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Variedades

Mapa preliminar mostra 12 regiões do Estado em bandeira vermelha

Por Gabrielle Pacheco 31/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O mapa preliminar da 13ª rodada do distanciamento controlado, divulgado nesta sexta-feira, 31, mantém as regiões de Porto Alegre, Canoas, Novo Hamburgo, Taquara e também a Serra Gaúcha na bandeira vermelha. Ao todo, são 12 regiões, que compreendem 340 municípios, onde vivem 77% da população gaúcha. Metade destes municípios, entretanto, poderão adotar protocolos de bandeira laranja, conforme flexibilização anunciada na última semana pelo governador Eduardo Leite.

Entre as alterações de bandeiras, Capão da Canoa passou à bandeira laranja, enquanto Bagé está classificada agora com a bandeira vermelha.

O Governo do Estado anunciou também algumas mudanças na metodologia de cálculo dos indicadores. A contagem de leitos de UTI na macrorregião levará em conta a origem do paciente, que possivelmente se contaminou no município onde vive.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2020 0 Comentários 512 Visualizações
Variedades

Covid-19 segue impactando negativamente indicadores econômico-fiscais do RS

Por Gabrielle Pacheco 17/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os principais indicadores de comportamento econômico-fiscal do Rio Grande do Sul continuam apresentando queda frente a períodos equivalentes de 2019 em virtude dos impacto da pandemia de coronavírus. A retração na última semana de análise, entretanto, embora alta, não foi tão expressiva quanto a observada nos períodos anteriores. As informações constam na terceira edição do Boletim Semanal da Receita Estadual sobre os efeitos da Covid-19 nas movimentações econômicas dos contribuintes de ICMS do Estado, disponível no site da Secretaria da Fazenda e no Receita Dados (portal de transparência da Receita Estadual).

“Os dados extraídos dos documentos fiscais eletrônicos revelam que, em geral, houve uma tendência de redução do tamanho das quedas. Ou seja, a última semana de análise, entre os dias 4 e 10 de abril, proporcionou diminuições menos bruscas do que as semanas anteriores”, explica Ricardo Neves Pereira, subsecretário da Receita Estadual, ao destacar que as análises consideram o período entre 16 de março, quando foram adotadas as primeiras medidas de quarentena pelo governo, e a última sexta-feira, 10.

A emissão de notas eletrônicas, por exemplo, atingiu seu pico de queda, até o momento, na semana entre 28 de março e 3 de abril, quando havia caído 31,5%, passando para 25,2% de retração na semana passada. No acumulado desde 16 de março, a redução média é de 17,1%, impactado pelo desempenho positivo da primeira semana, que refletiu a preocupação da sociedade em estocar determinados produtos essenciais. Isso significa que entre 16 de março e 10 de abril o valor médio diário emitido caiu de R$ 2,09 bilhões no período equivalente em 2019 para R$ 1,74 bilhão em 2020, ou seja, cerca de R$ 350 milhões deixaram de ser movimentados, em operações registradas nas notas eletrônicas, a cada dia.

Conforme o Boletim, o mesmo movimento foi apurado em relação aos níveis de atividade da indústria, do atacado e do varejo, que reduziram suas quedas de 41,1% para 32,1%, de 17,6% para 12,4% e de 38,2% para 24,4%, respectivamente, da penúltima para a última semana (4 a 10 de abril). No acumulado do período, desde o início da quarentena, o setor mais afetado segue sendo o varejo, com retração média de 28%, seguido pela indústria (-23,2%) e pelo atacado (-10,1%), que passou a acumular resultado negativo apenas agora.

Conforme Ricardo Neves, os efeitos da pandemia têm afetado de maneira distinta os setores industriais e do varejo. “Enquanto as vendas a consumidor final de produtos de higiene, alimentos, medicamentos e materiais hospitalares aumentaram cerca de 9% no acumulado, o desempenho dos demais produtos, como eletrônicos, móveis, calçados e vestuário, contabiliza quedas expressivas, na ordem de 50%. Essa diferença também é percebida na visão por setores industriais”, avalia.

Setores industriais

O comparativo semanal identificou que para a maior parte dos setores da área de alimentação houve expansão relativa das vendas, como os segmentos de aves e ovos, suínos, bovinos e leite. No mesmo sentido, os setores da área de alimentação e produtos de limpeza ainda apresentam incrementos relativos de venda ao considerar-se todo o período da crise (a partir de 16 de março). As perdas continuam afetando significativamente setores como o coureiro-calçadista, de móveis, têxtil, metalúrgico e de veículos.

Maiores variações no varejo

No top 10 das mercadorias com maiores variações positivas do valor das vendas a consumidor final, ganham destaque produtos do setor de alimentos (carnes, leite, cacau, hortícolas, peixes, cereais e frutas) e do setor farmacêutico. O top 10 das mercadorias com maiores variações negativas do valor das vendas, por sua vez, é composto por veículos, vestuário, máquinas e aparelhos elétricos, móveis, calçados, instrumentos e aparelhos de óptica e fotografia, entre outros.

Combustíveis

No acumulado do período (16 de março a 10 de abril), o combustível com maior queda no volume de vendas é o etanol (-59,7%), seguido pela gasolina comum (-30,3%) e pelo óleo diesel S-500 (-24,1%). O óleo diesel S-10, por sua vez, apresenta incremento acumulado de 2,1%.

Em relação ao preço médio, os quatro combustíveis analisados têm apresentado movimento de queda no período recente, reflexo da atual conjuntura internacional acerca do petróleo. A gasolina comum, por exemplo, chegou a atingir R$ 4,79 no final de janeiro, estava em R$ 4,62 no dia 16 de março e passou a R$ 4,19 no último dia 10, data de análise do Boletim.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2020 0 Comentários 560 Visualizações
BusinessVariedades

Retomada do crescimento traz alento para a economia gaúcha

Por Gabrielle Pacheco 28/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia no dia 23 de janeiro foram avaliados como satisfatórios pelo presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, especialmente no que diz respeito ao indicador de empregabilidade do varejo.

“O fato do Rio Grande do Sul encerrar 2018 com um saldo positivo de 20.249 vagas, após três anos de resultados ruins, serve de alento para projetarmos um 2019 melhor no que diz respeito a retomada do emprego no estado. Nesse aspecto, a reação do comércio, que teve um aumento de 1.639 empregos na comparação com 2017, é um fator importante, uma vez que diversos aspectos dificultaram a atividade varejista ao longo do último ano, como a paralisação dos caminhoneiros e a incerteza do cenário político até o final de outubro. Então, voltar a gerar postos de trabalho é uma boa notícia”, destaca Vitor Augusto Koch.

O dirigente ressalta que até mesmo em dezembro, mês em que o Rio Grande do Sul registrou um saldo negativo, o comércio teve aumento de 914 postos de trabalho, muito em função da contratação de temporários para atender a demanda das lojas no final de ano. A partir desses dados, e da retomada da confiança dos lojistas no cenário econômico estadual e nacional, é possível esperar que 2019 traga um cenário mais alentador, tanto para vendas quanto para empregos no varejo gaúcho.

“Em 2018, houve para o varejo gaúcho um crescimento de 6,3% nas vendas, contabilizando o varejo ampliado, no qual estão incluídos material de construção e veículos. E a alta poderia ter sido maior, mas fatores como a greve dos caminhoneiros, em maio e junho, e as incertezas eleitorais, acabaram por minar uma maior confiança do consumidor. Então, caso não tenhamos nenhum fato negativo novo na trajetória de 2019, acreditamos no início de uma reação que encaminhe o consumo para atingir os padrões registrados em 2014, o melhor ano para os lojistas”, enfatiza Vitor Augusto Koch.

Segundo o presidente da FCDL-RS as expectativas positivas para 2019 serão concretizadas a partir da tomada de decisões importantes pelo governo, como o avanço das reformas da previdência e tributária e a erradicação da crise fiscal que o país vive há um bom tempo. Além disso, a sociedade brasileira precisa retomar a confiança, a partir da melhora de indicadores como o aumento da oferta de vagas de emprego e o avanço da renda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/01/2019 0 Comentários 657 Visualizações

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

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