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jornada de trabalho

Política

Sindimetal RS se posiciona contra redução da jornada e fim da escala 6×1

Por Jonathan da Silva 02/04/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindimetal RS divulgou recentemente um posicionamento contrário à redução da jornada de trabalho e ao fim da escala 6×1 no Brasil, em meio ao avanço do debate sobre o tema no país. A manifestação foi apresentada por meio de um manifesto, no qual a entidade expõe seus argumentos, relacionados à produtividade, ao custo do trabalho e à competitividade econômica.

No documento, a entidade afirma que não considera este o momento adequado para discutir a redução da jornada ou o fim da escala 6×1. “Não é hora e nem o momento de falarmos em redução de jornada e fim da escala 6 x 1”, registra o texto.

Entre os argumentos apresentados, o Sindimetal RS destaca indicadores relacionados à produtividade e à estrutura econômica do país. Segundo o manifesto, o Brasil ocupa o 100º lugar em produtividade entre 189 países e possui uma das maiores taxas de juros do mundo.

O texto também apresenta dados sobre a população e o mercado de trabalho, apontando que o país tem cerca de 215 milhões de habitantes, com 108 milhões de pessoas economicamente ativas. Deste total, 39 milhões possuem carteira assinada, enquanto 48 milhões recebem Bolsa Família e aproximadamente 24 milhões estão na informalidade.

De acordo com a entidade, mudanças que endureçam regras de contratação formal podem incentivar a migração para a informalidade.

Custos e competitividade

O manifesto afirma que a redução da jornada sem compensações estruturais pode gerar aumento de custos. “Reduzir a jornada por imposição geral e uniforme sem enfrentar o custo Brasil, sem redução proporcional de salário, com insegurança jurídica, e complexidade tributária, mais o peso sobre a folha de pagamento, e a baixa qualificação média dos profissionais e com infra estrutura deficiente, em um cenário de produtividade industrial abaixo dos concorrentes globais, informalidade crescente, margens comprimidas e pressão sobre preços, impor redução estrutural de jornada sem compensação produtiva significa aumento do custo por hora trabalhada, redução da competitividade, deslocamento de investimentos e risco ao próprio emprego que se pretende proteger”, diz o texto.

A entidade também menciona que a redução da jornada com manutenção de salários pode elevar os custos do trabalho entre 10% e 15%, com possível repasse ao consumidor final. “O que precisa ficar claro, que o fim da escala 6×1 e a redução de jornada, vai ter um custo adicional (não existe almoço grátis, alguém sempre paga) e neste caso os custos serão repassados para o produto final, é o consumidor final que vai pagar esta conta”, aponta o manifesto.

O documento ressalta que a Constituição estabelece limite de 44 horas semanais de trabalho e que a Reforma Trabalhista permite a negociação de escalas entre empregadores e empregados, conforme as características de cada setor.

Segundo o Sindimetal RS, a adoção de regras gerais pode restringir acordos específicos. “Não vamos criar um problema para uma solução que já existe”, conclui o texto.

Foto: DC Studio/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
02/04/2026 0 Comentários 125 Visualizações
Cidades

Donos de pequenos negócios pedem redução das taxas de juros, impostos e tarifas

Por Gabrielle Pacheco 20/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Concessão de crédito sem juros e a criação de um auxílio temporário para subsistência do empresário e sua família. Essas são as principais demandas que os donos de pequenos negócios esperam ver transformadas em políticas públicas pelo governo federal. As duas medidas foram sugeridas em uma pesquisa realizada pelo Sebrae, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Além delas, estão outras propostas, como: aumento das linhas de crédito, reduções de impostos e taxas, além de tarifas de água e luz.

O levantamento ouviu 10.384 empresários de todos os 26 estados e DF, entre os dias 30 de abril e 5 de maio. Os entrevistados são Microempreendedores Individuais (MEI), donos de Microempresas ou de Empresas de Pequeno Porte. Apesar dos impactos econômicos causados pela pandemia, a maioria dos empreendedores ouvidos pela pesquisa se mostrou otimista quanto à recuperação da economia. Para 48% deles, a situação de normalidade deve ser alcançada no prazo de um a seis meses. 37% acreditam que a economia deve se recuperar no período de 7 a 12 meses e para 15% dos empresários, a situação do país deve voltar ao normal em um prazo superior a um ano.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa confirma a importância das medidas anunciadas pelo governo em apoio aos donos de micro em pequenas empresas. “Os pequenos negócios são fundamentais para a nossa economia. Para superar essa crise mais rapidamente, nós precisamos preservar essas empresas. Além da sua representatividade (os pequenos negócios são mais 99% de todas as empresas do país e respondem por quase 30% do PIB brasileiro), as micro e pequenas empresas são as que se recuperam mais rapidamente de uma crise, voltando a gerar emprego e renda”, destaca Melles. Nesse contexto, ele comemorou a sanção (nesta terça-feira, 19), de uma nova linha de crédito voltada a esse segmento. O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) cria um crédito especial no valor de R$ 15,9 bilhões. Pela Lei, micro e pequenos empresários poderão pedir empréstimos de valor correspondente a até 30% de sua receita bruta obtida no ano de 2019.

O Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (SEPEC) do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, afirma que o governo tem trabalhado intensamente na construção das melhores soluções de crédito para as micro, pequenas e médias empresas. Os esforços começaram logo no início das dificuldades trazidas pelo novo coronavírus e estão em processo permanente de evolução. “É muito importante que todos os segmentos recebam atenção. Mantemos diálogo constante com representantes das empresas e o Sebrae tem fornecido contribuições essenciais para encontrarmos os produtos necessários para que possamos atravessar esse momento. O crédito é uma obsessão para nós e continuamos trabalhando para simplificar e aperfeiçoar cada vez mais a oferta de recursos. O crédito precisa ser acessível e ter um custo justo, compatível com a realidade das empresas”, disse Carlos Da Costa.

Conhecimento das medidas do Governo

O levantamento do Sebrae e FGV mostra que 65,2% dos empresários ouvidos afirmam ter um bom nível de conhecimento das medidas anunciadas pelo Governo que permitem a redução de horas de trabalho e de salários dos funcionários.

Ainda sobre as medidas lançadas pelo governo federal, 29% dos entrevistados afirmaram ter adotado a suspensão de contrato de trabalho, 23% implementaram férias coletivas, 18% fizeram a redução da jornada de trabalho com redução de salários e 8% optaram pela redução do salário com complemento do seguro desemprego. A pesquisa revelou ainda que, nos últimos 30 dias, 12% dos pequenos negócios tiveram de demitir funcionários de carteira assinada por causa da crise.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2020 0 Comentários 532 Visualizações

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