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meio ambiente

Business

Quando sustentabilidade e rentabilidade caminham juntas

Por Gabrielle Pacheco 05/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Você já parou para pensar que sustentabilidade e rentabilidade podem andar de mãos dadas? Mirando em ações que contribuam para o meio ambiente, empreendedores acabam reduzindo custos. E vice-versa. Na Semana Mundial do Meio Ambiente (de 1º a 8 de junho), o Sebrae RS lembra que o e-book Gestão Sustentável nas Empresas é gratuito e está disponível no site da organização.

“O e-book apresenta práticas sustentáveis e mostra que elas podem ser implementadas por qualquer empresa. E são muito interessantes, já que podem gerar redução de custos também. Olhando para a questão ambiental, o empresário minimiza impacto negativos no meio ambiente, atende a legislação e ainda economiza”, comenta Cristina Correia, técnica de Soluções do Sebrae RS.

Além do e-book, o Sebrae RS disponibiliza consultoria na área ambiental, por meio do Programa Sebraetec. Foi com a ajuda deste de serviço que a padaria e mercearia A Sua Mercê, em Porto Alegre, reduziu de 15% a 20% os gastos com energia elétrica. De quebra, é bom para o meio ambiente.

Ao identificar potenciais de perda e oportunidades de economia de energia elétrica, o consultor contratado mapeou equipamentos com mais consumo, identificou oportunidades de redução de curto e longo prazo e fez indicações que contribuíram de forma significativa com a redução dos desperdícios de energia.

“Foram pequenos ajustes relativos ao uso do ar-condicionado, geladeiras e freezers, que tiveram esse impacto positivo”, comenta Rosana Steffens, uma das sócias.

A redução de desperdício, destaca a técnica do Sebrae RS, é uma das principais práticas capazes de ter impacto positivo no meio ambiente e reduzir os custos do empreendimento. “É preciso aperfeiçoar os processos, produzir mais com menos”, comenta. “Temos um exemplo de um salão de beleza que estava gastando muito determinado produto químico. Foi feita uma medição, uma padronização das dosagens e, com isso, reduziu-se os gastos no produto e, consequentemente, os resíduos químicos”, relata Cristina.

No dia Mundial do Meio Ambiente, o Sebrae preparou cinco dicas para quem quer tornar seu negócio ambientalmente mais sustentável.

1 – Planejamento estratégico
Adote a sustentabilidade no coração da sua empresa, estando presente em todas a suas atividades, pois a sustentabilidade não é apenas um departamento da empresa. Procure saber quais são os aspectos da sustentabilidade mais importantes no seu segmento. Utiliza muita energia ou água? Onde estão os desperdícios?

2 – Gestão ambiental
Trabalhe para reduzir todos os tipos de poluição causados pela sua empresa: Verifique
o ciclo de vida de seus produtos ou serviços, planeje compra de insumos de procedência sustentável, viabilize a coleta e a restituição dos resíduos sólidos, use matéria-prima confiável, tenha um design sustentável e invista na neutralização de carbono e licenciamento ambiental.

3 – Uso eficiente da água
Fique atento a vazamentos e desperdícios no dia a dia da empresa. Instale novas tecnologias, como arejadores nas torneiras, e analise o modo de fabricação de seu produto ou prestação de serviço para encontrar novas formas de reduzir o consumo de água.

4 – Gerenciamento de resíduos sólidos
Analise o método de fabricação de seu produto ou prestação de serviço para encontrar formas de reduzir a geração de resíduos, como sobras e aparas.

5 – Uso eficiente de energia
Prefira sempre a iluminação natural, por isso abra janelas e deixe a luz do sol entrar. Pinte as paredes com cores claras, pois elas refletem os raios solares e deixam o ambiente mais fresco, gastando menos com ar condicionado. Instale equipamentos que consumam menos energia e use aparelhos elétricos de maneira correta como está indicado no manual. Troque lâmpadas comuns por lâmpadas fluorescentes ou de LED e desligue o computador quando não estiver em uso, evitando as proteções de tela. Estude a possibilidade de adotar energias alternativas no seu negócio, como solar fotovoltaica ou eólica.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
05/06/2019 0 Comentários 762 Visualizações
Variedades

Sesc desenvolve projeto para redução do consumo de descartáveis

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Quem passar pelas unidades do Sesc/RS a partir de junho vai perceber uma significativa mudança que vai beneficiar muito o meio ambiente: a redução do uso de materiais descartáveis com o projeto “Descarte os maus hábitos”.

Pratinhos, potes e copos plásticos são, por exemplo, alguns dos itens consumidos diariamente, que levam até 100 anos para se decompor. Por isso, estudos apontaram que é possível substituir insumos por itens mais duráveis como copos de policarbonato e Ecopos (copos de papel). A ideia é disseminar o projeto e reduzir em aproximadamente 60% o consumo de descartáveis no Sesc/RS.

O esforço em prol do meio ambiente vem se intensificando desde 2007, quando foi implantado na entidade o Programa de Conscientização Ambiental 4Rs (Reeducar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Desde então, a entidade realiza campanhas de conscientização e atividades em datas especiais como: dia da água, do meio ambiente, dia da árvore, campanha do agasalho, etc. em todas as Unidades e Departamento Regional do Sesc/RS, por meio do grupo de facilitadores socioambientais.

Agora em 2019, o projeto está sendo ampliado e pretende impactar além de colaboradores, os milhares de gaúchos que passam pelas unidades e usufruem dos serviços de saúde, esporte, cultura e bem-estar.

“Trabalhamos com foco na sustentabilidade e a ideia é atender, de forma equilibrada, as necessidades e expectativas da sociedade. Buscando sempre uma atuação ética e transparente, estamos comprometidos com a preservação de recursos ambientais para as gerações atuais e futuras, respeitando a diversidade e promovendo com isso a redução das desigualdades sociais”, comenta a colaboradora do Sesc/RS especialista em sustentabilidade Katiane de Oliveira Roxo.

Uma das mudanças de hábito que vai beneficiar tanto o meio ambiente, quanto a saúde dos gaúchos é a substituição dos tradicionais palitos de dente por fio dental, que serão disponibilizados em todos os Restaurantes Sesc/RS. Apesar de muito tradicional, o palito de dente apresenta alguns malefícios à saúde.

“Dependendo do tipo de resíduo que se queira retirar dos dentes, sem enxergar onde ele está, é possível que a ponta do palito acabe machucando a gengiva durante o processo”, alerta o odontólogo do Sesc/RS Taiguara Munari. Ele lembra ainda, outros motivos para evitar o uso:

“A ponta fina do palito pode perfurar a gengiva e causar desconforto, além de ser uma porta de entrada de bactérias para o corpo; pressionar o local de forma intensa com o palito pode causar retração; e com o uso frequente dos palitos, cria-se um espaço entre os dentes devido à força que é feita no uso”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2019 0 Comentários 614 Visualizações
Cultura

Peça de teatro gera reflexão sobre o futuro do planeta

Por Gabrielle Pacheco 31/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Semana Nacional do Meio Ambiente em São Leopoldo fará do universo criativo do teatro um meio para educação ambiental, estimulando a formação de novas gerações. O Ministério da Cidadania e a Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos (CRVR) realizam o espetáculo Terra à Vista 2: a Aventura Continua! – peça consagrada e que se reinventa desde 2015.

Ao todo, foram 105 apresentações em 70 cidades do Brasil para mais de 35 mil espectadores. Com enredo, figurino e cenografia inéditos, a trama divertida será exibida no dia 3 de junho, às 14h30, no Centro de Eventos da cidade. A entrada é franca.

Desde a concepção, o planejamento cultural é assinado pela empresa D.Marin, com a produção artística da Companhia Armazém, de Santa Maria. A atriz Patricia Garcia, que já encenou a peça no Pará e na Bahia, antecipa que a narrativa é um convite à infância, mas com uma mensagem séria e para vida toda.

“Através da arte, tornamos a temática do meio ambiente leve e descontraída, mas com um ensinamento profundo de preservação”, afirma.

Ela reforça que o teatro leva ao discernimento de que somos nós os responsáveis pelo futuro.

Para o diretor de Desenvolvimento de Negócios da CRVR, Leomyr de Castro Girondi, a trajetória de sucesso do Terra À Vista preenche uma lacuna no Rio Grande do Sul. “Pela abrangência e pelo pioneirismo do projeto, de forma lúdica, levamos cultura e consciência ambiental às comunidades. E essa contribuição social está no nosso DNA”, enfatiza.

Para 2019, o espetáculo deve visitar 29 cidades, totalizando 30 apresentações. Os artistas encerraram o ciclo financiado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio exclusivo da CRVR e Biotérmica, apenas no mês de outubro, embora estejam na estrada desde abril. A temporada é de seis meses.

Enredo e cenografia

A peça conta as peripécias dos irmãos Mateus, Miguel e Manuela. Eles recebem uma casa de herança dos avós e decidem transformá-la em um Parque Pirata para crianças. Porém, ao chegarem ao quintal, deparam-se com grandes desafios: além de diferentes tipos de lixo acumulados no local, uma visita inesperada surge e promete causar grande alvoroço.

Os figurinos foram planejados pela própria companhia teatral, com cenografia do artista plástico Luciano Santos – que construiu itens que remetem a um jardim florido. Todo esse planejamento e execução tem o desenvolvimento exclusivo da D.Marin, que atua no mercado há 12 anos. “A obra Terra à Vista busca melhorar a realidade que vivemos, com o compromisso de levar felicidade, educação e arte às pessoas”, enfatiza a diretora-executiva da empresa, Daiane Marin.

CRVR

A CRVR é responsável por destinar os resíduos gerados nos lares de 8,5 milhões de gaúchos em mais de 300 municípios do Rio Grande do Sul. A empresa tem como princípio dedicar atenção integral ao respeito ao meio ambiente. Atualmente possui estrutura física nos municípios de Minas do Leão, Giruá, Victor Graeff, São Leopoldo, Tramandaí e Santa Maria.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2019 0 Comentários 1,1K Visualizações
Variedades

Mutirão reúne associados do Clube dos Jangadeiros

Por Gabrielle Pacheco 15/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

O mutirão de limpeza da orla e dos molhes “Vamos abraçar o Janga” mobilizou associados do Clube dos Jangadeiros na manhã deste sábado, 13 de abril, na ilha do local.

A ação teve como objetivo promover a conscientização e a preservação do meio ambiente.

No total, o grupo recolheu sete sacos de lixo, com capacidade para 100 litros cada, de resíduos e madeiras que estavam em torno das águas. Assim, limpando o local e abrindo um novo ambiente para lazer e confraternização no clube.

“É importante levarmos a mensagem de preservação e cuidado com o meio ambiente para as águas do Guaíba e também o nosso clube, para que, com a mobilização, possamos incentivar todos a cuidar desse bem tão precioso. Além disso, é uma região que podemos aproveitar para tomar um chimarrão, trazer nossas famílias e curtir as tardes no Janga”, destacou o Comodoro Pedro Pesce.

Novos associados no clube, o casal Rafael Gama e Karina Palma trouxeram seus filhos Pietra e Sebastian, de 8 e 3 anos, para a ação e destacaram a importância de ensinar sobre a preservação.

“Essa é uma questão fundamental por ensinar sobre a limpeza das belas áreas ambientais que temos e são prejudicadas pelo lixo urbano. Também por seu lado pedagógico, mostrando a preservação para as crianças e plantando essa semente para o futuro”, disse Rafael.

Após o mutirão, os associados se reuniram para uma confraternização com piquenique e a inauguração da nova churrasqueira redonda na ilha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/04/2019 0 Comentários 709 Visualizações
Variedades

Edital garante apoio financeiro para iniciativas que aliam tecnologia e inovação à conservação do meio ambiente

Por Gabrielle Pacheco 01/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

Iniciativas que aliam tecnologia e inovação com a conservação do meio ambiente têm a oportunidade de receber apoio financeiro a partir do 57º Edital da Fundação Grupo Boticário – Novas Ideias para a Conservação da Natureza.

Interessados de todo o Brasil podem inscrever seus trabalhos até o dia 31 de março, pelo site da instituição: www.fundacaogrupoboticario.org.br. Os projetos selecionados terão, somados, o apoio de R$ 2 milhões.

Segundo o coordenador de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Robson Capretz, este edital abre espaço para a sinergia entre diferentes áreas do conhecimento, unindo esforços em prol do meio ambiente.

“Soluções tecnológicas e inovadoras estão presentes e são necessárias em todas as áreas, inclusive para atender as demandas da conservação da natureza. Este é um nicho com grande potencial para ideias que gerem conhecimento, ajudem a proteger áreas naturais e espécies, fortaleçam a economia e promovam o bem-estar social. É isso que buscamos no nosso edital”, afirma, explicando que serão priorizados projetos que proponham novas formas de monitoramento da biodiversidade e o desenvolvimento de dispositivos que contribuam para a conservação de espécies e ecossistemas.

O edital

O 57º Edital da Fundação Grupo Boticário concentrará todas as inscrições no primeiro semestre. Além da área voltada para inovações e novas tecnologias, esta edição recebe inscrições de trabalhos focados em ambientes marinhos; unidades de conservação de proteção integral e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs); e espécies ameaçadas.

Os projetos inscritos devem estar vinculados a instituições sem fins lucrativos, como fundações de universidades, organizações não governamentais (ONGs) e associações. Dúvidas podem ser encaminhadas por e-mail para [email protected].

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/03/2019 0 Comentários 485 Visualizações
Variedades

Estudo do Sindilojas Porto Alegre aponta tendências de consumo e dicas de sustentabilidade para o varejo

Por Gabrielle Pacheco 05/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ciente da mudança na forma de consumir das pessoas e com o intuito de preparar o varejo para esses novos hábitos de consumo, o Sindilojas Porto Alegre, por meio do Núcleo de Pesquisa, desenvolveu um material recheado de dicas e conteúdos sobre sustentabilidade: o e-book EcoDesign. O termo “ecodesing” diz respeito a uma forma alternativa de pensar a produção e o consumo, que tem como base questões econômicas, sociais e ambientais.

No estudo, feito a partir de entrevistas com 400 consumidores da Capital, foi identificado que 74% estão preocupados com a quantidade de lixo que produzem. Reforçando esse alerta, um dado divulgado pela Organização Mundial da Saúde diz que o índice de produção de lixo será 70% maior no mundo até 2030.

Segundo a pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, entre os hábitos já adotados pelos entrevistados para diminuir o impacto do seu consumo no meio ambiente estão: economizar água (85%), economizar luz (84%), separar o lixo em orgânico e reciclável (77%), utilizar garrafas, copos e canecas reutilizáveis no trabalho (52%), utilizar transporte público para se deslocar (48%,) entre outras ações realizadas pela minoria das pessoas.

Reduzir o consumo de materiais descartáveis aparece entre as mudanças já adotadas por 47% dos entrevistados, ainda que 94% deles tenham manifestado que gostariam de consumir itens com menos embalagem plástica. Já entre as ações identificadas como as que adotariam estão: trocar a escova de dentes de plástico por uma de material biodegradável, como o bambu (83,8%), carregar embalagem retornável para fazer compras (82,6%) e substituir o absorvente íntimo por calcinhas absorventes laváveis (46,1% das entrevistadas mulheres até os 39 anos).

A pesquisa apontou também que 49,4% das pessoas não sabem indicar uma marca que admirem por ser sustentável, deixando clara a necessidade de as empresas investirem mais em sustentabilidade e tornarem suas ações conhecidas. Dos que souberam apontar (50,6%), as marcas indicadas foram Zaffari/Bourbon (9,3%), Natura (7,8%), O Boticário (3%), Renner (3%) e Ypê (1,3%). Entretanto, foi verificado que somente 6,1% dos entrevistados acreditam que as empresas estão realmente comprometidas em oferecer alternativas sustentáveis para os clientes.

Considerando que apenas 36% das pessoas relataram acreditar que seus hábitos são sustentáveis, a insatisfação de grande parte delas (89%) com a maneira que a sociedade se comporta em relação ao meio ambiente demonstra que há espaço e aceitação para se trabalhar o tema no varejo. Ainda de acordo com a pesquisa, 74% dos consumidores pagariam um pouco mais por produtos feitos de forma mais sustentável.

No e-book, o Sindilojas Porto Alegre cita alternativas para que as marcas comecem a utilizar materiais menos impactantes ao meio ambiente em seu dia a dia: papel kraft, papel reciclado, papel de certificação FSC (proveniente de reflorestamento), algodão orgânico, palha, garrafa PET reciclada, retalhos reaproveitados e tecido TNT são exemplos de matérias-primas que podem ser utilizadas em embalagens, sacolas e até em produtos comercializados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/02/2019 0 Comentários 701 Visualizações
Cultura

Virada Sustentável anuncia novidades e amplia prazo de inscrições 

Por Gabrielle Pacheco 11/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A 4ª edição da Virada Sustentável – que será realizada de 05 a 07 de abril de 2019, em Porto Alegre – está ampliando o prazo para inscrições de atividades de adesão ao evento, com novidades no edital. As inscrições estão abertas pelo site Virada Sustentável Porto Alegre até o dia 21 de janeiro de 2019. Abordando temas como redução das desigualdades sociais (em especial as questões dos refugiados), consumo consciente, saúde e bem estar, parcerias, igualdade de gêneros e mudanças climáticas, o festival vai reunir mais de uma centena de atrações e atividades gratuitas e abertas ao público.

Uma das novidades será a realização da Serenata Iluminada especial da Virada, na Redenção, que terá a apresentação de quatro espetáculos – dois de música popular e outros dois de música instrumental, selecionados através do edital de adesões. Outros seis espetáculos musicais farão parte da programação geral.

Outra novidade desta edição é que cada Ecoponto vai tratar de um tema distinto, e as atividades serão distribuídas nos locais conforme a sua abordagem, a saber:

Casa de Cultura Mario Quintana – levando em conta o ODS 5 – Igualdade de Gênero, este Ecoponto vai abrigar atividades culturais e educativas de diferentes linguagens, apresentadas única e exclusivamente por pessoas do gênero feminino, que correspondam a qualquer um dos 17 ODSs – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU;

Vila Flores – vai apresentar as atividades de grupos, coletivos, artistas e oficineiros que se enquadrem no ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis e no ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação;

Redenção – neste Ecoponto serão realizadas as atividades com temáticas gastronômicas, zen e infantis e as que são alusivas ao tema da redução das desigualdades sociais, principalmente com foco na questão dos imigrantes e refugiados (ODS 10);

Praça Júlio Mesquita e Orla do Guaíba – as atividades realizadas nestes locais vão abordar as mudanças climáticas (ODS 13 – Ação Contra a Mudança Global do Clima), como a exposição de percurso sobre os ODSs.

Além da programação nos Ecopontos, as atividades escolhidas por adesão independente também deverão acontecer em outros locais e regiões descentralizadas de Porto Alegre.

O objetivo do edital de adesões é selecionar diferentes iniciativas que buscam valorizar a cultura e a sustentabilidade, permitindo que a comunidade construa a programação do evento em conjunto com a organização, de forma colaborativa e democrática. A organização da Virada Sustentável selecionará as atividades levando em conta quatro quesitos principais: Relevância, representatividade e atratividade do conteúdo para o público, alinhamento com as temáticas da Virada Sustentável 2019 e com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (descritos abaixo), apresentação dos temas através de abordagem positiva, inspiradora e criativa, e capacidade de atendimento, pela organização da Virada, das necessidades técnicas e financeiras dos projetos.

Cada proponente, sendo pessoa jurídica ou física, pode se inscrever individualmente ou como representante de um grupo para apresentar um ou mais projetos, nas seguintes modalidades: adesão independente (são os projetos que não necessitam nem de aporte financeiro nem de disponibilidade de local) e financiado (projetos que necessitam de aporte financeiro e disponibilidade de local para acontecer).

Podem participar grupos, artistas, oficineiros, palestrantes, organizações, fundações, movimentos, coletivos, escolas, faculdades e equipamentos culturais que apresentem projetos artísticos, culturais, de bem estar (zen), sociais e ambientais em prol da sustentabilidade. Serão selecionadas atividades nas seguintes modalidades e quantidades:

– Música instrumental: seis espetáculos solo ou de grupo com mais ou menos uma hora de duração (dois espetáculos devem ser compostos somente por pessoas do gênero feminino);

– Música Popular: quatro espetáculos solo ou de grupo com mais ou menos uma hora de duração (dois espetáculos devem ser compostos somente por pessoas do gênero feminino);

– Teatro de Rua: quatro espetáculos de mais ou menos uma hora de duração (um dos espetáculos deve ser composto somente por pessoas do gênero feminino);

– Teatro: um espetáculo de palco para o Teatro Bruno Kiefer, da Casa de Cultura Mário Quintana, a ser realizado em duas apresentações (a composição do grupo ou mesmo no formato solo deve ser somente por pessoas do gênero feminino);

– Circo ou Clown: quatro espetáculos de mais ou menos uma hora de duração (um dos espetáculos deve ser composto somente por pessoas do gênero feminino);

– Dança: dois espetáculos de mais ou menos uma hora de duração (um dos espetáculos deve ser composto somente por pessoas do gênero feminino);

– Espetáculos Multiartísticos de Artes Integradas: três espetáculos realizados a partir de encontros inéditos entre dois grupos de diferentes linguagens em cada espetáculo multiartístico (podendo ser encontro de grupos de música, dança, artes visuais, artes cênicas ou audiovisuais, de culturas ou performances artísticas clássicas, tradicionais ou inovadoras);

– Oficinas/Atividades Performáticas/Palestras: serão selecionadas 16 atividades que, de alguma forma, abordem ou tenham como referência o tema Cultura, Sustentabilidade e História de Porto Alegre. Estas atividades devem estar baseadas nos termos da convenção sobre a proteção e a promoção da diversidade das expressões culturais da ONU (leia aqui). No mínimo quatro atividades selecionadas deverão ser realizadas em local próprio da instituição, grupo ou movimento proponente, de preferência descentralizadas, e outras quatro deverão ser realizadas inteiramente por pessoas do gênero feminino;

– Atividades Múltiplas Zen: cinco atividades de Ioga, Biodança, Reiki e outras formas de atividades de grupo de característica zen;

– Atividades Socioambientais: dez atividades de grupos, instituições ou movimentos voltadas para a educação para a sustentabilidade, abertas e, de preferência, multidisciplinares, a serem desenvolvidas nos EcoPontos onde a Virada Sustentável ocorre ou em locais próprios e descentralizados. Destas, no mínimo quatro atividades selecionadas devem ser realizadas inteiramente por pessoas do gênero feminino;

– Atividades para crianças: quatro atividades ou performances participativas de qualquer gênero, com temática voltada para o ODS 13 (Ação contra a mudança global do clima);

– Atividades Pró-Alimentação Saudável ou Ecogastronômicas: quatro aulas, oficinas ou atividades sobre alimentação saudável e comida sustentável, a serem realizadas no estande de Ecogastronomia da Virada Sustentável, na Redenção.

– Artes Visuais: cinco artistas ou coletivos serão selecionados para desenvolverem obras sobre suporte pré-definido, que serão instaladas na Orla do Guaíba. Para esta modalidade não é necessário preencher o formulário de inscrição, bastando enviar as seguintes informações para o email [email protected]: nome e apresentação, portfólio (links para projetos realizados) e contato. Cada artista ou coletivo selecionado deverá executar uma obra que corresponda aos seguintes temas:

ODS 5 – IGUALDADE DE GÊNERO – Palavras-chave: igualdade de gênero; empoderamento de mulheres e meninas; direitos das mulheres, mulheres em cargos de liderança, diferença salarial, violência doméstica.
ODS 10 – REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES – Palavras-chave: desigualdade étnica, racial, religiosa, econômica; violência; imigrantes e refugiados.
ODS 12 – CONSUMO E PRODUÇÃO RESPONSÁVEIS – Palavras-chave: empreendedorismo, feiras, brechós, orgânicos, negócios sociais, economia circular, negócios locais, matéria prima sustentável, trabalho justo.
ODS 13 – AÇÃO CONTRA MUDANÇA GLOBAL DO CLIMA – Palavras-chave: redução do desmatamento, preservação de florestas, agricultura de baixo carbono, mobilidade sustentável, gestão de resíduos, energias renováveis, mercado de carbono, acordo de paris.

TODOS OS ODS – OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MILÊNIO – Parte da Agenda 2030 da ONU. Ao todo, são 17 ODSs. Um dos trabalhos tem este conjunto de metas como temática de referência.
Os resultados do edital serão divulgados na primeira quinzena de fevereiro de 2019. Na terceira edição, que ocorreu em abril de 2018, o Edital de Adesões bateu recorde de projetos propostos: ao todo, foram inscritos 204 projetos culturais, sociais, educativos e ambientais, 35% a mais que na edição 2017. Destes, 126 foram escolhidos para ser realizados dentro da programação da Virada de forma autônoma por grupos, coletivos, movimentos e instituições diversas.

Serviço

O quê: Virada Sustentável Porto Alegre – Edital de adesão de atividades
Regulamento e ficha de inscrição: http://www.viradasustentavel.org.br/poa
Período de inscrição: até 21 de janeiro de 2019 (até às 23h59min)
Data da divulgação do resultado: primeira quinzena de fevereiro de 2019
Informações: [email protected]

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2019 0 Comentários 538 Visualizações
BusinessProjetos especiais

Programa Origem Sustentável será apresentado em congresso na Universidade de Cambridge

Por Gabrielle Pacheco 07/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

Pioneiro no mundo, o Programa Origem Sustentável foi selecionado pelo World Congress on Sustainable Technologies para ser apresentado como case de sucesso e exemplo de sustentabilidade na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, onde ocorrerá o congresso. Lançado no mercado brasileiro em 2013 pelo Instituto by Brasil (IBB), Assintecal e Abicalçados, o programa certifica empresas brasileiras de todos os portes da cadeia produtiva calçadista que incorporam a sustentabilidade em seus processos produtivos.

Para o vice-presidente de Sustentabilidade do IBB, Ismael Fischer, o convite para apresentação do programa em Cambridge demonstra o reconhecimento do projeto a nível internacional. “Representaremos toda a indústria calçadista brasileira em um congresso extremamente importante sobre sustentabilidade. Através dessa participação, conseguimos fortalecer a imagem da indústria em um segmento extremamente exportador, principalmente a parte de calçados e componentes”, explica. “Apresentaremos o programa em um palco relevante a nível internacional, tratando de um tema extremamente pertinente e atual, já que a questão da sustentabilidade é a nova ‘qualidade’ do futuro”, finaliza.

O processo para a certificação segue indicadores distribuídos em quatro pilares: econômico, ambiental, social e cultural. Ao todo são 52 indicadores que permitem que as empresas evoluam nos níveis do selo bronze, prata, ouro e diamante, com processos auditados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e SGS Certificadora Ltda.

Atualmente, o programa conta com 142 empresas, sendo 16 de calçados e 112 fabricantes de insumos e componentes para calçados. Entre as participantes, estão importantes marcas do setor e tradicionais exportadores de calçados e componentes, como: Calçados Bibi Ltda., Cipatex Impregnadora de Papéis e Tecidos Ltda., A. Grings S.A. (marca Piccadilly), Ober S/A Indústria e Comércio, Pollibox Ind. de Adesivos Ltda e Killing S/A Tintas e Adesivos.

Sobre o IBB
o Instituto by Brasil é uma uma entidade sem fins lucrativos que trabalha na construção de uma moda genuinamente brasileira através de pesquisas e projetos que ajudam as empresas a conquistar o seu lugar em um cenário cada vez mais competitivo. Em parceria com grandes e pequenas empresas, entidades e instituições de ensino, o instituto desenvolve novos processos, metodologias e produtos que buscam consolidar o país como um dos principais players no cenário global da moda. Mais sobre o Programa Origem Sustentável através do site: www.origemsustentavel.org.br.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
07/12/2018 0 Comentários 641 Visualizações
Cidades

Gramado regulamentará taxa ambiental cobrada pelo Ibama

Por Gabrielle Pacheco 19/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

No dia 9 de novembro foi protocolado na Câmara Municipal o projeto de lei 20/2018, que regulamenta no Município o repasse de valores já cobrados pelo Ibama. A Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA), com as alterações da Lei 10.165/2000, passou a ser recolhida pelo Ibama.

Já no Estado do RS a regulamentação ocorreu através da Lei Estadual 13.761/2011 e desde então os municípios aguardavam assinatura do Acordo de Cooperação (25/09/2018) entre União e Estado para compartilhamento das informações do Cadastro Técnico Federal e repasse do percentual devido aos órgãos ambientais municipais.
Conforme a Secretaria do Meio Ambiente de Gramado, a regulamentação existente define que o Ibama é o órgão responsável pelo Cadastro Técnico Federal (CTF) dos empreendimentos e pelo recolhimento trimestral da taxa. Contudo, a partir do Acordo de Cooperação e, conforme definição legal existente desde 2000, o Ibama ficará com 40%, os estados com 30% e os municípios com 30% dos valores recolhidos da TCFA.

De acordo com o relatório de arrecadação da TCFA do Ibama, fornecido pela FAMURS, Gramado possui 209 empreendimentos cadastrados. De forma proporcional, referente ao ano de 2017, o Município teria direito a R$ 70 mil.
A secretária interina do Meio Ambiente de Gramado, Cristiane Bandeira da Silva, destacou que a proposta de regulamentação municipal foi previamente apresentada ao Legislativo, que se mostrou receptivo às discussões sobre o PL e buscou compreender a importância da adequada operacionalização da TCFA Municipal.

Etapas

As etapas são todas importantes. Parte delas já foram concluídas: o Estado fez o acordo de cooperação com o Ibama (25/09/2018) para compartilhar as informações cadastrais; a Famurs orientou os municípios acerca do atendimento aos requisitos para repasse dos valores, incluindo aprovação de lei municipal específica. A Prefeitura já entregou para o Legislativo o PL 20/2018.

Próximos passos

Após a aprovação e publicação da lei municipal que irá instituir o Cadastro Técnico Federal (CTF) e a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental, o próximo passo será fazer uma campanha de orientação sobre a importância do cadastramento ou atualização dos empreendimentos no CTF.
Cabe ressaltar que os empreendedores deverão fazer seu cadastro junto ao Ibama e que a lei deve obedecer o prazo de 90 dias para entrar em vigor.

A Secretaria de Meio Ambiente orienta a população a acompanhar através do site da Prefeitura as atualizações, por parte do Meio Ambiente, inclusive com perguntas e respostas dos principais assuntos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/11/2018 0 Comentários 591 Visualizações
Variedades

Educação ambiental é abordada em evento com entrada gratuita

Por Gabrielle Pacheco 12/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Nesta quarta-feira, 14 de novembro, a Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Proppex) da Universidade Feevale, realiza o evento Reflexões em Educação Ambiental. Gratuita, a atividade tem o objetivo de proporcionar reflexões nos mais diversos eixos da educação ambiental. O evento acontece a partir das 14h, na Sala de Exposições do prédio Arenito, localizado no Câmpus II da Instituição (ERS-239, 2755), em Novo Hamburgo.

A atividade é uma iniciativa do grupo em Reflexões ambientais, uma parceria entre os programas de extensão Educação Ambiental na Bacia Hidrográfica do Vale dos Sinos e Educação Ambiental em Desastres e dos projetos de pesquisa Educação Ambiental em Reciclagem de Resíduos Sólidos Urbanos e Diagnóstico dos Impactos Ambientais e a Saúde no Processo de Formação da Cidade de Novo Hamburgo. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo e-mail [email protected].

Programação

14h: Abertura
14h20min: Educação ambiental nas escolas, com a professora Suelen Bomfim Nobre
14h50min: Educação ambiental e áreas de risco, com a pesquisadora Danielle Martins
15h20min: Resíduos sólidos e educação ambiental, com a pesquisadora Vanusca Jahno
15h50min: Educação ambiental na Universidade, com Sheila Leuck, engenheira de Gerenciamento Ambiental do Grupo Interno de Gerenciamento Ambiental da Feevale
16h20min: Dinâmica de integração
17h: Encerramento

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/11/2018 0 Comentários 622 Visualizações
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