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governo federal

Política

Amvarp apoia carta da Famurs ao governo federal por ajuda ao agronegócio

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) decidiu, nesta segunda-feira (16), apoiar e assinar conjuntamente um manifesto elaborado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) ao governo federal, cobrando ações emergenciais para socorrer produtores rurais afetados pela crise no agronegócio. A deliberação ocorreu durante assembleia na sede da Famurs, em Porto Alegre, com a participação de prefeitos e lideranças de diversas regiões do estado.

O presidente da Amvarp e prefeito de Sinimbu, Nestor Ellwanger (PP), afirmou que o momento exige união dos gestores municipais. “O que vimos hoje em Porto Alegre é uma pequena mostra da situação, que é desesperadora no interior. Se não fizermos nada, iremos assistir a um verdadeiro colapso na produção rural e um caos social em nossa região, por conta da crise que será gerada no agronegócio”, enfatizou Ellwanger.

Segundo o dirigente, o documento da Famurs, com cinco páginas, detalha propostas para a reconstrução do setor. Entre as medidas sugeridas está o parcelamento das dívidas dos produtores em até 20 anos, com carência inicial, por meio da securitização. “Isso não é um favor, é uma necessidade, é justiça com quem carrega o Brasil nas costas, que são os trabalhadores e trabalhadoras do campo”, acrescentou o presidente da Amvarp.

Medida provisória de emergência

A presidente da Famurs e prefeita de Nonoai, Adriane Perin de Oliveira (PP), destacou a importância da mobilização conjunta das associações municipais. A gestora afirmou que o governo federal precisa editar uma medida provisória de emergência para garantir a manutenção da atividade rural e a segurança alimentar no país. “Não abriremos mão dessa pauta, porque sabemos que quem produz no campo precisa de condições para se reerguer e continuar gerando alimento e desenvolvimento”, ressaltou Adriane.

Mobilização continua em Vera Cruz

O próximo encontro da Amvarp está marcado para quarta-feira, 18 de junho, durante a Feira da Produção, em Vera Cruz. Na ocasião, os 17 prefeitos dos municípios associados devem assinar formalmente o documento, que será enviado à Presidência da República. “Nossa luta não acaba aqui. Estamos juntos e ao lado dos produtores rurais para que juntos possamos garantir a continuidade da atividade no campo em nossa região e estado”, salientou o presidente Ellwanger.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 358 Visualizações
Variedades

Amprotabaco convoca audiência para discutir posição do Brasil na COP-11

Por Jonathan da Silva 16/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) realizará uma audiência pública no dia 9 de julho, no Plenário do Anexo II da Câmara dos Deputados, em Brasília, para discutir o posicionamento oficial do Brasil na 11ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (COP-11), que será realizada em novembro, em Genebra, na Suíça. A mobilização, liderada pela entidade, contará com a participação de prefeitos, vereadores e representantes da cadeia produtiva do tabaco dos três estados do sul do país e da Bahia.

De acordo com o presidente da Amprotabaco, Gilson Becker, o objetivo é cobrar transparência sobre o posicionamento do Brasil e garantir que representantes do setor produtivo tenham acesso às discussões da conferência promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU). “Precisamos ter certeza de qual será a posição do Brasil durante a realização da COP-11, assim como garantir que o setor produtivo, representado pelos municípios, indústria e produtores, tenha oportunidade de acompanhar a realização da conferência”, afirmou o dirigente da entidade.

Produtos com tabaco aquecido e dispositivos eletrônicos preocupam

Entre os temas de interesse da cadeia produtiva que devem ser debatidos na conferência estão a regulamentação dos produtos com tabaco aquecido e dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs). “São questões que têm impacto direto na região, pois estão ligadas à venda de produtos irregulares e ilegais no Brasil. Queremos saber como será a participação do país durante a COP, pois tudo que se decide neste momento passa a valer como regra nos países que participam da convenção”, pontuou Becker.

Participação de ministérios e entidades

A audiência pública foi proposta à Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, a partir de requerimento do deputado federal Rafael Pezenti (MDB-SC). A mobilização começará ainda na manhã da quarta-feira, 9 de julho, com encontros entre lideranças das regiões produtoras.

Estão previstas as participações dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; das Relações Exteriores; e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). Também devem participar representantes da Câmara Setorial do Tabaco, da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), dos sindicatos SindiTabaco-RS e SindiTabaco-BA, da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), dos governos estaduais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além das Assembleias Legislativas dos três estados do sul.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2025 0 Comentários 391 Visualizações
Cidades

Produtores rurais pedem até dez anos para pagar dívidas em audiência pública

Por Jonathan da Silva 16/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) propôs o parcelamento das dívidas dos produtores rurais em até dez anos durante uma audiência pública realizada na sexta-feira (13), em Santa Cruz do Sul. A reunião foi organizada em conjunto com a Prefeitura santa-cruzense e teve como objetivo discutir os impactos das mudanças climáticas e da crise econômica sobre o setor primário da região.

O presidente da Amvarp, Nestor Ellwanger, afirmou que é necessário buscar uma renegociação com prazos mais longos. “Como presidente da Amvarp, me coloco ao lado dos produtores rurais do Vale do Rio Pardo, que enfrentam uma crise severa provocada por fatores climáticos e econômicos. Precisamos agir com firmeza e união. É fundamental buscarmos a renegociação das dívidas dos produtores, com prazos mais longos e condições justas. Nossa sugestão é que haja um parcelamento em 10 anos para que tenhamos fôlego no campo”, pontuou Ellwanger.

Alternativas de financiamento

O secretário estadual da Agricultura, Edivilson Brum, mencionou como possível solução o uso do Fundo Social do Pré-Sal. “Governo federal não quer ouvir falar em securitização da agricultura. A saída mais prática é utilizarmos o fundo social do Pré-Sal, que em 20 anos poderá chegar a um trilhão de Reais”, ponderou Brum.

Mobilização política

A deputada estadual Kelly Moraes (PL) reforçou a necessidade de articulação em Brasília. “O Governo Federal não escuta pouquinho, escuta um montante, por isso precisamos fazer o engajamento a esta luta em Brasília”, afirmou a parlamentar.

O deputado federal Marcelo Moraes (PL) complementou que a luta transcende o agronegócio. “Essa não é uma luta dos agricultores, mas sim, de todos nós gaúchos e gaúchas. Por isso que precisamos estar juntos, pois há cinco anos enfrentamos de forma consecutiva problemas climáticos, primeira estiagem depois a enchente de 2024 e não há mais possibilidade de prorrogar esta situação”, reforçou o deputado.

Carta de Santa Cruz

O prefeito de Santa Cruz do Sul, Sérgio Moraes (PL), anunciou que será elaborada uma carta com as demandas discutidas, a ser enviada ao governo federal. “Hoje no Brasil se inverteram os processos, sabe porquê? Atualmente, 50 milhões trabalham e outros 150 milhões de pessoas vivem deste esforço. Vamos à luta, porque eles podem tirar a nossa paz e esperança, mas a nossa valentia ninguém irá tirar. Estamos sendo penalizados porque vocês querem trabalhar, e isto não é uma vontade do governo federal”, criticou o chefe do executivo santa-cruzense.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2025 0 Comentários 324 Visualizações
Cidades

Prefeito de Canela apresenta demandas da saúde ao ministro Alexandre Padilha

Por Jonathan da Silva 12/06/2025
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Canela, Gilberto Cezar (PSDB), esteve nesta semana em Brasília para uma reunião com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. De acordo com a administração canelense, o objetivo do encontro foi apresentar demandas prioritárias do município relacionadas ao fortalecimento da atenção básica e às ações de vigilância em saúde.

Entre os pedidos apresentados pelo chefe do executivo de Canela, está a solicitação de aprovação da Portaria de Habilitação para o credenciamento de 11 novos Agentes de Saúde e Combate às Endemias (ACE), medida voltada à intensificação do controle e prevenção de doenças no município.

Durante o encontro, o prefeito também solicitou apoio financeiro e técnico ao Hospital de Caridade de Canela (HCC), destacando a necessidade de garantir a sustentabilidade da instituição diante do aumento da demanda por serviços.

Projetos de ampliação da rede municipal

Além das demandas imediatas, Gilberto Cezar apresentou dois projetos de expansão da rede de saúde municipal: a construção de uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) no bairro Canelinha e a habilitação da UBS no bairro Leodoro de Azevedo. “Estamos empenhados em garantir que nossa população tenha acesso a um sistema de saúde cada vez mais estruturado e próximo das comunidades. Por isso, buscamos o apoio direto do Ministério da Saúde para viabilizar essas melhorias”, afirmou o prefeito.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2025 0 Comentários 397 Visualizações
Política

Prefeito de Montenegro cobra agilidade em obras durante reunião com ministro

Por Jonathan da Silva 11/06/2025
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Montenegro, Gustavo Zanatta (Republicanos), participou nesta terça-feira (10) da segunda reunião do Conselho de Monitoramento das Ações e Obras para Reconstrução do Rio Grande do Sul, realizada em Porto Alegre. O encontro contou com a presença do ministro-chefe da Casa Civil do governo federal, Rui Costa, que apresentou dados sobre os investimentos federais destinados ao estado após as enchentes de 2024.

Durante a reunião, o prefeito Zanatta cobrou mais rapidez da União na execução dos projetos de prevenção às cheias. “O plano prevê que os projetos para reduzir os impactos das cheias estejam concluídos daqui a quatro ou cinco anos. Ministro, esse tempo precisa ser muito menor! Nossa população não pode ficar esse tempo com medo de uma nova enchente”, enfatizou o chefe do executivo montenegrino.

Ministro repassa responsabilidade ao estado

Em resposta ao prefeito de Montenegro, o ministro Rui Costa disse compreender a preocupação, mas afirmou que o cronograma criticado foi elaborado pelo governo estadual.

Vice-governador se posiciona

O vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, que também esteve presente na reunião, explicou que os projetos exigem Relatórios de Impacto Ambiental, que geralmente levam pelo menos um ano para serem concluídos. Segundo Souza, no entanto, diante da situação de calamidade já vivida, haverá esforço para reduzir esse prazo dentro do possível.

Vice-governador Gabriel Souza e o ministro Rui Costa

Fotos: Joel Vargas/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2025 0 Comentários 417 Visualizações
Cidades

Ministro da Casa Civil visita obras de dique em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 11/06/2025
Por Jonathan da Silva

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, visitou Novo Hamburgo nesta terça-feira (10) para acompanhar o andamento das obras no dique do bairro Santo Afonso. Acompanhado pelo prefeito Gustavo Finck (PP) e pelo secretário extraordinário para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Maneco Hassen, o ministro também verificou o processo de retirada das casas construídas sobre a estrutura. Esta foi a primeira vez que um ministro esteve oficialmente em visita à cidade.

Segundo a Prefeitura de Novo Hamburgo, a obra no dique do bairro Santo Afonso é considerada a maior intervenção para restabelecimento do Rio Grande do Sul em termos de recursos repassados pela Defesa Civil. Atualmente, 55% da estrutura está concluída. Parte relevante do material granular foi substituída por argila, e a cota do dique está sendo elevada para igualar a altura da estrutura no lado de São Leopoldo.

No entanto, a continuidade dos trabalhos depende da retirada das residências construídas sobre o dique. Durante a visita, o ministro percorreu a estrutura até a área com ocupações habitacionais e reforçou o compromisso do governo federal com a realocação das famílias. “Você pode ter certeza que as famílias que estão aqui vão para uma casa nova, uma casa segura, onde elas não correm risco. E, ao saírem, vai permitir recompor esse barramento, protegendo milhares de pessoas”, afirmou o ministro Rui Costa.

Prefeito solicita agilidade na liberação de recursos

Durante o ato, o prefeito Gustavo Finck agradeceu o apoio do governo federal e reforçou o pedido por celeridade na liberação de recursos para viabilizar o programa Compra Assistida, que garante moradia alternativa às famílias que precisam deixar o local. “Queremos agradecer o apoio para que consigamos entregar o Compra Assistida para essas famílias que precisam sair de cima do dique. E pedimos também o apoio para complementar as obras e fazer essa retirada, pois as pessoas foram muito afetadas”, afirmou o chefe do executivo hamburguense.

Em resposta, o ministro Rui Costa garantiu que o governo federal irá viabilizar os recursos necessários para a execução do programa e continuidade das obras no município.

Passagem pela Casa de Bombas

A comitiva também esteve na Casa de Bombas e na passarela da Rua Carlos Afonso Braunger, pontos que integram o conjunto de intervenções em curso para a contenção de cheias e segurança da população da região.

Autoridades regionais acompanham vistoria

Além da comitiva federal e do prefeito hamburguense, participaram da visita o deputado federal Paulo Pimenta (PT), o deputado estadual Miguel Rossetto (PT), os prefeitos de Estância Velha, Diego Francisco (PSDB), e de São Leopoldo, Heliomar Franco (PL), além do secretário municipal de Obras Públicas e Infraestrutura de Novo Hamburgo, Eroni dos Santos.

Fotos: Weslei Fillmann/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2025 0 Comentários 1,9K Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis solicita complementação de recursos para vítimas das enchentes

Por Jonathan da Silva 05/05/2025
Por Jonathan da Silva

O vice-prefeito de Nova Petrópolis, Alexandre da Silva, participou de uma reunião na sede da Caixa Econômica Federal (CEF) no dia 28 de abril, em Caxias do Sul, para tratar da complementação de recursos do Programa Minha Casa Minha Vida Reconstrução, do Governo Federal. A iniciativa visa atender famílias que perderam suas casas durante as enchentes no Rio Grande do Sul e garantir que permaneçam no município.

Acompanhado pelo deputado estadual Elton Weber (PSB), o vice-prefeito nova-petropolitano se reuniu com o superintendente da Rede SR Serra Gaúcha/RS da Caixa, Márcio Aurélio Reolon. O encontro teve como objetivo buscar alternativas para ajustar o enquadramento das famílias à realidade de Nova Petrópolis, evitando que sejam realocadas para outras cidades.

Segundo Alexandre da Silva, os valores atualmente disponibilizados pela Caixa são insuficientes para a compra de imóveis no município. A administração municipal busca, portanto, um reforço nos recursos federais para garantir que as famílias permaneçam em sua cidade de origem. “O esforço é parte de uma mobilização mais ampla para garantir justiça e dignidade às vítimas das enchentes, em um momento de reconstrução e recuperação para o Município”, afirmou o vice-prefeito.

Compra Assistida é principal alternativa usada no estado

De acordo com o diretor da Defesa Civil de Nova Petrópolis, Lucas Gustavo Attmann, a principal modalidade utilizada do programa é a Compra Assistida, que prevê um valor de R$ 200 mil por família para aquisição de imóveis já existentes. “Seria a compra de um apartamento, de um conjugado, e não a compra de um terreno para começar a construir um imóvel. É uma das possibilidades do programa que mais recursos oferece às famílias atingidas pelas enchentes”, afirmou Attmann.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2025 0 Comentários 481 Visualizações
Política

Fiergs saúda decisão do governo federal em ampliar prazo para adaptação à NR-1

Por Jonathan da Silva 25/04/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs saudou a decisão do Ministério do Trabalho e Emprego de conceder um prazo de um ano para que as empresas se adaptem à nova redação da Norma Reguladora nº 1 (NR-1), que estabelece diretrizes gerais para segurança e saúde no trabalho. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (24), durante reunião em Brasília com entidades do setor produtivo, incluindo a Fiergs. A aplicação de autuações pela nova norma, inicialmente prevista para começar em 26 de maio de 2025, foi adiada para após maio de 2026.

Coordenador do Conselho de Relações do Trabalho (Contrab) do Sistema Fiergs, Guilherme Scozziero participou da reunião com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e afirmou que o prazo estendido é essencial para que as empresas compreendam e apliquem corretamente as exigências da nova norma. “Fomos uma das quatro federações convocadas para a reunião, mostrando a força da Fiergs, e alertarmos o ministério sobre a sensibilidade dessa questão em razão da subjetividade presente na norma. As empresas querem cumprir a lei, mas não sabem como fazer isso. Por isso, o maior prazo é essencial para que se possa compreender as exigências e fazer a aplicação correta”, ressaltou Scozziero.

Fiergs prepara ações de orientação no estado

A Fiergs vinha apontando, desde o anúncio da atualização da NR-1, que a nova redação gerava dúvidas entre indústrias e sindicatos, com trechos considerados genéricos e de difícil aplicação prática. A entidade anunciou que promoverá eventos no interior do Rio Grande do Sul com o objetivo de orientar sindicatos e empresas sobre a nova norma.

De acordo com o ministro Luiz Marinho, a aplicação da nova NR-1 será inicialmente educativa, com foco na orientação das empresas. Um guia explicativo será publicado e um grupo de trabalho será criado para acompanhar a implementação e esclarecer dúvidas do setor.

Foto: Matheus Itacaramby/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2025 0 Comentários 455 Visualizações
Saúde

São Leopoldo recebe sete novos médicos pelo programa Mais Médicos

Por Jonathan da Silva 23/04/2025
Por Jonathan da Silva

Sete profissionais vinculados ao Programa Mais Médicos começaram a atuar nesta semana nas unidades básicas de saúde (UBSs) de São Leopoldo. A secretária da Saúde, Kelbe Gonçalves, recebeu o grupo em seu gabinete e apresentou as diretrizes da atenção básica na rede pública do município. Os novos médicos foram designados para atender nas UBSs Vicentina, Materno Infantil, Rio Branco, Santo Dumont, Imigrante e Rio dos Sinos (com dois profissionais alocados nesta última).

chegada do grupo tem como objetivo fortalecer os serviços da atenção primária, considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). “Vocês terão uma função estratégica atendendo nos bairros e cuidando da atenção básica, nossa porta de entrada no Sus. Tenho certeza que a população ficará muito agradecida e, de outra parte, que vocês aprenderão muito com esse convívio”, afirmou a a secretária Kelbe durante o encontro com os profissionais.

O que é o Programa Mais Médicos

O Programa Mais Médicos é uma política pública federal voltada à ampliação e qualificação do atendimento no SUS, com foco na atenção básica. A proposta é garantir maior presença de profissionais em regiões com déficit de cobertura médica, além de incentivar a criação de vínculos entre médicos, pacientes e comunidades.

Foto: Romeu Finato/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/04/2025 0 Comentários 636 Visualizações
Ensino

Prouni completa 20 anos na Feevale com mais de 3,8 mil estudantes formados

Por Jonathan da Silva 15/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale completou recentemente 20 anos de participação no Programa Universidade para Todos (Prouni), com 3.862 estudantes formados por meio de bolsas de estudo oferecidas a alunos de baixa renda. Desde 2005, o programa federal tem possibilitado o acesso ao ensino superior privado, e na Feevale, o impacto é destacado pelo alcance social e pelas oportunidades geradas aos beneficiários.

A coordenadora do Núcleo de Apoio ao Estudante da Feevale, Carla Lanzer, afirma que o Prouni transformou o perfil estudantil da universidade. “O programa permite que alunos de baixa renda tenham acesso a cursos superiores, transformando o perfil estudantil da universidade. A contribuição mais notável é a inclusão social e a diversidade, pois antes do Prouni, muitos jovens não tinham acesso ao ensino superior, seja pela falta de recursos ou pela ausência de programas de apoio”, salienta Carla.

De acordo com a pró-reitora de Ensino da Feevale, Maria Cristina Bohnenberger, o programa representa a possibilidade de um futuro profissional a muitos alunos. “Para estas pessoas, a trajetória acadêmica permitiu que construíssem um futuro pautado no desenvolvimento de um conjunto de competências que lhes permite atuar em diversos espaços promovendo o crescimento social, econômico e, por vezes, cultural em diversas esferas da sociedade”, ressalta Maria Cristina.

Ex-alunas destacam impacto do programa

A trajetória de duas egressas do curso de Psicologia da Feevale, Carmem Giongo e Juliana Naumann, é citada como exemplo dos efeitos do Prouni. Ambas ingressaram na universidade em 2005. Atualmente, Carmem é professora na própria Feevale. “Sou filha de agricultores e, na época, meus pais tinham uma condição de vida muito difícil. Seria inviável pagarem uma universidade particular. O Prouni possibilitou que eu realizasse o sonho de ingressar no ensino superior”, conta Carmem.

A docente afirma que aproveitou todas as oportunidades durante a graduação. “Sempre aproveitei todas as oportunidades, fui bolsista de extensão, pesquisa, e até viajei para o Canadá com bolsa. Na época, morava numa pensão e trabalhava à noite para pagar os custos de moradia, mas valeu cada esforço. Hoje, sou professora na Universidade que me deu a chance de estudar, e isso é muito gratificante”, relata Carmem.

A professora relembra ainda que foi uma das primeiras bolsistas do programa na instituição. “Fui uma das primeiras bolsistas do Prouni na Feevale, e hoje sou professora da Instituição. Essa jornada de aluna a professora é algo muito especial para mim, especialmente porque a educação foi o que transformou minha vida”, destaca Carmem.

Juliana Naumann, que hoje atua como inspetora de polícia na Polícia Civil do Rio Grande do Sul, também enfatiza a importância do programa. “Eu sempre fui uma boa aluna, mas não tinha condições financeiras para estudar numa universidade particular. O Prouni me deu a oportunidade de estudar na Feevale, e isso foi fundamental para minha evolução profissional”, salienta Juliana.

A inspetora aponta que a vivência universitária ultrapassa a formação técnica. “O diploma universitário representa crescimento e transformação. Ele abriu muitas portas para mim, não apenas para o mercado de trabalho, mas também para uma nova visão de mundo”, enfatiza Juliana.

Ambiente universitário mais plural

Carmem destaca que a presença de alunos do Prouni contribui para tornar a universidade mais representativa da diversidade social. “O Prouni possibilita a inclusão de pessoas que, sem ele, talvez nunca tivessem tido oportunidades de acesso à educação superior. Isso cria um ambiente universitário democrático, inclusivo, com diversidade e alinhado às demandas de diferentes grupos sociais”, avalia a docente.

Juliana complementa que o programa é essencial para democratizar o ensino superior. “O Prouni é fundamental para a democratização do acesso à educação superior, porque possibilita que pessoas como eu, que vieram de escolas públicas e de famílias com baixo poder aquisitivo, acessem o direito à educação e cresçam profissionalmente”, afirma a inspetora.

Orientação aos futuros estudantes

Carmem aconselha que estudantes busquem o programa como forma de alcançar novos espaços. “Busque informações, se inscreva, converse com pessoas que estão inseridas no mercado e se dedique. O Prouni é uma oportunidade única que vai te levar a lugares que você nunca imaginou chegar”, afirma a professora.

Juliana finaliza destacando o valor da experiência proporcionada. “Vale a pena. Mesmo com as dificuldades, o resultado e a experiência que o Prouni proporciona são incomparáveis”, conclui a inspetora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/04/2025 0 Comentários 524 Visualizações
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