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meio ambiente

Política

Amvag inicia plano regional de adaptação climática no Vale Germânico

Por Jonathan da Silva 19/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios do Vale Germânico (Amvag) iniciou, na última semana, a elaboração regional do Plano de Adaptação às Mudanças do Clima, dentro da iniciativa AdaptaCidades. O projeto envolve os 14 municípios da região e é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), com apoio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul (Sema-RS). A proposta busca fortalecer políticas públicas de adaptação e resiliência climática diante do aumento de eventos extremos registrados no Estado.

O AdaptaCidades Vale Germânico foi apresentado aos prefeitos durante reunião da Amvag, com participação de técnicos da Sema-RS. De acordo com os representantes estaduais, o projeto desenvolvido pela associação está entre os mais adiantados do Rio Grande do Sul e deverá servir de referência para outras associações regionais.

Estrutura do projeto

A iniciativa integra o programa Cidades Verdes Resilientes e prevê suporte técnico, capacitação de servidores, construção de governança climática e elaboração de planos municipais e regionais de adaptação às mudanças climáticas.

Nesta primeira fase, cinco agentes denominados “Pontos Focais” representam o grupo regional e atuam diretamente no desenvolvimento das ações. Além de servidores municipais de diferentes áreas, a Amvag também reuniu voluntários ligados a universidades e entidades ambientais.

O grupo é formado por doutores, pós-doutores e especialistas em mudanças climáticas, gestão ambiental, planejamento urbano, recursos hídricos e defesa civil. A previsão é que esses profissionais participem das discussões técnicas sobre eventos climáticos extremos e estratégias de adaptação regional.

Governança regional

De acordo com a Amvag, o projeto também prevê a criação de uma governança climática regional. A estrutura reunirá representantes dos municípios, técnicos voluntários, entidades e integrantes da sociedade civil organizada.

A metodologia nacional do programa já definiu parte da estrutura de governança, e os próximos passos serão o levantamento de dados específicos de cada município e a análise técnica das vulnerabilidades locais.

Participação dos municípios

O presidente da Amvag e prefeito de Estância Velha, Diego Francisco (PSD), destacou a importância da participação regional na iniciativa nacional. “É extremamente importante que a nossa região esteja inserida em um projeto deste porte, que hoje é uma das principais iniciativas nacionais voltadas à adaptação climática. Os eventos extremos vividos recentemente no Rio Grande do Sul demonstraram a necessidade de planejamento, prevenção e integração regional para enfrentarmos os desafios climáticos”, afirmou o dirigente.

Diego Francisco também ressaltou a necessidade de participação das administrações municipais ao longo da execução do projeto. “Para que o projeto alcance seus objetivos, é fundamental a participação efetiva das prefeituras e dos servidores técnicos envolvidos, tanto no envio das informações solicitadas quanto na participação ativa das reuniões técnicas e discussões que serão realizadas ao longo do processo”, completou o presidente da entidade.

O que é o AdaptaCidades

Criado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o AdaptaCidades tem como objetivo apoiar estados, associações regionais e municípios na elaboração de planos locais e regionais de adaptação climática, promovendo ações preventivas relacionadas ao aumento da frequência e da intensidade de eventos climáticos extremos no país.

Foto: Sílvia Trovo/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/05/2026 0 Comentários 46 Visualizações
Ensino

Feevale celebra 20 anos do programa de pós-graduação em Qualidade Ambiental

Por Jonathan da Silva 11/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizou um evento em comemoração aos 20 anos do Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental (PPGQA nesta quinta-feira (7), no Espaço Cosmos, no Câmpus II da instituição, em Novo Hamburgo. A atividade reuniu egressos, professores, pesquisadores e autoridades acadêmicas para celebrar a história do programa e discutir os desafios atuais das pesquisas ambientais. Neste ano, o PPGQA recebeu nota 7 na avaliação quadrienal 2021-2024 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), conceito máximo atribuído pela instituição.

O resultado coloca o programa entre um grupo restrito de pós-graduações do país com avaliação máxima e reforça a atuação da Feevale na área de pesquisa ambiental e formação acadêmica avançada.

Durante o evento, o reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, destacou a importância da nota obtida pelo programa e os desafios ligados às questões ambientais. “Hoje, temos novos desafios na questão ambiental, que nos obrigam a estimular mais pesquisas, novas metodologias, e é isso que pretendemos fazer no programa. Então, vamos continuar trabalhando e investindo, para que nossos estudantes e professores continuem sendo essa referência, como diz o slogan da Universidade”, pontuou o líder da instituição.

Reconhecimento acadêmico

A coordenadora do PPGQA, professora Daniela Müller de Quevedo, atribuiu o resultado ao trabalho coletivo desenvolvido ao longo das duas décadas do programa. “O PPGQA é fruto do trabalho conjunto de docentes, discentes, técnicos e parceiros, reforçando uma construção coletiva ao longo do tempo, com o objetivo de integrar ciência e sociedade e influenciar políticas públicas”, afirmou Daniela.

O pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Feevale, Fernando Spilki, ressaltou a relevância do programa para o desenvolvimento institucional da universidade. “Inicialmente, nossos projetos eram muito localizados regionalmente e se atinham à bacia do Rio do Sinos. Ao longo do tempo, contribuímos para a qualidade de vida na nossa região e nos abrimos, também, para o mundo. Porém, as mudanças climáticas e os eventos extremos nos exigem novamente olhar para nossa aldeia. O programa existe em função da sociedade: a comunidade e a Universidade esperam muito de nós. Vida longa e que continuemos essa bonita missão!”, completou Spilki.

Programação reuniu pesquisadores e egressos

A programação contou com palestra do professor Valdir Fernandes, que abordou as bases sociais, as origens, a institucionalização e os desdobramentos sociopolíticos e científicos das ciências ambientais.

O encontro também teve exposição de trabalhos desenvolvidos por egressos do programa e a presença de representantes institucionais e convidados externos.

História do programa

O Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental da Feevale foi aprovado em 2004, inicialmente como mestrado em Gestão Tecnológica, com caráter interdisciplinar. O edital de seleção foi lançado em 2005 e as atividades começaram em 2006.

Ao longo de 20 anos, o programa formou mais de 250 pesquisadores e professores e desenvolveu mais de 300 projetos de pesquisa em parceria com instituições nacionais e internacionais, incluindo organizações do Canadá, Estados Unidos, Finlândia e países do Brics.

Atualmente, o PPGQA conta com 76 acadêmicos matriculados, 14 docentes permanentes, quatro colaboradores e três pós-doutores. A estrutura reúne 14 laboratórios integrados. No último quadriênio, foram publicados 156 artigos por alunos e 197 por egressos, além da execução de 47 projetos de pesquisa financiados e da obtenção de 26 premiações, titulações e menções acadêmicas concedidas a professores do programa.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Variedades

Estância Velha realiza 1º Fórum Municipal EV Cidade Sustentável

Por Jonathan da Silva 08/05/2026
Por Jonathan da Silva

Representantes do poder público, especialistas, empresários, estudantes e integrantes da comunidade participaram do 1º Fórum Municipal EV Cidade Sustentável nesta quinta-feira (7), em Estância Velha. O evento ocorreu no auditório da Exatus, no Centro Comercial Müller, e teve como objetivo discutir ações voltadas ao desenvolvimento sustentável do município por meio de palestras, painéis e debates sobre questões ambientais e urbanas.

A atividade foi organizada pela Prefeitura de Estância Velha, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura (Semapa), em parceria com o movimento Estância 360º. O fórum integrou a agenda municipal de sustentabilidade e conscientização ambiental, além da chamada Ideia Força 5 – Cidade Sustentável.

Debates sobre sustentabilidade

Ao longo do dia, os participantes acompanharam discussões sobre educação ambiental, gestão de resíduos, preservação de recursos naturais, desenvolvimento urbano sustentável e participação comunitária. Também foram abordados temas ligados ao uso de tecnologias ambientais, corredores ecossistêmicos e iniciativas voltadas à infância e à relação das crianças com a natureza.

Durante a abertura do evento, o vice-prefeito Airton Haag ressaltou a mudança de percepção da sociedade em relação às questões ambientais ao longo dos anos. “Há muito tempo atrás, não se tinha essa consciência de hoje, que é fundamental para termos uma cidade e um planeta melhor”, destacou o representante do executivo estanciense.

A secretária municipal de Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura de Estância Velha, Viviane Diogo, afirmou que o fórum foi criado para aproximar a comunidade das discussões sobre sustentabilidade. “Pensar sustentabilidade é pensar no amanhã, mas também nas decisões que tomamos hoje. Estância Velha está avançando e este fórum nasce justamente para aproximar a comunidade deste debate e fortalecer uma consciência coletiva”, ressaltou a titular da pasta.

Projeto Estratégico Estância 360º

Entre os conteúdos apresentados estiveram o Projeto Estratégico Estância 360º, a Ideia Força 5 – Estância, Cidade Sustentável, além de palestras sobre educação ambiental, brincar na natureza e o conceito de Cidade das Crianças.

Segundo a secretária Viviane Diogo, o evento também teve como finalidade promover o diálogo entre diferentes setores da sociedade. “O fórum foi pensado para ser um espaço de diálogo, troca de experiências e construção de ideias”, concluiu Viviane.

Foto: Robson Nunes/Decom/PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2026 0 Comentários 56 Visualizações
Variedades

Estância Velha promove fórum inédito sobre sustentabilidade em maio

Por Jonathan da Silva 24/04/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Estância Velha realizará o 1º Fórum Municipal Estância Velha Cidade Sustentável no próximo dia 7 de maio. O evento, organizado pela Secretaria de Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura (Semapa), ocorrerá no auditório do Müller Centro Empresarial, no bairro União, com programação ao longo do dia. A iniciativa reúne poder público, entidades e comunidade para discutir estratégias de desenvolvimento sustentável, por meio de apresentações técnicas e troca de experiências, alinhadas ao Movimento Estância 360º.

Segundo a secretária de Meio Ambiente de Estância Velha, Viviane Diogo, o encontro busca ampliar o debate sobre sustentabilidade no município. “Será um momento de trocas de experiências e todos os interessados podem participar”, afirmou a titular da pasta.

Modelo Estratégico de Desenvolvimento Integral

Durante o fórum, serão apresentadas as diretrizes do Modelo Estratégico de Desenvolvimento Integral de Estância Velha, elaborado pelo Movimento Estância 360º. A proposta é qualificar ações e viabilizar a implementação de estratégias voltadas ao desenvolvimento sustentável da cidade.

A diretora executiva do Instituto Pró-Estância Velha, Daniela Pellin, destaca a relevância do momento para o município. “É uma oportunidade para ouvir o projeto de uma cidade sustentável para agora e para o futuro”, apontou Daniela.

Programação

A programação inclui atividades voltadas à educação ambiental, com foco na disseminação de conhecimento técnico e no incentivo à participação da comunidade. O evento também prevê espaços para troca de conhecimentos entre os participantes.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas de forma online.

Cronograma

  • 8h – Credenciamento e Abertura Institucional
  • 9h30min – Projeto Estratégico Estância 360°, Ideia-força 5 – Estância, Cidade Sustentável
  • 10h – Educação Ambiental como ferramenta para o desenvolvimento e sensibilização da consciência ambiental e sentimento de pertencimento
  • 10h20min – Intervalo
  • 10h40min – Coletivo Educador: atuando na transformação socioambiental de um território
  • 11h – Brincar na Natureza: qualificação de espaços para realização de atividades e a formação da consciência cidadã
  • 11h20min – Dinâmica
  • 12h20min – Intervalo para almoço
  • 13h30min – Uso de tecnologias ambientais e inovação: soluções implementadas por empresas locais
  • 14h40min – Programa de monitoramento da qualidade do Arroio Estância Velha
  • 15h – Intervalo
  • 15h20min – Corredores ecossistêmicos: importância para a construção de uma cidade sustentável
  • 15h40min – Dinâmica
  • 16h40min – Apresentação das conclusões
  • 17h30min – Encerramento

Serviço

  • O quê: 1º Fórum Municipal Estância Velha Cidade Sustentável
  • Quando: 7 de maio, das 8h às 17h30min
  • Onde: Auditório do Müller Centro Empresarial (Rua Casemiro de Abreu, nº 170, bairro União, Estância Velha)
  • Quanto: inscrições gratuitas
Foto: Robson Nunes/Decom/PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/04/2026 0 Comentários 79 Visualizações
Variedades

Projeto mapeia emissões de gases de efeito estufa em propriedades ovinas de Lavras do Sul

Por Jonathan da Silva 15/04/2026
Por Jonathan da Silva

Um projeto conduzido pela SIA Brasil começou a mapear as emissões de gases de efeito estufa em propriedades rurais ligadas à cadeia da carne ovina em Lavras do Sul. A iniciativa envolve produtores da cooperativa Rincões do Pampa e conta com parceria do Sebrae e da Lavras do Sul Mineração.

A proposta inclui a realização de inventários de emissões em nível de propriedade para identificar o comportamento dos gases dentro de cada sistema produtivo. Com base no diagnóstico, os produtores recebem orientação técnica para ajustes no manejo e melhoria de desempenho ao longo do tempo.

Estruturação colaborativa

O gerente de Sustentabilidade da SIA Brasil, Gustavo Heissler, afirmou que o projeto foi estruturado de forma colaborativa. “É um trabalho construído a várias mãos, com participação do Sebrae, da Lavras do Sul Mineração e da cooperativa Rincões do Pampa, que organizou a mobilização dos produtores, enquanto a SIA entra com a base técnica e a calculadora de carbono aplicada aos sistemas agropecuários”, comentou Heissler. De acordo com ele, a partir da leitura das emissões, é possível orientar ações práticas e acompanhar a evolução dos resultados.

O que prevê o projeto

A carne ovina das propriedades participantes poderá incorporar atributos ligados ao controle das emissões, ampliando possibilidades de posicionamento no mercado. O projeto prevê coleta de dados, análise técnica e acompanhamento das propriedades, com expectativa de consolidar um modelo aplicável a outras regiões do país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/04/2026 0 Comentários 88 Visualizações
Cidades

Fórum do Meio Ambiente da Granpal debate licenciamento ambiental

Por Jonathan da Silva 15/04/2026
Por Jonathan da Silva

A primeira reunião de 2026 do Fórum do Meio Ambiente do Consórcio Granpal discutiu a adequação dos municípios às novas licenças federais e estaduais, além de questões como arborização urbana e desafios ambientais nas cidades. O encontro serviu para atualização sobre os procedimentos obrigatórios para o licenciamento ambiental, que avalia e autoriza atividades ou empreendimentos com potencial poluidor ou degradador do meio ambiente.

A secretária do Meio Ambiente de São Leopoldo e eleita coordenadora do fórum, Cláudia Costa, destacou a troca de ideias sobre as dificuldades e peculiaridades de cada município. “Os municípios precisam se adequar, com adequação de sistemas e empreendedores”, afirmou Cláudia. Segundo a dirigente, a troca permite melhor condução conjunta para as mudanças relativas ao licenciamento ambiental federal e estadual.

Lei Geral de Licenciamento Ambiental

A Lei Geral de Licenciamento Ambiental, aprovada em julho de 2025, estabelece normas gerais unificadas para organização de processos administrativos, aplicando-se a órgãos ambientais da União, dos estados e dos municípios. Cláudia Costa ressaltou que São Leopoldo encaminhou sua Lei de Arborização e compartilhou a experiência no fórum, dando ênfase ao ambiente de parceria na resolução de desafios conjuntos.

Foto: UffiziCom/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/04/2026 0 Comentários 87 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Estância Velha alerta sobre proibição da capina química em áreas urbanas

Por Jonathan da Silva 14/04/2026
Por Jonathan da Silva

Um alerta à população sobre os riscos e a proibição do uso de herbicidas – prática conhecida como capina química – em áreas urbanas foi emitido pela Prefeitura de Estância Velha, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura (Semapa). De acordo com o órgão, a utilização desses produtos em locais como calçadas, praças e jardins públicos é proibida em todo o Brasil.

A prática é considerada infração gravíssima e pode configurar crime ambiental, conforme estabelecem a Lei Municipal nº 50/1993 (artigo 47) e a Portaria nº 16/94 da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam/Sema). A Semapa destaca que a aplicação irregular de herbicidas pode causar contaminação do solo e das águas subterrâneas, além de representar riscos à saúde da população, especialmente de crianças, idosos, animais e pessoas com problemas respiratórios.

Recomendação da Prefeitura

Como alternativa, a Prefeitura recomenda métodos seguros e permitidos para o controle de ervas daninhas, como a capina mecânica (com uso de roçadeiras, enxadas e outras ferramentas), a retirada manual da vegetação e a adoção de coberturas de solo, como cascas, pedras ou soluções de paisagismo.

Como denunciar

Denúncias sobre o uso irregular de herbicidas podem ser feitas diretamente à Semapa pelo telefone (51) 3561-4050, ramal 2243, ou via WhatsApp (51) 99679-8135.

Foto: Arquivo/Decom/EV/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2026 0 Comentários 142 Visualizações
Oktoberfest Igrejinha
Variedades

Relatório inédito da Ecovalor destaca impacto socioambiental da Oktoberfest de Igrejinha

Por Jonathan da Silva 14/04/2026
Por Jonathan da Silva

A Oktoberfest de Igrejinha teve 1,87 tonelada de plástico reciclada (equivalente a cerca de 374 mil copos) e destinou mais de R$ 3,4 milhões a 30 entidades em sua 36ª edição, realizada em outubro do ano passado. Os dados constam do primeiro Relatório de Impacto Socioambiental da festa, elaborado pela Ecovalor.

O documento revela que 100% do material plástico coletado retornou à cadeia produtiva, sendo transformado em novos produtos, como lixeiras instaladas no parque e baús para escolas e bibliotecas do município. A cada 23 quilos de plástico reciclado, um novo item 100% reciclável é gerado, segundo o relatório.

Mais de 3 mil voluntários

Do ponto de vista social, a edição contou com mais de 3 mil voluntários, número que representa cerca de 85% da população de Igrejinha. O evento já repassou mais de R$ 30 milhões a organizações locais ao longo de suas 36 edições. A festa recebeu mais de 200 mil visitantes e movimentou o comércio, o turismo e os serviços da região.

221 mil litros de chope

Em termos de operação, foram servidos 221 mil litros de chope, comercializadas cerca de 150 mil unidades de alimentos e consumidos 60 mil litros de água e refrigerantes. A programação cultural contou com seis shows nacionais, 12 bandas típicas, quatro pavilhões e cinco palcos.

Sustentabilidade em pauta

O CEO da Ecovalor, Elias Neto, destacou que os resultados demonstram que a sustentabilidade da Oktoberfest é fruto de um processo construído ao longo de décadas. “Mais do que números, o relatório evidencia como um evento pode unir tradição, cultura e responsabilidade socioambiental, gerando impactos reais e duradouros para a comunidade”, afirmou Neto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2026 0 Comentários 126 Visualizações
Variedades

Pedal pelo Rio Paranhana reúne comunidade em ação de conscientização em Igrejinha

Por Jonathan da Silva 14/04/2026
Por Jonathan da Silva

O “Pedal pelo Rio Paranhana” foi realizado neste sábado pela Prefeitura de Igrejinha, por meio da Secretaria de Educação e do Centro de Educação Ambiental Augusto Kampff (CEAAK). A iniciativa integrou esporte, lazer e conscientização ambiental. A ação foi realizada em alusão ao Dia do Rio Paranhana, celebrado em 4 de abril, com o objetivo de mobilizar a comunidade para a valorização e preservação do recurso natural.

Aberto ao público, o evento reuniu participantes de diferentes idades, que percorreram um trajeto com início na Praça Dona Helena Leão, no bairro XV, seguindo pelas margens do rio. Ao longo do percurso, os participantes puderam vivenciar o contato direto com a natureza, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente.

Foto: PMI/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2026 0 Comentários 102 Visualizações
Variedades

Evento em Porto Alegre debate compostagem urbana e gestão de resíduos orgânicos

Por Jonathan da Silva 10/04/2026
Por Jonathan da Silva

Um evento sobre compostagem urbana será realizado na próxima segunda-feira, 13 de abril, no Tecnopuc, em Porto Alegre, com o objetivo de discutir soluções para a gestão de resíduos orgânicos nas cidades. A iniciativa é promovida pela Arco – Ações para Reciclagem e Compostagem e terá participação gratuita, mediante inscrição pelo Sympla.

O evento ocorre das 9h às 12h e integra um conjunto de iniciativas que buscam ampliar o debate sobre sustentabilidade e incentivar práticas mais eficientes na gestão de resíduos sólidos nas cidades.

50% do lixo urbano

De acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente, os resíduos orgânicos representam cerca de 50% do lixo urbano no país, mas ainda são majoritariamente destinados a aterros sanitários. O cenário contribui para a emissão de gases de efeito estufa e o desperdício de recursos, o que reforça a necessidade de alternativas sustentáveis.

Quem estará no evento

O encontro contará com a participação da especialista Andrea Lieske, integrante da organização Earth Matter NY, que apresentará experiências de compostagem e engajamento comunitário desenvolvidas em Nova York, nos Estados Unidos.

Também participam do painel a sócia da Arco, Natália Pietzsch, e Artur Ferrari, representante da Igapó, que irá apresentar uma tecnologia de compostagem indoor voltada a centros urbanos.

Serviço

  • O quê: evento “Soluções para Compostagem Urbana: caminhos para cidades mais resilientes”
  • Quando: Segunda-feira, 13 de abril, das 9h às 12h
  • Onde: Tecnopuc, em Porto Alegre
  • Quanto: Inscrições gratuitas, via Sympla
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2026 0 Comentários 115 Visualizações
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