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indústria

Variedades

Sérgio Luiz Ferandin é empossado como presidente do Sinborsul

Por Jonathan da Silva 05/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato das Indústrias de Artefatos de Borracha no Estado do Rio Grande do Sul (Sinborsul) empossou, nesta terça-feira (2), Sérgio Luiz Ferandin como novo presidente da entidade, durante reunião da diretoria realizada na sede do sindicato, junto ao Centro das Indústrias, em São Leopoldo. Ele sucede Sérgio Luis Patzlaff, que deixou o cargo para assumir um novo projeto profissional.

Em seu discurso de posse, o novo presidente afirmou que pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido por seu antecessor. “Foram passos importantes, ampliando as relações e fortalecendo a atuação da entidade. Minha missão é manter o mesmo nível de dedicação, avançando ainda mais na representatividade do setor e na defesa das indústrias de artefatos de borracha”, destacou Sérgio Luiz Ferandin.

Entre os primeiros compromissos da nova gestão, está a participação do Sinborsul com estande próprio na Mercopar, feira que acontece em outubro, em Caxias do Sul.

Reconhecimento ao ex-presidente

Durante a solenidade, Sérgio Luis Patzlaff foi homenageado com uma placa de reconhecimento pelos quase dois anos à frente da entidade. O ex-líder destacou o apoio às empresas durante as enchentes, a retomada do estande coletivo na Mercopar, a realização do Seminário de Atualidades em Elastômeros em parceria com a ABTB e a participação em ações da Fiergs. “Todos sabem da minha admiração e carinho pela indústria da borracha, que me acolheu há 29 anos. Desejo ao novo presidente, Sérgio Luiz Ferandin, e ao vice, Gilberto Brocco, muito sucesso à frente dessa entidade com mais de 70 anos de história”, afirmou Patzlaff.

Continuidade na gestão

O ex-presidente do Sinborsul entre 2013 e 2023, Gilberto Brocco, assumiu agora a vice-presidência da entidade, reforçando a ideia de continuidade da gestão. A cerimônia se encerrou com o descerramento da foto de Sérgio Patzlaff, que passou a integrar a galeria de ex-presidentes do sindicato.

O que é o Sinborsul

Com sede em São Leopoldo e atuação em todo o Rio Grande do Sul, o Sinborsul representa empresas do setor de artefatos de borracha, defende interesses em processos coletivos e oferece consultoria jurídica às associadas. A entidade também mantém informativos e boletins sobre legislação e jurisprudência trabalhistas, além de colaborar em projetos com outras entidades sindicais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2025 0 Comentários 263 Visualizações
Projetos especiais

Sindtur e Acinp firmam parceria inédita em Nova Petrópolis

Por Jonathan da Silva 03/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato da Hotelaria, Restaurantes, Bares e Similares da Região Uva e Vinho (Sindtur Serra Gaúcha) e a Associação Comercial e Industrial de Nova Petrópolis (Acinp) firmaram uma parceria inédita no final do mês de agosto. O acordo prevê ações conjuntas para empresas associadas das duas entidades, com foco especial no setor hoteleiro e gastronômico.

Entre os objetivos destacados na parceria está a implementação da plataforma Flutua em empresas de Nova Petrópolis. A ferramenta de dados turísticos deve ser disponibilizada principalmente para estabelecimentos ligados à hotelaria e à gastronomia, fortalecendo a integração do setor local.

Assinatura do protocolo

O protocolo de intenções foi assinado pelo presidente do Sindtur, Cláudio Souza, e pelo presidente da Acinp, Neander Willrich Port. As entidades informaram ainda que em breve irão divulgar novidades relacionadas às ações previstas no acordo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2025 0 Comentários 288 Visualizações
Variedades

Especialistas do Sebrae destacam aposta do RS em agritechs e foodtechs

Por Jonathan da Silva 02/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul vem consolidando um ecossistema de inovação em alimentos por meio de agritechs e foodtechs, que conectam o campo ao consumo final. O movimento, que envolve startups, indústrias e centros de pesquisa, foi destacado por especialistas do Sebrae RS ao apontar como a diversidade produtiva do estado e o investimento em tecnologia são fatores decisivos para agregar valor e competir em mercados nacionais e internacionais.

Segundo o gerente de competitividade setorial do Sebrae RS, Augusto Martinenco, o estado se diferencia pela variedade de culturas. “Enquanto outros estados concentram a produção em poucos itens, nós atuamos com grãos, leite, pecuária de corte, horticultura, dentre outros. Isso nos permite olhar cada vez mais para produtos premium, capazes de competir pela diferenciação e não apenas pela escala”, explicou Martinenco.

Para o dirigente, a modernização agroindustrial é o caminho para manter a competitividade. “Se não temos a mesma capacidade de produção em larga escala de outros estados, precisamos apostar em tecnologia, modernização e criação de novos produtos. É isso que nos permite competir em mercados nacionais e internacionais tão acirrados como o de alimentos e bebidas”, reforçou Martinenco.

Transformação do setor de alimentos

De acordo com a gerente regional do Sebrae nos Vales do Taquari e do Rio Pardo, Liane Portantiolo Klein, as foodtechs representam uma mudança estrutural. “Uma foodtech não apenas produz ou vende comida. Ela transforma a forma como o alimento é criado, distribuído, consumido e até descartado. Isso impacta diretamente os hábitos de consumo e fortalece todo o ecossistema de alimentos”, afirmou Liane.

Entre os exemplos citados pela gerente estão a Bioplix, deep tech da UFRGS criada em 2021, que desenvolve revestimentos comestíveis biodegradáveis para prolongar a vida útil de frutas, legumes e verduras, e a Weecaps, incubada na UFSM, que utiliza microencapsulação de ingredientes bioativos, como probióticos e vitaminas, para gerar alimentos funcionais com valor nutricional agregado.

Desafios e oportunidades

Apesar do crescimento do setor, ainda existem barreiras a serem superadas, como a regulação, o acesso a investimentos e a necessidade de maior integração com grandes indústrias. “Nosso estado tem terreno fértil para bioinsumos, rastreabilidade e cadeias mais sustentáveis, mas é preciso ampliar as pontes entre startups, empresas tradicionais e mercado consumidor”, apontou Liane Klein.

O especialista em mercado de alimentos e bebidas do Sebrae RS, Roger Klafke, destacou que a cadeia pode ser compreendida em sete etapas — da produção primária ao descarte. “Cada uma delas representa uma chance de reduzir desperdício, agregar valor e aproximar produtores e consumidores”, comentou Klafke.

Casos práticos de inovação

O especialista também mencionou os pilares que sustentam o setor: agricultura, ciência e transformação dos alimentos, logística e distribuição, e tecnologia aplicada ao consumo e à saúde. “Mais do que startups isoladas, falamos de um ecossistema em que pesquisa, ciência e mercado trabalham juntos para levar alimentos de qualidade, sustentáveis e inovadores até a mesa do consumidor”, acrescentou Klafke.

Um dos exemplos é a Hortti, plataforma digital que conecta produtores e varejistas de hortifrúti com soluções em logística, rastreabilidade e gestão de pedidos. Para Klafke, o case demonstra como o estado une pesquisa e inovação para criar alternativas práticas em toda a cadeia agroalimentar.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
02/09/2025 0 Comentários 343 Visualizações
Variedades

Levantamento da Fiergs aponta que RS tem 14,7 mil indústrias ligadas ao agronegócio

Por Jonathan da Silva 01/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul concentra 14,7 mil indústrias de transformação ligadas ao agronegócio, responsáveis por gerar 340,5 mil empregos e movimentar US$ 10,7 bilhões em exportações. Os dados são de levantamento do Sistema Fiergs divulgado neste sábado (30), durante a abertura da Expointer, em Esteio. A feira, considerada a maior da América Latina no setor, segue até o próximo domingo, 7 de setembro, e será palco para o lançamento do Observatório da Agroindústria, nova plataforma digital de dados do segmento.

Segundo o levantamento, 13,8 mil indústrias gaúchas são classificadas como agroindústrias, representando 27% do setor industrial do estado. Elas concentram 294,2 mil empregos, 34% do total da indústria gaúcha, e respondem por US$ 10 bilhões em exportações, o equivalente a 45,5% das vendas externas do Rio Grande do Sul. O estado ocupa o quinto lugar em número de agroindústrias no país e é o terceiro em exportações de produtos agroindustriais.

Segmento de insumos agropecuários

O setor de insumos agropecuários reúne 884 estabelecimentos no estado, responsáveis por 46,3 mil empregos e por US$ 682,3 milhões em exportações em 2024. O Rio Grande do Sul é o segundo colocado nacional em número de fábricas, empregos e exportações nesse segmento. Dentro dele, máquinas e equipamentos agrícolas se destacam: o estado exportou US$ 446,6 milhões em 2024 e responde por 60% da produção de tratores do país. Panambi é o município com maior concentração de fábricas, com 35 unidades e cerca de 5,7 mil trabalhadores.

Observatório da Agroindústria

A Fiergs lançará oficialmente na quinta-feira, dia 4, às 17h, no estande institucional da entidade no Parque de Exposições Assis Brasil, o Observatório da Agroindústria. A plataforma, desenvolvida pelo Conselho da Agroindústria (Conagro), pela Unidade de Estudos Econômicos (UEE) e pelo Observatório da Indústria, reúne informações sobre geração de empregos, exportações, produtos e participação do setor na economia gaúcha.

De acordo com o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o espaço será estratégico para o setor. “Nossa agroindústria é ampla e carecia de uma plataforma exclusiva que permitisse enxergar seu verdadeiro alcance. Por isso, criamos esse painel, que permitirá aos industriais identificarem gargalos, mas também visualizar os espaços de crescimento do setor”, afirma o dirigente.

Cadeia produtiva integrada

Para Bier, a presença na Expointer reforça a integração dos elos da cadeia produtiva. “O agronegócio vai muito além da lavoura. Para que exista agroindústria, é preciso ter agropecuária. Para que haja agropecuária, são indispensáveis os insumos agrícolas, como máquinas e fertilizantes. Tudo está conectado. E não há lugar melhor para fortalecer as pautas do agro do que a Expointer”, ressalta o presidente da entidade.

Dados consolidados do setor

O levantamento do Sistema Fiergs também aponta que a arrecadação de ICMS do setor agroindustrial chegou a R$ 7,4 bilhões, enquanto o segmento de insumos agropecuários contribuiu com R$ 849,4 milhões. As vendas internas alcançaram R$ 244 bilhões para a agroindústria e R$ 54,2 bilhões para insumos agropecuários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2025 0 Comentários 400 Visualizações
Variedades

Sistema Fiergs destaca integração entre indústria e agro na 48ª Expointer

Por Jonathan da Silva 01/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs abriu neste sábado (30) sua participação na 48ª edição da Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, com um estande de 350 m² voltado a negócios, oportunidades e inovação. Até o próximo dia 7 de setembro, a entidade promove no evento uma programação que inclui rodadas de negócios internacionais, debates sobre o futuro do agronegócio e a realização do road show do programa Brasil Mais Produtivo, em um espaço criado para reforçar a integração da indústria gaúcha com o setor agropecuário.

Segundo o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, a presença da entidade na feira evidencia a relevância do agronegócio para a indústria do estado. “O agronegócio movimenta o setor industrial. Para termos uma ideia da dimensão, o Rio Grande do Sul produz 65% das máquinas e equipamentos agrícolas do país. Por isso, é essencial estar presente na Expointer”, afirma o dirigente.

Na manhã de abertura, Bier participou da cerimônia ao lado de autoridades, empresários e visitantes. “Apesar de todas as dificuldades impostas por questões climáticas e o cenário comercial mundial, a Expointer sempre nos traz otimismo e a perspectiva de um futuro melhor”, destacou o presidente da entidade na ocasião.

Estrutura e sindicatos presentes

O estande da Fiergs conta com uma área coletiva destinada aos sindicatos industriais. Oito entidades participam representando setores como saúde, reparação de veículos, calçados, audiovisual, marcenaria, gráficas, vinhos e energias renováveis. A iniciativa busca aproximar sindicatos da realidade do agronegócio e dos visitantes da feira, considerada a maior agropecuária da América Latina.

O espaço também sedia a Arena de Robótica, na qual alunos e instrutores do Serviço Social da Indústria (Sesi-RS) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS) apresentam o uso da tecnologia como ferramenta de aprendizado.

Destaques da programação

Na terça-feira, dia 2, às 14h, ocorre o road show do programa Brasil Mais Produtivo, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) em parceria com o Senai-RS, Sebrae, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Embrapii e BNDES. A iniciativa busca ampliar a competitividade de micro, pequenas e médias indústrias, com foco em eficiência energética e otimização de processos.

Na quarta e quinta-feira, 3 e 4, as rodadas de negócios internacionais reunirão 26 empresas brasileiras — sendo 17 gaúchas — e nove compradores estrangeiros, em uma ação realizada em conjunto com a ApexBrasil, o Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no RS (Simers) e a Abimaq-RS.

Ainda na quinta-feira, o programa Indústria do Amanhã promove debates sobre agricultura digital, robótica, startups e inteligência artificial aplicada ao campo. Às 17h, será lançado o Observatório da Agroindústria da Fiergs, ferramenta para análise de dados do setor.

Projetos e pesquisa em agricultura digital

Ao longo dos nove dias da Expointer, o Sistema Fiergs também participará de atividades em diferentes espaços do parque. Entre elas, um painel sobre agricultura digital, organizado pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia, ocorre na sexta-feira, 5 de setembro, na Arena do Governo.

O painel destacará o Center for Embedded Devices and Research in Digital Agriculture (Cedra), unidade do Sistema Fiergs e da Embrapii voltada à pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para a agroindústria. Já em operação no Senai-RS, em São Leopoldo, o Cedra também terá sede em um novo prédio a ser construído na Fiergs, em Porto Alegre.

Foto: Leonardo Dalla Porta/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2025 0 Comentários 401 Visualizações
Business

Fiergs amplia apoio a sindicatos e destina R$ 5,2 milhões a projetos

Por Jonathan da Silva 26/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) anunciou, nesta segunda-feira (25), em Porto Alegre, que 66 sindicatos industriais filiados terão projetos contemplados pelo Programa de Apoio a Projetos Sindicais (Prosind) 2025-2026. O valor destinado pela iniciativa foi ampliado de R$ 4 milhões para R$ 5,2 milhões, decisão tomada pela gestão do presidente da entidade, Claudio Bier, para fortalecer o associativismo e a representatividade da indústria gaúcha.

Segundo Bier, a ampliação dos recursos busca reconhecer o trabalho desenvolvido pelas entidades. “O valor, que já era maior do que o de anos anteriores, teve agora novo aumento. Em reconhecimento ao trabalho dos sindicatos em suas ações que fortalecem a sua representatividade, decidimos ampliar os recursos destinados pela Fiergs ao Prosind em R$ 1,2 milhão, passando de R$ 4 milhões para R$ 5,2 milhões”, destacou o dirigente. Quase 70 sindicatos inscreveram projetos para o programa.

Novos benefícios

Entre as novidades apresentadas, Bier anunciou a criação do Imex Lideranças Sindicais, uma jornada de capacitação voltada a presidentes e futuros presidentes de sindicatos industriais. A iniciativa, realizada em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS), será gratuita, em formato híbrido, e passará a incluir também executivos das entidades em 2026.

Outra medida divulgada foi o lançamento, em setembro, de um programa do Sesi-RS para ampliar o acesso das indústrias a laudos técnicos, normas regulamentadoras e gerenciamento de riscos. “Vivemos um tempo difícil, com a chamada ‘crise das taxas’. Ela atinge fortemente as nossas empresas, mas a Fiergs está mobilizada, estamos trabalhando em todas as frentes para reduzir os impactos. É hora de mais união da Fiergs com os sindicatos, é assim que vamos enfrentar os desafios”, afirmou Bier.

Repercussão nos sindicatos

Para o presidente do Sindicato das Indústrias do Mobiliário, Construção e Olarias de Cachoeira do Sul (Simco), Marcelo Thomaz Domingos, o Prosind gera oportunidades importantes. “Muitas das nossas empresas que serão beneficiadas não teriam acesso a tantas oportunidades se não fossem os serviços e iniciativas oferecidos pela Fiergs envolvendo os sindicatos”, pontuou Domingos.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Mármores, Granito e Rochas Ornamentais (Simag-RS), Alexandre De Carli, ressaltou os impactos de sua proposta aprovada. “Nossa iniciativa, Marmoraria Eficiente e Sustentável, envolve sustentabilidade e uma nova destinação aos resíduos de nossas indústrias, que são de grande valor e podem gerar novos recursos”, comentou De Carli.

União e inovação

O vice-presidente do Ciergs e coordenador da Unisind, Gilberto Ribeiro, afirmou que o programa reforça a cooperação entre entidades. “Os projetos apresentados são resultados do espírito inovador dos sindicatos industriais”, expressou Ribeiro.

Já a diretora-executiva e de Relações Institucionais do Sistema Fiergs, Ana Paula Werlang, destacou o papel dos dirigentes sindicais. “Isto fica ainda mais evidente e desafiador em momentos tão críticos como os que vivemos na atualidade. O trabalho de vocês é inspirador e é o alicerce sobre o qual nós, da Fiergs, podemos construir políticas e ações efetivas”, ponderou Ana Paula.

A gerente da Unisind, Patricia Manica Ortiz, apresentou os detalhes da capacitação do Imex Lideranças Sindicais. “Além de contemplar projetos no Prosind, vamos promover iniciativas para novas abordagens de lideranças para presidentes e executivos. Queremos fortalecer ainda mais o associativismo e as indústrias”, afirmou Patricia.

Lista de Sindicatos e projetos contemplados pelo Prosind

  • Sindimadeira

    • Sindimadeira-RS mais perto, mais forte

  • Sinplast

    • Plástico em evolução: Sinplast-RS se conectando com o futuro

  • Sicev

    • Programa showroom de visibilidade e expansão para indústria

  • Sindirepa

    • Projeto Sindirepa-RS – Fortalecimento do sindicato

  • Simplás

    • 3° Simpósio de inovação, tecnologia e sustentabilidade

  • SIC NH

    • Programa estratégico de captação e formação de talentos para a indústria calçadista de Novo Hamburgo

  • Sinduscon Caxias

    • PROSIND 2025

  • Sinduscon-VT

    • Sindicato operante

  • Sindvest-Sul

    • Do MEI ao macro: o sindicato de todos

  • Sinmaqsinos

    • Indústria conectada: pessoas, cultura e mercado

  • Sinditrigo

    • Controle de residuais de contaminantes do trigo

  • Sindivest-AU

    • Manutenção e novos horizontes sindicais

  • Sindipan

    • Panificação em ação: capacitação e inovação Sindipan

  • Simplavi

    • Circularidade do material plástico no Vale dos Vinhedos (fases 2 e 3)

  • Siab

    • Fortalecimento da governança e gestão estratégica sindical

  • Sinduscon NH

    • Construmaster – Formação avançada para construção

  • Sinduscon Vales

    • Projeto Construmaster Experience – edição Colômbia

  • SICS Sapiranga

    • Showroom de posicionamento de marca no mercado e fortalecimento empresarial

  • Sindmarc

    • Interiorização do sindicato

  • Sindigraf

    • Reconexão gráfica para a competitividade

  • Singraf

    • Projeto de atualização de empresários e da sede da entidade

  • Sindilat

    • Representatividade e comunicação estratégica do Sindilat-RS

  • Sicergs

    • P³: pessoas, processos e produto

  • Sindapel

    • Qualificação de pessoas e melhorias de processos para o aumento da eficiência operacional das indústrias associadas do Sindapel

  • Sicepot

    • Projeto para formação de mulheres operadoras de máquinas pesadas

  • Sindipedras

    • Programa de proteção respiratório da indústria das pedras

  • Sindartcouro NH

    • Criar e implementar o programa de desenvolvimento de lideranças (PDL) no âmbito do Sindartcouro

  • SICCPP Portão

    • Reposicionar os sindicatos como agente ativo de inovação, informação e representação

  • Sindicer

    • Cerâmica gaúcha em movimento

  • Siccev Estância Velha

    • Desenvolver e implementar um programa piloto de formação, qualificação e retenção de profissionais para indústria do couro

  • Sindmóveis Bento

    • Movelsul Conecta – Hub design e inovação 2026

  • Sindicalfar

    • Apoio para fortalecimento do Sindicalfar

  • Simers

    • Stand coletivo do associativismo industrial gaúcho na Expointer 2025

  • Simag

    • Projeto marmoraria eficiente e sustentável

  • Simmme Santa Rosa

    • Mapeamento de indústrias do setor para ampliação do número de associados do Simmme Santa Rosa

  • Sindmóbil Gramado

    • Exposição Movelsul 2026

  • Sindicis

    • Realização de auditoria preparatório nas indústrias associadas para o recebimento da inspeção sanitária frente as novas regras de certificação de boas práticas de fabricação da vigilância sanitária, com foco no novo gerenciamento de risco

  • Sindiquim

    • Fortalecimento e sustentabilidade Sindiquim-RS

  • Sindimetal

    • Projeto PDL – Programa de desenvolvimento de lideranças para as indústrias vinculadas ao Sindimetal

  • Sinborsul

    • Projeto Sinborsul+: fortalecer a marca, parcerias e sustentabilidade

  • Sitergs

    • Diagnóstico de maturidade empresarial e capacitação com IA

  • Sindienergia

    • Impulsionando a transição energética no RS

  • SICTC

    • Missão técnica internacional à China

  • Sindivinho

    • Projeto pautas do vinho: comunicação, dados e relacionamento fortalecido

  • Sindijoias

    • Qualifica Sindijoias

  • Simep

    • Projeto recontruir: Reestruturação e cresimento do Simep

  • Sicom Lagoa Vermelha

    • Exposição Movelsul 2026

  • Sind. Calçados Campo Bom

    • Projeto (re)inovação: Missão China 2026

  • Sinduscom Noroeste

    • Projeto de capacitação: Eneagrama – autoconhecimento e desenvolvimento de lideranças

  • Sinpasul

    • Rota limpa POA – Plogging

  • Sindimate

    • Meu primeiro chimarrão

  • Fitemavest

    • Movimento moda – A moda em constante movimento

  • Simecs

    • Um raio X do setor metalmecânico da serra gaúcha

  • Sinduscon Rio Grande

    • Preservar para prosperar: Rede de restauro do Sinduscon Rio Grande

  • Simmme Bento

    • Projeto SIMMME 5.0 – Planejamento, presença e propósito

  • Sinduscon-RS

    • Campanha de marketing com objetivo de valorização do imóvel

  • Sivergs

    • Imersão internacional para moda gaúcha

  • Sindividros

    • Projeto de fortalecimento e reposicionamento estratégico institucional

  • Sindipesca

    • Projeto reestrutura Sindipesca

  • Sindigrejinha

    • Programa indústria da inovação

  • Simmmae Santa Maria

    • Conecta Simmmae: IA, mercado e futuro

  • Simco

    • Simco Mais

  • Siav

    • Siav – Reconstrução e Inovação

  • Simecan

    • Simecan participa – Mercopar – Feira de Inovação Industrial

  • Sinduscon Erechim

  • Sindivest Santa Cruz

Foto: Dudu Leal/Fiergs/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2025 0 Comentários 361 Visualizações
Business

Apesar do tarifaço, feiras nos EUA devem render R$ 30 milhões para calçadistas brasileiras

Por Jonathan da Silva 25/08/2025
Por Jonathan da Silva

A participação de 32 marcas brasileiras de calçados em duas feiras nos Estados Unidos deve gerar mais de R$ 30 milhões em negócios, entre contratos fechados e negociações em andamento. A iniciativa foi realizada neste mês de agosto por meio do programa Brazilian Footwear, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), mesmo após a entrada em vigor da sobretaxa de 50% sobre os produtos brasileiros importados pelos norte-americanos.

Segundo a profissional da área de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, os resultados surpreenderam diante do aumento das tarifas. “Existe um movimento bastante positivo entre os compradores dos Estados Unidos, que se dizem dispostos a negociar o pagamento das tarifas extras para manter o fornecimento de calçados brasileiros”, afirmou Carla.

Atlanta Shoe Market

O primeiro evento foi a Atlanta Shoe Market, entre 9 e 11 de agosto, que contou com 22 marcas brasileiras. No local, foram comercializados 19,2 mil pares, somando R$ 3,34 milhões. Incluindo os negócios alinhavados durante a feira, o resultado chegou a 148,64 mil pares e R$ 16,47 milhões.O encontro gerou 197 contatos com representantes de mercados como Estados Unidos, Canadá, Costa Rica, China, França, Austrália, México, Trinidad e Tobago, Panamá, Porto Rico e Jamaica.

Participaram, com apoio do Brazilian Footwear, as marcas Arezzo, Awana Group, Bibi, Bottero, Cartago, Cocco Miami, GVD International, House of ZALO, Ipanema, Itapuã, Klin, Melissa e Mini Melissa, New Face, Pegada, Piccadilly, Pyramidis, Rider, Schutz, Usaflex, Vicenza e Zaxy.

O diretor da GVD, Wagner Kirsch, relatou que a empresa tinha “expectativas reduzidas” em função do tarifaço, mas o evento superou a previsão inicial. “A feira se mostrou positiva. Durante os três dias, fechamos negócios e desenvolvemos novos contatos importantes, apesar de um mercado nervoso”, avaliou Kirsch.

Magic Las Vegas

Entre os dias 18 e 20 de agosto, as marcas brasileiras participaram também da Magic Las Vegas. Com 12 empresas apoiadas pelo programa, foram comercializados no local 20,3 mil pares por R$ 3,4 milhões. Com as negociações encaminhadas, o total chegou a 141,25 mil pares e R$ 13,5 milhões. O evento gerou 244 contatos com compradores de países como Estados Unidos, Canadá, México, Guatemala, Honduras, Porto Rico, Panamá, Equador e Colômbia.

Estiveram presentes as marcas Actvitta, Beira Rio, BR Sport, Carrano, Cocco Miami, Dress To, Klin, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho e Vizzano.

A gestora de Exportações da Klin, Camila Chamoun, destacou a importância das feiras para compreender o mercado local. “Na feira, recebemos não somente compradores dos Estados Unidos, mas de outros países, além de associações que representam o varejo local. Trocamos informações importantes sobre o mercado, canais de vendas e negociações”, expressou Camila. Para ela, as perspectivas são positivas, e os compradores acreditam que a alta tarifária pode ser temporária.

Mercado norte-americano

O mercado dos Estados Unidos consome mais de 2,6 bilhões de pares de calçados por ano, quase todos importados. Atualmente, quase 30% da receita das exportações brasileiras do setor tem como destino o país. Nos sete primeiros meses deste ano, os Estados Unidos foram o principal mercado internacional do calçado brasileiro, com o embarque de 6,9 milhões de pares, somando US$ 134,9 milhões — aumentos de 15,3% em volume e de 7% em valor em relação ao mesmo período de 2023.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2025 0 Comentários 324 Visualizações
Projetos especiais

Sistema Fiergs lança cartilha sobre ergonomia para indústrias gaúchas

Por Jonathan da Silva 21/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs lançou uma cartilha com orientações práticas de ergonomia voltadas às indústrias do Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (20), em Porto Alegre. Elaborado pelo Conselho de Relações do Trabalho (Contrab), em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi-RS), o material busca auxiliar na aplicação das diretrizes da Norma Regulamentadora da Ergonomia (NR-17), reformulada em 2022, com foco em melhorias simples, de baixo custo e fácil implementação.

A Cartilha de Ergonomia foi desenvolvida pelo Grupo de Estudos do Ambiente do Trabalho (Geat) da Fiergs. O documento reúne orientações sobre levantamento e transporte de materiais, mobiliário dos postos de trabalho, uso de máquinas e ferramentas manuais e organização do trabalho.

O coordenador do Contrab, Guilherme Scozziero, destacou que a iniciativa tem caráter de suporte. “Ao reunir conhecimento técnico e experiência prática, a cartilha reforça o papel do Sistema FIERGS no apoio ao setor industrial gaúcho na promoção de ambientes de trabalho mais seguros, eficientes e alinhados à legislação vigente”, afirmou Scozziero.

Exemplos de melhorias

Entre as medidas sugeridas, está a adaptação de máquinas ou postos de trabalho muito altos para determinados trabalhadores. A solução indicada é o uso de um tablado com dimensões adequadas, de modo a reduzir o esforço físico e o risco de desconfortos ou inflamações.

A cartilha também recomenda que as empresas adotem um olhar atento sobre como as funções são realizadas, começando pela organização do trabalho, que envolve estrutura física, ferramentas, processos, mão de obra e gerenciamento de tempo.

Dicas apresentadas para reduzir riscos ergonômicos

  • Incluir pausas curtas e frequentes durante a jornada;

  • Alternar tarefas que permitam variar posturas e grupos musculares;

  • Evitar transporte manual de cargas sempre que possível;

  • Utilizar equipamentos auxiliares, como carrinhos e esteiras;

  • Priorizar empurrar em vez de puxar objetos;

  • Orientar trabalhadores sobre técnicas corretas de movimentação;

  • Fornecer cadeiras ajustáveis com apoio lombar e apoios para os pés;

  • Disponibilizar ferramentas leves, ergonômicas e antiderrapantes;

  • Minimizar exposição a vibrações e otimizar o layout dos postos de trabalho.

Segundo a Fiergs, a iniciativa pretende facilitar a aplicação da NR-17 principalmente em pequenas e médias empresas, ampliando a segurança, a saúde e o desempenho dos trabalhadores da indústria gaúcha.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
21/08/2025 0 Comentários 316 Visualizações
Variedades

Seminário sobre inovação reúne lideranças da indústria da borracha em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 18/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Seminário de Atualidades Tecnológicas 2025 foi realizado nos dias 13 e 14 de agosto no Instituto Senai de Inovação em Engenharia de Polímeros, em São Leopoldo, reunindo especialistas, profissionais e representantes do setor da borracha para discutir tecnologia, sustentabilidade e tendências do segmento. O evento foi promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia da Borracha (ABTB), em parceria com o Sindicato das Indústrias de Artefatos de Borracha no Estado do Rio Grande do Sul (Sinborsul).

Com auditório lotado, o encontro contou com palestras técnicas e científicas, além da apresentação de novas tecnologias e produtos. Estiveram entre os palestrantes Janaina Crespo, Marcos Rufato, Cristina Barros, Juliana Dallrosa, Josemar Steffens, Henrique Brito, Sergio Patzlaff, Rodrigo Ourives, Fabrício Celso, Marly Maldaner Jacobi, Marcia da Silva, Rodemir Conte, Karin Brito, Patrícia Bereta, Sílvio Hech, Lucas Heinemann, Jonas da Rocha e Carlos Alberto Correa.

Abertura oficial

Durante a abertura, o presidente da ABTB, Adriano Viola, destacou a proposta do evento como um espaço para troca de conhecimento e inovação. “É um espaço para quem acredita que o futuro começa aqui e agora. A ABTB nasceu para conectar profissionais, empresas, conhecimento e inovação”, afirmou Viola. O dirigente também agradeceu aos parceiros e patrocinadores, ressaltando a importância do seminário como marco para novas ideias e avanços do setor.

O presidente do Sinborsul, Sergio Patzlaff, ressaltou a retomada do seminário após oito anos. “Presenciar o auditório lotado, com presenças tão relevantes, apostando nesta retomada do seminário, após oito anos, trouxe uma alegria imensa. Uma equipe que movimentou todos os esforços em prol do sucesso desta iniciativa, que merece um agradecimento especial”, expressou Patzlaff.

Legados e novas gerações

Patzlaff também chamou atenção para a renovação no setor. “Sabemos que o nosso propósito aqui são os legados. Falamos muito da transição de gerações no segmento, onde o conhecimento é construído ao longo de muitos anos, de pesquisa e de trabalho. Fico contente ao ver uma nova geração presente. Isso mostra que temos uma esperança grande de renovação, dentro do nosso setor”, acrescentou o dirigente.

Homenagem e celebração

Na noite de quarta-feira (13), o evento também marcou a comemoração dos 50 anos da ABTB, celebrada em jantar no São Leopoldo Tênis Clube. Na ocasião, o presidente do Sinborsul entregou uma placa comemorativa ao presidente da ABTB em reconhecimento à trajetória da instituição fundada em 26 de maio de 1975.

Desde sua criação, a ABTB atua na promoção de estudos, pesquisas, cursos, congressos e seminários voltados à tecnologia da borracha, além de manter intercâmbio com universidades, centros de pesquisa e associações no Brasil e no exterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2025 0 Comentários 338 Visualizações
Política

ACI envia carta ao presidente Lula solicitando maior socorro às empresas

Por Jonathan da Silva 15/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial e Industrial de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) enviou uma correspondência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quarta-feira (13), solicitando a adoção de medidas mais robustas e duradouras para reduzir os efeitos da tarifa de 50% imposta pelo governo estadunidense de Donald Trump sobre produtos brasileiros. A entidade pede que as ações se estendam também a empresas indiretamente afetadas, com o objetivo de preservar empregos e manter a competitividade da indústria nacional.

O documento, assinado pelo diretor da ACI, Fauston Saraiva, reconhece que o pacote de ações já divulgado pelo governo federal — incluindo linhas de crédito facilitadas, suspensão temporária da cobrança de tributos e aquisição pública de mercadorias perecíveis — é positivo para aliviar pressões imediatas sobre as empresas diretamente impactadas. “Elas demonstram sensibilidade do governo federal frente à urgência da situação, ajudando a evitar demissões em massa e o desperdício de bens essenciais no curto prazo. No entanto, essas ações são meramente transitórias e paliativas”, afirmou Saraiva.

Propostas da entidade

Para o diretor da ACI, o pacote atual resolve apenas problemas pontuais e não enfrenta as causas estruturais, deixando o setor vulnerável a novas barreiras comerciais. Entre as medidas consideradas essenciais, a entidade destaca a desoneração da folha de pagamento para reduzir custos trabalhistas e incentivar a manutenção e criação de empregos formais, especialmente nos setores intensivos em mão de obra. Também sugere isenções fiscais, como redução ou eliminação de impostos sobre insumos e exportações, para melhorar a competitividade frente a países com regimes tributários mais flexíveis.

Impacto no Vale do Sinos

A ACI defende que eventuais medidas devem abranger não só exportadores diretos, mas também empresas indiretamente prejudicadas, como fornecedores, transportadoras e prestadores de serviços. Segundo a entidade, a exclusão desses elos poderia gerar um efeito dominó negativo, especialmente no Vale do Sinos, onde mais de 50 mil empregos dependem do setor exportador, conforme dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Risco para a produção nacional

No documento enviado ao presidente, a ACI alerta que, sem ações estruturais, a produção brasileira pode perder espaço no mercado internacional, provocando aumento do desemprego estrutural e enfraquecendo a soberania econômica do país.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
15/08/2025 0 Comentários 364 Visualizações
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