tempo de resposta. A cidade já está retirando o lodo das ruas, e essa disposição rápida evita a mistura com outros tipos de resíduos, como eletrônicos e medicamentos”, conta o analista ambiental Jorge Berwarger, integrante da equipe de Emergência da Fepam.

O acordo prevê que o estado, por meio da Sema, contribua com o fornecimento de máquinas ou horas/máquinas para a operação no local. O transporte dos resíduos dos municípios vizinhos até o local de disposição serão objeto de negociação entre o governo estadual e as prefeituras. Após a destinação de todo o resíduo não inerte da enchente, a atividade será encerrada.

A solução encontrada poderá ser replicada de modo consorciado em mais cidades do Vale do Taquari e servir de modelo para outras regiões do Rio Grande do Sul.

Foto: Eliezer Falcão/Ascom Sedec/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2024 0 Comentários 450 Visualizações
Cidades

Maior Usina de Reciclagem de RCC muda a realidade de Canoas e gera empregos

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Usina de Reciclagem de Resíduos da Construção Civil (RCC), implantada há pouco mais de um ano, beneficia o município de Canoas como alternativa de sustentabilidade ambiental e econômica. Construída em uma área de 21 hectares do Parque Industrial Jorge Lanner, no bairro Niterói, a maior usina de reciclagem da construção civil brasileira garante carteira assinada, assistência social e emprego digno a mais de 100 trabalhadores. São eles que recolhem, separam e beneficiam diversos tipos de resíduos descartados na cidade e que chegam todos os dias ao local. 

Além do reconhecimento da comunidade canoense e de instituições sustentáveis, a usina gera nova perspectiva de vida aos trabalhadores da reciclagem, que há duas décadas viviam em condições insalubres. Montanhas que acumulavam materiais de construção, pneus, entulhos, restos de móveis, carcaças de produtos eletrônicos, lixo doméstico e até animais mortos formavam o cenário de completo abandono no distrito. Porém, graças aos esforços da Prefeitura de Canoas nos últimos anos, a realidade de funcionários, como o ajudante Valdemir Silva, é outra. “Naquela época, não tínhamos direito, trabalhávamos por conta e nada aqui era legalizado. Hoje, estou empregado e, em setembro, vou tirar minhas primeiras férias em 19 anos para curtir uma pescaria com meu neto”, revela. 

A lembrança é compartilhada entre os colaboradores com mais tempo de serviço, sobretudo por aqueles que chegaram à cidade em busca de uma vida melhor. Natural de Campos Sales, município cearense, Orlando Francisco da Silva trabalha na reciclagem dos resíduos há 14 anos e diz-se seguro com a regularização do trabalho. “Nós todos contribuímos com o INSS e, se por acaso eu ficar doente, sei que receberei auxílio. Fico mais tranquilo porque tenho filhos para criar, compromissos para correr atrás e aluguel para pagar”, explica o auxiliar que sonha em assumir cargos maiores no futuro graças às possibilidades de carreira na Usina. 

Já o funcionário Manoel Messias, nascido na Bahia, sente-se realizado ao contribuir para a limpeza e o desenvolvimento da cidade que lhe acolhe tão bem há quase dez anos. “Estava desempregado, fazendo uns bicos no interior do estado quando me chamaram. Hoje, sou grato pela oportunidade e por saber que Canoas está cada dia mais limpa”, diz. 

Mesmo antes do pleno funcionamento, a estrutura da usina já traz economia para a cidade com a geração de matéria-prima para obras de Canoas. “Todo o material que antes chegava aqui como lixo, sem serventia, a partir de agora é revertido em insumos para obras do município. Além disso, esse grande empreendimento vai nos trazer ganhos sociais, ecológicos e sustentáveis”, destaca o prefeito Luiz Carlos Busato.

Para ele, a instalação da usina é um sonho realizado, uma meta projetada desde o começo do governo. “Foram quase quatro anos de muito trabalho para que, hoje, possamos ver esta usina se tornar realidade. O que estamos vendo é uma oportunidade de mudar, de uma vez por todas, a cultura de descarte de resíduos na cidade. Além disso, conseguimos transformar o parque Joge Lanner, que era um marco do desprezo com o meio ambiente por décadas, nesta referência de reciclagem organizada e de economia de recursos públicos. É o exemplo de um problema que foi convertido em solução”, comemora. 

A vice-prefeita Gisele Uequed celebra a mudança de paradigma que a usina significa para a cidade. “Esta usina mostra que é perfeitamente possível aliar o cuidado com o meio ambiente à responsabilidade com os recursos públicos. Estamos entregando para os canoenses uma cidade muito mais sustentável e temos a felicidade de ver o quanto esta usina já impacta positivamente na vida das pessoas”, diz.   

Conheça a Usina de Reciclagem de Resíduos da Construção Civil (RCC) 

Através das secretarias municipais de Serviços Urbanos (SMSU) e de Obras (SMO), a usina tem desempenhado a importante função de conter a poluição nas ruas, impedir alagamentos e conduzir cada vez mais lixo ao destino correto. Em média, são 150 caminhões que chegam todos os dias com resíduos coletados pela empresa gestora, seja dos Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), dos 5 Ecopontos espalhados pelo município ou dos materiais descartados clandestinamente em algumas áreas da cidade. 

Após passarem por um processo de triagem manual e mecânica, britagem e peneiramento, blocos, argamassa, concreto, terra e areia são reutilizados pelo município em forma de agregados recicláveis (areia, pedrisco e britas) como matéria-prima para pavimentação e obras em espaços públicos. A atual capacidade de processamento da usina é de 15 mil m³ de material em apenas um mês, o que gera a economia de R$ 600 mil mensais aos cofres públicos de Canoas. Estes valores economizados podem ser destinados a outros investimentos, como, por exemplo, reformas e equipamentos necessários para a saúde. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 1,K Visualizações
Cidades

Prefeitura de Capão da Canoa atualiza o cronograma da coleta seletiva nos bairros

Por Gabrielle Pacheco 26/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Capão da Canoa, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Planejamento (SMAP), divulgou o novo cronograma da coleta seletiva nos bairros. A coleta seletiva é o recolhimento dos resíduos orgânicos e inorgânicos, secos ou úmidos, recicláveis e não recicláveis que são previamente separados na fonte geradora, recolhidos e levados para seu reaproveitamento. Conforme o Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, a colaboração de todos é fundamental para êxito nas ações. “A coleta seletiva é o primeiro e o mais importante passo para fazer com que vários tipos de resíduos sigam seu caminho para reciclagem ou destinação final ambientalmente correta, pois o resíduo separado corretamente deixa de ser lixo”, reforça.

O novo cronograma pode ser conferido no site da Prefeitura.

O Secretário de Meio Ambiente e Planejamento, Jorge Arbello, solicita aos moradores que atentem para os dias e horários da coleta para que somente nesses dias coloquem o material para facilitar a ação dos agentes ambientais. Diferença entre resíduos secos, orgânicos e rejeitos. Começar a reciclar não é difícil. Contudo, algumas informações básicas ajudam
bastante o processo. Os resíduos secos são aqueles que podem ser reutilizados, como papel, papelão, metais (aço e alumínio), e diferentes tipos de plásticos e vidros. Os resíduos orgânicos são as sobras de alimentos e restos de jardins, como folhas secas e podas. Esses materiais são reciclados e transformados em adubo pelo processo de compostagem simples.

Já o rejeito é um tipo específico de resíduo sólido, que não pode ser reutilizado, como fraldas descartáveis, papéis higiênicos, embalagens de papel A4 – para impressora -, de café, de bombons, de barrinhas de cereais e de picolé, além de cartelas de diversos medicamentos e carbono.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2020 0 Comentários 1,8K Visualizações
Cidades

Proamb inicia obra da nova unidade

Por Gabrielle Pacheco 28/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Líder em soluções ambientais no Rio Grande do Sul, a Fundação Proamb, de Bento Gonçalves, vem investindo continuadamente para garantir a excelência nos serviços prestados. O mais recente movimento da fundação no sentido da evolução contínua foi o início das obras de ampliação de sua Central de Disposição de Resíduos, sediada no município de Pinto Bandeira.

A unidade está recebendo uma nova vala com capacidade para 72 mil metros cúbicos de resíduos. Os trabalhos iniciaram pela preparação do terreno, com a detonação de rochas, criando uma cava dentro do basalto. Ali será construído um pavilhão – ou seja, um aterro totalmente coberto, estrutura propícia para receber resíduos industriais. A obra envolve, também, outras etapas, como o processo de impermeabilização natural e sintética e construção do sistema de drenagem, com previsão de conclusão total na metade de 2020. O investimento está estimado em R$ 4 milhões.

Atualmente, a Central de Disposição de Resíduos em Pinto Bandeira recebe em torno de 5 mil metros cúbicos de resíduos por mês, principalmente os provenientes de indústrias galvânicas, metalmecânicas, curtumes e fundição, e também de papeleira e de borracha. Com a ampliação, sua capacidade dobrará, podendo receber até 10 mil metros cúbicos de resíduos por mês. A obra aumentará, também, a autonomia da unidade por mais 4 anos.

Os planos da Proamb para essa unidade de negócios não param com o projeto da ampliação. No futuro, existe a intenção de gerar energia na Central de Disposição de Resíduos através da instalação de uma usina fotovoltaica no local – plano em estudos e, principalmente, em consonância com o ideal da fundação de transformar o Rio Grande do Sul em um polo nacional de referência na gestão ambiental.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2019 0 Comentários 496 Visualizações
Cidades

Programa Catavida inaugura novo espaço

Por Gabrielle Pacheco 04/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Por redação

Foi inaugurada a nova sede do programa Catavida, formado pelos catadores da Cooperativa de Construção Civil e Limpeza Urbana – Coolabore de Novo Hamburgo. A abertura oficial do novo espaço para armanezamento de resíduos ocorreu na manhã desta quarta-feira (4). Com 520 m², o galpão agora possui esteira, refeitório, vestiário, sala de reuniões e banheiros.

O evento teve início com apresentação do Coral Catavida, regido por Tita Calcon, que cantou, entre outras músicas, peças de Alceu Valença, Caetano Veloso e Marisa Monte.

Em seguida, Alex Cardoso, representante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR),  lembrou que esse não é um projeto individual, mas sim coletivo. “Um dia estivemos abandonados, puxando um carrinho, revirando o lixo, com uma carroça e um cavalo, e hoje estamos com nossa própria estrutura, um galpão, com iluminação, com prensa, com caminhão, contrato, valorização, reconhecimento pelo trabalho, e isso está estampado não só na nossa voz, mas no jornal da cidade”, refletiu.

O secretário de Desenvolvimento Social de Novo Hamburgo, Roberto Daniel Bota, parabenizou os catadores pela nova casa, afirmando que o trabalho efetuado por eles é exemplar.

“Vocês não são catadores, vocês são educadores. Dentro da nossa cidade, precisamos  dessa consciência de cuidar do que a gente destruiu. Vocês, todos os dias, nos ensinam essa lição”, mencionou.

Já a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, reforçou a fala de Bota, indicando que os catadores do Catavida são, de fato, educadores ambientais.

“Vocês dão um exemplo fantástico para a cidade. Esse trabalho que vocês fazem é tão importante que não pode ficar só entre nós e um grupo pequeno de pessoas,  temos que levar isso para a comunidade, até mesmo como um trabalho de conscientização para o descarte regular do lixo. Nesse espaço novo, sabemos que vocês farão o melhor trabalho possível”, disse a prefeitra.

Udo Sarlet, secretário de Meio Ambiente, avaliou que “esse galpão é muito mais do que merecido. Vemos um espaço bem iluminado, ventilado, e com condições muitos melhores do que o local anterior. Isso me deixa muito feliz, porque sou um grande fã do trabalho de cooperativas, sempre acreditei nisso”.

 

O evento contou ainda com a presença do presidente da Coolabore bairro Industrial, Claudir Frederico, catadores da Cooperativa Coolabore e imprensa.

Cerca de 50 toneladas de materiais recicláveis são recolhidos mensalmente pelo Catavida. Os cooperados recolhem os resíduos seguindo o roteiro estabelecido e, no galpão, os materiais são separados por tipologia, enfardados e vendidos.

Fotos: Laura Poersch Schommer
04/09/2019 0 Comentários 721 Visualizações
Cidades

Picada Café oferece o Bota Fora

Por Gabrielle Pacheco 22/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Para que não ocorram descartes irregulares e/ou inadequados, Picada Café se preocupa com todos os tipos de resíduos. Diariamente são recolhidos resíduos das residências e prédios, o chamado lixo doméstico. Nas segundas, quartas e sextas-feiras a empresa responsável recolhe o lixo orgânico e nas terças e quintas-feiras o inorgânico.

E aquele resíduo que não pode ser encaminhado para a usina de reciclagem ou para o aterro é recolhido na última quinta-feira do mês. Móveis, entulhos, restos de reformas são alguns exemplos. Esse tipo de material é coletado e alocado em uma caçamba. Mensalmente é dado destino adequado e o Município custeia essa logística.

Para que o material seja recolhido, é preciso fazer o agendamento pelo telefone (54) 3285 1300. A Prefeitura ressalta a importância de que cada um mantenha essa consciência de que todo resíduo tem seu destino adequado. Largar em meio à natureza, causando poluição, é evidentemente o caminho que não deve ser seguido. Uma cidade limpa e que pensa seu futuro é da responsabilidade de todos, numa parceria do poder público com seus cidadãos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2019 0 Comentários 660 Visualizações
Cidades

Nova estratégia na coleta seletiva de Campo Bom

Por Gabrielle Pacheco 29/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Iniciou nesta segunda-feira (29), uma nova concepção na coleta seletiva do município de Campo Bom. Após avaliação técnica sobre a eficiência do serviço que vinha sendo executado, a Administração Municipal, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, optou por testar uma nova estratégia para aumentar o potencial de segregação da fração reciclável dos resíduos.

O novo formato, que funcionará de forma experimental por dois meses, objetiva avaliar a eficiência da segregação com o recolhimento sendo feito apenas uma vez por semana. Futuramente será alterado o horário de recolhimento da fração reciclável, que será feito a tarde e a noite. Caso os resultados sejam positivos, o serviço será mantido com esta frequência e horários.

Segundo o prefeito Luciano Orsi, a coleta seletiva vinha sendo realizada simultaneamente por dois caminhões em diferentes localidades da cidade. “Como uma parcela muito pequena da população adere a separação de resíduos, era muito frequente que a coleta fosse encerrada antes do horário e com apenas metade da capacidade de carga dos caminhões. Diante disso, resolvemos avaliar outro método, que reduz a frequência e utiliza apenas um caminhão, dividindo a cidade em seis grandes zonas de coleta, cada uma com seu dia de recolhimento”, define o prefeito Luciano Orsi.

“Além de otimizar o serviço e reduzir o impacto ambiental em mais de 2.000 km rodados por mês, o novo método proporciona uma economia de cerca de R$ 50 mil ao mês”, destaca o secretário de Meio Ambiente João Flávio da Rosa.

O novo modelo aposta no empenho e colaboração da população para separar e dispor os resíduos no dia correto para coleta. Além disso, estão sendo ampliados 90 pontos de entrega voluntária (PEV), onde a população pode descartar materiais recicláveis, e instalados novos coletores, agora com recolhimento de resíduos eletrônicos e perigosos, como pilhas e lâmpadas.

Atualmente todos os resíduos gerados na cidade (40 toneladas/dia) passam pela esteira da central de reciclagem. A mudança no método de recolhimento objetiva que os resíduos recicláveis e orgânicos cheguem em horários diferentes na usina e deve facilitar a triagem das frações em separado. Ressalta-se que estão sendo construídos novos prédios para central de triagem que, quando prontos, devem aumentar a capacidade de trabalho da usina.

A coleta da fração orgânica e de rejeitos continua funcionando normalmente, diariamente no Centro e três vezes por semana nos outros bairros, assim como o Caco Treco para recolhimento de móveis mediante agendamento.

Novo cronograma da coleta seletiva:

Zona Coleta 1 – Segunda-feira (Bela vista, Cohab Sul, Centro e Celeste)
Zona Coleta 2 – Terça-feira (Firenze, Metzler, Renascer, Solar do Campo, Alto Paulista, Paulista, Colina Deuner e Rio Branco)
Zona Coleta 3 – Quarta-feira (Imigrante Norte, Imigrante Sul, Aurora, Ipiranga, Genuíno Sampaio e Dona Augusta)
Zona Coleta 4 – Quinta-feira (Operária, Sempre Unidos, Esperança, Floresta, Industrial Sul, Bem Viver I e II, Gringos, Vila Rica, Porto Blos e Barrinha)
Zona Coleta 5 – Sexta-feira (Quatro Colônias, Santa Lúcia, Santo Antônio, Bem Viver III, Morada do Sol, União, Jardim do Sol, Cohab Leste, 25 de Julho e Recanto da Paz)
Zona Coleta 6 – Sábado (Zona Industrial Norte, Zona Rural Norte, Zona Expansão Urbana Leste)

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/07/2019 0 Comentários 529 Visualizações
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