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governo federal

Política

FecoAgro/RS apresenta demandas do setor ao ministro da Agricultura

Por Jonathan da Silva 08/05/2026
Por Jonathan da Silva

O presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Adriano Borghetti, participou nesta quinta-feira (7) de uma audiência com o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, na sede do Sistema Ocergs, em Porto Alegre. O encontro reuniu lideranças do cooperativismo agropecuário gaúcho para discutir demandas do setor, entre elas apoio aos produtores rurais, repactuação de dívidas e fortalecimento de projetos de inovação no campo.

A audiência ocorreu durante agenda oficial do ministro no Rio Grande do Sul e foi promovida a convite do presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann. Segundo Borghetti, o encontro permitiu apresentar ao Ministério da Agricultura as principais dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais e pelas cooperativas vinculadas à FecoAgro/RS. “O momento foi importante para colocarmos os anseios das cooperativas e dos produtores, que convivem diariamente com custos elevados, pressão sobre os preços e sucessivas frustrações. Mesmo diante das dificuldades, seguimos buscando soluções e adaptação ao cenário atual, que é o que as cooperativas e a FecoAgro vêm fazendo em conjunto”, destacou o presidente da Fecoagro-RS.

Projetos apresentados

Durante a reunião, o presidente da FecoAgro/RS apresentou iniciativas voltadas ao fortalecimento do cooperativismo agropecuário no estado. Entre os projetos citados está a plataforma SmartCoop, direcionada à gestão financeira das propriedades rurais.

Borghetti também mencionou experiências de intercooperação desenvolvidas por cooperativas gaúchas, como a CCGL e a RTC, apontadas pela entidade como exemplos de inovação e eficiência no setor. “O cooperativismo agropecuário gaúcho está sempre buscando novos caminhos. Tivemos a oportunidade de mostrar ao ministro que, além das dificuldades, existem ações concretas sendo desenvolvidas para apoiar os produtores e fortalecer as cooperativas”, afirmou o dirigente.

Repactuação de dívidas

Outro tema discutido no encontro foi a tramitação do Projeto de Lei 5122, que trata da repactuação de dívidas dos produtores rurais. Segundo o presidente da FecoAgro/RS, a proposta é considerada importante pelo setor diante das perdas acumuladas nos últimos anos.

Sobre a posição do ministro em relação às demandas apresentadas, Borghetti afirmou que André de Paula reconheceu as dificuldades enfrentadas pelo Rio Grande do Sul e indicou atenção às necessidades do estado. “Ele comentou sobre a diferença entre o ideal e o possível, reconhecendo que os desafios não são apenas do Rio Grande do Sul, mas de todo o Brasil. No entanto, destacou que o Estado precisa de um olhar diferenciado, especialmente pelos impactos mais severos enfrentados nos últimos anos”, contou o dirigente.

Ao comentar os resultados da audiência, Borghetti afirmou que o encontro reforçou a necessidade de apoio ao cooperativismo e aos produtores rurais gaúchos. “Tenho certeza de que o ministro leva consigo pontos importantes de atenção para ajudar o cooperativismo e olhar com carinho para todo o Rio Grande do Sul”, concluiu o presidente da FecoAgro/RS.

Foto: Artur Chagas/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2026 0 Comentários 33 Visualizações
Política

ACI e SinmaqSinos lançam manifesto com críticas a políticas econômicas do governo federal

Por Jonathan da Silva 05/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) e o Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos) lançaram, nesta terça-feira (5), um manifesto conjunto em que cobram mudanças de postura do governo federal em relação à condução da economia. O documento divulgado pelas entidades da região do Vale do Sinos apresenta críticas a medidas como oferta de crédito, políticas de juros e propostas de redução de jornada de trabalho, apontando impactos na competitividade e no endividamento.

Intitulado “Menos promessas, mais responsabilidade”, o manifesto afirma que o país precisa adotar decisões econômicas com maior responsabilidade e transparência. Segundo o texto, a ampliação do crédito é apresentada como solução imediata, mas pode resultar em aumento do endividamento das famílias e comprometimento da renda futura.

Críticas a políticas econômicas

As entidades também apontam que a redução de jornada ou carga de trabalho tem sido apresentada como avanço social sem a devida análise dos impactos sobre produtividade e custos. De acordo com o manifesto, esses efeitos podem refletir no aumento de preços, perda de competitividade da indústria nacional e maior presença de produtos importados no mercado interno.

O documento questiona ainda quem é beneficiado pelas medidas adotadas. “No fim, quem paga é a sociedade, ou seja, todos nós. Ou paga mais caro pelos produtos ou perde espaço no mercado de trabalho ou ainda vê sua renda real encolher. E aí surge a pergunta inevitável: este é um governo para os trabalhadores? Para quais trabalhadores? Os brasileiros que produzem aqui ou os trabalhadores de países que passam a exportar mais para o Brasil quando nossa indústria perde competitividade?”, diz o texto.

O manifesto também aborda o crescimento do sistema financeiro em cenários de aumento do endividamento. “E mais: quem realmente se beneficia desse modelo? São as famílias ou o sistema financeiro, que cresce justamente quando o endividamento aumenta?”, relata.

Posicionamento das entidades

No documento, as entidades defendem a adoção de medidas econômicas com foco em resultados de longo prazo. “O país precisa sair da lógica das soluções fáceis e dos anúncios de curto prazo. Medidas econômicas sérias exigem responsabilidade, transparência e compromisso com os efeitos reais, não com o ganho político imediato. Prometer é fácil. Sustentar crescimento, renda e emprego é o que realmente importa”, conclui o manifesto, assinado pelos presidentes da ACI, Robinson Klein, e do SinmaqSinos, Marlos Schmidt.

Foto: João Pavese/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/05/2026 0 Comentários 68 Visualizações
Política

Campo Bom recebe repasse de R$ 2,5 milhões do Governo Federal para novo Caps

Por Jonathan da Silva 28/04/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Campo Bom formalizou o repasse de R$ 2,5 milhões do Governo Federal para a construção de um novo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) no município. O ato ocorreu em cerimônia nesta sexta-feira (24), com participação do Ministério da Saúde e de representantes da administração municipal. A obra já está em andamento e tem como objetivo ampliar a estrutura de atendimento em saúde mental e qualificar os serviços prestados à população.

Participaram da solenidade a secretária municipal da Saúde, Luana Schnorr, e a secretária-geral de Governo, Beatriz Fagundes.

Investimento na obra

O investimento total previsto é de R$ 2.695.990,00. Desse valor, R$ 2,593 milhões são oriundos do Governo Federal, por meio do Novo PAC, e R$ 102 mil correspondem à contrapartida do município.

Segundo a Prefeitura, a captação dos recursos federais foi conduzida pelo Departamento de Captação de Recursos da Secretaria-Geral de Governo.

A nova unidade seguirá o padrão federal para Caps I, com cerca de 900 metros quadrados, adaptada ao terreno disponível.

Atendimento em saúde mental

Atualmente, o serviço acompanha cerca de 2 mil usuários. O Caps atende pessoas de todas as idades com transtornos mentais moderados, graves e persistentes, oferecendo acolhimento e acompanhamento multiprofissional.

Entre os profissionais envolvidos estão psicólogos, psiquiatras e outros trabalhadores da área da saúde. O atendimento inclui terapias individuais e em grupo, atividades comunitárias e projetos terapêuticos como cãoterapia, arteterapia, musicoterapia e ações de ambiência.

Objetivo do serviço

De acordo com a administração campo-bonense, o Caps busca promover a reabilitação psicossocial e a reintegração dos pacientes à sociedade, evitando internações desnecessárias e priorizando atendimento comunitário e multidisciplinar.

Estrutura atual

O Caps – Fips (Fórum Integrado Psicossocial) de Campo Bom foi implantado em gestão anterior do prefeito Giovani Feltes (MDB). Segundo o município, a estrutura atual segue como referência local, abrigando também outros serviços e mantendo funcionamento regular.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2026 0 Comentários 86 Visualizações
Cidades

Campo Bom inicia obra de novo Caps com investimento de R$ 2,6 milhões

Por Jonathan da Silva 09/04/2026
Por Jonathan da Silva

A implantação de um novo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) foi iniciada pela Prefeitura de Campo Bom, com investimento de R$ 2,6 milhões, em obra que será executada na Rua Araújo Lima, no bairro Bela Vista. A unidade ficará próxima ao atual serviço e tem como objetivo ampliar e qualificar o atendimento em saúde mental no município.

Do total investido, cerca de R$ 2,59 milhões são provenientes do Governo Federal, por meio do Novo PAC, e R$ 102 mil correspondem à contrapartida municipal. A nova estrutura seguirá o padrão de Caps I, com aproximadamente 900 metros quadrados.

Cerca de 2 mil usuários

Atualmente, o serviço acompanha cerca de 2 mil usuários e atende pessoas de todas as idades com transtornos mentais moderados, graves e persistentes. Entre as atividades ofertadas estão atendimentos individuais e em grupo, além de projetos terapêuticos como arteterapia, musicoterapia e ações comunitárias. “A nova unidade vem para fortalecer ainda mais esse trabalho, ampliando as possibilidades de cuidado, com uma equipe preparada e um olhar humanizado para cada paciente”, afirma a secretária municipal de Educação e Cultura campo-bonense, Mara Daubermann.

Nos fundos do hospital

A nova unidade será construída em área localizada nos fundos do Hospital de Campo Bom, o que deve facilitar o acesso e a organização dos atendimentos. O Caps atua com equipe multiprofissional e tem como foco a reabilitação psicossocial e a reintegração dos pacientes, buscando evitar internações desnecessárias.

Obra em andamento

Segundo a administração municipal, a obra já teve início e está na fase de mobilização da empresa responsável. “A saúde mental precisa ser tratada com prioridade. Esse novo CAPS representa mais um avanço importante, garantindo estrutura adequada e continuidade no atendimento para quem precisa”, reforça o prefeito de Campo Bom, Giovani Feltes (MDB). O repasse dos recursos federais ocorrerá conforme o cronograma estabelecido pelo Governo Federal.

Foto: Shamchai Oliveira/PMCB/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2026 0 Comentários 97 Visualizações
Política

Governo federal promete apoio financeiro ao Hospital Montenegro

Por Jonathan da Silva 02/04/2026
Por Jonathan da Silva

Representantes do governo federal estiveram no Hospital Montenegro na manhã desta quarta-feira (1º) para discutir a situação financeira da instituição e anunciar apoio ao custeio dos serviços. O encontro reuniu dirigentes do hospital, deputados, prefeitos, vereadores, secretários e integrantes do Ministério da Saúde. A reunião teve como objetivo buscar soluções para a crise enfrentada pela unidade, que atende pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e registra dificuldades relacionadas à redução de repasses.

Durante o encontro, o diretor-executivo do Hospital Montenegro, Jeferson Alonso dos Santos, apresentou um panorama da instituição. O hospital conta com 140 leitos SUS e 10 leitos de UTI, mas, segundo Alonso dos Santos, enfrenta limitações financeiras agravadas pelo Programa Assistir, do Governo do Estado, que resultou na diminuição de recursos.

Apoio federal

O deputado federal Paulo Pimenta (PT) e o secretário de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Maneco Hassen, participaram da agenda, juntamente com representantes do Ministério da Saúde. Eles afirmaram que irão buscar alternativas para ampliar o financiamento da instituição e retomar serviços que foram suspensos.

Durante a reunião, foi anunciado um repasse adicional de R$ 104 mil mensais ao hospital. A medida tem como objetivo contribuir para a reativação de setores, como o centro obstétrico, e permitir que gestantes voltem a realizar partos na unidade.

Posicionamento do município

O prefeito de Montenegro, Gustavo Zanatta (Republicanos), também participou do encontro e destacou a relevância do hospital para a região. “Agradecemos o comprometimento de todos os presentes na busca de soluções. O HM é fundamental para nossa cidade e região e essa vinda do Governo Federal nos dá esperança de dias melhores”, afirmou o chefe do executivo montenegrino.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2026 0 Comentários 131 Visualizações
Política

Pensão é garantida a órfãos de feminicídio no Brasil

Por Jonathan da Silva 26/03/2026
Por Jonathan da Silva

Filhos de mulheres vítimas de feminicídio têm direito a receber pensão especial do governo federal desde 2023, conforme estabelece a Lei 14.717. O benefício é destinado a dependentes menores de 18 anos de famílias de baixa renda em todo o país. A medida atende crianças que perderam as mães em decorrência do crime e não possuem amparo previdenciário, sendo concedida mediante critérios de renda e análise das condições familiares.

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que mais de 1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025 no Brasil. Embora não haja levantamento oficial sobre quantas eram mães, a entidade estima que cerca de 2 mil crianças se tornam órfãs todos os anos em decorrência desses casos.

Quem pode receber o auxílio

A lei, de iniciativa da deputada federal Maria do Rosário (PT), determina que o benefício será pago aos órfãos cuja renda familiar mensal per capita seja de até 25% do salário mínimo. O valor corresponde a um salário mínimo, dividido entre os filhos biológicos, adotivos ou dependentes da vítima.

Como funciona

O advogado previdenciarista Jefferson Maleski explica que a medida atende casos em que não há cobertura da Previdência Social. “Ela auxilia crianças que não são assistidas pela Previdência Social. São famílias onde a mãe não era assegurada, pois nesse caso poderia pedir a pensão por morte, e o pai também não era, pois nesse caso poderia solicitar o auxílio reclusão”, afirma Maleski.

Segundo o especialista, o objetivo é alcançar situações de maior vulnerabilidade. “Abarca crianças totalmente desassistidas, pois perdem a mãe e o pai e acabam sendo criadas por parentes. Se essa família for carente, não tiver condições de criar a criança, ela receberá essa pensão especial paga pelo governo”, destaca o advogado, que ressalta ainda que outros benefícios não podem ser acumulados, com exceção do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

De acordo com Jefferson Maleski, a legislação também contempla casos anteriores à sua criação. “O dependente não recebe retroativamente, mas vale para crimes que aconteceram antes da aprovação da lei, em 2023. E não é preciso ter o processo já transitado em julgado, pode ser um processo apenas com indícios de feminicídio. Se no final ficar provado que não houve um feminicídio, cessa o pagamento e a criança não precisa devolver o valor”, salienta.

O advogado aponta, no entanto, que ainda há aspectos a serem regulamentados. “Ainda faltam serem definidos alguns procedimentos técnicos para regulamentar, como por exemplo, em qual órgão o benefício será solicitado e quais os documentos que deverão ser apresentados. Outra questão que precisa ser regulamentada é quem seria considerado ‘dependente’ da vítima e que poderia solicitar a pensão além dos filhos: o dependente previdenciário? o dependente financeiro? ou o dependente que aparece na declaração de imposto de renda?”, ressalta Maleski.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 155 Visualizações
Projetos especiais

Feevale participa de operação do Projeto Rondon no Paraná

Por Jonathan da Silva 26/01/2026
Por Jonathan da Silva

Oito estudantes e duas professoras da Universidade Feevale participam, entre os dias 21 de janeiro e 7 de fevereiro, da Operação Pé Vermelho do Projeto Rondon, em Bom Sucesso, no Paraná. No local, promovem cerca de 40 oficinas nas áreas de Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação e Saúde, com o objetivo de desenvolver ações que possam ser reproduzidas pela comunidade local e contribuir para o desenvolvimento sustentável. A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Defesa com apoio do Governo do Estado do Paraná.

Durante a missão, os rondonistas da Feevale, como são chamados os alunos voluntários do projeto, realizam oficinas voltadas a um público capaz de multiplicar os conhecimentos em suas comunidades, tornando as ações permanentes. Entre as atividades previstas está a 1ª Corrida de Rua de Bom Sucesso, que ocorre neste sábado, 24, com foco no incentivo à prática esportiva, na integração comunitária e na promoção da saúde.

Quem são os participantes da Feevale

Integram a operação a professora do curso de Enfermagem, Maristela Peixoto, e a professora do curso de Odontologia, Carla Cioato Piardi. Também participam os estudantes Bruna Luiza Hermann e Maikelly de Oliveira dos Santos, de Fisioterapia; Diego Artur Petri, de Educação Física; Kelly Kleinschmitt da Silva e Priscila Antunes Kulmann, de Medicina; Sabrina Barbosa, de Enfermagem; Tauana da Silva Cherutti, do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social; e Agnes Borges Kalil, do Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental.

O que é o Projeto Rondon

O Projeto Rondon é uma ação interministerial do Governo Federal, coordenada pelo Ministério da Defesa, voltada ao desenvolvimento da cidadania em estudantes universitários, com foco na inclusão social, na redução de desigualdades regionais e no fortalecimento da soberania nacional. A iniciativa também estimula a produção de projetos coletivos locais em parceria com as comunidades atendidas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2026 0 Comentários 193 Visualizações
Cidades

103 famílias de Campo Bom são contempladas em programa federal de reconstrução

Por Jonathan da Silva 10/12/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Campo Bom informou nesta semana que 103 famílias do município foram contempladas pelo programa federal de Compra Assistida, destinado a pessoas que tiveram suas casas destruídas ou parcialmente destruídas pela enchente de 2024. A seleção foi realizada exclusivamente pelo governo federal, e cada família receberá R$ 200 mil para adquirir um novo imóvel, com prazo até 1º de fevereiro para indicar a propriedade desejada.

Pelo programa, as famílias podem escolher um imóvel em qualquer cidade do Rio Grande do Sul, desde que o município de destino conceda isenção do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Em Campo Bom, a isenção do tributo está garantida pela Lei Municipal nº 5.587/2025. A operação de compra é realizada pela Caixa Econômica Federal, sem custos para os beneficiários.

Impacto da iniciativa

O prefeito Giovani Feltes (MDB) comentou o impacto do programa. “Cada família que perdeu sua casa perdeu também parte de sua história. Este programa traz a possibilidade concreta de recomeço. A Prefeitura seguirá ao lado das famílias, garantindo que todo o processo ocorra com dignidade e segurança”, afirmou o chefe do executivo campo-bonense.

O secretário municipal de Desenvolvimento Social e Habitação, Gabriel Colissi, deu ênfase para o compromisso da administração. “Nossa equipe está preparada para oferecer suporte em todas as etapas. Sabemos da ansiedade das famílias e vamos garantir que cada uma tenha clareza, segurança e as informações necessárias para concluir a compra do novo lar”, destacou o titular da pasta.

Contato com os beneficiários

A Prefeitura de Campo Bom já iniciou o contato individual com cada família contemplada, conforme a lista encaminhada pelo governo federal. A orientação oficial é que os beneficiários aguardem o contato por meio dos canais formais da Administração Municipal para receber as orientações necessárias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/12/2025 0 Comentários 237 Visualizações
Política

Gramado garante mais de R$ 12 milhões para obras no Piratini Norte

Por Jonathan da Silva 03/12/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Gramado obteve a confirmação de um repasse de R$ 12,93 milhões do Governo Federal para obras de reconstrução no bairro Piratini Norte, durante agendas realizadas na semana passada em Brasília pelo prefeito Nestor Tissot (PP) e pelo secretário de Governança, Germano Junges. Os recursos, aprovados pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, serão destinados à recuperação de trechos das ruas Henrique Bertoluci, Guilherme Dal Ri e Afonso Oberherr, a partir de um projeto elaborado pelo município para reparar danos estruturais.

Atuação no legislativo federal

Em Brasília, o secretário de Governança, Germano Junges, esteve na Câmara dos Deputados, onde visitou os gabinetes do deputado federal Afonso Hahn (PP) e de Marcel Van Hatten (NOVO). O titular da pasta agradeceu as emendas parlamentares encaminhadas a Gramado neste ano e protocolou novas solicitações nas áreas de saúde e infraestrutura urbana.

Na reunião com o deputado Van Hatten, o secretário solicitou celeridade na liberação de uma emenda de R$ 300 mil, destinada a auxiliar a reconstrução de um trecho da estrada da Linha Quilombo. A obra, orçada em R$ 1.856.353,50, está em fase final. “Os deputados Afonso e Marcel são grandes parceiros de Gramado e estão com seus gabinetes sempre abertos para receber nossos pleitos”, afirmou o secretário Junges.

Reconstrução no Piratini Norte

Na Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, o prefeito Tissot e o secretário Junges receberam a aprovação do projeto de reconstrução do bairro Piratini Norte e a confirmação do empenho de R$ 12,93 milhões. Segundo a Prefeitura, o valor será utilizado na recuperação de vias que tiveram danos registrados nos últimos meses. “Essa é uma conquista da comunidade gramadense e de toda nossa equipe de governo, em especial aos servidores da Secretaria de Governança que trabalharam ao longo dos últimos meses neste projeto complexo. Também temos contrapartidas do Governo do Estado e do próprio município e agora vamos dar seguimento aos trâmites burocráticos para que possamos realizar o processo licitatório da obra o quanto antes”, ressaltou Tissot.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/12/2025 0 Comentários 208 Visualizações
Cidades

Gramado discute políticas públicas para migrantes e imigrantes

Por Jonathan da Silva 01/12/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Gramado se reuniu com a embaixadora da Organização Internacional para as Migrações (OIM), a modelo e atriz Luiza Brunet, e com a representante do governo federal Bruna Marin nesta quinta-feira (27), para discutir políticas públicas destinadas a migrantes e imigrantes. A reunião ocorreu em encontro realizado na sede do executivo municipal durante a passagem de Brunet pela cidade para participar da 9ª edição do Fórum Mulher Empreendedora Gaúcha. De acordo com a administração gramadense, a ação teve como objetivo alinhar ações, debater necessidades locais e tratar do acesso a recursos federais para ampliar e qualificar o atendimento a novos residentes.

Durante a reunião, a representante do governo federal Bruna Marin apresentou as diretrizes nacionais voltadas a migrantes e imigrantes e reafirmou o compromisso da União em apoiar os municípios que recebem pessoas em processo de deslocamento. Segundo a apresentação, o governo federal busca fortalecer políticas que promovam acolhimento, autonomia e integração socioprodutiva.

Prioridades do município

O prefeito Nestor Tissot (PP), o vice-prefeito Luia Barbacovi e o secretário de Cidadania e Assistência Social, Ilton Gomes, conduziram o diálogo sobre as necessidades locais. As autoridades discutiram formas de ampliar a capacidade de atendimento e de qualificar os serviços voltados à população migrante, além de novas iniciativas de integração. O encontro também incluiu debates sobre o encaminhamento de recursos federais para aprimorar as políticas municipais destinadas ao público migrante.

O secretário de Cidadania e Assistência Social, Ilton Gomes, destacou que “os migrantes e imigrantes fazem parte da comunidade e contribuem diariamente para o desenvolvimento de Gramado”.

Nosso compromisso é garantir que todos tenham acesso a direitos, oportunidades e acolhimento digno”, enfatizou Ilton Gomes.

Também participaram da reunião o servidor Luciano Stahl, presidente do CMAS e do Comdica e responsável pela captação de recursos, e o servidor Maurício Roldo, que realiza o primeiro atendimento aos imigrantes no município.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/12/2025 0 Comentários 277 Visualizações
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