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reciclagem

Cidades

Projeto de sustentabilidade “Eu cuido Nova Petrópolis” inicia este mês

Por Milena Costa 01/06/2021
Por Milena Costa

Considerado o mês do meio ambiente, junho marca o início do projeto de sustentabilidade “Eu cuido Nova Petrópolis”. A iniciativa se estende a todos os meses e consiste em ações e orientação para a destinação correta dos mais diversos materiais, “do meio ambiente ao social”.

“É um projeto muito amplo, que irá ter várias novidades ao longo dos próximos meses, mas que em um primeiro momento estará focado na informação. Nova Petrópolis já conta com diversas alternativas para a destinação ecologicamente correta de resíduos e materiais, mas muitas pessoas ainda não conhecem estes serviços. O ‘Eu cuido Nova Petrópolis’ chega para informar e orientar”, afirma o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Jorge Luiz Lüdke.

Em muitos casos, além de ser ecologicamente correta, a destinação de produtos e materiais usados pode oportunizar importantes contribuições para a área social. Infelizmente o destino acaba sendo a lata do lixo, o que na maioria dos casos é errado do ponto de vista ambiental.

“Todo mundo gosta de fazer doações. Muitas vezes as pessoas têm os donativos em mãos, mas não sabem a quem recorrer. Com informação e orientação, nós queremos mudar essa situação, contribuindo para o meio ambiente e ajudando as pessoas mais necessitadas”, destaca a coordenadora do Cras, Annita Haugg.

Coleta de lixo eletrônico, óleo de cozinha e vidro

Dentre as ações contempladas no projeto “Eu cuido Nova Petrópolis” está a coleta de lixo eletrônico e óleo de cozinha usado. A ação, que já ocorre tradicionalmente no Município, ganhou em 2021 o acréscimo do vidro.
Na primeira ação do ano, nos dias 28 e 29 de maio, foram recolhidos 6.400 quilos de lixo eletrônico, 1.200 litros de óleo e 2.500 quilos de vidro. Os materiais recebem destinação ecologicamente, sem custos ao Município. As empresas parceiras são: Ambe – Gerenciamento de Resíduos Tecnológicos (lixo eletrônico), Biodiversidade – Coleta de Óleo Vegetal e Junges Soluções em Limpeza Urbana (vidro).

“São mais de 10 mil quilos de materiais recolhidos. Sem esta ação, certamente boa parte destes resíduos seria descartados de forma incorreta. Isso vale até mesmo para o vidro, que ao deixar de ir para o lixo comum, tem um reaproveitamento muito mais fácil”, explica o secretário adjunto de Agricultura e Meio Ambiente, Guilherme Lohmann.

Novas ações para coleta de lixo eletrônico, óleo de cozinha e vidro estão previstas para setembro e dezembro. “Pedimos para quem tem este tipo de materiais, para ir guardando e dar a destinação correta nestas próximas oportunidades”, acrescenta Lohmann.

18ª Coleta de embalagens de agrotóxicos

Uma das próximas ações do projeto “Eu cuido Nova Petrópolis” é a 18ª Coleta de Embalagens de Agrotóxicos, que acontecerá no dia 16 de junho de 2021. O recolhimento manterá o formato tradicional, com duas rotas, passando por 13 pontos do interior.

Para mais informações sobre as ações sociais e ambientais promovidas pelo município, acesse o site da prefeitura neste link.

Foto: Francis Jonas Limberger/Adriana Monteiro Arrial | Fonte: Assessoria
01/06/2021 0 Comentários 930 Visualizações
Variedades

Feevale desenvolve cartilhas sobre cooperativismo e reciclagem

Por Milena Costa 27/05/2021
Por Milena Costa

A fim de orientar a população, a Universidade Feevale desenvolveu duas cartilhas sobre os conceitos básicos de cooperativismo e reciclagem. Os materiais foram desenvolvidos no âmbito do projeto de pesquisa Inovação Social em Cooperativas de Reciclagem no Vale do Rio dos Sinos, coordenado por Vânia Bessi, professora do curso de Administração da Instituição.

A cartilha Cooperativismo – conceitos básicos aborda como funcionam os sistemas econômicos, a história da primeira cooperativa e as cooperativas de reciclagem, entre outros assuntos. Já o documento Reciclagem – conceitos básicos orienta sobre o que são resíduos sólidos, como reciclar, o funcionamento da coleta seletiva, catadores e materiais recicláveis, entre outros temas. Além de Vânia, foram responsáveis pela produção dos materiais as professoras da Feevale Sueli Cabral e Paola Figueiró, as bolsistas de Apoio Técnico à Extensão Claudia Reckziegel, egressa do curso de Artes Visuais, e Cintia Juliane da Silva, egressa do curso de Pedagogia, e a bolsista de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial Tieli Vargas Almeida, mestranda em Indústria Criativa. Os documentos foram disponibilizados para as cooperativas localizadas em Novo Hamburgo.

Na última semana, os materiais foram apresentados no Seminário de Avaliação da Chamada CNPq/Sescoop, evento on-line que reuniu pesquisadores da área de Cooperativismo de todo Brasil, além das equipes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

“A pesquisa apresenta vinculação com a extensão e nasceu a partir de problematização identificada no projeto integrado Gestão e Empreendedorismo para o Desenvolvimento Local”, explica Vânia.

Além das cartilhas, a professora apresentou um canal no YouTube e um perfil no Instagram, ambos sobre inovação social e cooperativas de reciclagem, que foram criados com o objetivo de informar as pessoas sobre esses temas de forma fácil e interativa.

O projeto Inovação Social em Cooperativas de Reciclagem no Vale do Rio dos Sinos recebeu fomento na Chamada CNPq/Sescoop 007/2018 – Desenvolvimento Científico, Tecnológico e Inovação em Cooperativismo, com recursos para custeio, capital e bolsas. O objetivo do chamamento foi apoiar projetos de pesquisa que investiguem o cooperativismo e as cooperativas brasileiras em quatro linhas de pesquisa: impactos econômicos e sociais do cooperativismo; competitividade e inovação; governança cooperativa; e cooperativismo e cenário jurídico. Parte dos recursos desse fomento foi utilizado para produzir as cartilhas do projeto.

Saiba mais

O projeto social de pesquisa e extensão Gestão e Empreendedorismo para o Desenvolvimento Local é um projeto integrado que tem o objetivo de desenvolver competências relacionadas ao associativismo, ao empreendedorismo, à gestão e à produção. O propósito é colaborar para a formação humana, técnica e tecnológica de empreendedores ou empreendimentos que produzem alimentos, associações ou cooperativas de trabalhadores. Liderado pela professora Vânia Bessi, desenvolve oficinas e realiza atendimentos individualizados, de acordo com o interesse dos participantes.

Confira os materiais

– Cartilha Cooperativismo – conceitos básicos e Reciclagem – conceitos básicos: www.issuu.com/inovacaocooperativas

– Canal do Youtube sobre Inovação Social e Cooperativas de Reciclagem: https://bit.ly/2RQACl9

– Perfil no Instagram: @inova_social_acao

27/05/2021 0 Comentários 768 Visualizações
Variedades

Santa Cruz do Sul pede que a população descarte corretamente o lixo seco

Por Caren Souza 21/05/2021
Por Caren Souza

Caixas de papelão, plásticos, garrafas, metais e outros materiais que poderiam ser destinados à reciclagem, gerando renda para dezenas de famílias de catadores que sobrevivem da atividade em Santa Cruz do Sul, hoje são facilmente encontrados dentro dos contêineres verdes.

Sete anos depois de ter sido a terceira cidade do Vale do Rio Pardo a implementar a coleta robotizada de resíduos, Santa Cruz do Sul ainda engatinha quando o assunto é separação de lixo.
Nos últimos dias, a quantidade de resíduos recicláveis encontrados dentro dos contêineres tem chamado a atenção.

Apesar de todo o trabalho de educação e orientação feito nos últimos anos pelos técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade (Semass) e pela Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis (Coomcat), junto a moradores e comerciantes nas comunidades contempladas com a Coleta Seletiva solidária, o que se percebe é que as pessoas ainda tem muita dificuldade para realizarem a separação adequadamente.

A mistura de materiais secos e orgânicos dentro dos contêineres provoca a ação de catadores informais em busca de recicláveis. O resultado disso é uma situação desagradável nas ruas da cidade porque ao remexerem o conteúdo para encontrar materiais recicláveis para a venda, esses catadores deixam espalhados pelo chão uma quantidade enorme de resíduo orgânico, causando mau cheiro e sujando as calçadas.

Na época da implantação dos contêineres – hoje são 550 no Centro e bairros do entorno – a Prefeitura orientou para que as antigas lixeiras não fossem retiradas e sim destinadas ao acondicionamento de materiais recicláveis pelos moradores.

Porém a orientação para quem não dispõe de lixeiras específicas para o lixo seco, é colocar as sacolas do lado de fora dos contêineres, junto ao meio-fio. “As pessoas não querem que as sacolas fiquem do lado de fora, acham feio e então acabam colocando tudo dentro do contêiner”, disse o agente administrativo da Semass Maurício Felipe Dopke, que também possui formação em engenharia bioquímica.

Ele explica que os materiais não precisam ser separados por sacola, podendo ser colocados juntos garrafas de vidro, papéis, latas de alumínio e outros. No centro da cidade, além do caminhão gaiola que passa diariamente, os catadores da Coomcat seguem percorrendo as ruas e recolhendo os materiais destinados à reciclagem.

“Para ter conhecimento dos dias e horários por rua, é possível acessar o site da prefeitura, entrar em contato com a Semass ou com a Coomcat”, disse. É preciso lembrar que a coleta seletiva hoje é fonte de trabalho e renda para 55 famílias em Santa Cruz do Sul, como evidencia o secretário municipal de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade, Jaques Leo Eisenberger.

“Ao se transformarem em matéria-prima para novos produtos, os materiais coletados deixam de ser uma fonte poluidora, contribuindo para a preservação do meio ambiente”.  De acordo com o secretário, com a pandemia a situação piorou. “As pessoas ficaram mais tempo em casa e utilizaram mais vezes o serviço de delivery, o que fez aumentar muito o acúmulo de embalagens, a geração de lixo e o descarte incorreto”, disse ele.

O problema que vem causando tantos transtornos, segundo ele, é também fruto da falta de conscientização das pessoas. “Muitas vezes o que falta não é informação, é o hábito. É mais fácil jogar tudo lá dentro”. Além de fazer um apelo à comunidade para que atente para a separação do lixo e faça a sua parte nesse processo, a Semass deve colocar em ação ainda neste primeiro semestre um projeto piloto que pretende melhorar o problema do descarte de recicláveis dentro dos contêineres.

A Conesul, empresa responsável pelo recolhimento do lixo orgânico, cederá quatro contêineres na cor laranja, exclusivamente destinados ao depósito de recicláveis. Os equipamentos serão instalados em locais estratégicos na região central.

Recolhimento especializado

Outra situação que tem sido recorrente é o descarte de mobiliário e restos de construção ao lado dos contêineres. O recolhimento desses materiais deve ser providenciado pelos moradores junto a empresas particulares, especializadas nesse serviço.

Recentemente, estabelecimentos do ramo da alimentação foram notificados por depositar carcaças de peixes e frutos do mar sem o devido acondicionamento dentro dos contêineres. O mau cheiro gerou reclamações de moradores e comerciantes do entorno. Devido a grande quantidade gerada pelos estabelecimentos, os proprietários foram orientados a providenciar um recolhimento especializado.

Fonte: Assessoria
21/05/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
Variedades

Usina de Reciclagem de Resíduos da Construção Civil do Pró-Sinos realiza britagem de materiais de obras

Por Caren Souza 26/04/2021
Por Caren Souza

Mantida pelo Pró-Sinos, a Usina de Reciclagem de Resíduos da Construção Civil oferece um importante serviço aos municípios consorciados: a britagem de resíduos de obra. Com a utilização de um britador móvel, o material é processado e transformado em bica corrida – excelente para utilização no leito de estradas não pavimentadas.

A população deve ser informada de que não é permitido descartar esse tipo de material em qualquer ambiente, pois favorece o surgimento de lixões irregulares.

Recentemente, o município de Ivoti utilizou o serviço de britagem da Usina. Foram processados 1.450 metros cúbicos de resíduos no local. De acordo com o diretor-técnico do Pró-Sinos, Hener de Souza Nunes Júnior, a cada dia o equipamento tem a capacidade de britar cerca de 800 metros cúbicos de material. “A prefeitura só necessita ter um bom volume de material classificado que possa ser britado, como pedras, restos de demolição de paredes e estruturas de concreto”, esclarece.

Também pode haver algum solo misturado, mas em menor quantidade que os materiais que serão britados. “Grandes blocos de concreto armado também podem ser britados, mas devem ser reduzidos para volumes em que as menores dimensões sejam de até 30cm x 50cm, para que possam passar no equipamento”, explica Hener.

De acordo com o diretor-técnico, os ferros da armadura, que geralmente fazem parte desses resíduos, não são problema. O próprio equipamento os libera do concreto e separa do meio do material britado com a ajuda de um separador magnético. “Além do material, a prefeitura também deve disponibilizar uma carregadeira para alimentar o britador. E um trabalhador para retirar, das pilhas depositadas, aqueles materiais que não podem ser britados, como madeiras, plásticos ou forrações”, explica.

Hener destaca que a realização desse tipo de serviço atende ao que determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos. “A população deve ser informada de que não é permitido descartar esse tipo de material em qualquer ambiente, pois favorece o surgimento de lixões irregulares. O Pró-Sinos oferece a britagem para assegurar que esse tipo de resíduo tenha uma utilização mais nobre e dentro do que determina a legislação”, finaliza.

O serviço pode ser solicitado diretamente ao Consórcio Pró-Sinos pelo e-mail apoiotecnico@prosinos.rs.gov.br ou pelo telefone (51) 3592-8007.

Crédito: Luís Felipe Dupont | Fonte: Assessoria
26/04/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Variedades

Docente da Feevale participa de live sobre a Covid-19 e a cadeia de reciclagem

Por Gabrielle Pacheco 28/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nesta quarta-feira, 29, às 11h, a professora do Programa de Pós-graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais da Universidade Feevale, Vanusca Dalosto Jahno, participará da live Covid-19 e a cadeia de reciclagem. Organizado pelo projeto (Re)pense, o bate-papo on-line será mediado pelo presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS), Gerson Haas. A transmissão, que será gratuita e aberta ao público, acontecerá no perfil do projeto no Instagram (@repenseprojeto).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2020 0 Comentários 529 Visualizações
Variedades

Docente da Feevale participa de live sobre a Covid-19 e a cadeia de reciclagem

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nesta quinta-feira (16) às 11h, a professora do Programa de Pós-graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais da Universidade Feevale, Vanusca Dalosto Jahno, participará da live Covid-19 e a cadeia de reciclagem. Organizado pelo projeto (Re)pense, o bate-papo on-line será mediado pelo presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS), Gerson Haas. A transmissão, que será gratuita e aberta ao público, acontecerá no perfil do projeto no Instagram (@repenseprojeto).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2020 0 Comentários 492 Visualizações
Business

Bottero recicla 60 toneladas de resíduos ao mês

Por Gabrielle Pacheco 09/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Grupo Bottero, com 14 plantas industriais no Rio Grande do Sul, decidiu radicalizar em sustentabilidade. Por isso, adotou uma série de processos para melhorar a qualidade de seus produtos e, mais que isso, também para reduzir ao máximo os impactos ambientais. O conjunto das ações já resulta na reciclagem de 60 toneladas de resíduos ao mês que, anteriormente, viravam lixo. Com esse total, a organização já está perto de atingir os 100% de reaproveitamento, em um processo que abrange todo o parque fabril – desde o refeitório até a fabricação do calçado. Atualmente, 97% do total dos resíduos já são reciclados ou reaproveitados.

“Lixo” que se transforma: palmilhas, fertilizantes e até combustível

Algumas parcerias são fundamentais para a reciclagem das 60 toneladas mensais. Uma delas é com a empresa Ambiente Verde, que resulta na produção de uma palmilha sustentável. O que antes era “lixo” se transforma em um novo material, que por sua vez retorna ao processo fabril em forma de novo e qualificado componente. Desde que a parceria teve início, há quatro meses, já foram recicladas mais de 8 toneladas de resíduos (o que resulta na média de 2 toneladas mensais). Como resultado, até agora a Bottero já utilizou 7,6 mil metros quadrados deste novo componente em forma de palmilhas.

Uma boa parcela dos resíduos da empresa (46 toneladas mensais) é transformada em nada menos que combustível. Esse processo é viabilizado pela Fundação Proamb, que encaminha esse novo produto para ser utilizado nos fornos de cimento. As cinzas geradas são totalmente incorporadas ao cimento. Além destas, uma parte dos rejeitos do Grupo Bottero também é destinada à empresa Ilsa, que transforma cerca de 12 toneladas de resíduos de couro em fertilizantes a cada mês. A parceria está completando dois anos agora em novembro.

A sustentabilidade é hoje, portanto, uma prioridade para o Grupo Bottero. Além da classificação correta dos resíduos, a organização mantém o foco na redução de lixo. “Somente este ano, por exemplo, já economizamos mais de 3 mil metros de couro, devido ao novo sistema de corte e treinamento dos colaboradores”, destaca Luiz André Simon, diretor industrial. “São ações fortes, de consciência social e produtiva, já institucionalizadas na empresa, e que repercutem junto ao meio ambiente e em favor do conjunto da sociedade”, aponta Luiz Roberto Bianchi, que responde pela imagem institucional do Grupo Bottero.

Foto: Rodrigo Fanti/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2019 0 Comentários 1,1K Visualizações
Cidades

Nova estratégia na coleta seletiva de Campo Bom

Por Gabrielle Pacheco 29/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Iniciou nesta segunda-feira (29), uma nova concepção na coleta seletiva do município de Campo Bom. Após avaliação técnica sobre a eficiência do serviço que vinha sendo executado, a Administração Municipal, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, optou por testar uma nova estratégia para aumentar o potencial de segregação da fração reciclável dos resíduos.

O novo formato, que funcionará de forma experimental por dois meses, objetiva avaliar a eficiência da segregação com o recolhimento sendo feito apenas uma vez por semana. Futuramente será alterado o horário de recolhimento da fração reciclável, que será feito a tarde e a noite. Caso os resultados sejam positivos, o serviço será mantido com esta frequência e horários.

Segundo o prefeito Luciano Orsi, a coleta seletiva vinha sendo realizada simultaneamente por dois caminhões em diferentes localidades da cidade. “Como uma parcela muito pequena da população adere a separação de resíduos, era muito frequente que a coleta fosse encerrada antes do horário e com apenas metade da capacidade de carga dos caminhões. Diante disso, resolvemos avaliar outro método, que reduz a frequência e utiliza apenas um caminhão, dividindo a cidade em seis grandes zonas de coleta, cada uma com seu dia de recolhimento”, define o prefeito Luciano Orsi.

“Além de otimizar o serviço e reduzir o impacto ambiental em mais de 2.000 km rodados por mês, o novo método proporciona uma economia de cerca de R$ 50 mil ao mês”, destaca o secretário de Meio Ambiente João Flávio da Rosa.

O novo modelo aposta no empenho e colaboração da população para separar e dispor os resíduos no dia correto para coleta. Além disso, estão sendo ampliados 90 pontos de entrega voluntária (PEV), onde a população pode descartar materiais recicláveis, e instalados novos coletores, agora com recolhimento de resíduos eletrônicos e perigosos, como pilhas e lâmpadas.

Atualmente todos os resíduos gerados na cidade (40 toneladas/dia) passam pela esteira da central de reciclagem. A mudança no método de recolhimento objetiva que os resíduos recicláveis e orgânicos cheguem em horários diferentes na usina e deve facilitar a triagem das frações em separado. Ressalta-se que estão sendo construídos novos prédios para central de triagem que, quando prontos, devem aumentar a capacidade de trabalho da usina.

A coleta da fração orgânica e de rejeitos continua funcionando normalmente, diariamente no Centro e três vezes por semana nos outros bairros, assim como o Caco Treco para recolhimento de móveis mediante agendamento.

Novo cronograma da coleta seletiva:

Zona Coleta 1 – Segunda-feira (Bela vista, Cohab Sul, Centro e Celeste)
Zona Coleta 2 – Terça-feira (Firenze, Metzler, Renascer, Solar do Campo, Alto Paulista, Paulista, Colina Deuner e Rio Branco)
Zona Coleta 3 – Quarta-feira (Imigrante Norte, Imigrante Sul, Aurora, Ipiranga, Genuíno Sampaio e Dona Augusta)
Zona Coleta 4 – Quinta-feira (Operária, Sempre Unidos, Esperança, Floresta, Industrial Sul, Bem Viver I e II, Gringos, Vila Rica, Porto Blos e Barrinha)
Zona Coleta 5 – Sexta-feira (Quatro Colônias, Santa Lúcia, Santo Antônio, Bem Viver III, Morada do Sol, União, Jardim do Sol, Cohab Leste, 25 de Julho e Recanto da Paz)
Zona Coleta 6 – Sábado (Zona Industrial Norte, Zona Rural Norte, Zona Expansão Urbana Leste)

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/07/2019 0 Comentários 526 Visualizações
CidadesVariedades

Moradores de Ivoti terão um Eco-sábado para compartilhar boas práticas ambientais

Por Gabrielle Pacheco 11/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Aprender a separar o lixo para garantir uma boa reciclagem do material, fazer compostagem e descartar eletroeletrônicos ou óleo de cozinha por mudas têm dia certo em Ivoti. A Secretaria de Saneamento e Meio Ambiente e o Centro de Educação Ambiental (Ceami) querem promover as boas práticas ambientais criando uma manhã especial.

Na manhã de sábado, 16/02, a partir das 9h, a Praça Emancipação (foto) vai sediar este momento, contando ainda com um brechó e a troca de livros.

“Nesta primeira edição, vamos aproveitar para divulgar a coleta seletiva do lixo e tirar as dúvidas sobre a separação do lixo seco e orgânico”, explica o secretário Renato Veiga Jr.

Mais informações pelo telefone 3563-6791.

ECO-SÁBADO

Dia 16, a partir das 9h.
Praça Emancipação (Avenida Presidente Lucena, esquina com Rua Jacob Schneck, Centro – Ivoti)
Coleta Seletiva – Projeto Escambo – Brechó – Troca de livros

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2019 0 Comentários 524 Visualizações
Variedades

Programa de Recebimento de Embalagens atua no controle da poluição por agrotóxicos

Por Gabrielle Pacheco 10/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Esta sexta-feira, 11 de janeiro, é o Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos, data criada para conscientização da população brasileira quanto aos riscos causados pelo uso indiscriminado de defensivos. No setor do tabaco, uma grande contribuição com a causa é realizada pelo Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, desenvolvido há 18 anos pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e que já possibilitou a correta destinação de mais de 15 milhões de embalagens vazias.

O programa permite o recebimento das embalagens vazias de agrotóxicos usadas nas propriedades rurais pelos produtores de tabaco integrados. Por meio da coleta itinerante, duas equipes percorrem roteiros distintos, abrangendo todas as regiões produtoras de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Os produtores rurais recebem, previamente, convites entregues pelos técnicos das empresas associadas ao SindiTabaco, com informações sobre os locais, datas e horários do recebimento em cada localidade. Além disso, a coleta conta com um software desenvolvido especialmente para o Programa para armazenamento das informações e o acompanhamento da operação em tempo real.

Conforme o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, a ação contribui para a preservação do meio ambiente e a saúde e segurança do produtor e da sua família. O Programa atende exclusivamente os produtores de tabaco, mas, como são agricultores diversificados, eles têm a oportunidade de entregar também as embalagens dos agrotóxicos usados nas outras culturas. “Na verdade, o tabaco é o produto agrícola comercial que menos utiliza agrotóxicos”, explica Schünke. “Uma pesquisa conduzida pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ-USP) mostrou que o tabaco usa apenas 1,2 quilo de ingrediente ativo por hectare”, lembra.

Após recebidas, as embalagens são enviadas para centrais de recebimento credenciadas pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), onde passam por triagem e separação para, então, seguirem à destinação final. Conforme o coordenador do Programa, Carlos Alberto Sehn, aproximadamente 90% do material coletado é reciclado e usado na produção de outros produtos, principalmente na construção civil, como rodas e caçambas para carriolas e conduítes corrugados, caixas de descarga para sanitários e tubulações para esgoto sanitário, entre outros. “E o restante do material, cerca de 10%, é destinado para incineradoras licenciadas”, explica.

Roteiros pela Serra e Sul do RS

Atualmente, as equipes do programa estão realizando os roteiros de recebimento de embalagens na região serrana do Rio Grande do Sul, por localidades de municípios como Ilópolis, Anta Gorda, Arvorezinha, Itapuca, Nova Alvorada, Doutor Ricardo, Relvado, Coqueiro Baixo e David Canabarro. E, de 28 de janeiro a 11 de abril, haverá recebimento na região Sul do RS, em 26 municípios: Pelotas, Arroio do Padre, Piratini, Canguçu, Morro Redondo, Cerrito, Rio Grande, Turuçu, São Lourenço do Sul, Cristal, Chuvisca, Sertão Santana, Dom Feliciano, São Gerônimo, Amaral Ferrador, Encruzilhada do Sul, Sentinela do Sul, Cerro Grande do Sul, Tapes, Camaquã, Mariana Pimentel, Guaíba, Barra do Ribeiro, Butiá, Arroio dos Ratos e Barão do Triunfo. Confira os roteiros no site: sinditabaco.com.br/programas-socio-ambientais/gestao-ambiental/programa-de-recebimento-de-embalagens.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2019 0 Comentários 614 Visualizações
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