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governo federal

Política

ACI pede flexibilização de regra de empregos do programa Brasil Soberano

Por Jonathan da Silva 24/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) solicitou ao Ministério da Fazenda a flexibilização da exigência de manutenção ou ampliação de empregos para empresas que contrataram operações do Programa BNDES Brasil Soberano Crédito Emergencial em 2025. O pedido foi encaminhado nesta terça-feira (22), ao ministro da Fazenda, Dario Carnevalli Durigan, e também enviado ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, e ao ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Fernando Elias Rosa.

A entidade pede que a exigência seja revista de forma excepcional para as operações contratadas em 2025 que ainda estejam dentro do período de aferição. A solicitação considera mudanças na regulamentação do programa e as condições econômicas enfrentadas por empresas de diferentes setores, especialmente aquelas com maior exposição ao comércio exterior.

Regras para manutenção de empregos

A ACI relata que a Portaria MF nº 1.861, de 22 de agosto de 2025, estabeleceu a obrigação de manutenção ou ampliação dos empregos nas operações contratadas no âmbito do programa, além de definir os efeitos do eventual descumprimento. Posteriormente, a Portaria MF nº 1.119, de 24 de abril de 2026, alterou a regulamentação e manteve o acompanhamento da cláusula, incluindo a previsão de envio periódico de informações pelo BNDES ao Ministério da Fazenda.

A preocupação expressa pela entidade é de que empresas que contrataram o programa em 2025 continuem submetidas ao compromisso durante o período de aferição, enquanto o atual Programa BNDES Brasil Soberano Competitividade, retomado em 2026, não prevê cláusula de manutenção de empregos.

A associação afirma reconhecer a preservação dos postos de trabalho como um dos objetivos das políticas públicas de apoio ao setor produtivo. Ao mesmo tempo, argumenta que a situação econômica de determinados segmentos pode exigir ajustes temporários nos quadros de funcionários para manter as empresas em funcionamento e preservar a maior quantidade possível de empregos no médio e longo prazo.

Impactos sobre as empresas

Segundo a ACI-NH/CB/EV/DI/IV, empresas afetadas pela redução de pedidos, mudanças nos mercados internacionais, impactos tarifários, oscilações cambiais, aumento de custos e retração temporária da demanda podem ter dificuldades para manter a média histórica de empregados exigida pelo programa.

A entidade ressalta que essas situações podem ocorrer mesmo quando as empresas permanecem em atividade, cumprem regularmente suas obrigações financeiras e utilizam os recursos contratados de acordo com a finalidade prevista.

Nesse contexto, a associação considera necessário avaliar se a exigência aplicável às operações de 2025 pode receber tratamento excepcional diante da conjuntura econômica atual e das mudanças no desenho do Plano Brasil Soberano em 2026.

Pedido de revisão

A ACI solicita ao Ministério da Fazenda que avalie a possibilidade jurídica e operacional de revisar ou flexibilizar excepcionalmente a exigência para as operações contratadas em 2025 que ainda estejam sujeitas ao período de aferição. O pedido considera que a Portaria MF nº 1.861/2025 estabeleceu originalmente o compromisso de manutenção ou ampliação dos empregos e que a Portaria MF nº 1.119/2026 posteriormente alterou a regulamentação.

Solicitamos, ainda, que sejam avaliados os efeitos aplicáveis às empresas que, por razões conjunturais devidamente demonstradas, não consigam manter integralmente a média de empregos prevista, especialmente quanto à eventual perda do benefício financeiro associado às operações”, afirma o presidente da ACI-NH/CB/EV/DI/IV, Robinson Oscar Klein, que assina o documento.

De acordo com o dirigente, a proposta não pretende retirar o objetivo social e econômico do programa Brasil Soberano, mas adequar a aplicação da exigência às condições enfrentadas pelo setor produtivo.

Entre as alternativas apresentadas pela entidade estão a criação de uma margem de tolerância, a análise individualizada de situações excepcionais, a consideração da trajetória de recuperação dos empregos e a concessão de prazo adicional para recomposição dos postos de trabalho, caso não seja possível afastar integralmente a exigência.

Foto: Laysa Silva/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
24/09/2026 0 Comentários 50 Visualizações
Cidades

Vera Cruz tem Situação de Emergência reconhecida pelo Governo Federal

Por Jonathan da Silva 26/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Governo Federal reconheceu, nesta quarta-feira (26), a Situação de Emergência decretada por Vera Cruz em razão das chuvas intensas e dos vendavais registrados em julho. Os eventos provocaram danos em residências, propriedades rurais, estradas, acessos e estruturas públicas de diferentes regiões do município. O reconhecimento permite à Prefeitura avançar no encaminhamento de medidas de recuperação, buscar a liberação de maquinário e habilita trabalhadores que atendam aos critérios ao Saque Calamidade do FGTS.

A Situação de Emergência havia sido decretada pelo município em 3 de agosto, por meio do Decreto Municipal nº 8.014, após levantamento dos danos e prejuízos realizado pela Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil. O decreto tem vigência de 180 dias.

Alerta climático antecedeu chuvas

Antes dos eventos de julho, o município já havia adotado medidas de preparação para um cenário de maior instabilidade climática. Vera Cruz editou um decreto de alerta climático com o objetivo de mobilizar a estrutura municipal e preparar os diferentes órgãos para possíveis efeitos do El Niño, diante de prognósticos e alertas divulgados por centros de monitoramento climático.

Liberação de máquinas

Com o reconhecimento federal, o Município trabalha no encaminhamento para a liberação de quatro retroescavadeiras e uma motoniveladora recebidas por meio de emendas parlamentares. A disponibilização dos equipamentos estava impedida em razão das restrições do período eleitoral.

Para o prefeito e coordenador da Defesa Civil, Gilson Becker (PSD), a homologação permite avançar na liberação dos equipamentos. “Com o reconhecimento da nossa Situação de Emergência pelo Governo Federal, já estamos encaminhando a liberação de quatro retroescavadeiras e uma motoniveladora que recebemos por meio de emendas parlamentares e que estão impedidas de serem disponibilizadas em razão das restrições do período eleitoral. São equipamentos que chegam em um momento em que precisamos ampliar nossa capacidade de trabalho, tanto para recuperar estradas, acessos e estruturas atingidas pelas chuvas quanto para executar ações de prevenção e mitigação. Nosso período de alerta climático continua e precisamos aproveitar todas as ferramentas disponíveis para tornar Vera Cruz cada vez mais preparada para enfrentar esses eventos”, comentou o chefe do executivo santa-cruzense.

Saque Calamidade do FGTS

O reconhecimento federal também habilita Vera Cruz ao Saque Calamidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A partir desta quinta-feira, 27 de agosto, trabalhadores que atendam aos critérios estabelecidos poderão encaminhar a solicitação junto à Caixa Econômica Federal.

O valor disponível é de até R$ 6.220 por conta vinculada, limitado ao saldo existente. O prazo para solicitação vai até 24 de novembro, sem previsão legal de prorrogação.

Para o secretário da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, Wellington Rodrigues, o reconhecimento permite transformar o trabalho realizado após os eventos de julho em medidas destinadas à população e ocorre enquanto o Município mantém a preparação para possíveis novos eventos. “O reconhecimento federal é importante porque transforma o trabalho técnico realizado desde o desastre em medidas concretas para a população, como o Saque Calamidade do FGTS, que permite a solicitação até 24 de novembro, sem previsão legal de prorrogação. Além disso, amplia a capacidade de encaminhar ações de recuperação e mitigação, justamente quando recebemos um novo Aviso Hidrometeorológico da Defesa Civil Estadual, colocando nossa região sob atenção nos próximos dias, com previsão de volumes elevados de chuva e possibilidade de temporais”, comentou Rodrigues.

Previsão de chuva e temporais

O Aviso Hidrometeorológico nº 15/2026, emitido pela Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, tem vigência de 27 a 30 de agosto e indica possibilidade de tempestades, chuva forte a intensa, granizo e rajadas de vento que podem superar pontualmente os 90 km/h.

Para sábado e domingo, 29 e 30 de agosto, o documento chama atenção especialmente para as regiões dos Vales e Nordeste do estado. A previsão indica possibilidade de chuva intensa e volumosa, com volumes de 100 milímetros em seis horas e/ou 150 milímetros em 24 horas, além de risco de tempestades severas, queda de granizo e rajadas de vento superiores pontualmente a 90 km/h.

A previsão também aponta possibilidade de alterações no cenário hidrológico devido às chuvas volumosas previstas para a metade norte do estado. Entre os riscos estão cheias com extravasamento de arroios e pequenos rios, enxurradas, alagamentos em áreas urbanas e elevações significativas dos níveis de rios maiores.

A Defesa Civil de Vera Cruz permanece em estado de atenção e acompanha as atualizações dos órgãos oficiais de monitoramento, mantendo a articulação com as estruturas municipais para eventual necessidade de resposta.

A orientação à população é acompanhar os canais oficiais do município e da Defesa Civil, evitar áreas sujeitas a alagamentos e enxurradas durante períodos de chuva intensa e redobrar os cuidados durante temporais e rajadas de vento.

A Situação de Emergência permanece vigente por 180 dias, enquanto o município mantém ações de prevenção e preparação, acompanha as condições meteorológicas e trabalha na recuperação da infraestrutura atingida e na ampliação da capacidade de resposta a novos eventos adversos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2026 0 Comentários 167 Visualizações
Política

ACI pede ao governo medidas para reduzir impactos das apostas esportivas

Por Jonathan da Silva 03/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI) encaminhou uma carta ao vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, nesta segunda-feira (3), solicitando a adoção de medidas para enfrentar os impactos econômicos e sociais da expansão das apostas esportivas no Brasil. No documento, a entidade propõe o fortalecimento da regulamentação do setor, maior controle sobre plataformas de apostas e campanhas permanentes de conscientização sobre os riscos da atividade.

Segundo a ACI, o avanço das apostas eletrônicas, conhecidas popularmente como bets, tem provocado o deslocamento da renda das famílias para esse mercado, reduzindo recursos tradicionalmente destinados ao comércio, aos serviços, à indústria, ao lazer, à educação e à formação de patrimônio. A entidade afirma que o cenário se soma aos desafios econômicos enfrentados pelo setor produtivo.

Dados apontam endividamento e influência da publicidade

Na carta, a ACI cita estudo do Procon-SP segundo o qual 39,7% dos apostadores brasileiros afirmaram ter se endividado em razão das apostas eletrônicas. O levantamento também aponta que 52,4% comprometeram parcela significativa da renda, recorrendo inclusive a empréstimos ou aplicações financeiras para continuar apostando, enquanto 56,6% disseram ser influenciados por publicidade e campanhas com celebridades.

O documento também menciona estudos que indicam que 3,4% da população brasileira apresentam baixo risco de desenvolver transtorno do jogo, 2,6% estão em risco moderado e 0,8% são classificados como jogadores problemáticos. Entre as consequências apontadas estão ansiedade, depressão, estresse, isolamento social, perda de produtividade, conflitos familiares e comprometimento da saúde mental.

Reflexos para empresas

De acordo com a entidade, empresas têm relatado aumento nos pedidos de adiantamento salarial, crescimento do endividamento de trabalhadores, redução do poder de compra dos consumidores e queda na demanda por bens e serviços.

A ACI também cita estimativas da Confederação Nacional do Comércio (CNC), segundo as quais as apostas esportivas retiraram cerca de R$ 143 bilhões do varejo brasileiro entre 2023 e março de 2026, contribuindo para o aumento da inadimplência e afetando diferentes setores da economia.

Propostas ao governo federal

Embora reconheça a legalidade das apostas quando realizadas dentro da legislação vigente, a entidade defende que a dimensão alcançada pelo setor exige ações coordenadas do poder público. Entre as medidas sugeridas estão o fortalecimento da regulamentação e da fiscalização, restrições mais rigorosas à publicidade direcionada ao público vulnerável, especialmente jovens, mecanismos de prevenção, diagnóstico e tratamento da ludopatia, campanhas nacionais permanentes de conscientização, realização de estudos periódicos sobre os impactos econômicos e sociais, aperfeiçoamento dos mecanismos de identificação de apostadores vulneráveis e de autoexclusão, além da discussão de medidas para reduzir o comprometimento da renda familiar com apostas.

O presidente da ACI, Robinson Klein, afirma que a resposta ao problema deve envolver diferentes esferas do poder público. “Entendemos que o enfrentamento desse problema demanda atuação conjunta dos ministérios, do Congresso Nacional, dos órgãos reguladores e da sociedade civil. A velocidade com que esse mercado se expandiu exige igual rapidez na construção de políticas públicas capazes de impedir que o Brasil enfrente um processo crescente de deterioração econômica e social decorrente da dependência em jogos de aposta”, afirma Klein.

O diretor da ACI, Fauston Saraiva, destaca que a entidade pretende participar das discussões sobre o tema. “A ACI coloca-se à disposição para contribuir com esse debate, participando de grupos de trabalho, audiências e iniciativas voltadas à construção de soluções equilibradas, capazes de proteger as famílias brasileiras, fortalecer o setor produtivo e preservar o desenvolvimento econômico sustentável do País”, conclui Saraiva.

Foto: Magnific/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2026 0 Comentários 193 Visualizações
Política

Prefeito de Gramado busca recursos em Brasília para saúde, turismo e agricultura

Por Jonathan da Silva 20/07/2026
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Gramado, Nestor Tissot (PP), cumpriu agenda oficial em Brasília na semana passada para buscar recursos e acompanhar projetos do município nas áreas da saúde, turismo e agricultura. Acompanhado pelo secretário municipal da Saúde, Jeferson Moschen, e pelo vereador Ike Koetz (PP), o chefe do executivo participou de reuniões em ministérios e visitou gabinetes de parlamentares com o objetivo de cadastrar novos projetos e acompanhar demandas já protocoladas junto ao Governo Federal.

Durante a agenda, a comitiva esteve no Ministério da Agricultura para tratar da aquisição de máquinas agrícolas destinadas ao atendimento das estradas e propriedades do interior do município. No Ministério do Turismo, foram cadastrados projetos voltados à infraestrutura.

Saúde concentra parte das demandas

Na área da saúde, o prefeito Tissot, o secretário municipal da Saúde, Jeferson Moschen, e o vereador Ike Koetz participaram de reunião no Ministério da Saúde para reforçar o pedido de ampliação dos repasses referentes ao Teto MAC (Limite Financeiro da Assistência de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar).

Fomos muito bem recebidos nos três ministérios e acredito que após o período eleitoral, teremos resultados positivos para apresentar à nossa comunidade”, expressou o prefeito Nestor Tissot.

Projeto de R$ 8 milhões

Ainda em Brasília, o prefeito participou de uma reunião com a bancada gaúcha no Senado, ocasião em que apresentou um projeto para obtenção de R$ 8 milhões destinados ao custeio da saúde em Gramado.

Além da agenda com os senadores, a comitiva visitou gabinetes de deputados federais para solicitar apoio às demandas apresentadas pelo município.

É dessa forma que se conquista recursos, com projetos bem elaborados e com este trabalho intenso de corpo a corpo junto aos parlamentares”, concluiu o prefeito Nestor Tissot.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2026 0 Comentários 145 Visualizações
Política

Entidades enviam propostas ao governo para reduzir impactos do tarifaço

Por Jonathan da Silva 17/07/2026
Por Jonathan da Silva

Entidades empresariais do Vale do Sinos encaminharam, nesta quinta-feira (16), um documento ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin Filho, e ao ministro das Relações Exteriores, embaixador Mauro Vieira, propondo medidas para reduzir os impactos das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos às exportações brasileiras. No documento, as organizações também colocam-se à disposição para cooperar institucionalmente com o governo federal na busca de soluções para preservar a competitividade das empresas exportadoras.

As entidades afirmam que a confirmação das novas tarifas representa um desafio para a indústria nacional, o agronegócio e outros segmentos exportadores, com possíveis reflexos sobre investimentos, produção, empregos e renda em diferentes regiões do país.

Cooperação institucional

Entre as signatárias está a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), que manifesta disposição para colaborar na construção de soluções destinadas a minimizar os efeitos das medidas anunciadas pelos Estados Unidos.

No documento, a entidade informa que está preparada para participar de missões empresariais, promover a aproximação com entidades econômicas internacionais, compartilhar informações do setor produtivo e contribuir tecnicamente com iniciativas voltadas à ampliação da competitividade da economia brasileira.

As entidades também reiteram propostas já defendidas anteriormente, entre elas a intensificação das negociações diplomáticas e comerciais com o governo norte-americano para buscar a revisão das tarifas e o monitoramento permanente dos impactos econômicos decorrentes da medida, permitindo respostas rápidas aos setores afetados.

Medidas propostas

Além dessas ações, o documento apresenta novas propostas ao governo federal. As entidades afirmam que a solução não depende apenas da atuação brasileira, mas defendem medidas para reduzir os efeitos das tarifas sobre empresas exportadoras e suas cadeias produtivas.

Entre as propostas está a isenção, por tempo indeterminado, de tributos federais, como PIS, Cofins e IPI, sobre a produção destinada à exportação e às cadeias produtivas relacionadas. Segundo as entidades, a medida reduziria os custos de produção e permitiria que as empresas mantivessem preços competitivos no mercado internacional.

Outro ponto é a desoneração integral da folha de pagamento das empresas exportadoras e da cadeia produtiva, também sem prazo determinado, com foco na redução de encargos trabalhistas. De acordo com o documento, a medida contribuiria para a manutenção dos empregos e para a estabilidade econômica das regiões produtoras.

Reintegra e drawback

As entidades ainda propõem a ampliação do Programa Reintegra Especial EUA. A sugestão inclui elevar a alíquota do programa para 5% no caso de médias e grandes empresas e para 8% para micro e pequenas empresas, permitir a retroatividade dos créditos para exportações realizadas desde julho de 2024, manter a vigência enquanto perdurarem os efeitos das tarifas, criar crédito extraordinário sobre exportações destinadas aos Estados Unidos, estabelecer percentuais diferenciados para os setores mais afetados e possibilitar a utilização imediata dos créditos para compensação de tributos federais ou restituição financeira.

Segundo o documento, a alíquota atual do programa é insuficiente diante da tarifa de 50% aplicada pelos Estados Unidos. As entidades também lembram que a ampliação do Reintegra foi discutida durante missão a Brasília, em setembro de 2025, mas que o tema não avançou no Congresso Nacional.

Outra proposta é a prorrogação, por tempo indeterminado, dos prazos para exportações realizadas no regime de drawback, sem cobrança de multas ou juros para empresas afetadas pelas tarifas. Conforme o documento, em 2024, US$ 10,5 bilhões das exportações brasileiras para os Estados Unidos ocorreram por meio desse regime, e a prorrogação evitaria penalidades às empresas que não conseguirem cumprir os prazos estabelecidos.

Sem reciprocidade no momento

As entidades também defendem que o governo federal não adote medidas de reciprocidade tarifária neste momento. Em vez disso, propõem a criação de um programa emergencial e temporário de compensação para empresas exportadoras atingidas pelas tarifas. “Não precisamos responder uma tarifa com outra tarifa. Precisamos responder protegendo nossas empresas, nossos empregos e nossa capacidade de competir no mercado internacional. Cada dólar exportado representa emprego, renda e arrecadação no Brasil”, destaca o documento.

Outro encaminhamento sugerido é a instalação imediata de uma Mesa Permanente de Crise para o Comércio Exterior, reunindo representantes da Presidência da República, dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, das Relações Exteriores e da Fazenda, além do Congresso Nacional e de entidades empresariais e exportadoras. O objetivo é acompanhar a evolução do cenário, coordenar ações de enfrentamento e construir soluções conjuntas para preservar a competitividade da economia brasileira.

Entidades participantes

O documento é assinado pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), pela Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), pela Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (Aicsul), pelo Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC) e pelo Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (Sinmaqsinos).

Foto: Jannoon028/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
17/07/2026 0 Comentários 145 Visualizações
Política

Sistema Fiergs apresenta 118 propostas para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 08/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs lançou, nesta terça-feira (7), em Porto Alegre, o documento Propostas Indústria do RS, que reúne 118 proposições voltadas às esferas estadual e federal para fortalecer a competitividade da indústria e o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Elaborado pelos conselhos temáticos, comitês, sindicatos industriais e áreas técnicas da federação, o material será entregue aos pré-candidatos ao Governo do Estado com o objetivo de contribuir para a formulação de políticas públicas e para o ambiente de negócios.

Segundo a entidade, as propostas abrangem temas como infraestrutura, inovação, sustentabilidade, segurança jurídica, relações do trabalho, atração de investimentos e desenvolvimento industrial. O documento também apresenta uma pauta considerada prioritária para os governos estadual e federal.

Objetivo é contribuir com a próxima gestão estadual

De acordo com o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o documento foi elaborado com foco no desenvolvimento de longo prazo do estado. “Não é um conjunto de reivindicações, é um conjunto de propostas. É uma parceria que a indústria oferece ao futuro governador para construirmos, juntos, um estado mais competitivo, mais desenvolvido e com mais oportunidades para os gaúchos. A indústria acredita que este é o momento de discutir o futuro do Rio Grande do Sul e queremos contribuir para este debate de forma técnica, responsável e propositiva”, afirmou Bier.

O presidente da entidade acrescenta que as propostas buscam melhorar o ambiente de negócios, estimular investimentos e ampliar a geração de empregos.

Entre os temas destacados por Bier está a criação de fundos constitucionais para as regiões sul e sudeste. De acordo com o dirigente, atualmente, de cada R$ 100 arrecadados pela União no Rio Grande do Sul, cerca de R$ 26 retornam ao estado na forma de investimentos e transferências federais. “Esse desequilíbrio histórico precisa ser enfrentado. O que esperamos do futuro governador é que assuma a liderança política dessa agenda, defenda sua implantação e mobilize a bancada federal, os demais estados da região Sul e toda a sociedade em favor dessa proposta”, expressou Bier.

Estrutura do documento

Das 118 propostas, 72 estão organizadas em oito eixos temáticos: relações do trabalho e desenvolvimento do capital humano; segurança jurídica; ambiente de negócios, desburocratização e redução do Custo Brasil; promoção de negócios, atração de investimentos e internacionalização; inovação e inteligência estratégica; infraestrutura e logística multimodal; sustentabilidade e transição energética; e representatividade, articulação institucional e parcerias estratégicas.

O documento também reúne 27 conjuntos de demandas específicas para diferentes setores industriais e outras 19 propostas relacionadas às áreas de educação, tecnologia, saúde e cultura.

Além de apresentar um diagnóstico do ambiente de negócios, o material defende políticas públicas e reformas voltadas ao equilíbrio fiscal, à modernização do estado, à segurança jurídica, à redução do chamado Custo Brasil, ao aumento da produtividade e ao desenvolvimento sustentável.

Pautas prioritárias

Na esfera estadual, a Fiergs aponta como prioridades a instituição do Fundo Constitucional das regiões sul e sudeste; a criação do Conselho de Competitividade do Rio Grande do Sul; o investimento anual de R$ 1,5 bilhão para recuperação e ampliação das rodovias estaduais; a criação de um Plano Estadual de Irrigação; a reestruturação do piso regional; a manutenção dos incentivos fiscais e medidas para reduzir os impactos da reforma tributária do consumo; a criação de um Plano Estadual de Mineração; a implementação de um Plano de Adaptação Climática; a ampliação da capacidade de investimento do Estado por meio de privatizações, responsabilidade fiscal e da prorrogação da suspensão do pagamento da dívida com a União; e o fortalecimento de cadeias produtivas consolidadas e de novos setores industriais estratégicos.

Entre as prioridades apresentadas para a esfera federal estão a criação do Fundo Constitucional das regiões Sul e Sudeste; a promoção do equilíbrio fiscal por meio da reforma administrativa e do aperfeiçoamento das regras fiscais; a manutenção da jornada de trabalho de 44 horas semanais e da escala 6×1; a modernização da legislação da aprendizagem industrial; medidas para garantir segurança jurídica na transição da tributação de lucros e dividendos; a ampliação dos investimentos em infraestrutura com recursos da Cide-Combustíveis; a revogação do piso mínimo do frete; a criação de um programa especial de parcelamento de débitos fiscais; a implantação de um Plano Nacional de Crédito Industrial; e a formulação de uma política industrial, tecnológica e de comércio exterior.

Importância da indústria

Segundo a Fiergs, a indústria representa 27% do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul, responde por 55% da arrecadação do ICMS e emprega cerca de 900 mil pessoas diretamente. O estado reúne mais de 52 mil indústrias e ocupa a quarta posição entre os estados mais industrializados do país.

O documento destaca, porém, que a participação do Rio Grande do Sul na indústria nacional caiu de 8,4%, no período entre 1992 e 2001, para 6,5% entre 2014 e 2023, cenário que, segundo a entidade, reforça a necessidade de medidas voltadas à recuperação da competitividade e da capacidade de crescimento do setor.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2026 0 Comentários 190 Visualizações
Cidades

Unidade móvel amplia oferta de exames para mulheres de Santa Cruz

Por Jonathan da Silva 02/07/2026
Por Jonathan da Silva

Santa Cruz do Sul passou a contar com uma unidade móvel do Programa Agora Tem Especialistas na manhã desta quarta-feira (1º), a partir de uma iniciativa do Ministério da Saúde que amplia o acesso a consultas e exames especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Instalada no Parque da Oktoberfest até o fim do mês, a estrutura atenderá pacientes do município e de outras 12 cidades da região por meio da regulação do SUS. O objetivo é reduzir a demanda reprimida por atendimentos especializados e agilizar o diagnóstico precoce do câncer de mama e do câncer do colo do útero.

Durante o período em que permanecerá em Santa Cruz do Sul, a unidade móvel realizará aproximadamente 1,2 mil exames especializados destinados a pacientes do município, entre cerca de 470 mamografias e 730 ultrassonografias pélvicas e transvaginais, além de consultas ginecológicas e biópsias. Também serão atendidas pacientes dos municípios de Candelária, Gramado Xavier, Herveiras, Mato Leitão, Pantano Grande, Passo do Sobrado, Rio Pardo, Sinimbu, Vale Verde, Vale do Sol, Venâncio Aires e Vera Cruz.

Lançamento da unidade móvel

A cerimônia de lançamento ocorreu no Parque da Oktoberfest e reuniu representantes dos governos municipal e federal, além de autoridades da área da saúde.

O prefeito Sérgio Moraes (PL) destacou a importância da parceria entre os governos para fortalecer a saúde pública e agradeceu ao Governo Federal pela destinação da unidade móvel ao município. “Quero agradecer ao Governo Federal por estar nos ajudando. Saúde pública não para nunca, estamos sempre preocupados em atender as necessidades da população, porque a comunidade precisa ser atendida e respeitada”, afirmou o chefe do executivo santa-cruzense.

A representante do Ministério da Saúde e coordenadora do Serviço de Articulação Interfederativa e Participativa da Superintendência Estadual, Lizandra Flores, afirmou que a chegada da unidade representa mais do que a disponibilização de uma estrutura de atendimento. “Hoje celebramos um compromisso com a saúde, com a vida, com a prevenção e com o cuidado das mulheres brasileiras. O diagnóstico precoce salva vidas, e essa carreta proporciona justamente isso: mais acesso, mais dignidade e atendimento em tempo oportuno”, destacou Lizandra.

Programa busca reduzir filas de espera

Segundo a coordenadora do Ministério da Saúde, o Programa Agora Tem Especialistas foi criado para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e procedimentos especializados, aproximando os serviços da população. “A cada mamografia realizada, a cada ultrassonografia concluída e a cada diagnóstico precoce obtido, estamos protegendo vidas. Esse é o SUS em que acreditamos: um sistema público que investe na prevenção, aproxima os serviços das pessoas e reduz desigualdades”, afirmou Lizandra.

A iniciativa faz parte de uma estratégia nacional de descentralização dos serviços especializados, com foco na prevenção dos principais cânceres que acometem as mulheres e na ampliação do acesso ao atendimento especializado.

Como será o atendimento

A unidade móvel permanecerá instalada no Parque da Oktoberfest até o fim do mês, oferecendo consultas ginecológicas, mamografias, ultrassonografias pélvicas e transvaginais, além da realização de biópsias.

O acesso aos serviços ocorrerá por meio da regulação do SUS. As pacientes que já aguardam atendimento serão convocadas pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), conforme a fila de espera existente.

Autoridades presentes

Também participaram do lançamento a secretária municipal de Saúde, Denise Grutzmacher Graebner; a secretária municipal de Desenvolvimento Social e Inclusão, Fátima Alves da Silva; a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Célia Zingler; a presidente da Liga Feminina de Combate ao Câncer, Michele Henn Waechter; a diretora da Secretaria Municipal de Saúde de Sinimbu, Cinara Dihl; e a presidente do Conselho Municipal da Mulher e do Conselho Municipal de Saúde de Sinimbu, Salete Faber.

Após a solenidade, as autoridades realizaram o registro oficial de abertura dos atendimentos e visitaram as instalações da unidade móvel para conhecer a estrutura e os equipamentos disponíveis para a realização dos serviços.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2026 0 Comentários 199 Visualizações
Cidades

Guaíba recebe ambulância adquirida com recursos do Governo Federal

Por Jonathan da Silva 01/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Guaíba recebeu uma nova ambulância tipo A para reforçar a estrutura da Secretaria Municipal de Saúde. O veículo será utilizado no transporte eletivo de pacientes e foi adquirido com investimento de R$ 283 mil viabilizado integralmente pelo Governo Federal, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). A entrega busca ampliar a capacidade de atendimento e oferecer mais segurança e conforto aos usuários do sistema municipal de saúde.

De acordo com a Prefeitura, o recurso para aquisição da ambulância foi solicitado pela Secretaria Municipal de Saúde em 2024. A liberação, porém, não ocorreu naquele período em razão dos eventos climáticos que atingiram o Rio Grande do Sul.

Transporte de pacientes

A ambulância tipo A será destinada ao setor de transportes da Secretaria Municipal de Saúde e utilizada na locomoção eletiva de pacientes, modalidade voltada ao deslocamento programado para consultas, exames e outros procedimentos de saúde.

Segundo a administração municipal, além do veículo já entregue, o município também cadastrou pedidos para a aquisição de outras duas ambulâncias que serão destinadas ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após a liberação e entrega dos veículos.

Espero que a gente tenha outros momentos como esse para receber equipamentos de qualidade e para comemorar. Que sejam pequenas ou grandes conquistas, mas precisamos celebrá-las. Hoje, para nós, é um dia de muita alegria. Que a gente consiga fazer um excelente uso dessa ambulância”, expressou a prefeita Claudinha Jardim (PL).

Foto: Luis Adriano Madruga/PMG/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2026 0 Comentários 151 Visualizações
Política

Prefeito de Novo Hamburgo discute parcerias em saúde com o Governo Federal

Por Jonathan da Silva 19/06/2026
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck (PP), recebeu representantes do Governo Federal, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) nesta quinta-feira (18), no gabinete do Centro Administrativo Leopoldo Petry, para discutir alternativas voltadas ao fortalecimento da saúde pública no município. O encontro teve como objetivo avaliar possibilidades de parcerias, com apoio técnico e consultoria federal, para qualificar os serviços prestados à população e buscar soluções estruturantes para a área.

A reunião contou com a participação da diretora de programa da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Casa Civil da Presidência da República, Mara Souza, que apresentou iniciativas e instrumentos que podem auxiliar os municípios na construção de projetos voltados à melhoria dos serviços públicos. Também estiveram presentes representantes do BRDE e do BID, instituições que atuam no apoio a projetos de desenvolvimento e infraestrutura.

Busca por soluções de longo prazo

Segundo o prefeito Gustavo Finck, o debate teve como foco a construção de alternativas que ultrapassem o horizonte de uma gestão específica e contribuam para a sustentabilidade do sistema municipal de saúde. “Buscamos soluções de longo prazo, não pensando somente em nossa gestão, mas para deixar um legado de décadas para o cidadão hamburguense”, destacou o chefe do executivo hamburguense.

Quem mais esteve presente

Além do prefeito Finck, participaram do encontro a secretária municipal de Saúde, Betina Espindula; a secretária municipal da Fazenda, Michele Antonello; o procurador-geral do município, Vanir de Mattos; a diretora-presidente da Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH), Vânia Horbach; além de técnicos da área da saúde e profissionais da Fundação.

Foto: Thiago Dorscheid/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2026 0 Comentários 224 Visualizações
Cidades

Troca da adutora da Fonte Diehl avança em Vera Cruz com liberação de mais de R$ 5 milhões

Por Jonathan da Silva 16/06/2026
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker (PSD), e o vice-prefeito Angelo Hoff participaram, nesta segunda-feira (15), em Porto Alegre, da assinatura do ato que autoriza o início do processo para o repasse de mais de R$ 5 milhões em recursos federais destinados à substituição da adutora da Fonte Diehl, em Vera Cruz. O documento foi firmado durante agenda com a presença do ministro das Cidades, Vladimir Lima, e representa uma etapa necessária para a liberação dos valores por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). O investimento será aplicado na modernização do Sistema de Abastecimento de Água do município, com o objetivo de qualificar a infraestrutura hídrica e ampliar a segurança no fornecimento de água à população.

A iniciativa prevê a substituição da adutora responsável pelo transporte da água tratada da Fonte Diehl, considerada uma estrutura central para o abastecimento da cidade. A obra havia avançado meses antes com a formalização do contrato para sua execução e contempla a troca de aproximadamente oito quilômetros da tubulação atual por materiais mais modernos e resistentes. A medida busca reduzir perdas no sistema e aprimorar as condições operacionais da rede.

Ato formaliza nova etapa

De acordo com o prefeito Gilson Becker, a assinatura representa a continuidade de um processo construído ao longo dos últimos anos. “Estamos falando de uma obra estratégica para Vera Cruz. A assinatura deste ato representa mais um passo concreto para que os recursos sejam efetivamente liberados e a obra avance. É um investimento que traz mais segurança hídrica para a população e prepara o município para o futuro”, destacou o chefe do executivo de Vera Cruz.

O vice-prefeito Angelo Hoff afirmou que a modernização da estrutura atende a uma demanda antiga do município. “A modernização da adutora é uma necessidade histórica do município. Com a liberação dos recursos, avançamos para uma etapa muito importante, que permitirá oferecer um sistema ainda mais eficiente e seguro para a nossa população”, complementou Hoff.

Próximos passos

Após a assinatura do ato de liberação, o processo segue para os trâmites administrativos que antecedem o repasse efetivo dos recursos e o início das intervenções previstas no sistema de abastecimento de água de Vera Cruz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2026 0 Comentários 181 Visualizações
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