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pesquisa

Saúde

Instituto Ceos inicia estudo clínico sobre infarto de repetição

Por Jonathan da Silva 17/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Ceos iniciou um estudo clínico voltado ao infarto agudo do miocárdio (IAM), com foco tanto em pacientes que sofreram o primeiro episódio quanto em casos de recorrência. A pesquisa tem como objetivo identificar fatores de risco e desenvolver estratégias de prevenção para pacientes com histórico da condição, que é a principal causa de mortalidade no Brasil.

A pesquisa inclui a avaliação de um novo dispositivo de aplicação de anticoagulante, semelhante às canetas usadas por pacientes com diabetes. O recurso permitirá que o próprio paciente aplique o medicamento ao perceber sintomas de infarto.

O estudo é direcionado a pacientes com risco elevado, maiores de 18 anos, que tenham sofrido IAM nas últimas quatro semanas e apresentem doença arterial coronária multiarterial, além de condições como diabetes mellitus, doença renal crônica, doença arterial periférica ou falha em revascularização coronária.

Avanços na prevenção e redução de mortalidade

Segundo o coordenador do estudo, doutor Douglas Boris, o objetivo da iniciativa é “avaliar intervenções médicas e estratégias preventivas que possam reduzir a reincidência do infarto, melhorar a sobrevida dos pacientes e otimizar os recursos do sistema público de saúde”.

O Brasil registra entre 300 mil e 400 mil casos de IAM por ano, com um óbito a cada cinco a sete casos. As internações por infarto aumentaram mais de 50% na última década, alcançando cerca de 90 mil por ano.

O que é o Instituto Ceos

O Instituto Ceos é uma instituição privada de pesquisa clínica com sede em Porto Alegre. Fundado pelos médicos Paulo Pitrez e Willian Adami e pelo administrador Ricardo Melo Bastos, atua em parceria com o Hospital Ernesto Dornelles. A entidade também possui sede no hub de saúde do Tecnopuc, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Mais de 30 protocolos de pesquisa foram iniciados desde o início da operação piloto em 2023. Interessados em participar do estudo podem entrar em contato pelo telefone (51) 98974-1350.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
17/07/2025 0 Comentários 263 Visualizações
Cultura

Pesquisa aponta cultura como aliada no desenvolvimento profissional de jovens

Por Jonathan da Silva 04/07/2025
Por Jonathan da Silva

O acesso à arte e à cultura é considerado decisivo para o desenvolvimento profissional por 90% dos jovens consultados em uma pesquisa realizada pelo Centro de Integração Empresa-Escola do Rio Grande do Sul (CIEE-RS) em parceria com a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul. O levantamento foi feito entre março e maio de 2025, período em que ocorreu a 14ª Bienal do Mercosul, e reuniu respostas de 444 participantes, entre estudantes, aprendizes, estagiários e representantes de empresas.

A pesquisa utilizou formulário online com perguntas fechadas e apontou que 88,26% dos respondentes eram jovens em processo de formação e 11,74% empresários ou profissionais ligados à gestão de equipes. Entre os estudantes, 71% declararam vontade de ter mais acesso gratuito ou subsidiado a atividades culturais. Apesar do interesse, 60% nunca haviam visitado a Bienal, principalmente por limitações financeiras (28%) e falta de tempo (27%).

Competências desenvolvidas

Os jovens destacaram que o consumo cultural fortalece habilidades como comunicação (22%), criatividade (22%), pensamento crítico (19%), empatia (18%) e autoconfiança (17%). As manifestações culturais mais citadas foram música (26%), literatura (16%), cinema (16%), documentários e podcasts (14%) e dança (12%).

Para o CEO do CIEE-RS, Lucas Baldisserotto, os dados confirmam o potencial transformador da cultura na formação profissional. “Nossa pesquisa mostra que 90% dos jovens reconhecem o acesso à cultura como um fator determinante para o seu desenvolvimento profissional. Isso confirma que iniciativas como o Teatro CIEE-RS Banrisul têm um papel estratégico na formação de competências fundamentais — como comunicação, criatividade e empatia — tão valorizadas no mercado de trabalho”, afirmou Baldisserotto.

Visão das empresas

Entre os empregadores consultados, metade declarou estar disposta a estabelecer parcerias com eventos culturais para apoiar o desenvolvimento dos colaboradores. As competências mais valorizadas pelo setor empresarial foram trabalho em equipe (20%), comunicação (19%), criatividade (18%), sensibilidade (15%) e iniciativa (14%).

No entanto, também entre as empresas há barreiras de acesso: 26% apontaram falta de tempo, 26% mencionaram restrição financeira e 25% citaram a incompatibilidade entre as atividades culturais e os interesses dos colaboradores.

Bienal do Mercosul e impacto social

A 14ª edição da Bienal, realizada entre 27 de março e 1º de junho, reuniu 77 artistas de mais de 30 países em 18 locais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Ao todo, cerca de 900 mil visitantes participaram das atividades, incluindo 800 agendamentos escolares.

A presidente da Fundação Bienal do Mercosul, Carmen Ferrão, ressaltou que a mostra buscou aproximar arte e educação. “A 14ª Bienal do Mercosul trouxe o tema ‘Estalo’, e com essa equipe curatorial, liderada por Raphael Fonseca, conseguimos reafirmar nosso compromisso de conectar arte e educação de forma gratuita e inclusiva. Queremos esse movimento que atravessa o corpo, a cidade e a sociedade — inspire os jovens a perceberem a cultura como catalisadora de sua transformação pessoal e profissional”, destacou Carmen.

O diretor-executivo da Fundação, Adriano Naves de Brito, destacou a atuação conjunta com o CIEE-RS. “A parceria do CIEE-RS foi mais uma vez fundamental para a Fundação de Artes Visuais do Mercosul. Juntos, viabilizamos mais de 100 jovens estagiários para a mediação da mostra”, afirmou o dirigente.

Foto: Elissa Thiele/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2025 0 Comentários 371 Visualizações
Cidades

IBGE inicia pesquisa sobre impactos das enchentes no RS

Por Jonathan da Silva 01/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou nesta quarta-feira (26), no Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), em Santa Cruz do Sul, o estudo que medirá os impactos socioeconômicos das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. Esta é a primeira vez que o IBGE desenvolve uma pesquisa exclusiva sobre os efeitos de desastres ambientais no país.

De acordo com a coordenadora do estudo, Juliana Paiva Vasconcellos, a fase de testes tem início na segunda-feira (30) e seguirá por 15 dias, com mil entrevistas telefônicas em diferentes regiões do estado. “Queremos compreender o que mudou na vida das pessoas após as enchentes: como elas estão vivendo, quais as perdas materiais, os impactos na saúde e na estrutura das famílias”, afirmou Juliana.

Das entrevistas previstas, 500 ocorrerão no Vale do Rio Pardo, região priorizada pelos danos registrados, e outras 500 em áreas como o Vale do Taquari e Porto Alegre. A metodologia segue diretrizes internacionais e foi elaborada com base em experiências globais que orientam políticas públicas de prevenção e resposta a eventos climáticos extremos.

Reconhecimento regional

O presidente do Cisvale, Gilson Becker, destacou o simbolismo da escolha do local do lançamento. “É mais uma vez o Cisvale sendo protagonista, e isso se deve ao trabalho que realizamos, inclusive com a criação do Comitê Pró-Clima. Esses dados atualizados serão fundamentais para a elaboração de projetos e a definição de investimentos, para que possamos construir caminhos mais seguros para nossos municípios”, destacou o dirigente.

Participaram do evento representantes dos municípios de Vera Cruz, Candelária e Sinimbu, além da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).

Como será a pesquisa

A coleta de dados será feita pelo Centro de Entrevista Telefônica Assistida por Computador (Cetac), de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. As ligações serão originadas pelo número (21) 2142-0123 e ficarão gravadas. Os entrevistados responderão a perguntas sobre perdas de imóveis, interrupções na vida pessoal, condições atuais dos domicílios, impactos na saúde física e mental e ações de recuperação.

A partir de 15 de setembro, inicia a etapa principal do levantamento, que vai realizar 15 mil entrevistas em domicílios de todo o Estado até 15 de dezembro. O IBGE prevê divulgar os resultados em março de 2026.

Para Juliana Paiva Vasconcellos, a realização do lançamento em Santa Cruz do Sul reforça o papel do Vale do Rio Pardo na agenda de reconstrução. “É simbólico estarmos aqui para esse lançamento. O Vale foi muito afetado, mas também mostrou uma capacidade de organização que faz a diferença na resposta aos desastres”, pontuou a coordenadora do estudo.

Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2025 0 Comentários 342 Visualizações
Ensino

Feevale abre inscrições para o Inovamundi, evento de ciência e inovação

Por Jonathan da Silva 12/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale abriu as inscrições de trabalhos para o Inovamundi 2025, evento de ciência e inovação promovido pela instituição, que ocorrerá entre os dias 5 e 14 de novembro, em Novo Hamburgo. Os interessados podem se inscrever até as 21h do dia 4 de setembro, por meio do site feevale.br/inovamundi. De acordo com a universidade, o evento tem como objetivo estimular a produção, a divulgação e a discussão de conhecimentos científicos, tecnológicos e sociais desenvolvidos tanto no ambiente universitário quanto na educação básica.

O pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Feevale, Fernando Spilki, tem destacado o crescimento da iniciativa nos anos mais recentes. Segundo o docente, em 2024 o evento registrou quase 1,2 mil trabalhos inscritos, incluindo contribuições de estudantes de instituições internacionais. “Chegamos à 16ª edição do evento tendo como objetivo manter os altos índices de participação de estudantes de nossas diferentes etapas de formação, do ensino fundamental ao doutorado, e ampliar o número inscritos de outras instituições e do exterior”, afirma Spilki.

Atividades integradas

O Inovamundi é composto por diferentes eventos que abrangem desde a pós-graduação até a extensão universitária:

  • Seminário de Pós-graduação (SPG): tem como foco a produção e a divulgação de avanços científicos e tecnológicos oriundos da pós-graduação lato sensu (especialização e MBA), stricto sensu (mestrados e doutorados) e dos programas de Aperfeiçoamento Científico Feevale, nas diversas áreas do conhecimento.
  • Feira de Iniciação Científica (FIC): promove a divulgação e o intercâmbio de resultados de pesquisas realizadas por estudantes de graduação, sob a orientação de professores, em todas as áreas temáticas.
  • Salão de Extensão (SE): proporciona um espaço para a socialização de ações voltadas à comunidade e a apresentação dos resultados dessas ações, promovendo a troca de experiências e a divulgação de conhecimentos oriundos da Extensão Universitária.

Pesquisa na educação básica

O evento também contará com a Feira de Iniciação à Pesquisa (FIP), que terá inscrições abertas em breve. A FIP reúne alunos e docentes da educação básica e busca promover a socialização dos avanços do conhecimento e das atividades de pesquisa desenvolvidas nas diversas disciplinas da matriz curricular.

Mais detalhes sobre o evento estão disponíveis no site oficial, em feevale.br/inovamundi.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2025 0 Comentários 434 Visualizações
Business

Levantamento aponta que três em cada quatro indústrias pretendem investir no RS em 2025

Por Jonathan da Silva 22/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) divulgou nesta terça-feira (22) os resultados da Pesquisa de Investimento 2024-2025, indicando que 75% das indústrias dos setores Extrativo, de Transformação e da Construção pretendem realizar investimentos no Estado em 2025. O percentual é o mais alto dos últimos cinco anos e representa um aumento de 13,7 pontos percentuais em relação à intenção registrada na pesquisa anterior, feita em dezembro de 2023.

Segundo o levantamento, 72,9% das indústrias que planejam investir no próximo ano já iniciaram os projetos, enquanto os demais devem começar ainda em 2025. A maioria das empresas aponta como prioridade o mercado interno, com o objetivo principal de melhorar o processo produtivo. Essa motivação foi citada por 45,4% dos entrevistados, um aumento de 5,5 pontos percentuais em comparação à pesquisa anterior.

A principal fonte de financiamento para esses investimentos continua sendo recursos próprios, prática adotada por 59,1% das empresas – percentual semelhante ao registrado em 2023. Desde o início da série histórica da pesquisa, em 2010, o capital próprio é apontado como o principal meio de financiamento.

Investimentos em 2024 superaram 2023

Em relação ao ano passado, 74,3% das empresas conseguiram efetivar investimentos, número superior ao registrado em 2023, que foi de 64,1%. Apesar disso, mais da metade não conseguiu concluir os investimentos integralmente. O resultado de 2024 retorna ao patamar observado em 2022 (75%), mantendo-se acima da média de 73% dos 15 anos de levantamento.

Entre as ações estratégicas desenvolvidas pelas empresas em 2024, destacaram-se inovação tecnológica e investimentos em capital humano.

Obstáculos e impacto das enchentes

De acordo com a pesquisa, a incerteza econômica foi apontada como o principal obstáculo para investimentos no ano passado. O item foi considerado importante ou muito importante por sete em cada dez empresas com planos de investimento em 2024.

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, comentou os resultados afirmando que “os resultados confirmam a resiliência do gaúcho, que apesar de todas as dificuldades provocadas pela tragédia das enchentes do ano passado, consegue se reerguer. Muitas indústrias foram afetadas e precisaram recomeçar praticamente do zero, sendo reconstruídas para voltar a operar, mas a disposição para investir se manteve e até cresceu”.

Metodologia

A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 17 de janeiro de 2025, com 171 empresas participantes. Do total, 41 são pequenas, 59 médias e 71 grandes.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
22/04/2025 0 Comentários 480 Visualizações
Business

Estudo posiciona empresas gaúchas no estágio de sensibilização para uso de IA

Por Jonathan da Silva 11/04/2025
Por Jonathan da Silva

Um estudo sobre maturidade digital de grandes empresas do Rio Grande do Sul revelou que a maioria das corporações está no estágio de sensibilização para o uso da inteligência artificial (IA). O levantamento, realizado por Brivia_Group, Alvarez & Marsal e Instituto Caldeira, foi apresentado nesta quinta-feira (10) durante o South Summit Brazil, em Porto Alegre.

A pesquisa, chamada Maturidade Digital | Future Readiness 2025, traça um panorama do posicionamento das empresas diante dos avanços tecnológicos e das mudanças do mercado. Foram analisados sete pilares, com destaque para o eixo IA & Gestão Eficiente, principal novidade desta edição. O estudo concluiu que, nesse quesito, as empresas reconhecem o potencial da inteligência artificial, mas ainda não fazem investimentos significativos nem possuem processos estruturados. O estágio de sensibilização é considerado intermediário em uma escala que inclui os níveis crítico, muito crítico, otimização e excelência.

Desafios na adoção da IA

O CEO do Brivia_Group, Marcio Coelho, destacou que as empresas enfrentam desafios na implementação da IA, especialmente em áreas como automação de marketing e personalização de ofertas. “A IA está remodelando o mercado. Muitas empresas estão cientes do potencial da ferramenta, mas enfrentam desafios da ordem de implementação. Estamos num patamar em que a IA se torna essencial, mas ainda depende de estratégia para gerar resultado”, afirmou Coelho.

O levantamento apontou que a IA começa a ser percebida no contexto corporativo, mas de forma dispersa e sem estrutura específica dentro das empresas. A pesquisa também identificou que, por ser uma tecnologia relativamente nova e em fase de teste, ainda não há percepção de impacto financeiro positivo para os negócios. O CSO do Brivia_Group, Roberto Ribas, ressaltou que a adoção da IA deve ser vista como um projeto organizacional e não apenas como uma iniciativa de TI. “As lideranças precisam entender como essa tecnologia pode, inclusive, mudar as bases do próprio negócio”, comentou Ribas.

Centralidade no cliente exige atenção

Além da IA, o estudo avaliou pilares como propósito e comunidade, oferta responsiva, centralidade no cliente, cultura digital, digitalização e aprendizado orientado por dados. Entre esses aspectos, a centralidade no cliente foi apontada como uma área que merece mais atenção. Embora tenha sido classificada na zona de sensibilização, esse foi o pilar com a menor pontuação na pesquisa.

A falta de personalização no atendimento e o conhecimento limitado do perfil do consumidor indicam a necessidade de uma melhor utilização de dados para oferecer experiências mais alinhadas às demandas do público. “É importante que os negócios questionem a existência do seu produto e o quanto ele faz sentido para as pessoas. O conhecimento do cliente apresentou uma nota baixa na pesquisa, assim como a omnicanalidade, que é a integração de todos os canais de comunicação e vendas”, explicou Ribas.

Comparação com edição nacional

A pesquisa foi aplicada pela primeira vez em âmbito estadual, analisando 31 grandes empresas ligadas ao ecossistema do Instituto Caldeira. Em sua edição anterior, realizada nacionalmente em 2023, o levantamento contemplou 500 empresas de diferentes segmentos em todo o Brasil. No comparativo com o estudo nacional, houve crescimento na pontuação de cinco pilares, com destaque para oferta responsiva, digitalização e propósito e comunidade, que atingiram o estágio de otimização.

Considerando todos os pilares da pesquisa, o nível de maturidade digital das empresas gaúchas foi classificado como intermediário. “Embora algumas iniciativas estejam em andamento, o Rio Grande do Sul ainda está distante de uma posição totalmente madura, com muitos desafios a superar. Para avançarmos e endereçarmos a transformação que queremos, um dos caminhos é começar a construir o amanhã a partir de dados, agregando análise estratégica e capacidade preditiva às operações”, concluiu Coelho.

Pontuação por pilar

  • Propósito e Comunidade – 83 (Otimização)
  • Oferta Responsiva – 82 (Otimização)
  • Cultura Digital – 76 (Otimização)
  • Digitalização – 71 (Sensibilização)
  • Aprendizado Orientado por Dados – 70 (Sensibilização)
  • Centralidade no Cliente – 68 (Sensibilização)
  • IA & Gestão Eficiente – 56 (Sensibilização)
Foto: Brivia_Group/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2025 0 Comentários 377 Visualizações
Ensino

Pesquisadoras da Feevale realizam missão tecnológica nos EUA sobre reparos ferroviários

Por Jonathan da Silva 04/04/2025
Por Jonathan da Silva

As professoras da Universidade Feevale, Daiana Cristina Arnold Metz e Adriana Teresinha da Silva Dutra, embarcam nesta sexta-feira, 4 de abril, para os Estados Unidos, onde participarão de uma missão tecnológica voltada para o estudo de reparos ferroviários. A viagem faz parte do projeto de pesquisa Cátedra – Infraestrutura Ferroviária – Under Rail, realizado pela Feevale em parceria com a Vale SA.

Durante a missão, as pesquisadoras visitarão uma empresa parceira da pesquisa desenvolvida no convênio com a mineradora brasileira e prospectarão novas oportunidades de colaboração tecnológica. O objetivo é aprofundar conhecimentos sobre o processo de aplicação e desenvolvimento de resinas utilizadas para reparos em dormentes de concreto para ferrovias.

Ampliação de conhecimento

A iniciativa integra as ações das diretorias de Relações Internacionais e Institucionais e de Inovação, do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais e dos cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo da Feevale. “A viagem irá nos proporcionar maior conhecimento no processo de aplicação e desenvolvimento de resinas utilizadas para reparos em dormentes de concreto para ferrovias”, afirmou Daiana, que é coordenadora do projeto.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2025 0 Comentários 417 Visualizações
Saúde

Pesquisa da Faders aponta crescimento no número de pessoas com autismo no RS

Por Jonathan da Silva 03/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul (Faders) divulgou, nesta quarta-feira (2), os resultados da pesquisa “Características da População com Autismo no Rio Grande do Sul”. O levantamento apontou que, entre junho de 2021 e janeiro de 2025, foram registradas 36.430 solicitações da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), das quais 33.169 foram aprovadas em 485 municípios. Em relação ao ano anterior, houve um acréscimo de 11.962 carteiras e a adesão de 20 novos municípios ao registro.

Os principais motivos de indeferimento das solicitações foram laudos médicos não reconhecidos e diagnósticos incompatíveis com o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O titular em exercício da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), Gustavo Saldanha, destacou a relevância do estudo para a formulação de políticas públicas. “Os dados nos permitem entender as necessidades e desafios da população com autismo no Rio Grande do Sul. Ter essa visualização do panorama é fundamental para a elaboração de políticas públicas assertivas”, afirmou Saldanha.

Perfil demográfico e mercado de trabalho

A pesquisa indicou que 72% das pessoas com autismo no estado são do sexo masculino. Além disso, 46% dos diagnósticos ocorreram até os 3 anos e 11 meses de idade. O estudo também mostrou que, em 33,31% dos casos, há mais de uma pessoa com TEA na mesma família.

No mercado de trabalho, 41% dos adultos com TEA estão empregados. Na educação, o levantamento apontou que 95% dos jovens entre 6 e 17 anos frequentam a escola.

Distribuição regional das carteiras Ciptea

A análise regional mostrou que a maioria das Cipteas está concentrada nos municípios mais populosos do estado. O presidente da Faders, Marquinho Lang, ressaltou a importância da pesquisa e da ferramenta Ciptômetro, que contabiliza as carteiras emitidas por município. “Ambos os dados se mostram essenciais para que os gestores públicos possam planejar e avaliar o impacto de campanhas de divulgação sobre o autismo, Ciptea e atuação da rede de apoio na efetividade das estratégias adotadas em diferentes regiões”, salientou Lang.

Entre os 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) do estado, o Corede Metropolitano Delta do Jacuí concentrou 29,66% das carteiras aprovadas. O Corede Vale do Rio dos Sinos registrou 13,84% e o Corede Sul, 9,23%. Os menores percentuais foram encontrados nos Coredes Celeiro (0,66%), Alto da Serra do Botucaraí (0,62%) e Nordeste (0,61%).

Porto Alegre foi a cidade com o maior número de solicitações, representando 16,93% do total. Em seguida, Caxias do Sul registrou 4,67%, Canoas, 4,56%, e Rio Grande, 4,81%. Em termos proporcionais, a cidade com maior número de Cipteas em relação à população foi Capivari do Sul (0,75%), seguida por Rio Grande (0,65%) e Alto Alegre (0,61%).

Desafios sociais e acesso à saúde

A pesquisa indicou ainda que 85% da população autista no estado está nas faixas de renda mais baixas, vivendo com até 1,5 salário-mínimo. A coordenadora de Pesquisa da Faders, Aline Monteiro, apontou que, de 2024 para 2025, houve uma redução no número de pessoas com Ciptea que possuem plano de saúde.

Foto: Bethania Haas Loblein/Ascom Faders/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/04/2025 0 Comentários 441 Visualizações
Business

Pesquisa inédita avaliará maturidade digital de grandes empresas no RS

Por Jonathan da Silva 28/03/2025
Por Jonathan da Silva

Uma pesquisa lançada por Brivia_Group, Alvarez & Marsal e Instituto Caldeira pretende mapear o nível de maturidade digital de grandes corporações do Rio Grande do Sul. O estudo, chamado “Maturidade Digital | Future Readiness”, está em andamento e terá seus resultados divulgados no dia 10 de abril, durante a realização do South Summit Brazil, tradicional evento de tecnologia e inovação de Porto Alegre.

Na última semana, a proposta foi apresentada a executivos de grandes empresas gaúchas em um evento no Instituto Caldeira, na capital. Os participantes foram convidados a responder ao questionário da pesquisa, que tem como objetivo identificar desafios e oportunidades para a transformação digital no setor corporativo do estado.

Brand Experience Management

O CEO do Brivia_Group, Marcio Coelho, explica que o estudo é uma edição específica de uma análise já aplicada a mais de 500 empresas no Brasil. “Esta é uma edição exclusiva de uma análise já utilizada por mais de 500 empresas no Brasil, baseada na nossa metodologia proprietária chamada BXM (Brand Experience Management). Queremos entender, de forma objetiva, como os negócios gaúchos estão posicionados diante das mudanças do mercado”, afirma Coelho.

O questionário avalia sete pilares considerados essenciais para a maturidade digital das empresas: centralidade no cliente, cultura digital, digitalização, aprendizado orientado por dados, inteligência artificial e gestão eficiente, oferta responsiva, e propósito e comunidade.

Missão no Vale do Silício

Além da análise do cenário digital das empresas, a pesquisa prevê um sorteio entre os participantes para uma missão ao Vale do Silício, promovida pelo Instituto Caldeira. A viagem, com foco em inteligência artificial, ocorrerá entre 24 e 29 de agosto.

Foto: Brivia_Group/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2025 0 Comentários 435 Visualizações
Business

Fecomércio-RS relança instituto de pesquisa em apoio ao comércio

Por Jonathan da Silva 13/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac retomou as atividades do Instituto Fecomércio-RS de Pesquisas (IFEP-RS) para fornecer dados e estudos que auxiliem empresas do setor de comércio de bens, serviços e turismo na tomada de decisões e defesa de políticas públicas. O instituto, que operou nos anos 2000, retorna em um formato remodelado, adaptado às necessidades atuais do setor.

O IFEP-RS será dirigido pelo gerente de Relações Governamentais da Fecomércio-RS, o economista Lucas Schifino. A iniciativa pretende produzir informações estratégicas para embasar ações do Sistema Fecomércio-RS e apoiar empresários no desenvolvimento de políticas públicas.

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Luiz Carlos Bohn, destacou a importância da retomada do instituto. “As empresas estão cada vez mais implantando a cultura analítica em sua gestão e, com isso, mais atentas a dados, análises e estudos que possam auxiliar. Em paralelo a isso, constatamos que existe uma escassez de pesquisas e políticas públicas voltadas para o desenvolvimento do nosso setor. Por isso, decidimos retomar o IFEP-RS, que tem a vantagem de nascer dentro do Sistema Fecomércio-RS, conhecendo a rotina das empresas e já trabalhando com o poder público para a melhoria do ambiente regulatório, podendo aliar tudo isso a um compromisso técnico muito grande para trazer informações úteis ao setor”, afirmou o dirigente.

Novas ferramentas e atuação

O instituto terá sede no Lab Fecomércio-RS, hub de inovação da entidade, e contará com uma equipe especializada em análise de dados, cenários e impacto regulatório. Entre as primeiras ações está o lançamento do Observatório do Comércio no RS, plataforma que fornecerá informações detalhadas sobre o setor para empresários e agentes públicos.

Além disso, será criado o Monitor das Finanças Públicas Estaduais, ferramenta para acompanhamento da situação fiscal do estado, com o objetivo de auxiliar na prevenção de aumentos na carga tributária. O IFEP-RS também ficará responsável pelas Missões Empresariais da Federação, que buscam gerar conhecimento e oportunidades de negócios para os empresários do setor.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
13/03/2025 0 Comentários 428 Visualizações
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