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Business

Momento do Empreendedor: O choque de realidade da Reforma Tributária

Por Marina Klein Telles 08/12/2023
Por Marina Klein Telles

A simplificação do processo tributário, que viria por um único imposto – o IVA – caiu por terra, pois os cinco impostos atuais darão lugar a outros cinco. Se hoje as empresas têm que contribuir com PIS, Cofins e IPI (competência federal) e ICMS e ISS, de competências estadual e municipal, com a nova proposta passariam a pagar o Novo IBS – imposto a ser cobrado no local de consumo dos bens e serviços, com desconto do tributo pago em fases anteriores da produção; o Imposto dual – o IBS terá uma parcela gerida pela União e outra por estados e municípios; o Imposto seletivo – que será uma espécie de sobretaxa sobre produtos e serviços que prejudiquem a saúde ou o meio ambiente; a Alíquotas do IBS – haverá uma alíquota padrão e outra diferenciada para atender setores como o da saúde. Isso porque esses setores não têm muitas etapas, como a indústria.

“Minha mensagem é realista e por isso, tende a ser negativa para o futuro”. A frase é do vice-presidente Jurídico da Federasul, Milton Terra Machado, palestrante do Momento do Empreendedor promovido pela Acist-SL na quinta-feira, 7 de dezembro. Ele refere-se às mudanças propostas pela Reforma Tributária. “As promessas contidas no projeto inicial tendem a não se concretizar”, lamentou, explicando que os pilares que sustentam o projeto não acompanham as diretrizes para um modelo realmente eficiente.

Haverá também o regime de Exceções, pelo qual a Zona Franca de Manaus e o Simples manteriam as regras atuais. E alguns setores teriam regimes fiscais específicos: operações com bens imóveis, serviços financeiros, seguros, cooperativas, combustíveis e lubrificantes. Também haverá a Alíquota zero de CBS (Cesta básica nacional, medicamentos para doenças graves, serviços de ensino superior (Prouni) e a Alíquota zero de IBS e CBS, para pessoas físicas que desempenhem atividades agropecuárias, pesqueiras, florestais e extrativistas vegetais in natura. Já no caso de produtor rural pessoa física, a isenção de IBS e CBS vale para quem tem receita anual de até R$ 2 milhões.

A não cumulatividade plena – prevista na Reforma, pela qual seria garantido ao contribuinte o creditamento do tributo sobre todas as aquisições de bens, materiais ou imateriais, inclusive direitos, e serviços – não está garantida porque depende de leis complementares que ainda estão em discussão.

“Infelizmente, uma das grandes expectativas da Reforma Tributária, que seria acabar com a guerra fiscal entre Estados e Municípios, tende a piorar”, observa Machado, que também é especialista em Direito Tributário. A arrecadação do ICMS é uma das mais importantes para os Estados e, com a implementação da RT, a alíquota do imposto estará contida no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) , que também conterá as arrecadações do Imposto Sobre Serviços (ISS).

Diante desse cenário, ele explica que na intenção de manter suas arrecadações, alguns Estados, como o Rio Grande do Sul, buscam elevar suas alíquotas, o que vai gerar um grande impacto nas relações de consumo, pois eleva o valor das mercadorias e gera competição nos Estados. O Estado gaúcho, por exemplo, quer elevar para 19% a alíquota do ICMS. Atualmente, é de 17%. Os municípios, por sua vez, também poderão definir os seus próprios impostos. “São as alíquotas subnacionais, que podem acelerar as diferenças dos impostos que já existem entre as cidades”.

Machado sintetiza que o importante agora é a sociedade acompanhar as leis complementares. São elas quem vão definir as alíquotas. “Muitos estragos já estão feitos, como o aumento dos impostos para o amplo setor de serviços, que terá uma elevação brutal na sua estrutura de custos”, lamentou.

O presidente da Acist-SL, Felipe Feldmann, avaliou que este tema precisa ser amplamente debatido pela sociedade e convoca o setor produtivo a participar da manifestação em frente a Assembleia Legislativa no próximo dia 19, data da votação do Projeto de Lei em que o Governo Estadual propõe um o aumento do ICMS. “Este impacto será uma pá de cal no crescimento econômico do Estado”, disse.

Esta foi a última edição de 2023 do Momento do Empreendedor, que contou com o patrocínio da Sicredi Pioneira, Stihl, SKA, Unimed, Datwyler Brasil, Frontec e Sinodal. O apoio foi do Sebrae.

Foto: Diego da Rosa/divulgação | Fonte: Assessoria
08/12/2023 0 Comentários 540 Visualizações
Business

A taxa de juros não fará tudo sozinha

Por Marcel Vogt 22/06/2023
Por Marcel Vogt

A opinião é do gerente de Investimentos da Sicredi Pioneira, Arthur Müller Fiedler, palestrante do Momento do Empreendedor realizado nesta quarta-feira, 21, pela ACIST-SL. Convidado para falar sobre o cenário econômico e as oportunidades de investimento diante da perspectiva de queda de juros, ele ponderou que “o pior já passou” e que há outras medidas, além da redução da taxa de juros, que tanto o Governo como as lideranças empresariais precisam adotar para o Brasil impulsionar seu desenvolvimento econômico e social. “O Banco Central está fazendo o seu papel técnico. Fez a lição de casa e agiu com mais antecedência em relação aos outros bancos internacionais. Agora, espera-se uma redução gradual, que pode chegar, ao final deste ano, em uma taxa Selic de 13%”, disse. Em maio, a taxa ficou em 13,75%

Fiedler apontou que os juros nacionais estão atrelados a fatores externos, como a alta das taxas praticadas nos Estados Unidos e Europa; pelo conflito entre Ucrânia e Rússia; pelo fator China, cuja economia não cresceu na velocidade esperada; e na recessão global, a qual não se sabe se será prolongada ou curta ou profunda ou rasa. “As questões geopolíticas impactam diretamente a nossa economia, mas não temos como influenciar os seus resultados. O que cabe ao Brasil é tomar seu lugar de destaque entre os BRICs, implantando as medidas necessárias para isto”.

Na sua avaliação, o Governo precisa utilizar o primeiro ano da nova gestão para acelerar a reforma tributária, assim como apontar o arcabouço fiscal. A desoneração do processo produtivo, ressalta Fiedler, é essencial para que a Indústria, por exemplo, retome as atividades. É este setor que mais foi afetado pela alta dos juros, principalmente no segmento de bens duráveis. “Se a reforma tributária realmente ocorrer e for ampla, o Brasil poderá elevar o PIB em 5% nos próximos cinco anos”, estima. A adoção do IVA, modelo europeu para a simplificação dos tributos, seria outra medida importante.

Avaliando a economia brasileira por segmentos, Fiedler demonstrou que, no varejo, itens que dependem de renda (calçados, confecções), mantiveram o consumo estável. Porém, os que dependem de crédito tiveram forte impacto negativo, como materiais para construção, veículos, móveis e eletrodomésticos.

Nos Serviços, segmentos muito atingidos pela pandemia, como o Turismo, estão em crescimento, o que gera muitas oportunidades para o Rio Grande do Sul, devido à diversificação e às regiões privilegiadas.

Já o Agronegócio, conforme o economista, terá um destaque positivo, com um PIB de 7,4% em 2023, causado pelo bom desempenho da soja, cuja safra cresceu 22% e do milho, que ficou em 16%.

As lideranças empresariais locais, por outro lado, segundo Fiedler, podem articular-se para enfrentar os desafios nas áreas de infraestrutura, segurança pública e desenvolvimento. “O desenvolvimento econômico é uma consequência de diversos fatores. A taxa de juros é apenas um deles”.

O presidente da ACIST-SL, Felipe Feldmann, destacou que os dados apresentados são de muita importância para a tomada de decisões. “O Banco Central adotou o remédio amargo, mas necessário para o controle inflacionário. Sabemos que se espera um período de recessão, cujo tempo e tamanho ainda não foram estabelecidos”, aponta. Na região, o impacto já vem sendo sentido pela redução nos empregos do setor da Construção Civil e na Indústria.

Crédito mais barato

Segundo Fiedler, há muitas opções no mercado financeiro para a obtenção de crédito mais barato, assim como para aplicações. Como exemplo, apresentou as opções da Sicredi Pioneira para curtíssimo, curto, médio e longo prazo. “Nosso sistema cooperativado é reconhecido pelos inúmeros benefícios, como taxas de serviços mais baixos e carteira de ofertas de aplicações para investidores dos diversos perfis.

O Momento do Empreendedor contou com o patrocínio do Momento do Empreendedor é da Sicredi Pioneira, Stihl, SKA, Unimed, Datwyler do Brasil Ltda, Frontec e Colégio Sinodal. O apoio é do Sebrae.

Foto: Diego da Rosa Fotografias/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2023 0 Comentários 403 Visualizações

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