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imóveis

Business

Diante de juros altos, mercado aposta em parcerias entre imobiliárias e incorporadoras

Por Marcel Vogt 03/07/2023
Por Marcel Vogt

O contínuo aumento dos insumos da construção civil e das altas taxas de juros gera sucessivos impactos negativos no segmento imobiliário. Conforme pesquisa realizada pelo Sinduscon-RS este ano, em virtude da política adotada pelo Banco Central, a maioria dos empresários participantes vislumbra estabilidade nas vendas de imóveis novos na capital gaúcha (51%). Em paralelo, 31% indicam redução e apenas 17% acreditam em um aumento na comercialização.

Diante deste desafio, uma das alternativas do setor foi apostar na união de forças entre imobiliárias e incorporadoras. É o caso da Colnaghi Imobiliária que, com mais de três décadas de atuação em Porto Alegre no segmento de alto padrão, realiza uma campanha conjunta, chamada “Mês das Construtoras Colnaghi”.

“Essa colaboração sinérgica entre construtoras e imobiliárias cria um ambiente favorável para impulsionar as vendas e revitalizar o mercado de forma sustentável”, defende o diretor da empresa, Paulo Colnaghi

O levantamento do Sinduscon-RS revela ainda que 49% dos empresários consultados sinalizam um crescimento no volume de lançamentos na Capital, setor com forte atuação da Colnaghi nesta campanha.

“Muitas construtoras estão permitindo que os compradores personalizem aspectos do imóvel, como acabamentos, revestimentos e layout interno. Isso proporciona maior liberdade ao cliente e atende às suas preferências individuais”, destaca o empresário.

Outra importante vantagem, segundo o dirigente, é a possibilidade de as incorporadoras aceitarem imóveis usados como parte do pagamento na compra de um novo: “Como resposta a esse cenário adverso, os construtores têm buscado alternativas para facilitar as negociações, adotando estratégias que visam atrair os compradores. Isso proporciona aos clientes uma opção adicional de negociação e facilita a transação”.

Para afinar ainda mais as estratégias, ele acredita também na adesão de instituições financeiras no processo, a fim de oferecer opções de financiamento mais acessíveis, com taxas de juros mais baixas. Isso torna mais viável a negociação do imóvel: “Facilitando o acesso ao crédito e incentivando a aquisição de imóveis, podemos melhor atender às demandas dos clientes, criando condições exclusivas e atrativas. Com o Mês das Construtoras, esperamos gerar mais de R$100 milhões em negócios”, aponta.

A campanha tem a parceria de 30 construtoras de alto padrão, abrangendo os bairros mais nobres da cidade. O evento, que se estende até 15 de julho, conta com 56 empreendimentos de diversas metragens, plantas e estilos arquitetônicos. 

A expectativa é alcançar nesta edição um crescimento de 65% em relação à campanha realizada em 2019. “Nosso objetivo é aproveitar essa campanha para impulsionar as vendas do ano, voltar a aquecer o nosso segmento e consolidar ainda mais a nossa posição no mercado imobiliário primário”, avalia o diretor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2023 0 Comentários 689 Visualizações
Cidades

Campo Bom conclui processo de regularização fundiária para 465 famílias

Por Amanda Krohn 25/08/2022
Por Amanda Krohn

O município de Campo Bom conclui, no próximo sábado (27), o processo de regularização fundiária dos imóveis dos loteamentos Bem Viver I e Bem Viver II, que suprem 465 famílias. A entrega dos certificados ocorrerá na Emef Borges de Medeiros, no bairro Celeste, a partir das 9h. O investimento, feito pela Administração Municipal, por meio da Secretaria de Assistência Social e Habitação (SMDSH), se aproxima dos R$ 40 mil, em recursos livres. De 2018 até o momento, o Executivo também regularizou os loteamentos Rio Branco, Morar Melhor, União, Recanto da Paz e Renascer.

“Esta medida constante é um passo largo na melhoria habitacional. Acreditamos no crescimento sustentável da nossa cidade e isso acontece com a participação do morador. Então, para nós é de um contentamento imenso poder proporcionar essa regularização, que se soma a outras cinco já feitas”, afirma o prefeito Luciano Orsi. “É mais uma vitória para a gestão e significa a mudança de perspectiva de vida dessas pessoas, que passam a ser realmente donas dos seus espaços. Junto dos certificados, entregamos dignidade”, completa.

Adquirido através de Ação Cível Pública e de decretos municipais de desapropriação, por processo judicial, depois da entrega oficial pelas autoridades, os trâmites são estes: o titular da residência deve comparecer na Divisão de Dívida Ativa, na prefeitura, para regularizar as dívidas com IPTU; e na Divisão de Habitação sobre as dívidas do lote. O morador que tem o lote quitado e IPTU em dia, pode dar andamento à escritura no tabelionato local transferindo o imóvel para seu nome pela matrícula individual no Registro de Imóveis.

“Ainda tem essa questão burocrática individual para formalizar, mas o sábado será um dia histórico nas vidas dessas famílias e nas nossas, que fizemos parte da concepção do projeto. Um dia para se ter certeza de que seus direitos estão seguros pelo Poder Público”, pontua o secretário de Assistência Social e Habitação Gabriel Colissi. Quem ficar em dúvida durante o andamento da regularização, pode entrar em contato pelo telefone prefixo 3598, com os ramais a seguir. Sobre habitação: 8730, 8772 ou 8757; sobre Dívida Ativa (IPTU): 8665, 8667 ou 8673.

Foto: Jordana Fioravanti/PMCB/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2022 0 Comentários 605 Visualizações
Business

Programa Casa Verde e Amarela financiou mais de 81 mil imóveis no Rio Grande do Sul

Por Amanda Krohn 01/08/2022
Por Amanda Krohn

O Rio Grande do Sul possui mais de 81 mil imóveis financiados pelo Programa Casa Verde e Amarela. Ao todo, o estado acumulou 81.841 créditos imobiliários concedidos pelo programa no período de 2019 ao final de junho de 2022. Este efetivo faz do estado gaúcho a quarta Unidade da Federação a abrigar a maior quantidade de financiamentos no país. O Rio Grande do Sul fica atrás do Paraná, que possui 108.924; de Minas Gerais, com 154.044 contratos; e São Paulo, com 418.348 concessões de crédito. Os números são do Ministério do Desenvolvimento Regional, responsável pela gestão do programa.

No Brasil, o Casa Verde e Amarela financiou mais de um milhão de imóveis nos últimos três anos. Ao todo, foram 1.411.768 financiamentos realizados. A Região Sul é responsável por 239.600 destes contratos. A regularização fundiária também é um foco do Casa Verde e Amarela, que atende a dois públicos: urbano e rural. Eles são estratificados de acordo com a faixa salarial, partindo de uma renda de R$ 2.400 por mês a R$ 8 mil no caso de financiamentos urbanos; e R$ 29 mil anuais a R$ 96 mil anuais para o financiamento rural.

Público-alvo

O financiamento imobiliário para regiões urbanas atende a três perfis financeiros: Urbano 1 – renda mensal até R$ 2.400 mil; Urbano 2 – renda de R$ 2.400,01 a R$ 4.400 mil; e Urbano 3 — renda entre R$ 4.400,01 e R$ 8 mil. O público que tem interesse em adquirir um imóvel rural também está inserido em três grupos: Rural 1 – renda bruta familiar anual até R$ 29 mil; Rural 2 – renda anual entre R$ 29.000,01 e R$ 52.800,00 mil; e Rural 3 – renda familiar anual entre R$ 52.800,01 até R$ 96 mil.  As famílias em situação de risco e vulnerabilidade, aquelas comandadas por mulheres e as integradas por pessoas com deficiência, idosos, crianças e adolescentes terão prioridade sobre as demais categorias para acessar o programa.

Financiamento

As famílias interessadas devem procurar diretamente as construtoras credenciadas e os bancos operadores para solicitar o financiamento imobiliário por meio do Programa Casa Verde e Amarela. O cálculo dos juros leva em consideração a faixa de renda do beneficiário e a localização do imóvel, variando entre estes dois fatores. Por exemplo, pessoas das regiões Norte e Nordeste que sejam cotistas do FGTS contam com taxa de juros de 4,25%. Para as demais regiões, aplica-se a este mesmo público-alvo juros de 4,5%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2022 0 Comentários 942 Visualizações
Cidades

Confira quais os imóveis colocados à venda pela prefeitura de Santa Cruz

Por Stephany Foscarini 18/01/2022
Por Stephany Foscarini

Interessados em participar da concorrência para aquisição de imóveis que o município de Santa Cruz do Sul colocou à venda, já podem entregar a documentação e as propostas. Conforme edital já publicado pela prefeitura, os envelopes devem ser entregues até as 8h30 do dia 11 de fevereiro.

Cinco imóveis estão disponíveis. O de valor maior está situado na Rua Borges de Medeiros, 650, esquina com a Tenente Coronel Brito, prédio em que funcionava as secretarias de Fazenda e Administração, com mais de 1,4 mil metros quadrados, avaliado em cerca de R$ 3 milhões.

Outro imóvel colocado à venda localiza-se na Rua 7 de Setembro, Centro. Trata-se de um terreno sem benfeitorias, com mais de 1,4 mil metros quadrados, avaliado em R$ 2,8 milhões.

Outra área, localizada na Avenida Barão do Arroio Grande, a cinquenta metros da via, de cerca de 5 mil metros quadrados, também foi disponibilizada por pouco mais de R$ 426 mil.

Outras duas áreas urbanas sem benfeitorias encontram-se na Avenida Léo Kraether, e na Rua Guatambu, no Bairro Monte Verde. A primeira, com pouco mais de 560 metros quadrados, está avaliada em R$ 163 mil, e a segunda, com pouco mais de 597 metros quadrados, por R$ 116 mil.

O prefeito em exercício, Elstor Desbessell, ressalta que o valor obtido será direcionado em investimentos para o próprio município. “A gestão municipal, preocupada em resolver de uma vez a questão da obra do Centro Administrativo 2, que vai tornar mais eficiente e mais prático ao nosso contribuinte, soluciona mais uma demanda de década”, finalizou.

Mais informações podem ser obtidas no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2022 0 Comentários 907 Visualizações
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