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Instituto Nacional da Propriedade Industrial

Variedades

Produto para pavimentação criado na Feevale tem patente concedida

Por Jonathan da Silva 31/07/2024
Por Jonathan da Silva

Blocos de concreto permeáveis e com alta resistência mecânica criados na Universidade Feevale para uso em pavimentação tiveram patente concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). A invenção, nomeada “Blocos intertravados com orifícios pré-determinados”, tem como criadores Daiana Cristina Metz Arnold, Adriana Teresinha da Silva Dutra, Newton Avila dos Santos e Junior Jung. O produto consiste em blocos pré-moldados com adição de resíduos e com vazios planejados, que visam tornar o pavimento permeável e, ao mesmo tempo, resistente, possibilitando mínima trepidação e conforto aos usuários de estradas, ruas e estacionamentos.

A relevância do invento se dá pelo fato de que os pavimentos permeáveis existentes são ineficientes em atingir os patamares de resistência mecânica exigidos pela Norma Brasileira (NBR) 16416. “O maior problema técnico encontrado nas medidas já conhecidas é a dificuldade de se conseguir atingir permeabilidade e resistência mecânica em um mesmo bloco de concreto, pois quanto maior a permeabilidade, menor será sua resistência mecânica”, explica Daiana Arnold, uma das autoras da invenção e professora do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais da Feevale.

Para que se chegasse ao resultado, a partir da implantação de orifícios na forma de moldagem dos blocos, foram gerados espaços vazios de 6 a 10 milímetros no concreto, por onde ocorre, posteriormente, a passagem da água. “No invento proposto, diferente de todas as publicações encontradas, os orifícios, mesmo que de vários formatos, quantidades e distribuições diferentes, devem ocupar a área superficial mínima possível, sempre inferior a 5%, de maneira que permita a permeabilidade adequada para cada situação e cause a menor trepidação possível”, informa a docente. Quanto à resistência mecânica, essa é atingida porque o concreto utilizado é composto de agregados miúdos e graúdos naturais – como areia e brita – e agregados oriundos de resíduos de concreto moídos.

Transferência de tecnologia

Para as empresas interessadas em produzir e comercializar os blocos intertravados com orifícios pré-determinados, existe a possibilidade de transferência de tecnologia. Mais detalhes sobre a invenção e como se tornar parceiro da Universidade Feevale podem ser obtidos pelo e-mail nitt@feevale.br ou pelo WhatsApp (51) 99612-4002.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2024 0 Comentários 323 Visualizações
Ensino

Solução para o tratamento da água tem patente concedida pelo Inpi

Por Felipe Schwartzhaupt 02/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

A Agência Nacional de Águas informa que cerca de 70% das bacias hidrográficas brasileiras estão seriamente comprometidas por alto nível de poluição. Neste sentido, por conta da contaminação cada vez dos recursos hídricos, as tecnologias atuais de tratamento de água para produção e abastecimento público, muitas vezes, não são capazes de tratar o recurso de forma a fornecer água potável, sendo necessárias tecnologias mais avançadas para promover a sua potabilidade.

A Universidade Feevale, no âmbito no Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais, contribui com o desenvolvimento da tecnologia nacional na área de tratamento da água, com pesquisa uma realizada no Laboratório Aquário, localizado no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Limpas (Câmpus II). Em fevereiro, o estudo apresentou frutos e a patente de uma tecnologia inovadora em território nacional foi expedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). Trata-se do Conjunto de separador e membrana para equipamentos de eletrodiálise e seu processo de montagem. A eletrodiálise reversa é um processo que emprega membranas íon-seletivas, separadores de fluxo e campo elétrico de corrente contínua como força propulsora para a purificação da água.

Além de ser empregada na produção de água de abastecimento público, a tecnologia também pode ser utilizada para o tratamento de efluentes industriais e domésticos. A invenção desenvolveu um novo design para montagem de um conjunto de membranas íon-seletivas e separadores de fluxo utilizados nos equipamentos. Este método de tratamento utiliza um processo de eletrodiálise, ou seja, técnica eletroquímica, para separar os poluentes metálicos dos efluentes, proporcionando uma alta qualidade da água tratada, o que possibilita a reutilização desta pela indústria e, ainda, a recuperação de íons metálicos.

A solução da Universidade, além de desenvolver uma tecnologia nacional para a fabricação das membranas, propõe um novo design para a montagem do equipamento, acoplando as membranas íon-seletivas e separadores de fluxo de forma a fazer um componente único. Este design possibilita uma maior rapidez na montagem do equipamento, bem como auxilia a evitar os erros nesse processo.

Produto é oriundo de pesquisa do PPG em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais

A patente é fruto do projeto Desenvolvimento de membrana e separador de fluxo para eletrodiálise e sua aplicação ao tratamento de água de abastecimento público e efluentes industriais, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – cerca de R$ 3,8 milhões –, em parceria com a empresa paulista Hidrodex Engenharia e Perfurações. O objetivo da pesquisa, realizada no âmbito do no Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais, foi desenvolver e aplicar membranas e separadores para sistema de eletrodiálise, a fim de possibilitar o aumento do uso dessa técnica no Brasil.

De acordo com o coordenador do projeto Marco Antônio Siqueira Rodrigues, a técnica, além de diminuir os custos de tratamento em cerca de 30%, ainda possibilita a produção de água potável quando as outras tecnologias não funcionam. “Além das companhias de tratamento para obtenção de água potável, todas as empresas que geram efluentes e querem reusá-lo em seu processo produtivo podem usar a tecnologia”, explica. De acordo com o pesquisador, o objetivo, daqui para a frente, é continuar nas investigações que melhorem a qualidade de vida da população.

De acordo com Adriano Carnaúba, administrador de projetos no Departamento do Complexo Agroalimentar e Biocombustíveis do BNDES, o desenvolvimento não se concretiza sem a integração do conhecimento, da tecnologia e da estrutura produtiva na busca de soluções sustentáveis para os desafios do país. “O apoio do BNDES ao projeto de desenvolvimento de membrana e separador de fluxo para o tratamento de água, recurso essencial, se revelou meritório em virtude da seriedade e profissionalismo demonstrado pelos pesquisadores e pela equipe da Feevale no desenvolvimento e execução do projeto. Em curto prazo, a equipe de projeto trouxe uma solução técnica eficiente e viável, superando nossas expectativas. Desenvolvimento sustentável é o que o BNDES e todos nós aspiramos”, afirma.

Já Walter de Oliveira, sócio fundador da Hidrodex, acredita que a parceria empresa-universidade seja o futuro de fomento para inovação do País, assim como já ocorre em países da Europa. “Consultamos diversas universidades no Brasil e os obstáculos prevaleceram.  Já a Feevale nos apoiou de imediato, foi impressionante sua postura de desenvolvimento. Os profissionais envolvidos são extremamente qualificados e com visão comercial, o que torna a parceria totalmente viável e necessária. O estudo e desenvolvimento das membranas e espaçadores de eletrodiálise reversa nos garante uma autonomia e competitividade no mercado internacional”, declara.

Foto: Andrieli Siqueira/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/03/2023 0 Comentários 681 Visualizações

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