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Variedades

Olivicultura brasileira prevê safra menor em 2027

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A produção brasileira de azeite extravirgem alcançou 1,434 milhão de litros em 2026, mas a expectativa do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) é de uma redução na safra de 2027. O cenário foi apresentado nesta segunda-feira (31), durante coletiva de imprensa na 49ª Expointer, em Esteio. Segundo a entidade, a previsão de uma primavera com chuvas no Rio Grande do Sul pode afetar a próxima colheita, enquanto o setor busca reduzir as oscilações produtivas por meio de pesquisa, tecnologia e aprimoramento do manejo.

A cadeia nacional reúne mais de 620 produtores e 77 lagares em operação, distribuídos por cerca de 280 municípios de oito estados. O Rio Grande do Sul foi responsável por 81% da produção nacional de 2026 e concentra a maior área cultivada, com aproximadamente 7,1 mil hectares, o equivalente a cerca de 69% dos 10,3 mil hectares de oliveiras plantados no país.

Produção gaúcha

Atualmente, o Ibraoliva reúne 390 olivicultores em cerca de 120 municípios do Rio Grande do Sul. Entre os principais municípios estão Encruzilhada do Sul, Canguçu, Pinheiro Machado, Bagé e Cachoeira do Sul. De acordo com o presidente do Ibraoliva, Flávio Obino Filho, essas localidades concentram parte da infraestrutura de processamento e vêm incorporando novas tecnologias.

O desempenho de 2026 vem após duas safras afetadas pelo excesso de chuvas. Para o instituto, o aumento da produção, diante de uma área plantada relativamente estável, indica que fatores como manejo, adaptação às condições climáticas e melhorias nas etapas de colheita e processamento também contribuíram para o resultado.

Pesquisa e tecnologia

Com a possibilidade de uma primavera mais chuvosa no estado, o Ibraoliva trabalha com a perspectiva de uma produção menor em 2027. A entidade pretende ampliar a pesquisa para diminuir as variações de produtividade entre as safras e aumentar a estabilidade da produção. “Vamos ampliar a pesquisa para reduzir as oscilações na produção. Nós temos que acabar com essa montanha-russa e precisamos ter uma estabilidade produtiva. Por isso, estamos cada vez mais aliados à tecnologia e às universidades como a Universidade Federal de Santa Maria, a Universidade Federal de Pelotas”, afirmou Flávio Obino Filho.

Fiscalização

O Ibraoliva também informou que continuará acompanhando a fiscalização de azeites importados realizada pelo Ministério da Agricultura. Em agosto deste ano, laudos apontaram que algumas marcas de produtos estrangeiros comercializados com identificação de azeite extravirgem não atendiam aos padrões da categoria.

Em março de 2025, o governo brasileiro zerou a alíquota de importação do azeite extravirgem, enquanto manteve em 9% a alíquota aplicada ao azeite virgem.

Mercado

Para ampliar a presença do produto nacional no mercado, a entidade pretende desenvolver ações de divulgação do consumo e estimular a comercialização conjunta entre marcas. “Vamos ampliar ações de divulgação do consumo de azeite brasileiro e estimular a venda cooperativada entre marcas para aumentar a escala e melhorar a competitividade do produto nacional”, completou o presidente.

Outras regiões produtoras

A Serra da Mantiqueira, que abrange áreas de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, é apontada como o segundo polo nacional de produção de azeite. Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo são considerados Estados com potencial de expansão do cultivo e da produção de olivas no país.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 60 Visualizações
Política

Federarroz encaminhará levantamento sobre classificação do arroz às autoridades

Por Jonathan da Silva 26/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) encaminhará às autoridades competentes os resultados de um levantamento que encontrou divergências entre a classificação declarada nas embalagens e a verificada em laboratório em amostras de arroz vendido como Tipo 1. Das 268 amostras selecionadas e analisadas, 215, ou 80,22%, apresentaram classificação inferior à informada. As coletas foram realizadas entre novembro de 2025 e janeiro de 2026 em 167 estabelecimentos de 32 cidades de seis estados. A entidade afirma que buscará medidas nas esferas administrativa, cível e penal.

O levantamento percorreu aproximadamente 8,5 mil quilômetros pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. As amostras foram encaminhadas para avaliação em laboratório credenciado.

A seleção priorizou produtos que apresentavam indícios visuais de desconformidade com a classificação declarada e itens encontrados nas menores faixas de preço das gôndolas pesquisadas. Todos os produtos analisados eram comercializados como arroz Tipo 1.

Entre os parâmetros utilizados na classificação estão a presença de defeitos e o percentual de grãos quebrados. O estudo identificou, por exemplo, amostras vendidas como Tipo 1 que apresentaram 18% e 35% de grãos quebrados, índices associados a classificações inferiores dentro dos critérios considerados na avaliação.

As divergências foram encontradas nos seis estados percorridos. Segundo a Federarroz, os resultados apontam casos em que a classificação constatada em laboratório não correspondia à informação apresentada na embalagem.

Dados não representam todo o mercado

O presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, ressalta que o percentual de 80,22% corresponde apenas às amostras escolhidas para o levantamento e não pode ser aplicado ao conjunto do arroz Tipo 1 comercializado no país. “É importante frisar que esse número não representa todo o arroz oferecido nas prateleiras. Ele se refere aos produtos que analisamos, selecionados principalmente porque já apresentavam indícios visuais de desconformidade ou estavam em faixas de preço muito abaixo das demais marcas”, explica Dias Nunes.

O dirigente também afirma que a divergência pode afetar empresas que comercializam arroz de acordo com os padrões de classificação. “Quando um arroz de qualidade inferior é vendido como Tipo 1, ele passa a concorrer em preço com marcas que fazem seu trabalho dentro dos padrões de qualidade. Essa prática lesa o consumidor e também as empresas que cumprem as regras”, ressalta Dias Nunes.

Encaminhamento aos órgãos competentes

O diretor jurídico da Federarroz, Anderson Belloli, explica que os resultados serão encaminhados aos órgãos responsáveis pela fiscalização e pela apuração dos casos. Conforme a entidade, as medidas poderão ocorrer nas esferas administrativa, cível e penal, de acordo com a competência dos órgãos e o enquadramento de cada situação. “Estamos falando de uma possível fraude ao consumidor, que não se limita a uma questão de qualidade. A partir das inconformidades constatadas, as informações serão levadas aos órgãos competentes para que cada caso seja apurado”, afirma Belloli.

Na esfera administrativa, o encaminhamento deverá envolver o Ministério da Agricultura e Pecuária. Na área cível, Belloli cita os Ministérios Públicos estaduais e, em situações que envolvam mais de um estado, o Ministério Público Federal. Eventuais desdobramentos penais dependerão das apurações realizadas pelos órgãos responsáveis.

A Federarroz também pretende utilizar os dados para discutir a fiscalização da classificação comercial do arroz e a correspondência entre as informações apresentadas nas embalagens e os produtos oferecidos aos consumidores.

A entidade ressalta que os 80,22% correspondem exclusivamente às 268 amostras selecionadas e analisadas, não sendo uma estimativa sobre a totalidade do arroz Tipo 1 vendido no Brasil. O levantamento também não identificou risco à saúde relacionado aos produtos analisados. As inconformidades apontadas dizem respeito à classificação comercial e à correspondência entre a informação da embalagem e o produto comercializado, não caracterizando, segundo a entidade, produtos impróprios para consumo ou contaminados.

Foto: Érika Ferraz/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2026 0 Comentários 91 Visualizações
Variedades

Creator Day debate profissionalização da Creator Economy no RS

Por Jonathan da Silva 15/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sebrae RS realizará o Creator Day – Da Audiência ao Negócio, evento que reunirá especialistas, criadores de conteúdo, representantes do ecossistema de inovação e profissionais do mercado no próximo dia 24 de julho para discutir a evolução da Creator Economy e os novos modelos de negócio ligados ao setor. O encontro ocorrerá das 9h às 12h, no Espaço de Negócios Sebrae Porto Alegre, com entrada gratuita, e marcará o lançamento oficial do Creator Business, iniciativa da instituição voltada à profissionalização de criadores de conteúdo e ao fortalecimento do ecossistema gaúcho.

A programação do evento contará com painéis e debates sobre a evolução da economia dos criadores, os desafios da profissionalização, formatos de monetização e a participação de marcas, agências e instituições no desenvolvimento do segmento.

Segundo a coordenadora de Mercado Digital e Franquias do Sebrae RS, Jociane Ongarato, a Creator Economy passou a integrar estratégias de negócios no ambiente digital. “A Creator Economy deixou de ser uma tendência. Hoje ela movimenta negócios, influencia decisões de compra e representa um importante canal de acesso ao mercado para empresas e empreendedores”, afirmou Jociane.

De acordo com a coordenadora, a atuação do Sebrae RS nesse mercado está estruturada em três frentes: o desenvolvimento dos próprios criadores de conteúdo, o incentivo para que pequenos negócios assumam protagonismo na comunicação de suas marcas e o apoio a empresas interessadas em estabelecer parcerias com influenciadores.

Atuação do Sebrae RS no segmento

A estratégia da instituição vem sendo desenvolvida por meio de ações realizadas ao longo do ano, como a inclusão do tema na programação da Feira Brasileira do Varejo (FBV), a realização da primeira rodada de negócios entre pequenas empresas e influenciadores, a produção de conteúdos sobre o assunto no canal Sebrae Tá On e a criação de uma comunidade voltada aos creators.

Para o Sebrae RS, o Creator Day representa uma nova etapa na construção de uma agenda permanente voltada ao desenvolvimento desse ecossistema.

Novos modelos de receita

Entre os desafios apontados pelo Sebrae RS está a necessidade de os criadores de conteúdo tratarem a atividade como um empreendimento. Segundo Jociane Ongarato, muitos iniciam a produção de conteúdo por interesse pessoal e, posteriormente, transformam a atividade em fonte de renda. “Muitos começam produzindo conteúdo por afinidade e, quando percebem, aquilo se transforma em fonte de renda. Mas empreender vai muito além de criar bons conteúdos. É preciso saber precificar, negociar, construir propostas comerciais e administrar um negócio”, destacou a especialista.

A coordenadora também destaca que a dependência exclusiva de publicações patrocinadas pode limitar o crescimento dos criadores. Para ela, a sustentabilidade do negócio passa pela diversificação das fontes de receita, com alternativas como produtos, cursos e comunidades. “A audiência é um ativo importante, mas, sozinha, não sustenta um negócio. O desafio é transformar essa audiência em um modelo consistente e capaz de gerar crescimento no longo prazo”, explicou Jociane.

Relação entre marcas e criadores

Outro ponto abordado pelo Sebrae RS é a relação entre empresas e criadores de conteúdo. Segundo Jociane Ongarato, marcas, agências, plataformas e instituições precisam atuar em conjunto para o amadurecimento do setor. “As melhores campanhas surgem da co-criação. Quando a empresa respeita a linguagem do creator, o resultado tende a ser muito mais relevante do que enxergar a influência apenas como um canal de divulgação”, pontuou a coordenadora.

A iniciativa do Sebrae RS busca ampliar conexões entre criadores, empresas, agências, plataformas e outros parceiros do mercado. Segundo a coordenadora, o crescimento desse segmento amplia oportunidades de empreendedorismo, inovação e acesso ao mercado para pequenos negócios no Rio Grande do Sul. “Quanto mais esse mercado amadurece, mais oportunidades de empreendedorismo, inovação e acesso ao mercado são geradas para os pequenos negócios gaúchos, contribuindo para consolidar a Creator Economy como um vetor de inovação e geração de negócios no Rio Grande do Sul”, concluiu Jociane.

Serviço

  • O quê: Creator Day – Da Audiência ao Negócio
  • Quando: 24 de julho, das 9h às 12h
  • Onde: Espaço de Negócios Sebrae Porto Alegre (Rua Sete de Setembro, 634, Centro Histórico)
  • Quanto: gratuito
  • Inscrições: conhecimento.sebraers.com.br/lp/creator-economy
Foto: Standret/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
15/07/2026 0 Comentários 136 Visualizações
Business

Reforma Tributária amplia impacto da cadeia de fornecedores nas empresas

Por Jonathan da Silva 25/05/2026
Por Jonathan da Silva

A implementação da Reforma Tributária no Brasil deve alterar a forma como empresas administram fornecedores, fluxo de caixa e créditos fiscais. Com o novo modelo de IVA dual, composto pela CBS e pelo IBS, e a ampliação da fiscalização digital em tempo real, o aproveitamento de créditos tributários passará a depender também da regularidade fiscal dos fornecedores. A mudança coloca a cadeia de suprimentos no centro das estratégias de competitividade e gestão tributária das companhias.

Segundo a empresa de inteligência de mercado Cial Dun & Bradstreet, especializada em dados corporativos e análise de riscos, o novo sistema exige monitoramento contínuo da situação fiscal dos parceiros comerciais. Pelo modelo previsto, o crédito tributário deixa de depender apenas da emissão da nota fiscal e passa a estar condicionado ao pagamento efetivo do imposto pelo fornecedor. Com isso, empresas poderão perder créditos em operações realizadas com fornecedores inadimplentes ou irregulares.

Um fornecedor competitivo em preço pode se tornar mais caro na prática se houver maior probabilidade de perda de crédito tributário ou questionamento fiscal. A Reforma Tributária traz a gestão de fornecedores para o centro da discussão sobre margem, fluxo de caixa e competitividade”, afirma o COO Brasil da Cial Dun & Bradstreet e head de Produtos para a América Latina, Pedro Vieira Maciel.

Análise fiscal passa a integrar área de compras

A nova dinâmica amplia a responsabilidade das áreas de compras, que passam a considerar não apenas preço, prazo e qualidade, mas também riscos fiscais indiretos. Entre os fatores que precisarão ser analisados estão regularidade do CNPJ, CNAE, enquadramento tributário, participação no Simples Nacional, incidência de Imposto Seletivo e impactos sobre créditos de IBS e CBS.

De acordo com a empresa, organizações com centenas ou milhares de fornecedores tendem a enfrentar dificuldades para realizar esse monitoramento manualmente. Para lidar com esse cenário, a Cial Dun & Bradstreet vem desenvolvendo soluções automatizadas baseadas em cruzamento de dados fiscais, cadastrais, financeiros e societários.

A partir dessas informações, é possível classificar fornecedores conforme o potencial de geração de créditos válidos, o risco de perda tributária e os impactos no custo efetivo das operações. O modelo busca transformar o acompanhamento tributário em um processo contínuo e integrado à estratégia empresarial. “A pergunta deixa de ser apenas quanto imposto pagar, e passa a ser quanto risco tributário está escondido na base de fornecedores. Com dados e monitoramento, as empresas deixam de reagir às mudanças e ganham capacidade de planejar a cadeia sob as novas regras”, comenta Maciel.

Mudanças afetam fluxo de caixa e gestão financeira

Além das questões tributárias, a reforma também deve impactar a gestão financeira das empresas. Entre os pontos observados está a possível adoção do mecanismo de split payment, em que o imposto é separado automaticamente no momento da transação comercial. Segundo a Cial, isso reduz o uso dos tributos como capital de giro e aumenta a necessidade de planejamento financeiro das organizações.

A empresa avalia que o novo cenário tende a acelerar a profissionalização da gestão de fornecedores no país, exigindo revisão contratual, incorporação de indicadores fiscais e financeiros e uso de inteligência de dados para tomada de decisão. “A Reforma Tributária não é apenas uma mudança técnica do sistema. Ela redefine o papel da cadeia de fornecedores no resultado das empresas. Quem usar dados para entender esse novo ambiente terá vantagem competitiva no próximo ciclo tributário brasileiro”, conclui Maciel.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 259 Visualizações
Projetos especiais

Feevale promove feira de empregabilidade em Novo Hamburgo de 26 a 28 de maio

Por Jonathan da Silva 21/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizará a 18ª edição do Trame – Trabalho e Mercado, feira de empregabilidade voltada à conexão entre estudantes, egressos, comunidade e empresas da região. O evento ocorrerá entre os dias 26 e 28 de maio, no Câmpus II, em Novo Hamburgo, com uma programação gratuita focada em carreira, desenvolvimento profissional, recrutamento e networking. Organizada pela Pró-Reitoria de Ensino (Proen), por meio do Núcleo de Apoio ao Estudante, a iniciativa busca aproximar o ambiente acadêmico das demandas do mercado de trabalho.

A abertura da programação ocorre na terça-feira, dia 26, às 19h30min, no auditório do prédio Azul, com a palestra “Felicidade como estratégia de gestão: resultados, carreira e adequação à NR-1”, ministrada pela administradora Ana Paula Teló Bellissimo. A atividade será realizada em parceria com o Sindicato dos Administradores no Estado do Rio Grande do Sul (Sindaergs).

Feira de oportunidades

Nos dias 27 e 28 de maio, das 12h às 21h, a Rua Coberta do Câmpus II receberá a Feira de Empregabilidade. No espaço, estudantes e integrantes da comunidade poderão conhecer vagas de estágio e emprego ofertadas por empresas da região, além de conversar com profissionais da área de Gestão de Pessoas.

A programação também contará com atividades de elaboração de currículos e orientação profissional promovidas pelo Sest Senat. As ações ocorrerão na quarta-feira, dia 27, das 13h às 17h, e na quinta-feira, 28, das 14h às 18h.

Palestras e talks

Além da feira, o evento terá palestras e talks gratuitos em dois espaços simultâneos: o Palco Trame, na Rua Coberta, e o Palco Sicredi, no Espaço Sicredi. Os encontros abordarão temas relacionados à empregabilidade e ao desenvolvimento de carreira, como saúde mental no ambiente de trabalho, inclusão, educação financeira, liderança, protagonismo profissional, carreira em tecnologia, comunicação assertiva e mercado de trabalho.

As palestras serão ministradas por representantes das empresas participantes e valerão horas complementares para os estudantes.

Participação das empresas

Segundo a Universidade Feevale, 18 empresas já confirmaram participação no evento. Organizações interessadas em integrar a feira ainda podem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (51) 3586-8800, ramal 6545.

Mais detalhes sobre a programação podem ser consultados no site trame.feevale.br.

Serviço

  • O quê: 18ª edição do Trame – Trabalho e Mercado
  • Quando: de 26 a 28 de maio
  • Onde: Câmpus II da Universidade Feevale (ERS-239, nº 2755, no bairro Vila Nova, em Novo Hamburgo)
  • Quanto: participação gratuita
Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/DIvulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2026 0 Comentários 228 Visualizações
Ensino

Feevale abre inscrições para a Jornada Criativa

Por Jonathan da Silva 24/04/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale abriu as inscrições para a terceira edição da Jornada Criativa, promovida pela Agência Experimental de Comunicação (Agecom). O evento será realizado nos dias 4 e 6 de maio, no Câmpus II da instituição, em Novo Hamburgo, reunindo profissionais da área para ministrar workshops voltados a acadêmicos da comunicação e de outros cursos. A iniciativa busca aproximar os estudantes de temas atuais do mercado e proporcionar experiências práticas que contribuam para a formação acadêmica.

A Jornada Criativa abordará conteúdos como inteligência artificial e monitoramento de redes sociais, além de temas tradicionais da área, como roteiro e condução de entrevistas. Os workshops ocorrerão de forma simultânea, permitindo que os participantes escolham as atividades de interesse.

A programação terá início às 18h30min, com um momento de integração na sede da Agecom, localizada na sala 103 do prédio Amarelo, no Câmpus II (ERS-239, 2755). Às 20h, começam os workshops, com término previsto para as 21h45min.

Inscrições

As inscrições estão abertas até a próxima quarta-feira, dia 29, às 18h, e devem ser realizadas por meio de formulário online. Cada participante pode se inscrever em até duas atividades, sendo uma em cada dia do evento. A participação é aberta tanto para acadêmicos quanto para membros da comunidade.

Mais detalhes sobre os workshops estão disponíveis no perfil da Agecom nas redes sociais.

Programação

Workshops do dia 4 de maio
  • A arte da entrevista: do roteiro à condução (Senhora? Por que você tá correndo?) – com Laura Rolim, repórter na Record TV
  • Comunicados de crise (Tudo que eu faço tá errado! Tudo que eu vou fazer tá errado!) – com Fernanda Rezende, consultora de comunicação corporativa na Critério
  • Construindo meu primeiro agente de atendimento IA (Eu já IA te atender!) – com João Rocha, fundador da Beatfy.IA, e Eduardo Gellinger, publicitário
  • Media Training (A tua pergunta é muito boa, mas a minha resposta é melhor!) – com Liliam Lima, consultora de comunicação na Critério
  • Direção de arte (Don’t touch it, it’s art!) – com Leticia Baldin, diretora de arte na Escala
Workshops do dia 6 de maio
  • Comunicação Interna (Essa reunião poderia ter sido um e-mail) – com Stefani Iser, relações públicas e especialista em comunicação interna
  • Monitoramento de redes sociais (Esse aqui vai viralizar (confia)) – com Nataline Ribeiro, relações públicas e estrategista orientada por dados
  • Estratégias de mídias esportivas (Vai que é tuuua, social media!) – com Savini Müller, assistente de conteúdo do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense
  • Marketing Social (Eu quero mudar o mundo! Que curso você faz?…) – com Claudio Oliveira, publicitário especialista em impacto positivo e sustentabilidade
  • Rebranding (Apaga e faz de novo!) – com Henrique Luzzardi, designer e diretor de marca da Luzz Design
Foto: Jonathan da Silva/Expansão | Fonte: Assessoria
24/04/2026 0 Comentários 202 Visualizações
Variedades

Rissul reinaugura loja em Igrejinha nesta quinta após ampliação e revitalização

Por Jonathan da Silva 15/04/2026
Por Jonathan da Silva

O Rissul reinaugura a loja localizada na Rua General Ernesto Dorneles, 826, no Centro de Igrejinha, nesta quinta-feira, 16 de abril, a partir das 8h. A unidade passou por reformas, ampliação e modernização, com novo layout, identidade visual contemporânea, piso renovado, novos balcões de laticínios e congelados, além de sistema de ar-condicionado e iluminação modernizados.

A área total foi ampliada para proporcionar maior circulação e melhor organização dos setores, como padaria, hortifruti, açougue e perecíveis. Entre as novidades, se destaca a adega com variedade de vinhos e espumantes. A padaria também passa a operar no conceito de autoatendimento, com o objetivo de ampliar a comodidade dos clientes. Na área externa, a unidade recebeu nova fachada e revitalização do estacionamento, com pintura e melhorias na sinalização.

Avanço importante

O gerente da loja, Leandro Feltez, afirmou que a reinauguração representa um avanço importante. “A loja ficou completamente repaginada, elevando a percepção do nosso público. Os igrejinhenses estavam ansiosos por este momento”, destacou Feltez.

Planejamento estratégico

O diretor de Varejo, Robert Marks, disse que a modernização faz parte de um planejamento estratégico da rede. “A loja foi remodelada e ganhou novos ares, fruto do nosso trabalho contínuo de padronização da bandeira em todas as cidades onde atuamos”, afirmou Marks.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/04/2026 0 Comentários 205 Visualizações
Cidades

CIT de Novo Hamburgo completa um ano integrando entre governo, mercado e academia

Por Jonathan da Silva 05/12/2025
Por Jonathan da Silva

O Centro de Inovação e Tecnologia de Novo Hamburgo (CIT) celebrou seu primeiro ano de atividades na tarde desta quinta-feira (5), em evento realizado no próprio espaço, reunindo representantes do governo, da academia, do setor produtivo e da sociedade civil para marcar a consolidação do ambiente de inovação, impulsionado por programas, parcerias e ações desenvolvidas desde 2024.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo, Daiana Monzon, afirmou que o CIT passou a funcionar como um ambiente ativo e de circulação contínua. “A meta de ativar este ambiente foi cumprida. Conseguimos fazer com que o CIT tivesse circulação constante de pessoas respirando inovação, manhã, tarde e noite. As entregas foram muitas, desde o programa CIT 360 até a integração com instituições como FTEC, Feevale e IENH, trazendo a academia para dentro do CIT”, comentou a titular da pasta, destacando o papel do local no desenvolvimento econômico do município.

O diretor de Inovação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (SMDEIT), Lívio Bruno, reforçou o efeito da estrutura física no trabalho das equipes. “Inovação é feita por pessoas, mas com uma estrutura comprometida, o processo flui melhor. Neste primeiro ano, fortalecemos a cultura local para atrair novos investimentos”, afirmou Bruno.

Programas ao longo do ano

O CIT, inaugurado oficialmente em outubro de 2024, foi inicialmente gerido pela Fenac em parceria com a Prefeitura e entidades como o Sebrae RS. Em abril de 2025, o centro lançou o CIT 360, ação da Aliança para Inovação Novo Hamburgo voltada à criação de negócios por meio de hackathons, bootcamps e pitch days.

A partir de junho de 2025, o projeto entrou em nova fase, adotando conselhos temáticos e um plano estratégico para consolidar o CIT como política pública. Durante o período, também foram inaugurados o IENH Labs e credenciadas novas startups e empresas.

Visão das empresas fundadoras

A gerente de Marketing da Cigam Software, Cristina Schnorenberger, afirmou que a participação no CIT está alinhada ao perfil da empresa. “É estratégico participar de movimentos que incentivam o empreendedorismo na nossa cidade”, ressaltou Cristina.

Ademar Edgar Trein, da Unimed Vale dos Sinos, relatou o uso da infraestrutura para atividades internas. “Além das parcerias e inovações, utilizamos muito as instalações para reuniões com cooperados. É um privilégio celebrar este ano de aprendizado e compartilhamento de ideias”, afirmou Trein.

O diretor-executivo da Killing S.A., Aldo Bastos, mencionou a interação do Killing Lab com startups. “Participamos ativamente, interagindo com startups que trouxeram soluções de alta qualidade para os desafios que propusemos. Queremos promover o crescimento do CIT por todo o Vale dos Sinos”, pontuou Bastos.

Ana Paula Flores, da Sicredi Pioneira, destacou o papel do associativismo no ecossistema. “É uma alegria ver o fruto da união de tantas entidades. Desejamos vida longa ao CIT e que esse movimento se fortaleça cada vez mais”, ressaltou Ana Paula.

Assinatura de protocolo de intenções

Durante o evento, ocorreu a assinatura do protocolo de intenções que formaliza o Programa de Formação de Agentes de Inovação no CIT. Participaram a secretária de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo, Daiana Monzon; a representante da Universidade Feevale, Manuela Bruxel; a representante da Ftec, Graciane Berghan Konzen; e o diretor-geral da IENH, Seno Leonhardt.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/12/2025 0 Comentários 344 Visualizações
Variedades

SindiTabaco projeta estabilidade na demanda global por tabaco até 2057

Por Jonathan da Silva 11/11/2025
Por Jonathan da Silva

Uma análise do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) aponta que, apesar da redução percentual de fumantes em relação à população mundial, o número absoluto de consumidores deve se manter estável nas próximas décadas. Com base em estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização das Nações Unidas (ONU), a projeção é de que em 2057 o planeta tenha cerca de 1,395 bilhão de fumantes, número semelhante ao atual.

De acordo com dados da OMS, em 2005 a população mundial era de aproximadamente 6,5 bilhões de pessoas, das quais 1,12 bilhão eram fumantes — o equivalente a 17,1%. Em 2025, a projeção é de que a população global alcance 8,2 bilhões, com 1,3 bilhão de fumantes, representando 15,9%. Apesar da queda proporcional, o total de consumidores continua praticamente estável, influenciado pelo crescimento populacional.

Com base nessa tendência, o SindiTabaco calculou cenários futuros. Se o percentual de fumantes permanecer em 15,9%, o total global poderá chegar a 1,431 bilhão em 2038, quando a população deve atingir 9 bilhões de pessoas, e a 1,59 bilhão em 2057, com 10 bilhões de habitantes. Em uma projeção mais conservadora, considerando uma queda gradual de 0,06 ponto percentual por ano, o índice de fumantes chegaria a 15,1% em 2038 e 13,95% em 2057, resultando em 1,395 bilhão de fumantes nesse último ano.

Análise do setor

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, avalia que os dados indicam a continuidade do mercado global de tabaco nas próximas décadas. “A partir dessa estimativa, podemos perceber que a demanda pelo produto seguirá por muitos anos. E enquanto houver demanda, alguém vai produzir”, afirmou Thesing.

Protagonismo brasileiro

O SindiTabaco também destaca o papel do Brasil nesse cenário. O país abriga o maior polo de beneficiamento de tabaco do mundo, ao mesmo tempo em que é reconhecido pela adoção de medidas restritivas à cadeia produtiva. Segundo o sindicato, essa dualidade evidencia a importância de equilibrar políticas públicas de saúde e a sustentabilidade econômica de regiões produtoras.

Foto: Felipe Krause/Pixel18dezoito/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2025 0 Comentários 395 Visualizações
Variedades

Empresa gaúcha Vipes do Brasil expande operações no mercado nacional automotivo

Por Jonathan da Silva 30/09/2025
Por Jonathan da Silva

A empresa gaúcha Vipes do Brasil, especializada no desenvolvimento e na distribuição de peças e acessórios para o setor automotivo, está ampliando sua atuação e passando a atender clientes em todo o território nacional. Com sede em Porto Alegre, a companhia, que já operava nas regiões sul e sudeste, busca fortalecer sua competitividade ao fornecer soluções para oficinas mecânicas de diferentes portes.

Segundo o diretor geral da Vipes do Brasil, Vicente Pedro Schneider, a decisão tem como foco oferecer maior competitividade no mercado. “Nossa equipe formada por capacitados profissionais oferece suporte técnico especializado, bem como uma logística ágil aos clientes”, afirmou Schneider. Atualmente, a empresa conta com mais de 40 mil clientes e um portfólio de 8 mil produtos, entre peças de fixação, manutenção pesada, componentes elétricos, químicos e pneumáticos.

Parcerias e diferenciais

Além da marca própria, a Vipes do Brasil oferece ferramentas das fabricantes estrangeiras JBM, da Espanha, e Force, da Alemanha. Schneider destacou que essas parcerias ampliam a gama de soluções. “Ambas são marcas raras no mercado brasileiro, que reforçam o nosso posicionamento de ser uma fornecedora de soluções completas e diferenciadas”, explicou o executivo.

Crescimento financeiro

Com mais de 20 anos de atuação, a empresa registrou faturamento de R$ 56 milhões em 2024 e projeta crescimento de 20% em 2025. O diretor ressaltou que a expansão já apresenta resultados. “Em agosto, tivemos um faturamento recorde de R$ 5 milhões e isso está diretamente relacionado à expansão nacional que começou no último ano”, ponderou o diretor.

Geração de empregos

Atualmente, a Vipes do Brasil emprega cerca de 150 colaboradores, entre diretos e indiretos, e a meta é aumentar esse número em 30%. Para Schneider, a estratégia vai além dos ganhos financeiros. “Mais do que apenas lucro, o crescimento da companhia representa também o fortalecimento da economia gaúcha, a geração de empregos e, ainda, a promoção do desenvolvimento social de toda comunidade”, afirmou o executivo.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2025 0 Comentários 536 Visualizações
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