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mercado internacional

Business

Cooperativas gaúchas participam da Anuga Brazil com foco no mercado internacional

Por Jonathan da Silva 10/04/2026
Por Jonathan da Silva

O cooperativismo do Rio Grande do Sul participou da Anuga Brazil, realizada até a quinta-feira (9), em São Paulo, com foco na ampliação de mercados e na geração de oportunidades comerciais. Pela primeira vez, o Sistema Ocergs esteve presente no evento com estratégia voltada à comercialização.

Durante a feira, produtos como vinhos, sucos e espumantes produzidos no estado chamaram a atenção de compradores internacionais. As cooperativas Vinícola Aurora e Nova Aliança Vinícola participaram de rodadas de negócios com importadores de países como Argentina, Chile e Uruguai, além de empresas brasileiras, com apoio do Sistema OCB. “Esta é uma feira técnica com público qualificado. O comprador de fora do país não busca volume, está à procura de produtos com história, propósito e certificações. E o cooperativismo entrega esse valor, comunicado por meio do carimbo SomosCoop. Foi um evento com forte presença de entidades representativas”, comentou a gerente de Marketing e Negócios do Sistema Ocergs, Simone Zanatta.

Além do evento

Os negócios iniciados durante o evento devem avançar nos próximos meses, com reuniões já agendadas com redes supermercadistas da capital paulista. A participação integra uma estratégia mais ampla da entidade, que busca fortalecer a presença das cooperativas em feiras nacionais e internacionais. “A presença na Anuga Brazil faz parte de uma estratégia ampla e estruturada do Sistema Ocergs para fomentar negócios para as cooperativas. Nosso objetivo é atuar como um facilitador de parcerias, promovendo conexões e gerando um ambiente favorável para a inovação e a competitividade”, acrescentou Simone.

14% do PIB gaúcho

Segundo dados do setor, o cooperativismo gaúcho reúne cerca de 4,2 milhões de associados e movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano, representando aproximadamente 14% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. A meta é alcançar R$ 150 bilhões até 2030.

Foto: Sistema Ocergs/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Variedades

Febrac aponta que rastreabilidade bovina pode ampliar acesso a mercados internacionais

Por Jonathan da Silva 23/03/2026
Por Jonathan da Silva

A rastreabilidade bovina deve ganhar peso nas exigências do mercado internacional para a carne brasileira, segundo avaliação da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac). A entidade acompanha um projeto em andamento no Rio Grande do Sul, conduzido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), que busca ampliar o controle dos rebanhos. A medida tem como objetivo atender a critérios sanitários, garantir transparência na cadeia produtiva e facilitar o acesso a novos mercados compradores.

De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a demanda por rastreabilidade já é uma realidade em alguns países importadores. “Eles estão vendo com muito bons olhos todo esse projeto que está sendo desenvolvido aqui pelo estado do Rio Grande do Sul, uma parceria da Secretaria da Agricultura, da qual a Febrac também faz parte, e vem apoiando bastante todo esse movimento”, destaca Martins.

Segundo a entidade, compradores internacionais têm valorizado sistemas que permitem acompanhar a origem e o histórico dos animais, direcionando a demanda para produtores que adotam esse padrão.

Como funciona o sistema

A rastreabilidade bovina consiste na identificação individual dos animais e no registro de informações ao longo de toda a cadeia produtiva, desde o nascimento até o abate. Entre os dados monitorados estão origem, vacinação, alimentação e movimentações. O sistema é apontado pelo setor como ferramenta para controle sanitário e segurança alimentar, além de permitir respostas mais rápidas em situações de surtos sanitários.

Desafios para adoção

Apesar do avanço, a implementação ainda enfrenta dificuldades, principalmente entre pequenos e médios produtores. Entre os principais entraves estão os custos de adaptação e o uso de tecnologias necessárias para o controle dos dados.

Mesmo assim, a Febrac avalia que a rastreabilidade deixou de ser um diferencial e passou a ser uma exigência do mercado. “A rastreabilidade está diretamente relacionada hoje não só com a biosseguridade, mas também com a garantia da segurança alimentar e sanitária da proteína animal que chega ao consumidor”, pontua o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins.

Projeto no Rio Grande do Sul

A entidade acompanha a execução de um projeto piloto no estado, desenvolvido pela Seapi em alguns rebanhos. A iniciativa busca ampliar o alcance da rastreabilidade e preparar os produtores para atender às exigências internacionais. “Inclusive apoiamos de maneira bastante importante um projeto piloto que já está em desenvolvimento por parte da Secretaria em alguns rebanhos no Rio Grande do Sul”, conclui Martins.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2026 0 Comentários 160 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem em fevereiro

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 122,1 mil toneladas em fevereiro de 2026, um volume 6,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados na sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O crescimento foi impulsionado principalmente pela demanda de mercados asiáticos, com destaque para as Filipinas, que ampliaram as importações do produto brasileiro no mês.

De acordo com a ABPA, em fevereiro de 2025 haviam sido embarcadas 114,4 mil toneladas de carne suína. Já neste ano, o volume chegou a 122,1 mil toneladas.

Crescimento também financeiro

Em receita, as vendas internacionais do setor somaram US$ 284,1 milhões no mês, valor 4,1% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, quando as exportações alcançaram US$ 272,9 milhões.

No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o Brasil exportou 238,4 mil toneladas de carne suína, crescimento de 8,1% em relação ao mesmo período de 2025, quando o volume foi de 220,5 mil toneladas.

A receita gerada pelas exportações também apresentou aumento no período. Nos dois primeiros meses de 2026, o setor somou US$ 554,4 milhões, frente aos US$ 510,9 milhões registrados no primeiro bimestre do ano anterior, o que representa crescimento de 8,5%.

Principais destinos

Entre os mercados importadores, as Filipinas ampliaram a liderança como principal destino da carne suína brasileira. Em fevereiro, o país importou 40,9 mil toneladas, volume 77,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem Japão, com 12,1 mil toneladas, aumento de 34,8%, e China, com 11,1 mil toneladas, queda de 43%. Também figuram entre os principais destinos Chile, com 8,8 mil toneladas, alta de 6%, e Hong Kong, com 8 mil toneladas, retração de 40%.

Outros mercados relevantes foram Singapura, com 5,4 mil toneladas (-16,6%), Argentina, com 4,3 mil toneladas (-10,5%), Uruguai, com 4 mil toneladas (+8,7%), México, com 3,2 mil toneladas (+8%) e Geórgia, com 3,1 mil toneladas (+122%).

Exportações por estado

Entre os estados exportadores, Santa Catarina manteve a liderança em fevereiro, com 57 mil toneladas embarcadas. O volume, porém, representa queda de 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Na sequência aparecem o Rio Grande do Sul, com 29,7 mil toneladas exportadas e crescimento de 24,1%, o Paraná, com 20,6 mil toneladas (+15,3%), Mato Grosso, com 3,9 mil toneladas (+39,2%) e Minas Gerais, com 3,1 mil toneladas (+34,3%).

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, avaliou que a expansão em diferentes mercados tem contribuído para o desempenho das exportações. “O avanço expressivo em mercados como Filipinas e Japão demonstra a confiança dos importadores no status sanitário, na regularidade de fornecimento e na competitividade da proteína produzida no Brasil. Ao mesmo tempo, a diversificação de destinos tem ampliado a segurança da pauta exportadora, reduzindo a dependência de mercados específicos e abrindo novas oportunidades comerciais. Neste cenário, fatores como a credibilidade sanitária, a capacidade produtiva e a eficiência logística do setor brasileiro deixam de ser apenas condicionantes e passam a se consolidar como diferenciais estratégicos para sustentar o crescimento das exportações ao longo do ano”, comentou Santin.

Foto: Bearfotos/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 134 Visualizações
Business

Bom Princípio Alimentos chega ao mercado dos Estados Unidos

Por Jonathan da Silva 12/01/2026
Por Jonathan da Silva

A empresa Bom Princípio Alimentos anunciou recentemente sua entrada no mercado dos Estados Unidos, o que marca o avanço do processo de internacionalização da companhia. A iniciativa ocorre com foco no segmento de food service e distribuição de seus produtos em mais de 25 estados norte-americanos, como parte da estratégia de ampliar a participação das exportações no faturamento e fortalecer sua atuação fora do Brasil.

A operação nos Estados Unidos será concentrada inicialmente no canal de food service, com a exportação de recheios e coberturas destinados a padarias, restaurantes, pizzarias e outros estabelecimentos profissionais de alimentação. O movimento está alinhado à estratégia da Bom Princípio de ampliar sua presença em mercados onde esse segmento já é consolidado.

Construção da parceria

Segundo o diretor-presidente da Bom Princípio Alimentos, Alexandre Ledur, a entrada no mercado norte-americano foi resultado de um processo iniciado no ano passado. “A parceria foi construída ao longo de 2025, a partir da participação da empresa em feiras internacionais e missões de mercado, que possibilitaram um entendimento aprofundado das dinâmicas, exigências técnicas e oportunidades do setor de alimentos nos EUA. A chegada oficial aos Estados Unidos representa um passo estratégico no fortalecimento da Bom Princípio na América do Norte”, afirma Ledur.

Investimentos e estrutura

A Bom Princípio Alimentos realizou investimentos que incluíram viagens técnicas para conhecer a estrutura física, operacional e comercial do distribuidor nos Estados Unidos, além de ações voltadas ao alinhamento de processos, padrões de qualidade e capacidade logística. A empresa é fabricante de recheios de chocolate e frutas, cremes de avelã, doces de leite, geleias e conservas.

Exportações e metas

Atualmente, a companhia já exporta para países da América do Sul e Central, como Uruguai, Paraguai, Chile, República Dominicana e Guatemala, além da Austrália. A empresa projeta ampliar a presença em outros países da América Latina e tem como meta atingir, até 2030, uma participação de 10% das exportações sobre o faturamento total.

O que é a Bom Princípio Alimentos

A Bom Princípio Alimentos iniciou suas atividades em 1996, no município de Bom Princípio, no Rio Grande do Sul, produzindo doces de frutas conhecidos como chimia. Em 2007, transferiu sua operação para Tupandi, também no RS, onde mantém um parque industrial com mais de 22 mil metros quadrados e quatro fábricas dedicadas à produção de frutas, leite, chocolates e conservas. A empresa possui certificação FSSC 22000 e, em 2025, recebeu os selos GPTW e GPMH.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/01/2026 0 Comentários 181 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem 2,8% em agosto

Por Jonathan da Silva 09/09/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína, somando produtos in natura e processados, alcançaram 121,4 mil toneladas em agosto, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (8) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa um aumento de 2,8% em relação ao mesmo mês de 2024, quando foram embarcadas 118,1 mil toneladas. A receita também cresceu, chegando a US$ 294,9 milhões, alta de 6,7% sobre os US$ 276,3 milhões registrados no ano passado.

No compilado do ano, também houve crescimento: entre janeiro e agosto de 2025, os embarques de carne suína somaram 970,3 mil toneladas, um aumento de 11,5% frente às 870,2 mil toneladas exportadas em 2024. Em receita, a elevação foi de 23,8%, passando de US$ 1,885 bilhão no ano passado para US$ 2,334 bilhões neste ano.

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que a diversificação de mercados tem garantido maior estabilidade às exportações. “As exportações de carne suína do Brasil ampliaram a diversificação entre os destinos dos embarques, com novos mercados entre os maiores importadores. A maior capilaridade deve proporcionar mais sustentação ao fluxo, projetando manutenção das exportações positivas do setor para este ano”, afirmou Santin.

Principais destinos

As Filipinas lideraram as compras em agosto, com 33,4 mil toneladas, alta de 19,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O Chile aparece em seguida, com 13,3 mil toneladas (+8,3%), e a China, que já foi a principal compradora, registrou queda de 36,3%, importando 10,3 mil toneladas. Também figuram entre os maiores importadores o Japão (8,5 mil toneladas, +5,4%), México (7,4 mil toneladas, +30,7%), Hong Kong (6 mil toneladas, -36,6%), Vietnã (5,9 mil toneladas, +42,7%), Singapura (5,2 mil toneladas, -33,1%), Uruguai (3,7 mil toneladas, +2,4%) e Costa do Marfim (3,4 mil toneladas, +164,3%).

Exportações por estado

Santa Catarina segue como o maior exportador de carne suína do país, com 56,9 mil toneladas embarcadas em agosto, queda de 9% em relação a 2024. O Rio Grande do Sul aparece em segundo lugar, com 31,4 mil toneladas (+20,5%), seguido por Paraná, com 18,3 mil toneladas (+9,4%), Mato Grosso, com 3,1 mil toneladas (-3,6%), e Minas Gerais, com 2,5 mil toneladas (+1,5%).

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/09/2025 0 Comentários 271 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de frango crescem 9,3% em agosto

Por Jonathan da Silva 05/09/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 394,6 mil toneladas em agosto, o que representa um crescimento de 9,3% em relação ao mesmo mês de 2024, segundo levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). No entanto, apesar do aumento no volume exportado, a receita do setor caiu 11,9% em agosto, com US$ 699,4 milhões frente aos US$ 793,6 milhões registrados no mesmo período do ano passado. No acumulado de janeiro a agosto, as exportações somaram 3,394 milhões de toneladas, queda de 1,1% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. A receita nos oito primeiros meses de 2025 foi de US$ 6,308 bilhões, praticamente estável em comparação ao ano anterior, quando alcançou US$ 6,319 bilhões.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que os embarques seguem em ritmo estável desde a reconquista do status de Livre de Influenza Aviária pelo Brasil. “O desempenho do mês de agosto manteve a estabilidade de embarques notada desde a reconquista do status de Livre de Influenza Aviária, pelo Brasil, o que deve se alterar positivamente com as recentes retomadas das importações pelo Chile e a oficialização da reabertura da União Europeia”, afirmou o dirigente.

Principais destinos

O México assumiu a liderança entre os principais destinos, com 37,5 mil toneladas embarcadas, volume 873,3% maior do que no ano passado. Os Emirados Árabes Unidos importaram 32,5 mil toneladas (-16,9%), seguidos por Japão, com 30,3 mil toneladas (-22,2%), Arábia Saudita, com 27 mil toneladas (+0,6%), e África do Sul, com 25,7 mil toneladas (-8,4%). Também aparecem na lista Filipinas (19,7 mil toneladas, +27,2%), Coreia do Sul (15,3 mil toneladas, +65,7%), Iraque (12,7 mil toneladas, +15,0%), Reino Unido (11,3 mil toneladas, +130,2%) e Singapura (10,9 mil toneladas, +14%).

Estados exportadores

Entre os estados, o Paraná liderou as exportações em agosto com 158,7 mil toneladas, queda de 1,6% em relação ao ano anterior. Santa Catarina ficou em segundo lugar, com 89,7 mil toneladas (+6,5%), seguido por Rio Grande do Sul, com 44,1 mil toneladas (+16,6%), São Paulo, com 24,5 mil toneladas (+3%) e Goiás, com 21,5 mil toneladas (+20,8%).

Foto: Chandlervid85/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/09/2025 0 Comentários 261 Visualizações
Business

Apesar do tarifaço, feiras nos EUA devem render R$ 30 milhões para calçadistas brasileiras

Por Jonathan da Silva 25/08/2025
Por Jonathan da Silva

A participação de 32 marcas brasileiras de calçados em duas feiras nos Estados Unidos deve gerar mais de R$ 30 milhões em negócios, entre contratos fechados e negociações em andamento. A iniciativa foi realizada neste mês de agosto por meio do programa Brazilian Footwear, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), mesmo após a entrada em vigor da sobretaxa de 50% sobre os produtos brasileiros importados pelos norte-americanos.

Segundo a profissional da área de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, os resultados surpreenderam diante do aumento das tarifas. “Existe um movimento bastante positivo entre os compradores dos Estados Unidos, que se dizem dispostos a negociar o pagamento das tarifas extras para manter o fornecimento de calçados brasileiros”, afirmou Carla.

Atlanta Shoe Market

O primeiro evento foi a Atlanta Shoe Market, entre 9 e 11 de agosto, que contou com 22 marcas brasileiras. No local, foram comercializados 19,2 mil pares, somando R$ 3,34 milhões. Incluindo os negócios alinhavados durante a feira, o resultado chegou a 148,64 mil pares e R$ 16,47 milhões.O encontro gerou 197 contatos com representantes de mercados como Estados Unidos, Canadá, Costa Rica, China, França, Austrália, México, Trinidad e Tobago, Panamá, Porto Rico e Jamaica.

Participaram, com apoio do Brazilian Footwear, as marcas Arezzo, Awana Group, Bibi, Bottero, Cartago, Cocco Miami, GVD International, House of ZALO, Ipanema, Itapuã, Klin, Melissa e Mini Melissa, New Face, Pegada, Piccadilly, Pyramidis, Rider, Schutz, Usaflex, Vicenza e Zaxy.

O diretor da GVD, Wagner Kirsch, relatou que a empresa tinha “expectativas reduzidas” em função do tarifaço, mas o evento superou a previsão inicial. “A feira se mostrou positiva. Durante os três dias, fechamos negócios e desenvolvemos novos contatos importantes, apesar de um mercado nervoso”, avaliou Kirsch.

Magic Las Vegas

Entre os dias 18 e 20 de agosto, as marcas brasileiras participaram também da Magic Las Vegas. Com 12 empresas apoiadas pelo programa, foram comercializados no local 20,3 mil pares por R$ 3,4 milhões. Com as negociações encaminhadas, o total chegou a 141,25 mil pares e R$ 13,5 milhões. O evento gerou 244 contatos com compradores de países como Estados Unidos, Canadá, México, Guatemala, Honduras, Porto Rico, Panamá, Equador e Colômbia.

Estiveram presentes as marcas Actvitta, Beira Rio, BR Sport, Carrano, Cocco Miami, Dress To, Klin, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho e Vizzano.

A gestora de Exportações da Klin, Camila Chamoun, destacou a importância das feiras para compreender o mercado local. “Na feira, recebemos não somente compradores dos Estados Unidos, mas de outros países, além de associações que representam o varejo local. Trocamos informações importantes sobre o mercado, canais de vendas e negociações”, expressou Camila. Para ela, as perspectivas são positivas, e os compradores acreditam que a alta tarifária pode ser temporária.

Mercado norte-americano

O mercado dos Estados Unidos consome mais de 2,6 bilhões de pares de calçados por ano, quase todos importados. Atualmente, quase 30% da receita das exportações brasileiras do setor tem como destino o país. Nos sete primeiros meses deste ano, os Estados Unidos foram o principal mercado internacional do calçado brasileiro, com o embarque de 6,9 milhões de pares, somando US$ 134,9 milhões — aumentos de 15,3% em volume e de 7% em valor em relação ao mesmo período de 2023.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2025 0 Comentários 289 Visualizações
Política

ACI envia carta ao presidente Lula solicitando maior socorro às empresas

Por Jonathan da Silva 15/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial e Industrial de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) enviou uma correspondência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quarta-feira (13), solicitando a adoção de medidas mais robustas e duradouras para reduzir os efeitos da tarifa de 50% imposta pelo governo estadunidense de Donald Trump sobre produtos brasileiros. A entidade pede que as ações se estendam também a empresas indiretamente afetadas, com o objetivo de preservar empregos e manter a competitividade da indústria nacional.

O documento, assinado pelo diretor da ACI, Fauston Saraiva, reconhece que o pacote de ações já divulgado pelo governo federal — incluindo linhas de crédito facilitadas, suspensão temporária da cobrança de tributos e aquisição pública de mercadorias perecíveis — é positivo para aliviar pressões imediatas sobre as empresas diretamente impactadas. “Elas demonstram sensibilidade do governo federal frente à urgência da situação, ajudando a evitar demissões em massa e o desperdício de bens essenciais no curto prazo. No entanto, essas ações são meramente transitórias e paliativas”, afirmou Saraiva.

Propostas da entidade

Para o diretor da ACI, o pacote atual resolve apenas problemas pontuais e não enfrenta as causas estruturais, deixando o setor vulnerável a novas barreiras comerciais. Entre as medidas consideradas essenciais, a entidade destaca a desoneração da folha de pagamento para reduzir custos trabalhistas e incentivar a manutenção e criação de empregos formais, especialmente nos setores intensivos em mão de obra. Também sugere isenções fiscais, como redução ou eliminação de impostos sobre insumos e exportações, para melhorar a competitividade frente a países com regimes tributários mais flexíveis.

Impacto no Vale do Sinos

A ACI defende que eventuais medidas devem abranger não só exportadores diretos, mas também empresas indiretamente prejudicadas, como fornecedores, transportadoras e prestadores de serviços. Segundo a entidade, a exclusão desses elos poderia gerar um efeito dominó negativo, especialmente no Vale do Sinos, onde mais de 50 mil empregos dependem do setor exportador, conforme dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Risco para a produção nacional

No documento enviado ao presidente, a ACI alerta que, sem ações estruturais, a produção brasileira pode perder espaço no mercado internacional, provocando aumento do desemprego estrutural e enfraquecendo a soberania econômica do país.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
15/08/2025 0 Comentários 340 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 16,4% em julho em relação a junho

Por Jonathan da Silva 08/08/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango — incluindo produtos in natura e processados — totalizaram 399,7 mil toneladas em julho de 2025, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), divulgados nesta quinta-feira (7). O número representa uma alta de 16,4% em relação ao volume embarcado em junho (343,4 mil toneladas), embora ainda seja 13,8% inferior ao registrado no mesmo mês de 2024, quando o país exportou 463,7 mil toneladas.

A receita com as exportações de julho alcançou US$ 737,8 milhões, valor 15,8% superior ao de junho (US$ 637 milhões), mas 17% menor que o obtido em julho do ano passado (US$ 889,2 milhões).

Avaliação do setor

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o resultado reflete a retomada gradual de mercados que haviam suspendido as importações após um caso isolado de Influenza Aviária. “Houve um notável restabelecimento do comércio com grande parte das nações que haviam suspendido as importações diante da ocorrência isolada e já superada de Influenza Aviária em uma granja comercial. Comparativamente, são mais de 50 mil toneladas adicionadas ao nosso fluxo, número que deverá se expandir nos próximos meses com a consolidação das tratativas e a reabertura de todos os mercados”, afirmou Santin.

Acumulado do ano

Entre janeiro e julho de 2025, o Brasil exportou 3 milhões de toneladas de carne de frango, volume 1,7% inferior ao do mesmo período de 2024 (3,052 milhões de toneladas). A receita no acumulado, no entanto, apresentou alta de 1,5%, chegando a US$ 5,609 bilhões ante US$ 5,525 bilhões no ano anterior.

Principais mercados

Os Emirados Árabes Unidos lideraram as compras em julho, com 51,7 mil toneladas, aumento de 33,6% em comparação ao mesmo mês de 2024. Em seguida aparecem Japão (42,9 mil toneladas, -9,3%), México (36,4 mil toneladas, +45,6%), Arábia Saudita (31,4 mil toneladas, +19,7%), Angola (16,1 mil toneladas, +68,7%), Singapura (13,6 mil toneladas, +8,8%), Reino Unido (12,7 mil toneladas, +84,3%), Kwait (11,6 mil toneladas, +13,3%), Gana (10,9 mil toneladas, +131,1%) e Hong Kong (10,2 mil toneladas, +72,5%).

Estados exportadores

O Paraná manteve a liderança entre os estados exportadores, com 152,1 mil toneladas embarcadas em julho, apesar da queda de 19,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na sequência aparecem Santa Catarina (95,3 mil toneladas, -7,6%), Rio Grande do Sul (46,2 mil toneladas, -22,5%), São Paulo (26,8 mil toneladas, +3,8%) e Goiás (22,8 mil toneladas, +4,2%).

Foto: Jcomp/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/08/2025 0 Comentários 300 Visualizações
Política

Tarifaço dos EUA ameaça milhares de empregos na indústria calçadista brasileira

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

A tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deve afetar diretamente quase 80% das empresas exportadoras de calçados do Brasil conforme levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O setor, que tem nos EUA seu principal mercado externo, estima perder cerca de 20 mil postos de trabalho indiretos e 8 mil diretos nos próximos meses, caso a medida não seja revertida.

De acordo com o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, a tarifa extra já provoca efeitos imediatos no setor. “Entre os impactos já relatados há atrasos ou paralisação em negociações, queda do faturamento em decorrência da medida e cancelamento de pedidos, parte, inclusive, já produzidos ou em produção”, afirma Ferreira.

Segundo o dirigente, o impacto direto nas exportações torna urgente a adoção de medidas emergenciais para preservar empregos e empresas da cadeia calçadista nacional.

Perdas acumuladas

A estimativa da Abicalçados aponta para uma queda de 9% nas exportações nos próximos 12 meses, como resultado direto da sobretaxa nos embarques com destino aos Estados Unidos. O país é historicamente o principal comprador do calçado brasileiro e responde por mais de 20% do valor total exportado pelo setor.

Interrupção na recuperação

Apesar do cenário atual, o setor vinha mostrando sinais de recuperação. No primeiro semestre de 2025, foram exportados 5,8 milhões de pares de calçados aos Estados Unidos, um crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a Abicalçados, a imposição da tarifa compromete esse ciclo e deverá gerar efeitos econômicos e sociais significativos para o Brasil.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 384 Visualizações
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