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Hospital Moinhos de Vento

Saúde

Moinhos de Vento é o terceiro melhor hospital do Brasil no ranking IntelLat

Por Jonathan da Silva 24/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento foi classificado como o terceiro melhor hospital do Brasil e o sexto da América Latina no ranking da IntelLat, divulgado nesta terça-feira (23) em evento online. A pesquisa, que avalia desempenho clínico, qualidade assistencial, experiência do paciente e inovação em gestão da saúde, também destacou a instituição de Porto Alegre entre os melhores do continente em quatro especialidades médicas.

Na primeira edição do ranking que analisa setores específicos, o Moinhos de Vento obteve posições de destaque em áreas estratégicas: terceiro do Brasil e oitavo da América Latina em pediatria; terceiro do Brasil e quinto da América Latina em oncologia; segundo do Brasil e sexto da América Latina em ginecologia e obstetrícia; e terceiro do Brasil e sétimo da América Latina em cardiologia.

Segundo a IntelLat, o objetivo do levantamento é mapear e valorizar a excelência hospitalar em diversos países do continente, oferecendo uma das mais abrangentes avaliações independentes da região.

Compromisso com qualidade e inovação

Para o CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parini, a presença no ranking consolida o trabalho contínuo da instituição. “Estar entre os melhores hospitais da América Latina, no ranking geral e em especialidades médicas estratégicas, reafirma o compromisso com a qualidade médico-assistencial e com a inovação em saúde. É um reconhecimento que reflete o trabalho diário de nossas equipes e a nossa busca permanente pela excelência”, afirmou Parini.

História do Hospital Moinhos

Fundado em 1927, o Hospital Moinhos de Vento foi o segundo do país a obter acreditação da Joint Commission International (JCI), sendo reacreditado pela oitava vez consecutiva em 2023. Atualmente, possui um dos parques robóticos multiplataforma mais diversificados da América Latina e é referência em práticas sustentáveis, sendo a primeira instituição do Brasil a implantar uma Central de Transformação de Resíduos em seu complexo.

O hospital é um dos seis de referência nacional segundo o Ministério da Saúde e o único fora do eixo São Paulo a integrar o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Também já foi apontado como o melhor hospital da Região Sul e o quarto melhor do Brasil pela revista Newsweek, além de ser eleito a melhor empresa do país no segmento Saúde no Anuário Época Negócios.

Recentemente, conquistou outros reconhecimentos internacionais, como o terceiro lugar entre os melhores hospitais da América Latina e o segundo do Brasil pela Latam Business Conference, além de ter se destacado no ranking IntelLat em telemedicina e experiência do paciente.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 247 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento recebe prêmio nacional de saúde

Por Jonathan da Silva 22/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, foi reconhecido no Prêmio Excelência da Saúde 2025, na categoria Arquitetura e Engenharia, durante cerimônia realizada neste sábado (20) no Royal Tulip JP Ribeirão Preto, em São Paulo. A distinção é concedida pelo Grupo Mídia, dentro do Healthcare Conference, considerado o maior encontro de Gestão em Saúde do Brasil, e tem como objetivo destacar instituições que se sobressaem pela inovação e impacto social em suas práticas.

Os vencedores foram definidos pelo Conselho Editorial e pelo setor de inteligência de mercado do Grupo Mídia, a partir de critérios como relevância, inovação e resultados dos projetos inscritos. A premiação existe desde 2013 e reconhece instituições de saúde em diferentes categorias.

Aliança entre infraestrutura e experiência

De acordo com o CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, o reconhecimento está ligado ao esforço da instituição em aliar infraestrutura moderna à experiência do paciente. “Este prêmio reforça nossa missão de oferecer à sociedade um ambiente de saúde que alia qualidade, tecnologia e humanização. A arquitetura e a engenharia estão diretamente conectadas à experiência do paciente e ao bem-estar de quem trabalha conosco. Receber esse reconhecimento nacional nos motiva a seguir inovando para transformar a saúde no Brasil”, afirmou Parrini.

Estrutura e investimentos

Entre os projetos recentes da instituição está o Hospital do Coração, inaugurado neste ano com investimento de R$ 210 milhões. A unidade conta com mais de 6.500 m² de área construída, 33 leitos de UTI especializados, 20 leitos de internação e quatro salas de hemodinâmica de última geração. O espaço foi planejado dentro de padrões internacionais de tecnologia, sustentabilidade e humanização, reunindo equipe médica voltada ao atendimento de emergências e casos complexos.

O que é o Hospital Moinhos de Vento

Fundado em 1927, o Hospital Moinhos de Vento foi o segundo do país a receber a acreditação da Joint Commission International (JCI), já renovada oito vezes. A instituição integra o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) como o único hospital fora do eixo São Paulo a participar. Também é referência em sustentabilidade, tendo sido a primeira do Brasil a construir uma Central de Transformação de Resíduos em seu complexo hospitalar.

Foto: Evandro Moraes/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/09/2025 0 Comentários 321 Visualizações
Variedades

Encontro em Porto Alegre debate fortalecimento da pesquisa clínica no Brasil

Por Jonathan da Silva 15/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento promoveu, na sexta-feira passada (8), em Porto Alegre, o evento “Clinical Research Summit”, reunindo representantes do governo, pesquisadores, indústria farmacêutica, instituições de saúde e órgãos reguladores para discutir estratégias de fortalecimento da pesquisa clínica no país. O objetivo da iniciativa foi ampliar o acesso de pacientes a novos tratamentos, acelerar descobertas e integrar a ciência brasileira às demandas da população, por meio de mais investimentos, parcerias público-privadas e colaboração entre instituições.

Segundo o CEO do hospital, Mohamed Parrini, a ciência nasce da colaboração entre pessoas. “Ao integrar assistência, medicina e pesquisa, temos a oportunidade de gerar inovação e desenvolvimento para o país”, destacou Parrini.

O evento teve como destaque a palestra do cardiologista e professor da Harvard Medical School, Peter Libby, sobre a inflamação como mecanismo comum a diversas doenças. Libby ressaltou a importância da persistência em projetos ousados e avaliou que a Inteligência Artificial pode liberar o médico para se dedicar mais ao paciente. “Não ficaremos presos a um computador durante a consulta, mas sim livres para olhar e interagir com o paciente”, afirmou o palestrante.

Pesquisa como soberania nacional

A diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Meiruze Freitas, defendeu a criação de um Programa Nacional de Pesquisa Clínica com financiamento sustentável e integração entre etapas pré-clínicas e clínicas. O diretor do Instituto Butantan, Esper Kallas, citou a experiência durante a pandemia como modelo de articulação a ser mantido. Já o professor emérito da Universidade Federal de Pelotas, César Victora, destacou que o propósito maior da ciência é aliviar o sofrimento humano.

Parcerias e inclusão

Na mesa-redonda “Construindo pontes: o poder da colaboração público-privada na pesquisa clínica”, representantes da Fiocruz, da Sanofi no Brasil e de hospitais defenderam a criação de um programa nacional com metas claras, orçamento estável e gestão integrada. As propostas incluem aumentar a inclusão e diversidade nos estudos, garantir representatividade regional, de gênero e raça, e alinhar projetos às necessidades do SUS.

Próximos passos

O encontro será seguido pela elaboração de um artigo científico sobre o panorama da pesquisa clínica no Brasil, com participação dos palestrantes e coordenação do Hospital Moinhos de Vento. A segunda edição do Clinical Research Summit está marcada para junho de 2026. Criado em 2014, o Instituto de Pesquisa Moinhos mantém mais de 200 estudos clínicos em andamento, em mais de 40 especialidades, e lidera a única unidade de ensaios clínicos da região Sul dedicada à coordenação de pesquisas.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2025 0 Comentários 265 Visualizações
Saúde

Estudo avalia distúrbios do sono e propõe protocolo para pacientes de UTI

Por Jonathan da Silva 05/08/2025
Por Jonathan da Silva

Um estudo conduzido pela médica intensivista do Hospital Moinhos de Vento, Laura Drehmer Jesinski, propôs um protocolo para melhorar a qualidade do sono de pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). A pesquisa aponta que a privação do sono pode agravar condições de saúde, aumentar a incidência de outras doenças, prolongar o tempo de internação e elevar os custos hospitalares.

O estudo integra o Programa de Pós-graduação em Ciências Pneumológicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com orientação dos médicos Cassiano Teixeira e Felippe Leopoldo Dexheimer Neto. A avaliação estatística foi realizada por especialistas do Hospital Moinhos de Vento e do Laboratório de Estatística Aplicada da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

O interesse da médica pelo tema surgiu durante sua residência em Terapia Intensiva, em 2019, quando observou que muitos pacientes tinham dificuldades para dormir. “Essa privação do sono é causada não apenas pelas doenças em tratamento, mas também pelo ambiente hospitalar, repleto de sons, luzes e a administração de medicamentos durante a noite”, afirmou Laura.

Impactos da falta de sono

Segundo a pesquisadora, a má qualidade do sono pode levar a complicações como delirium, especialmente em pacientes idosos, se manifestando por desorientação e confusão. Além disso, a privação do sono pode comprometer o sistema imunológico e a saúde mental, com efeitos que podem se prolongar por meses após a alta hospitalar. “A permanência prolongada na UTI aumenta a vulnerabilidade a infecções multirresistentes e outras complicações”, alertou Laura.

Apesar disso, a médica destacou que a importância do sono é frequentemente negligenciada em ambientes de UTI. “As equipes precisam equilibrar o cuidado de múltiplos pacientes em estado grave, o que torna o desafio de garantir um sono reparador ainda maior. Por isso, é vital educar os profissionais sobre a importância do sono”, destacou a pesquisadora.

Medidas implementadas

O protocolo foi desenvolvido em parceria com uma equipe de psicologia e coordenado pela enfermeira Anielle Ferrazza, com contribuições de diversos profissionais da UTI. Entre as medidas implementadas estão a definição de horários para apagar as luzes principais, ajustes nos alarmes sonoros, programação de banhos e alimentação em horários alternativos, aquisição de máscaras para os olhos, tampões para os ouvidos e instalação do equipamento “Sensonore” para reduzir ruídos no ambiente. Também foram revistos os horários de administração de medicamentos, coletas de sangue e exames de imagem.

A supervisora de enfermagem Andressa Gomes coordenou as coletas de dados durante seis meses, incluindo finais de semana, com a aplicação de questionários de avaliação do sono validados na literatura científica.

Protocolo em aplicação

As medidas já foram aplicadas em uma UTI do Hospital Moinhos de Vento e na UTI do Hospital da Unimed Vale do Sinos, em Novo Hamburgo, com capacitação de mais de 100 profissionais. Os pacientes foram entrevistados antes e após a implementação das ações para avaliar os resultados.

O protocolo foi apresentado em um congresso europeu e será discutido novamente neste ano. Caso os resultados se confirmem, a proposta poderá ser expandida para outras unidades hospitalares, visando melhorar a recuperação de pacientes em estado crítico.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/08/2025 0 Comentários 290 Visualizações
Saúde

Especialista alerta para os riscos da Síndrome Nefrótica, que pode levar à insuficiência renal

Por Jonathan da Silva 01/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Síndrome Nefrótica, condição caracterizada pela perda excessiva de proteínas na urina, pode evoluir para insuficiência renal irreversível quando não tratada precocemente, de acordo com o chefe do Serviço de Nefrologia do Hospital Moinhos de Vento, David Saitovitch. O alerta foi reforçado após o cantor Junior Lima relatar, nas redes sociais, o diagnóstico da filha de três anos com a doença, o que reacendeu o debate sobre os sintomas silenciosos e a necessidade de atenção médica.

A síndrome afeta os rins, responsáveis por filtrar o sangue, e pode causar inchaço generalizado — especialmente ao redor dos olhos, tornozelos e pés — além de urina espumosa, aumento do colesterol, ganho de peso súbito e cansaço persistente. Segundo Saitovitch, “o que torna esta síndrome particularmente preocupante é sua capacidade de progredir insidiosamente. Muitos pacientes procuram ajuda médica apenas quando os sintomas já estão avançados”.

Em crianças, a forma mais comum da doença é a chamada “doença de lesões mínimas”, que costuma responder bem ao tratamento. Em adultos, pode surgir associada a outras enfermidades, como diabetes, lúpus ou outras doenças autoimunes. Embora mais frequente em crianças de 2 a 6 anos, a Síndrome Nefrótica pode atingir pessoas de qualquer idade.

Diagnóstico e tratamento

Para a confirmação do diagnóstico, são necessários exames laboratoriais de urina e sangue, biópsia renal, ultrassonografia dos rins e testes genéticos em casos suspeitos de origem hereditária, especialmente em recém-nascidos. O Hospital Moinhos de Vento adota um protocolo multidisciplinar para diagnóstico e tratamento. “No Moinhos de Vento, o nosso protocolo integrado permite não só um diagnóstico mais assertivo, mas também a identificação da causa subjacente, o que é fundamental para o tratamento direcionado”, explicou o nefrologista.

O tratamento envolve medicamentos imunossupressores, corticosteroides, controle da pressão arterial e mudanças na alimentação. “Cada paciente recebe um plano terapêutico personalizado, considerando a idade, causa da síndrome e resposta individual ao tratamento”, complementou Saitovitch.

Importância do diagnóstico precoce

Saitovitch afirma que a maioria dos casos pode ser controlada com tratamento adequado. “Importante ressaltar que, com o tratamento correto, a maioria dos casos pode ser controlada efetivamente, preservando a função renal e permitindo que os pacientes tenham uma vida normal. No entanto, quando o diagnóstico é tardio, podemos estar diante de danos renais irreversíveis”, destacou o especialista.

Sinais de alerta

De acordo com o médico, os principais sinais que devem motivar a busca por avaliação são:

  • Inchaço persistente no rosto, especialmente ao redor dos olhos, principalmente pela manhã;
  • Inchaço nas pernas, tornozelos e pés que não melhora com repouso;
  • Urina espumosa ou com aparência leitosa;
  • Ganho de peso súbito e inexplicável;
  • Fadiga e fraqueza constantes;
  • Perda de apetite.

O Hospital Moinhos de Vento reforça que o diagnóstico precoce é decisivo para evitar a progressão da doença. “Cada dia pode fazer a diferença entre a preservação ou a perda progressiva da função renal”, afirmou Saitovitch.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
01/08/2025 0 Comentários 255 Visualizações
Saúde

Estudo indica que teste Elisa é mais eficaz para diagnóstico da sífilis

Por Jonathan da Silva 30/07/2025
Por Jonathan da Silva

Um estudo conduzido entre março de 2020 e maio de 2023 pelo Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre apontou que o teste sorológico Elisa é mais eficaz que o TPHA, atual padrão-ouro, no diagnóstico da sífilis. A pesquisa avaliou cinco tipos de exames sorológicos em 250 participantes e sugeriu a revisão dos protocolos de testagem adotados no Brasil.

O levantamento analisou os testes imunocromatográfico de fluxo lateral no ponto de cuidado (POC), VDRL, RPR, Elisa e TPHA, além de comparar dois fluxogramas diagnósticos: o modelo tradicional e o algoritmo reverso. Entre os resultados, o Elisa apresentou a maior taxa de detecção, com sensibilidade entre 97% e 98% e especificidade entre 93% e 95%. Dos indivíduos positivos no teste POC, 97,6% também testaram positivo com Elisa, contra 85,6% confirmados pelo TPHA.

Revisão nos protocolos

De acordo com a médica epidemiologista e uma das responsáveis pelo estudo no Hospital Moinhos de Vento, Eliana Wendland, o desempenho do Elisa reforça a necessidade de revisão nos protocolos de testagem. “O teste sorológico é a principal ferramenta para diagnosticar a sífilis. Nosso estudo mostra que o Elisa não só é mais sensível como também mais consistente, o que pode aumentar o número de diagnósticos corretos e agilizar o início do tratamento”, afirmou Eliana.

Outro destaque do estudo foi o VDRL, que obteve melhor desempenho entre os testes não treponêmicos, com sensibilidade de 98% e especificidade de 95%, superando o RPR.

Algoritmo reverso de testagem

A pesquisa também reforça os benefícios do algoritmo reverso de testagem, no qual o primeiro teste é treponêmico (como o Elisa), seguido de um exame não treponêmico em caso de resultado positivo. O modelo aumenta a sensibilidade na fase inicial da infecção, quando testes como o VDRL podem ainda não detectar a doença.

Segundo Eliana Wendland, a adoção do algoritmo reverso pode ser especialmente eficaz na identificação precoce da sífilis primária e em gestantes. “São infecções que podem passar despercebidas por anos, com impacto em populações vulneráveis e na transmissão da doença de uma mãe para um bebê. Por isso, é importante que continuemos avançando em protocolos mais sensíveis e efetivos”, completou a especialista.

Detalhes da pesquisa

A pesquisa foi realizada no âmbito do estudo SIM (Monitoramento de Saúde, Informação e Infecções Sexualmente Transmissíveis), por meio de uma unidade móvel de testagem instalada em Porto Alegre.

Dados do Boletim Epidemiológico de Sífilis indicam que, entre 2010 e junho de 2024, o Brasil registrou 1.538.525 casos de sífilis adquirida. O aprimoramento dos métodos de diagnóstico é apontado como uma das estratégias para enfrentamento da doença.

Hospital Moinhos de Vento

O Hospital Moinhos de Vento é um dos seis hospitais de referência no Brasil segundo o Ministério da Saúde e integra o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Fundado em 1927, é também reconhecido por sua atuação em pesquisa, educação e práticas sustentáveis no setor hospitalar.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
30/07/2025 0 Comentários 276 Visualizações
Projetos especiais

Instituto Moinhos Social já distribuiu mais de 9 mil itens na Campanha de Inverno 2025

Por Jonathan da Silva 23/07/2025
Por Jonathan da Silva

A Campanha de Inverno 2025 do Instituto Moinhos Social já distribuiu mais de 9 mil itens — entre cestas básicas, agasalhos, calçados, meias e cobertores — para famílias em situação de vulnerabilidade no Rio Grande do Sul, com foco nas regiões afetadas pelas enchentes deste ano, como as Ilhas de Porto Alegre e o Vale do Taquari. O número é três vezes maior do que o registrado na edição anterior da ação, que segue ativa.

Com o lema “Quando a solidariedade se espalha, o frio perde a força”, a campanha mobiliza colaboradores, pacientes, voluntários, parceiros e a comunidade. Segundo a superintendente de Estratégia e Mercado do Hospital Moinhos de Vento, Melina Moraes Schuch, o aumento nas doações reforça o compromisso do Instituto com a população atingida. “Nesta edição, o crescimento expressivo nas doações e o alcance em regiões tão impactadas pelas enchentes reforçam o nosso compromisso com quem mais precisa”, afirma Melina.

Doações seguem sendo recebidas

A supervisora do Instituto Moinhos Social, Monique Pimentel, destaca a importância da continuidade do engajamento comunitário. “Cada peça entregue representa cuidado, escuta e acolhimento. A resposta tem sido emocionante, especialmente quando conseguimos chegar a quem mais precisa, em meio a tantas adversidades”, enfatiza Monique.

As doações podem ser entregues em todas as recepções do Hospital Moinhos de Vento e no próprio Instituto, localizado no Bloco B – Térreo, ao lado da Panvel, na sede do hospital (Rua Tiradentes, 333 – Porto Alegre). Os itens devem estar limpos e em bom estado, prontos para uso imediato.

O que é o Instituto Moinhos Social

Criado em dezembro de 2021, o Instituto Moinhos Social reúne as ações de impacto social e econômico do Hospital Moinhos de Vento em comunidades vulneráveis. Sua atuação se organiza em cinco áreas: educação, saúde, cultura e esporte, assistência e meio ambiente, com foco na qualidade de vida e no atendimento em todas as fases da vida.

Foto: Hospital Moinhos de Vento/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2025 0 Comentários 250 Visualizações
Projetos especiais

Grêmio implementa telemedicina do Hospital Moinhos para atletas

Por Jonathan da Silva 18/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Grêmio firmou uma parceria com o Hospital Moinhos de Vento para oferecer atendimentos médicos por telemedicina a todos os atletas do clube, incluindo os times masculino, feminino e das categorias de base. O serviço estará disponível nos Centros de Treinamento Hélio Dourado e da Ulbra, com a instalação de cabines exclusivas equipadas com tecnologia específica para consultas remotas realizadas por profissionais do hospital.

O projeto prevê que os espaços garantam privacidade e conforto durante os atendimentos. As consultas poderão ser feitas a qualquer momento, facilitando o acompanhamento médico mesmo quando as equipes estiverem em deslocamento para jogos e competições.

Importância da iniciativa

O presidente do Grêmio, Alberto Guerra, destacou a abrangência da ação. “O Hospital Moinhos de Vento é sinônimo de excelência em saúde, e tê-los ao nosso lado é motivo de grande orgulho. Essa parceria representa um avanço na forma como cuidamos dos nossos atletas, especialmente na base, que é o futuro do clube. Além disso, é um passo fundamental na valorização e no suporte estrutural ao nosso futebol feminino e masculino”, destacou o mandatário do tricolor gaúcho.

O superintendente executivo do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, também comentou a implementação do serviço. “Reforçamos o nosso compromisso em oferecer o melhor cuidado. A telemedicina representa um verdadeiro upgrade na assistência, permitindo que os atletas sejam atendidos por especialistas do Moinhos de Vento a qualquer momento e em qualquer lugar — o que é fundamental, especialmente considerando que as equipes estão em constante deslocamento”, pontuou Parrini.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/07/2025 0 Comentários 248 Visualizações
Saúde

Especialista alerta que 80% das mortes cardíacas poderiam ser evitadas

Por Jonathan da Silva 16/07/2025
Por Jonathan da Silva

A adoção de hábitos saudáveis pode prevenir até 80% das mortes causadas por doenças do coração de acordo com a chefe do Serviço de Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular do Hospital Moinhos de Vento, Carisi Anne Polanczyk. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que essas enfermidades são a principal causa de óbitos no mundo, com cerca de 17,9 milhões de mortes anuais, incluindo um terço de pessoas com menos de 70 anos.

De acordo com a cardiologista, fatores como sedentarismo, obesidade, hipertensão e diabetes são os principais responsáveis pelo desenvolvimento de doenças cardíacas graves, como arritmias e insuficiência cardíaca. “Muitas vezes, as pessoas só dão atenção à saúde depois de um susto, como um infarto ou AVC”, afirma Carisi. “Mas hoje, já está mais do que provado que escolhas saudáveis impactam diretamente na nossa saúde e qualidade de vida”, complementa a médica.

A especialista defende a prevenção primordial, que consiste em agir antes mesmo do surgimento dos fatores de risco. Carisi explica que os hábitos alimentares são formados entre os 6 e 7 anos e que, após essa fase, as mudanças se tornam mais difíceis. “A obesidade abdominal é um sinal de alerta para o desenvolvimento do diabetes tipo 2 e representa um risco maior para problemas cardiovasculares”, enfatiza a cardiologista.

Três pilares de cuidado com o coração

A especialista orienta que a saúde cardiovascular seja baseada em três pilares:

  1. Autoconhecimento: observar sinais do corpo e identificar fatores prejudiciais, como estresse, poluição e falta de sono.
  2. Escolhas saudáveis: manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos, garantir qualidade do sono e cultivar vínculos sociais.
  3. Acompanhamento médico: realizar exames periódicos para monitorar colesterol, pressão arterial e glicemia, além de avaliar riscos genéticos.

Entre as recomendações estão manter o peso adequado, evitar alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas, praticar pelo menos 150 minutos semanais de atividade aeróbica e incluir exercícios de resistência muscular a partir dos 40 anos.

Resultados de programas de prevenção

O Hospital Moinhos de Vento também vem implantando a metodologia ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement) no atendimento de pacientes com insuficiência cardíaca. Com isso, a taxa de readmissão hospitalar em 30 dias caiu de 13-15% para 7,5% em 2024, uma redução de 30%. Pacientes relataram melhora na qualidade de vida, com aumento médio de 10 pontos no questionário Kansas City Cardiomyopathy Questionnaire (KCCQ), que avalia sintomas e bem-estar geral.

Foto: Drazen Zigic/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/07/2025 0 Comentários 273 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento implanta sistema de econavegação inédito no RS

Por Jonathan da Silva 07/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento anunciou na semana passada a instalação do sistema Azurion 7 C20, equipamento de hemodinâmica considerado topo de linha da fabricante Philips e utilizado pela primeira vez no Rio Grande do Sul com interface direta entre ecocardiograma transesofágico e angiografia. O investimento na nova estrutura tecnológica foi de R$ 22 milhões, e o equipamento entrou em operação durante procedimento transmitido ao vivo no Simpósio da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) 2025, em Porto Alegre.

De acordo com o Hospital Moinhos de Vento, o Azurion 7 C20 oferece melhorias de qualidade de imagem, assepsia de sala e flexibilidade clínica. Entre as funcionalidades exclusivas estão o Dynamic Coronary Roadmap, que sobrepõe imagens anteriores e em tempo real, permitindo reduzir em mais de 29% o uso de contraste em pacientes renais crônicos, e o Clarity, que pode diminuir a dose de raio-x emitida em até 83%.

O cardiologista e coordenador médico da Unidade de Hemodinâmica, Marco Wainstein, destacou que o EchoNavigator, sistema de econavegação que funde imagens do ultrassom transesofágico bidimensional ou tridimensional com o raio-x em tempo real, oferece maior precisão nos procedimentos cardíacos estruturais. “O Azurion 7 C20 é uma versão mais moderna do Azurion 7, que já era um angiógrafo de última geração, e esse vem dotado com os softwares mais modernos do Brasil, que permitem uma integração em tempo real da imagem em termos de contorno, precisão e, principalmente, o uso de equipamentos simultâneos. O que utilizamos no Hospital Moinhos de Vento é o que existe de mais moderno para que o paciente tenha o seu procedimento coronário ou de estrutural de alta complexidade realizado com sucesso e com maior taxa de acerto e de precisão”, explicou o médico.

Procedimento complexo transmitido ao vivo

Durante o simpósio, o hospital realizou uma angioplastia coronária em um paciente do sexo masculino com histórico de diabetes, grave comprometimento cardíaco e calcificação do tronco da coronária esquerda. A cirurgia aplicou técnicas de litotripsia intravascular guiada por imagem intracoronária e contou com a atuação dos cardiologistas Marco Wainstein, Rodrigo Wainstein, Luiz Carlos Bergoli e do presidente da SBHCI, Rogério Sarmento Leite.

Novas tecnologias para neurointervenção

Além dos recursos atuais, o hospital informou que será um dos primeiros do Brasil a receber uma nova ferramenta de aquisição helicoidal para neurointervenção, que permitirá realizar aquisições tomográficas dentro da sala de angiografia e hemodinâmica com qualidade equivalente a equipamentos de tomografia convencional.

Investimento em inovação

A chefe do Serviço de Cardiologia do Hospital Moinhos de Vento, Carisi Anne Polanczyk, destacou o compromisso da instituição com avanços tecnológicos. “Acreditamos que investir em tecnologia de ponta é essencial para ampliar nossas capacidades clínicas e garantir um cuidado cada vez mais seguro e eficaz. Seguiremos comprometidos com a inovação constante, para oferecer o melhor atendimento possível aos pacientes com condições cardíacas graves e desafiadoras”, afirmou Carisi Anne.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2025 0 Comentários 317 Visualizações
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