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Política

Novo Hamburgo traça plano emergencial para proteger mulheres vítimas de violência

Por Jonathan da Silva 20/10/2025
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo definiu ações imediatas para reforçar a rede de proteção às mulheres e enfrentar o feminicídio no município. As medidas foram estabelecidas durante audiência pública realizada nesta quinta-feira (16) no Plenário da Câmara, promovida pela Comissão de Direitos Humanos (Codir) da Casa em parceria com a Comissão Externa da Câmara dos Deputados. Entre as prioridades estão a reativação do Centro de Referência da Mulher (CRM), a ampliação dos grupos reflexivos de gênero, a inclusão de educação para igualdade nas escolas, a designação de um perito — preferencialmente mulher — para atendimento diário no Instituto-Geral de Perícias (IGP) e a nomeação de uma delegada titular para a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam). O encontro foi motivado pelos números alarmantes da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul, que registrou 72 feminicídios em 2024.

A vereadora Professora Luciana Martins (PT), presidente da Codir e procuradora da Mulher do Legislativo, destacou a urgência de fortalecer políticas públicas integradas. “A presença da Comissão Externa aqui tem o propósito de compreender a realidade local e contribuir para a construção de um relatório nacional e estadual. É hora de fortalecer a rede de proteção e reafirmar um compromisso coletivo: nenhuma mulher a menos. As mulheres de Novo Hamburgo e de todo o país querem viver — e viver é um direito”, afirmou a vereadora.

A deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), coordenadora da Comissão Externa, ressaltou que o grupo foi criado após a chamada “Páscoa Sangrenta”, quando dez mulheres foram mortas por feminicídio. “Estamos aqui para ouvir a voz das mulheres de Novo Hamburgo, que lutam nas mais diversas frentes, e para fazer um raio X, com uma lupa, sobre a vida das mulheres do Rio Grande do Sul e daquelas que foram arrancadas de nós. Queremos resgatar a história das 63 mulheres assassinadas só em 2025, número que segue sendo atualizado”, destacou a parlamentar.

Fernanda enfatizou que o enfrentamento à violência depende da atuação conjunta das instituições. “Precisamos identificar o que existe e o que ainda falta. O feminicídio é evitável quando combatido em rede. Não podemos mais aceitar que a mulher seja tratada como propriedade, ou que o álcool e o jogo sejam usados como desculpa. A culpa é do machismo e do patriarcado”, pontuou a deputada.

Diagnóstico estadual e autonomia econômica

Relatora da Comissão Externa, a deputada federal Maria do Rosário (PT) afirmou que o grupo percorre o estado para construir um diagnóstico detalhado sobre o funcionamento das redes de proteção. “Decidimos pela criação desta Comissão para que o dia seguinte ao feminicídio não seja o dia do esquecimento. Queremos dar voz e luz a essas mulheres, mesmo que suas vidas tenham sido ceifadas. É preciso acordar o Estado e o Brasil para a urgência diante de tamanha violência”, afirmou a parlamentar.

A deputada destacou que o levantamento abrangerá delegacias, patrulhas, varas judiciais e estruturas de articulação entre órgãos públicos. “Vamos verificar onde estão as Delegacias da Mulher, as Patrulhas Maria da Penha, as varas do Judiciário e como essas estruturas se relacionam. Só com essa visão integrada poderemos avançar”, explicou Maria, que também defendeu medidas para autonomia econômica feminina. “A Lei Maria da Penha é clara: não há como superar a violência sem garantir autonomia, renda e salários iguais. Precisamos pôr fim à jornada 6×1 e garantir que toda mulher que sofre violência se sinta segura para denunciar”, enfatizou a deputada.

Desafios locais e demandas urgentes

Representando o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (Comdim), Vanessa Arruda Menegat apontou falhas na rede de atendimento hamburguense. “Temos a obrigação de intervir e acolher. O silêncio mata. Queremos ver esses gráficos caindo cada vez mais e nossos direitos sendo respeitados”, afirmou Vanessa, que listou como demandas urgentes a reativação do CRM, uma delegacia 24 horas e equipes capacitadas.

A major Carine Reolon, da Patrulha Maria da Penha da Brigada Militar, reforçou a importância do envolvimento masculino. “É fundamental que os homens também estejam presentes e ajudem a replicar nossas falas no combate à violência. O feminicídio é o ápice. Precisamos romper o ciclo antes que ele se consolide”, afirmou Carine.

Segundo a major, a Patrulha registrou 17 tentativas de feminicídio nos últimos cinco anos, sendo cinco casos consumados. “Onze autores seguem em regime fechado e quatro estão em liberdade. Ainda há uma subnotificação muito grande desses delitos”, ressaltou Carine, que destacou que o protocolo atual permite que o policial solicite medidas protetivas de urgência no momento do chamado, garantindo agilidade no atendimento.

Estrutura policial e desafios de atendimento

A delegada Tatiana Bastos, diretora do Departamento de Proteção a Grupos Vulneráveis da Polícia Civil do RS, alertou que 93% das vítimas de feminicídio no estado não conseguiram denunciar a violência. “O feminicídio não é o início, é o trágico fim muitas vezes anunciado. A vítima é quem tem mais dificuldade em pedir ajuda, presa a ciclos de dependência econômica, social e emocional. Temos o dever de agir”, pontuou Tatiana.

A delegada lembrou o caso recente de uma mulher de Novo Hamburgo morta após dez anos de agressões, na frente do filho. Ela defendeu a ampliação de delegacias e o funcionamento 24 horas. “O estado conta com 23 Delegacias da Mulher e 92 Salas das Margaridas, mas apenas a de Porto Alegre funciona o dia inteiro. Esse trabalho qualificado e em rede é a nossa chance real de enfrentar o feminicídio”, afirmou Tatiana.

Justiça e reeducação

A juíza Andrea Hoch Cenne, titular da Vara de Violência Doméstica de Novo Hamburgo, destacou o papel da Lei Maria da Penha e a importância da reativação do CRM e das perícias diárias. “Todas nós já sofremos algum tipo de violência, muitas vezes sem perceber. A Lei Maria da Penha é hoje a terceira melhor legislação do mundo sobre o tema, porque deu visibilidade e proteção às mulheres”, declarou Andrea.

A juíza defendeu o fortalecimento de políticas de prevenção e educação. “O feminicídio é fruto de raízes culturais e históricas. A base da violência está na assimetria entre os gêneros. Precisamos trabalhar isso nas escolas e mostrar que família ideal é aquela onde não há violência”, observou Andrea, que destacou ainda o grupo Refluxo de Gênero, voltado à reeducação de agressores, como modelo de prevenção eficaz.

Ministério Público e Defensoria reforçam alerta

A promotora Roberta Gabardo Fava, do Ministério Público, cobrou a implementação imediata do CRM. “Fizemos uma recomendação ao prefeito pedindo a implementação do CRM, e recebemos a resposta de que ele deverá ser implantado entre 2026 e 2029. Não podemos esperar. A cidade precisa de um espaço que acolha, oriente e não julgue”, afirmou Roberta.

A promotora também defendeu a presença de uma delegada titular na Deam. “É um trabalho muito peculiar, que exige sensibilidade. Ter uma mulher à frente faz diferença. E, quem sabe um dia, possamos ter também uma perícia feminina”, completou Roberta.

A defensora pública Deisi Sartori, responsável pela Defensoria Especializada em Atendimento à Mulher, enfatizou que o encerramento do CRM em 2019 agravou a vulnerabilidade das vítimas. “Há mais de seis anos não temos esse serviço bem estabelecido, e isso contribui para o agravamento da violência”, expressou Deise.

A advogada alertou para o risco de novas mortes se o município não agir com urgência. “O preço dessa demora será mais mortes. Precisamos de estrutura para o pós-crime, com mais peritos, um delegado titular na Deam e ampliação dos grupos reflexivos”, afirmou Deise.

Participação popular e mobilização social

A audiência também contou com forte presença da comunidade. A advogada Isadora Cunha, ex-presidente do Comdim, ressaltou a importância da autonomia financeira. “É bom ser representada por mulheres que lutam pela gente. Não estamos sozinhas”, afirmou Isadora.

Estudantes da rede estadual apresentaram experiências de educação emocional voltadas a meninos, e a ativista Caroline Figueiredo destacou o papel da sororidade. “Precisamos cuidar umas das outras”, disse. Já a líder comunitária Regina Domingues defendeu que o combate à violência esteja acima de ideologias. “Essa luta é de todas nós”, declarou Caroline.

Encaminhamentos finais

No encerramento, a deputada Fernanda Melchionna agradeceu a participação da comunidade e lamentou a ausência de representantes do Executivo municipal. “Houve um desmonte da política de proteção em 2019, com o fim do CRM. Reivindicamos a nomeação de uma delegada titular para a Deam e mais peritos no IGP. Precisamos das mulheres vivas, todas vivas!”, afirmou a parlamentar.

A deputada Maria do Rosário reforçou o compromisso da Comissão Externa em elaborar propostas de fortalecimento das políticas públicas. “Estamos tratando de um tema de vida ou morte. Sem uma rede articulada e sem a denúncia, é praticamente impossível proteger as mulheres”, destacou Maria.

A vereadora Luciana Martins encerrou o encontro com a entrega de um relatório sobre a rede de apoio de Novo Hamburgo à Comissão Externa da Câmara dos Deputados, que servirá de base para futuras ações conjuntas entre município, estado e União.

Foto: Daniele Souza/CMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/10/2025 0 Comentários 189 Visualizações
Cidades

Gramado promove ações do Outubro Rosa com foco no autocuidado e diagnóstico precoce

Por Jonathan da Silva 06/10/2025
Por Jonathan da Silva

Gramado realiza, ao longo de outubro, uma série de ações voltadas à saúde da mulher dentro da campanha Outubro Rosa, que incentiva o autocuidado e a prevenção dos cânceres de mama e colo do útero. A iniciativa, organizada pela Secretaria da Saúde do município, inclui atendimentos especiais, oficinas e palestras em diferentes unidades de saúde da cidade, com atividades que buscam ampliar o acesso a exames e orientações preventivas.

No sábado (4), as unidades de saúde da Floresta, Carniel e Várzea estiveram abertas para a realização de exames citopatológicos (CP), testes rápidos e avaliações multidimensionais da pessoa idosa, todos mediante agendamento prévio. Nessas unidades, também serão oferecidas agendas extras de CP durante todo o mês.

Na unidade do Centro, os atendimentos ocorrerão nos dias 4 e 18 de outubro, também aos sábados, mas com demanda espontânea, ou seja, sem necessidade de agendamento prévio.

Conversas e atendimentos especiais

As ações seguem no Pórtico, no dia 13 de outubro, às 8h, com a palestra “Prevenir é viver: um olhar para a saúde feminina”, conduzida pela médica Marjorie, em uma conversa voltada à conscientização sobre cuidados com o corpo e prevenção de doenças.

Já no bairro Jardim, no dia 14 de outubro, haverá atendimento exclusivo para mulheres, com equipe de enfermagem, clínico geral e odontologia, por livre demanda, além da ampliação das agendas de CP durante todo o mês.

Oficinas e atividades voltadas às mulheres

No dia 18 de outubro, a unidade do Moura também abrirá as portas com os mesmos serviços de CP, testes rápidos e avaliações da pessoa idosa mediante agendamento.

Na Várzea, além da programação regular, haverá uma oficina de autoexame das mamas, ministrada pela enfermeira Carla Rolão, como parte da ação de interiorização da campanha.

Encerrando o mês, no dia 29 de outubro, às 10h, a unidade da Várzea promove o Dia da Beleza voltado ao grupo de gestantes, com atividades de bem-estar e valorização da autoestima.

Atendimento contínuo

Durante todo o mês de outubro, a Unidade Básica de Saúde do Piratini manterá agendas extras de exames citopatológicos, reforçando o compromisso da Secretaria da Saúde em ampliar o acesso das mulheres aos exames de rotina e à informação sobre prevenção.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
06/10/2025 0 Comentários 186 Visualizações
Política

Mulheres Progressistas debatem protagonismo em encontro estadual em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 06/10/2025
Por Jonathan da Silva

O Encontro Estadual das Mulheres Progressistas reuniu cerca de 550 lideranças femininas de mais de 90 municípios do Rio Grande do Sul na noite da quarta-feira (1º) em Porto Alegre. Organizado pela deputada estadual Silvana Covatti (PP), presidente do movimento no estado, o evento teve como foco a ampliação da participação feminina na política e a consolidação de novas lideranças dentro do partido Progressistas.

Durante a solenidade, mais de 40 novas filiações ao Progressistas foram registradas. Entre elas, a da vereadora Nicole Weber, de Santa Cruz do Sul, que anunciou sua entrada na legenda com o objetivo de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. O encontro contou também com a presença da presidente nacional das Mulheres Progressistas, Iracema Portella, que destacou o trabalho desenvolvido no Rio Grande do Sul. “O trabalho das mulheres progressistas é referência e inspiração para todas nós em todos os estados, pela mobilização, pela capacidade de gestão e pelo protagonismo das nossas representantes”, afirmou Iracema.

Candidatura e avanços no estado

Um dos destaques do evento foi o anúncio do reforço da pré-candidatura de Silvana Covatti a deputada federal em 2026, movimento que simboliza, segundo ela, o fortalecimento do protagonismo feminino dentro do partido. “Esses resultados mostram que estamos no caminho certo. O Progressistas tem dado voz e espaço às mulheres, e juntas estamos construindo um partido mais forte, comprometido com a gestão responsável e o desenvolvimento do nosso estado”, destacou a parlamentar.

Crescimento da representação feminina

O Rio Grande do Sul é atualmente o estado com o maior número de mulheres eleitas pelo Progressistas em todo o país. Nas eleições municipais de 2024, foram eleitas 15 prefeitas, 28 vice-prefeitas e 294 vereadoras. Os dados representam um crescimento de 100% no total de prefeitas e vices, além de um aumento de 20% nas bancadas femininas dos legislativos municipais.

Foto: Roberto Soso/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2025 0 Comentários 243 Visualizações
Cidades

Campo Bom participa da Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres em Brasília

Por Jonathan da Silva 03/10/2025
Por Jonathan da Silva

A vice-prefeita de Campo Bom, Gênifer Engers, acompanhada da diretora do Ceu das Artes – Werner Ricardo Bohrer, Anita Schneider, participou entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM), em Brasília. O encontro, promovido pelo Ministério das Mulheres e pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, reuniu mais de 4 mil participantes de todo o país para debater e formular propostas voltadas às políticas públicas para mulheres.

Além das representantes do executivo municipal, também integraram a delegação de Campo Bom as delegadas eleitas nas etapas municipal e estadual da conferência, Eliane Valansuelo e Ana Pereira Terra. De acordo com a gestão campo-bonense, a participação ampliou o protagonismo da cidade no debate nacional sobre igualdade de gênero.

Tema e objetivos

Realizada sob o tema “Mais Democracia, Mais Igualdade, Mais Conquistas para Todas”, a 5ª CNPM buscou promover a escuta ativa, a troca de experiências e a construção coletiva de propostas que reforcem direitos e ampliem a participação das mulheres na sociedade.

Avaliação da participação

De acordo com a vice-prefeita Gênifer Engers, a experiência trouxe aprendizados que poderão ser aplicados em Campo Bom. “A Conferência foi um espaço de muito diálogo e construção coletiva. Voltamos com novas ideias e propostas que podem ser adaptadas à realidade de Campo Bom, sempre com o objetivo de ampliar direitos e promover mais igualdade para todas as mulheres”, afirmou Gênifer.

Foto: PMCB/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2025 0 Comentários 175 Visualizações
Variedades

CDL Mulher promove Conexões de Valor 2 em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 26/09/2025
Por Jonathan da Silva

A CDL Mulher realizará no dia 27 de outubro o evento Conexões de Valor 2, que reunirá empresárias, líderes e profissionais no Espaço Sicredi do Câmpus II da Universidade Feevale, em Novo Hamburgo. A programação terá início às 18h30min com recepção e coffee, seguida pela abertura oficial às 19h15min, com a proposta de promover networking e troca de experiências sobre empreendedorismo e liderança feminina.

O encontro contará com as painelistas Raquel Tomm, Raquel da Cruz e Joice Koelzer, mediadas por Cris Casagrande. O debate abordará temas ligados a oportunidades de negócios e fortalecimento da presença feminina no mercado.

Ingressos e acesso

A participação pode ser garantida mediante a doação de 1 kg de alimento para associadas da CDL Mulher ou pelo valor de R$ 50 para não sócias. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (51) 3582-3535.

Patrocínios e parcerias

O Conexões de Valor 2 conta com o patrocínio de Sicredi Pioneira, Regabi e Regabi Casas, Ralú Modas, Eternity e H Maria, além do apoio da Ana Derme. As parcerias reforçam a viabilização da iniciativa e sua contribuição para o fortalecimento do empreendedorismo feminino na região.

Foto: Stephany Foscarini/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2025 0 Comentários 232 Visualizações
Cidades

Brigada Militar gaúcha apresenta inovações na Patrulha Maria da Penha

Por Jonathan da Silva 25/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Brigada Militar do Rio Grande do Sul realizou o VI Seminário e Encontro Técnico das Patrulhas Maria da Penha, nesta quarta-feira (24), em Porto Alegre, ocasião em que reuniu equipes de todo o estado para debater práticas de enfrentamento à violência doméstica e familiar e apresentar novos processos de inovação implantados em 2025. O evento teve como tema “Ações que Salvam Vidas” e contou com painéis, depoimentos de vítimas e a presença de autoridades ligadas à rede de proteção.

Segundo o coordenador estadual das Patrulhas Maria da Penha da Brigada Militar, tenente-coronel Márcio Luiz da Costa Limeira, mais de 12 mil mulheres são acompanhadas atualmente pelo programa. “Este seminário representa um marco de valorização, de fortalecimento e de inspiração. Hoje, mais de 12 mil mulheres no Rio Grande do Sul são acompanhadas pelo programa, o que reafirma o compromisso inabalável da Brigada Militar com a proteção da vida e a promoção da justiça”, destacou Limeira. Criada em 2012, a Patrulha Maria da Penha é considerada referência nacional no acompanhamento de medidas protetivas.

Novas tecnologias e integração

Entre as inovações apresentadas pela Brigada Militar em 2025 estão um novo sistema de controle e acompanhamento de vítimas e visitas, a integração com o sistema eletrônico do Judiciário (Eproc), um projeto piloto com o programa RS Seguro utilizando algoritmo preditivo para identificar riscos no registro de ocorrências e a ampliação da atuação para medidas previstas na Lei Henry Borel, voltadas à proteção de crianças e adolescentes. “Mais do que relatórios ou certidões, a atuação da Patrulha Maria da Penha é percebida na vida das vítimas, na diminuição do medo e na garantia de segurança. É um programa que salva vidas”, destacou o tenente-coronel Costa Limeira.

Debates e depoimentos

Ao longo do dia, 14 painelistas conduziram discussões sobre cooperação entre órgãos, cuidado com policiais militares que atuam no programa, inovação e o impacto da palavra no atendimento às vítimas. O seminário também abriu espaço para depoimentos de mulheres acompanhadas pela Patrulha Maria da Penha, evidenciando o impacto direto da iniciativa na vida das famílias.

Autoridades presentes

Entre os participantes estiveram a desembargadora do Tribunal de Justiça Militar, Maria Emília Moura da Silva; a presidente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, comandante Nádia Gerhard (PP); a juíza-corregedora do Tribunal de Justiça do RS, Taís Culau de Barros; a promotora de Justiça do Ministério Público do RS, Ivana Battaglin; a defensora pública Paula Britto Granetto; além de oficiais da Brigada Militar e representantes de instituições de ensino.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2025 0 Comentários 188 Visualizações
Variedades

Ibef-RS realiza convenção feminina em Gramado

Por Jonathan da Silva 24/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Rio Grande do Sul (Ibef-RS) promove a 2ª edição da Convenção do Ibef Mulher nos dias 26 e 27 de setembro, no Bavária Sport Hotel, em Gramado. O encontro reunirá executivas, especialistas e lideranças de diferentes áreas para debater temas ligados à carreira, liderança e comportamento financeiro feminino, com o objetivo de fomentar aprendizado, troca de experiências e conexões no ambiente corporativo.

A agenda contará com painéis e palestras conduzidos por lideranças do mercado. Entre as participantes estão a CFO e conselheira de administração da Piccadilly, Ana Paula Grings; a diretora médica do Kurotel, Dra. Mariela Silveira; a sócia e cofundadora da MoneyMind e especialista em comportamento financeiro, Fabiana Mendonça Machado; a educadora financeira, Patríciah Froner; e a empreendedora social gaúcha, Maria Helena Johannpeter.

Moderação e propósito

A vice-presidente do Ibef-RS e líder do Ibef Mulher, Elisabete Griebeler, será a responsável pela moderação do evento. “Esta convenção é um espaço para inspirar e fortalecer mulheres no universo corporativo e financeiro, promovendo reflexões, conexões e aprendizados que possam transformar trajetórias profissionais e pessoais”, afirmou Elisabete.

Serviço

  • O quê: Convenção Ibef Mulher – 2ª edição
  • Quando: 26 e 27 de setembro
  • Onde: Bavária Sport Hotel, em Gramado
  • Mais detalhes e inscrições: linktree do IBEF-RS
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 1 Comentário 217 Visualizações
Variedades

CRPO-VRS debate violência doméstica e saúde mental durante seminário em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 12/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Comando Regional de Polícia Ostensiva Vale do Rio dos Sinos (CRPO-VRS) realizou o seminário “Vidas em Foco: reflexos da saúde mental no âmbito da violência doméstica” na tarde desta quarta-feira (10), no auditório da Unitec da Unisinos, em São Leopoldo. O evento reuniu especialistas em saúde, segurança pública, psicologia e direito para discutir os impactos da violência doméstica e ampliar as perspectivas sobre o tema.

A programação contou com painéis que abordaram empreendedorismo e autonomia feminina, educação e legislação na prevenção da violência, além de reflexões sobre saúde mental associada à violência doméstica. O auditório esteve lotado por autoridades e representantes de órgãos ligados ao enfrentamento da violência, como secretarias municipais, Ministério Público, Poder Judiciário, OAB, Polícia Civil e Guardas Municipais, além do efetivo da Brigada Militar.

Autoridades presentes

Entre os participantes estavam a presidente da Câmara de Vereadores de São Leopoldo, Iara Cardoso (PDT), a deputada estadual Eliana Bayer (Republicanos), o prefeito de Portão, Kiko Hoff (PP), o comandante do CRPO-VRS, coronel Luís Felipe Neves Moreira, e o diretor do Departamento de Saúde da Brigada Militar, coronel Régis Reche.

Compromisso da Brigada Militar

Durante sua fala, o comandante do CRPO-VRS, coronel Neves, destacou a importância do seminário. “Esta iniciativa demonstra o quanto nossa instituição está preocupada e atenta ao assunto, até porque, somos nós, brigadianos, que atendemos essa mulher vítima de violência lá na ponta, no começo de tudo. Que cada palavra dita aqui hoje se transforme em atitude. Que possamos levar para nossas casas, instituições e comunidades a certeza de que é possível prevenir e cuidar. O enfrentamento da violência doméstica não termina com este seminário. Pelo contrário, ele se fortalece a partir daqui, com cada um de nós como agentes de mudança”, afirmou Neves.

Apoio ao evento

A Brigada Militar agradeceu os colaboradores que contribuíram para a realização da atividade, entre eles Unisinos, Saúde PAS Medicina e Odonto, Troian Móveis, DLC Móveis e Decor, Ponto Econômico, Liana Atacado e Sinos Garden Paisagismo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/09/2025 0 Comentários 193 Visualizações
Cidades

Casa Vitória reforça apoio a mulheres vítimas de violência em Canela

Por Jonathan da Silva 05/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Canela está destacando, neste Setembro Amarelo, o trabalho da Casa Vitória, espaço de acolhimento que atua na prevenção do suicídio e na recuperação da saúde mental de mulheres vítimas de violência doméstica. Desde sua criação, em setembro de 2021, até agosto deste ano, o local já realizou mais de 1.065 atendimentos, além de 79 abrigamentos, que envolveram também 61 crianças.

De acordo com o estudo “Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Públicos e Privados”, da Fundação Perseu e do Sesc, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma em cada cinco mulheres já sofreu algum tipo de violência cometida por homens, que são responsáveis por mais de 80% dos casos reportados no Brasil. Esses episódios não deixam apenas marcas físicas, mas são fatores de risco para depressão, ansiedade e ideação suicida.

A psicóloga da Casa Vitória, Denize Kochi, explica que grande parte das vítimas atendidas têm entre 18 e 22 anos e muitas chegam extremamente fragilizadas. “Ao chegar para o primeiro atendimento, essas jovens estão extremamente fragilizadas, muitas vezes sem conhecer sua própria identidade. Nosso trabalho é ajudá-las a ressignificar suas histórias e resgatar a esperança de viver”, afirmou Denize.

A psicóloga acrescenta que todas as formas de violência — física, psicológica, patrimonial, sexual e moral — afetam o psicológico das mulheres. Por isso, o acompanhamento contínuo é essencial. “Conforme ela nos conta sua história, buscamos mostrar o quanto ela já foi corajosa ao sobreviver à violência. Trabalhamos para que volte a sonhar e a acreditar que pode ter uma vida mais feliz e digna”, destacou Denize.

Como funciona o atendimento

O acesso à Casa Vitória pode ocorrer por encaminhamento do Judiciário, de serviços de saúde, assistência ou educação, ou de forma espontânea. No primeiro contato, a assistente social avalia as necessidades da vítima, como moradia temporária, proteção aos filhos ou solicitação de benefícios. Após essa etapa, começam os atendimentos psicológicos, voltados ao resgate de projetos de vida, incentivo ao autocuidado e fortalecimento da autoestima.

O espaço, estruturado em formato de residência, oferece um ambiente acolhedor para que as mulheres tenham condições de reconstruir suas vidas. Além da escuta especializada, é também um local de abrigo temporário até que seja possível retomar a rotina com segurança.

Rede de apoio em Canela

Em Canela, a rede pública de saúde e assistência oferece suporte às mulheres em situação de violência. As Unidades Básicas de Saúde (UBS), o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e a própria Casa Vitória são portas de entrada para o atendimento, além do apoio nacional disponibilizado pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo telefone 188.

Foto: Adriana Rabassa/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2025 0 Comentários 240 Visualizações
Variedades

Entre Elas reúne empreendedoras em Sapiranga destacando a trajetória de Fernanda Pagel

Por Jonathan da Silva 21/08/2025
Por Jonathan da Silva

A 8ª edição do Entre Elas, promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga por meio da CDL Mulher, reuniu mulheres empreendedoras na manhã desta quinta-feira (21), na sede da entidade, para compartilhar experiências e fortalecer o empreendedorismo feminino. O encontro teve como convidada a farmacêutica-bioquímica e diretora do Laboratório Pagel, Fernanda Pagel, que relatou sua trajetória profissional e os desafios da sucessão familiar no negócio fundado pelos pais.

Durante o encontro, Fernanda relembrou sua experiência em diferentes áreas, incluindo a passagem como tenente farmacêutica do Exército, até assumir a direção do laboratório. A empresária destacou a importância de estar aberta às oportunidades que surgem no percurso. “Acredito que as oportunidades estão sempre à nossa volta. Muitas vezes pensamos que é apenas sorte, mas acredito que elas aparecem para todos — a diferença está em aceitar ou não esses caminhos”, afirmou Fernanda.

Desafios na sucessão familiar

Ao falar sobre a continuidade do negócio iniciado pelos pais, os farmacêuticos-bioquímicos Sergio Luiz Pagel e Silvia Wolf, Fernanda destacou as dificuldades para imprimir sua identidade em uma empresa marcada pela gestão do pai. “Meu pai controlava o laboratório em todas as etapas e não queria que o negócio crescesse demais, talvez por medo de perder a identidade. O jeito intenso com que trabalhava também o impedia de ter tempo para outras coisas. E dar a minha cara para o laboratório que tinha a cara do meu pai foi um grande desafio”, destacou a empresária.

Fundado em 1977, o Laboratório Pagel tornou-se referência em análises clínicas na região. Após o falecimento de Sergio Pagel, em 2003, os filhos Francisco e Fernanda assumiram a direção, dando continuidade ao trabalho iniciado pelos pais.

Encontro também teve caráter social

Além de promover a troca de experiências entre empreendedoras, o evento destinou toda a renda arrecadada nesta edição à Liga de Combate ao Câncer, reforçando a dimensão social da iniciativa.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2025 1 Comentário 251 Visualizações
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