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Levantamento

Business

Exportações industriais do RS para os EUA caem 39% em quatro meses

Por Jonathan da Silva 16/12/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações da indústria de transformação do Rio Grande do Sul para os Estados Unidos recuaram 39% nos últimos quatro meses, de agosto a novembro de 2025, período em que estão em vigor novas tarifas norte-americanas. De acordo com um estudo especial do Sistema Fiergs divulgado nesta terça-feira (16), 88% dos produtos industriais gaúchos continuam fora das listas de isenção tarifária, tornando o RS o estado mais afetado entre os cinco maiores exportadores para o mercado americano.

As vendas externas da indústria gaúcha para os Estados Unidos somaram US$ 393,8 milhões no período de agosto a novembro, uma queda de US$ 252,1 milhões em comparação com os mesmos quatro meses de 2024. O presidente da Fiergs, Claudio Bier, manifestou preocupação com a situação. “A permanência das taxações em segmentos da indústria que impactam diretamente a produção gaúcha nos preocupa e gera insegurança, comprometendo investimentos, faturamento e geração de empregos nas empresas, especialmente em um cenário de incertezas na economia doméstica”, afirmou Bier.

Estratégia de compensação em outros mercados

Enquanto as vendas aos EUA caíram drasticamente, os embarques para os demais mercados apresentaram um crescimento de 2,5% em receita no mesmo período de quatro meses. Esse avanço foi sustentado por um aumento de 318,5% nas quantidades exportadas, acompanhado por uma queda de 75,8% nos preços médios. Segundo a pesquisa, esse movimento indica uma estratégia das empresas para reduzir perdas no curto prazo, aumentando o volume de vendas a preços menores para outros países.

Influência no resultado geral de novembro

O fraco desempenho no mercado norte-americano impactou diretamente o resultado geral das exportações industriais do estado em novembro, contribuindo com um efeito negativo de 4,2 pontos percentuais. No mês passado, as exportações totais da indústria de transformação gaúcha recuaram 11,9% na comparação com novembro de 2024, somando US$ 1,4 bilhão. Apenas sete dos 23 segmentos industriais pesquisados registraram crescimento no mês, com destaque negativo para Alimentos (-20%), Tabaco (-20,5%) e Produtos de metal (-45,5%). O setor de Máquinas e equipamentos teve o principal resultado positivo, com alta de 39,6%.

Acumulado do ano

No acumulado de janeiro a novembro de 2025, as exportações da indústria gaúcha totalizaram US$ 15,1 bilhões, mantendo uma trajetória de crescimento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, o estudo aponta sinais de desaceleração ao longo do segundo semestre. O desempenho mais robusto foi observado no primeiro trimestre, com crescimento de 5,8%. O período de agosto a novembro de 2025 registrou queda de 1,9% nas vendas externas totais do estado, sendo que os Estados Unidos foram responsáveis por -4,2 pontos percentuais desse resultado negativo.

O tarifaço

As tarifas americanas que impactam as exportações brasileiras consistem em uma sobretaxa de 40% somada a uma alíquota já existente de 10%, totalizando 50% para a maioria dos produtos. O estudo do Observatório da Indústria aponta que, em 2024, apenas 12% do valor total exportado pelo Rio Grande do Sul para os Estados Unidos estava coberto por algum tipo de isenção tarifária. Essa é a menor taxa de cobertura entre os cinco estados brasileiros que mais exportam para os EUA, deixando 88% das exportações industriais gaúchas expostas às tarifas totais.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/12/2025 0 Comentários 114 Visualizações
Cidades

436 cidades gaúchas já participam de pesquisa sobre riscos e desastres

Por Jonathan da Silva 02/10/2025
Por Jonathan da Silva

Moradores de 436 municípios do Rio Grande do Sul já participaram da Pesquisa de Percepção de Riscos de Desastres, levantamento lançado em 8 de setembro pela Casa Militar, por meio da Subchefia de Proteção e Defesa Civil. A consulta, disponível até 23 de outubro, tem como objetivo compreender como a população gaúcha percebe os riscos e desastres em suas regiões e já contabiliza 6.162 respostas.

As regiões com maior número de participações até o momento são o Litoral, os Vales e a região de Passo Fundo. Entre os municípios, Osório se destacou, com 215 respostas registradas. Do total de respondentes, 43% têm entre 36 e 50 anos, 46% possuem ensino superior completo, 56% pertencem ao público feminino e 79% vivem em áreas urbanas.

Meta de 9 mil respondentes

Podem participar da pesquisa todos os moradores do estado com mais de 18 anos. A expectativa é alcançar aproximadamente 9 mil gaúchos, divididos de forma proporcional entre áreas urbanas e rurais. A meta busca contemplar diferentes perfis da população, de modo a qualificar processos internos, diretrizes e fluxos da comunicação de risco. Para atingir esse número, a mobilização das Coordenadorias Regionais de Proteção e Defesa Civil e dos gestores municipais tem papel fundamental.

Ferramenta online

A pesquisa está disponível em formulário digital e pode ser acessada até 23 de outubro em formulário disponibilizado pela Defesa Civil.

Construção coletiva

Segundo a Defesa Civil, a integração com comunidades é fundamental para aprimorar os processos e garantir maior efetividade nas ações. As respostas coletadas ajudarão a identificar avanços na percepção de riscos, a eficácia dos protocolos de comunicação e os pontos que precisam ser ajustados.

Alinhamento com diretrizes

Os resultados serão avaliados de forma quantitativa e qualitativa, em consonância com a Política Estadual de Proteção e Defesa Civil (PEPDEC), prevista na Lei Complementar nº 16.263/24. A iniciativa também segue as diretrizes do Marco de Sendai, dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e das doutrinas da Estratégia Internacional das Nações Unidas para a Redução de Desastres (UNDRR).

Foto: Lauro Alves/Secom-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/10/2025 0 Comentários 162 Visualizações
Saúde

São Leopoldo inicia novo levantamento sobre risco de dengue

Por Jonathan da Silva 01/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal da Saúde de São Leopoldo iniciou nesta segunda-feira (1º) um novo Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), metodologia utilizada para identificar os locais mais propensos à proliferação do mosquito transmissor da dengue. A ação começou pelo bairro Feitoria e contará com agentes de combate às endemias que, autorizados pelos moradores, entram nos pátios, observam recipientes com água parada e repassam orientações sobre prevenção e sintomas da doença.

Durante as visitas, os profissionais, identificados com crachás e coletes verdes, inspecionam piscinas, vasos de plantas, potes e demais locais que possam acumular água limpa. O trabalho busca diagnosticar pontos de risco e conscientizar os moradores sobre medidas de cuidado.

Apoio da comunidade

De acordo com a secretária da Saúde de São Leopoldo, Kelbe Gonçalves, a participação da população é fundamental para o sucesso do levantamento. “Pedimos que os moradores recebam nossos servidores, que estão identificados. Eles fornecem informações valiosas sobre os cuidados que devemos ter dentro de casa, nos pátios, com plantas, piscinas. A temperatura, aos poucos, volta a subir, propiciando a reprodução do Aedes. Diante disso, não podemos baixar a guarda”, afirmou a titular da pasta.

Últimos resultados

O levantamento anterior, realizado em maio de 2025, apontou risco médio para a dengue no município.

Como funciona o LIRAa

O levantamento tem duração de até duas semanas, variando conforme as condições climáticas, e deve abranger todos os bairros de São Leopoldo. No processo, 17 agentes percorrem cerca de 600 quarteirões, realizando em média 3,5 mil visitas. Os bairros são divididos em sete estratos, dos quais são sorteados os quarteirões a serem vistoriados. Em cada quarteirão sorteado, 20% dos imóveis são inspecionados para a coleta de formas imaturas do mosquito, como larvas e pupas.

Foto: Romeu Finato/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2025 0 Comentários 306 Visualizações
Variedades

Levantamento da Fiergs aponta que RS tem 14,7 mil indústrias ligadas ao agronegócio

Por Jonathan da Silva 01/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul concentra 14,7 mil indústrias de transformação ligadas ao agronegócio, responsáveis por gerar 340,5 mil empregos e movimentar US$ 10,7 bilhões em exportações. Os dados são de levantamento do Sistema Fiergs divulgado neste sábado (30), durante a abertura da Expointer, em Esteio. A feira, considerada a maior da América Latina no setor, segue até o próximo domingo, 7 de setembro, e será palco para o lançamento do Observatório da Agroindústria, nova plataforma digital de dados do segmento.

Segundo o levantamento, 13,8 mil indústrias gaúchas são classificadas como agroindústrias, representando 27% do setor industrial do estado. Elas concentram 294,2 mil empregos, 34% do total da indústria gaúcha, e respondem por US$ 10 bilhões em exportações, o equivalente a 45,5% das vendas externas do Rio Grande do Sul. O estado ocupa o quinto lugar em número de agroindústrias no país e é o terceiro em exportações de produtos agroindustriais.

Segmento de insumos agropecuários

O setor de insumos agropecuários reúne 884 estabelecimentos no estado, responsáveis por 46,3 mil empregos e por US$ 682,3 milhões em exportações em 2024. O Rio Grande do Sul é o segundo colocado nacional em número de fábricas, empregos e exportações nesse segmento. Dentro dele, máquinas e equipamentos agrícolas se destacam: o estado exportou US$ 446,6 milhões em 2024 e responde por 60% da produção de tratores do país. Panambi é o município com maior concentração de fábricas, com 35 unidades e cerca de 5,7 mil trabalhadores.

Observatório da Agroindústria

A Fiergs lançará oficialmente na quinta-feira, dia 4, às 17h, no estande institucional da entidade no Parque de Exposições Assis Brasil, o Observatório da Agroindústria. A plataforma, desenvolvida pelo Conselho da Agroindústria (Conagro), pela Unidade de Estudos Econômicos (UEE) e pelo Observatório da Indústria, reúne informações sobre geração de empregos, exportações, produtos e participação do setor na economia gaúcha.

De acordo com o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o espaço será estratégico para o setor. “Nossa agroindústria é ampla e carecia de uma plataforma exclusiva que permitisse enxergar seu verdadeiro alcance. Por isso, criamos esse painel, que permitirá aos industriais identificarem gargalos, mas também visualizar os espaços de crescimento do setor”, afirma o dirigente.

Cadeia produtiva integrada

Para Bier, a presença na Expointer reforça a integração dos elos da cadeia produtiva. “O agronegócio vai muito além da lavoura. Para que exista agroindústria, é preciso ter agropecuária. Para que haja agropecuária, são indispensáveis os insumos agrícolas, como máquinas e fertilizantes. Tudo está conectado. E não há lugar melhor para fortalecer as pautas do agro do que a Expointer”, ressalta o presidente da entidade.

Dados consolidados do setor

O levantamento do Sistema Fiergs também aponta que a arrecadação de ICMS do setor agroindustrial chegou a R$ 7,4 bilhões, enquanto o segmento de insumos agropecuários contribuiu com R$ 849,4 milhões. As vendas internas alcançaram R$ 244 bilhões para a agroindústria e R$ 54,2 bilhões para insumos agropecuários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2025 0 Comentários 298 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo inicia segundo ciclo de levantamento contra o mosquito Aedes aegypti

Por Jonathan da Silva 13/05/2025
Por Jonathan da Silva

Agentes de Combate a Endemias de Novo Hamburgo iniciaram nesta segunda-feira (12) o segundo ciclo de 2025 do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), com o objetivo de identificar áreas com maior infestação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A ação acontece em todos os bairros da cidade e visa intensificar o controle e a prevenção das arboviroses.

Durante o levantamento, os agentes inspecionam imóveis, verificando calhas, caixas d’água, pneus, vasos e outros recipientes que possam acumular água, ambiente propício para o desenvolvimento das larvas do mosquito. Além das vistorias, também são repassadas orientações à população sobre o uso de repelentes, descarte correto de lixo e eliminação de criadouros.

A gerente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Novo Hamburgo, Évelin Brand, afirmou que a execução periódica do levantamento é essencial para prevenir surtos da doença. “O levantamento nos permite agir de forma mais eficiente. Por meio desse levantamento, é possível identificar de forma rápida e precisa os locais com maior índice de infestação do mosquito Aedes aegypti, permitindo que os gestores públicos adotem medidas preventivas e ações de controle mais eficazes”, explicou Évelin.

Participação da comunidade

O agente de endemias Eduardo Müller, que atua no bairro Ideal, destacou a importância da colaboração da população. “É muito importante que os moradores recebam os agentes de endemias em suas casas, pois somente com o acesso aos quintais e áreas internas conseguimos identificar e eliminar possíveis focos do mosquito. Todos os agentes estão uniformizados, com crachá e colete de identificação”, salientou Müller.

A moradora do bairro Ideal, aposentada Marta Schmidt, recebeu a visita do agente na manhã de segunda-feira. “Eu acho fundamental a visita dos agentes. Tudo que puder ser feito para combater o mosquito da dengue é bem-vindo. É uma questão de saúde e cada um precisa fazer a sua parte”, comentou Marta.

Situação em Novo Hamburgo

Novo Hamburgo registrou 1.457 casos confirmados de dengue em 2025, uma redução de mais de 90% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram notificados 13.807 casos. Apesar da queda, todos os bairros do município continuam enfrentando surtos da doença, e a orientação das autoridades é para que a população mantenha a vigilância em suas residências, evitando o acúmulo de água parada.

Próximos passos

A força-tarefa seguirá atuando nas próximas três semanas. Estão previstos ainda dois ciclos adicionais do LIRAa em 2025, nos meses de agosto e novembro. A população pode colaborar com denúncias de focos do mosquito por meio da ouvidoria SUS, pelo WhatsApp (51) 99831-6500.

Foto: Adriana Seibert/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2025 0 Comentários 283 Visualizações
Business

Inadimplência no RS cresce em novembro, mas segue abaixo dos níveis pré-enchentes

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A inadimplência entre pessoas físicas e jurídicas no Rio Grande do Sul registrou alta em novembro de 2024 conforme o Indicador de Inadimplência da CDL Porto Alegre (CDL POA). Apesar do crescimento em relação a outubro, de 0,22% entre PFs e 0,19% em PJs, os índices permanecem abaixo dos níveis observados antes das enchentes que atingiram o estado em abril.

Entre as pessoas físicas, o estado soma um percentual de 31,89% de inadimplentes. O resultado é 0,72% inferior ao obtido no período pré-enchentes, em abril, quando o Rio Grande do Sul somava 32,61% de pessoas físicas inadimplentes. No total, são 2,7 milhões de CPFs negativados a nível estadual de acordo com dados do Equifax | Boa Vista. No caso das pessoas jurídicas, são 12,82% de PJs inadimplentes no estado, com um total de 181.667 CNPJs negativados no Rio Grande do Sul.

Os indicadores também consideraram a inadimplência em Porto Alegre, que atualmente é de 33,08% entre as pessoas físicas, um aumento de 0,09% em relação a outubro e baixa de 1,26% ante abril, e de 14,53% entre as pessoas jurídicas, elevação de 0,13% comparado ao mês anterior.

Dados de inadimplência entre pessoas físicas (PF)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 31,89%, um aumento de 0,22% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 33,08%, com alta de 0,09% no mesmo período
  • Comparação com abril: Os índices seguem abaixo dos níveis pré-enchente (32,61% no RS e 34,34% em Porto Alegre).
  • Número de negativados: 2,735 milhões de CPFs no RS e 355.583 em Porto Alegre, segundo dados da Equifax | Boa Vista e estimativas baseadas no Censo 2022 do IBGE

Dados de inadimplência entre pessoas jurídicas (PJ)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 12,82%, avanço de 0,19% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 14,53%, crescimento de 0,13% no mesmo período
  • Número de empresas negativadas: 181.667 CNPJs no RS e 32.929 em Porto Alegre, conforme levantamento da Equifax | Boa Vista e o Mapa das Empresas do Governo Federal

Análise econômica

O economista-chefe da CDL POA, Oscar Frank, explicou que a redução na inadimplência durante os meses críticos após a crise climática, entre maio e junho, foi impulsionada pela injeção de recursos emergenciais e contenção de gastos das famílias devido às limitações de mobilidade. “Com o dinheiro em circulação diminuindo e a normalização da mobilidade, os indicadores voltam a sofrer pressão para cima, mas ainda permanecem abaixo dos níveis de abril”, afirmou o economista.

No caso das empresas, Frank destacou o impacto do programa “Desenrola Pequenos Negócios”, que tem permitido a renegociação de dívidas de micro e pequenas empresas desde abril. Porém, fatores como a inflação ao produtor, que acumulou alta de 6,97% nos últimos 12 meses, e a desvalorização cambial têm pressionado os custos das empresas. “O aumento da inadimplência PJ no Rio Grande do Sul reflete uma natural acomodação após cinco meses consecutivos de quedas no indicador”, avaliou o representante da entidade.

O economista também apontou desafios relacionados à elevação da taxa básica de juros (Selic), projetada para terminar o ano em 14,25%. “O cenário econômico doméstico e externo conturbados reduzem o espaço para cortes nos juros no próximo ano”, concluiu Frank.

O indicador

O Indicador de Inadimplência CDL POA, criado pelo Núcleo Econômico da entidade, mede mensalmente a inadimplência de consumidores e empresas no estado e em Porto Alegre com base nos dados restritivos da Equifax | Boa Vista. O levantamento sobre pessoas físicas foi iniciado em fevereiro de 2022 e inclui restrições relacionadas a crédito, cheques, protestos e ações judiciais.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 294 Visualizações
Saúde

Prefeitura de São Leopoldo realiza novo levantamento para mapear focos da dengue

Por Jonathan da Silva 23/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal da Saúde (Semsad) de São Leopoldo iniciou nesta semana o terceiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2024. O objetivo é identificar áreas mais propensas à proliferação do mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e zika. As atividades começaram pelos bairros Centro, Feitoria e Campestre e seguirão até o final de outubro, abrangendo toda a cidade.

De acordo com a secretária da Saúde do município, Paula Silva, o último levantamento realizado em agosto indicou baixo risco para a reprodução do mosquito. No entanto, após o surto registrado no último verão, Paula reforça a importância da colaboração da população no combate aos focos do Aedes aegypti. “É fundamental que cada um faça sua parte, cuidando do seu pátio e permitindo a verificação dos nossos servidores”, afirma a secretária.

Os agentes, devidamente identificados, estão visitando residências e estabelecimentos em busca de pontos de água parada, orientando os moradores e coletando informações para a elaboração de estratégias preventivas. A Vigilância Ambiental utilizará os dados para direcionar ações de combate.

Além do LIRAa, a Prefeitura realiza diariamente inspeções em pontos estratégicos, como borracharias, ferros-velhos, floriculturas e cemitérios. Em áreas com casos confirmados ou suspeitos de dengue, são aplicadas medidas de bloqueio, incluindo a aplicação de veneno no entorno.

Foto: Romeu Finato/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2024 0 Comentários 299 Visualizações
Business

Sondagem da Fiergs prevê recuperação da indústria gaúcha no segundo semestre

Por Jonathan da Silva 03/09/2024
Por Jonathan da Silva

Um cenário de recuperação para a indústria gaúcha no segundo semestre é apontado pela pesquisa Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta terça-feira (3) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Em julho, aumentaram a produção e o emprego no setor, ao mesmo tempo que ocorreu maior utilização da capacidade instalada e uma baixa nos níveis de estoques de produtos finais pelo terceiro mês consecutivo.

O índice de evolução da produção atingiu 53,5 pontos, valor que, acima de 50, indica crescimento na comparação a junho. O resultado revela ainda um avanço mais intenso e disseminado do que o observado historicamente para o mês de julho, cuja média é de 51,1 pontos. Já o índice do número de empregados foi de 50,5. Apesar de pouco acima de 50, o aumento do emprego ocorreu em um mês cuja sazonalidade é negativa, ou seja, tende a cair. A média dos meses de julho é de 48,1 pontos.

Foi uma mudança após dois meses seguidos de quedas na produção. O emprego apresentou a primeira alta depois de três meses de queda, uma situação atípica, pois historicamente julho é um mês com redução nas vagas da indústria”, destaca o presidente da Fiergs, Claudio Bier.

Em julho, a indústria gaúcha utilizou 70% da sua capacidade instalada (UCI), aumento em relação aos 65% de junho, e o mesmo patamar da média histórica do mês (70,1%). Segundo a avaliação dos empresários, contudo, a UCI foi inferior ao normal para o período. O índice de UCI em relação à usual atingiu 43,3 pontos, 3,3 acima de junho. O índice varia de zero a cem. Quanto mais próximo de 50, mais perto do nível de UCI normal.

Apesar da alta na produção, os estoques de produtos finais caíram pela terceira vez seguida na passagem de junho para julho. O índice de evolução foi de 48,5 pontos. Neste caso, valores menores do que 50 indicam queda dos estoques ante o mês anterior. Os estoques efetivos também ficaram abaixo dos patamares desejados pelas empresas para seus produtos em julho, repetindo o comportamento dos dois meses anteriores. O índice registrou 48,5 pontos, revelando níveis abaixo do planejado no mês.

Todos os índices de expectativas avançaram na pesquisa realizada entre 1º e 9 de agosto com 152 empresas, sendo 35 pequenas, 53 médias e 64 grandes. Com exceção da quantidade exportada, revelam otimismo, com índices acima de 50 pontos. Para os próximos seis meses, os empresários gaúchos projetam aumento da demanda, 56,1 pontos (1,6 a mais em relação ao mês anterior), do emprego, 51,5 (1,8 a mais) e das compras de matérias-primas, 54,3 (1,8 a mais). Ao mesmo tempo, a Sondagem mostrou uma leve redução, quase uma estabilidade, na quantidade exportada, com o resultado de 49,7 pontos.

Investimentos

Com o maior otimismo, os empresários demonstram propensão para realizar investimentos nos próximos seis meses. O índice de intenção de investir recuperou a queda do mês anterior e atingiu 54,8 em agosto, 1,7 e 3,4 pontos, respectivamente, acima de julho e da média histórica. Em agosto, 57,9% das empresas (56,2% em julho) revelaram disposição de investir em máquinas e equipamentos, pesquisa e desenvolvimento e inovação de produto ou processo nos próximos seis meses.

A pesquisa completa pode ser acessada em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/sondagem-industrial/.

Foto: Senivpetro/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2024 0 Comentários 451 Visualizações
Cidades

Santa Cruz do Sul é a quarta cidade com gestão mais eficiente do estado segundo ranking

Por Jonathan da Silva 03/09/2024
Por Jonathan da Silva

Santa Cruz do Sul é a quarta cidade mais bem colocada do Rio Grande do Sul no Ranking de Eficiência dos Municípios (REM-F), ferramenta criada pelo jornal Folha de S.Paulo em parceria com o Datafolha para avaliar quais prefeituras do Brasil oferecem mais serviços básicos à população usando menos recursos públicos. A cidade do Vale do Rio Pardo atingiu a pontuação de 0,652, o que a classifica como cidade “eficiente”, o nível máximo do ranking, alcançado por apenas 3% dos municípios brasileiros.

O ranking parte de uma escala de 0 a 1, em que o pior município marca 0,220 e o melhor, 0,769. No estado, Santa Cruz ficou atrás apenas de Guaporé, Cambará do Sul e Esteio. O levantamento, publicado na segunda-feira (2) avalia o desempenho nas áreas de saúde, educação e saneamento considerando a receita per capita de cada cidade como determinante no cálculo. Quanto mais serviços prestados com menor receita, melhor a eficiência. A pesquisa revela que a maior porcentagem (68%) aglomera os 3.591 municípios do país que apresentam “alguma eficiência”, enquanto 1.450 (27,5%) têm “pouca eficiência” e outros 72 (1,3%) são considerados “ineficientes”.

Na seletiva classificação das “eficientes”, Santa Cruz do Sul está acompanhada de outros 162 municípios brasileiros. Em segmentação por estado, apenas 13 estão no Rio Grande do Sul e, entre eles, Santa Cruz tem a maior população, com 133.230 habitantes. Considerando-se exclusivamente as cidades eficientes, quando observados apenas os indicadores da área da saúde, a cidade do Vale do Rio Pardo lidera o pódio gaúcho, com 0,607 pontos.

Contudo, a melhor avaliação do município está na educação, que soma 0,820 pontos, por ter 98,67% das crianças de 4 a 5 anos na escola e 64,55% das de 0 a 3 anos na creche. Na área do saneamento, que contabilizou 0,790 pontos, um dos indicadores melhor avaliados é a cobertura de 99% do município com coleta de lixo. Levando-se em conta todas as 5.276 cidades analisadas, Santa Cruz do Sul ocupa a 66ª posição de gestão mais eficiente do país.

O levantamento

A análise do REM-F revela que as regiões e cidades onde o setor de serviços agrega mais valor ao Produto Interno Bruto (PIB) tendem a ser mais eficientes, assim como aquelas em que a indústria possui maior peso. Em contrapartida, municípios onde o setor público e a atividade agropecuária predominam tendem a apresentar menor eficiência administrativa. Para consultar a situação de cada município e seus principais indicadores, basta acessar o site do REM-F, em https://www1.folha.uol.com.br/remf/, e digitar o nome da cidade desejada. Também é possível comparar municípios, consultar o ranking por estado ou por cidades com população semelhante, entre outros detalhes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2024 0 Comentários 435 Visualizações
Business

Índice de Confiança do Empresário Industrial Gaúcho cai em julho

Por Jonathan da Silva 23/07/2024
Por Jonathan da Silva

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) diminuiu 0,7 ponto entre junho e julho, caindo de 46,9 para 46,2. O resultado da pesquisa foi divulgado nesta segunda-feira pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). O levantamento varia de zero a cem pontos, com pontuação abaixo de 50 sendo considerada falta de confiança.

Para o presidente da Fiergs, Claudio Bier a percepção dos empresários gaúchos com a economia brasileira piorou, tanto com relação à situação atual quanto a respeito das expectativas. “Isso se deve a novos fatores restritivos à atividade industrial, como o fim do ciclo de redução dos juros e a instabilidade da taxa de câmbio, o que aumenta os já elevados níveis de incertezas decorrentes dos problemas fiscais”, destaca Bier, que também afirma que no cenário estadual tem sido evidente a demora na chegada de recursos e medidas essenciais para a retomada e, até o momento, as providências adotadas têm se mostrado insuficientes em diversas frentes cruciais, como a trabalhista, a tributária e a de crédito.

Já o Índice de Condições Atuais, após quatro baixas seguidas, avançou ligeiramente de 40,6, em junho, para 40,9 pontos, em julho, mas permanece abaixo dos 50 pontos. O Índice de Condições da Economia Brasileira, componente com a avaliação mais negativa, caiu de 38,2 para 36 pontos no período e registrou o menor valor em 14 meses. Em março de 2024, 39,5% das empresas viam piora da economia nacional e, em julho, tal avaliação chegou a 53,1% (eram 47,9% em junho).

A economia gaúcha está em condições mais desfavoráveis que a nacional, mas o índice que a mede, e não participa da composição do ICEI-RS, subiu 3,5 pontos, para 28,2, com 73,5% das empresas avaliando as condições locais de forma negativa. Já no Índice de Condições Atuais, houve crescimento de 1,6 ponto de junho para julho,chegando a 43,4 pontos, mas também abaixo dos 50.

Expectativas

Em relação ao Índice de Expectativas para os próximos seis meses, houve retorno ao campo negativo no panorama econômico doméstico, com recuo para 48,9 pontos. Em junho, o resultado foi de 50 pontos. O Índice de Expectativas da Economia Brasileira teve maior queda, de 4,7 em relação a junho, chegando 39,4 pontos, o menor patamar desde janeiro de 2023, quando atingiu 38 pontos. A pontuação refletiu a grande diferença entre a proporção de empresários pessimistas, 43,2% do total (eram 33,3% em junho), ante a de otimistas, 7,4% (eram 10,4% no mês passado). O restante, 49,4%, não espera mudança no cenário econômico no segundo semestre.

O Índice de Expectativas da Economia Gaúcha, por sua vez, cresceu pelo segundo mês consecutivo, chegando a 39,9 pontos em julho. Por fim, o Índice de Expectativas das Empresas marcou 53,7. Como vem ocorrendo nos últimos levantamentos, foi o único componente da confiança a obter resultado positivo.

O levantamento completo pode ser conferido no Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul por meio do link observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Anamul Rezwan/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2024 0 Comentários 330 Visualizações
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Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

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