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prevenção

Saúde

Sociedade de Pediatria do RS alerta para prevenção e tratamento da otite infantil

Por Jonathan da Silva 19/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) tem chamado a atenção dos pais para a importância de prevenir e tratar a otite, uma das infecções mais comuns na infância, que afeta mais de 80% das crianças nos primeiros anos de vida. A forma mais frequente, a otite média aguda, pode causar dores intensas no ouvido, febre, irritabilidade e, se não tratada, levar a complicações como a perda auditiva.

O otorrinolaringologista pediátrico, Dr. José Faibes Lubianca Neto, explicou que existem três tipos principais de otite: a média aguda, caracterizada por dor e febre; a média com efusão, conhecida como “otite silenciosa”, que apresenta redução auditiva sem sintomas aparentes; e a média crônica supurativa, marcada por secreção persistente, muitas vezes associada à perfuração do tímpano.

A identificação precoce dos sintomas é fundamental para o tratamento adequado. A otite média com efusão, por exemplo, pode ser percebida pelos pais quando a criança apresenta dificuldade auditiva”, afirmou o Dr. Lubianca Neto.

Tratamento

O tratamento depende da gravidade e da idade da criança. Em casos de otite média aguda, crianças maiores de dois anos podem ser tratadas com analgésicos, desde que não apresentem secreção. Já para bebês menores de seis meses, o uso de antibióticos é obrigatório. Crianças entre seis meses e dois anos devem receber antibióticos em casos graves. “Para os casos mais severos e prolongados, existe a possibilidade de intervenções como a inserção de tubos de ventilação, que ajudam a prevenir a recorrência da infecção e a perda auditiva associada”, salientou o médico.

Prevenção

A SPRS reforçou medidas preventivas que ajudam a reduzir o risco de otite, como:

  • Evitar a exposição ao fumo passivo;
  • Garantir a amamentação exclusiva até os seis meses de idade;
  • Vacinar as crianças, especialmente com a vacina pneumocócica;
  • Limitar o uso de chupetas apenas ao período de sono;
  • Tratar adequadamente infecções respiratórias superiores.

A entidade destacou que, diante de qualquer sintoma ou suspeita de otite, os pais devem procurar orientação médica para um diagnóstico e tratamento adequados.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assess0ria
19/11/2024 0 Comentários 344 Visualizações
Saúde

Prefeitura de São Leopoldo realiza novo levantamento para mapear focos da dengue

Por Jonathan da Silva 23/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal da Saúde (Semsad) de São Leopoldo iniciou nesta semana o terceiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2024. O objetivo é identificar áreas mais propensas à proliferação do mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e zika. As atividades começaram pelos bairros Centro, Feitoria e Campestre e seguirão até o final de outubro, abrangendo toda a cidade.

De acordo com a secretária da Saúde do município, Paula Silva, o último levantamento realizado em agosto indicou baixo risco para a reprodução do mosquito. No entanto, após o surto registrado no último verão, Paula reforça a importância da colaboração da população no combate aos focos do Aedes aegypti. “É fundamental que cada um faça sua parte, cuidando do seu pátio e permitindo a verificação dos nossos servidores”, afirma a secretária.

Os agentes, devidamente identificados, estão visitando residências e estabelecimentos em busca de pontos de água parada, orientando os moradores e coletando informações para a elaboração de estratégias preventivas. A Vigilância Ambiental utilizará os dados para direcionar ações de combate.

Além do LIRAa, a Prefeitura realiza diariamente inspeções em pontos estratégicos, como borracharias, ferros-velhos, floriculturas e cemitérios. Em áreas com casos confirmados ou suspeitos de dengue, são aplicadas medidas de bloqueio, incluindo a aplicação de veneno no entorno.

Foto: Romeu Finato/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2024 0 Comentários 332 Visualizações
Política

Comissão de Infraestrutura do Senado aprova uso de recursos federais para drenagem no RS

Por Jonathan da Silva 22/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado aprovou nesta terça-feira (22) um projeto que facilita a alocação de recursos federais para drenagem e manejo de águas da chuva em regiões afetadas por calamidades públicas, como o Rio Grande do Sul. O Projeto de Lei (PL) 3.875/2024, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), agora segue para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação no Plenário.

O relator do projeto, senador Confúcio Moura (MDB-RO), destacou que a alteração na Lei de Saneamento Básico (Lei 11.445, de 2007) é urgente, especialmente para beneficiar o Rio Grande do Sul, que ainda sofre com as inundações ocorridas em maio. “A medida visa facilitar o acesso a recursos financeiros por municípios em situação de emergência. O último boletim divulgado em agosto pelo governo estadual informa que 478 dos 497 municípios gaúchos foram atingidos. Cerca de 2,4 milhões de pessoas foram diretamente afetadas”, afirmou o senador, que também preside a CI.

Atualmente, os serviços de saneamento precisam cumprir diversas exigências, como eficiência técnica e financeira e adesão às normas da Agência Nacional de Águas (ANA), para receber recursos da União. O projeto propõe flexibilizar essas exigências em situações de emergência, permitindo uma resposta mais rápida do poder público.

O senador Otto Alencar (PSD-BA) ressaltou que a proposta poderá beneficiar outras regiões do país que também venham a ser “vítimas dessas tragédias ambientais que têm acontecido em várias áreas pelas alterações climáticas”.

Na mesma reunião, o senador Confúcio Moura concedeu vista coletiva ao PL 327/2021, que cria o Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten), para que os senadores possam analisar o projeto com mais detalhes. O relator, senador Laércio Oliveira (PP-SE), incluiu no texto a valorização do gás natural como combustível limpo, prevendo um regime tarifário especial. O Paten também prevê a criação de um fundo verde, formado por créditos tributários, para financiar projetos de sustentabilidade energética com juros mais baixos.

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado/Divulgação | Fonte: Agência Senado/Assessoria
22/10/2024 0 Comentários 421 Visualizações
Cidades

Rio Grande do Sul criará centros regionais da Defesa Civil

Por Jonathan da Silva 17/10/2024
Por Jonathan da Silva

O governo do Rio Grande do Sul anunciou no final da semana passada a criação de Centros Regionais de Proteção e Defesa Civil em diversos municípios do estado. A medida, que integra o Plano Rio Grande, programa voltado à reconstrução, adaptação e resiliência climática em solo gaúcho, tem como objetivo fortalecer as coordenadorias regionais e aumentar os recursos humanos disponíveis para a gestão de desastres. As cidades que receberão os espaços ainda serão definidas.

O projeto inclui a criação de infraestrutura para enfrentar situações críticas, com sistemas operacionais e de comunicação redundantes e com capacidade para abrigar um Gabinete de Crise. Esses centros permitirão uma coordenação mais eficiente entre as instituições e profissionais envolvidos na prevenção e resposta a desastres. O vice-governador Gabriel Souza (MDB) explicou que a iniciativa foi uma determinação do governador Eduardo Leite (PSDB), com o objetivo de melhorar a capacidade de gestão de desastres, utilizando dados da Sala de Situação e da rede de monitoramento do estado para a tomada de decisões. Segundo Souza, Lajeado será o primeiro município a receber a nova estrutura, e um cronograma está sendo definido para viabilizar as obras e a contratação das equipes. “Também vamos reforçar o efetivo para que, a partir desses investimentos, possamos melhorar a prevenção e a resposta rápida aos eventos climáticos no Estado”, afirmou o vice-governador.

O coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, Luciano Chaves Boeira, destacou que a criação dos centros é uma entrega importante para a população. “Estamos avançando para a implementação de outros projetos, como a rede de radares e o monitoramento hidrodinâmico, que auxilia na prevenção de cheias”, disse Boeira, enfatizando o impacto positivo dessas ações na gestão de riscos e desastres no estado.

Foto: Maurício Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/10/2024 0 Comentários 496 Visualizações
Saúde

Prefeitura de Estância Velha promove ações alusivas ao Outubro Rosa nos postos de saúde

Por Jonathan da Silva 10/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Estância Velha, por meio da Secretaria de Saúde (SMS), realizará diversas atividades nos postos de saúde do município durante o mês de outubro como parte da campanha Outubro Rosa. As ações, voltadas principalmente para as mulheres, incluirão encontros culturais, informativos e exames preventivos, e serão realizadas conforme o perfil de cada bairro da unidade de saúde.

O secretário de Saúde, Alonso Estevan, destacou a importância da campanha para a conscientização e prevenção do câncer de mama. “O Outubro Rosa é uma campanha mundial e de grande importância, e é nosso dever ampliar cada vez mais a mensagem da prevenção e conscientização”, afirmou Estevan.

A coordenadora da Atenção Básica da SMS, Patrícia Rocha, também ressaltou a programação variada ao longo do mês. “Além das ações alusivas ao Outubro Rosa, teremos a pesagem do Programa Auxílio Brasil e momentos especialmente pensados para esta época, sempre focando na prevenção”, explicou Patrícia.

Calendário de ações do Outubro Rosa

19 de outubro
  • Posto Lago Azul – 7h30min às 13h30min – Atividade Outubro Rosa com ações de promoção à saúde voltadas ao público feminino, incluindo rodas de conversa sobre câncer de mama e colo de útero, coletas de citopatológico (CP – exame preventivo do câncer de colo de útero), testes rápidos (diagnóstico de HIV, sífilis, hepatites), agendamentos de exames de mama, reike, reflexologia podal, ginástica e momento de beleza realizado por voluntários. Ao final um coffee break.
  • Posto Floresta – 8h às 12h – Atividade Outubro Rosa e acompanhamento do Auxílio Brasil (pesagem e antropometria dos usuários vinculados ao programa), com ações de promoção à saúde, acompanhamento das condicionalidades do Auxílio Brasil, atividades educativas nutricionais e de de saúde bucal, avaliações de mamas, coletas de citopatológico (CP), testes rápidos (diagnóstico de HIV, sífilis, hepatites), oficinas educativas de artesanato, momento de beleza realizado por voluntários e coffee break.
  • Posto do Centro – 8h às 12h – Atividade Outubro Rosa e acompanhamento do Auxílio Brasil (pesagem e antropometria dos usuários vinculados ao programa), com ações de promoção à saúde, rodas de conversa sobre prevenção ao câncer de mama, coletas de citopatológicos, testes rápidos e prevenção de DST (doenças sexualmente transmissíveis), além de momentos de valorização da mulher com atividades de beleza (massagem) realizadas por voluntários e coffee break.
  • Posto Campo Grande – 8h às 12h – Atividade Outubro Rosa, com ações de promoção à saúde, coletas de citopatológico, avaliação das mamas, testes rápidos para a prevenção de DST (doenças sexualmente transmissíveis) e agendamento de exames de mama.
  • Posto Rincão Gaúcho – 8h às 12h – Acompanhamento do Auxílio Brasil (pesagem e antropometria dos usuários vinculados ao programa), com atividades de promoção de saúde através de orientações.
  • Posto Rincão dos Ilhéus I – 8h às 12h – Acompanhamento do Auxílio Brasil (pesagem e antropometria dos usuários vinculados ao programa), com atividades de promoção de saúde através de orientações.
  • Posto Rincão dos Ilhéus II – 8h às 12h – Acompanhamento do Auxílio Brasil (pesagem e antropometria dos usuários vinculados ao programa), com atividades de promoção de saúde através de orientações.
30 de outubro 
  • Posto da Nova Estância – 8h às 12h – Atividade Outubro Rosa, com ações de promoção à saúde, informações sobre câncer de colo de útero e mama, promovendo a conscientização relacionada a prevenção e proporcionando melhor acesso aos serviços de diagnóstico. Coffee break ao final.
Foto: Arquivo/DeCom/PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2024 0 Comentários 412 Visualizações
Saúde

Especialista alerta que câncer de mama também atinge os pets

Por Jonathan da Silva 04/10/2024
Por Jonathan da Silva

No mês de conscientização do Outubro Rosa, a médica-veterinária Raquel Michaelsen, do Grupo Hospitalar Pet Support, alerta para o fato de que câncer de mama também se estender aos animais de estimação. Cadelas e gatas estão entre os pets que podem desenvolver a doença, sendo a prevenção e o diagnóstico precoce fundamentais para aumentar as chances de tratamento eficaz.

Segundo dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), o câncer de mama atinge entre 45% e 50% das fêmeas caninas e cerca de 30% das gatas. Em 20% dos casos, o diagnóstico ocorre tardiamente. Raquel Michaelsen explica que o Outubro Rosa é uma oportunidade para os tutores se conscientizarem sobre a importância de cuidar da saúde dos pets. “Recomendo que os donos realizem autoexames regulares e levem seus animais ao veterinário semestralmente para avaliações”, afirma a especialista em oncologia veterinária.

A castração antes do terceiro cio é uma medida eficaz para reduzir o risco de câncer de mama, além de contribuir para a saúde geral do animal. “A castração não só previne essa doença, mas também evita outras complicações”, complementa Raquel. Ela ainda alerta para a importância de uma alimentação balanceada, atividade física regular e observação de sinais como nódulos nas mamas, secreções anormais e mudanças no comportamento.

O Grupo Hospitalar Pet Support oferece cuidados veterinários em suas unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá, no Rio Grande do Sul. Mais informações estão disponíveis no site da instituição, em petsupport.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/10/2024 0 Comentários 392 Visualizações
Cidades

Defesa Civil do RS monitora situação e auxilia municípios atingidos por temporal

Por Jonathan da Silva 25/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul está promovendo reuniões com prefeitos e coordenadores municipais das cidades da região sul do estado em função dos recentes temporais. Os encontros acontecem desde antes do início dos eventos meteorológicos. As reuniões têm como foco o alinhamento de ações e a elaboração de medidas de resposta em caso de danos, devido à previsão de temporais, chuvas intensas, rajadas de vento e descargas elétricas.

Em Camaquã, os volumes de chuva nas últimas 72 horas superaram 207 milímetros. A Defesa Civil tem mantido contato constante com o coordenador municipal de Proteção e Defesa Civil para monitorar as necessidades e providenciar apoio. Uma equipe da Defesa Civil Estadual está na cidade desde a manhã de quarta-feira (25) e se reunirá com o prefeito para avaliar os danos e as necessidades de suporte do Estado ao município.

A Defesa Civil já entregou lonas para a Coordenadoria Municipal, que está auxiliando a população afetada. O município informou que há sete pessoas abrigadas no Centro de Referência de Assistência Social (Cras), aguardando avaliação para determinar se poderão retornar às residências.

Foto: Wirestock/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2024 0 Comentários 473 Visualizações
Cidades

Prefeitura de São Leopoldo compra quatro bombas anfíbias para sistema anti-cheias

Por Jonathan da Silva 16/09/2024
Por Jonathan da Silva

Quatro bombas anfíbias da empresa leopoldense Higra foram adquiridas pela Prefeitura de São Leopoldo, por meio do Serviço Municipal de Água e Esgotos (Semae). A instalação de duas delas começou na sexta-feira (13), no Arroio Gauchinho, localizado no bairro Santos Dumont/Vila Brás. Os equipamentos com capacidade de drenagem de 3.300 litros por segundo ficarão em um prédio com estrutura modular a ser construído nos próximos dias. O investimento nas quatro unidades custou R$ 10 milhões.

As Casas de Bombas do bairro Campina e da João Corrêa, no bairro Vicentina, receberão os outros dois equipamentos, uma para cada local de maneira definitiva. Na Campina e na Vicentina, os equipamentos serão colocados internamente, se juntando aos sistemas de proteção já existentes. O Bairro Santos Dumont/Vila Brás deve receber ainda uma outra Casa de Bombas, que será construída através dos recursos garantidos pelo Governo Federal dentro dos R$ 149 milhões destinados no PAC Steigleder.

Estamos trabalhando como nos comprometemos com a população para cuidar melhor da nossa cidade. Além da remodelação dos diques que estão sendo elevados em 50 cm na Vicentina, na semana que vem deveremos iniciar esse mesmo processo nos diques aqui da Vila Brás para dar maior segurança e tranquilidade”, afirma o prefeito Ary Vanazzi (PT).

As quatro bombas compradas da Higra são do mesmo modelo utilizado durante a enchente de maio e que auxiliaram na retirada das águas da enchente na área urbana da cidade. “Essas bombas, que estão sendo colocadas de forma provisória na Vila Brás, elas vão estar aptas a funcionar a partir de segunda ou terça-feira da semana que vem. Elas não serão ligadas. A gente vai deixar esses equipamentos em espera. Havendo a necessidade, em caso de chuva que demande a utilização das bombas, estaremos com elas aptas a serem ligadas. Será construída uma estrutura modular para abrigá-las”, explica o diretor-geral da Semae, Maurício Miorim.

Foto: Digue Cardoso/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2024 0 Comentários 393 Visualizações
Variedades

Combate ao trabalho infantil pauta seminário em Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 29/08/2024
Por Jonathan da Silva

O 1º Seminário de Enfrentamento ao Trabalho Infantil, Políticas Públicas e Aprendizagem Profissional foi realizado na tarde de terça-feira (27) no auditório do bloco 18 da Unisc, em Santa Cruz do Sul. Organizado pela Prefeitura do município por meio da Comissão Municipal do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Competi), o evento reuniu profissionais das áreas de assistência social, saúde e educação. O objetivo principal da atividade foi debater políticas públicas que contribuam para evitar que crianças e adolescentes sejam submetidos a atividades prejudiciais ao desenvolvimento social e cognitivo.

De acordo com a coordenadora do Competi, a assistente social Denise Fernandes, a iniciativa surgiu da necessidade de melhorar os mecanismos de notificação de possíveis casos de trabalho infantil em Santa Cruz, bem como trabalhar no levantamento de dados para evitar a sub notificação e formular estratégias de combate ao problema. Durante sua apresentação, Denise detalhou os procedimentos de atendimento da rede municipal quando situações deste tipo são identificadas na comunidade. Entre os exemplos mencionados pela assistente social, estão o uso de mão de obra infantil no trabalho doméstico, no campo, nas ruas, na exploração sexual e em atividades perigosas, consideradas, por lei, as piores formas de trabalho infantil.

Denise Fernandes explicou fluxo da rede de atendimento aos casos de trabalho infantil

No seminário, também houve destaque para a importância da aprendizagem profissionalizante como ferramenta de combate à exploração, especialmente para adolescentes em situação de vulnerabilidade, como aqueles sujeitos a medidas socioeducativas, em abrigos, casas de acolhimento, pertencentes a povos originários ou residentes em áreas rurais. A auditora fiscal do trabalho, Denise Brambilla, reforçou que esses grupos vulneráveis, muitas vezes, acabam expostos a condições de trabalho insalubres como forma de sobrevivência e orientou a oferta de cursos de capacitação profissional para estimular a inserção digna no mercado de trabalho.

Denise Brambilla abordou aprendizagem profissional

Na sequência do debate, a médica do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest Vales), Adriana Skamvetsakis, salientou que a responsabilidade de proporcionar às crianças e adolescentes uma vida plena, com alimentação adequada, segurança, socialização e educação, é não apenas das famílias, mas também de toda a sociedade. “Precisamos lembrar que, infelizmente, nem todos têm as mesmas oportunidades, e muitas crianças acabam sufocando sonhos e desejos por acreditarem que não são possíveis para elas”, afirmou Adriana.

Adriana Skamvetsakis tratou sobre cuidados com a saúde e qualidade de vida das crianças e adolescentes

Atividades no contraturno como aliadas

A anfitriã do evento, a secretária de Desenvolvimento Social de Santa Cruz do Sul, Priscila Froemming, mencionou que o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), ligado à Prefeitura, tem atuado na fiscalização, capacitação e fortalecimento da rede de proteção. Além disso, a titular da pasta ressaltou que, nos últimos anos, Santa Cruz tem aderido a diversas iniciativas que visam melhorar as condições de vida para crianças, adolescentes e suas famílias, prevenindo a exposição a situações indevidas de trabalho.

Entre essas ações, o destaque está nas parcerias firmadas com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), a Escola de Ensino Médio e Técnico Senac, a Orquestra Melodia dos Anjos e os programas MasterChef Social e Transformação, que oferecem atividades socioeducativas no contraturno. “Essas iniciativas tiram adolescentes das ruas, auxiliam na formação profissional e facilitam o acesso a melhores empregos”, analisou a secretária.

Secretária Priscila Froemming destacou importância de atividades oferecidas pelo Município no contraturno escolar

Representantes e alunos envolvidos nos programas de contraturno também participaram do seminário, compartilhando experiências. Uma das participantes foi a aprendiz do CIEE, Fernanda Caroline de Oliveira. Acompanhada da pedagoga Denise Santiago da Silva, a jovem relatou o impacto positivo que a oportunidade teve em sua vida. Natural de Viamão e moradora de Santa Cruz do Sul há sete anos, ela incentivou outras crianças e adolescentes a aproveitarem os projetos oferecidos para adquirir conhecimentos e buscar uma melhor qualidade de vida. “Vim para cá em 2017 e logo percebi que este município oferece várias oportunidades para crianças e adolescentes. Ouvi uma vez a frase de um filósofo: ‘O ambiente te modula’, e agora isso faz muito sentido na minha vida”, destacou Fernanda.

Fotos: Claudine Friedrich/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2024 0 Comentários 465 Visualizações
Saúde

Plantas caseiras podem ser tóxicas para os pets

Por Jonathan da Silva 28/08/2024
Por Jonathan da Silva

Populares na decoração de muitos lares, plantas caseiras podem ser tóxicas para os animais de estimação. A ingestão acidental de alguma dessas plantas pode levar a problemas de saúde graves para cães e gatos. A médica-veterinária do Grupo Hospitalar Pet Support, Stella Rehfeldt, explica como agir em caso de intoxicação dos pets.

Stella destaca quais plantas comuns nos lares brasileiros podem ser tóxicas para os animais de estimação:

  • Lírio-da-Paz (Spathiphyllum): popular por suas flores brancas, o Lírio-da-Paz pode causar irritação oral, problemas digestivos em animais e até mesmo casos graves de alteração renal e neurológica.
  • Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia spp.): pode levar a sintomas como inchaço e irritação da boca e garganta, dificuldade para engolir e vômitos. Em casos graves, pode ocorrer dificuldade respiratória devido ao inchaço das vias aéreas.
  • Mamona (Ricinus communis): as sementes são muito tóxicas, podendo causar vômito, diarreia, alterações neurológicas, coagulopatia e insuficiência renal.
  • Samambaia (Pteridium aquilinum): pode causar vômito, diarreia e depressão do sistema nervoso central.
  • Potos (Epipremnum aureum): também conhecido como “jibóia” ou “devil’s ivy”, pode levar a vômitos, diarreia e irritação oral e das vias respiratórias, o que pode levar a dificuldade respiratória em casos graves.
  • Babosa (Aloe barbadensis Milla): embora benéfica para humanos, a Aloe Vera pode causar vômitos, diarreia e mudanças na cor da urina em animais de estimação. Em casos graves, a ingestão de babosa pode causar danos mais sérios, como insuficiência renal.

Como agir em caso de contaminação

De acordo com Stella, a identificação rápida do problema é importante. “Se você suspeitar que seu pet ingeriu uma planta tóxica, identifique a planta e anote as alterações que seu animal está apresentando”, orienta a médica-veterinária. A especialista explica que na sequência é necessário buscar ajuda veterinária imediatamente. “Leve a planta ou uma foto dela, se possível, para ajudar o veterinário a identificar o tratamento adequado”, complementa Stella.

Outro ponto importante abordado pela médica-veterinária é não induzir o vômito do animal sem orientação. “Não tente induzir o vômito em casa sem a orientação de um profissional, pois isso pode agravar a situação dependendo da planta envolvida”, explica a especialista. “De imediato, se possível, remova qualquer resíduo da planta da boca do animal e forneça água fresca. Siga as instruções do veterinário e observe seu pet cuidadosamente para quaisquer mudanças em seu estado de saúde”, conclui Stella.

O Grupo Hospitalar Pet Support conta com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá. Mais detalhes podem ser obtidos em petsupport.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2024 0 Comentários 354 Visualizações
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