Mais vistas
Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em...
Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª...
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Colégio João Paulo I lidera ranking do Enem em Porto...
Nova Petrópolis celebra o Dia da Cerveja com programação em...
Festa do Café, Cuca e Linguiça começa neste fim de...
Metal Connect Happy Hour chega à 6ª edição nesta quinta...
Expoagas 2026 deve movimentar mais de R$ 800 milhões em...
Renato Teixeira abre a programação de agosto do Teatro Feevale
Sábado Solidário mobiliza arrecadação de alimentos em 25 cidades gaúchas
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

GHC

Saúde

GHC discute como equipes de saúde podem identificar sinais de violência contra a mulher

Por Ester Ellwanger 13/08/2026
Por Ester Ellwanger

O que pode ter acontecido além do motivo da consulta? Quais sinais sugerem possível violência? Como abordar uma mulher sem colocá-la em risco? Como a equipe multiprofissional pode ajudar?

Esses questionamentos têm ganhado espaço, na área da saúde, como aliados no combate à violência contra a mulher. A tarefa, no entanto, não é simples: exige atenção, escuta e acolhimento durante todo o período da paciente nos centros de saúde.

“Em muitos casos, as pacientes procuram o hospital com queixas físicas, mas, durante a conversa, pelo modo como a mulher se porta, pela forma como alguns sinais se apresentam, é possível perceber alguma violência psicológica, padrões de intimidação e eventos que minam a autoestima dela. Dá para perceber que a mulher está fragilizada na sua relação consigo mesma”, aponta Mylene Geiger, psicóloga do Hospital Fêmina (HF), em Porto Alegre.

Rodada de Conversa

A especialista foi uma das responsáveis por conduzir uma roda de conversa com profissionais do centro de saúde na manhã desta quarta-feira, 12 de agosto. Com o tema “O que é violência e como ela se apresenta: reconhecendo a violência no hospital”, o encontro reuniu trabalhadores no auditório do HF em uma atividade que integra o calendário do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) em referência ao Agosto Lilás, o mês de conscientização e combate à violência contra a mulher.

Dinâmica em grupo

A metodologia envolveu a análise de situações fictícias baseadas em relatos reais para incentivar a discussão sobre os possíveis sinais de violência psicológica contra pacientes. Um dos casos usados na dinâmica foi o de uma jovem de 19 anos que comparecia às consultas de pré-natal sempre acompanhada da sogra, com a qual buscava aprovação antes de responder a qualquer pergunta sobre o corpo e a rotina.

Outro cenário estudado foi o de uma mulher de 29 anos que aguardava pela ecografia e precisava urgentemente enviar uma foto da sala de espera ao companheiro para provar que estava no hospital.

Depois, em grupos, as participantes tinham de discutir quais possíveis sinais de alerta poderiam ser identificados nas situações fictícias usadas como exemplos e quais abordagens poderiam ser adotadas para interromper o problema.

“O principal é acolher esse sofrimento e mostrar para a pessoa que existem alternativas. Isso é essencial porque ela não vai perceber essas possibilidades se estiver no meio do ciclo da violência. Então, é importante que as equipes funcionem como um canalizador para potencialidades. E isso só ocorre se a pessoa sentir que pode confiar na equipe, que será bem recebida e ajudada”, acrescenta Mylene Geiger.

Da espiral de violência à ação institucional

A compreensão da dinâmica das agressões é requisito para um tratamento humanizado das pacientes, de acordo com Lucas Lazzarotto Vasconcelos Costa, psicólogo do HF, que também participou da roda de conversa. Segundo ele, a chamada “espiral da violência doméstica” pode ajudar profissionais da saúde a identificarem ações que ganham gravidade com o passar do tempo e exigem intervenções.

“O que a espiral de violência traz é que esse ciclo vai se intensificando com o tempo, vai se tornando mais violento, e a culminação dele é o feminicídio. O grande desafio do profissional de saúde é conseguir entender a violência enquanto ela ainda não se instalou na sua intensidade máxima, é tentar entender esses primeiros sinais, que aparecem muitas vezes na violência psicológica, em controle e manipulação”, destaca o psicólogo.

Tipos de violência doméstica

Também foram abordados os tipos de violência doméstica mais comuns: psicológica, sexual, virtual, moral, física e patrimonial. Outro tópico foi o “violentômetro”, uma espécie de termômetro que indica níveis de violência, como cuidado (piadas ofensivas, intimidação e desqualificação da mulher), reação (destruição de bens, proibição de realizar atividades e início de agressões contra a vítima) e alerta (ameaças de morte, abuso sexual e mutilação).

“A violência contra a mulher é um sistema violento alimentado pelo patriarcado, pela misoginia, e que se manifesta em diferentes lugares, inclusive na vida privada. É um grande desafio para os trabalhadores da saúde se perceberem nesse lugar também. O combate aos cenários de risco exige um esforço em conjunto”, acrescenta Lucas Lazzarotto Vasconcelos Costa.

O envolvimento de todos os setores

A capacitação também debateu os protocolos das instituições de saúde, que, segundo os especialistas, devem periodicamente rever os fluxos para não incorrer na reprodução de preconceitos no atendimento. Outra bandeira do trabalho contra a violência de gênero é que o acolhimento às vítimas envolva funcionários de todos os setores dos hospitais.

Há 10 anos atuando na higienização do HF, Solimara Miranda Brasil relatou que o constrangimento e o medo formam as barreiras que mantêm as mulheres no silêncio.

“Sabemos que há pessoas que se sentem constrangidas de falar das próprias situações enquanto estão sofrendo violências. Mas vejo que, em alguns casos, isso tem mudado. Muitas situações que antes não eram consideradas violências hoje são reconhecidas e discutidas em reuniões como esta, repercutidas na mídia, são assunto nas conversas do dia a dia. Para mim, quanto mais canais disponíveis para essas mulheres buscarem ajuda, mais rápido o problema diminuirá”, comentou Solimara.

No GHC

O Grupo Hospitalar Conceição mantém o Re-Humam, um serviço composto por uma equipe multidisciplinar que oferece atendimento humanizado para mulheres (e pessoas que se identificam com o gênero feminino) que chegam aos centros de saúde administrados pelo grupo em situação de violência.

A iniciativa oferece acolhimento e escuta qualificada em espaço seguro, apoio psicológico e assistência social, além de orientações jurídicas e encaminhamentos para as redes de proteção externas (segurança, justiça e assistência social) para auxiliar a mulher a romper o ciclo de violência.

A base principal fica no Espaço Elza Soares, localizado no Hospital Cristo Redentor (HCR), e as profissionais do serviço atuam nos casos a partir de ações de busca ativa e encaminhamento interno.

Foto: Tamires Rodrigues/Divulgação | Fonte: Assessoria

13/08/2026 0 Comentários 59 Visualizações
Saúde

GHC reforça pedido de doação de sangue diante de estoque baixo

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

Com queda nos estoques, o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) renova o alerta para a necessidade de doações de sangue no início desta semana. No momento, os tipos O positivo e A positivo apresentam situação crítica, enquanto O negativo, A negativo e AB negativo estão no nível de alerta.

O estoque de sangue garante a realização de serviços essenciais à população, como cirurgias, atendimentos de emergência, tratamentos oncológicos, transplantes e outros procedimentos rotineiros nos hospitais públicos.

As doações

As doações podem ser feitas no Banco de Sangue do GHC, localizado no 2º andar do Ambulatório do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), na Avenida Francisco Trein, 596, bairro Cristo Redentor, em Porto Alegre.

O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h, e aos sábados, das 7h30 às 12h. O atendimento é realizado por ordem de chegada. Aos sábados, são disponibilizadas 60 senhas. Para grupos com mais de 10 pessoas, é necessário agendamento prévio.

Requisitos

Entre os requisitos para doar estão ter idade entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 kg, ter ingerido alimentação leve e portar um documento oficial com foto.

Mais informações estão disponíveis no site do Banco de Sangue  ou no WhatsApp (51) 3357-2072.

Serviço

  • Local : 2º andar do ambulatório do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC)
  • Endereço : Avenida Francisco Trein, 596, bairro Cristo Redentor, Porto Alegre
  • Horários : segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h, e sábados, das 7h30 às 12h

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

27/07/2026 0 Comentários 109 Visualizações
Saúde

Grupo Hospitalar Conceição promove imersão de estudantes no sistema público de saúde da Região Metropolitana

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

A tarde de segunda-feira, 06 de julho, marcou o início oficial da edição metropolitana do projeto Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde (VER-SUS), do Grupo Hospitalar Conceição (GHC). A abertura ocorreu durante uma cerimônia no Auditório Jahyr Boeira de Almeida, no Centro Administrativo do GHC, e contou com a presença da diretoria da instituição, autoridades e participantes da iniciativa.

Até sexta-feira, 10 de julho, estudantes da área da saúde vão participar de uma imersão no Sistema Único de Saúde, em atividades nos centros de saúde administrados pelo GHC e em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre.

O objetivo é mostrar aos participantes o funcionamento, os desafios e as potencialidades do SUS. Esse é o segundo encontro do gênero no ano, já que, em janeiro, a instituição tinha aberto as portas para outro grupo de alunos.

“O VER-SUS é uma iniciativa importante para fazer com que as pessoas entendam o sistema público como um todo. Após se formar e no trabalho, é comum que vejamos o setor da saúde de forma segmentada. Mas o SUS é muito mais do que isso: é preciso entender as relações sociais, os territórios de disputas, em busca de uma saúde realmente coletiva. Já o SUS ganha porque consegue estabelecer parcerias mais eficientes e estabelecer um senso de pertencimento maior”, disse Rosana Reis Nothen, diretora de Atenção à Saúde do GHC.

O Projeto

O projeto envolve estudantes de cursos como medicina, psicologia, assistência social e enfermagem. A maioria deles é do Rio Grande do Sul, mas há pessoas da Bahia, do Distrito Federal e do Piauí.

“É importante para quem está entrando agora no SUS conhecer e ajudar a aumentar as potencialidades do sistema público e entender os desafios que existem. O SUS é uma conquista da sociedade, do povo brasileiro, tão importante na vida da maioria da população e em momentos críticos como a Covid-19. Agora, vocês vão ver os diferentes tipos de sistemas que existem em um país continental como é o Brasil”, comentou Quelen Tanize Alves da Silva, diretora de Inovação, Gestão do Trabalho e Educação do GHC aos presentes no auditório.

Ao longo desta semana, os estudantes conhecerão de perto diversos serviços de saúde e poderão tirar dúvidas com profissionais que já atuam na área. Essa proximidade entre a academia e a prática de um sistema público é benéfica para todos os participantes, segundo Alcindo Ferla, gerente de Ensino e Pesquisa da Escola GHC.

“A população da Região Metropolitana é a maior usuária dos nossos serviços, então criar essas articulações é importante para estudantes, trabalhadores, gestores porque estabelece uma rede acolhedora. Além disso, o GHC é um grande laboratório de iniciativas do SUS e tem na diversidade o ativo mais importante. Além do leito hospitalar, temos a atenção domiciliar, a atenção primária, ambulatórios de especialidade e a complexidade. Isso faz dele um espaço propício para vivências aos estudantes e residentes que participam desta edição”, comentou Ferla.

O VER-SUS GHC Metropolitano é realizado pela Diretoria de Inovação, Gestão do Trabalho e Educação do GHC, por meio da Gerência de Ensino e Pesquisa/Escola GHC, em parceria com a Prefeitura de Viamão, o Ministério da Saúde e a Associação da Rede Unida, com organização conduzida por servidores e residentes da instituição.

A edição terá a participação de 150 pessoas, entre alunos de cursos técnicos e de graduação e residentes do GHC. Eles são divididos em dois grupos. O primeiro é o dos viventes, que atualmente estudam em cursos de graduação com interface com o SUS e de cursos técnicos da área da saúde.

Entre 6 e 10 de julho, eles terão atividades em período integral, com total de 60 horas. Já os facilitadores são residentes em saúde e estudantes de graduação ou do ensino técnico que foram viventes em edições anteriores do VER-SUS. Responsáveis por orientar, eles têm atividades desde a última sexta-feira  e seguem até o último dia da edição, na próxima sexta-feira. Os estudantes (tanto viventes quanto facilitadores) ficarão hospedados em alojamentos coletivos fornecidos gratuitamente pelo projeto.

O início do projeto contou ainda com a apresentação do grupo Tocantes, formado por usuários dos serviços de saúde mental do SUS em Porto Alegre, que animou os participantes com clássicos da música brasileira.

De longe para participar

Moradora de Feira de Santana, na Bahia, Laís Vitória de Santana Jesus Souza, 22 anos, foi uma das selecionadas para participar do VER-SUS. Ela soube da oportunidade por uma publicação no Instagram e decidiu deixar momentaneamente o Nordeste brasileiro para conhecer o modo de atuação do Sistema Único de Saúde no Rio Grande do Sul.

“Espero aprender como é articulada a rede de saúde pública aqui, para fazer também as comparações com o funcionamento do SUS do meu estado. Pretendo aprender também com os outros viventes e facilitadores: acredito que o debate multidisciplinar vai agregar muito para o meu currículo”, disse a jovem.

Além disso, ela diz que pretende usar a oportunidade no GHC como uma começo de trajetória no setor público.

“Quis trabalhar no SUS desde antes do início da minha graduação. Meu interesse é a saúde pública, especialmente na área da saúde da mulher. Pretendo me formar e seguir nesse eixo. Além do currículo, quero conhecer a cidade de Porto Alegre e interagir com outras culturas durante o VER-SUS”, pontuou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

08/07/2026 0 Comentários 157 Visualizações
Saúde

Fisioterapeuta do GHC é finalista de prêmio internacional por técnica de humanização

Por Jonathan da Silva 02/07/2026
Por Jonathan da Silva

O fisioterapeuta do Hospital Criança Conceição (HCC), Diego Kurtz, foi selecionado como finalista do IDEA Awards, prêmio internacional promovido pela International Drama/Theatre and Education Association (IDEA), voltado a iniciativas que utilizam práticas cênicas no atendimento de crianças hospitalizadas. A indicação foi feita pela Unima International, organização mundial de marionetistas e entusiastas de marionetes, e reconhece uma técnica desenvolvida por Kurtz que transforma objetos do cotidiano hospitalar em personagens para interação com pacientes pediátricos. Único brasileiro entre os finalistas, o profissional atua no Grupo Hospitalar Conceição (GHC) desde 2008.

O trabalho teve início em 2005, quando Diego Kurtz ainda era residente na UTI pediátrica do HCC. Diante das restrições sanitárias que impediam a entrada de bonecos tradicionais na unidade, ele passou a utilizar materiais hospitalares, como luvas de procedimento, estetoscópios e esparadrapos, para criar personagens e facilitar a comunicação com as crianças internadas.

Uso de objetos hospitalares

Ao longo dos anos, o fisioterapeuta aprofundou estudos sobre a técnica, que denominou de “exaptação” de objetos hospitalares. “Exaptação é um termo da biologia em que uma estrutura ou característica que evoluiu originalmente para uma função é reaproveitada para servir a um propósito diferente. No meu caso, dei uma nova finalidade para objetos que tinham funções industriais e os transformei em formas animadas”, explica Kurtz.

Entre as criações desenvolvidas está uma versão do personagem Zé Gotinha produzida com uma luva de látex. Segundo Kurtz, a transformação dos objetos em personagens ajuda a reduzir o estranhamento das crianças em relação ao ambiente hospitalar. “Dar referenciais humanos para um objeto hospitalar diminui o estranhamento da criança ao hospital. Isso é fundamental para a empatia e a redução do medo. Também facilita para o cuidado esse imaginário de que a animação de um objeto é um convite ao jogo, à brincadeira. Já para o profissional da saúde, é uma abordagem que amplia a capacidade de improviso e ajuda a proporcionar condições para que o encontro seja leve e produtivo”, afirma o fisioterapeuta.

Metodologia de ensino

A intervenção lúdica desenvolvida por Diego Kurtz foi estruturada como metodologia de ensino para profissionais da saúde e se tornou tema de seu mestrado. Para concorrer ao prêmio internacional, o fisioterapeuta apresentou a evolução do trabalho a um comitê internacional, enviando portfólio, vídeos, currículos e publicações relacionadas ao projeto.

O profissional salienta que pretende dar continuidade às pesquisas sobre o tema em um futuro doutorado. “Estou muito feliz com a indicação, independentemente de ser o vencedor. Para mim, ao construir uma prática humanizada, é fundamental pensar o cuidado como um acontecimento que se dá no encontro de dois sujeitos, e não como um procedimento em que o cuidador é sujeito e a criança é objeto do cuidado. Essa forma de atuar na área da saúde respeita e considera as crianças como sujeitos do acontecimento cuidador”, pontua Kutz.

Premiação internacional

De acordo com o regulamento do IDEA Awards, o anúncio dos vencedores será realizado em novembro de 2026. A cerimônia de premiação está prevista para julho de 2027, nos Estados Unidos.

Foto: Tamires Rodrigues/GHC/InPacto/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2026 0 Comentários 228 Visualizações
Variedades

Grupo Hospitalar Conceição é homenageado na Câmara de Porto Alegre por seus 70 anos

Por Jonathan da Silva 09/06/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Hospitalar Conceição (GHC) foi homenageado pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre na tarde desta segunda-feira (8), em reconhecimento aos 70 anos de atuação da instituição, celebrados em 2026. A sessão solene foi realizada no Plenário Otávio Rocha, por iniciativa do vereador Alexandre Bublitz (PT), e reuniu gestores, parlamentares e profissionais da saúde para destacar a trajetória do grupo, que presta atendimento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a Câmara, a homenagem foi concedida em razão do impacto social da instituição, da sua atuação na saúde pública e do trabalho desenvolvido por seus profissionais ao longo de sete décadas.

Legado do grupo

Durante a cerimônia, o diretor-presidente do GHC, Gilberto Barichello, destacou a trajetória da instituição e o papel desempenhado pelos trabalhadores que atuam na rede hospitalar. “Fazemos muito mais do que comemorar uma história: reconhecemos uma construção feita pelo tempo e pelo compromisso permanente com a vida. O GHC consolidou-se como uma instituição 100% SUS, construída por pessoas e para as pessoas. É uma trajetória que não foi erguida por prédios ou equipamentos, mas, sobretudo, pela dedicação de homens e mulheres, trabalhadores e trabalhadoras, que transformaram o seu trabalho em propósito”, ressaltou Barichello.

O dirigente também mencionou a implantação do terceiro turno de atendimento nos hospitais e na rede de atenção primária do grupo. Segundo ele, a medida permitiu ampliar o uso das estruturas existentes e aumentar a realização de cirurgias eletivas e exames no período noturno.

Expansão e modernização

O diretor-presidente apresentou ainda projetos de expansão e modernização da rede, entre eles a construção do Complexo Econômico, Industrial e de Inovação em Saúde (Ceiis), com investimento estimado em R$ 1,7 bilhão. O empreendimento deverá abrigar novas estruturas para os hospitais Fêmina, Cristo Redentor e Criança Conceição, além do Centro Obstétrico.

Outro projeto citado foi a criação de uma empresa estatal subsidiária voltada ao fortalecimento das áreas de ensino, pesquisa científica e inovação tecnológica. “O GHC vive um momento de transformação tecnológica, modernização e evolução dos seus modelos de gestão. Só faz isso quem tem coragem de inovar e de fazer a diferença. Não cabe mais a mesmice na área da saúde. A partir da covid-19 e da tragédia climática, não podemos mais fazer saúde como fazíamos há três anos: ou mudamos nossas instituições ou vamos sucumbir e as filas de espera serão maiores”, argumentou Barichello.

Ao abordar os investimentos em tecnologia, o dirigente afirmou que as mudanças não substituirão o papel dos profissionais da saúde. “Esse investimento massivo em tecnologia digital e infraestrutura inteligente não vai substituir a inteligência humana ou os profissionais de saúde, até porque as pessoas precisam tocar o paciente, conversar e acolher, pois a afetividade muitas vezes cura muito mais do que uma tarefa cirúrgica”, pontuou o diretor-presidente do Grupo Hospitalar Conceição.

Reconhecimento da atuação do grupo

Autor da homenagem, o vereador Alexandre Bublitz destacou a atuação do GHC na saúde pública do Rio Grande do Sul e ressaltou a importância dos hospitais Conceição, Cristo Redentor, Fêmina e Criança Conceição, da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Moacyr Scliar, dos 12 postos de atenção básica e dos três Centros de Atenção Psicossocial (Caps) administrados pela instituição. “O GHC demonstra fazer atendimento de saúde com qualidade, de uma forma humana, com carinho, vinculado com o desenvolvimento da ciência, sendo um dos principais polos de desenvolvimento de tecnologia em saúde do Brasil. É uma das maiores redes de hospitais públicos, é nossa e está atendendo a população daqui. É um dos principais responsáveis por manter a saúde do nosso estado funcionando”, ressaltou o parlamentar.

Ao justificar a homenagem, Bublitz também mencionou a atuação das equipes da instituição durante a pandemia de covid-19 e nas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul há dois anos. “Não é fácil fazer a gestão de um grupo hospitalar desse tamanho. Não é fácil estar numa emergência lotada. Por isso, eu queria dizer muito obrigado ao GHC”, afirmou o vereador.

Atendimento em diferentes áreas

O secretário municipal de Saúde de Porto Alegre, Fernando Ritter, também participou da solenidade e destacou a abrangência dos serviços oferecidos pela instituição. “Ele atende do pré-natal às pessoas da melhor idade. É voltado para o câncer, para as crianças, para a saúde da mulher. Também é importante porque desenvolve tecnologias. Isso tudo sendo 100% SUS, com cuidado de excelência que é referência no Brasil”, detalhou o titular da pasta.

Foto: Vinicius Coimbra/Impacto/GHC/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2026 0 Comentários 168 Visualizações
Saúde

GHC e Ministério da Saúde anunciam mutirão de catarata e ampliação do HU de Canoas

Por Jonathan da Silva 11/05/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Hospitalar Conceição (GHC) e o Ministério da Saúde anunciaram, nesta sexta-feira (8), a realização de um mutirão de cirurgias de catarata no Hospital Universitário de Canoas (HU), na Região Metropolitana de Porto Alegre. A ação integra o programa federal Agora Tem Especialistas e prevê a realização de 425 procedimentos oftalmológicos entre os dias 11 e 13 de maio. O objetivo é reduzir as filas de espera por cirurgias eletivas no Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente entre a população idosa, além de ampliar a capacidade assistencial do hospital.

As consultas e avaliações pré-operatórias ocorreram entre os dias 6 e 9 de maio. Segundo o hospital, a equipe do HU já iniciou o processo de triagem e agendamento dos pacientes, que estão sendo contatados por telefone e WhatsApp.

O modelo do programa Agora Tem Especialistas na Região Sul é coordenado técnica e administrativamente pelo GHC, responsável pela articulação entre o Ministério da Saúde, hospitais parceiros, municípios e empresas especializadas credenciadas.

Programa amplia cirurgias e exames

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o programa tem fortalecido o atendimento do SUS no Rio Grande do Sul. “O Governo Federal está fortalecendo o SUS no Rio Grande do Sul por meio de uma grande articulação com o Grupo Hospitalar Conceição, o Governo do Estado e os municípios. O GHC hoje é um exemplo nacional do Agora Tem Especialistas, com atendimento nos três turnos, recordes históricos de cirurgias e exames e reduções expressivas nas filas de espera em diversas especialidades. É um investimento que significa mais acesso, mais agilidade e mais cuidado para a população”, afirmou Padilha.

No Hospital Universitário de Canoas, a estrutura física, a gestão administrativa e a organização das filas ficam sob responsabilidade do próprio hospital. Já a empresa parceira credenciada fornece a equipe médica especializada e os insumos cirúrgicos.

O diretor-presidente do GHC, Gilberto Barichello, destacou que os investimentos buscam ampliar a capacidade de atendimento do SUS na Região Metropolitana. “O Grupo Hospitalar Conceição tem transformado investimentos e programas federais em ampliação concreta do atendimento à população. O mutirão de cirurgias de catarata e os novos equipamentos destinados ao HU representam esse esforço conjunto para reduzir filas, ampliar a oferta de exames e fortalecer a capacidade do SUS na Região Metropolitana”, ressaltou Barichello.

Investimentos em estrutura hospitalar

Além do mutirão de catarata, o Ministério da Saúde anunciou investimentos para ampliação da estrutura assistencial do Hospital Universitário de Canoas. Entre as medidas previstas estão novos leitos, salas cirúrgicas e equipamentos.

O GHC também atua na intermediação da aquisição de um novo angiógrafo para o hospital. O investimento é de R$ 4,7 milhões, repassados pelo Ministério da Saúde para elaboração das especificações técnicas e compra do equipamento.

Segundo o GHC, desde a implantação do terceiro turno de atendimento no programa Agora Tem Especialistas, o grupo registra aumento no número de cirurgias e exames realizados. Em 2025, o volume cirúrgico cresceu 67% em comparação com 2022, ultrapassando pela primeira vez a marca de 36 mil cirurgias.

Também participaram do ato o diretor Administrativo e Financeiro do GHC, João Motta, a diretora de Inovação, Gestão do Trabalho e Educação, Quelen Tanize Alves da Silva, e demais gerentes da instituição.

Entregas para municípios gaúchos

Durante a agenda, o Ministério da Saúde também realizou a entrega de 30 micro-ônibus do programa Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde, 13 unidades odontológicas móveis e quatro ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para municípios da região.

No total, o Rio Grande do Sul receberá 175 novos veículos entre ambulâncias, vans e micro-ônibus destinados ao transporte de pacientes para consultas, exames e tratamentos especializados.

A programação incluiu ainda o anúncio da assinatura da ordem de serviço para construção da nova policlínica do Samu no estado, com investimento federal de R$ 30 milhões.

A agenda também contemplou a expansão da UTI pediátrica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, com novos leitos, além da entrega de um acelerador linear para ampliação da radioterapia no SUS. Também foi firmado um termo de parceria para capacitação de profissionais da área cirúrgica em todo o país.

Foto: Chico Lisboa InPacto/GHC/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2026 0 Comentários 307 Visualizações
Projetos especiais

Rede Re-Humam do GHC atende quase 2 mil mulheres em dois anos

Por Jonathan da Silva 31/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Rede de Assistência Humanizada às Mulheres em Situação de Violência (Re-Humam), do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), realizou 1.959 atendimentos em dois anos de atuação no Rio Grande do Sul. Os dados foram apresentados nesta segunda-feira (30), durante evento que marcou o aniversário da iniciativa e reuniu instituições para fortalecer a rede de proteção. A ampliação do atendimento ocorre por meio de parcerias, novos protocolos e atuação integrada entre serviços de saúde, assistência e justiça, com o objetivo de qualificar o acolhimento e ampliar o acesso ao suporte para mulheres vítimas de violência.

Criada em março de 2024, a Re-Humam registrou aumento de 22% nos atendimentos entre o primeiro e o segundo ano, passando de 884 para 1.075 casos. A violência doméstica segue como a principal demanda, representando 52% dos registros, com crescimento de 19% no período. Já os casos de violência sexual aumentaram 56%, totalizando 271 atendimentos no último ano.

A coordenadora da Re-Humam, Débora Cristina Abel, destacou o cenário apresentado pelos indicadores. “Gostaria de estar aqui para apresentar outros números, dizer que diminuímos significativamente os atendimentos porque a violência reduziu, mas infelizmente essa não é a nossa realidade. Continuamos necessários, sendo chamados e atuando como ponte, escuta e acolhimento — muitas vezes, o primeiro lugar onde essa mulher consegue chegar. A partir de agora, também vamos avançar na qualificação dos dados, com uma análise mais detalhada do perfil das vítimas e um sistema mais ágil de busca ativa no Hospital Cristo Redentor”, afirmou Abel.

Como atua

A Re-Humam atua de forma integrada em diferentes serviços do GHC, incluindo os hospitais Conceição, Fêmina, Criança Conceição e Cristo Redentor, além da UPA Moacyr Scliar, Centros de Atenção Psicossocial (Caps), Ambulatório de Identidade de Gênero, Consultório na Rua e 12 Unidades Básicas de Saúde.

A sede da rede está localizada no Hospital Cristo Redentor, que concentra 61% dos atendimentos. Em seguida aparecem o Hospital Nossa Senhora da Conceição, com 15%, e o Hospital Fêmina, com 13%. A maior parte dos casos envolve violência física, com 69%, seguida pela violência sexual, com 23%.

Cooperação com a Defensoria Pública

Durante o evento, foi formalizada a assinatura de termo de cooperação com a Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul, além da implementação de novos protocolos com a Corregedoria e a área de Saúde do Trabalhador do GHC.

O diretor-presidente do GHC, Gilberto Barichello, destacou a necessidade de atuação institucional diante da demanda. “Os problemas da sociedade chegam até nós, e o GHC precisa agir diante deles, tanto no acolhimento de quem busca atendimento quanto na construção de políticas internas que enfrentem essas situações”, afirmou Barichello.

O defensor público-geral do Estado, Nilton Leonel Arnecke Maria, ressaltou a importância da integração dos serviços. “Esse convênio nos permite unir essa rede, porque a mulher vítima está em uma situação tão grave, que não consegue, muitas vezes, percorrer todas as etapas do atendimento. Ela precisa de atendimento de saúde, muitas vezes de saúde mental, e de atendimento jurídico. Não podemos permitir que se perca nesse percurso”, reforçou Arnecke Maria.

A procuradora de Justiça Carla Carrion Frós, coordenadora da Central de Apoio às Vítimas do Ministério Público do Rio Grande do Sul, também destacou a necessidade de articulação. “O nosso trabalho lá na ponta só vai ser efetivo com uma rede de proteção devidamente articulada. A rede existe, os serviços existem, mas sem articulação nós não estaremos protegendo essas mulheres”, pontuou Carla.

Debate sobre a rede de proteção

A programação contou também com um painel com representantes da segurança pública, do Judiciário e da assistência social para discutir o ciclo da violência doméstica e os desafios no atendimento às vítimas. Participaram a delegada Waleska Aline Viana de Alvarenga, a coordenadora do Centro de Referência de Atendimento à Mulher Márcia Calixto, Raquel Garbin Mársico, a defensora pública Paula Granetto, a juíza Taís Culau de Barros, a soldada Andressa Simionato Sthör e a promotora de Justiça Carla Carrion Frós.

Durante o encontro, foram apresentados fluxos de atendimento e medidas protetivas, além do funcionamento de serviços como a Patrulha Maria da Penha e o espaço “Bem-Me-Quer”, voltado ao acolhimento de vítimas.

Exposição

O evento também contou com a exposição “Arrancadas de Nós: histórias que precisam ser contadas”, proposta pela deputada estadual Stela Farias (PT), que reúne relatos e imagens de vítimas de feminicídio como forma de sensibilização e enfrentamento à violência.

Foto: Chico Lisboa/GHC/InPacto/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2026 0 Comentários 211 Visualizações
Projetos especiais

Grupo Hospitalar Conceição formaliza adesão ao Pacto Nacional contra o Feminicídio

Por Jonathan da Silva 27/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Hospitalar Conceição (GHC) formalizou sua adesão ao Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio nesta quinta-feira (26), durante ato realizado no Teatro da Unisinos, em Porto Alegre. A iniciativa reuniu representantes do governo federal, empresas estatais, universidades, movimentos de direitos humanos e de mulheres, parlamentares e integrantes da sociedade civil, com o objetivo de fortalecer ações articuladas de enfrentamento à violência contra as mulheres.

Durante o evento, o diretor-presidente do Grupo Hospitalar Conceição, Gilberto Barichello, destacou a necessidade de atuação conjunta entre poder público e sociedade. “Sem políticas de Estado e sem a articulação com a sociedade civil, não vamos enfrentar a violência contra as mulheres. É um problema estrutural”, afirmou Barichello.

A adesão ao pacto estabelece compromissos institucionais voltados à proteção das mulheres e à promoção de ações coordenadas entre diferentes setores, envolvendo poder público, instituições e sociedade civil.

Parcerias firmadas

Na ocasião, também foram firmadas parcerias com o Observatório da Violência de Gênero da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com foco na produção de conhecimento e no apoio a políticas públicas voltadas à equidade de gênero. A iniciativa integra um conjunto de diretrizes que incluem a promoção de ambientes de trabalho seguros, o desenvolvimento de programas de formação e o fortalecimento de redes de apoio às mulheres.

Debate com especialistas

O encontro foi encerrado com um painel de especialistas, com participação de Denise Dora, Carmen Hein de Campos e Lígia Mori Madeira, que abordaram aspectos históricos da violência de gênero e destacaram a necessidade de estratégias integradas de prevenção e enfrentamento.

Foto: Chico Lisboa/GHC InPacto/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2026 0 Comentários 218 Visualizações
Saúde

Hospital Criança Conceição aposta em ambiente lúdico no tratamento oncológico pediátrico

Por Jonathan da Silva 18/02/2026
Por Jonathan da Silva

O Hospital Criança Conceição, do Grupo Hospitalar Conceição, dispõe de uma estrutura com ambientação lúdica e atendimento humanizado para auxiliar no tratamento oncológico pediátrico pelo Sistema Único de Saúde. O espaço foi destacado durante o Dia Internacional do Câncer Infantil, em 15 de fevereiro, que chama a atenção para a estimativa de 7.560 novos casos da doença no país em 2026, segundo o Instituto Nacional do Câncer.

Referência no atendimento oncológico pediátrico 100% realizado pelo SUS, o hospital atende atualmente 137 pacientes ativos, sendo 57 do interior do Rio Grande do Sul, 45 de Porto Alegre e 35 da Região Metropolitana. Do total de crianças atendidas na oncologia da instituição, 41% são do interior do estado.

Estrutura e atendimento

O hospital dispõe de 12 leitos de internação, três leitos ambulatoriais e um leito de isolamento no ambulatório. O ambulatório oncológico e a área de internação contam com decoração temática, consultórios com desenhos e elevadores ilustrados. A instituição também mantém uma sala de recreação exclusiva para a oncologia pediátrica, coordenada pela psicopedagoga Tatiane Milani, onde são desenvolvidas atividades lúdicas e pedagógicas durante a espera por exames e consultas, além de contato com escolas para garantir a continuidade do aprendizado.

Embora os protocolos adotados sejam internacionais, cada paciente recebe um plano individualizado com previsão de internações, ciclos de tratamento, uso de medicamentos e possíveis intercorrências. Após a confirmação do diagnóstico, a família participa de consulta detalhada com a equipe multiprofissional, com duração aproximada de duas horas.

Sinais de alerta

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, as neoplasias infantojuvenis são consideradas raras em comparação com os adultos, mas representam a principal causa de morte por doenças no Brasil entre pessoas de até 19 anos. No Rio Grande do Sul, a estimativa é de 430 novos casos em 2026.

Entre os sinais de alerta estão palidez, cansaço, falta de disposição para brincar, febre persistente por mais de 15 dias, dor nas pernas, manchas no corpo e pele amarelada. A orientação é procurar atendimento nas Unidades Básicas de Saúde diante desses sintomas. Em casos agudos e mais graves, a indicação é buscar um serviço de emergência.

O oncologista pediátrico Roberto Cabral, responsável pelo serviço de Oncologia Pediátrica e Hematologia Pediátrica do Hospital Nossa Senhora da Conceição, destaca a importância da avaliação médica. “O paciente precisa ser avaliado, fazer exames complementares e receber um diagnóstico preciso. A maioria dos casos tem altas chances de cura, especialmente quando identificados cedo”, afirma Cabral.

Impacto no tratamento

Segundo o oncologista, o ambiente hospitalar também influencia o desfecho clínico. “A questão lúdica faz muita diferença. Esse público já enfrenta desafios próprios do crescimento e ainda precisa lidar com o afastamento da escola. Tudo isso interfere nos resultados das terapias”, atesta Cabral.

A experiência da família de Felipe Cardoso Flores, morador de São Leopoldo, ilustra o atendimento prestado pela instituição. O diagnóstico de leucemia ocorreu em 2022, após o menino passar mal no primeiro dia de aula e ser encaminhado ao hospital, onde a biópsia de medula confirmou a doença. Após quatro anos, ele se prepara para encerrar o tratamento em 25 de fevereiro, dois dias antes de completar 14 anos.

A mãe do paciente, Cristiane Sampaio Cardoso, relata a importância do atendimento recebido. “O modo como o médico explica tudo e o carinho de toda a equipe foram muito importantes. Criamos vínculos porque sempre há um abraço e um gesto de conforto para as crianças e os familiares”, comenta Cristiane.

Foto: Chico Lisboa/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/02/2026 0 Comentários 248 Visualizações
Saúde

Bebês prematuros recebem novo imunizante contra bronquiolite no Hospital Criança Conceição

Por Jonathan da Silva 11/02/2026
Por Jonathan da Silva

Os primeiros recém-nascidos prematuros atendidos pelo Hospital Criança Conceição (HCC), do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em Porto Alegre, receberam a dose do Nirsevimabe nesta terça-feira (10). O imunizante foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) para prevenção da bronquiolite causada pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), com aplicação inicial voltada a bebês que nasceram com até 37 semanas de gestação.

Os bebês Giovanna, nascida com 28 semanas, e Vicente, com 30 semanas, foram os primeiros a receber o imunizante no GHC. A aplicação ocorreu na Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal do HCC, onde ambos estavam internados junto às mães.

O Nirsevimabe é um anticorpo monoclonal que oferece proteção imediata contra o VSR, principal causa de bronquiolite e de internações em bebês. A estratégia prevê aplicação anual, antes do período de maior circulação do vírus.

Diferença em relação ao esquema anterior

A médica neonatologista Francieli Sanfelice, da Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal do HCC, explicou a mudança no protocolo de prevenção. “No ano passado, nós tínhamos o palivizumabe, que exigia doses mensais no período de sazonalidade do vírus. Neste ano, a promessa é que, com uma dose única, nós consigamos manter a criança imunizada, evitando a forma mais grave da bronquiolite pelo principal agente, que é o VSR”, destacou Francieli.

Distribuição no Grupo Hospitalar Conceição

O HCC recebeu 40 doses do imunizante e foi o primeiro hospital do grupo a iniciar a aplicação. Os hospitais Conceição e Fêmina também receberam doses e começaram a imunização nesta semana. As doses foram destinadas às maternidades e às unidades neonatais.

A distribuição interna é feita pelo Setor de Farmácia do GHC, responsável pelo recebimento, armazenamento do anticorpo e pelos registros necessários para reposição. O setor mantém articulação com a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre para o abastecimento das unidades.

Vacinação durante a gestação

O SUS também oferece vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. Segundo o Ministério da Saúde, o vírus responde por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos.

Foto: GHC/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2026 0 Comentários 239 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 308 | Jul 2026

Entrevista | Guilherme Viezzer fala sobre a automação e a IA no mercado supermercadista

Cooperativismo | Modelo de negócios que transforma comunidades

Cidades| São Leopoldo comemora sua história e projeta desenvolvimento

Educação | Da sala de aula para a vida: a educação financeira que muda hábitos

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em Canela

  • 2

    Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª Expocande

  • 3

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 4

    Colégio João Paulo I lidera ranking do Enem em Porto Alegre pelo terceiro ano consecutivo

  • 5

    Nova Petrópolis celebra o Dia da Cerveja com programação em 15 estabelecimentos

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO