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moinhos de vento

Saúde

Medo da Covid-19 provoca queda em diagnósticos de câncer e atrasa tratamento

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

As projeções vêm da Europa, mas podem se repetir aqui no Brasil. Na Inglaterra, existe uma estimativa de que o número de mortes de pacientes com novos diagnósticos de câncer aumentem em até 20% nos próximos 12 meses. São mais de seis mil pacientes. A causa é o medo que leva a atrasos na procura por exames de diagnóstico e também no abandono dos tratamentos em andamento.

Para chegar nessas estimativas, um estudo da University College London analisou dados de oito hospitais e detectou redução de 76% nos encaminhamentos urgentes de pessoas com suspeita de câncer e diminuição de 60% nos agendamentos de quimioterapia. Por aqui, a baixa procura por consultas e exames de diagnóstico repete o cenário preocupante.

No Hospital Moinhos de Vento, a situação mais crítica é a percebida no Serviço de Mastologia. A queda chega a 80% em exames de diagnóstico e em cirurgias para retirada de tumores. “O medo do novo coronavírus pode aumentar as taxas de mortalidade por câncer. As pessoas que não estão fazendo os exames de rastreamento podem descobrir um tumor quando as chances de tratamento e cura são menores. Além disso, no sistema público, podemos ter um colapso pela alta demanda de pacientes oncológicos com diagnóstico tardio e, com isso, mais dificuldade para tratá-los”, explica a chefe do Serviço de Mastologia da instituição, Maira Caleffi. “Estamos trabalhando sob todos os cuidados e as pacientes estão sendo operadas em prazos rápidos e em áreas muito seguras”, completa.

Epidemia de câncer

Os procedimentos de biópsia para identificação de tumores tiveram queda de até 50% de março a junho deste ano em comparação com 2019, os quatro meses seguintes à confirmação do primeiro caso de Covid-19 no estado. A diminuição do movimento no Centro de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento também chama a atenção. O número de novos pacientes iniciando tratamentos com radioterapia foi 20% menor no período. A média diária de sessões chegou a reduzir pela metade em alguns momentos.

O chefe do Serviço de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento, Sérgio Roithmann, alerta para o risco de uma “epidemia” de câncer em estágios mais avançados, no futuro. “Evoluímos muito na última década com novas tecnologias que nos permitem tratar o câncer de forma mais eficaz e menos dolorosa. Temos cirurgia conservadora, robótica, radioterapia de precisão, drogas alvo, imunoterapia e as possibilidades de cura com menos sequelas. Mas o diagnóstico precoce é o que salva vidas de dois em cada três casos. O efeito dessa redução dos diagnósticos e dos atraso no início e até interrupção dos tratamentos pode fazer com que as chances de sucesso das terapias sejam limitadas”, ressalta.

Ambiente mais seguro e fluxos individualizados

A oncologista Daniela Rosa destaca que o receio dos pacientes que deixaram de procurar os hospitais demonstra falta de informação. “Os protocolos e rotinas adotados devido ao risco de contaminação tornou algumas áreas ainda mais seguras. A instituição possui fluxo individualizado para atender pacientes com sintomas respiratórios para prevenir infecções de pessoas com outros problemas de saúde. Com a suspensão de procedimentos eletivos e medidas que limitam a circulação, está até mais fácil e mais rápido realizar qualquer exame e consulta”, pontua a médica do Serviço de Oncologia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 563 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento promove evento científico no Dia Nacional de Alerta da Insuficiência Cardíaca

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A insuficiência cardíaca é uma doença crônica, que registra cerca de 200 mil novos casos ao ano no Brasil e atinge principalmente os idosos. É a terceira principal causa de internações pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e a Sociedade Brasileira de Cardiologia estima que 2% da população brasileira tenha a patologia. Mas o problema, que ocorre quando o músculo do coração começa a ficar fraco, provocando fadiga e impossibilitando a execução de tarefas simples do dia a dia, tem tratamento e formas de controle.

Os avanços nas terapias são o tema de um evento online promovido pelo Hospital Moinhos de Vento no Dia Nacional de Combate à Insuficiência Cardíaca, esta quinta-feira (9). Os cardiologistas Luís Eduardo Rohde, Andreia Biolo, Marciane Rover e Eduardo Dytz apresentarão tratamentos com as mais recentes medicações e formas de controlar o problema. O evento científico é coordenado pelo médico do Serviço de Cardiologia da instituição, Luís Beck da Silva Neto. O conteúdo é direcionado a médicos, especialmente das áreas de Medicina Interna, Geriatria, Terapia Intensiva, Cardiologia e Nefrologia, e outro profissionais da saúde. Começa às 19h e as inscrições, gratuitas, podem ser feitas no site do hospital.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2020 0 Comentários 731 Visualizações
Variedades

Ministro da Cidadania é convidado do Hospital Moinhos para a próxima edição da live Moinhos Talks

Por Gabrielle Pacheco 30/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e o deputado federal Pedro Westphalen são os convidados da próxima edição da live Moinhos Talks, que irá abordar os “Caminhos políticos para a superação”. Eles irão trocar ideias com o superintendente executivo do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, e a jornalista e sócia-diretora da Critério, Soraia Hanna. Em pauta, os desafios e soluções sobre como o poder público, lideranças políticas e as instituições devem somar esforços e buscar o equilíbrio para enfrentar os efeitos das crises sanitária e econômica provocadas pela pandemia de Covid-19.

O evento online será nesta quarta-feira (1º), às 17h30. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da instituição.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2020 0 Comentários 522 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos doa 1,5 mil doses de vacinas contra a gripe para comunidades em vulnerabilidade social

Por Gabrielle Pacheco 26/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Hospital Moinhos de Vento (HMV) começou a imunizar 1,5 mil moradores de comunidades em vulnerabilidade social de Porto Alegre. As doses de vacina trivalente da gripe foram doadas pelo Núcleo de Vacinas da Unidade Iguatemi. A primeira comunidade beneficiada foi do bairro Rubem Berta. Esta quinta-feira, 25, cerca de 100 pessoas foram vacinadas no turno da manhã no posto montado na Instituição Eugênia Conte.

Moradora do bairro Rubem Berta, Iolanda de Souza foi avisada pela nora que a vacinação aconteceria na instituição. Ela aproveitou a oportunidade para se imunizar. “Eu sou cuidadora de uma pessoa de 91 anos, por isso preciso estar sempre atenta a essas coisas”, conta.

A dona de casa Nadia Batista Callegari ainda não tinha vacinado a família e aproveitou a oportunidade. “Meu filho é autista e tenho mais uma bebê. Com essa ação, a gente conseguiu imunizar todos em casa”, enfatiza.

Para evitar aglomerações, fichas foram distribuídas previamente para os moradores cadastrados na entidade comunitária do Rubem Berta. As pessoas foram orientadas a usar máscaras e manter, no mínimo, dois metros de distância. Os alunos da Escola Técnica do Hospital Moinhos de Vento, que aplicaram as vacinas, utilizaram os kits de EPIs com avental, máscara e protetor facial. “Para nós, é muito importante fazer parte dessa campanha e colocar em prática tudo que foi aprendido no curso”, declara a aluna da formação em Técnico em Enfermagem Jesselli Brum.

De acordo com o Superintendente de Educação, Pesquisa e Responsabilidade Social, Luciano Hammes, a campanha de imunização tem o objetivo de proteger pessoas em condições mais vulneráveis. “Vacinar contra a Influenza ajuda muito, principalmente por eliminar a possibilidade de gripe se o paciente apresentar aqueles sintomas que são parecidos com os da Covid-19”, explica.

Responsabilidade social além dos tempos de pandemia

A Superintendente de Operações e Governo, Tanira Torelly Pinto explica que as duas comunidades beneficiadas são monitoradas pelo Hospital Moinhos de Vento. “Temos diversas ações de responsabilidade social em regiões vulneráveis de Porto Alegre e vamos adequando essas iniciativas às necessidades das famílias. Num momento de pandemia, precisamos fazer alguma coisa para reduzir os riscos que essas pessoas estão correndo. É a missão do Hospital Moinhos de Vento: cuidar de vidas”, pontua Tanira.

Segundo o Superintendente Administrativo da instituição, Evandro Moraes, no caso das vacinas, ao fechar a compra das doses para a Unidade Iguatemi, a negociação com o laboratório estabeleceu que uma parte seria direcionada às ações em comunidades vulneráveis. “Em todas as relações que envolvam nossos parceiros comerciais, a gente vem estimulando isso. Tivemos a doação de vacinas agora, há dois meses entregamos a diversas instituições protetores faciais feitos pela InBetta com o nosso resíduo plástico reciclado, entre outras. Bons negócios estão vinculados à responsabilidade socioambiental. Uma instituição só é grande e perene se faz a diferença para a sua comunidade”, destaca Moraes.

A diretora da Instituição Eugênia Conte, Juliana Gavioli, afirma que a parceria com o Hospital Moinhos reforça as ações de conscientização que vêm sendo feitas pela entidade. “Desde o início da pandemia de Covid-19, a gente explica a importância de lavar as mãos, de ficar em casa, de manter distância de outras pessoas na rua e de usar da máscara. E a vacinação contra a gripe reforça ainda mais a necessidade de prevenção e os cuidados com a saúde”, ressalta. A instituição promove doações de roupas e cobertores, voltadas à comunidade escolar.

Vacina contra a gripe

A vacina trivalente da gripe pode ser aplicada a partir dos seis meses de idade e protege contra três tipos de Influenza – dois tipos da Influenza A (H1N1 e o H3N2) e um vírus da Influenza B. Essa vacina não imuniza contra a Covid-19, mas é uma forma eficaz de prevenção contra os vírus da gripe.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2020 0 Comentários 532 Visualizações
Saúde

Moinhos de Vento promove evento científico para especialistas em fertilidade e reprodução assistida

Por Gabrielle Pacheco 15/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

om foco em dois tipos de pacientes – mulheres com câncer que desejam ter filhos ou aquelas que decidiram adiar os planos de engravidar – a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia atualizou as orientações sobre preservação da fertilidade feminina. Este novo guideline será apresentado e debatido em evento científico promovido pelo Hospital Moinhos de Vento nesta quarta-feira (17). O seminário será realizado em plataforma online, a partir das 19h.

O chefe do Serviço de Fertilidade e Reprodução Assistida do Hospital Moinhos de Vento, Eduardo Pandolfi Passos, e a coordenadora do Centro de Fertilidade da instituição, Isabel de Almeida, irão apresentar as propostas técnicas disponíveis para preservar materiais biológicos, como óvulos e tecidos, e os protocolos de atendimento para pacientes oncológicas em idade reprodutiva, com o objetivo de garantir a fertilidade no futuro. O assunto será debatido pelo chefe do Serviço de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento, Sergio Roithmann, a chefe do Serviço de Mastologia do Hospital Moinhos de Vento, Maira Caleffi, e a psicóloga do Centro de Fertilidade, Marcela Aldigueri Goulart. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do hospital.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2020 0 Comentários 543 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento oferece tratamento para Covid-19 com plasma de pacientes curados

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma das terapias para a Covid-19 que vem ganhando destaque é a utilização de plasma sanguíneo convalescente de pessoas recuperadas. A alternativa tem como princípio a imunização passiva – ou seja, espera-se que os anticorpos produzidos por alguém que já foi infectado pelo vírus e que estão presentes na parte líquida do sangue forneçam imunidade a pacientes com a doença. O tratamento vem sendo pesquisado e utilizado nos principais polos científicos, e está disponível no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

O chefe do Serviço de Infectologia do Hospital Moinhos de Vento, Alexandre Zavascki, destaca que é uma terapia experimental. Com segurança, ela vem sendo avaliada em pesquisas clínicas, com resultados possivelmente benéficos e promissores. O tratamento já foi utilizado em epidemias de Ebola e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – sendo essa última também provocada por um tipo de coronavírus.

“O plasma utilizado nessa terapia é de pessoas curadas que passam por critérios para comprovar a eliminação total da infecção. Ou seja, eles não possuem o vírus, mas o componente líquido com as proteínas do sangue contém anticorpos contra o novo coronavírus. Então é realizada uma espécie de transfusão para a coleta desse material, que será utilizado em um paciente em tratamento”, explica o infectologista.

O método com plasma de recuperados é utilizado a partir de critérios como a confirmação do diagnóstico, o nível de oxigênio no sangue e o tempo de evolução da doença. Zavascki pondera que cada caso possui indicações terapêuticas específicas que são discutidas com o paciente e familiares, pois não há um tratamento padrão com comprovação científica para a Covid-19. No Hospital Moinhos de Vento, o Serviço de Infectologia elaborou um protocolo com base nas evidências dos benefícios da terapia.

O chefe do Serviço de Pneumologia, Marcelo Basso Gazzana, ressalta que pesquisas já indicam uma relação do tratamento com plasma e a eliminação mais rápida do vírus do organismo do paciente. “É uma terapia que não está disponível em todos os lugares e, entre outras opções, pode ser utilizada para tratamento de pacientes com a doença de nível moderado a grave. Há evidências de que ela pode reduzir a carga viral e os danos, e consequentemente o tempo de internação”, conclui o pneumologista.

No momento, não há estrutura de coleta de plasma convalescente em Porto Alegre. O material vem de São Paulo para utilização no Hospital Moinhos de Vento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2020 0 Comentários 497 Visualizações
Saúde

Procedimento diferenciado de endoscopia é realizado pela segunda vez no Hospital Moinhos de Vento

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Quase três anos se passaram entre a primeira drenagem de coleção pancreática por via endoscópica realizada no Brasil, em setembro de 2017, e a segunda no Hospital Moinhos de Vento, feita na última semana também pelo mesmo gastroenterologista, Nelson Coelho. Pouco comum, o procedimento foi realizado cerca de 100 vezes em todo o país no período. O caso foi de um paciente de 33 anos, com desnutrição e produção de insulina e enzimas digestivas prejudicada devido à complicação de uma pancreatite grave. Depois da intervenção, em 36 horas ele já estava em casa e bem.

O procedimento é menos invasivo que as terapias convencionais. Geralmente, coleções pancreáticas precisam ser removidas com cirurgia ou drenagem percutânea, na qual drenos são inseridos no abdômen do paciente. Coelho, que é especialista em endoscopia digestiva terapêutica avançada, explica que a técnica é mais vantajosa também por ser mais rápida. “O tempo do processo foi reduzido de duas horas, em média, para apenas dez minutos. Tudo realizado no Centro de Endoscopia Digestiva, com anestesia convencional – a mesma utilizada em endoscopia e colonoscopia. A observação varia entre 24 horas e 48 horas e, em seguida, já se pode dar alta”, pontua o gastroenterologista.

O médico destaca que 20% dos pacientes com pancreatite podem evoluir para quadros graves e, em alguns casos, é necessária a drenagem de coleções pancreáticas. Quando a inflamação é classificada como grave, ela pode degenerar o órgão. A drenagem por via endoscópica foi possível depois de anos de tentativas com materiais plásticos e de metal, com as chamadas próteses retas. Até que se chegou ao modelo atual, em forma de halteres. Uma pequena prótese metálica é rapidamente fixada e liberada na parede gástrica, fazendo a comunicação do pâncreas com o interior do estômago. “Trata-se de uma alternativa com poucas complicações e cujos resultados têm sido excepcionais nos centros endoscópicos mais avançados do país e do mundo”, conclui Coelho.

Esse tipo de procedimento também pode ser utilizado em casos de coleções de vias biliares ou outros órgãos, quando houver contra indicação de cirurgia. O médico explica que uma divulgação mais ampla do recurso e sua inclusão na cobertura de planos de saúde beneficiaria um número maior de pacientes. Ainda inédito em muitos centros de saúde, a experiência da equipe de Endoscopia Digestiva Terapêutica Avançada do Hospital Moinhos de Vento foi case na última edição da Semana de Doenças Digestivas, em San Diego, na Califórnia, um dos mais importantes da área.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 622 Visualizações
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Hospital Moinhos de Vento dá alta a 100 pacientes recuperados da Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 05/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O perfil do paciente era motivo de preocupação. Com diabetes e hepatite C, o homem de 43 anos testou positivo para Covid-19 e precisou ser internado. Seguindo um caminho diferente de muitos com esse histórico, não precisou ir para o Centro de Terapia Intensiva. Teve alta nesta quinta-feira, 4, apenas dois dias depois de chegar ao hospital.

A alta de número 100 marca uma etapa importante da luta de pacientes e equipes de saúde do Hospital Moinhos de Vento. Desde o dia 16 de março, 129 pacientes foram internados com COVID-19. Destes, 36 foram para o Centro de Terapia Intensiva e 20 precisaram de ventilação mecânica. No momento, 22 pessoas seguem enfrentando a doença nos leitos da instituição.

Para o superintendente executivo do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, a vitória de cada paciente é mais do que motivo de orgulho para a instituição. “Cada alta é uma celebração da vida. É um reconhecimento ao esforço de uma equipe incansável, de uma estrutura adequada de um hospital que se preparou para o enfrentamento da pandemia”, ressaltou. Parrini ponderou ainda, a importância das pessoas procurarem o atendimento nos hospitais, que estão organizados também para receber com segurança pacientes com outras enfermidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2020 0 Comentários 715 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos realiza debate sobre o que muda no sistema de saúde após a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 03/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia de Covid-19 já permite prever efeitos positivos como o estímulo aos sistemas de saúde e a cooperação entre profissionais, pesquisadores e cientistas. São tendências historicamente observadas em situações como esta, a exemplo do que aconteceu com a Gripe A (H1N1). Para debater essas mudanças e as oportunidades que chegam junto com a crise sanitária, o Hospital Moinhos de Vento promove um seminário virtual com o tema “O que muda no sistema de saúde após a pandemia?”. A segunda edição da Live Moinhos Talks será nesta quinta-feira (4).

O debate vai reunir executivos de dois gigantes da medicina diagnóstica na América Latina: o CEO do Grupo Fleury, Carlos Marinelli, e o diretor executivo de imagem e patologia da DASA, Leonardo Vedolin. Pelo Hospital Moinhos de Vento, o CEO Mohamed Parrini conduz as discussões, que terão a moderação do coordenador médico de Saúde Digital da instituição, Felipe Cabral.

Conexões entre os elos da saúde, investimentos em inovação, remodelagem do setor de laboratórios e análises clínicas, o futuro da radiologia, planejamento estratégico e testes para Covid-19 estarão entre os assuntos abordados. A live começa às 19 horas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site da instituição.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2020 0 Comentários 489 Visualizações
Saúde

Pesquisa aponta prevalência de lesões de boca em jovens que tiveram dois ou mais parceiros ou não usam preservativo

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Para marcar o Dia Mundial de Combate ao Câncer Bucal, no domingo (31), pesquisadores do Hospital Moinhos de Vento fazem um alerta. Em pesquisa inédita, eles descobriram que a prevalência de lesões orais persistentes é 76% superior entre jovens e adolescentes que tiveram dois ou mais parceiros sexuais no passado. Aqueles que relataram não usar preservativo em relações sexuais tem 68% mais chance de ter essas feridas que não cicatrizam após 15 dias e que podem ser sintoma de câncer de boca. Os números foram colhidos em estudo que entrevistou mais de sete mil pessoas de todas as capitais brasileiras.

O levantamento – que investigou se essas lesões estão associadas a comportamentos sexuais e à presença de doenças sexualmente transmissíveis – utilizou os dados do projeto POP-Brasil, desenvolvido pelo Moinhos de Vento, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). As análises também concluíram que pessoas com HIV, sífilis, papilomavírus humano (HPV) ou alguma infecção sexualmente transmissível autorreferida apresentaram prevalência 140% maior em feridas orais persistentes.

Pesquisadora da instituição e coordenadora do estudo, Eliana Wendland explica que não é possível conectar diretamente as lesões bucais ao HPV, pois não passaram por biópsia. “O estudo mostrou a relação entre padrões de comportamentos sexual e as lesões de boca. Quem já se relacionou com duas ou mais pessoas ou não usa preservativo tem maiores chances de ter as feridas persistentes, evidenciando a importância da camisinha como estratégia de prevenção primária desses agravos”, esclarece a médica epidemiologista.

Eliana acrescenta que, apesar de o estudo ter abordado uma população bem jovem usuária do SUS, 3% apresentaram lesões orais, 12% já tiveram alguma infecção sexualmente transmissível e metade está infectada com HPV genital.

POP-Brasil

O estudo foi desenvolvido entre 2015 e 2017, englobando todas as capitais brasileiras e o Distrito Federal, com coleta de dados realizada em 119 Unidades Básicas de Saúde. Os participantes da pesquisa têm entre 16 e 25 anos e não foram vacinados contra o HPV. Entre os dados analisados estão a idade da primeira relação sexual, o número de parceiros, a prática de sexo oral, uso de preservativos, além de relatos de IST, HPV e testes para HIV e sífilis.

Câncer de boca

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar mais de 15 mil novos casos de câncer bucal em 2020, sendo cerca de 11 mil em homens e quatro mil em mulheres. Cirurgião de cabeça e pescoço do Hospital Moinhos de Vento, Daniel Sperb afirma que o número de mortes pela doença no período pode chegar a cinco mil. Por isso, a prevenção e o diagnóstico precoce são importantes. “Os principais fatores de risco são o uso do cigarro e a ingestão de álcool em excesso, além da má higiene bucal”, pontua o médico.

Sperb ressalta que, a partir da década de 80, houve um aumento significativo de pacientes com HPV que desenvolveram câncer de boca e orofaringe, pois o vírus também pode causar lesões bucais. Qualquer ferida na boca, mancha vermelha ou branca que não cicatrize em até 15 dias deve ser investigada por um médico, independentemente de ser indolor.  “Nódulos no pescoço que também não desapareçam em duas semanas devem ser revisados por um especialista”, completa o cirurgião.

A notícia positiva é que, com alguns cuidados, é possível prevenir o aparecimento das lesões e tumores. Daniel Sperb lista os principais: boa higiene bucal, não fumar, não consumir bebida alcoólica em excesso, utilizar protetor solar labial durante a exposição ao sol e uso de preservativo.

O tratamento para este tipo de câncer deve ser feito por uma equipe multidisciplinar, composta por cirurgião de cabeça e pescoço, oncologista clínico, patologista, radioterapeuta, dentista, enfermeiro especializado, fonoaudiólogo, nutricionista, fisioterapeuta e psicólogo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2020 0 Comentários 548 Visualizações
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