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plantas tóxicas

Variedades

Corteva orienta pecuaristas sobre plantas tóxicas na Expointer

Por Jonathan da Silva 27/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Corteva Agriscience levará à 49ª Expointer, de 29 de agosto a 6 de setembro, orientações sobre o manejo de plantas daninhas tóxicas em pastagens, com foco na Maria-Mole (Senecio spp.), considerada a principal causa de mortes por intoxicação em bovinos no Rio Grande do Sul. A programação será realizada no espaço da empresa dentro do estande da Associação Brasileira de Hereford e Braford, no Parque Assis Brasil, em Esteio, onde o Time Técnico também apresentará tecnologias para o controle de plantas invasoras.

Segundo dados do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA), da Secretaria da Agricultura e Pecuária do Governo do Estado, a Maria-Mole responde por mais de 50% dos óbitos provocados por plantas tóxicas no estado. Durante a feira, pecuaristas poderão tirar dúvidas, conhecer estratégias de aplicação e retirar materiais informativos sobre o controle dessas espécies.

Controle preventivo

A intoxicação pela Maria-Mole ocorre principalmente no outono e no inverno, quando a planta está em brotação e pode ser consumida involuntariamente pelo gado em períodos de menor oferta de forragem. A doença provoca lesões no fígado e, após o aparecimento dos sintomas, apresenta letalidade próxima de 100%, segundo as informações divulgadas pela empresa.

Além das perdas de animais, a intoxicação pode causar redução na produtividade de carne e leite, gastos com tratamentos paliativos e comprometimento da capacidade de suporte do pasto nativo.

A gerente de Marketing Regional da Linha Pastagem da Corteva Agriscience, Thaís Lopes, explica que, como a doença é irreversível e não possui cura, o manejo deve ser preventivo e combinar diferentes estratégias. Entre as alternativas está a aplicação de herbicidas durante a fase vegetativa, para eliminar as plantas emergidas antes da floração e da disseminação de sementes. “Como complemento, pode-se utilizar o controle biológico por meio da integração de ovinos na área, aproveitando a maior resistência da espécie ao princípio tóxico para consumir a vegetação e reduzir a praga. Já em locais menores ou de alta umidade, recomenda-se o arranquio manual com remoção direta da raiz, garantindo que as plantas recolhidas sejam descartadas fora do alcance dos bovinos”, destaca Thaís.

Tecnologias para pastagens

A Linha Pastagem, que atua no mercado há 66 anos, apresentará na Expointer os herbicidas Navius® e Juvix®, que utilizam a molécula Aminociclopiracloro (ACP). Segundo a Corteva, as soluções atuam sobre plantas daninhas e reduzem a competição por recursos nas pastagens, contribuindo para a oferta de forragem destinada à produção de carne e leite.

O Navius® combina ACP e Metsulfurom-metílico. O produto possui formulação granulada e homogênea, com baixa dose de uso e baixa volatilidade, além de ação sistêmica, sendo absorvido pelas folhas e raízes e translocado pela planta. A empresa informa que a formulação permite reduzir embalagens e espaço de armazenamento e facilita o transporte.

A tecnologia é indicada para o controle, em pós-emergência, de plantas infestantes de folhas largas, de porte herbáceo, semi-arbustivo e arbustivo em áreas de pastagens de gramíneas forrageiras já implantadas. O Navius® também é apresentado como potencializador das tecnologias Ultra-S e XT-S da Linha Pastagem.

Já o Juvix® é indicado para plantas daninhas de folhas largas consideradas de difícil controle em aplicações de área total. O produto deve ser aplicado nas invasoras após corte de até 10 centímetros do solo e possui formulação líquida (SL), destinada à aplicação localizada.

Segundo a empresa, o produto pode ser utilizado com foice ou roçadeira e apresenta translocação até as raízes. Em testes realizados pela Corteva, a solução apresentou ganho de até 40% de performance, em plantas específicas, na comparação com o tratamento padrão.

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/08/2026 0 Comentários 93 Visualizações
Saúde

Plantas caseiras podem ser tóxicas para os pets

Por Jonathan da Silva 28/08/2024
Por Jonathan da Silva

Populares na decoração de muitos lares, plantas caseiras podem ser tóxicas para os animais de estimação. A ingestão acidental de alguma dessas plantas pode levar a problemas de saúde graves para cães e gatos. A médica-veterinária do Grupo Hospitalar Pet Support, Stella Rehfeldt, explica como agir em caso de intoxicação dos pets.

Stella destaca quais plantas comuns nos lares brasileiros podem ser tóxicas para os animais de estimação:

  • Lírio-da-Paz (Spathiphyllum): popular por suas flores brancas, o Lírio-da-Paz pode causar irritação oral, problemas digestivos em animais e até mesmo casos graves de alteração renal e neurológica.
  • Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia spp.): pode levar a sintomas como inchaço e irritação da boca e garganta, dificuldade para engolir e vômitos. Em casos graves, pode ocorrer dificuldade respiratória devido ao inchaço das vias aéreas.
  • Mamona (Ricinus communis): as sementes são muito tóxicas, podendo causar vômito, diarreia, alterações neurológicas, coagulopatia e insuficiência renal.
  • Samambaia (Pteridium aquilinum): pode causar vômito, diarreia e depressão do sistema nervoso central.
  • Potos (Epipremnum aureum): também conhecido como “jibóia” ou “devil’s ivy”, pode levar a vômitos, diarreia e irritação oral e das vias respiratórias, o que pode levar a dificuldade respiratória em casos graves.
  • Babosa (Aloe barbadensis Milla): embora benéfica para humanos, a Aloe Vera pode causar vômitos, diarreia e mudanças na cor da urina em animais de estimação. Em casos graves, a ingestão de babosa pode causar danos mais sérios, como insuficiência renal.

Como agir em caso de contaminação

De acordo com Stella, a identificação rápida do problema é importante. “Se você suspeitar que seu pet ingeriu uma planta tóxica, identifique a planta e anote as alterações que seu animal está apresentando”, orienta a médica-veterinária. A especialista explica que na sequência é necessário buscar ajuda veterinária imediatamente. “Leve a planta ou uma foto dela, se possível, para ajudar o veterinário a identificar o tratamento adequado”, complementa Stella.

Outro ponto importante abordado pela médica-veterinária é não induzir o vômito do animal sem orientação. “Não tente induzir o vômito em casa sem a orientação de um profissional, pois isso pode agravar a situação dependendo da planta envolvida”, explica a especialista. “De imediato, se possível, remova qualquer resíduo da planta da boca do animal e forneça água fresca. Siga as instruções do veterinário e observe seu pet cuidadosamente para quaisquer mudanças em seu estado de saúde”, conclui Stella.

O Grupo Hospitalar Pet Support conta com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá. Mais detalhes podem ser obtidos em petsupport.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2024 0 Comentários 521 Visualizações
Variedades

Fest Feira em Dois Irmãos terá palestra sobre plantas tóxicas para animais de pasto

Por Jonathan da Silva 29/02/2024
Por Jonathan da Silva

“Plantas tóxicas para ruminantes, o que temos na nossa região?” será o tema de palestra durante a Fest Feira 2024, na sexta-feira, 15 de março, às 14h. A sede do evento será o Complexo Esportivo Municipal Norberto Emílio Rübenich, no Bairro Vila Rosa, em Dois Irmãos.

A palestra será uma oportunidade de conhecimentos e troca de ideias para produtores de animais ruminantes e da comunidade em geral, sobre as plantas tóxicas para esses bichos.

A conversa será conduzida pelo professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) desde 1994, Dr. David Driemeier, que conduz pesquisas com ênfase em plantas tóxicas.

Os ruminantes

Animais ruminantes são mamíferos herbívoros. De modo geral, estes animais têm intestinos longos com cecos desenvolvidos, que auxiliam a digestão da matéria vegetal.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/02/2024 0 Comentários 555 Visualizações

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