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poliomielite

Projetos especiais

Roda Canela é palco de ação global contra a poliomielite

Por Jonathan da Silva 28/10/2025
Por Jonathan da Silva

O Rotary Club de Canela promoveu uma ação de conscientização na Roda Canela, na serra gaúcha, na sexta-feira (24), em apoio à campanha mundial “Elimine a Pólio Agora”. A atividade, realizada no Dia Mundial de Combate à Poliomielite, teve como objetivo reforçar a importância da vacinação infantil e alertar a população sobre a necessidade de erradicar a doença por meio da prevenção.

Durante o evento, os mascotes Zé Gotinha e Peppe interagiram com visitantes, destacando que a poliomielite não tem cura e que a vacina, gratuita e disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é a única forma eficaz de proteção. O contato direto com o público buscou aproximar a mensagem da comunidade e estimular a adesão às campanhas de imunização.

Doença grave e altamente contagiosa

Conhecida também como paralisia infantil, a poliomielite é causada pelo poliovírus e atinge principalmente crianças menores de cinco anos. O vírus é transmitido de pessoa para pessoa e pode afetar o sistema nervoso, provocando paralisia permanente e, em casos graves, a morte.

Ação solidária

Além das atividades educativas, voluntários do Rotary Club de Canela comercializaram chaveiros personalizados da campanha “Elimine a Pólio Agora”. Toda a renda arrecadada será destinada ao financiamento das ações globais de erradicação da poliomielite promovidas pela entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2025 0 Comentários 290 Visualizações
Saúde

Campo Bom adota novo esquema de vacinação contra poliomielite

Por Jonathan da Silva 06/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal de Saúde de Campo Bom anunciou nesta semana a atualização no esquema vacinal contra a poliomielite, seguindo nova orientação do Ministério da Saúde. Desde a segunda-feira (4), a Vacina Inativada contra Poliomielite (VIP) passa a ser utilizada também como dose de reforço na imunização de crianças contra a doença.

A VIP, que já integra o calendário infantil com doses aplicadas aos 2, 4 e 6 meses de idade, agora será aplicada como reforço para crianças que receberam a Vacina Oral contra Poliomielite (VOP), conhecida como “gotinha”, aos 15 meses. O setor de imunizações da Secretaria de Saúde de Campo Bom orienta que essas crianças compareçam a uma unidade de saúde para receber a dose extra da VIP.

Ainda conforme o novo esquema, crianças de até 4 anos, 11 meses e 29 dias que já tiverem recebido duas doses de reforço com a VOP não precisarão de outra dose da VIP.

A Secretaria de Saúde campo-bonense reforçou também a orientação para que os pais ou responsáveis procurem uma unidade de saúde para conferir o esquema vacinal e manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/11/2024 0 Comentários 458 Visualizações
Saúde

Estância Velha se prepara para campanha de vacinação contra a poliomielite

Por Jonathan da Silva 21/05/2024
Por Jonathan da Silva

Todas as unidades de saúde de Estância Velha estarão aplicando doses da vacina contra a poliomielite a partir da próxima segunda-feira, 27 de maio. A vacinação irá até o dia 14 de junho. Além da aplicação do imunizante, os postos estarão atualizando a Carteira de Vacinação para crianças de 0 a 14 anos. As ações da Secretaria de Saúde do município fazem parte da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite.

Além da vacina contra a “pólio”, serão disponibilizadas vacinas contra sarampo, pentavalente, HPV, meningite, tétano, hepatite A e B, vacina da gripe, febre amarela, varicela e Covid-19. As doses estarão disponíveis em todas as nove unidades de saúde de Estância Velha.

Dia D

O “Dia D” da mobilização nacional da vacinação contra a poliomielite será no dia 8 de junho, sábado, quando todos os postos de saúde estarão abertos realizando a imunização do público-alvo, que é de 0 a 14 anos. Na ocasião, os postos do Centro, Bela Vista, Rincão dos Ilhéus 1 e 2, Rincão Gaúcho, Lago Azul, Floresta, Nova Estância e Campo Grande estarão abertos durante todo o dia.

Foto: PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2024 0 Comentários 510 Visualizações
Cidades

Campanha de vacinação contra a pólio termina neste sábado em Novo Hamburgo

Por Amanda Krohn 21/10/2022
Por Amanda Krohn

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite termina neste sábado, 22. Pais ou responsáveis que ainda não ofereceram a vacina para suas crianças de um a quatro anos e 11 meses de idade terão oportunidade de levá-las a três pontos em Novo Hamburgo: a Unidade de Saúde da Família Palmeira, na Rua Nazaré, 215, bairro Santo Afonso, estará de plantão das 7h às 12h; já a Casa da Vacina, na Avenida Coronel Frederico Linck, 900, bairro Rio Branco, também estará aberta no sábado das 9h às 16h; além da Apae Novo Hamburgo, na Rua Carijós, 602, bairro Mauá, das 9h às 13h. A iniciativa na Apae é uma parceria da Secretaria Municipal de Saúde com o Rotary Club Novo Hamburgo.

Quem deseja levar seu filho nesta sexta-feira, 21, também será possível. Todas as Unidades de Saúde do município e a Casa de Vacina funcionarão em horário normal. O objetivo da campanha é alcançar uma cobertura vacinal igual ou maior a 95% do público-alvo. Até a última segunda-feira, dia 17, 60,59% deste público havia recebido a dose em Novo Hamburgo. “É fundamental que as crianças tenham esta vacina em dia para que a poliomielite se mantenha erradicada no país e as crianças não voltem a serem diagnosticadas com paralisia infantil por conta deste vírus”, ressalta o secretário municipal de Saúde, Marcelo Reidel.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/10/2022 0 Comentários 818 Visualizações
Saúde

Campo Bom ultrapassa 100% de vacinação contra a poliomielite e Influenza

Por Felipe Schwartzhaupt 03/10/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

Quando o tema é poliomielite e gripe H1N1, a população de Campo Bom está devidamente protegida. Com 103% das crianças vacinadas com a gotinha contra a poliomielite e 106% da comunidade imunizada contra a Influenza, a cidade ultrapassou a meta nacional de vacinação, que é de 95%, uma semana antes do término da campanha oficial. Enquanto o Brasil aplicou doses da pólio em apenas 54% do público-alvo e em outros 78% dos que devem receber as da Influenza.

Líder na região

Tanto no Vale do Sinos quanto na Região Metropolitana, Campo Bom disparou na frente das demais cidades e se consagra como a única (desta área) a bater meta e concluir o plano vacinal.

Acesso às aplicações e estratégia

“Nos dias D de multivacinação, todas as unidades abriram das 8 às 17h sem fechar ao meio-dia. Aproveitamos o momento para vacinar os acompanhantes das crianças, os adultos que estavam com dose atrasada; além dos adolescentes que tinham atrasos na prevenção ao HPV. Então todos ainda puderam fazer as vacinas da febre amarela, do sarampo e da Covid-19″, explica a secretária de Saúde Suzana Ambros Pereira. “Muitas pessoas desconhecem a doença da paralisia infantil e não entendem a gravidade. Por isso fizemos um trabalho de orientação junto das equipes, uma espécie de reciclagem com vídeos e materiais. A doença existe no mundo ainda e precisamos combatê-la”, pontua.

Entenda os números

Pólio 103%: Os 3% representam gotinhas aplicadas em crianças que moram em outros municípios, mas que se vacinaram em Campo Bom.

Influenza 106%: Neste caso ocorre o mesmo com os 6%. Muitos profissionais da área da saúde são de outros municípios, por exemplo. A equipe do Hospital Lauro Reus também é vacinada pela Prefeitura.

Isso se dá porque a vacina não é exclusiva do Município, ela é do Programa Nacional de Imunizações e, portanto, pode ser destinada a pessoas de qualquer localidade em território brasileiro.

Foto: Jordana Fioravanti/ Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2022 0 Comentários 788 Visualizações
Saúde

AMRIGS alerta sobre o risco de retorno da poliomielite no Brasil

Por Stephany Foscarini 21/05/2022
Por Stephany Foscarini

Certificado em 1994 pela Organização Mundial da Saúde como livre da poliomielite (também chamada de pólio ou paralisia infantil), o Brasil voltou a ser considerado pela entidade como uma nação em risco de reintrodução da doença. O cenário preocupa a Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS).

Uma das razões para este quadro é a baixa cobertura vacinal. A meta de 95% do público-alvo vacinado, patamar necessário para que a população seja considerada protegida contra a doença, não vem sendo atingida desde 2015.

O presidente da AMRIGS, Gerson Junqueira Jr., lembra que, entre os fatores considerados críticos, está o fenômeno que vem sendo chamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) de “Hesitação da Vacina”, que ocorre quando há a vacina disponível, mas ela não está sendo aplicada ou está sendo aplicada com atraso.

Para enfrentamento são necessárias ações que envolvem os 3 “C”: confiança, complacência e conveniência. O primeiro C está relacionado à confiança na eficácia da vacina e no sistema de saúde que as fornece. O segundo relaciona-se com a pouca percepção de risco do indivíduo em ter possibilidade de entrar em contato com a doença, desta forma, não considera a vacina necessária. E o terceiro C está ligado à conveniência, que leva em consideração a falta e\ou dificuldades de acesso aos serviços de vacinação.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito, que ocorre em cerca de 1% das infecções causadas pelo poliovírus. O déficit motor instala-se subitamente e sua evolução, frequentemente, não ultrapassa três dias. Acomete em geral os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principais características a flacidez muscular, com sensibilidade preservada, e a arreflexia no segmento atingido.

Isso não quer dizer que não existam casos, mas que não estamos fazendo a adequada vigilância”.

A baixa vigilância da paralisia flácida é um dos fatores apontados também pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) como um problema. Há parâmetros que precisam ser observados, segundo o médico e membro do Comitê de Infectologia da SPRS, Juarez Cunha, e o Brasil não está conseguindo fazer esse monitoramento. “Isso não quer dizer que não existam casos, mas que não estamos fazendo a adequada vigilância”, explicou.

O pediatra reforça também que é necessário ampliar a vigilância ambiental, que é a técnica de procurar o vírus no esgoto. No Brasil, apenas São Paulo realiza esse procedimento. “Vários países fazem essa vigilância. Israel detectou um caso e, após a vigilância no esgoto, foram localizados outros oito casos”, explica.

O médico salienta ainda uma característica da poliomielite que se assemelha ao que vivemos na pandemia da Covid-19. Por ser em alguns casos assintomática, a pessoa pode estar eliminando inconscientemente o vírus pelas fezes ou secreções eliminadas pela boca. É essencial que as famílias procurem os postos de saúde e vacinem as crianças.

Poliomielite no Brasil e no mundo

O Brasil, a partir de 1988, ampliou a prevenção, vacinando a população. A estratégia de vacinação oral em massa contribuiu para livrar o país do problema em 1989, quando o último caso foi registrado, segundo o Ministério da Saúde. Em 1994, toda a região das Américas foi certificada como livre da circulação do poliovírus.

Atualmente, a poliomielite existe no mundo em três países: Afeganistão, Paquistão e Nigéria. Mais recentemente, casos foram registrados em Israel, chamando atenção por ter ocorrido em um país desenvolvido e com grande estrutura de vigilância em saúde.

Brasil, Bolívia, Equador, Guatemala, Haiti, Paraguai, Suriname e Venezuela são os países das Américas com alto risco de volta da poliomielite, segundo informes divulgados pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2022 0 Comentários 1,3K Visualizações

Edição 308 | Jul 2026

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