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indústria

Projetos especiais

Programa Base é lançado no RS para impulsionar startups científicas na indústria

Por Jonathan da Silva 17/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Programa Base foi lançado oficialmente nesta quarta-feira (16), no Instituto Caldeira, em Porto Alegre, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento de startups deep tech voltadas à criação de tecnologias baseadas em pesquisa científica. A iniciativa é promovida nacionalmente pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), em parceria com o Sistema Fiergs e a Numerik, e contemplará 180 projetos – sendo 150 vagas para empresas e 30 bolsas para pesquisadores – com inscrições abertas até o dia 31 de julho.

O projeto foi apresentado como estratégico para o futuro da indústria gaúcha, integrando o trabalho do Sistema Fiergs de priorizar a inovação industrial. Segundo o gerente da Divisão de Inovação e Tecnologia do Senai-RS, Victor Gomes, a iniciativa “não apenas apoia startups, mas também incentiva a colaboração entre universidades, centros de pesquisa e setor industrial, promovendo um ambiente de inovação que pode resultar em soluções impactantes para problemas reais do mercado”.

Dividido em quatro fases, o Base permite a entrada gratuita de empresas e pesquisadores na etapa mais adequada às suas necessidades, desde que cumpram os critérios estabelecidos no regulamento disponível no formulário de inscrição.

Pesquisa como base

A gerente de Redes de Inovação da Embrapii, Paula Nadai, explicou que o Base é o primeiro programa do gênero no estado voltado exclusivamente para startups deep tech, caracterizadas por atuarem na fronteira do conhecimento. “Quem aderir pesquisará o futuro da indústria, coisas que ainda não existem. Então, também é sobre competência, mentes prontas para atuar em locais ainda não explorados”, afirmou Paula.

Casos de referência

Durante o evento de lançamento, o painel “Deep Tech: mais que um hype, uma revolução”, mediado pela jornalista do Grupo RBS, Giane Guerra, apresentou experiências de empresas que já atuam nesse modelo. A Falker, inicialmente uma startup tradicional, se tornou pioneira em tecnologias para agricultura de precisão, diagnóstico do solo, adubação e irrigação, com base em ciência e pesquisa. “Na inovação, não adianta procurar caminhos que já deram certo. Precisamos estar preparados para errar e criar os nossos próprios caminhos. Copiando, a inovação perde seu sentido”, comentou Marcio Albuquerque, CEO da empresa.

Outro exemplo foi a TideSat, criada na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que desenvolveu uma tecnologia própria de monitoramento do nível de corpos hídricos, com base em refletometria. A empresa ganhou destaque por acompanhar com precisão o nível das águas do Lago Guaíba durante a enchente de 2024.

Mais detalhes

As inscrições e mais detalhes sobre o Programa Base podem ser acessadas no site conteudos.senairs.org.br/programa-base.

Foto: Caroline Eberhardt/Fiergs/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2025 0 Comentários 298 Visualizações
Variedades

Setor do tabaco projeta COP 11 e impacto do tarifaço dos EUA

Por Jonathan da Silva 17/07/2025
Por Jonathan da Silva

Representantes da cadeia produtiva do tabaco se reuniram nesta quarta-feira (16) para a 76ª sessão da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, em formato híbrido, com foco na preparação para a 11ª Conferência das Partes (COP 11) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), que será realizada entre 17 e 22 de novembro, em Genebra, na Suíça. O encontro também avaliou o cenário atual das exportações brasileiras, especialmente após o novo pacote tarifário anunciado por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.

O setor busca entender qual será a posição que o Brasil levará à COP 11, considerando que o país é o segundo maior produtor e o maior exportador mundial de tabaco. A agenda provisória do evento inclui temas como medidas futuras de controle do tabaco (Art. 2.1), responsabilização jurídica da indústria (Art. 19), impactos ambientais e de saúde (Art. 18), regulamentação de conteúdo e divulgação de produtos (Art. 9 e 10), além da proteção das políticas públicas contra interesses da indústria (Art. 5.2 e 5.3).

A Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), responsável por formular a posição oficial do Brasil, ainda não se manifestou. Representantes do setor demonstraram preocupação com a possibilidade de exclusão dos debates, como avaliam que aconteceu em conferências anteriores, quando membros da cadeia produtiva e a imprensa regional não puderam acompanhar as discussões.

O presidente da Câmara Setorial, Romeu Schneider, destacou a posição do embaixador Tovar Nunes durante recente visita de representantes do setor à Genebra. Segundo Schneider, Nunes se comprometeu a manter o diálogo e a realizar reuniões diárias de briefing para atualizar o setor sobre os temas discutidos.

As consequências do “tarifaço”

Também no encontro, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, apresentou os números das exportações brasileiras de tabaco no primeiro semestre de 2025. Dados do ComexStat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, indicam que o país exportou 206,5 mil toneladas e US$ 1,36 bilhão entre janeiro e junho — crescimento de 5,77% em volume e 9,5% em valor, em relação ao mesmo período de 2024. Os principais destinos foram China, Bélgica, Indonésia, Estados Unidos, Turquia e Emirados Árabes Unidos.

Thesing também comentou o impacto da tarifa de 50% recentemente anunciada pelos Estados Unidos para as exportações brasileiras. “No último ano embarcamos US$ 255 milhões e quase 40 mil toneladas aos Estados Unidos. Anualmente, o mercado americano representa, em média, 9% de todos os embarques, o que é significativo. Tendo em vista a demanda de tabaco ao redor do mundo, acreditamos que é possível realocar o produto para outros destinos, mas claro que este não é o cenário ideal, considerando a ruptura logística que teremos. Há de se considerar que o tabaco está neste momento comercializado e dentro das empresas sendo processado. Ou seja, uma parte significativa ainda não foi embarcada”, pontuou o dirigente.

Apesar das restrições, Thesing demonstrou expectativa por uma resolução diplomática. “Ambas as nações saem perdendo. Estamos confiantes de que teremos uma negociação em torno do tema”, expressou o presidente da entidade. Somente no primeiro semestre, o Brasil embarcou 19 mil toneladas de tabaco para os Estados Unidos, com retorno de US$ 129 milhões.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2025 0 Comentários 275 Visualizações
Variedades

Indústrias gaúchas expõem na feira Intermach em Santa Catarina

Por Jonathan da Silva 15/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo (Sindimetal RS) participa, de 15 a 18 de julho, da Intermach 2025 – Feira e Congresso de Tecnologia para a Indústria Metalmecânica, realizada em Joinville, no estado de Santa Catarina, com um estande coletivo que reúne nove empresas associadas. A ação busca ampliar oportunidades de negócios, fortalecer a indústria regional e aproximar os expositores de novas tendências e tecnologias do setor.

O espaço conjunto é organizado em parceria com o Sebrae RS e contará com as empresas Aço Peças Oliveira, EKS-RAG, Fercorte, Metalúrgica Index, Metalúrgica Nunes, Metalúrgica SS, Projelmec, Technomaster e Tecmetal. Segundo o presidente do Sindimetal RS, empresário Sergio Galera, “ao reunir esse grupo em um único espaço, o Sindimetal RS proporciona visibilidade compartilhada, geração de negócios e fortalecimento institucional, ao mesmo tempo em que contribui para uma experiência de feira mais eficiente e colaborativa”.

A Intermach chega à 15ª edição com cerca de 300 expositores e mais de mil produtos apresentados ao público. O evento é considerado um dos principais encontros da indústria de transformação no Brasil e América Latina.

Missão empresarial e visita técnica

Além do estande, o Sindimetal RS promoverá uma missão empresarial nos dias 16 e 17 de julho. Empresários e gestores das associadas e filiadas visitarão a feira com o objetivo de realizar intercâmbios, estabelecer contatos comerciais e ampliar conhecimento técnico.

Durante a missão, haverá uma visita técnica à unidade fabril da Ciser, em Araquari-SC. A Ciser integra o Grupo H. Carlos Schneider e é reconhecida como a maior fabricante de fixadores da América Latina, com um portfólio que reúne mais de 27 mil produtos.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
15/07/2025 0 Comentários 259 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta setores da indústria gaúcha mais afetados pelo tarifaço dos EUA

Por Jonathan da Silva 14/07/2025
Por Jonathan da Silva

O anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (REP), de impor tarifas de importação de 50% a produtos brasileiros a partir de 1º de agosto deve impactar diretamente a indústria de transformação do Rio Grande do Sul segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (11) pela Unidade de Estudos Econômicos e pela Gerência de Relações Internacionais e Comércio Exterior do Sistema Fiergs. A pesquisa aponta que, em 2024, os EUA receberam 11,2% das exportações totais do setor industrial gaúcho, com destaque para produtos de metal, que tiveram 46% de seus embarques destinados ao mercado norte-americano.

Entre os setores mais sensíveis às novas tarifas estão minerais não metálicos, com 44,4% das vendas externas direcionadas aos EUA; máquinas e materiais elétricos, com 42,5%; e madeira, com 30,1%. O estudo detalha que, especificamente em produtos de metal, armas e munições concentram 85,9% da produção exportada para o território norte-americano. Já no segmento de máquinas e materiais elétricos, transformadores e indutores têm 79,3% da produção voltada aos EUA.

Empregos e receita

Em 2024, as atividades industriais gaúchas mais dependentes do mercado norte-americano geraram receita de US$ 1,2 bilhão e sustentaram 145,4 mil postos de trabalho, correspondendo a 21,2% dos empregos do setor de transformação no estado. Outros segmentos com participação relevante nas vendas aos EUA são couro e calçados, móveis e veículos automotores. Por outro lado, a indústria de alimentos – que lidera as exportações do Rio Grande do Sul – apresenta menor dependência em relação ao destino norte-americano.

Posicionamento da entidade

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, defendeu o diálogo como caminho para reduzir os impactos da medida. “A solução para esse impasse deve passar por negociação e mediação, evitando prejuízos maiores para as economias envolvidas”, afirmou o dirigente.

Mais detalhes da pesquisa podem ser conferidos no site oficial do Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-estrategica/importancia-dos-estados-unidos-para-a-economia-gaucha.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
14/07/2025 0 Comentários 439 Visualizações
Cidades

Indústria lidera geração de empregos formais em Novo Hamburgo em 2025

Por Jonathan da Silva 08/07/2025
Por Jonathan da Silva

De janeiro a maio deste ano, Novo Hamburgo registrou um saldo positivo de 1.405 vagas formais de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de 2025, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Desse total, 627 vagas foram criadas na indústria, representando 44,62% do total de empregos gerados no município no período.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo de Novo Hamburgo, Daiana Monzon, atribui o resultado ao papel histórico da indústria na economia local. “Isso reflete a posição histórica da indústria como setor estruturante da economia hamburguense”, afirma a titular da pasta. O tempo médio de permanência no setor industrial foi de 17,2 meses, indicando vínculos empregatícios mais estáveis.

Comércio apresenta recuperação e serviços mantêm crescimento

O setor do comércio aparece em segundo lugar, com saldo de 411 novas vagas. Segundo Daiana, o segmento demonstra resiliência e sinais de recuperação, mesmo diante da percepção de esvaziamento do Centro da cidade. “O comércio mostra capacidade de adaptação, inclusive com a incorporação de canais digitais e modelos híbridos de venda”, comenta a secretária.

O setor de serviços, que reúne mais de 30 mil trabalhadores formais em Novo Hamburgo, teve saldo positivo de 342 vagas. O tempo médio de permanência nos postos de trabalho foi de 14,2 meses. “O que pode indicar rotatividade maior, característica típica do segmento”, observa Daiana.

O setor da construção civil registrou criação de 24 vagas no período.

Ações municipais de empregabilidade

Como forma de ampliar as oportunidades formais de trabalho, a Prefeitura de Novo Hamburgo realizou em junho a Feira Emprega Novo Hamburgo, que ofereceu mais de 500 vagas em parceria com diversas entidades. Novas edições do evento estão previstas.

Foto: Arquivo/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2025 0 Comentários 241 Visualizações
Business

Sistema Fiergs reúne cônsules para ampliar internacionalização da indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 08/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs recebeu nesta segunda-feira (7), em Porto Alegre, representantes consulares para discutir ações que fortaleçam a presença das indústrias do Rio Grande do Sul no mercado internacional. A reunião-almoço teve como foco a criação de estratégias de intercâmbio e a ampliação de parcerias, em um momento em que o Brasil avança em acordos comerciais, como o tratado de livre comércio do Mercosul com a EFTA – bloco formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, agradeceu o apoio de diversos países à reconstrução do estado após as enchentes de 2024. “A representação consular e diplomática tem um papel fundamental na construção de pontes entre nações. São vocês que levam ao mundo as oportunidades que surgem em nosso estado. O Rio Grande do Sul vive um momento de reconstrução. A crise climática colocou todos nós à prova. Quero expressar nosso profundo agradecimento pelo apoio recebido por meio das representações consulares aqui presentes”, comentou Bier.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Rio Grande do Sul é o sétimo maior exportador do Brasil, com 3.254 empresas atuando no comércio exterior.

Propostas e articulação

O presidente da Associação do Corpo Consular do Rio Grande do Sul (Accers) e cônsul-honorário da França, Roner Guerra Fabris, afirmou que o encontro buscou abrir caminhos para novos negócios. “Nosso objetivo é mostrar um panorama econômico do nosso estado, estreitar relações e criar estímulos para posicionar o Rio Grande do Sul em uma posição cada vez melhor dentro do Brasil”, ressaltou Fabris.

Entre as sugestões dos cônsules estão a realização de eventos de inovação, intercâmbio de talentos na indústria e organização de comitivas comerciais voltadas ao estado.

O diretor do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (Ciergs) e coordenador do Conselho de Comércio Exterior (Concex), Aderbal Lima, recebeu as propostas e indicou que elas serão analisadas. “Queremos promover o intercâmbio entre os talentos e a indústria. É por meio dessas pessoas que teremos mais competitividade, com mentes mais abertas e globais. Vocês podem ser peças importantes na conexão entre empresas e pessoas”, pontuou Lima.

Potencial de expansão comercial

Durante a apresentação, o gerente de Relações Internacionais e Comércio Exterior e dos Conselhos Temáticos do Sistema Fiergs, Luciano D’Andrea, destacou que os novos acordos comerciais podem ampliar o acesso do Brasil a mercados preferenciais. “O Brasil pode ampliar o acesso a mercados preferenciais, chegando a quase 32% assim que com os acordos com a União Europeia e a EFTA”, destacou D’Andrea. Atualmente, o percentual de acesso preferencial é de 8%.

O economista-chefe do Sistema Fiergs, Giovani Baggio, ressaltou o peso do comércio exterior para o estado. “Temos uma economia fortemente voltada para o comércio internacional, com um fluxo intenso. O Rio Grande do Sul é um dos estados onde a indústria tem a maior parcela da receita proveniente das exportações”, detalhou Baggio.

Lideranças presentes no encontro

Participaram do encontro o presidente da Accers e cônsul-honorário da França, Roner Guerra Fabris; o vice-presidente da Accers e cônsul-honorário da Grã-Bretanha, Ricardo Sondermann; o cônsul-honorário da Guatemala, Fernando Carlos Schuch Filho; o cônsul-honorário da Suíça, Martin Haeberlin; o cônsul-honorário do Equador, Fernando Francisco Quintana Díaz; a cônsul-honorária da Bélgica, Katia Pinheiro; o cônsul-geral honorário das Filipinas, Somchai Ansuj; a embaixadora e cônsul-geral do Uruguai, Marión Blanco Espino; e o cônsul-geral da Alemanha, Marc Oliver Bogdahn.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2025 0 Comentários 261 Visualizações
Variedades

Encontro da Jornada Nacional de Inovação no RS debate retenção de talentos

Por Jonathan da Silva 07/07/2025
Por Jonathan da Silva

A Jornada Nacional de Inovação da Indústria realizou seu segundo encontro no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (4), reunindo representantes do setor no Tecnopuc, em Porto Alegre. Durante a abertura, o coordenador do Conselho de Inovação e Tecnologia (Citec) e diretor da Fiergs, Marcus Coester, afirmou que um dos pilares da gestão do presidente da Federação, Claudio Bier, é reter e atrair talentos para o estado.

O Rio Grande do Sul é um fornecedor de grandes prodígios, porém, que geram valor em outros lugares. Um dos pilares da gestão do presidente Claudio Bier é a retenção e atração de talentos, então estamos trabalhando para não só reverter esse cenário, mas também atrair novos cérebros ao estado. Sem mentes, inovação e tecnologia não teremos um futuro para as próximas gerações”, destacou Marcus Coester, que representou Claudio Bier no encontro.

Transição digital e ecológica

O projeto, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), conta no estado com a parceria do Sistema Fiergs. A iniciativa percorre todos os estados brasileiros e se prepara para o 11º Congresso de Inovação, previsto para março de 2026, em São Paulo.

O superintendente de Projetos de Inovação da CNI, Carlos Bork, ressaltou a escolha de universidades como ponto de partida da caravana. “Essa caravana tinha que começar dentro de duas universidades, pois aqui estão as pessoas que podem fazer a diferença. Talentos que utilizam da criatividade para desenvolverem soluções de grande impacto na nossa economia”, afirmou Bork durante o painel sobre o desafio da transição ecológica e digital no Rio Grande do Sul.

Conexão entre conhecimento e indústria

A secretária estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, Simone Stülp, destacou o papel das pessoas no processo de transformação. “Quando falamos de inovação, nos referimos às pessoas que se envolvem nesses processos, nos cérebros que se dedicam a projetos inovadores e a transformações que possam tocar a sociedade. É algo que possui o poder de remodelar a forma de nos relacionarmos como cidadãos, com as nossas regiões e cidades”, ressaltou Simone.

O secretário de Inovação de Porto Alegre, Luiz Carlos Pinto, reforçou a necessidade de financiamento para pesquisas. “Logo, o financiamento de pesquisas relacionadas aos clusters locais é essencial para mudar uma matriz econômica”, enfatizou Pinto.

Programação

O gerente de Tecnologia e Inovação da General Motors América do Sul, Carlos Sakuramoto, apresentou a palestra Inovação & Setor Automotivo: um novo propósito, abordando experiências sobre reciclabilidade, eficiência energética e redução de emissões de carbono.

No encerramento, ocorreram pitches das empresas de tecnologia Ensilica, Blue Nano, DB Random, Vent e Regenera, com a apresentação de projetos, além de dois workshops simultâneos, um sobre acesso a iniciativas de fomento à inovação e outro sobre gestão da inovação.

Próximos encontros

Após passar por São Leopoldo e Porto Alegre, a Jornada Nacional de Inovação terá mais duas etapas no Rio Grande do Sul: em Caxias do Sul, no TecnoUCS, no dia 5 de agosto, e em Passo Fundo, no Instituto Aliança, no dia 12 de agosto. Depois, o projeto seguirá para as demais regiões do país.

Mais detalhes podem ser obtidos no Núcleo de Inovação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS) pelo e-mail inovacaors@ielrs.org.br ou pelo telefone (51) 99348-3474.

Foto: Leonardo Dalla Porta/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2025 0 Comentários 237 Visualizações
Variedades

Montador com deficiência visual atua na montagem de tratores da AGCO em Canoas

Por Jonathan da Silva 07/07/2025
Por Jonathan da Silva

Desde 2007, o montador Cristiano de Souza Sarmento atua na linha de montagem de tratores da AGCO, em Canoas, utilizando o tato como principal ferramenta de trabalho. Com deficiência visual, Cristiano foi o primeiro colaborador com essa condição a integrar a equipe da planta gaúcha e, ao longo de 18 anos, desempenha suas funções com base em um sistema de organização adaptado e suporte da equipe.

Cristiano utiliza a memória e a sensibilidade das mãos para identificar a posição e o encaixe das peças durante o processo de montagem. Para isso, conta com o padrão APS (Agco Production System) e com adaptações baseadas na metodologia 5S, voltada à organização e eficiência nos processos industriais. “Minhas mãos são minha visão. Cada peça que chega, confiro com o tato. Às vezes, identifico um defeito que passaria despercebido para quem usa apenas a visão”, afirma o montador.

Trajetória na empresa

Antes de ingressar na AGCO, Cristiano trabalhou por cinco anos na Associação de Deficientes Visuais de Canoas. Após concluir o ensino médio, decidiu buscar oportunidades na indústria e encaminhou seu currículo para a multinacional. “Queria trabalhar em uma multinacional, por isso entreguei meu currículo na AGCO. Participei das entrevistas e conquistei a oportunidade”, relembra o trabalhador.

Formado em Logística, Cristiano iniciou na montagem de radiadores e, ao longo dos anos, passou a desempenhar outras funções. “Gosto de aprender todos os dias e quero continuar crescendo. Sou cobrado como qualquer outro colaborador, e acho isso justo. Não sou diferente de ninguém, só uso sentidos diferentes para fazer o mesmo trabalho”, ressalta o montador.

Empresa destaca importância da inclusão

A vice-presidente de Recursos Humanos da AGCO para a América do Sul e Business Partner Global para a Massey Ferguson, Angélica Kanashiro, destaca a atuação do colaborador. “Cristiano é um exemplo de como o ambiente industrial pode — e deve — ser acessível a todos. Mais do que vencer barreiras físicas, ele inspira pela dedicação e pelo comprometimento com a qualidade. Acreditamos que equipes diversas são essenciais para construir o futuro da agricultura”, pontua Angélica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2025 0 Comentários 442 Visualizações
Variedades

Inovação na indústria pauta etapa da Jornada Nacional em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 03/07/2025
Por Jonathan da Silva

A primeira etapa da Jornada Nacional de Inovação da Indústria reuniu empresários, autoridades e especialistas nesta quarta-feira (2), no Tecnosinos, em São Leopoldo, para discutir a necessidade de consolidar a cadeia tecnológica brasileira e estimular a inovação em fábricas tradicionais. O projeto é realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com o Sistema Fiergs no Rio Grande do Sul, e percorrerá todos os estados do país até março de 2026, quando ocorrerá o 11º Congresso de Inovação.

O vice-presidente regional da Fiergs do Vale do Sinos, Hernane Cauduro, que representou o presidente Claudio Bier, destacou que 90% da indústria gaúcha é formada por micro, pequenas e médias empresas que precisam de suporte técnico e institucional. “A inovação tem que ser o nosso presente. O perfil da indústria gaúcha é composto por micro, pequenas e médias, isso dá 90% do setor. Elas precisam de muito suporte externo da academia, do Sistema Fiergs e do poder público para, de forma articulada e unida, trabalhar em prol da transformação do segmento”, afirmou Cauduro.

A diretora-geral de Sesi-RS, Senai-RS e IEL-RS, Susana Kakuta, explicou que a iniciativa visa estimular inovação tanto em negócios tradicionais quanto em startups industriais. “Com esse evento, buscamos promover a inovação dentro das fábricas existentes nos setores tradicionais da economia do Rio Grande do Sul, mas também estimulamos as novas indústrias, chamadas de startups industriais. Neste sentido, a jornada tem o papel de revelar esse ramo que utiliza da tecnologia para transformar produtos e serviços”, destacou Susana.

Transição ecodigital

No painel Desafios para a transição ecodigital no RS, o diretor de Desenvolvimento Industrial, Tecnologia e Inovação da CNI, Jefferson de Oliveira Gomes, comentou a baixa destinação de recursos para biotecnologia. “Estamos em 2025 e dos R$ 40 bilhões investidos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, nos últimos três anos, o menor montante foi destinado a projetos relacionados à biotecnologia. Um país como o Brasil, tendo tamanha diversidade, não pode ter um número pequeno de projetos nesse ramo”, pontuou Gomes.

O diretor da HT Micron, Wilyan Hasenkamp, ressaltou a importância de união entre os setores. “É fato que precisamos passar por uma transformação radical no quesito tecnologia, contudo, já temos total capacidade de estarmos nesse mercado. Não nos falta talento, mas, sim, união”, expôs Hasenkamp, durante a palestra sobre o papel dos semicondutores para habilitar tecnologias limpas, inteligentes e sustentáveis.

Inovação no setor

No período da tarde, foram realizados dois workshops simultâneos, um sobre acesso a iniciativas de fomento à inovação e outro sobre gestão da inovação. O Rio Grande do Sul ainda receberá outras três etapas da Jornada Nacional de Inovação: Porto Alegre, no Tecnopuc, em 4 de julho; Caxias do Sul, no TecnoUCS, em 5 de agosto; e Passo Fundo, no Instituto Aliança, em 12 de agosto. Depois, o projeto seguirá para outras regiões do país, incluindo Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste.

Foto: Dudu Leal/Fiergs/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2025 0 Comentários 306 Visualizações
Business

Decisão judicial garante dedução em dobro de despesas do PAT para associados da ACI

Por Jonathan da Silva 02/07/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI-NH/CB/EV/DI) obteve decisão favorável em mandado de segurança coletivo que permite às empresas associadas deduzirem em dobro, do lucro tributável, as despesas com o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), incluindo o adicional de 10% do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ).

A medida foi concedida no Mandado de Segurança Coletivo nº 5063751-58.2023.404.7100, já com decisão transitada em julgado, beneficiando empresas com domicílio fiscal em municípios sob jurisdição das Delegacias da Receita Federal de Novo Hamburgo, Porto Alegre, Santa Maria e Caxias do Sul.

De acordo com o advogado Marcelo Poltronieri, do escritório Lauffer Advocacia — responsável pela ação —, a sentença também garante o direito à restituição dos valores de IRPJ recolhidos indevidamente nos cinco anos anteriores ao ajuizamento da medida judicial. “A decisão garante, também, o direito de recuperar os valores indevidamente recolhidos de IRPJ nos cinco anos anteriores ao ajuizamento da medida judicial, cujo valor será atualizado pela taxa Selic desde o mês seguinte ao pagamento indevido”, explica Poltronieri.

A decisão contempla empresas que participaram do PAT e registraram lucros tributáveis entre 5 de setembro de 2018 e 18 de junho de 2025. As empresas interessadas devem procurar o escritório responsável ou a própria ACI para orientações sobre como usufruir do benefício.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
02/07/2025 0 Comentários 290 Visualizações
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