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Projetos especiais

Feevale participa de operação do Projeto Rondon no Paraná

Por Jonathan da Silva 26/01/2026
Por Jonathan da Silva

Oito estudantes e duas professoras da Universidade Feevale participam, entre os dias 21 de janeiro e 7 de fevereiro, da Operação Pé Vermelho do Projeto Rondon, em Bom Sucesso, no Paraná. No local, promovem cerca de 40 oficinas nas áreas de Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação e Saúde, com o objetivo de desenvolver ações que possam ser reproduzidas pela comunidade local e contribuir para o desenvolvimento sustentável. A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Defesa com apoio do Governo do Estado do Paraná.

Durante a missão, os rondonistas da Feevale, como são chamados os alunos voluntários do projeto, realizam oficinas voltadas a um público capaz de multiplicar os conhecimentos em suas comunidades, tornando as ações permanentes. Entre as atividades previstas está a 1ª Corrida de Rua de Bom Sucesso, que ocorre neste sábado, 24, com foco no incentivo à prática esportiva, na integração comunitária e na promoção da saúde.

Quem são os participantes da Feevale

Integram a operação a professora do curso de Enfermagem, Maristela Peixoto, e a professora do curso de Odontologia, Carla Cioato Piardi. Também participam os estudantes Bruna Luiza Hermann e Maikelly de Oliveira dos Santos, de Fisioterapia; Diego Artur Petri, de Educação Física; Kelly Kleinschmitt da Silva e Priscila Antunes Kulmann, de Medicina; Sabrina Barbosa, de Enfermagem; Tauana da Silva Cherutti, do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social; e Agnes Borges Kalil, do Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental.

O que é o Projeto Rondon

O Projeto Rondon é uma ação interministerial do Governo Federal, coordenada pelo Ministério da Defesa, voltada ao desenvolvimento da cidadania em estudantes universitários, com foco na inclusão social, na redução de desigualdades regionais e no fortalecimento da soberania nacional. A iniciativa também estimula a produção de projetos coletivos locais em parceria com as comunidades atendidas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Variedades

Afubra aponta que safra de tabaco 2025/2026 deve encolher no sul

Por Jonathan da Silva 24/11/2025
Por Jonathan da Silva

A safra 2025/2026 de tabaco deve ser menor do que a anterior, segundo estimativa inicial divulgada na semana passada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). O levantamento, realizado nos três estados do sul, indica que o clima mais úmido e as noites mais frias têm afetado o desenvolvimento das lavouras, resultando em previsão de queda na produção de todos os tipos de tabaco cultivados na região. A entidade aponta uma estimativa inicial de 685.274 toneladas produzidas no sul do Brasil, somando os tipos Virgínia, Burley e Comum.

O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, afirma que os números consideram produtividade histórica e podem ser alterados ao longo da safra. “Quando falamos em números, é preciso ter em mente que são estimativas iniciais, números que levam em conta a média e, principalmente, o que vai determinar a safra, é o clima. Também precisamos sempre levar em conta que são mais de 500 municípios produtores no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná”, destaca Drescher.

O dirigente reforça que as condições climáticas distintas entre regiões podem equilibrar ou acentuar variações na produtividade. “Muitas vezes, quando em uma ou outra região o clima castiga e dá uma certa quebra de produção, em outras, ele é favorável, o que faz com que a produtividade e a produção sejam equilibradas”, afirma Drescher.

Produção por tipo de tabaco

O tabaco do tipo Virgínia, responsável por 90,47% da produção sul-brasileira, tem estimativa de 619.969 toneladas, uma redução de 4,35% em relação à safra anterior. No Rio Grande do Sul, a previsão é de 248.103 toneladas (-7,67%); em Santa Catarina, 202.002 toneladas (-2,50%); e no Paraná, 169.864 toneladas (-1,40%).

Para o tipo Burley, a estimativa inicial é de 54.979 toneladas (-7,80%). A produção prevista é de 30.919 toneladas no Rio Grande do Sul (-7,75%), 15.741 em Santa Catarina (-8,55%) e 8.320 no Paraná (-6,52%).

O tipo Comum tem estimativa de 10.326 toneladas (-14,47%), com 820 toneladas no Rio Grande do Sul (-28,66%), 1.089 em Santa Catarina (-40,64%) e 8.417 no Paraná (-7,39%).

Área plantada nos estados

A área total plantada com tabaco no Sul teve uma redução de 0,34%, resultando em 308.943 hectares. No Paraná, foram cultivados 83.834 hectares (-0,18%). O Burley e o Comum tiveram redução, com 4.162 hectares (-6,28%) e 3.840 hectares (-0,21%) respectivamente, enquanto o Virgínia registrou leve aumento, com 75.832 hectares (+0,18%).

Santa Catarina apresentou a maior redução na área plantada: 93.033 hectares (-1,25%). A maior queda ocorreu no tipo Comum, com 630 hectares (-40,06%). O Burley soma 7.564 hectares (-5,91%) e o Virgínia ocupa 84.839 hectares (-0,33%).

No Rio Grande do Sul, houve aumento de 0,22% na área plantada, totalizando 132.076 hectares. O Virgínia teve redução de 0,49% (115.612 hectares) e o Comum caiu 22,49% (510 hectares), enquanto o Burley aumentou 6,72%, alcançando 15.954 hectares.

Número de famílias produtoras

A estimativa aponta redução de 1,47% no número de famílias produtoras de tabaco nos três estados, totalizando 135.985. Santa Catarina registra 40.668 famílias (-2,52%), o Rio Grande do Sul tem 67.815 (-2,06%) e o Paraná apresenta aumento de 1,63%, com 27.502 famílias produtoras.

Produtividade prevista

A produtividade também deve diminuir na safra 2025/2026. No Rio Grande do Sul, a previsão é de 2.146 kg/ha no Virgínia (-7,22%), 1.938 kg/ha no Burley (-13,56%) e 1.607 kg/ha no Comum (-7,96%).

Em Santa Catarina, a estimativa é de 2.381 kg/ha no Virgínia (-2,18%), 2.081 kg/ha no Burley (-2,80%) e 1.729 kg/ha no Comum (-0,97%).

No Paraná, a produtividade prevista é de 2.240 kg/ha no Virgínia (-1,58%), 1.999 kg/ha no Burley (-0,25%) e 2.192 kg/ha no Comum (-7,20%).

Foto: Luciana Jost Radtke/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/11/2025 0 Comentários 252 Visualizações
Cidades

Agentes da Defesa Civil de Novo Hamburgo atuam em cidade atingida por tornado no Paraná

Por Jonathan da Silva 12/11/2025
Por Jonathan da Silva

Quatro agentes da Defesa Civil de Novo Hamburgo chegaram a Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, na manhã desta quarta-feira (12), para auxiliar nas ações de segurança e reconstrução do município, que foi devastado por um tornado na sexta-feira (7). A equipe permanecerá no local por cerca de uma semana, prestando apoio técnico e operacional às autoridades locais.

O tornado, com ventos que ultrapassaram os 300 km/h, destruiu aproximadamente 90% da infraestrutura de Rio Bonito do Iguaçu e causou sete mortes confirmadas. Os agentes hamburguenses partiram na noite de terça-feira (11), por volta das 22h, da sede da Defesa Civil de Novo Hamburgo, levando equipamentos e suprimentos para auxiliar nas operações emergenciais.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano de Novo Hamburgo, Anderson Bertotti, o envio da equipe é também um gesto de retribuição. “Novo Hamburgo foi fortemente atingido pela enchente histórica de maio de 2024, especialmente nas áreas próximas ao Rio dos Sinos, e agora temos a oportunidade de retribuir a ajuda que recebemos”, afirmou o titular da pasta.

Atuação em campo

A equipe, comandada pelo diretor de Defesa Civil, Gilson do Amaral, está concentrada em ações de desobstrução de vias e limpeza de áreas afetadas, para possibilitar o reassentamento dos moradores. “A equipe vai atuar nas demandas vigentes, que são a desobstrução de vias e limpeza de locais, possibilitando o reassentamento da população”, explicou Amaral.

De acordo com o diretor, os agentes ficaram impressionados com a dimensão da destruição causada pelo fenômeno natural. A previsão é de que o grupo retorne ao Rio Grande do Sul na próxima semana, após a conclusão dos trabalhos de apoio e suporte às equipes paranaenses.

Foto: Defesa Civil/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/11/2025 0 Comentários 123 Visualizações
Projetos especiais

Instituto Crescer Legal recebe Selo Sesi ODS 2025 por seu impacto social

Por Jonathan da Silva 17/10/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Crescer Legal foi reconhecido com o Selo Sesi ODS 2025, concedido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi Paraná) a organizações e indústrias que promovem boas práticas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). A certificação foi anunciada neste mês de outubro, durante o Congresso Sesi ODS 2025, realizado no Paraná, e reforça o impacto social das iniciativas do Instituto voltadas à formação e à aprendizagem profissional de adolescentes em comunidades rurais.

Criado em 2016 pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e pelo Sesi, o Prêmio Sesi ODS tem como objetivo valorizar e estimular ações inovadoras que contribuam para os indicadores ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG). Em sua edição de 2025, o Instituto Crescer Legal foi uma das organizações certificadas entre 405 inscrições provenientes de 78 municípios do Paraná e de outros 9 estados brasileiros.

De acordo com a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, a conquista demonstra o alinhamento das ações da instituição com os princípios da Agenda 2030 da ONU. “Mais do que uma conquista institucional, é a confirmação de que estamos no caminho certo, promovendo transformações reais por meio da aprendizagem profissional rural voltada a adolescentes em regiões produtoras de tabaco”, afirmou Nádia.

O que faz o Instituto Crescer Legal

Com sede em Santa Cruz do Sul, o Instituto Crescer Legal é uma iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e de suas empresas associadas. Desde sua criação, já atuou em 23 municípios dos três estados do sul do Brasil com o Programa de Aprendizagem Profissional Rural, voltado à formação de jovens do campo.

Além desse programa, o Instituto desenvolve outras três frentes de atuação: o Programa de Acompanhamento dos Egressos, o Programa Nós por Elas – A Voz Feminina do Campo e o Programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação. Mais detalhes sobre a atuação da entidade estão disponíveis no site crescerlegal.com.br.

Foto: Banco de imagens/Instituto Crescer Legal/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/10/2025 0 Comentários 172 Visualizações
Cidades

Estudantes de Novo Hamburgo recebem prêmios em feira científica no Paraná

Por Jonathan da Silva 02/09/2025
Por Jonathan da Silva

Três ex-alunas da Escola Municipal de Ensino Básico (EMEB) Anita Garibaldi, de Novo Hamburgo, conquistaram dois prêmios na Feira de Ciências, Engenharia e Tecnologia (FECET), realizada de 28 a 30 de agosto, no Centro de Convenções e Eventos de Cascavel, no Paraná. As estudantes Elisa Moder, Manuella Giacomelli e Maria Fernanda Corrêa apresentaram o projeto “Se tem violência contra a mulher, a gente mete a colher”, desenvolvido sob orientação da professora Juliana Zinn.

O projeto, que aborda formas de identificação, prevenção e valorização do respeito no enfrentamento à violência doméstica, recebeu o prêmio Meninas na Ciência e o 3º lugar na modalidade Ciências Sociais Aplicadas. A iniciativa já havia conquistado destaque em etapas anteriores, passando pela Femictec e pela Mostratec, onde recebeu o Prêmio Cientista Júnior da Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo.

Impacto educacional

Para a diretora da EMEB Anita Garibaldi, Bruna Lussani, a participação na feira representou um avanço significativo na formação das alunas. “Participar de uma feira de ciências não é apenas mostrar resultados, mas sim vivenciar um processo dinâmico de descobertas que as prepara para enfrentar desafios futuros com mais segurança, autonomia e motivação”, afirmou Bruna.

Experiência dos estudantes

Maria Fernanda Corrêa da Silva, de 12 anos, hoje aluna da Escola Estadual João Ribeiro, destacou a importância da viagem. “Achei a viagem muito maravilhosa, poder andar de avião, algo que eu nunca tinha feito antes. Foi uma honra apresentar o projeto para tantas pessoas e também ganhar dois prêmios, representando nossa escola”, relatou a jovem. Ela também ressaltou o lado humano da participação. “Foi uma experiência inovadora, conhecer pessoas novas, fazer amigos e receber visitas de escolas no nosso estande. Foi muito especial poder falar sobre um tema tão importante e recente”, destacou a estudante.

Atualmente, Maria Fernanda segue na Escola Estadual João Ribeiro, enquanto Elisa e Manuella estudam na EMEB Machado Assis. Para a diretora Bruna Lussani, os resultados reforçam a relevância do trabalho coletivo na comunidade escolar e ampliam horizontes acadêmicos e profissionais das estudantes.

Foto: PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2025 0 Comentários 197 Visualizações
Variedades

Safra de tabaco cresce 41,7% no sul do Brasil em 2024/2025

Por Jonathan da Silva 22/08/2025
Por Jonathan da Silva

A safra de tabaco 2024/2025 no sul do Brasil fechou em 719.891 toneladas, um aumento de 41,7% em relação à temporada anterior. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (22), pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), que realiza levantamentos junto aos produtores. Do total, 648.189 toneladas correspondem à variedade Virgínia, 59.629 ao Burley e 12.073 ao Comum. A estimativa inicial divulgada em novembro de 2024 previa 696.435 toneladas, o que indica um acréscimo de 3,4% no fechamento.

De acordo com o presidente da Afubra, Marcilio Drescher, a diferença em relação à safra anterior se deve a três fatores principais. Segundo ele, a safra 2023/2024 sofreu perdas de produtividade devido à instabilidade climática, o que elevou o preço pago ao produtor. Paralelamente, a redução nos preços de grãos favoreceu a migração de áreas para o tabaco, ampliando a produção. Além disso, a produtividade em 2024/2025 foi considerada normal, sem perdas generalizadas.
“Esses fatores explicam o aumento significativo no volume total da produção, considerando ainda que vem ocorrendo aumento na área plantada nas últimas três safras. E, nesta safra que finda, com a volta da produtividade normal, o volume de produção se evidencia com mais força”, afirmou Drescher.

Produção nos estados

O Rio Grande do Sul registrou crescimento de 37,9%, alcançando 303.393 toneladas e representando 42,2% da produção sul-brasileira. Foram 131.789 hectares cultivados por 69.238 famílias, com produtividade média de 2.313 kg/ha. Apesar da alta, o preço por quilo caiu 14,5%, fechando em R$ 20,45.

Em Santa Catarina, a produção atingiu 226.233 toneladas, aumento de 50,5%, com área plantada de 94.212 hectares e 41.720 famílias envolvidas. A produtividade média foi de 2.401 kg/ha, mas o preço também caiu, encerrando em R$ 20,32, queda de 11,6%.

No Paraná, o crescimento foi de 38,1%, totalizando 190.264 toneladas, produzidas em 83.981 hectares por 27.062 famílias. A produtividade ficou em 2.266 kg/ha e o preço médio por quilo caiu 10,8%, fechando em R$ 19,83.

Receita bruta

A receita bruta da produção no sul do Brasil chegou a R$ 14,57 bilhões, alta de 23,7% em relação à safra anterior. O Rio Grande do Sul participou com R$ 6,2 bilhões (+17,9%), Santa Catarina com R$ 4,59 bilhões (+33%) e o Paraná com R$ 3,77 bilhões (+23,2%).

Estimativas futuras

A Afubra informou que a estimativa inicial para a safra 2025/2026 será divulgada já em novembro. Drescher adiantou que já há indícios de aumento da área plantada. “Além da importância de conseguirmos um equilíbrio entre oferta e demanda nos próximos ciclos para garantir uma rentabilidade justa ao produtor, a este fator soma-se os impactos que podemos sofrer com a continuidade do ‘tarifaço’ ao que o Brasil vem sendo submetido pelos Estados Unidos”, destacou o presidente.

Foto: Arquivo/Afubra/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2025 0 Comentários 407 Visualizações
Variedades

Programa de empreendedorismo do Instituto Crescer Legal reúne professores de RS e PR

Por Jonathan da Silva 21/08/2025
Por Jonathan da Silva

Professores de Vera Cruz, no Rio Grande do Sul, e de São João do Triunfo, no Paraná, participam desde junho da turma de 2025 do Programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação, do Instituto Crescer Legal. Em sua sexta edição, o programa conta com 13 docentes de escolas do meio rural e ocorre de forma híbrida, com encontros online e presenciais, a fim de compartilhar ferramentas metodológicas voltadas à educação empreendedora no campo.

No dia 13 de agosto, a equipe diretiva e pedagógica do Instituto esteve em São João do Triunfo para uma atividade com os cinco professores paranaenses participantes. A programação integrou o Eixo III do Programa, “Tecnologia e Inovação: O Novo na Educação no/do Campo”, com mediação do educador social de referência, Adriano Emmel. O encontro possibilitou trocas de experiências e reflexões sobre como a inovação pode fortalecer práticas pedagógicas contextualizadas.

Participaram também a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf; a orientadora pedagógica, Débora Berghahnn; a coordenadora de projetos, Graziele Silveira Pinton; o coordenador financeiro, Robson Amrein; e a educadora social, Michele Dzindzny. Já os professores de Vera Cruz terão encontro presencial no dia 10 de setembro, também com foco em tecnologia e inovação.

Formato interestadual

Este é o primeiro ano em que o Programa é realizado de forma interestadual. Para a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Solf, a iniciativa amplia o intercâmbio entre os educadores. “Compartilhar nosso fazer pedagógico inovador com educadores que buscam contribuir para o sucesso da juventude do campo é algo muito recompensador”, afirmou Nádia.

Durante a formação, os professores recebem assessoria para planejar e executar vivências de educação empreendedora em suas escolas. As melhores experiências serão apresentadas na Mostra de Boas Práticas Pedagógicas.

História do programa Boas Práticas

Criado em 2020, o Boas Práticas já certificou 82 professores de 42 escolas do meio rural em municípios como Canguçu, Rio Pardo, São Lourenço do Sul e Vera Cruz. O projeto é desenvolvido em parceria com Secretarias Municipais de Educação e busca multiplicar metodologias que abordam temas como autoconhecimento, empatia, comunicação, tecnologia, inovação, observação e organização.

O que é o Instituto Crescer Legal

O Instituto Crescer Legal foi criado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas. Com sede em Santa Cruz do Sul, atua em 23 municípios dos três estados do Sul, com iniciativas voltadas à juventude e à educação no campo, entre elas o Programa de Aprendizagem Profissional Rural, o Programa de Acompanhamento dos Egressos e o Programa Nós por Elas – A voz feminina do campo.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2025 0 Comentários 201 Visualizações
Cultura

Sesc São Leopoldo recebe escritoras de fora do estado para bate-papo literário

Por Jonathan da Silva 14/08/2025
Por Jonathan da Silva

Com a presença das escritoras Lilian Menenguci, do Espírito Santo, e Ana Rapha Nunes, do Paraná, o Sesc São Leopoldo promove nesta quarta-feira, 14 de agosto, às 19h30min, mais um encontro do projeto Arte da Palavra – Circuito de Autores. A atividade, que será realizada na unidade localizada na Rua Marquês do Herval, 784, tem entrada gratuita e busca aproximar o público do universo literário, destacando o papel da leitura e da escrita na formação humana.

Durante o bate-papo, Lilian e Ana Rapha abordarão suas experiências pessoais, produções literárias e reflexões sobre como as palavras podem contribuir para o autoconhecimento, a empatia e o pensamento crítico. Lilian Menenguci é doutora em Educação, atriz e autora de livros infantojuvenis, além de idealizadora de projetos como “Livros Gigantes” e “Conta Conta”. A escritora também integra a Rede Nacional de Leitura Inclusiva e defende o acesso democrático à literatura como ferramenta de inclusão social.

Já Ana Rapha Nunes possui quase 30 obras publicadas e foi vencedora de prêmios como Jabuti, Outras Palavras e Image of the Book. Com mais de 300 mil exemplares vendidos, percorre escolas brasileiras com o projeto Prosa Literária, incentivando a leitura de forma acessível e envolvente.

Projeto Arte da Palavra

O Arte da Palavra é uma iniciativa do Sesc que ocorre em todos os estados do país, promovendo ações formativas e de fruição literária. O programa contempla três circuitos: Autores, que divulga escritores em diferentes comunidades; Oralidade, com apresentações e contação de histórias; e Criação Literária, que oferece oficinas de escrita e incentiva a formação de leitores.

Serviço

  • O quê: Bate-papo com Lilian Menenguci e Ana Rapha Nunes – Projeto Arte da Palavra

  • Quando: Quinta-feira, 14 de agosto, às 19h30min

  • Onde: Sesc São Leopoldo (Rua Marquês do Herval, 784)

  • Quanto: Gratuito e aberto ao público

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2025 0 Comentários 265 Visualizações
Política

Amprotabaco reforça defesa do setor do tabaco em audiência pública

Por Jonathan da Silva 08/08/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Gilson Becker, participou nesta quarta-feira (7) de uma audiência pública virtual promovida pela Câmara Setorial do Tabaco da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina. O encontro teve como foco a discussão de estratégias para a 11ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (COP-11), que será realizada em novembro, na Suíça, e o Projeto de Lei 10/2023, que tramita na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

Durante a audiência, foram debatidos os impactos que a COP-11 pode trazer para os territórios produtores. Segundo Becker, as decisões tomadas no evento extrapolam o campo sanitário e atingem diretamente o sustento de milhares de famílias rurais do Sul do país. “Não é apenas um debate técnico, é um movimento com impactos sociais profundos. Nosso papel é dar voz aos produtores e mostrar que essa cadeia é feita por gente que trabalha e precisa de respeito”, afirmou o presidente da Amprotabaco.

Becker também enfatizou a necessidade de que o Brasil atue com responsabilidade e soberania nas discussões internacionais. “A representação brasileira na COP precisa estar alinhada com a nossa realidade. É inadmissível que se ignore a força econômica, social e ambiental do tabaco para as regiões produtoras”, ressaltou o dirigente.

Atuação institucional e articulação política

Além da participação na audiência, Becker esteve em Curitiba, onde se reuniu com parlamentares na Assembleia Legislativa do Paraná como parte da mobilização da entidade para a COP-11. A ação integra a estratégia da Amprotabaco de fortalecer a representação dos municípios produtores em nível nacional e articular apoio político à defesa da cadeia produtiva.

Segundo o presidente, a intenção é garantir que os municípios produtores sejam ouvidos nos espaços de decisão e que a atuação da entidade continue sendo firme em defesa dos interesses do setor. “É necessário que se demonstre a unidade e a coesão do setor, para que o governo federal entenda a importância da cadeia produtiva do tabaco para o desenvolvimento dos mais de 500 municípios produtores no Sul do Brasil”, concluiu Becker.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2025 0 Comentários 197 Visualizações
Projetos especiais

Programa Nós por Elas reúne adolescentes da região sul em nova edição

Por Jonathan da Silva 05/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Crescer Legal e a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) iniciaram, em agosto, a 9ª turma do Programa Nós por Elas – A voz feminina do campo, voltado para jovens egressas do Programa de Aprendizagem Profissional Rural. A iniciativa capacita adolescentes do meio rural, com foco em comunicação, para se tornarem multiplicadoras de reflexões e conhecimentos por meio de programas de rádio, abordando questões de gênero no campo.

Nesta edição, dez jovens foram selecionadas para integrar o projeto, sendo quatro do Rio Grande do Sul (Gramado Xavier, Agudo, Rio Pardo e Novo Cabrais), quatro de Itaiópolis (Santa Catarina) e duas de São João do Triunfo (Paraná). O primeiro encontro ocorreu no dia 4 de agosto, em formato online, com a participação da educadora Maria da Graça Lucas Vieira e coordenadores do Instituto Crescer Legal.

Como funcionará o projeto

As atividades serão realizadas até outubro, em encontros online e presenciais, com dedicação de 20 horas semanais. As participantes desenvolvem pesquisas, leituras, entrevistas e roteiros, que posteriormente serão transformados em boletins de rádio veiculados por entidades parceiras como a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e sindicatos de produtores rurais. Os conteúdos também serão disponibilizados no site do Instituto.

A gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, afirma que o programa oferece novas oportunidades de desenvolvimento para as jovens. “Elas são estimuladas a pesquisar e refletir sobre temas do universo feminino e o resultado é transformado em conteúdos disseminados pelos nossos parceiros”, explica Nádia. “São diversos temas que já foram apresentados pelas meninas em boletins de rádio e a expectativa é que as meninas do grupo de 2025 novamente possam sensibilizar os ouvintes levando suas mensagens em busca de um mundo mais justo”, completa a gerente do ICL.

As vozes de 2025

Participam da edição deste ano: Alessandra Cruz de Lima (Itaiópolis-SC), Casieli Willers Ortiz (Gramado Xavier-RS), Eloisa Gulchinsk (São João do Triunfo-PR), Fabiana Martins dos Santos (Itaiópolis-SC), Fernanda Radeck (Itaiópolis-SC), Hellen Melissa Pires (Agudo-RS), Jessica Falkievicz (Itaiópolis-SC), Paola Natalia Silveira Bittencourt (Rio Pardo-RS), Tainara Tobias da Silva (São João do Triunfo-PR) e Yasmin Joaquina Flores (Novo Cabrais-RS).

O programa ganhou neste ano uma identidade visual própria, desenvolvida pela agência Guideline. O logotipo apresenta tipografia em letras bold com curvas sutis e uma flor que simboliza protagonismo, autonomia e o início de um legado.

O que é o Programa Nós por Elas

Criado pelo Instituto Crescer Legal, iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, o Programa Nós por Elas já formou 62 jovens em oito edições, com a produção de 31 boletins de rádio. O objetivo é promover a valorização da mulher no meio rural, incentivar a reflexão sobre diversidade de gênero e capacitar as participantes em comunicação para levar conhecimento e experiências a outras comunidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2025 0 Comentários 243 Visualizações
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