Mais vistas
Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª...
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em...
99Food inicia operação em Porto Alegre
Sábado Solidário mobiliza arrecadação de alimentos em 25 cidades gaúchas
Nova Petrópolis divulga programação da Semana da Pátria 2026
Festival Sabores de Canela anuncia programação
Fecomércio-RS leva programação de serviços à Expointer
Mais de 700 exemplares da raça Crioula devem passar pelas...
Sistema Fiergs terá a Casa da Indústria na Expointer
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

história

Cultura

Espaço Cultural Dr. Liberato de Campo Bom celebra 10 anos

Por Jonathan da Silva 14/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Espaço Cultural Dr. Liberato, em Campo Bom, completa 10 anos de atividades e recebe nesta quarta-feira, 15 de julho, uma programação comemorativa organizada pela Prefeitura de Campo Bom, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A celebração ocorrerá no próprio espaço, instalado no prédio da antiga estação férrea do município, e contará com a exposição “O Trem / A Estação”, do artista campo-bonense Juarez Sander, aberta ao público desde 1º de julho e disponível para visitação até 1º de agosto.

Inaugurado há uma década, o Espaço Cultural Dr. Liberato foi criado com o objetivo de preservar a memória de Campo Bom e ampliar o acesso da comunidade às atividades culturais. O local funciona no prédio da antiga estação férrea, construído em 1935, e reúne a Galeria Municipal de Arte e o Memorial do Trem.

A estrutura preserva parte da história ferroviária do município e aspectos relacionados ao desenvolvimento econômico da cidade. Ao longo dos últimos anos, o espaço recebeu exposições, atividades culturais, visitas escolares e ações voltadas à valorização do patrimônio histórico local.

A diretora do Espaço Cultural Dr. Liberato, Taila da Silva, afirma que a comemoração representa a trajetória construída pelo espaço junto à comunidade. “Celebrar os 10 anos do Espaço Cultural Dr. Liberato é celebrar a nossa história, a memória de Campo Bom e todas as pessoas que passaram por aqui ao longo dessa década. É um espaço que preserva o passado, valoriza a produção cultural e permanece de portas abertas para que novas histórias continuem sendo construídas”, afirma Taila.

Programação comemorativa

A exposição “O Trem / A Estação” integra a programação de aniversário e apresenta obras do artista campo-bonense Juarez Sander. A mostra pode ser visitada gratuitamente até 1º de agosto, no Espaço Cultural Dr. Liberato.

Serviço

10 anos do Espaço Cultural Dr. Liberato
  • Quando: quarta-feira, 15 de julho
  • Onde: Espaço Cultural Dr. Liberato (Rua dos Andradas, 67, Centro, Campo Bom)
  • Quanto: Entrada gratuita
Exposição “O Trem / A Estação”
  • Artista: Juarez Sander
  • Período: até 1º de agosto
  • Visitação: segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 18h; sábados, das 9h às 12h
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2026 0 Comentários 134 Visualizações
Cultura

Banda Municipal de Campo Bom celebra 59 anos com concerto gratuito no dia 9

Por Jonathan da Silva 03/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Banda Municipal Guilherme Armando Dick comemorará 59 anos de atividades com um concerto especial na próxima quinta-feira, 9 de julho, às 19h30min, no Teatro do CEI, em Campo Bom. Promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, o espetáculo terá entrada gratuita e será apresentado com o tema “Músicas Brasileiras”. A apresentação integra as comemorações pelo aniversário da banda, celebrado oficialmente no domingo, dia 5, quando o grupo completa mais um ano de atuação no município.

Fundada em 5 de julho de 1967, a Banda Municipal realizou sua primeira apresentação oficial em 7 de setembro do mesmo ano, na Praça João Blos. Desde então, passou a integrar a programação cultural de Campo Bom, com apresentações em eventos públicos e atividades voltadas à comunidade.

Ao longo de sua história, a Banda Municipal Guilherme Armando Dick consolidou sua atuação por meio de apresentações em diferentes espaços da cidade. Atualmente, o grupo é regido pelo maestro Rondineli Lopes e mantém uma programação de ensaios abertos ao público, além de apresentações frequentes em locais como o Largo Irmãos Vetter.

De acordo com o maestro Rondineli Lopes, a iniciativa de ampliar o acesso da comunidade às atividades da banda contribui para aproximar o público do trabalho desenvolvido pelo grupo. “Sinto-me honrado e sei da responsabilidade que tenho na condução desse projeto cultural de tamanha importância para Campo Bom. E cabe ressaltar, ainda, a decisão acertada da administração municipal em realizar os ensaios abertos, o que tem dado maior visibilidade à banda e oportunizado à comunidade ver de perto o nosso trabalho”, afirmou Lopes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2026 0 Comentários 159 Visualizações
Variedades

Asilo Padre Cacique celebra 128 anos com festa e homenagens aos moradores

Por Jonathan da Silva 22/06/2026
Por Jonathan da Silva

O Asilo Padre Cacique comemorou, nesta sexta-feira (19), seus 128 anos de história com uma programação especial voltada aos moradores, funcionários, voluntários e apoiadores da instituição, em Porto Alegre. Ao longo do dia, a entidade promoveu apresentações musicais, homenagens, confraternizações e atividades temáticas para marcar a trajetória de uma das mais tradicionais instituições de acolhimento à pessoa idosa do Rio Grande do Sul. A celebração também reforçou a importância do apoio da comunidade para a manutenção dos serviços prestados pelo asilo.

A programação ocorreu na sede da instituição e teve como tema o clima de torcida pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo, com decoração inspirada no Brasil no refeitório onde os moradores participaram das atividades comemorativas.

Programação de aniversário

As atividades começaram às 9h, com cerimônia de abertura, execução do Hino Nacional Brasileiro e apresentação da Banda de Música da Brigada Militar. Em seguida, os moradores participaram de um almoço especial com churrasco comemorativo. À tarde, a programação teve continuidade com um café temático em clima de Copa.

O presidente do Asilo Padre Cacique, Édson Brozoza, destacou o significado da data para a instituição e para os idosos acolhidos. “A festa é, depois da refeição, o que mais agrada aos moradores. Embora tenhamos bailes e atividades de recreação, a festa é inigualável. Ver a banda tocando, os moradores levantando das cadeiras, dançando e se alegrando emociona muito. Faço um agradecimento especial à Brigada Militar, que nunca nos deixou e sempre nos deu esse apoio maravilhoso. Hoje, estamos comemorando os 128 anos do Asilo Padre Cacique, e eu também comemoro 28 anos de vínculo com esta casa. Comecei como voluntário, passei por todos os cargos e sigo nesta jornada. Aqui, a gente entende que é dando que se recebe. Quando entro no Asilo, esqueço tudo lá fora e dou atenção total a eles. Isso aqui é uma missão”, afirmou Brozoza.

Música

O mestre da Banda da Ajudância-Geral da Brigada Militar, primeiro-sargento Luciano da Silva Lopes, ressaltou a importância da participação do grupo na comemoração. “Nosso sentimento é de muita satisfação e alegria por participar deste momento ímpar. Para nós, é um prazer estar aqui nesta manhã, alegrando os corações das pessoas que moram e fazem parte do Asilo Padre Cacique. A música faz parte do nosso sentimento, alegra a alma e o espírito, e faz com que as pessoas se sintam melhor”, afirmou Lopes.

Repercussão

Aos 77 anos, a moradora Jane Beatriz Barros Peixoto de Silveira destacou o significado das festividades para os residentes. “É maravilhoso participar desta festa. Já é o sexto ano em que estou aqui e nós participamos de todas as comemorações, mesmo depois da pandemia, da enchente e da influenza. Não tem nada que nos segure. A gente gosta muito, todo mundo se sente bem, em um ambiente de amizade. São mais de 100 moradores e quase 100 funcionários, cerca de 200 pessoas convivendo diariamente. Nem sempre é tudo perfeito, mas é uma beleza. A gente dança, conversa, às vezes discute, mas fica tudo em harmonia. Esta folia alegrou muito o nosso dia”, expressou Jane.

O morador Altair Guedes, de 80 anos, deu destaque aos serviços oferecidos pela instituição. “Esta instituição merece sempre o nosso sincero reconhecimento por tudo que temos aqui. Quem precisa de alguma coisa é aqui que vai encontrar. Não podemos pensar simplesmente em um teto. Nós temos aqui tudo que não tínhamos lá fora. Temos quadro de enfermagem 24 horas à disposição, médico todos os dias, remédios, roupas e também um teto”, ressaltou Guedes.

A moradora Marcelina Paz, de 83 anos, também falou sobre sua experiência no local. “Viver aqui no asilo é tudo de bom. Não vou dizer que é melhor do que estar com uma mãe, porque não é, mas é quase isso. É uma maravilha, um espetáculo, um carinho de todos os funcionários. Eu tenho tudo. Eu não fazia nada e agora faço até fisioterapia”, relatou Marcelina.

Já a moradora Jane Therezinha Lopes, de 75 anos, reforçou a necessidade de apoio da comunidade. “O que eu desejo é que as pessoas continuem fazendo bastante doações para nós, para todos nós. As doações são muito importantes, porque o Asilo vive dessa ajuda. O que eu desejo é que as pessoas continuem trazendo as coisas e ajudando a nossa casa”, pontuou Jane.

Legado

Ao lembrar a história da instituição, o presidente Édson Brozoza ressaltou o legado deixado pelo Padre Joaquim Cacique de Barros, cuja trajetória esteve ligada à educação, à fé e ao atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade. “O Padre Cacique foi um homem de profunda vocação humana e espiritual. Antes mesmo de sua missão ganhar forma nesta casa, ele já carregava uma história dedicada ao ensino, à solidariedade e ao serviço ao próximo. Celebrar os 128 anos do Asilo Padre Cacique é também reafirmar esse legado. Esta instituição nasceu de uma inspiração de acolhimento e segue viva porque muitas pessoas continuam acreditando que cuidar dos idosos é uma responsabilidade de todos nós”, afirmou Brozoza.

Doações

O Asilo Padre Cacique recebe doações para a manutenção de suas atividades. Donativos podem ser entregues diretamente na sede da instituição, localizada na Avenida Padre Cacique, 1178, bairro Menino Deus, em Porto Alegre, diariamente, das 7h às 20h. Também é possível contribuir por meio da plataforma digital de arrecadação disponibilizada pela entidade.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 228 Visualizações
Cultura

Felipe Kuhn Braun lança livro sobre imigração luxemburguesa no dia 22

Por Jonathan da Silva 17/06/2026
Por Jonathan da Silva

O escritor e jornalista Felipe Kuhn Braun lançará o livro “Luxemburgueses no Brasil” no próximo dia 22 de junho, às 19h30min, no Centro Cultural 25 de Julho, em Porto Alegre. O evento contará com uma palestra sobre a história de Luxemburgo e sessão de autógrafos com o autor. A obra tem como objetivo apresentar ao público uma pesquisa dedicada à imigração luxemburguesa no país, resgatando trajetórias familiares e destacando a contribuição dessas comunidades para a formação social e cultural brasileira. O ingresso para participar será a doação de 1 kg de alimento não perecível.

O livro aborda a imigração luxemburguesa desde as origens históricas do território de Luxemburgo, passando pelas partilhas territoriais e pelos movimentos migratórios que levaram milhares de pessoas a diferentes regiões do mundo, incluindo o Brasil.

Realizado com o apoio da Associação dos Cidadãos Luxemburgueses no Brasil (Aclux), a obra apresenta informações sobre famílias pioneiras e busca recuperar aspectos da presença luxemburguesa no país. Ao longo de suas 160 páginas, a publicação reúne listas de imigrantes, dados sobre descendências e registros da contribuição dessas comunidades para a sociedade brasileira.

Segundo a pesquisa, muitos desses imigrantes se estabeleceram principalmente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Minas Gerais também é contemplado na obra em razão da fundação da empresa Belgo-Mineira, que teve participação de imigrantes luxemburgueses.

Quem é Felipe Kuhn Braun

Natural de Novo Hamburgo e nascido em 1987, Felipe Kuhn Braun iniciou suas pesquisas em 2001. Formou-se em Jornalismo pela Universidade Feevale, em 2010, e construiu sua trajetória como pesquisador voltado à história da imigração e à genealogia no sul do Brasil.

Com o lançamento de Luxemburgueses no Brasil, o autor chega à marca de 35 livros publicados sobre história regional e imigração, áreas às quais tem se dedicado ao longo de sua carreira.

Evento de lançamento

Além do lançamento da obra, a programação prevê uma palestra ministrada por Felipe Kuhn Braun sobre a história de Luxemburgo e os processos que marcaram a imigração luxemburguesa. Na sequência, o público poderá participar da sessão de autógrafos promovida durante o evento.

Serviço

  • O quê: Palestra e lançamento do livro Luxemburgueses no Brasil, com o escritor e jornalista Felipe Kuhn Braun
  • Quando: 22 de junho, segunda-feira, às 19h30min
  • Onde: Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre (Rua Germano Petersen Júnior, 250, bairro Auxiliadora, Porto Alegre)
  • Quanto: Ingresso mediante doação de 1 kg de alimento não perecível; o livro estará à venda por R$ 80,00

Ficha técnica

  • Livro: Luxemburgueses no Brasil
  • Autor: Felipe Kuhn Braun
  • Categoria: Não ficção (História, Imigração e Genealogia)
  • Editora: Z Multi Editora
  • Número de páginas: 160
  • Realização: Associação dos Cidadãos Luxemburgueses no Brasil (Aclux)
Foto: Homero Schuch/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2026 0 Comentários 177 Visualizações
Cidades

Gramado lança repositório digital para preservar e divulgar memória histórica

Por Jonathan da Silva 10/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Gramado lançou um Repositório Digital de Memórias com o objetivo de preservar, organizar e ampliar o acesso ao patrimônio histórico do município. A iniciativa foi apresentada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa e disponibiliza, de forma online, documentos históricos, fotografias, mapas, registros museológicos e conteúdos relacionados à história local. A plataforma funciona como um museu virtual e arquivo digitalizado, permitindo que moradores, pesquisadores e visitantes consultem gratuitamente os acervos pela internet.

Nesta fase inicial, o portal disponibiliza a Coleção Museu do Trem da Várzea Grande, reunindo registros relacionados à antiga linha férrea Taquara-Canela. Segundo a administração municipal, novas coleções serão incorporadas ao sistema nos próximos meses, incluindo acervos do Arquivo Histórico e dos museus Major Nicoletti Filho e Hugo Daros.

Acervo digitalizado

O repositório reúne diferentes tipos de materiais históricos, entre eles documentos, fotografias, mapoteca e registros de objetos museais. A plataforma também conta com uma seção dedicada à História Oral, destinada ao registro de memórias, relatos e experiências da comunidade.

Os usuários podem realizar pesquisas por meio de filtros específicos, como data, tipo de documento e estado de conservação. Parte do material histórico disponível poderá ser baixada gratuitamente pelos visitantes da plataforma.

Além da consulta ao acervo, o portal foi desenvolvido para funcionar como um espaço de difusão de conhecimento, oferecendo cursos e formações gratuitas voltadas à história local e ao patrimônio cultural.

Acesso à história local

O secretário municipal de Cultura e Economia Criativa de Gramado, Jonas da Silva, destaca a proposta da ferramenta para ampliar o acesso ao patrimônio histórico do município. “O repositório é um instrumento vivo de cidadania e identidade. Graças ao compromisso da gestão Nestor e Luia com a preservação da nossa memória, conseguimos, com apenas um clique, conectar cidadãos, futuras gerações e pesquisadores do mundo inteiro às raízes de Gramado”, afirma o titular da pasta.

A secretária municipal de Administração, Débora Brantes, ressalta a participação da área de tecnologia da informação no desenvolvimento da plataforma. “Nossa Área de TI garantiu o suporte para a entrega da plataforma, conectando tecnologia à preservação da nossa história e identidade”, resume Débora.

Tecnologia para a preservação

O repositório foi desenvolvido com base no Tainacan, software livre criado pelo Ministério da Cultura e pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). De acordo com a Secretaria de Cultura, a organização das coleções é realizada por profissionais especializados em Patrimônio Histórico e Museologia da própria pasta.

Segundo a administração municipal, a utilização da plataforma permite a manutenção contínua do sistema sem custos com licenciamento de softwares ou dependência de empresas terceirizadas, garantindo a atualização permanente dos conteúdos.

Plano Municipal de Cultura

A Secretaria de Cultura informa que o lançamento do Repositório Digital de Memórias integra as ações previstas nas metas 1, 2 e 6 do Plano Municipal de Cultura.

O município também convida a comunidade a acessar o portal, consultar os acervos disponíveis e interagir com os conteúdos históricos disponibilizados pela plataforma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2026 0 Comentários 194 Visualizações
Variedades

Unimed VTRP destaca prevenção e inovação no Tá na Hora da ACI

Por Jonathan da Silva 29/05/2026
Por Jonathan da Silva

Com o tema “A saúde que sustenta o negócio: 55 anos de estratégia, inovação e transformação da Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo”,  mais uma edição da reunião-almoço “Tá na Hora” foi realizada nesta quinta-feira (28) pela Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul (ACI). Realizado no Hotel Águas Claras, em Santa Cruz do Sul, o evento reuniu autoridades, gestores e lideranças regionais para discutir os desafios do setor da saúde diante do envelhecimento populacional e do avanço tecnológico.

Participaram como palestrantes o presidente da Unimed VTRP, Dr. Neuri José Gusson, e a superintendente executiva da cooperativa, Rosilene Knebel. A mediação foi conduzida pelo vice-presidente de Indústria da ACI, Luiz Motta.

55 anos da cooperativa

Durante a apresentação, os dirigentes destacaram a trajetória da cooperativa, fundada em 1971 por 49 médicos sob o nome Altomed. Em 1979, a instituição passou a se chamar Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo. Atualmente, a cooperativa integra o Sistema Ocergs, possui gestão independente e atende mais de 207 mil vidas no Rio Grande do Sul.

O presidente da Unimed VTRP, Dr. Neuri José Gusson, afirmou que a cooperativa passou por mudanças constantes ao longo das últimas décadas. “Podemos dizer que, a cada dois anos, somos uma nova empresa”, destacou Gusson.

Segundo os palestrantes, a estrutura inicialmente voltada ao trabalho médico passou a atuar como operadora de planos de saúde regulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a partir dos anos 2000. Nos últimos anos, a cooperativa ampliou a virtualização de processos e consolidou serviços como plantão virtual 24 horas e telemedicina, implementados em 2020.

Transformação digital

A superintendente executiva Rosilene Knebel destacou que o comportamento dos consumidores tem exigido respostas mais rápidas por parte das operadoras de saúde. “O desafio da operadora agora é entregar respostas rápidas para consultas e exames sem comprometer a sustentabilidade financeira do negócio”, afirmou Rosilene.

Segundo a superintendente, o planejamento estratégico da cooperativa para o ciclo 2025/2027 prevê investimentos em gestão profissionalizada, simplificação de processos e centralidade no cliente. A instituição também trabalha na incorporação da inteligência artificial em seu ecossistema assistencial.

Envelhecimento populacional

Outro tema abordado durante o encontro foi o impacto do envelhecimento populacional no setor da saúde. Conforme os dirigentes, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, pela primeira vez, o Brasil possui mais idosos do que jovens, cenário percebido de forma intensa na área de atuação da cooperativa.

Como resposta a esse contexto, a Unimed VTRP aposta na medicina preventiva por meio do modelo Cuida Bem, voltado ao rastreamento de doenças crônicas e oncológicas. “O programa de rastreamento ativo de doenças crônicas e oncológicas já apresenta resultados práticos significativos”, afirmou Gusson.

Hub de inovação

Os dirigentes também apresentaram o Vibee, hub de inovação aberta e Corporate Venture Capital da cooperativa, voltado ao investimento em healthtechs. Segundo Rosilene, o portfólio inclui startups como cor.sync, especializada em diagnóstico cardiológico; Fix It, focada em imobilizações 3D; e LimbX, voltada à reabilitação motora.

A cooperativa também ampliou sua atuação empresarial com iniciativas como a corretora V3COR e o Dinda Card.

Importância da indústria

Na abertura do encontro, o vice-presidente de Indústria da ACI, Luiz Motta, relacionou o debate à passagem do Dia da Indústria, celebrado nesta semana. “Este setor, que é a espinha dorsal da nossa economia, gera milhares de empregos, impulsiona a inovação e dá a sustentação necessária para que todo o ecossistema de negócios do Vale do Rio Pardo cresça de forma sólida e competitiva”, afirmou Motta.

Luiz Motta também ressaltou a relação entre saúde e desenvolvimento econômico. “A sustentabilidade de qualquer negócio ou segmento produtivo depende, essencialmente, da saúde das pessoas que o constroem”, pontou o dirigente.

Rosilene
Gusson
Motta
Fotos: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2026 0 Comentários 215 Visualizações
Projetos especiais

Projeto Fachwerk pesquisa preservação da técnica enxaimel no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 22/05/2026
Por Jonathan da Silva

O Projeto Fachwerk – Desafios da Conservação e Restauro da Técnica Enxaimel no Rio Grande do Sul está realizando um levantamento sobre adaptações da técnica construtiva enxaimel no estado e formas de preservação desse patrimônio arquitetônico. A iniciativa, selecionada pelo Edital 31/2024 da Política Nacional Aldir Blanc, prevê estudos em edificações históricas de municípios com influência da imigração alemã e resultará em uma Apostila Digital Acessível no formato ePUB, reunindo análises técnicas, registros arquitetônicos e possibilidades de restauro. O objetivo é ampliar o conhecimento sobre a técnica e auxiliar na conservação dos imóveis históricos.

Até o momento, a equipe já realizou visitas técnicas ao Antigo Salão Vier – Museu Laurindo Vier, em Santa Maria do Herval; à Antiga Casa Ries – Casa dos Escoteiros Grupo Baumschneis, em Dois Irmãos; à Casa Koch, em Estância Velha; e à Antiga Venda Kuhn – Parque Histórico Jorge Kuhn, em Picada Café. Os estudos incluem análises estruturais, identificação de encaixes utilizados nas construções, avaliação de argamassas e vedações, além do levantamento dos danos mais recorrentes causados pela ação do tempo.

Pesquisa técnica

Segundo a arquiteta Ingrid Arandt, a pesquisa busca aprofundar o entendimento sobre a técnica enxaimel aplicada no Rio Grande do Sul. “Nosso trabalho contextualiza a história e representatividade de cada um desses patrimônios para a comunidade onde estão localizados, mas vai além. Os estudos de caso avaliam os encaixes mais comuns da estrutura Enxaimel, argamassas e vedações, permitindo conhecer essa técnica construtiva de maneira mais aprofundada para, consequentemente, aprimorar as técnicas de restauro”, afirma Ingrid.

Em Santa Maria do Herval, um scanner 3D foi utilizado para mapear integralmente a estrutura do prédio analisado. Além disso, a pesquisa inclui testes laboratoriais para identificar as espécies vegetais empregadas na madeira utilizada nas construções históricas.

O arquiteto Jorge Luís Stocker Jr. destaca a importância histórica da técnica construtiva. “Esse tipo de técnica construtiva evidencia a experiência e habilidade de carpinteiros há mais de 1.000 anos, um conhecimento que foi trazido pelos imigrantes alemães que se instalaram no sul do Brasil”, ressalta Stocker.

Próximas etapas

No próximo mês, o projeto prevê visitas à Casa Schmidt, em Novo Hamburgo, e à Igreja Enxaimel, localizada em Morro dos Bugres, em Santa Maria do Herval. A proposta é ampliar o levantamento arquitetônico e aprofundar a análise sobre patologias estruturais e métodos de conservação.

Apostila e ações educativas

O principal produto do projeto será uma Apostila Digital Acessível em formato ePUB, com conteúdos voltados à técnica enxaimel, danos estruturais, métodos de conservação e alternativas de restauro. O material será desenvolvido para permitir acesso por pessoas cegas ou com deficiência visual.

Além da publicação, o projeto prevê a realização de palestras e visitas guiadas a imóveis históricos construídos em enxaimel. As atividades buscam promover ações de educação patrimonial e conscientização sobre a preservação desse patrimônio cultural. “É um trabalho de educação patrimonial para valorizar a importância do patrimônio cultural de arquitetura Enxaimel na formação da sociedade rio-grandense”, afirma o historiador Cristiano Enrique De Brum.

Mais detalhes sobre o projeto podem ser acompanhadas pelo perfil oficial no Instagram, @enxaimel.fachwerk.

Foto: Adriane Costa/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2026 0 Comentários 200 Visualizações
Cidades

Gramado busca reconhecer pão com linguiça como patrimônio cultural imaterial

Por Jonathan da Silva 13/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Gramado iniciou o processo para reconhecer o pão com linguiça como Patrimônio Cultural Imaterial do município. A primeira reunião técnica sobre o tema ocorreu nesta terça-feira (12), durante a programação da Festa da Colônia, e reuniu representantes das secretarias de Turismo, Cultura e Agricultura, além da Emater e de representantes dos fornos coloniais do Centro e da Várzea Grande. O objetivo é formalizar o registro do alimento como símbolo da identidade gastronômica e cultural da cidade.

Durante o encontro, foi estabelecida uma parceria intersetorial que ficará responsável pela condução das etapas do processo de patrimonialização. As equipes atuarão na realização de pesquisas históricas, coleta de depoimentos de produtores locais e elaboração de um dossiê técnico que será encaminhado aos órgãos responsáveis pelo reconhecimento oficial.

Levantamento histórico

Segundo os organizadores da iniciativa, o trabalho inclui o levantamento de informações sobre a presença do pão com linguiça na cultura local ao longo das décadas. O material reunirá registros sobre a produção artesanal, os modos de preparo e a relação do alimento com as famílias coloniais da região.

Também serão coletados relatos de produtores e representantes dos fornos coloniais que mantêm a tradição gastronômica em Gramado. O dossiê técnico servirá como base para análise do pedido de reconhecimento como patrimônio cultural imaterial.

Símbolo da cultura local

De acordo com os envolvidos no processo, o pão com linguiça é considerado um dos elementos mais presentes na identidade gastronômica do município. Comercializado em festas, feiras e espaços públicos da cidade, o alimento é associado ao saber-fazer das famílias coloniais e à tradição culinária local.

A proposta de patrimonialização busca preservar a prática cultural relacionada à produção e comercialização do pão com linguiça, além de reconhecer sua importância histórica e social para Gramado.

Integração entre órgãos e produtores

A reunião marcou o início formal da articulação entre poder público, entidades técnicas e produtores locais para a condução do processo. Participam da iniciativa representantes da Secretaria de Turismo, Secretaria de Cultura, Secretaria de Agricultura, Emater e responsáveis pelos fornos coloniais da cidade. O reconhecimento como patrimônio imaterial pretende contribuir para a valorização da cultura alimentar do município e para a preservação das tradições ligadas à imigração e à produção colonial em Gramado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2026 0 Comentários 188 Visualizações
Ensino

Pesquisa sobre genética indígena publicada na Nature tem participação gaúcha

Por Jonathan da Silva 13/05/2026
Por Jonathan da Silva

Um estudo internacional sobre a história evolutiva e a diversidade genética dos povos indígenas da América, publicado na capa da revista científica Nature em abril, apresentou novos dados sobre a origem e a evolução dessas populações. A pesquisa contou com a participação de pesquisadores vinculados e egressos do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular (PPGBM) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e analisou 128 genomas completos de alta cobertura, o maior conjunto já estudado desse tipo entre populações indígenas americanas. O trabalho identificou mais de 1,4 milhão de variantes genéticas inéditas e aponta uma complexidade maior na formação dos povos originários do continente.

O estudo, intitulado “The evolutionary history and unique genetic diversity of Indigenous Americans”, investiga processos de migração, adaptação biológica e ancestralidade genética das populações indígenas americanas. Segundo os pesquisadores, os resultados reforçam que a ocupação da América ocorreu há pelo menos 15 mil anos, a partir de populações que começaram a se diferenciar geneticamente há cerca de 25 mil anos na região da Beríngia, território que conectava Ásia e América durante a última era glacial.

Diversidade genética

De acordo com a pesquisa, os povos indígenas da América apresentam uma diversidade genética superior à anteriormente conhecida. Os dados também indicam múltiplas migrações para a América do Sul e adaptações biológicas a ambientes extremos ao longo do tempo.

Os pesquisadores identificaram marcas genéticas relacionadas à imunidade, metabolismo e reprodução, indicando a ação da seleção natural sobre essas populações. O estudo também encontrou sinais de ancestralidade arcaica, como neandertais e denisovanos, preservados ao longo das gerações e possivelmente associados a adaptações biológicas importantes.

Outro ponto destacado pela pesquisa é a identificação e ampliação da compreensão do componente ancestral Ypikuéra, termo de origem Tupi. Segundo os autores, esse sinal genético permanece presente há mais de 10 mil anos em populações indígenas americanas e pode refletir processos ligados à seleção natural.

Os resultados também indicam conexões genéticas entre esse componente ancestral e populações da Australásia, sugerindo uma história compartilhada mais profunda do que a anteriormente conhecida pela ciência.

Impactos para a medicina de precisão

Os pesquisadores afirmam que o estudo tem implicações para a medicina de precisão e para políticas públicas voltadas à saúde. Isso porque as populações indígenas americanas carregam variantes genéticas pouco representadas em pesquisas baseadas predominantemente em populações europeias.

Segundo o estudo, essas variantes podem influenciar tanto fatores de risco quanto mecanismos de proteção relacionados a doenças comuns. A incorporação dessa diversidade genética em pesquisas médicas pode contribuir para o desenvolvimento de diagnósticos e tratamentos mais específicos.

Participação da UFRGS

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da UFRGS, Maria Cátira Bortolini, que também é uma das autoras do estudo, destacou o alcance científico da publicação. “A publicação na Nature representa um avanço científico extraordinário. Resultado de um trabalho construído com rigor, colaboração e respeito às populações indígenas”, afirma Maria Cátira.

Segundo a pesquisadora, a expectativa é que os resultados contribuam para ampliar a valorização da diversidade genética humana e dos povos originários da América. “Espera-se que esse estudo estimule a valorização da diversidade genética humana e da nossa história evolutiva, valorizando os povos originários da América, e contribua para descentralizar visões historicamente eurocêntricas na ciência”, conclui Maria Cátira.

Foto: Evidência Press/Comunicação/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2026 0 Comentários 169 Visualizações
Business

Grupo Solar anuncia novo posicionamento ao completar 60 anos de história

Por Jonathan da Silva 07/05/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Solar anunciou um novo posicionamento de marca em meio às comemorações pelos 60 anos de atuação da empresa, completados em 2026. Com mais de mil colaboradores, o grupo apresentou o slogan “Força local, negócio global” como parte de uma estratégia voltada à expansão e à integração de suas operações. O anúncio foi realizado no Dia do Trabalhador, em 1º de maio, marcando um novo ciclo para a organização de origem familiar fundada em 1966.

Segundo o grupo, o reposicionamento busca fortalecer a conexão entre os diferentes negócios e ampliar a atuação da empresa além das fronteiras regionais. A proposta também consolida a organização como um ecossistema integrado de negócios, com foco em crescimento sustentável e sinergia entre as áreas de atuação.

Estratégia de expansão

Atualmente na quarta geração de gestão, o Grupo Solar é comandado pelo CEO João Carlos Müller, responsável pelo processo de transformação e expansão da companhia. Conforme a empresa, a nova estratégia será desenvolvida ao longo do ano por meio de campanhas em canais digitais e mídias tradicionais.

João Carlos Müller afirmou que o movimento representa uma evolução na estrutura organizacional do grupo. “Este é um momento muito importante para o Grupo Solar. Ao completarmos 60 anos, damos um passo estratégico ao integrar ainda mais nossas operações e fortalecer nosso posicionamento como grupo. Mais do que uma evolução de marca, estamos conectando nossas empresas, nossas culturas e nosso propósito, respeitando a essência de cada negócio. Seguimos com o compromisso de crescer de forma sustentável, valorizando pessoas e ampliando nossa presença no mercado”, destacou o executivo.

Rede de negócios

Entre os negócios do grupo está a Lojas Solar, que atua nos segmentos de materiais de construção, ferramentas, móveis, eletrodomésticos e bazar. A rede possui 42 lojas físicas distribuídas nas regiões do Vale do Caí, Vale do Taquari, Vale dos Sinos, Encosta da Serra e Região Metropolitana, além de operações no comércio eletrônico.

O ecossistema também reúne as marcas Naturovos e Uêvo. A Naturovos possui unidades em Salvador do Sul e Vacaria, com capacidade para classificar cerca de 4,8 milhões de ovos por dia. A empresa mantém parceria com mais de 120 produtores e atua no mercado nacional e internacional.

Já a Uêvo é voltada ao mercado de suplementos alimentares e registra expansão da presença em diferentes regiões do país. A marca atua em feiras e eventos esportivos, além de operar no varejo físico e digital.

Foto: Agência Argerick/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2026 0 Comentários 172 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 309 | Agosto 2026

Entrevista | Márcio Madalena destaca o papel da Expointer no fortalecimento do agronegócio

Expointer | Caderno reúne destaques da 49ª edição do maior evento do agronegócio gaúcho

Negócios | Calçados Beira Rio expande fronteiras com inovação e sustentabilidade

Educação | Educação financeira prepara crianças e jovens para decisões mais conscientes

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª Expocande

  • 2

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 3

    Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em Canela

  • 4

    99Food inicia operação em Porto Alegre

  • 5

    Sábado Solidário mobiliza arrecadação de alimentos em 25 cidades gaúchas

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO