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produção

Business

Produção tem redução menos intensa e emprego cresce nas indústrias do RS

Por Milena Costa 31/05/2021
Por Milena Costa

A Sondagem Industrial de abril, divulgada nessa segunda-feira (31) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra redução menos intensa do que a normal na produção, além de geração de emprego e um pequeno acúmulo de estoques.

“Para os próximos meses, a serem mantidas as flexibilizações para setores econômicos e para o comércio, e com o aumento da vacinação, os empresários gaúchos esperam crescimento da demanda e do emprego”, afirma o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

O indicador de produção atingiu 48,1 pontos na pesquisa de abril. Abaixo de 50, revela queda em relação a março, após três altas seguidas. Historicamente, porém, a produção recua em abril, mas a de 2021 foi menos intensa do que a esperada, de acordo com a média histórica do mês: 44,8 pontos. O emprego, por sua vez, seguiu em alta, a décima consecutiva, contrariando o padrão sazonal negativo do mês. O indicador de abril foi de 52,1 pontos.

A utilização da capacidade instalada-UCI recuou para 76%, seguindo a sazonalidade negativa do indicador em abril, três pontos percentuais abaixo de março, mas 4,4 superiores à média histórica do mês. Apesar disso, o indicador de UCI em relação à usual ficou em 48,6 pontos em abril. Pela primeira vez abaixo de 50 desde julho de 2020, mostrou que os empresários gaúchos consideraram o nível de UCI abaixo do usual para o mês.
Em relação ao estoque planejado, o indicador foi de 51 pontos. Acima de 50, indica que houve formação de estoques indesejados pela primeira vez desde abril do ano passado.

Futuro

Na pesquisa realizada com 191 empresas – 36 pequenas, 61 médias e 94 grandes – entre os dias 3 e 12 de maio, os indicadores de expectativas para os próximos seis meses continuaram acima dos 50 pontos, não se alterando significativamente em relação a abril. As expectativas dos empresários gaúchos continuam bastante positivas, projetando expansão da demanda (56,1 pontos), das exportações (55,8), do emprego (52,2) e das compras de matérias-primas (54,9).

Mesmo assim, a propensão do empresário gaúcho para investir diminuiu. O indicador de intenção caiu de 58,5 pontos, em abril, para 55,8, em maio, mas mantendo-se acima da média histórica de 49,9 pontos. Das empresas gaúchas consultadas na Sondagem, 62,8% afirmaram ter a intenção de investir nos próximos seis meses. Uma redução de três pontos percentuais na comparação com abril, quando 65,8% indicaram essa possibilidade.

Fonte: Assessoria
31/05/2021 0 Comentários 613 Visualizações
Produção
Business

Produção de calçados soma 763,7 milhões de pares

Por Gabrielle Pacheco 23/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Afetada pela pandemia da Covid-19, a produção de calçados despencou 18,4% em 2020, somando 763,7 milhões de pares, pior número registrado em 16 anos. A exportação de calçados seguiu o ritmo e caiu 18,6%, chegando a 93 milhões de pares embarcados, pior resultado em 30 anos. O reflexo dos registros foi uma queda significativa no emprego gerado pela atividade, que encerrou o ano passado 7,9% menor do que em 2019, somando 247,4 mil postos diretos no Brasil.

Também teremos projeções, por mais difíceis que elas sejam nesse cenário ainda muito incerto.

Esses e muitos outros números e análises micro e macroeconômicas estão disponíveis no Relatório Setorial Indústria de Calçados, que será lançado no próximo dia 15 de abril no evento Análise de Cenários (inscrições no link), realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

A coordenadora de Inteligência de Mercado da associação, Priscila Linck, destaca que a publicação traz dados detalhados do setor, desde produção até exportações por destino, empregos por região brasileira, utilização da capacidade instalada, entre outros. “Também teremos projeções, por mais difíceis que elas sejam nesse cenário ainda muito incerto”, destaca Priscila. O objetivo, segundo Priscila, é auxiliar empresas na adoção de estratégias para o longo do ano, de acordo com o comportamento do mercado no curto e médio prazos.

O Relatório Setorial cruza dados oficiais com ampla pesquisa realizada pela Abicalçados com empresas que respondem por 80% da produção do setor calçadista.

As inscrições são gratuitas por meio de preenchimento do formulário.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/03/2021 0 Comentários 702 Visualizações
Variedades

Nissan inicia produção do Novo Versa para o Brasil

Por Gabrielle Pacheco 27/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Confirmado para chegar ao Brasil até o fim deste ano, o totalmente renovado Nissan Versa já está sendo fabricado na fábrica da marca japonesa em Aguascalientes, no México, com as especificações para o mercado brasileiro.

O sedã é produzido na fábrica de Aguascalientes A1, mundialmente conhecida por sua alta qualidade de fabricação. Além do Novo Nissan Versa, a unidade produz o Nissan Kicks e o Nissan March.

O Novo Nissan Versa tem design totalmente renovado seguindo o conceito batizado de “Geometria Emocional” e vem repleto de equipamentos de conforto e segurança.

O modelo vai se posicionar em uma faixa superior do segmento, ampliando a presença da marca. Informações sobre versões e lista de equipamentos serão reveladas no lançamento do modelo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2020 0 Comentários 568 Visualizações
Business

Produção de calçados deve cair até 30% em 2020

Por Gabrielle Pacheco 15/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os impactos da pandemia do novo coronavírus na produção de calçados podem fazer com que a produção do setor caia até 30% em 2020. A estimativa foi apresentada na última quinta-feira, 14, durante o evento Análise de Cenários, realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Pela primeira vez no formato on-line, o já tradicional encontro com economistas setoriais, contou com exposições do doutor em Economia e professor Marcos Lélis, e da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, e foi assistido por mais de 200 pessoas.

Lélis ressaltou que os efeitos da pandemia estão sendo sentidos desde fevereiro, mas que houve um salto nos últimos dois meses. Segundo ele, a economia mundial deve cair mais de 3% em 2020, número que deve ser puxado pelos Estados Unidos (-5,9%) e pela Zona do Euro (-7,5%). Diante disso, a China, que iniciou a reabertura da economia antes dos demais países, deve crescer 1,2%, se aproximando ainda mais dos Estados Unidos na liderança econômica mundial. “Uma saída para arrefecer a crise tem sido a injeção de moeda. As maiores economias mundiais têm feito isso. Até abril, estima-se a injeção de mais de US$ 18 trilhões no mundo”, explicou, ressaltando que o Brasil tem resistido a adotar o mecanismo. “A economia tem mostrado que é preciso atuar, fazer política fiscal ativa. O próprio FMI tem orientado os governos a gastar mais neste momento de pandemia”, disse.

Na economia brasileira, Lélis apontou para uma estimativa de queda de 5,3% no PIB. “Em 2015/2016 tivemos uma queda de 7% e depois tivemos um crescimento médio de 1%. Ou seja, não nos recuperamos de uma crise e estamos caindo em outra”, ressaltou. Segundo ele, existe uma precarização da economia brasileira que se dá, especialmente, pela falta de investimentos, tanto público quanto privados, que registram queda de 49% desde 2014. “O Brasil já tinha uma estimativa de arrefecimento do crescimento antes mesmo do coronavírus”, lembrou. Segundo ele, uma saída para diminuir os efeitos da crise seria a retomada do investimento público, que por sua vez estimularia as empresas. Lélis ressaltou que, com o Brasil caindo a taxa prevista em 2020, o desemprego pode atingir mais de 20% da população, número que dificultaria, ainda mais, a retomada econômica.

Efeitos diretos

Um dos efeitos diretos da pandemia tem se dado na Indústria da Transformação brasileira, que registrou um tombo de 10% em março, fechando o trimestre com queda acumulada de 3%. O uso da capacidade instalada no setor, segundo Lélis, já está em 57%.

No setor calçadista, especificamente, a queda foi de 29% em março, fechando o acumulado de -10% no trimestre, sempre na relação com igual período do ano passado.

Na sequência, Priscila detalhou a situação das fábricas de calçados, que devem ver a produção despencar mais de 70% em abril, considerado o ápice da crise. No semestre, a queda deve ficar entre 29,9% e 33,5%. Com isso, no ano a queda deve ficar entre 21% e 30%, o que significaria de 191 milhões a 265 milhões de pares a menos em relação ao ano passado. “Com o resultado, voltaríamos aos patamares de 16 anos atrás”, disse. O fato, embalado pela crise de vendas no mercado doméstico, responsável por mais de 85% das vendas do setor, deve resultar na perda de postos.

Até abril, conforme levantamento da Abicalçados, foram perdidos 31 mil postos em função das quedas na produção. Para o ano, a estimativa é de que o setor perda até 57 mil postos, caso a crise mantenha o ritmo atual. Em dezembro do ano passado o setor empregava 269 mil pessoas, número que pode fechar 2020 em 212 mil.

Além da queda no consumo doméstico, a Abicalçados também prevê uma quedas na exportações de calçados. Em 2020, os embarques devem cair entre 27,3% e 30,6%, ante 2019, fechando entre 89 milhões e 80 milhões de pares vendidos no exterior, pior resultado desde 1983.

Pleitos

A Abicalçados segue trabalhando em prol do setor calçadista brasileiro, reunindo informações junto às empresas, que servirão de insumo para a realização de pleitos junto ao Governo Federal. O objetivo é mitigar os efeitos da crise do novo coronavírus sobre o setor. Entre as principais bandeiras está a facilitação do acesso ao crédito e ampliação da MP 936, que flexibiliza os contratos neste momento de pandemia como forma de manutenção dos empregos e da saúde financeira das empresas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2020 0 Comentários 586 Visualizações
Business

Produção de móveis do RS registra alta em 2019

Por Gabrielle Pacheco 29/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O relatório “Conjuntura e comércio externo do setor de móveis no Brasil”, com dados de novembro e dezembro, encomendado pela Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs) e produzido pelo IEMI – Inteligência de Mercado, demonstra que no acumulado de 2019, comparado com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial no Rio Grande do Sul cresceu 1,7%, resultado superior ao registrado na indústria nacional.

O acumulado dos últimos 12 meses segue a mesma tendência, com a indústria gaúcha registrando alta de 1,5%, enquanto a indústria nacional vem apresentando retração no mesmo período, de acordo com números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em se tratando especificamente da produção de móveis no estado, o mês de novembro registrou 8,3 milhões de peças, recuo de 6,3% em relação ao mês anterior.

Exportações

As exportações também registraram queda em dezembro, com recuo de 18%, totalizando US$ 15,6 milhões. Os três estados da região Sul – Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná -, juntos, foram responsáveis por 85% dos valores exportados no período, seguidos pelo estado de São Paulo com 11%. No ranking dos países de destino das exportações de móveis do Rio Grande do Sul, o Uruguai aparece em primeiro lugar, com 17,5%; seguido pelos Estados Unidos, com 16,1%; e Reino Unido, com 14,4%. Destaca-se também o crescimento de 243,9% do México em relação ao mês anterior.

Consumo aparente

No item consumo aparente de móveis, apenas no Rio Grande do Sul o volume foi de 7,4 milhões de peças em novembro, queda de 8,3% em relação ao consumo que foi registrado no mês anterior. Na variação dos últimos 12 meses houve queda de 2,5%.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/01/2020 0 Comentários 620 Visualizações
Business

Setor de eletroeletrônicos cresce 5% em 2019

Por Gabrielle Pacheco 28/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A produção de eletroeletrônicos registou alta de 5% em 2019, repetindo a mesma performance verificada em 2018, indicam os dados da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros). Foram produzidas 104,8 milhões de unidades no ano passado. Os números apontam para uma provável retomada do consumo em 2019, ainda que abaixo das expectativas do setor no início do ano.

A Eletros, que representa as 33 maiores empresas do setor, previa evolução entre 5% e 10% no período. “Projetávamos uma evolução com uma margem de crescimento mais robusta, entretanto, os números indicam que atingimos o piso de nossa previsão, o que nos releva uma recuperação do consumo mais lenta do que seria a ideal”, afirma o presidente da entidade José Jorge do Nascimento.

Linha branca

O setor de linha branca, que representa principalmente a produção de máquinas de lavar, refrigeradores e fogões, apresentou crescimento de 7,8% em 2019 em relação a 2018. No ano anterior o crescimento havia sido de apenas 1%. Os números absolutos indicam a produção de 15,8 milhões de unidades destes produtos em 2019, contra 14,6 milhões em 2018.

“Ao analisarmos isoladamente os dados de linha branca verificamos uma evolução importante. Este viés positivo, porém, deve ser interpretado com moderação, tendo em vista que este segmento sentiu os efeitos da crise dos últimos anos marcado por desempenhos que variaram entre estagnação e encolhimento da produção”, analisa Nascimento.

Linha marrom

Na linha marrom, que concentra equipamentos de áudio e vídeo tendo os televisores como principal produto da categoria, os indicadores demonstram evolução de 3%. Foram produzidas 12,4 milhões de televisores em 2019 contra 12 milhões em 2018. “Se considerarmos que em 2018 tivemos um ano de Copa do Mundo, período em que tradicionalmente as vendas de televisores disparam e crescem acima da média histórica, em 2019 registramos uma evolução moderadamente positiva”, explica o executivo.

Linha eletroportáteis

Com uma grande variedade de produtos, incluindo secadores de cabelo, sanduicheiras, ventiladores, entre outros, a linha de eletroportáteis apresentou crescimento de 17,8% em 2019. Foram produzidos 76,6 milhões de unidades de produtos em comparação aos 65 milhões produzidos em 2018, sendo que 25% destes produtos são ventiladores. No comparativo entre 2018 e 2017, a evolução foi de 14%. “Estamos falando de uma categoria de produtos que são mais acessíveis e estão presente na vida dos brasileiros de todos os níveis de renda. Os indicadores neste segmento também nos mostram uma evolução moderada, mas consistente”, ressalta Nascimento.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/01/2020 0 Comentários 483 Visualizações
Business

Afubra estima redução de 2,6% na produção de tabaco

Por Gabrielle Pacheco 22/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com o andamento da atual safra de tabaco, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) concluiu, ondem (21), a estimativa da produção para 2019/2020. Para o Rio Grande do Sul, prevê-se uma redução de 51.073 toneladas, com a área plantada reduzindo de 145.176 para 126.875 hectares. Para Santa Catarina estima-se uma redução na área de 93.394 para 88.984 hectares, e 34.570 toneladas de tabaco a menos. Já para o Paraná, a estimativa vai pelo caminho contrário, com aumento de produção calculado em 42.385 toneladas e aumento na área de 58.740 para 74.538 hectares.

“Com isso, a estimativa de área plantada nos três Estados do Sul do Brasil é de 290.397 hectares e a produção de 646.991 toneladas. Comparada com a produção (664.991 toneladas) e área (297.310 hectares) da safra passada, temos uma redução estimada de área de 2,3% e na produção, uma estimativa de redução de 2,6%”, explica o presidente da Afubra, Benício Albano Werner.
Sobre a qualidade do tabaco da safra 2019/2020, Werner diz que, até o momento, “temos uma previsão, para fim de novembro, dezembro e janeiro, de chuvas mais regulares durante o desenvolvimento do tabaco em quase todas as regiões, nessa safra. Em todas as culturas, a qualidade e produtividade dependem de chuvas regulares e também de períodos de sol”.

“Em todas as culturas, a qualidade e produtividade dependem de chuvas regulares e também de períodos de sol”.

Porém, o dirigente enfatiza que a qualidade e a produtividade da planta devem ser acompanhadas no dia a dia, levando-se em conta os cuidados e os períodos de colheita, cujas informações são passadas aos fumicultores pelos orientadores das empesas fumageiras. “A colheita está em torno de 14%, levando-se em consideração os três estados produtores do Sul do Brasil. No entanto, no Vale do Rio Pardo, já se tem 32% colhido. Já no litoral catarinense, a colheita está em 60%. As regiões mais tardias de plantio e colheita são o Sul do Rio Grande do Sul, o Planalto Norte catarinense e o Centro-Sul do Paraná”.

Após a conclusão do custo de produção, apurado pela Afubra junto com as Federações dos Sindicatos Rurais (Farsul, Faesc e Faep) e Federações dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep), o próximo passo é a negociação do preço do tabaco para a safra 2019/2020. “Estamos em contato com as empresas fumageiras para marcarmos as reuniões individuais. Cremos que estas devam ocorrer na primeira quinzena de dezembro”, finaliza Werner. As negociações devem ocorrer novamente, de forma individual, entre a Comissão de Representação dos Produtores e cada fumageira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2019 0 Comentários 607 Visualizações
Business

Produção de calçados deve crescer 3% em 2019

Por Gabrielle Pacheco 09/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Impulsionada pelo aumento dos embarques ao longo do ano, a produção de calçados deve crescer 3% em 2019. A previsão foi uma, das muitas, apresentadas em evento realizado ontem (8), na Fenac, em Novo Hamburgo/RS. O Análise de Cenários, promovido em conjunto pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), contou com patrocínio da Fenac.

O evento iniciou com a apresentação de Marcos Lélis, doutor em Economia e consultor do setor calçadista. O especialista comentou sobre os efeitos da guerra comercial entre Estados Unidos e China, que tem provocado uma desaceleração no comércio mundial, que deve refletir ainda em 2020. No acumulado de 2019, as importações norte-americanas de produtos chineses caíram 12,6% e o caminho contrário também registrou queda, de 17,9%.

Lélis ressaltou que, além da guerra tarifária, a China utiliza das suas reservas internacionais – de mais de US$ 3 trilhões – para manipular o câmbio, o que tem reflexo imediato na economia mundial. “Em julho e agosto, quando houve um ruído nas negociações entre China e Estados Unidos, eles mexeram no câmbio, desvalorizaram o Yuan (moeda chinesa) e bagunçaram a economia mundial”, recordou, ressaltando que o país é o maior exportador do mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2019 0 Comentários 902 Visualizações
Business

Produção de móveis no RS cresce 3,5% no primeiro semestre

Por Gabrielle Pacheco 07/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O fechamento do primeiro semestre de 2019 revela que a produção industrial no Rio Grande do Sul cresceu 3,5% no acumulado do ano em comparação ao mesmo período do ano anterior.

O resultado foi superior ao registrado na indústria nacional no mesmo período, de acordo com o relatório ‘Conjuntura e comércio externo do setor de móveis no Brasil’ de julho de 2019, com dados de junho e julho, produzido pelo IEMI – Inteligência de Mercado e encomendado pela Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs).

No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento da indústria gaúcha foi ainda maior, com alta de 5,3%, enquanto a indústria nacional se retraiu no mesmo período, de acordo com números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Exportações

Após recuar 9,8%, somando US$ 14,6 milhões em junho, as exportações reagiram e em julho avançaram 9,2%, totalizando US$ 15,9 milhões. Os três estados da região Sul: Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná foram responsáveis por 84,7% dos valores exportados entre os estados exportadores de móveis no período. São Paulo veio logo a seguir, com 11,5% dos valores.

Dos países de destino das exportações de móveis do Rio Grande do Sul, o Reino Unido apareceu em primeiro lugar, com 17,6% dos valores exportados, seguido pelos Estados Unidos com 14,9%, e Uruguai com 14,7%. O destaque ficou por conta do expressivo crescimento de 162,2% do México.

Consumo aparente

Analisando-se o consumo aparente de móveis apenas no estado do Rio Grande do Sul, o volume foi de 5,1 milhões de peças em junho, queda de 11,0% em relação ao consumo que foi registrado no mês anterior. Porém, nos últimos 12 meses houve crescimento de 5,1%.

Foto: Jeferson Soldi/Reprodução | Fonte: Assessoria
07/09/2019 0 Comentários 503 Visualizações
Variedades

Feevale oferece curso de Produção e Comercialização de Geleias

Por Gabrielle Pacheco 11/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O projeto social da Universidade Feevale Gestão em Empreendimentos Produtores de Alimentos em Pequena Escala está com inscrições abertas para o curso Produção e Comercialização de Geleias.

As aulas acontecem nos dias 19 e 20 de agosto, das 14h às 17h, no prédio Vermelho, localizado no Câmpus II da Instituição (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo). As atividades serão ministradas pelas professoras e acadêmicas do projeto de extensão, Vânia Bessi, Simone Weschenfelder, e Margareth Moraes.

As vagas, que são limitadas, são gratuitas e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail [email protected] até o dia 15 de agosto.

O objetivo das aulas, além de demonstrar desde a produção de um alimento e o que é preciso considerar até que este chegue à casa do consumidor, também abordará como é a estrutura e a formalização de um empreendimento e como comercializar seu produto. O curso será direcionado às pessoas da comunidade, assim como aos acadêmicos do projeto.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/08/2019 0 Comentários 635 Visualizações
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