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magistério

Política

Amvarp decide não aderir a mudanças no magistério e descongelamento

Por Jonathan da Silva 25/03/2026
Por Jonathan da Silva

Prefeitos da Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) decidiram não aderir, neste momento, ao chamado descongelamento da contagem de tempo de serviço dos servidores públicos nem ao enquadramento ampliado do magistério. A definição ocorreu durante assembleia geral da entidade realizada nesta terça-feira (24), em Rio Pardo, dentro da programação da Expoagro Afubra. A decisão foi tomada de forma conjunta após análise técnica e jurídica das legislações recentes, com base em impactos fiscais e na interpretação de que as normas são autorizativas e não obrigam aplicação imediata.

A pauta foi apresentada pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), por meio do superintendente Antonio Ferreira, que detalhou a Lei Complementar nº 226/2026. A legislação trata da retomada da contagem de tempo de serviço suspensa entre maio de 2020 e dezembro de 2021, durante a pandemia da Covid-19, permitindo progressões e pagamento retroativo, desde que haja lei municipal específica e disponibilidade orçamentária. “A lei é autorizativa e exige análise individual de cada município, especialmente quanto à capacidade orçamentária e aos impactos na folha”, ressaltou Ferreira.

Na sequência, o advogado Gladimir Chielle, sócio fundador da CDP – Consultoria em Direito Público, apresentou análise sobre a Lei Federal nº 15.326/2026, que amplia o conceito de profissionais do magistério. Segundo ele, há risco de impacto financeiro e questionamentos jurídicos. “Há um risco concreto de desequilíbrio fiscal e de judicialização, o que exige cautela dos gestores na tomada de decisão”, afirmou Chielle.

Posicionamento dos prefeitos

Durante o encontro, prefeitos de municípios da região se manifestaram sobre o tema, entre eles o prefeito de Santa Cruz do Sul, Sérgio Moraes (PL); de Encruzilhada do Sul, Benito Paschoal (MDB); o prefeito de Pantano Grande, Mano Paganotto (PSDB); e o prefeito de Rio Pardo, Rogério Monteiro (MDB).

A decisão final foi de não implementar, neste momento, as medidas previstas nas legislações, adotando uma posição conjunta até que haja eventual definição judicial sobre a obrigatoriedade.

O presidente da Amvarp e prefeito de Candelária, Nestor Ellwanger (PP), destacou o encaminhamento coletivo. “A Amvarp cumpre seu papel ao promover esse debate técnico e coletivo e construir uma posição regional alinhada. Estamos tratando de temas que impactam diretamente as finanças e a autonomia dos municípios, e a decisão foi de agir com responsabilidade e segurança jurídica”, afirmou o dirigente.

Próximos passos

Os prefeitos definiram que o tema seguirá em discussão nas próximas reuniões, com construção de mobilização regional e posicionamento institucional conjunto.

A entidade também realizará nova assembleia nesta sexta-feira, 27 de março, às 9 horas, na sede do Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), para dar continuidade às discussões e realizar a eleição da nova diretoria. “A eleição da nova diretoria é um momento importante para dar sequência ao trabalho que vem sendo construído e fortalecer ainda mais a atuação da Amvarp na defesa dos municípios. A entidade precisa seguir unida, representativa e alinhada com as demandas da região”, reforçou Nestor Ellwanger.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2026 0 Comentários 22 Visualizações
Ensino

Provas do concurso do Magistério serão aplicadas no dia 15 de março em Gramado

Por Jonathan da Silva 24/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Gramado informou que as provas teórico-objetivas e de redação do Concurso Público do Magistério serão aplicadas no dia 15 de março, um domingo, em unidades escolares e instituições de Gramado e Canela. Os exames estão sob organização do Instituto Legalle, cabendo aos candidatos consultar o endereço e a sala de prova na Área do Candidato no site da banca.

A aplicação será dividida em dois turnos. Pela manhã, os portões abrem às 7h e fecham às 7h40min, com início das provas às 8h. À tarde, a abertura ocorre às 13h30min e o fechamento às 14h10min, com início às 14h30min.

A prova objetiva terá duração de até três horas, com acréscimo de uma hora para os cargos de nível superior que exigem redação. A orientação é que os candidatos cheguem com pelo menos uma hora de antecedência.

Identificação e materiais

É obrigatória a apresentação de documento de identidade original com foto e em bom estado. Serão aceitos documentos digitais, como CNH, RG e e-Título, desde que apresentados nos aplicativos oficiais ao fiscal, não sendo permitidos prints ou fotografias. CPF, certidão de nascimento e carteira de estudante não serão aceitos como documento de identificação.

Para realizar a prova, o candidato deve utilizar caneta esferográfica de material transparente, com tinta preta e ponta grossa. É permitida a entrada com alimentos e água, desde que armazenados em embalagens ou garrafas plásticas transparentes e sem rótulos ou etiquetas.

Cronograma pós-prova

O gabarito preliminar e a proposta de redação serão divulgados na segunda-feira, 16 de março. O prazo para interposição de recursos será de 16 a 18 de março, conforme previsto em edital.

Também no dia 16, às 8h, será realizado o ato público de leitura das folhas de resposta na sede do Instituto Legalle, em Caxias do Sul.

Foto: DC Studio/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 91 Visualizações
Variedades

RS apresenta nova proposta de reforma do Magistério

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após semanas de diálogo com deputados e de projeções e estimativas de impactos, o governador Eduardo Leite apresentou, na manhã desta quarta-feira (15), uma nova proposta de reforma do Magistério. O projeto contempla as mudanças propostas inicialmente no Projeto de Lei 507, entre elas remuneração dos professores na modalidade de subsídio e novo plano de carreira, com estrutura de níveis de acordo com a formação de cada um, incorporando uma nova tabela de dispersão de níveis (formação dos professores) e classes (progressão), além de aplicar a todos os níveis o reajuste de 12,84% do novo piso nacional do Magistério.

“Essa nova proposta terá um reflexo nas nossas contas de R$ 350 milhões somente no ano de 2020. É um grande esforço que estamos fazendo para superar esse capítulo da necessidade de completivo para chegar ao piso do Magistério. Com esse projeto, não haverá necessidade de se pagar completivo porque todos os salários serão superiores ao piso”, explicou o governador à imprensa.

“Com esse projeto, não haverá necessidade de se pagar completivo porque todos os salários serão superiores ao piso.”

À tarde, o chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, e o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Frederico Antunes, se reúnem com os demais parlamentares para explicar as mudanças, esclarecer dúvidas e discutir eventuais alterações. “Como sempre foi a prática do nosso governo, vamos dialogar e construir as mudanças necessárias, principalmente junto com a base aliada”, destacou o governador.

Evoluções

Ao explicar a nova proposta, Leite destacou que o reajuste de 12,84% do piso será aplicado a todos os níveis da nova tabela. O governo manteve o quadro de dispersão de 30% entre o menor e o maior nível no início de carreira. Com isso, chegará a 75% a diferença de remuneração de quem está na primeira classe do primeiro nível para quem chegou ao final de carreira com doutorado. A proposta ainda mantém remunerações diferentes para os professores que têm especialização, mestrado ou doutorado.

Assim, com a aprovação do projeto, professores com graduação e em início de carreira que recebem R$ 2.557 passarão a ganhar R$ 3.030 – um aumento de 18%. Aqueles que têm especialização e recebem atualmente o mesmo valor de um professor com graduação passarão de R$ 2.557 para R$ 3.174 – incremento de 24% – e, no caso de doutorado, mudará para R$ 3.752 – aumento de 47%. “Estamos propondo um processo de qualificação da educação gaúcha, com melhores incentivos e valorização do mérito dos nossos professores, incentivando a formação e, com isso, gerando impacto no ensino em sala de aula”, pontuou Leite.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2020 0 Comentários 590 Visualizações
Variedades

Governo apresenta proposta ao Cpers

Por Gabrielle Pacheco 08/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em reunião na sede da Secretaria da Educação (Seduc) nesta quarta-feira (8) na capital gaúcha, o governo do Rio Grande do Sul apresentou a representantes do Cpers-Sindicato uma proposta para que o Magistério recupere as aulas perdidas pela paralisação de professores e finalize a greve iniciada pela categoria em novembro. O governo, sensível à condição de professores que ficaram sem receber salário em janeiro, está oferecendo o pagamento em folha suplementar e, além disso, com o fim da greve, evitar que fiquem mais um mês sem receber qualquer remuneração.

Conforme explicou o secretário da Educação, Faisal Karam, o Estado está propondo uma “trégua” no impasse. “Ambos os lados concordam em priorizar os alunos, por isso a urgência está em recuperar as aulas perdidas e finalizar o ano letivo 2019”, disse o titular da Educação. A proposta do governo é de pagar o salário da categoria relativo aos dias paralisados de forma integral em folha suplementar a ser rodada em até cinco dias úteis partir da adesão da categoria ao acordo.

“Ambos os lados concordam em priorizar os alunos, por isso a urgência está em recuperar as aulas perdidas e finalizar o ano letivo 2019.

O desconto proporcional pelos dias paralisados seria feito de forma parcelada ao longo de seis meses. Quando forem retomadas as aulas para a recuperação dos 25 dias perdidos em 2019, o Estado propõe uma nova rodada de negociação para discutir o desconto. “Na base da confiança, estamos estabelecendo uma trégua ao impasse, priorizando os estudantes e toda comunidade escolar”, sintetizou o chefe da Casa Civil, Otomar Vivian.

Vivian participou do encontro junto com o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, e integrantes da Seduc. O Cpers fez questionamentos à proposta e respondeu que irá levá-la para avaliação dos grevistas em assembleia geral, para então dar a posição oficial da categoria.

Foto: Itamar Aguiar/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2020 0 Comentários 738 Visualizações

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