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reciclagem

Variedades

Estudo mostra que RS tem 3ª melhor gestão de lixo do Brasil

Por Ester Ellwanger 26/11/2021
Por Ester Ellwanger

O Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb) divulgou nessa semana o Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana – Islu 2021, que avalia a qualidade da gestão do lixo nos municípios brasileiros, em parceria com a PwC Brasil. A região Sul é a que apresenta pontuação mais alta de acordo com o estudo, com média de 0,545 (em avaliação que vai de 0 a 1) e índice de reciclagem de 7,2%, o melhor do país. Ainda assim, a pontuação representa uma baixa performance de acordo com o índice, que classifica como desempenho médio apenas as cidades com avaliação acima dos 0,600.

O Rio Grande do Sul é o terceiro melhor colocado entre os estados brasileiros em análise geral, no entanto, em Porto Alegre (RS), a taxa de reciclagem cai para 2,1% – abaixo até do índice nacional de 3,5% – enquanto no estado do Rio Grande do Sul a taxa média de reciclagem é de 7,4%.

O Rio Grande do Sul também é o estado com maior número de municípios que aplicam algum tipo de cobrança, na ordem de 83,5%. No entanto, apenas 4,6% (23) das 497 cidades praticam a cobrança integral pelos serviços, enquanto outros 62,6% (311) a praticam parcialmente, cobrindo em média (ponderada entre os municípios) apenas um terço dos custos, ficando o restante às expensas dos orçamentos municipais.

Em participação em um seminário realizado pelo setor de resíduos sólidos em Porto Alegre na última sexta-feira (19/12), Daniel Martini, promotor de justiça do Rio Grande do Sul, disse que a garantia do equilíbrio econômico-financeiro dos serviços de gestão dos resíduos sólidos é o foco de atuação nesse momento.

“Infelizmente, o serviço de manejo de resíduos sólidos ainda é deficitário do ponto de vista econômico em grande parte dos municípios do Rio Grande do Sul. Em trabalho conjunto com as prefeituras, uma das alternativas que propomos aos gestores é a de regionalização dos serviços, como a formação de consórcios intermunicipais, por exemplo, para que seja possível aplicar uma taxa que cubra integralmente os custos e garanta o descarte ambientalmente adequado do lixo na região”, explica Daniel Martini.

Brasil tem avanço lento em tratamento do lixo

De acordo com o Islu 2021, se mantido o cenário atual, o Brasil dificilmente cumprirá os objetivos de desenvolvimento sustentáveis da Organização das Nações Unidas (Onu) relacionados à gestão do lixo. Segundo o estudo, houve um tímido avanço na gestão do lixo nos últimos 5 anos e 58% das cidades brasileiras ainda não possuem um modelo de cobrança para custear os serviços de coleta e tratamento do lixo. O resultado é que metade dos municípios ainda despeja seus resíduos em lixões a céu aberto, mudança pouco expressiva em comparação com os 55% identificados na edição de 2016 do índice.


O estudo analisou a realidade de 3.572 municípios em todo o país, revelando que 50% deles ainda descarta seu lixo de forma ambientalmente inadequada. A cobertura da coleta porta a porta se manteve na casa dos 76%, com um quarto da população sem acesso aos serviços. Já a taxa de reciclagem patina em torno de 3,5% nos últimos 5 anos.

De acordo com a projeção realizada pelo Islu, se não houver mudanças na gestão dos resíduos sólidos, o Brasil dificilmente alcançará as metas de redução de impacto ambiental e de reciclagem estabelecidas pela Onu. A análise levou em consideração o ritmo de progresso dos últimos anos.

“Somente uma mudança de gestão, com recursos financeiros para modernizar e aumentar a eficiência dos serviços, trará resultados positivos para o setor e, consequentemente, a redução dos impactos ambientais causados pela produção de resíduos”, explica Márcio Matheus, presidente do Selurb, ressaltando que essa possibilidade depende da efetiva implementação do Novo Marco do Saneamento, que impôs aos municípios a obrigatoriedade de criar um sistema de cobrança que tornem sustentáveis os serviços de coleta, tratamento e descarte ambientalmente adequado do lixo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Reciclando Ideias da Braskem discute descarte correto de resíduos

Por Ester Ellwanger 28/10/2021
Por Ester Ellwanger

O descarte correto de resíduos e como a separação de forma adequada pode gerar renda para trabalhadores em unidades de triagem gaúchas, os mitos e verdades sobre o plástico e a importância de uma mudança de mentalidade através da economia circular, que também faz parte dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (Ods) e Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas 2021-2030, metas criadas pela Organização das Nações Unidas (Onu).

Esses foram alguns dos assuntos abordados no Reciclando Ideias, evento promovido pela Secretaria de Educação de Porto Alegre (Smed) em parceria com a Braskem. A iniciativa pretende sensibilizar a rede pública de ensino – e interessados no tema – sobre melhores práticas de reciclagem, como isso pode gerar renda e impactar o meio ambiente, repensar o descarte de resíduos, incentivando práticas sustentáveis.

O gerente de relações institucionais da Braskem Daniel Fleischer e o Consultor da PlasticXperience Manoel Lisboa conduziram a transmissão ao vivo, que contou com o depoimento de convidados como a engenheira ambiental e sanitarista Vanessa Falcão e o Presidente do Repense e do Sindicato das Indústrias de Plástico do Rio Grande do Sul, Gerson Haas. Além de todo o conteúdo técnico, os professores também assistiram depoimentos de trabalhadores que vivem da reciclagem, explicando o papel social que cada cidadão exerce ao depositar os resíduos nos locais corretos de descarte de forma a estimular a cadeia da reciclagem, que dá sustento a muitas famílias.

E para que isso aconteça, é necessário mudanças simples e adequações na rotina e nos lares, como separar os resíduos secos dos orgânicos, por exemplo. “A minha saúde depende de mim, mas a saúde do planeta depende de nós”, afirma Fleischer. O Reciclando Ideias aconteceu em três edições e todas estão disponíveis no Youtube da Smed.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

28/10/2021 0 Comentários 625 Visualizações
Cidades

Estância Velha leva containers aos bairros para descarte de entulhos

Por Ester Ellwanger 15/10/2021
Por Ester Ellwanger

A partir deste sábado, 16 de outubro, a prefeitura de Estância Velha coloca em funcionamento o programa Lev – Local de Entrega Voluntária de Resíduos. Através dele, a Prefeitura caminha para solucionar uma demanda recorrente dos moradores no que diz respeito ao recolhimento e local adequado para realizar o descarte de entulhos, podas, restos de construção, pneus, móveis velhos e estragados, entre outros.


O Lev funcionará através de ecoponto itinerante. Containers serão levados aos bairros, em um ponto estratégico e de fácil acesso para todos os moradores, onde os resíduos poderão ser depositados. Os containers serão colocados aos sábados e retirados na segunda-feira seguinte. Eles estarão identificados com placas, que irão indicar o tipo de material que poderá ser depositado nele.

Um calendário de onde os containers estarão, até o final do ano, já foi estabelecido pela Secretaria de Meio Ambiente e Preservação Ecológica (Semape). “Estamos inovando e colocando em ação um projeto que busca atender as reivindicações dos moradores. A contrapartida do morador é fazer a coisa certa: levar o seu entulho até o local correto para descarte”, coloca o prefeito Diego Francisco.


Informações sobre o calendário do Lev, nos bairros, serão disponibilizadas nas redes sociais da Prefeitura e também podem ser obtidas em contato com a Semape, por meio do telefone 3561-4050.

Calendário 2021

16/10 a 18/10 – Bairro Bela Vista
Rua Leopoldo Albino Hermann, esquina Av. Walter Klein

30/10 a 1/11 – Bairro Campo Grande
Rua Feliz com Rua Ana Rech (fundos da Escola Reinato Enio Trein)

13/11 a 16/11 – Bairro das Rosas
Rua Adolfo Koch, próximo ao Campo do Flor da Rosa

27/11 a 29/11 – Bairro Rincão dos Ilhéus
Avenida dos Açores com Rua Ver. Antônio Centeno, junto ao Posto de Saúde Rincão II

4/12 a 6/12 – Bairro Lira
Rua Almirante Tamandaré (próximo a Praça Dário Haupenthal)

11 a 13/12 – Bairro Nova Estância
Rua Jacob Guilherme Dienstmann (ao lado do CTG Mourão da Estância)

18/12 a 20/12 – Bairro Lago Azul
Rua Alemanha (ao lado do Posto de Saúde)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2021 0 Comentários 1,6K Visualizações
Variedades

Braskem recolhe resíduos plásticos por meio do projeto Plastitroque

Por Ester Ellwanger 01/10/2021
Por Ester Ellwanger

Compartilhar conhecimento sobre o funcionamento da cadeia da reciclagem, a fim de que todos tenham a oportunidade de compreender a importância do descarte correto de resíduos, é um dos objetivos do Plastritroque. O projeto da Braskem sobre conscientização ambiental e estímulo à reciclagem faz sua estreia no Rio Grande do Sul e começa em Triunfo, na Escola Municipal Oswaldo Aranha, com a participação de cerca de 180 pessoas, entre alunos e professores. Outras instituições e comunidades também irão receber o projeto.

Professores e alunos receberam informações sobre o projeto via WhatsApp, com cards e vídeos destacando a importância da coleta seletiva, da destinação correta de cada tipo de resíduo e mostrando como funciona a cadeia da reciclagem. Na sequência, participaram de palestras com a engenheira ambiental Aline Paez.

Para estimular essas boas práticas, o programa incentiva os alunos a coletarem os resíduos plásticos gerados no seu dia a dia, seja em casa, na escola ou em outros ambientes, para, depois, terem a oportunidade de trocar por “plasticoins”, uma moeda criada para realizar a troca de resíduos por kits de higiene. Para ganhar o kit 1 com 5 produtos, são necessários 3 plasticoins, o que equivale a 900 g de plástico coletado. Já para receber o kit 2 com 8 produtos, é preciso ter 5 plasticoins, equivalente a 1,5 kg de plástico. A pesagem dos resíduos ocorrerá na escola, nos dias 2 e 3 de outubro.

“Queremos fomentar a cadeia da reciclagem, mostrando que todos nós somos responsáveis pela destinação correta dos resíduos. Quanto mais cedo começa essa conscientização, melhor para o ambiente e para todos nós. Quando separamos nossos resíduos, ajudamos na geração de renda de milhares de pessoas que trabalham com reciclagem. Muitos enxergam apenas lixo, mas é matéria-prima para a economia circular onde vemos trabalho e sustento para diversas pessoas”, afirma Daniel Fleischer, Gerente de Relações Institucionais da Braskem no Rio Grande do Sul.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/10/2021 1 Comentário 1,6K Visualizações
Cidades

Sapiranga lança o Programa Recicla Sapi

Por Ester Ellwanger 17/09/2021
Por Ester Ellwanger

A prefeitura de Sapiranga colocou em prática seu projeto de gerar emprego e renda preservando o meio ambiente, além de oferecer uma oportunidade de trabalho formal aos catadores de resíduos recicláveis informais. Na manhã desta quarta-feira,15 de setembro, o secretário municipal de Meio Ambiente e Preservação Ecológica (Semape), Ederson Klein, acompanhado da engenheira florestal e responsável pela Cetrisa, Thaís Fantinel Malta, e do presidente da Recicooper Cooperativa, Vanderlei Barbosa Lavandoski, acompanhou a circulação dos carrinhos nas ruas centrais da cidade.

A ideia é aproveitar melhor o material reciclável que é gerado pelo comércio. Nosso objetivo também é trazer esses catadores informais para o cooperativismo, de acordo com a demanda.”

“A ideia é aproveitar melhor o material reciclável que é gerado pelo comércio. Nosso objetivo também é trazer esses catadores informais para o cooperativismo, de acordo com a demanda. Desta maneira, gerar emprego e renda, além da oportunidade dos catadores informais terem um emprego formal”, destaca o secretário Ederson Klein.

Atualmente são dois carrinhos e um caminhão de apoio da Semape (cedido à cooperativa) para realizar o trabalho. O programa Recicla Sapi é uma parceria da prefeitura de Sapiranga, através da Secretaria de Meio Ambiente, com a Recicooper que é a responsável pela triagem dos resíduos recicláveis (provenientes da coleta seletiva) que são recebidos na Central de Triagem e Compostagem de Resíduos Sólidos de Sapiranga (Cetrisa).
“É um projeto socioambiental e vamos trabalhar essas questões com os trabalhadores”, reforça a engenheira florestal Thaís Malta.

Já o presidente da Recicooper, Vanderlei Lavandoski comemorou a boa aceitação que está tendo o projeto nos comércios da cidade, inclusive confirmado pelo gerente da Casa Joinvile, Luis Adriano Moreira. “O projeto da prefeitura é muito legal. Tudo que é feito para melhor a gente do comércio da cidade vai sempre apoiar. A cidade vai ficar mais limpa, organizada e vai fazer muito bem para a comunidade.”

Inicialmente a coleta ocorrerá de segunda a sábado nas principais ruas da cidade e, futuramente, se estenderá aos demais bairros. Os materiais coletados são: plástico, papel, papelão, vidro, metal, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, alumínio, entre outros aparatos recicláveis. Os carrinhos foram adquiridos através do recurso do Fundo Municipal de Defesa do Meio Ambiente, com apoio do Conselho Municipal de Meio Ambiente e Saneamento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo inaugura Estação de Tratamento de Esgoto

Por Ester Ellwanger 02/09/2021
Por Ester Ellwanger

A Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo inaugura nesta quarta-feira, 1 de setembro, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Vila Palmeira, no bairro Santo Afonso. Iniciada em agosto de 2019, a ETE recebeu, na semana passada, sua licença de operação definitiva e já começa a operar efetivamente após quase quatro meses em testes.

Estamos muito felizes em entregar mais esta importante obra para a comunidade hamburguense. É uma estrutura compacta, mas que representa muito no caminho que estamos trilhando pela melhoria do saneamento na cidade”.

“Estamos muito felizes em entregar mais esta importante obra para a comunidade hamburguense. É uma estrutura compacta, mas que representa muito no caminho que estamos trilhando pela melhoria do saneamento na cidade”, enfatiza a prefeita Fátima Daudt. Durante a inauguração, Fátima enfatizou o trabalho realizado durante a pandemia para que a estação fosse construída. “Esta administração gosta de desafios. De estar à frente e de entregar à comunidade cada vez mais serviços e obras como esta”, completou.

Fátima reforçou seu comprometimento e determinação de sua gestão em deixar como legado uma cidade melhor em todos os aspectos, incluindo investimentos que refletem diretamente na qualidade de vida da população. “Recebemos uma cidade com menos de 7% de esgoto tratado. Vamos entregar a cidade com 60% do esgoto tratado”, disse.

A nova ETE, que vai beneficiar mais de 5 mil pessoas que vivem no local, teve investimento de mais de R$ 5,1 milhões e permite o tratamento de até 16 litros por segundo. O vice-prefeito e diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders, lembra que a ETE veio pré-montada e, por isso, teve um tempo rápido de finalização. “Os resultados que tivemos nos testes comprovaram a qualidade desse novo modelo, que foi muito eficiente e vai beneficiar toda a população”, explica.

 

Parte da estrutura que vai compor o complexo da ETE Luiz Rau, que teve liberação para início de obras por parte da Fepam neste ano e deve ser responsável pelo tratamento de 50% do esgoto de toda Novo Hamburgo, a estação da Vila Palmeira tem vazão de 16 litros por segundo. Junto com a ETE Roselândia, em fase de finalização, representam avanços importantes para que o Município atinja as metas do Marco do Saneamento até 2033.

“Estamos realizando estudos e investindo para garantir que Novo Hamburgo amplie o tratamento de esgoto, algo que sempre foi deixado para depois. E é importante lembrar que cada real investido em saneamento equivale a 9 reais poupados em saúde. É qualidade de vida para nossa população”, finaliza Lüders.

Como Funciona

O sistema implantado é de uma Estação de Tratamento de Esgoto compacta.
Tratamento da fase líquida:
Pré-tratamento (gradeamento) – tratamento biológico do tipo aeróbio – tratamento físico-químico – desinfecção por ultravioleta.
Tratamento da fase sólida:
O lodo vai para um biodigestor anaeróbio, após, segue para o tanque de lodo digerido, posteriormente para uma centrífuga para desidratar o lodo que vai para um contêiner onde fica acumulado.
Destino final: aterro sanitário.
Tratamento da fase gasosa:
A biodigestão do sólido gera biogás, que é queimado pelo sistema queimador de biogás.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/09/2021 0 Comentários 546 Visualizações
Cidades

Cidade do litoral gaúcho é destaque em coleta seletiva

Por Milena Costa 08/06/2021
Por Milena Costa

Em recente pesquisa disponibilizada pelo portal Cempre, o maior acervo de indicadores da coleta seletiva no Brasil, que desde 1994 reúne informações atualizadas sobre a coleta seletiva em todo território nacional, foram analisados alguns indicadores sobre a coleta seletiva. Capão da Canoa aparece entre os quatro municípios destaque no Brasil. No município, é desenvolvido o Projeto Reciclar Capão, focado na educação ambiental e na promoção de práticas sustentáveis.

Com o objetivo de valorizar o trabalho realizado pelos municípios que participaram da pesquisa, o CEMPRE elegeu quatro municípios destaque no serviço de coleta seletiva, considerando os seguintes critérios: 100% da população é atendida pela coleta seletiva; o município não envia rejeitos para lixão ou aterro controlado; há forte participação de organizações de catadores na coleta seletiva. Com base nesses critérios, os municípios de destaque são: Itaúna/MG, Capão da Canoa/RS, Presidente Epitácio/SP e Tibagi/PR.

Na edição deste ano a metodologia de levantamento de dados foi revisada e o escopo foi reformulado e ampliado, contemplando informações sobre coleta seletiva, sistemas de logística reversa, organizações de catadores, além da opinião de especialistas do segmento de resíduos em relação à implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e ao impacto da COVID-19 na cadeia da reciclagem.

“É uma motivação para continuarmos trilhando esse caminho, através dos projetos, da Asagee e de todos os envolvidos nessa grande e importante temática”

Para o Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, trata-se de uma notícia excelente e que coroa o trabalho desenvolvido há anos no município. “É uma motivação para continuarmos trilhando esse caminho, através dos projetos, da Asagee e de todos os envolvidos nessa grande e importante temática”, destaca.

A Pesquisa Ciclosoft 2020 ampliou as frentes pesquisadas, incluindo entrevistas com gestores públicos municipais, representantes de organizações de catadores e especialistas que atuam ou possuem influência na gestão de resíduos sólidos.

Foram entrevistados representantes do poder público e organizações da sociedade civil, tais como o Ministério Público, Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (ANCAT) e Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Também foram ouvidos representantes do setor empresarial, como a Coalizão Embalagens; de programas de logística reversa, como o Cidade Mais, Reciclar pelo Brasil, Recupera e ViraSer; e da iniciativa de compensação ambiental, como o EuReciclo.

Conheça outros dados acessando o site da pesquisa: https://ciclosoft.cempre.org.br.

Foto: Divulgação/Luiz Moraes | Fonte: Assessoria
08/06/2021 0 Comentários 563 Visualizações
Cidades

Projeto de sustentabilidade “Eu cuido Nova Petrópolis” inicia este mês

Por Milena Costa 01/06/2021
Por Milena Costa

Considerado o mês do meio ambiente, junho marca o início do projeto de sustentabilidade “Eu cuido Nova Petrópolis”. A iniciativa se estende a todos os meses e consiste em ações e orientação para a destinação correta dos mais diversos materiais, “do meio ambiente ao social”.

“É um projeto muito amplo, que irá ter várias novidades ao longo dos próximos meses, mas que em um primeiro momento estará focado na informação. Nova Petrópolis já conta com diversas alternativas para a destinação ecologicamente correta de resíduos e materiais, mas muitas pessoas ainda não conhecem estes serviços. O ‘Eu cuido Nova Petrópolis’ chega para informar e orientar”, afirma o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Jorge Luiz Lüdke.

Em muitos casos, além de ser ecologicamente correta, a destinação de produtos e materiais usados pode oportunizar importantes contribuições para a área social. Infelizmente o destino acaba sendo a lata do lixo, o que na maioria dos casos é errado do ponto de vista ambiental.

“Todo mundo gosta de fazer doações. Muitas vezes as pessoas têm os donativos em mãos, mas não sabem a quem recorrer. Com informação e orientação, nós queremos mudar essa situação, contribuindo para o meio ambiente e ajudando as pessoas mais necessitadas”, destaca a coordenadora do Cras, Annita Haugg.

Coleta de lixo eletrônico, óleo de cozinha e vidro

Dentre as ações contempladas no projeto “Eu cuido Nova Petrópolis” está a coleta de lixo eletrônico e óleo de cozinha usado. A ação, que já ocorre tradicionalmente no Município, ganhou em 2021 o acréscimo do vidro.
Na primeira ação do ano, nos dias 28 e 29 de maio, foram recolhidos 6.400 quilos de lixo eletrônico, 1.200 litros de óleo e 2.500 quilos de vidro. Os materiais recebem destinação ecologicamente, sem custos ao Município. As empresas parceiras são: Ambe – Gerenciamento de Resíduos Tecnológicos (lixo eletrônico), Biodiversidade – Coleta de Óleo Vegetal e Junges Soluções em Limpeza Urbana (vidro).

“São mais de 10 mil quilos de materiais recolhidos. Sem esta ação, certamente boa parte destes resíduos seria descartados de forma incorreta. Isso vale até mesmo para o vidro, que ao deixar de ir para o lixo comum, tem um reaproveitamento muito mais fácil”, explica o secretário adjunto de Agricultura e Meio Ambiente, Guilherme Lohmann.

Novas ações para coleta de lixo eletrônico, óleo de cozinha e vidro estão previstas para setembro e dezembro. “Pedimos para quem tem este tipo de materiais, para ir guardando e dar a destinação correta nestas próximas oportunidades”, acrescenta Lohmann.

18ª Coleta de embalagens de agrotóxicos

Uma das próximas ações do projeto “Eu cuido Nova Petrópolis” é a 18ª Coleta de Embalagens de Agrotóxicos, que acontecerá no dia 16 de junho de 2021. O recolhimento manterá o formato tradicional, com duas rotas, passando por 13 pontos do interior.

Para mais informações sobre as ações sociais e ambientais promovidas pelo município, acesse o site da prefeitura neste link.

Foto: Francis Jonas Limberger/Adriana Monteiro Arrial | Fonte: Assessoria
01/06/2021 0 Comentários 840 Visualizações
Variedades

Feevale desenvolve cartilhas sobre cooperativismo e reciclagem

Por Milena Costa 27/05/2021
Por Milena Costa

A fim de orientar a população, a Universidade Feevale desenvolveu duas cartilhas sobre os conceitos básicos de cooperativismo e reciclagem. Os materiais foram desenvolvidos no âmbito do projeto de pesquisa Inovação Social em Cooperativas de Reciclagem no Vale do Rio dos Sinos, coordenado por Vânia Bessi, professora do curso de Administração da Instituição.

A cartilha Cooperativismo – conceitos básicos aborda como funcionam os sistemas econômicos, a história da primeira cooperativa e as cooperativas de reciclagem, entre outros assuntos. Já o documento Reciclagem – conceitos básicos orienta sobre o que são resíduos sólidos, como reciclar, o funcionamento da coleta seletiva, catadores e materiais recicláveis, entre outros temas. Além de Vânia, foram responsáveis pela produção dos materiais as professoras da Feevale Sueli Cabral e Paola Figueiró, as bolsistas de Apoio Técnico à Extensão Claudia Reckziegel, egressa do curso de Artes Visuais, e Cintia Juliane da Silva, egressa do curso de Pedagogia, e a bolsista de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial Tieli Vargas Almeida, mestranda em Indústria Criativa. Os documentos foram disponibilizados para as cooperativas localizadas em Novo Hamburgo.

Na última semana, os materiais foram apresentados no Seminário de Avaliação da Chamada CNPq/Sescoop, evento on-line que reuniu pesquisadores da área de Cooperativismo de todo Brasil, além das equipes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

“A pesquisa apresenta vinculação com a extensão e nasceu a partir de problematização identificada no projeto integrado Gestão e Empreendedorismo para o Desenvolvimento Local”, explica Vânia.

Além das cartilhas, a professora apresentou um canal no YouTube e um perfil no Instagram, ambos sobre inovação social e cooperativas de reciclagem, que foram criados com o objetivo de informar as pessoas sobre esses temas de forma fácil e interativa.

O projeto Inovação Social em Cooperativas de Reciclagem no Vale do Rio dos Sinos recebeu fomento na Chamada CNPq/Sescoop 007/2018 – Desenvolvimento Científico, Tecnológico e Inovação em Cooperativismo, com recursos para custeio, capital e bolsas. O objetivo do chamamento foi apoiar projetos de pesquisa que investiguem o cooperativismo e as cooperativas brasileiras em quatro linhas de pesquisa: impactos econômicos e sociais do cooperativismo; competitividade e inovação; governança cooperativa; e cooperativismo e cenário jurídico. Parte dos recursos desse fomento foi utilizado para produzir as cartilhas do projeto.

Saiba mais

O projeto social de pesquisa e extensão Gestão e Empreendedorismo para o Desenvolvimento Local é um projeto integrado que tem o objetivo de desenvolver competências relacionadas ao associativismo, ao empreendedorismo, à gestão e à produção. O propósito é colaborar para a formação humana, técnica e tecnológica de empreendedores ou empreendimentos que produzem alimentos, associações ou cooperativas de trabalhadores. Liderado pela professora Vânia Bessi, desenvolve oficinas e realiza atendimentos individualizados, de acordo com o interesse dos participantes.

Confira os materiais

– Cartilha Cooperativismo – conceitos básicos e Reciclagem – conceitos básicos: www.issuu.com/inovacaocooperativas

– Canal do Youtube sobre Inovação Social e Cooperativas de Reciclagem: https://bit.ly/2RQACl9

– Perfil no Instagram: @inova_social_acao

27/05/2021 0 Comentários 683 Visualizações
Variedades

Santa Cruz do Sul pede que a população descarte corretamente o lixo seco

Por Caren Souza 21/05/2021
Por Caren Souza

Caixas de papelão, plásticos, garrafas, metais e outros materiais que poderiam ser destinados à reciclagem, gerando renda para dezenas de famílias de catadores que sobrevivem da atividade em Santa Cruz do Sul, hoje são facilmente encontrados dentro dos contêineres verdes.

Sete anos depois de ter sido a terceira cidade do Vale do Rio Pardo a implementar a coleta robotizada de resíduos, Santa Cruz do Sul ainda engatinha quando o assunto é separação de lixo.
Nos últimos dias, a quantidade de resíduos recicláveis encontrados dentro dos contêineres tem chamado a atenção.

Apesar de todo o trabalho de educação e orientação feito nos últimos anos pelos técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade (Semass) e pela Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis (Coomcat), junto a moradores e comerciantes nas comunidades contempladas com a Coleta Seletiva solidária, o que se percebe é que as pessoas ainda tem muita dificuldade para realizarem a separação adequadamente.

A mistura de materiais secos e orgânicos dentro dos contêineres provoca a ação de catadores informais em busca de recicláveis. O resultado disso é uma situação desagradável nas ruas da cidade porque ao remexerem o conteúdo para encontrar materiais recicláveis para a venda, esses catadores deixam espalhados pelo chão uma quantidade enorme de resíduo orgânico, causando mau cheiro e sujando as calçadas.

Na época da implantação dos contêineres – hoje são 550 no Centro e bairros do entorno – a Prefeitura orientou para que as antigas lixeiras não fossem retiradas e sim destinadas ao acondicionamento de materiais recicláveis pelos moradores.

Porém a orientação para quem não dispõe de lixeiras específicas para o lixo seco, é colocar as sacolas do lado de fora dos contêineres, junto ao meio-fio. “As pessoas não querem que as sacolas fiquem do lado de fora, acham feio e então acabam colocando tudo dentro do contêiner”, disse o agente administrativo da Semass Maurício Felipe Dopke, que também possui formação em engenharia bioquímica.

Ele explica que os materiais não precisam ser separados por sacola, podendo ser colocados juntos garrafas de vidro, papéis, latas de alumínio e outros. No centro da cidade, além do caminhão gaiola que passa diariamente, os catadores da Coomcat seguem percorrendo as ruas e recolhendo os materiais destinados à reciclagem.

“Para ter conhecimento dos dias e horários por rua, é possível acessar o site da prefeitura, entrar em contato com a Semass ou com a Coomcat”, disse. É preciso lembrar que a coleta seletiva hoje é fonte de trabalho e renda para 55 famílias em Santa Cruz do Sul, como evidencia o secretário municipal de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade, Jaques Leo Eisenberger.

“Ao se transformarem em matéria-prima para novos produtos, os materiais coletados deixam de ser uma fonte poluidora, contribuindo para a preservação do meio ambiente”.  De acordo com o secretário, com a pandemia a situação piorou. “As pessoas ficaram mais tempo em casa e utilizaram mais vezes o serviço de delivery, o que fez aumentar muito o acúmulo de embalagens, a geração de lixo e o descarte incorreto”, disse ele.

O problema que vem causando tantos transtornos, segundo ele, é também fruto da falta de conscientização das pessoas. “Muitas vezes o que falta não é informação, é o hábito. É mais fácil jogar tudo lá dentro”. Além de fazer um apelo à comunidade para que atente para a separação do lixo e faça a sua parte nesse processo, a Semass deve colocar em ação ainda neste primeiro semestre um projeto piloto que pretende melhorar o problema do descarte de recicláveis dentro dos contêineres.

A Conesul, empresa responsável pelo recolhimento do lixo orgânico, cederá quatro contêineres na cor laranja, exclusivamente destinados ao depósito de recicláveis. Os equipamentos serão instalados em locais estratégicos na região central.

Recolhimento especializado

Outra situação que tem sido recorrente é o descarte de mobiliário e restos de construção ao lado dos contêineres. O recolhimento desses materiais deve ser providenciado pelos moradores junto a empresas particulares, especializadas nesse serviço.

Recentemente, estabelecimentos do ramo da alimentação foram notificados por depositar carcaças de peixes e frutos do mar sem o devido acondicionamento dentro dos contêineres. O mau cheiro gerou reclamações de moradores e comerciantes do entorno. Devido a grande quantidade gerada pelos estabelecimentos, os proprietários foram orientados a providenciar um recolhimento especializado.

Fonte: Assessoria
21/05/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
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