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Cidades

Conscientização para quase 30 mil produtores rurais

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Realizado pelo SindiTabaco e empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o 11º Ciclo de Conscientização sobre Saúde e Segurança do Produtor e Proteção da Criança e do Adolescente, encerrou os eventos deste ano com a presença de aproximadamente 2,5 mil pessoas. Entre elas, estiveram produtores rurais, agentes de saúde e autoridades locais.

Em 2019 foram realizados seis eventos que tiveram início no Rio Grande do Sul, passando pelos municípios de Segredo e Rio Pardo, e seguiram para Santa Catarina e Paraná, quando aconteceram em Papanduva (SC), Chapadão do Lageado (SC), Ivaí (PR) e Rebouças (PR). Realizados desde 2009, os Ciclos de Conscientização já reuniram aproximadamente 30 mil pessoas em mais de 60 municípios com o objetivo de discutir temas que são trabalhados permanentemente nas relações do Sistema Integrado de Produção de Tabaco.

Para o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, “a família é a primeira escola da criança onde valores essenciais são adquiridos, é um local de crescimento pessoal e transmissão de cultura entre as gerações”. O executivo explica que os processos mudaram, tanto na forma de se comunicar, como no modo de gerir a propriedade.

“Os jovens precisam estar hoje muito melhor preparados para enfrentar os desafios da vida e o aprendizado obtido na escola é fundamental tanto para o desenvolvimento pessoal como para o profissional. A educação hoje é a melhor herança que podemos deixar para os nossos filhos”, complementa.

O Brasil é o 2º produtor mundial de tabaco e o maior exportador dentro de um mercado externo que busca a produção sustentável, com garantias de que não foi utilizada mão de obra infantil ou que existiram danos à saúde e segurança dos produtores rurais. O Rio Grande do Sul é responsável por aproximadamente 50% do processo produtivo no país, Santa Catarina 30% e o Paraná quase 20%.

No Brasil, o decreto 6481/2008 regulamentou duas convenções internacionais, seguindo a recomendação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o que colocou o tabaco na chamada lista TIP, das piores formas de trabalho e, portanto, proibidas para menores de 18 anos. O trabalho infantil se caracteriza ao utilizar crianças ou adolescentes para substituir a mão de obra adulta necessária em atividade econômica, privando-a de educação ou de momentos de lazer.

A programação tem início com um bate-papo sobre proteção da criança e do adolescente com a participação do procurador aposentado pelo Ministério Público do Trabalho, Veloir Dirceu Fürst, e da advogada e socióloga, Dra. Ana Paula Motta Costa. Em um vídeo em formato de perguntas e respostas, eles respondem questionamentos comuns dos produtores sobre o tema trabalho infantil.

Em outro vídeo, o Dr. NikoTino, personagem criado para passar as mensagens de forma acessível ao público, traz informações sobre a correta aplicação, manuseio e armazenagem de agrotóxicos, bem como sobre a utilização da vestimenta de colheita. Conheça alguns dos pontos destacados por ele ou assista ao vídeo completa no canal do SindiTabaco no Youtube.

O encerramento fica por conta da peça teatral Rádio Fascinação, encenada pelo grupo de atores de Santa Cruz do Sul (RS) do Espaço Camarim com a participação de egressos do Instituto Crescer Legal, iniciativa do SindiTabaco para oferecer alternativas aos jovens rurais, especialmente na faixa entre 14 e 17 anos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2019 0 Comentários 569 Visualizações
Business

Policiais federais recebem informações sobre cadeia produtiva do tabaco

Por Gabrielle Pacheco 06/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, apresentou nesta quinta-feira (6) informações sobre produção e consumo de tabaco para 120 policiais federais que estão participando da reunião regional promovida pela Superintendência Regional da Polícia Federal do Rio Grande do Sul.

O encontro reuniu policiais federais das 13 delegacias do Estado e da Superintendência, com sede em Porto Alegre, e foi realizado no Anfiteatro da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).

Além da relevância econômica da produção e exportação de tabaco para centenas de municípios e milhares de brasileiros, as ações sustentáveis da cadeia produtiva nas áreas sociais e ambientais também foram temas abordados por Schünke, além dos desafios enfrentados pelo setor, em especial o impacto que o contrabando traz ao mercado legal.

“Enquanto houver demanda, teremos produção. Defendemos a preservação da produção aqui no País, a renda e os empregos gerados por esse setor. O país tem adotado muitas medidas restritivas e temos observado nos últimos anos uma inversão no consumo: os brasileiros passaram a consumir mais o produto contrabandeando, em detrimento do produto que é controlado e fiscalizado, mas mais que isso, que gera receita, impostos e empregos”, falou Schünke, citando os dados que no Brasil o contrabando supera os 50% enquanto no mundo ele representa, em média, 11%.

José Antônio Dornelles de Oliveira, da Direção Executiva da PF, agradeceu as informações repassadas e chamou atenção para os impostos pagos pelo setor.

“Indústria forte é importante para o nosso país e faz toda a diferença para o bom andamento do nosso trabalho”, ressaltou.

Gustavo Schneider, chefe da Delegacia da Polícia Federal de Santa Cruz do Sul, agradeceu o envolvimento da entidade nas questões de segurança pública do município e reforçou o agradecimento.

“Jamais teríamos o sucesso que a gente almeja ter e que acredito termos alcançado no combate de comércio de tabaco ilícitos e derivados se não fosse essa integração com a indústria. A gente precisa entender essa temática e tenho certeza que ela foi muito interessante para muitos que não tinham contato com essa realidade”, disse Schneider.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2019 0 Comentários 475 Visualizações
Business

Ipea revê para cima previsão do PIB agropecuário

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O setor agropecuário brasileiro deve avançar 0,6% em 2019, segundo projeções do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28) na Carta de Conjuntura do Instituto, e sinalizam melhora em relação aos 0,4% previstos em fevereiro deste ano.

A pecuária deve ser determinante para o crescimento do PIB agropecuário. A expectativa, confirmada por previsões do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), é de crescimento para todos os itens da produção animal, com destaque para a produção de bovinos, suínos e leite. A maior contribuição para esse aumento é de bovinos, com previsão de incremento de 3% em relação ao ano passado – o grupo dos bovinos contribui com cerca de metade do PIB da pecuária.

Além do bom desempenho esperado para os bovinos, há destaque para os suínos, com projeção de aumento na produção de 5,6% devido à disseminação da peste suína africana na China, que causará grande impacto na produção de carne de porco naquele país.

A previsão para a agricultura, por outro lado, é de uma leve alta de 0,1%, explicada em grande medida pela queda na previsão da safra de soja, que deve encolher 4,4% segundo Levantamento Sistemático da Agricultura (LSPA) do IBGE. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o USDA também preveem queda de 4,2% e 4,1% na produção de soja em relação à safra passada.

No caso da lavoura, apesar da expectativa de avanço expressivo de 12,6% para o milho e de 29% para o algodão em caroço – e do aumento da área plantada -, a previsão de queda na produção da soja foi determinante na revisão do PIB agro. O café também apresenta redução projetada de 10% da safra atual em comparação com a anterior – algo já esperado pelo setor.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/05/2019 0 Comentários 512 Visualizações
Variedades

30º Festimalha apresenta produção de malha ao vivo

Por Gabrielle Pacheco 06/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Quando o Festimalha começou, em 1990, a confecção das malhas era feita basicamente com o uso de máquinas manuais, um trabalho essencialmente artesanal. Com o passar do tempo, o aumento da produção exigiu investimentos em opções motorizadas e mais recentemente eletrônicas, ampliando as possibilidades de modelos e acabamentos, além da capacidade produtiva e de inovação.

Esta evolução pode ser conferida no 30º Festimalha, no Espaço Histórico, criado especialmente para celebrar estas três décadas do evento. Nos finais de semana, uma das atrações da feira é a produção de malha ao vivo.

No local, o visitante pode ver de perto o processo de confecção de uma malha em uma máquina eletrônica, padrão de equipamento que atualmente é utilizado pelas malharias da cidade. Importadas da Alemanha, China, Japão e Suíça, essas máquinas são programadas pelas malharias para replicar o design criado, resultado de muita pesquisa e programação.

Após, a malha começa a ser tricotada, muitas vezes não necessitando mais de intervenção humana. Alguns modelos criados pelos malheiros, inclusive, são confeccionados sem costura, saindo prontos para a comercialização. Outros, dependem apenas de trabalhos de costura e acabamentos.

Já a máquina motorizada, ainda utilizada pelas empresas, exige o acompanhamento de profissionais que selecionam os comandos para cada peça. Malharias que produzem em menor escala ainda se utilizam das máquinas manuais, seguindo um processo mais artesanal com o uso de cartelas onde são perfurados os desenhos que resultarão nas malhas.

Um exemplar de cada tipo de máquina está exposto no Espaço História para que os visitantes possam conferir as diferenças entre elas. Elas fazem parte do patrimônio histórico de malharias expositoras.

O 30º Festimalha reúne 66 expositores, sendo 47 malheiros locais, 13 pontos gastronômicos e seis de acessórios. A feira segue até o dia 9 de junho, sempre de quintas a domingos, das 10h às 19h, no Centro de Eventos de Nova Petrópolis.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2019 0 Comentários 593 Visualizações
Cidades

Santa Cruz do Sul e Ministério Público prometem auxiliar os feirantes

Por Gabrielle Pacheco 03/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

A audiência pública realizada pela Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul no final da tarde de quinta-feira, 29, vai resultar numa força-tarefa para ajudar os feirantes a se regularizarem. Este foi o resultado do encontro promovido pela Comissão da Agricultura do legislativo, a pedido do vereador André Scheibler (SD) e conduzida por Alceu Crestani (PSDB).

Estiveram presentes vereadores, o promotor de Defesa Comunitária do Ministério Público de Santa Cruz do Sul, Erico Barin; o secretário da Agricultura, Elo Schneiders; além de representantes dos agricultores familiares, feirantes e consumidores. Também esteve presente o deputado Estadual Marcelo Moraes (PTB), que prometeu interceder junto ao Estado, a fim de fomentar um debate para modificar a legislação.

A legislação
O vereador proponente, André Scheibler, observou que a Feira Rural não pode ser prejudicada por uma legislação antiga. “Trata-se de um investimento muito alto sem garantia de retorno”. Em nome da Associação Santa-cruzense dos Feirantes (Assafe), o vice-presidente Danilo Hentske, fez um relato histórico da atuação dos feirantes e relatou que a entidade surgiu para fomentar a diversificação ao plantio do fumo.

“Caso as regras sejam aplicadas, muitos de nós produtores não teremos condições para seguir atendendo ao mercado e teremos que parar.
Apresentamos, desde sempre, produtos de qualidade, até porque nós mesmos consumimos o que produzimos”, disse Hentske. Ele citou que os próprios jovens estão deixando a atividade em busca de atividades de ganho financeiro mais rápido.

Pela comunidade, uma série de pessoas se manifestaram. Produtor de fumo de Cerro Alegre, Giovane Luiz Weber, lembrou que na Europa existe apoio do governo para que os agricultores sigam no campo produzindo alimentos. “Eles recebem incentivos, inclusive para o pagamento do combustível”, citou. O consumidor Valdir Jackisch questionou quem estaria por trás do aperto no cerco aos feirantes. “No meu bairro, caminhões de fora do município vendem produtos onde não se sabe a procedência, sem que haja nenhuma fiscalização”, contou.

Nota
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar de Santa Cruz do Sul, Renato Goerck, fez a leitura de uma nota do Conselho Agropecuário, no qual faz um relato das ações ao longo dos últimos anos. Os vereadores e integrantes da Comissão da Agricultura, Elstor Desbessel e Solage Finger também cobraram uma ação mais branda.

O promotor Erico Barin disse que não existe uma postura adversária entre MP e os feirantes. “O Ministério Público é parceiro para melhorar a produção e de ajuste de alguns pontos”, falou. Disse que foi aberto um inquérito a partir de uma denúncia de 2017, sendo que em março de 2018 foi proposta uma gradativa regularização à legislação federal junto com a Assafe, mas que o MP apurou que o cronograma não está sendo seguido.

“O que queremos é um controle mínimo e não inviabilizar a produção. Até para que possamos ficar de olho em eventuais casos irregulares, de produtos sem procedência”, explica Barin. Ao final, a MP e o município se comprometeram a montar uma força-tarefa para ver ações que possam ser realizadas a fim de facilitar a legalização da atividade dos feirantes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/12/2018 0 Comentários 540 Visualizações
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