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história

Variedades

CDL Santa Cruz do Sul completa 60 anos de história

Por Jonathan da Silva 24/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Santa Cruz do Sul completará 60 anos de história nesta segunda-feira, 27 de julho, com foco na ampliação de serviços e no fortalecimento do comércio local. Fundada em 1966, a entidade reúne atualmente mais de 350 empresas associadas e anuncia que pretende ampliar a atuação do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), além de desenvolver novos produtos e serviços em parceria com a Federação Varejista do Rio Grande do Sul.

Criada em 27 de julho de 1966 com o objetivo de representar, orientar e integrar os lojistas do município, a CDL Santa Cruz passou de oito associados em sua fundação para mais de 350 empresas de diferentes segmentos. Ao longo de seis décadas, a entidade consolidou sua atuação por meio de iniciativas voltadas ao fortalecimento do comércio, como a implantação e expansão do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), além da realização de campanhas promocionais e eventos voltados ao setor.

O presidente da CDL Santa Cruz do Sul, Gilberto Luís Eidt, afirma que a trajetória da entidade foi construída com a participação de diferentes lideranças. “Desde então, temos trilhado um caminho de constante evolução, de um início modesto com apenas oito associados, para uma entidade robusta que hoje congrega mais de 350 empresas dos mais diversos segmentos”, ressalta Eidt.

Desafios para o varejo

À frente da entidade no triênio 2026/2028, Eidt afirma que a meta é preservar as iniciativas já consolidadas e ampliar a oferta de soluções aos associados. “Nosso objetivo é manter a entidade sólida e saudável, preservando os avanços construídos e buscando novas alternativas de desenvolvimento e qualificação para nossos associados”, enfatiza o dirigente.

Segundo o presidente, a CDL pretende fortalecer ainda mais o SPC e desenvolver novos produtos e serviços em alinhamento com a Federação Varejista do Rio Grande do Sul. “Chegar aos 60 anos é um testemunho da visão e da dedicação de inúmeros líderes e associados que, ao longo do tempo, souberam fortalecer o movimento lojista e transformar nosso comércio em uma referência para a região. É a prova de que, com união e trabalho árduo, é possível superar desafios e construir um futuro próspero”, observa Eidt.

Ações sociais

Além dos serviços voltados ao comércio, a CDL mantém participação em ações comunitárias, como a Campanha do Agasalho e o evento beneficente Homens na Cozinha, que neste ano destinará recursos a 12 entidades sociais. A entidade também conta com os departamentos CDL Jovem e CDL Mulher, voltados ao empreendedorismo e à participação de jovens empresários e mulheres empreendedoras.

Atualmente, a CDL Santa Cruz do Sul é filiada à Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e à Federação Varejista do Rio Grande do Sul. Desde 1996, a sede da entidade funciona na Rua Assis Brasil, 951, além de manter a Casa da CDL, localizada junto à Praça Getúlio Vargas, utilizada como ponto de apoio para iniciativas e eventos promovidos pela instituição.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2026 0 Comentários 86 Visualizações
Cidades

Monumento ao Imigrante de Novo Hamburgo será reaberto no sábado

Por Jonathan da Silva 21/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Monumento ao Imigrante, em Novo Hamburgo, será reaberto à comunidade neste sábado, 25 de julho, após a conclusão da primeira etapa de seu projeto de restauro. A reinauguração ocorre justamente no Dia da Imigração Alemã, data que marca a chegada dos primeiros imigrantes alemães ao Vale do Sinos, em 1824. A intervenção contemplou toda a parte externa da edificação, inaugurada em 1927 para celebrar o Centenário da Imigração Alemã. A programação ocorrerá das 13h às 19h, na Sociedade Aliança, onde o monumento está localizado.

Monumento

A programação de reabertura contará com visitação guiada, cerimônia oficial, apresentação do Coro Júlio Kunz e projeção mapeada. Das 13h às 17h, o monumento estará aberto para visitação do público, sendo que grupos podem realizar agendamento prévio.

Antes da reabertura, serão promovidas duas oficinas de Educação Patrimonial. Na quarta-feira, 22 de julho, colaboradores da Sociedade Aliança, agentes culturais e interessados participarão da Oficina de Formação em Manutenção e Conservação Preventiva do Monumento ao Imigrante, ministrada pelo arquiteto e coordenador técnico do projeto de restauro, Jorge Stocker Júnior, e pelo engenheiro responsável pela gestão da obra, Thiago Kolling.

Na quinta-feira, 23 de julho, será realizada a Oficina para Qualificação de Mediadores Culturais do Monumento ao Imigrante, também ministrada pelo arquiteto Jorge Stocker Júnior e voltada a professores, agentes de turismo, cultura e patrimônio e guias cadastrados no Cadastur.

Importância histórica

O presidente da Associação de Moradores e Empreendedores (AME) de Hamburgo Velho, João Ávila, destacou o significado da entrega da obra. “Ele representa toda a força da comunidade, no passado e no presente. Ao entregar esta etapa do restauro, estamos valorizando nossa história, registrando nosso orgulho pelo legado que recebemos e, ainda, fomentando o turismo a partir da identidade local. A restauração destaca o Monumento ao Imigrante como o símbolo da cidade que é, e nosso objetivo é que ele volte a ser um ponto de referência histórica e cultural para todo o Vale do Sinos”, ressaltou Ávila.

Com a conclusão desta etapa, a visitação ao Monumento ao Imigrante será retomada gratuitamente, diariamente, das 8h às 17h. Paralelamente, será iniciada a mobilização para viabilizar o restauro da parte interna da edificação. “Estamos atualizando o projeto para viabilizar as demais etapas”, reforçou a produtora Luana Khodja.

Monumento mais antigo da cidade

O Monumento ao Imigrante é o mais antigo de Novo Hamburgo e foi tombado pelo município em 2008 por seu valor histórico e cultural. Construído no formato de monumento-mirante, foi inspirado nas Torres de Bismarck, erguidas na Alemanha entre o fim do século XIX e o início do século XX. “É uma tipologia inspirada nas Torres de Bismarck, construídas na Alemanha entre o final do século 19 e início do século 20”, explicou o arquiteto Jorge Stocker Júnior. “Nesse conceito, a obra marca não apenas uma referência histórica – no caso, a Imigração Alemã no Brasil – como foi criada para valorizar a paisagem e o desenvolvimento da época da emancipação, com seu mirante que permite contemplar toda a região”, complementou Stocker.

O projeto original foi desenvolvido pelo arquiteto Ernest Karl Ludwig Seubert, vencedor do concurso para escolha da obra. Desde a década de 1950, o monumento integra a área da Sociedade Aliança. “O Aliança sempre foi o guardião do Monumento. Frequentando o clube desde criança e tendo nascido no bairro de Hamburgo velho, aprendi a respeitar a história de tantas famílias que desbravaram essa terra em tempos bem mais difíceis. O Monumento representa nosso respeito a essa história”, ponderou a presidente da entidade, Gabriela Streb.

Como foi o restauro

Construído com paredes de tijolos maciços, estrutura de concreto armado, vigas metálicas e lajes de tijolo armado, o monumento passou por intervenções para corrigir infiltrações e desgastes. As obras incluíram impermeabilização dos terraços, recuperação de rebocos com técnicas tradicionais de cal e areia, limpeza de pinturas antigas, restauração de colunas, pilastras, peitoris, ornamentos e placas de mármore.

Os trabalhos de conservação também contemplaram os motivos de carvalho esculpidos em mármore na entrada do memorial, assinados pelo artista F. Siegl. A pintura final utilizou tons de amarelo barroco, terracota e pedra arenito, definidos a partir de pesquisas históricas e iconográficas sobre a edificação.

O projeto de restauro é realizado pela AME Hamburgo Velho, com patrocínio máster do Grupo Zaffari e Sulgás, patrocínio da Sinoscar, apoio da Formas Kunz, gestão cultural da Imago Produtora, apoio institucional da Secretaria de Cultura e Turismo de Novo Hamburgo e da Sociedade Aliança, apoio cultural de O Campanário e financiamento do Pró-Cultura RS/Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Foto: Leonardo Rosa/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2026 0 Comentários 79 Visualizações
Variedades

Casa Cooperativa celebra 15 anos com evento em Nova Petrópolis

Por Jonathan da Silva 20/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Casa Cooperativa Nova Petrópolis celebrará seus 15 anos de atuação com um evento comemorativo no próximo sábado, dia 25 de julho, na Sociedade Concórdia, na localidade de Linha Imperial. A programação reunirá representantes das entidades associadas em um jantar especial. A atividade destacará a trajetória da instituição no local reconhecido como o berço do cooperativismo de crédito na América Latina, onde foi fundada a primeira cooperativa de crédito da região pelo padre Theodor Amstad.

A escolha da Linha Imperial para a comemoração busca reforçar a ligação da entidade com a origem do cooperativismo brasileiro. Desde sua fundação, a Casa Cooperativa atua na preservação e na divulgação da história do movimento cooperativista.

Programação da celebração

O evento contará com jantar comemorativo, brinde de aniversário e a exibição de um documentário produzido especialmente para a ocasião. O filme apresentará os principais marcos da trajetória da Casa Cooperativa ao longo dos últimos 15 anos.

Durante a programação também será realizada uma homenagem a 15 pessoas ligadas à história da entidade.

O gestor da Casa Cooperativa, Paulo César Soares, informa que os homenageados somente serão conhecidos durante a cerimônia. “O momento central da celebração será a homenagem a 15 personalidades de relevância singular para a história da Casa Cooperativa, entre fundadores e lideranças que permanecem atuantes até hoje. Os nomes, já definidos pela organização, permanecem em sigilo e serão revelados durante o evento”, confirma Soares.

Livro registra trajetória da entidade

Como parte das comemorações, cada entidade representada no evento receberá um exemplar de um livro produzido para registrar a história da Casa Cooperativa desde sua fundação até os dias atuais.

O que é a Casa Cooperativa

Fundada há 15 anos na Linha Imperial, em Nova Petrópolis, a Casa Cooperativa foi criada com o objetivo de promover a intercooperação entre cooperativas, órgãos públicos, empresas privadas, profissionais autônomos e estudantes de diferentes regiões do país.

A entidade mantém o acervo histórico do cooperativismo brasileiro e desenvolve atividades como cursos de educação cooperativa, fóruns, grupos de estudo, programas de mentoria e eventos. Atualmente, reúne associados de diferentes segmentos, incluindo cooperativas de diversos ramos, representantes do poder público, empresas, profissionais autônomos e estudantes.

Foto: Casa Cooperativa/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Cultura

Desfile Raízes da Terra estreia na Festa Colonial de Canela

Por Jonathan da Silva 20/07/2026
Por Jonathan da Silva

O desfile Raízes da Terra estreou na tarde deste sábado (18), como uma das atrações da 32ª Festa Colonial de Canela. A apresentação teve início às 17h, em frente à Catedral de Pedra, percorreu a Rua Felisberto Soares e terminou na Praça João Corrêa, onde ocorre o evento. Com cerca de 80 artistas, o espetáculo retrata a formação histórica do município, desde a passagem dos tropeiros até a chegada dos primeiros imigrantes portugueses, alemães e italianos.

O desfile faz parte da programação da Festa Colonial e terá outras duas apresentações, nos dias 25 de julho e 1º de agosto, sempre aos sábados, às 17h. A maior parte do elenco é formada por artistas de Canela, repetindo a proposta adotada em eventos realizados no município no ano passado.

Valorização dos artistas locais

Segundo o secretário de Turismo e Cultura de Canela, Athos Cunha, a presença predominante de profissionais da cidade reforça a política da administração municipal de valorização dos talentos locais. “Canela é um celeiro de artistas, possui profissionais com muito talento e que merecem ser reconhecidos nos eventos do município”, ressaltou o titular da pasta.

Para o secretário adjunto de Turismo e Cultura, Jaison Remonti, a iniciativa faz parte do processo de qualificação dos eventos promovidos pela cidade. “Assim como aconteceu na programação da Páscoa, buscamos elevar o nível das experiências oferecidas ao público, investindo em produções que unem identidade, emoção e excelência artística. O Raízes da Terra nasce com essa proposta: valorizar nossa história, prestigiar os artistas locais e entregar um espetáculo à altura da importância da Festa Colonial para Canela”, afirmou Remonti.

Enredo percorre a história do município

De acordo com o diretor de Eventos da Secretaria de Turismo, Joe Cardoso, o enredo foi concebido para conduzir o público por diferentes momentos da formação de Canela. “Essa união de diferentes culturas ajudou a construir a identidade canelense, e isso será mostrado durante a apresentação”, ressaltou Cardoso.

O espetáculo é dividido em alas temáticas que representam diferentes períodos históricos. A apresentação começa com a caneleira, árvore símbolo do município que servia de abrigo aos viajantes, e segue mostrando a colonização europeia e a integração entre as diferentes etnias e a cultura do interior.

Produção artística

A produção artística e a direção geral do desfile são da Academia Neusa Martinotto. As coreografias foram desenvolvidas por Priscila Martinotto e Nicolas Rodrigues, que também participaram de desfiles de outros eventos realizados em Canela.

Segundo a coreógrafa Priscila Martinotto, o projeto foi concebido para destacar a identidade cultural do município. “Cada ala tem figurinos, coreografias e trilhas sonoras próprias, para transformar o centro de Canela em um grande mosaico cultural e em um palco a céu aberto, celebrando as memórias, os sabores e as tradições que fazem parte da história do município”, destacou Priscila.

Além do elenco formado por bailarinos, atores e músicos, o desfile conta com uma equipe de produção responsável pela realização do espetáculo.

Próximas apresentações

O desfile Raízes da Terra volta a ser apresentado nos dias 25 de julho e 1º de agosto, sempre às 17h. O percurso começa em frente à Catedral de Pedra, segue pela Rua Felisberto Soares e termina na Praça João Corrêa, onde acontece a 32ª Festa Colonial de Canela.

Foto: Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2026 0 Comentários 101 Visualizações
Variedades

Livro sobre a criação do parque Lumni Experience é lançado em Gramado

Por Jonathan da Silva 17/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Lumni Experience, parque de entretenimento imersivo localizado na Linha Tapera Alemã, em Gramado, celebrou o primeiro ano de atividades com o lançamento do livro “Lumni, do Impossível ao Iluminado – Como um time de sonhadores superou os desafios”. A obra, assinada pelo sócio Marcelo Mendonça, apresenta os bastidores da criação do empreendimento, desenvolvido pelos sócios Wagner Rocha, Lucas Buarque, Marcelo Mendonça e Valmor Cardoso, e relata as etapas de desenvolvimento do projeto voltado à integração entre luz, natureza, arte e tecnologia.

Inaugurado em Gramado, o Lumni Experience tem como principal atração um campo de luzes com trilhas iluminadas em meio à natureza. O percurso combina iluminação artística, música ambiente e sons naturais do espaço, com cenários planejados para interação e contemplação dos visitantes.

O empreendimento foi criado com a proposta de oferecer uma experiência sensorial baseada em recursos tecnológicos e elementos naturais. Ao longo do primeiro ano de funcionamento, o parque recebeu moradores e turistas interessados no formato de entretenimento imersivo.

Livro conta bastidores do projeto

O livro lançado durante a comemoração do aniversário aborda o processo de criação do Lumni Experience, desde a concepção inicial da ideia até a implantação da estrutura em Gramado. A publicação apresenta os desafios enfrentados pela equipe responsável pelo desenvolvimento do parque e a construção do projeto ao longo de suas etapas.

A obra é assinada pelo sócio Marcelo Mendonça, que reúne no livro relatos sobre a trajetória dos envolvidos na criação da atração e os caminhos percorridos até a abertura do espaço ao público.

Serviço

  • O quê: Lumni Experience
  • Quando: Aberto das 18h às 0h (Campo de luzes das 19h às 23h)
  • Onde: Rua Semilda Fisch Riegel, Estrada da Tapera, 2900 – Gramado
  • Quanto: Mais detalhes e ingressos pelo site lumnigramado.com.br
Foto: Lumni/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2026 0 Comentários 90 Visualizações
Cultura

Festival Gaúcho do Porco no Rolete vira patrimônio municipal de Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 14/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Festival Gaúcho do Porco no Rolete foi reconhecido oficialmente como patrimônio histórico, cultural e gastronômico de Santa Cruz do Sul após a sanção da lei pelo prefeito Sérgio Moraes (PL) nesta segunda-feira (13), em ato realizado no município. A medida inclui o evento no calendário oficial de eventos de Santa Cruz do Sul e reconhece a importância da celebração realizada em Linha Nova, que chegará à 25ª edição em 2026. A solenidade contou com a presença do vice-prefeito Alex Knak, da autora da proposta, a suplente de vereadora Salete Faber, do presidente do festival, José Reus Fornari Grando, e de representantes da comunidade e da organização do evento.

A proposta que deu origem à lei foi apresentada por Salete Faber em maio deste ano, durante o período em que ocupou uma cadeira na Câmara de Vereadores. O projeto recebeu aprovação unânime dos parlamentares antes de ser sancionado pelo executivo municipal.

Segundo a autora da proposta, o reconhecimento considera a trajetória construída pela comunidade de Linha Nova ao longo das 25 edições do festival. “Este ato reconhece o esforço e o trabalho de homens e mulheres que lutam para desenvolver essa potência que é Linha Nova. Que o evento continue crescendo cada vez mais, trazendo visitantes de dentro e de fora do Rio Grande do Sul e possibilitando novas parcerias”, afirmou Salete Faber.

Festival chega à 25ª edição

Realizado tradicionalmente no segundo fim de semana de novembro, em Linha Nova, o Festival Gaúcho do Porco no Rolete terá sua 25ª edição em 2026. Entre as ações previstas para a edição comemorativa está o lançamento do mascote oficial do evento, criado em referência ao jubileu de prata da festa.

Em 2025, aproximadamente 1,4 mil pessoas participaram do festival. A comissão organizadora projeta ampliar o público na próxima edição, que passa a contar com o reconhecimento oficial como patrimônio histórico, cultural e gastronômico do município.

Foto: Évelin Nyland/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2026 0 Comentários 86 Visualizações
Cultura

Espaço Cultural Dr. Liberato de Campo Bom celebra 10 anos

Por Jonathan da Silva 14/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Espaço Cultural Dr. Liberato, em Campo Bom, completa 10 anos de atividades e recebe nesta quarta-feira, 15 de julho, uma programação comemorativa organizada pela Prefeitura de Campo Bom, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A celebração ocorrerá no próprio espaço, instalado no prédio da antiga estação férrea do município, e contará com a exposição “O Trem / A Estação”, do artista campo-bonense Juarez Sander, aberta ao público desde 1º de julho e disponível para visitação até 1º de agosto.

Inaugurado há uma década, o Espaço Cultural Dr. Liberato foi criado com o objetivo de preservar a memória de Campo Bom e ampliar o acesso da comunidade às atividades culturais. O local funciona no prédio da antiga estação férrea, construído em 1935, e reúne a Galeria Municipal de Arte e o Memorial do Trem.

A estrutura preserva parte da história ferroviária do município e aspectos relacionados ao desenvolvimento econômico da cidade. Ao longo dos últimos anos, o espaço recebeu exposições, atividades culturais, visitas escolares e ações voltadas à valorização do patrimônio histórico local.

A diretora do Espaço Cultural Dr. Liberato, Taila da Silva, afirma que a comemoração representa a trajetória construída pelo espaço junto à comunidade. “Celebrar os 10 anos do Espaço Cultural Dr. Liberato é celebrar a nossa história, a memória de Campo Bom e todas as pessoas que passaram por aqui ao longo dessa década. É um espaço que preserva o passado, valoriza a produção cultural e permanece de portas abertas para que novas histórias continuem sendo construídas”, afirma Taila.

Programação comemorativa

A exposição “O Trem / A Estação” integra a programação de aniversário e apresenta obras do artista campo-bonense Juarez Sander. A mostra pode ser visitada gratuitamente até 1º de agosto, no Espaço Cultural Dr. Liberato.

Serviço

10 anos do Espaço Cultural Dr. Liberato
  • Quando: quarta-feira, 15 de julho
  • Onde: Espaço Cultural Dr. Liberato (Rua dos Andradas, 67, Centro, Campo Bom)
  • Quanto: Entrada gratuita
Exposição “O Trem / A Estação”
  • Artista: Juarez Sander
  • Período: até 1º de agosto
  • Visitação: segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 18h; sábados, das 9h às 12h
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2026 0 Comentários 81 Visualizações
Cultura

Banda Municipal de Campo Bom celebra 59 anos com concerto gratuito no dia 9

Por Jonathan da Silva 03/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Banda Municipal Guilherme Armando Dick comemorará 59 anos de atividades com um concerto especial na próxima quinta-feira, 9 de julho, às 19h30min, no Teatro do CEI, em Campo Bom. Promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, o espetáculo terá entrada gratuita e será apresentado com o tema “Músicas Brasileiras”. A apresentação integra as comemorações pelo aniversário da banda, celebrado oficialmente no domingo, dia 5, quando o grupo completa mais um ano de atuação no município.

Fundada em 5 de julho de 1967, a Banda Municipal realizou sua primeira apresentação oficial em 7 de setembro do mesmo ano, na Praça João Blos. Desde então, passou a integrar a programação cultural de Campo Bom, com apresentações em eventos públicos e atividades voltadas à comunidade.

Ao longo de sua história, a Banda Municipal Guilherme Armando Dick consolidou sua atuação por meio de apresentações em diferentes espaços da cidade. Atualmente, o grupo é regido pelo maestro Rondineli Lopes e mantém uma programação de ensaios abertos ao público, além de apresentações frequentes em locais como o Largo Irmãos Vetter.

De acordo com o maestro Rondineli Lopes, a iniciativa de ampliar o acesso da comunidade às atividades da banda contribui para aproximar o público do trabalho desenvolvido pelo grupo. “Sinto-me honrado e sei da responsabilidade que tenho na condução desse projeto cultural de tamanha importância para Campo Bom. E cabe ressaltar, ainda, a decisão acertada da administração municipal em realizar os ensaios abertos, o que tem dado maior visibilidade à banda e oportunizado à comunidade ver de perto o nosso trabalho”, afirmou Lopes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2026 0 Comentários 118 Visualizações
Variedades

Asilo Padre Cacique celebra 128 anos com festa e homenagens aos moradores

Por Jonathan da Silva 22/06/2026
Por Jonathan da Silva

O Asilo Padre Cacique comemorou, nesta sexta-feira (19), seus 128 anos de história com uma programação especial voltada aos moradores, funcionários, voluntários e apoiadores da instituição, em Porto Alegre. Ao longo do dia, a entidade promoveu apresentações musicais, homenagens, confraternizações e atividades temáticas para marcar a trajetória de uma das mais tradicionais instituições de acolhimento à pessoa idosa do Rio Grande do Sul. A celebração também reforçou a importância do apoio da comunidade para a manutenção dos serviços prestados pelo asilo.

A programação ocorreu na sede da instituição e teve como tema o clima de torcida pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo, com decoração inspirada no Brasil no refeitório onde os moradores participaram das atividades comemorativas.

Programação de aniversário

As atividades começaram às 9h, com cerimônia de abertura, execução do Hino Nacional Brasileiro e apresentação da Banda de Música da Brigada Militar. Em seguida, os moradores participaram de um almoço especial com churrasco comemorativo. À tarde, a programação teve continuidade com um café temático em clima de Copa.

O presidente do Asilo Padre Cacique, Édson Brozoza, destacou o significado da data para a instituição e para os idosos acolhidos. “A festa é, depois da refeição, o que mais agrada aos moradores. Embora tenhamos bailes e atividades de recreação, a festa é inigualável. Ver a banda tocando, os moradores levantando das cadeiras, dançando e se alegrando emociona muito. Faço um agradecimento especial à Brigada Militar, que nunca nos deixou e sempre nos deu esse apoio maravilhoso. Hoje, estamos comemorando os 128 anos do Asilo Padre Cacique, e eu também comemoro 28 anos de vínculo com esta casa. Comecei como voluntário, passei por todos os cargos e sigo nesta jornada. Aqui, a gente entende que é dando que se recebe. Quando entro no Asilo, esqueço tudo lá fora e dou atenção total a eles. Isso aqui é uma missão”, afirmou Brozoza.

Música

O mestre da Banda da Ajudância-Geral da Brigada Militar, primeiro-sargento Luciano da Silva Lopes, ressaltou a importância da participação do grupo na comemoração. “Nosso sentimento é de muita satisfação e alegria por participar deste momento ímpar. Para nós, é um prazer estar aqui nesta manhã, alegrando os corações das pessoas que moram e fazem parte do Asilo Padre Cacique. A música faz parte do nosso sentimento, alegra a alma e o espírito, e faz com que as pessoas se sintam melhor”, afirmou Lopes.

Repercussão

Aos 77 anos, a moradora Jane Beatriz Barros Peixoto de Silveira destacou o significado das festividades para os residentes. “É maravilhoso participar desta festa. Já é o sexto ano em que estou aqui e nós participamos de todas as comemorações, mesmo depois da pandemia, da enchente e da influenza. Não tem nada que nos segure. A gente gosta muito, todo mundo se sente bem, em um ambiente de amizade. São mais de 100 moradores e quase 100 funcionários, cerca de 200 pessoas convivendo diariamente. Nem sempre é tudo perfeito, mas é uma beleza. A gente dança, conversa, às vezes discute, mas fica tudo em harmonia. Esta folia alegrou muito o nosso dia”, expressou Jane.

O morador Altair Guedes, de 80 anos, deu destaque aos serviços oferecidos pela instituição. “Esta instituição merece sempre o nosso sincero reconhecimento por tudo que temos aqui. Quem precisa de alguma coisa é aqui que vai encontrar. Não podemos pensar simplesmente em um teto. Nós temos aqui tudo que não tínhamos lá fora. Temos quadro de enfermagem 24 horas à disposição, médico todos os dias, remédios, roupas e também um teto”, ressaltou Guedes.

A moradora Marcelina Paz, de 83 anos, também falou sobre sua experiência no local. “Viver aqui no asilo é tudo de bom. Não vou dizer que é melhor do que estar com uma mãe, porque não é, mas é quase isso. É uma maravilha, um espetáculo, um carinho de todos os funcionários. Eu tenho tudo. Eu não fazia nada e agora faço até fisioterapia”, relatou Marcelina.

Já a moradora Jane Therezinha Lopes, de 75 anos, reforçou a necessidade de apoio da comunidade. “O que eu desejo é que as pessoas continuem fazendo bastante doações para nós, para todos nós. As doações são muito importantes, porque o Asilo vive dessa ajuda. O que eu desejo é que as pessoas continuem trazendo as coisas e ajudando a nossa casa”, pontuou Jane.

Legado

Ao lembrar a história da instituição, o presidente Édson Brozoza ressaltou o legado deixado pelo Padre Joaquim Cacique de Barros, cuja trajetória esteve ligada à educação, à fé e ao atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade. “O Padre Cacique foi um homem de profunda vocação humana e espiritual. Antes mesmo de sua missão ganhar forma nesta casa, ele já carregava uma história dedicada ao ensino, à solidariedade e ao serviço ao próximo. Celebrar os 128 anos do Asilo Padre Cacique é também reafirmar esse legado. Esta instituição nasceu de uma inspiração de acolhimento e segue viva porque muitas pessoas continuam acreditando que cuidar dos idosos é uma responsabilidade de todos nós”, afirmou Brozoza.

Doações

O Asilo Padre Cacique recebe doações para a manutenção de suas atividades. Donativos podem ser entregues diretamente na sede da instituição, localizada na Avenida Padre Cacique, 1178, bairro Menino Deus, em Porto Alegre, diariamente, das 7h às 20h. Também é possível contribuir por meio da plataforma digital de arrecadação disponibilizada pela entidade.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 149 Visualizações
Cultura

Felipe Kuhn Braun lança livro sobre imigração luxemburguesa no dia 22

Por Jonathan da Silva 17/06/2026
Por Jonathan da Silva

O escritor e jornalista Felipe Kuhn Braun lançará o livro “Luxemburgueses no Brasil” no próximo dia 22 de junho, às 19h30min, no Centro Cultural 25 de Julho, em Porto Alegre. O evento contará com uma palestra sobre a história de Luxemburgo e sessão de autógrafos com o autor. A obra tem como objetivo apresentar ao público uma pesquisa dedicada à imigração luxemburguesa no país, resgatando trajetórias familiares e destacando a contribuição dessas comunidades para a formação social e cultural brasileira. O ingresso para participar será a doação de 1 kg de alimento não perecível.

O livro aborda a imigração luxemburguesa desde as origens históricas do território de Luxemburgo, passando pelas partilhas territoriais e pelos movimentos migratórios que levaram milhares de pessoas a diferentes regiões do mundo, incluindo o Brasil.

Realizado com o apoio da Associação dos Cidadãos Luxemburgueses no Brasil (Aclux), a obra apresenta informações sobre famílias pioneiras e busca recuperar aspectos da presença luxemburguesa no país. Ao longo de suas 160 páginas, a publicação reúne listas de imigrantes, dados sobre descendências e registros da contribuição dessas comunidades para a sociedade brasileira.

Segundo a pesquisa, muitos desses imigrantes se estabeleceram principalmente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Minas Gerais também é contemplado na obra em razão da fundação da empresa Belgo-Mineira, que teve participação de imigrantes luxemburgueses.

Quem é Felipe Kuhn Braun

Natural de Novo Hamburgo e nascido em 1987, Felipe Kuhn Braun iniciou suas pesquisas em 2001. Formou-se em Jornalismo pela Universidade Feevale, em 2010, e construiu sua trajetória como pesquisador voltado à história da imigração e à genealogia no sul do Brasil.

Com o lançamento de Luxemburgueses no Brasil, o autor chega à marca de 35 livros publicados sobre história regional e imigração, áreas às quais tem se dedicado ao longo de sua carreira.

Evento de lançamento

Além do lançamento da obra, a programação prevê uma palestra ministrada por Felipe Kuhn Braun sobre a história de Luxemburgo e os processos que marcaram a imigração luxemburguesa. Na sequência, o público poderá participar da sessão de autógrafos promovida durante o evento.

Serviço

  • O quê: Palestra e lançamento do livro Luxemburgueses no Brasil, com o escritor e jornalista Felipe Kuhn Braun
  • Quando: 22 de junho, segunda-feira, às 19h30min
  • Onde: Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre (Rua Germano Petersen Júnior, 250, bairro Auxiliadora, Porto Alegre)
  • Quanto: Ingresso mediante doação de 1 kg de alimento não perecível; o livro estará à venda por R$ 80,00

Ficha técnica

  • Livro: Luxemburgueses no Brasil
  • Autor: Felipe Kuhn Braun
  • Categoria: Não ficção (História, Imigração e Genealogia)
  • Editora: Z Multi Editora
  • Número de páginas: 160
  • Realização: Associação dos Cidadãos Luxemburgueses no Brasil (Aclux)
Foto: Homero Schuch/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2026 0 Comentários 136 Visualizações
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