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gasolina

Variedades

Região Sul registra alta no preço dos combustíveis em junho, mas mantém gasolina mais barata do País

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Região Sul manteve o comportamento de alta no preço dos combustíveis em todo o País e apresentou aumento para o diesel, a gasolina e o etanol em junho, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). A gasolina, que em maio era vendida por R$ 3,763 o litro, teve um acréscimo de 4,7% e foi encontrada nos postos ao preço médio de R$ 3,940. O avanço no diesel foi de 3,21%, e o combustível teve o litro vendido ao preço médio de R$ 2,956. Ainda assim. o valor é 17% mais barato que o encontrado na Região Norte, que registrou a maior média nacional para o combustível. Já o etanol, o único combustível que não havia registrado aumento nos primeiros 15 dias de junho, fechou o mês com alta de 2,99%, e foi vendido nas bombas a R$ 3,375.

“Os preços dos combustíveis nos postos da Região Sul se mantêm como os mais baratos de todo o território nacional há alguns meses. Em junho, identificamos o primeiro aumento do ano, e essa alta também impactou os motoristas da região. Ainda assim, o Sul lidera com as menores médias para o diesel e a gasolina. Os próximos dias devem mostrar se essa curva se manterá em julho”, analisa o head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

Ao analisar os Estados, o IPTL apontou que o Paraná lidera o ranking dos menores preços para os principais combustíveis. O diesel foi comercializado a R$ 2,867, um aumento de 4% em relação a maio. Já o etanol registrou alta de 6,3% e foi comercializado a R$ 2,755. A gasolina, que em maio foi vendida a R$ 3,614, apresentou um avanço de 5,2% e foi comercializada nas bombas paranaenses a R$ 3,803. Com um aumento de 3,4%, Santa Catarina teve o diesel vendido a R$ 3,018, o mais caro de toda a Região Sul.

O Rio Grande do Sul fechou junho com os preços mais altos para a gasolina, vendida a R$ 4,045, e para o etanol, comercializado a R$ 3,864, um aumento de 1,4%. Em Porto Alegre, os motoristas encontraram o diesel, a gasolina e o etanol mais caros na zona leste. Já na zona sul foram encontrados os menores valores para a gasolina e o etanol, enquanto a zona norte registrou o diesel mais barato da cidade.

Ainda de acordo com o estudo realizado pela Ticket Log, os preços apresentados em junho demonstram que, embora existam perfis diferentes em cada veículo, em todos os Estados foi mais vantajoso financeiramente abastecer com gasolina.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo.

A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 671 Visualizações
Variedades

Mesmo com alta no preço do diesel e gasolina, Região Sul lidera com os menores valores do País

Por Gabrielle Pacheco 19/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após meses consecutivos de baixa nos preços, os combustíveis estão mais caros em todo o País nesta primeira quinzena de junho, de acordo com o Índice de Preços da Ticket Log (IPTL). A Região Sul, mesmo com alta, ainda detém os melhores preços para o diesel e para a gasolina. Esta, que foi vendida a R$ 3,763 em maio, começou junho com alta de 2,31% e foi encontrada ao preço médio de R$ 3,850. O diesel, que havia sido vendido a R$ 2,864 foi comercializado nas bombas por R$ 2,923 em junho, um acréscimo de 2,06%. Já o etanol não está entre os mais baratos do País e também apresentou aumento em relação a maio, e foi vendido a R$ 3,324.

“O IPTL traz uma análise dos primeiros dias de junho, e com isso já conseguimos perceber a alta dos preços em todas as regiões. O estudo também revela que mesmo com esse aumento o ranking regional de preços mantém basicamente o cenário do mês anterior. A Região Sul segue com a gasolina e o diesel com os melhores preços de todo o território nacional. A gasolina, por exemplo, chega a ser 7% mais barata no Sul do que no Norte”, afirma o head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

O IPTL identificou que todos os Estados tiveram aumento de preço nos combustíveis neste início de mês. O Paraná lidera os preços mais baixos para todos os combustíveis, mesmo com avanço nos preços. A gasolina apresentou alta de 2,3% e foi vendida a R$ 3,696. O etanol e o diesel, ambos com aumento de 2,8%, foram encontrados, respectivamente, por R$ 2,664 e R$ 2,834. O Rio Grande do Sul manteve a liderança, só que dos maiores preços, e teve a gasolina vendida a R$ 3,952, com alta de 1% e o etanol por R$ 3,813. Já o diesel mais caro foi encontrado novamente em Santa Catarina, com aumento de 2,2% e preço médio do litro a R$ 2,983.

Ainda de acordo com o estudo realizado pela Ticket Log, os preços apresentados nesta primeira quinzena de junho demonstra que, embora existam perfis diferentes em cada veículo, em todos os Estados do Sul foi mais vantajoso financeiramente abastecer com gasolina.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2020 0 Comentários 558 Visualizações
Variedades

Região Sul segue com a gasolina mais barata do Brasil, revela pesquisa

Por Gabrielle Pacheco 30/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os primeiros dias do mês trazem variações distintas no preço dos combustíveis para os motoristas da Região Sul, revela o último levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL). Apesar do aumento de 0,9%, a gasolina dos estados do Paraná e Santa Catarina continua sendo a mais barata do país, com o litro comercializado à média de R$ 4,407 e R$ 4,41, respectivamente. Já o etanol, que em fevereiro teve na região o litro mais caro do país, apresenta um recuo de 12% na primeira quinzena de março.

“Percebemos variações distintas no preço dos combustíveis na região. No caso do etanol, o cenário para o início do mês de março ainda sinaliza para a manutenção da queda do valor médio. O registro médio de R$ 3,439, na primeira semana, representa o menor preço desde dezembro”, comenta o Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

O IPTL também revela o comportamento do preço dos combustíveis nos postos do Sul do Brasil em fevereiro. No comparativo com janeiro, houve uma queda de 0,9% no valor da gasolina, diferente do etanol que avançou 0,95%, acompanhado do GNV, com alta de 0,7%. Já o diesel comum e o S-10 apresentaram no mês passado as baixas mais relevantes de todo o território nacional, sendo que no Paraná os combustíveis recuaram 5,2% e 4,7%, respectivamente.

No recorte por Estado, o Rio Grande do Sul liderou o índice das maiores médias para todos os tipos de combustíveis. O Estado ainda concentrou o litro mais caro do etanol de todo o país, vendido à média de R$ 4,477.

Em Santa Catarina, o litro do etanol ficou 0,5% mais caro em comparação ao mês de janeiro, quando o preço por litro foi de R$ 3,911. Já a gasolina apresentou redução de 0,5%, passando de R$ 4,446 para R$4,424, em fevereiro.

Já no Paraná (PR), os motoristas contaram com o custo do etanol mais competitivo da região, mesmo assim, houve alta de 1,33% com o preço do litro passando de R$ 3,298, em janeiro, para R$ 3,342. Por sua vez, a gasolina apresentou uma baixa de 0,8% no período, sendo comercializada a R$ 4,422, em fevereiro.

No contexto nacional, o cenário foi de baixa para a gasolina e o etanol em fevereiro, sendo o último com o avanço de 0,81%. Depois de fechar o mês passado com o preço médio de R$ 3,757, o etanol sinaliza para um contexto de baixa na primeira semana de março, comercializado à média de R$ 3,001. Com a gasolina não é diferente: em fevereiro com o litro vendido a R$ 4,693, o combustível já apresenta o preço médio de R$ 4,668 na média de todo o território nacional.

Em Porto Alegre

Para os motoristas da capital gaúcha, abastecer com gasolina na zona norte saiu mais barato em fevereiro. A diferença no custo entre a região mais cara e a mais barata chega a 1%, com o litro vendido a R$ 4,627 na zona norte, ante os R$ 4,677 cobrados nos postos da zona leste e região central.

Os motoristas da região sul contam com os valores mais competitivos para o etanol, com média de R$ 4,470, ante os R$ 4,518 da zona leste. Seguindo o mesmo comportamento do mês anterior, a gasolina ainda continua sendo uma boa opção em todos os bairros de Porto Alegre (RS) em relação ao etanol.

O IPTL é um índice mensal de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2020 0 Comentários 506 Visualizações
Business

RS tem a gasolina mais cara do Sul

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O preço médio da gasolina comum caiu 1,93% em julho na comparação com o mês anterior no país, conforme levantamento da ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas. Em junho, o valor médio detectado na pesquisa foi de R$ 4,678. Em julho, o preço caiu para R$ 4,579.

Com valores médios de R$ 4,062 e R$ 4,188, respectivamente, Santa Catarina e São Paulo seguem com a gasolina comum mais barata no país. Obtidos por meio do registro das transações realizadas em julho com o cartão de abastecimento da própria companhia em cerca de 20 mil estabelecimentos credenciados, os dados mostram que Acre e Rio de Janeiro permanecem como os estados com o combustível mais caro – R$ 5,068 e R$ 4,934, respectivamente –, assim como ocorreu no mês anterior.

Da mesma forma que no levantamento anterior, a capital com gasolina mais barata é Florianópolis (R$ 3,896), e a mais cara, Rio de Janeiro (R$ 4,939). Entre as regiões do país, o Norte tem a gasolina mais cara (R$ 4,667, em média), e o Sul, a mais barata (R$ 4,297).

Entre os Estados, São Paulo tem o combustível com o menor valor no Sudeste (R$ 4,188). Já o Rio de Janeiro tem o maior valor médio da região e também um dos maiores do país (R$ 4,934).

No Sul, a gasolina comum mais cara é encontrada no Rio Grande do Sul (R$ 4,539, em média).

Santa Catarina é o Estado da região – e do país – com o combustível mais barato (R$ 4,062). No Centro-Oeste, o Distrito Federal tem a gasolina com o preço médio mais baixo (R$ 4,288). Já Mato Grosso tem a gasolina mais cara (R$ 4,66). No Nordeste, Ceará apresenta o preço médio mais baixo (R$ 4,485). Já Sergipe tem o valor mais alto (R$ 4,682).

No Norte, o Acre tem o preço mais alto não só da região, como também do Brasil (R$ 5,068). O valor médio mais baixo foi verificado em Roraima (R$ 4,38). Entre as capitais, Florianópolis (R$ 3,896) e Curitiba (R$ 4,019) são as que apresentam preços menores. Já Rio de Janeiro (R$ 4,939) e Belém (R$ 4,851) têm os valores mais altos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/08/2019 0 Comentários 736 Visualizações
Business

Audiência pública discute impostos nos combustíveis e ICMS-ST

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Comissão de Defesa do Consumidor e Participação Popular promoveu nesta segunda-feira (8) audiência pública para discutir o impacto dos impostos na composição do preço dos combustíveis e o valor de pauta para o ICMS da gasolina adotado pelo Rio Grande do Sul. O requerimento foi apresentado pelo deputado estadual Issur Koch e reuniu o setor produtivo, entidades e a Receita Estadual para discutir, também, a substituição tributária do ICMS.

“Nossa intenção foi reunir o Estado, entidades e consumidores para discutir esse tema que está na vida de empresas e da sociedade gaúcha. Está bastante claro que a decisão do governo gaúcho de instituir a substituição tributária (ST), ainda na gestão anterior, trouxe dificuldades para quem paga a conta e tem, indiretamente, provocado aumento da carga tributária”, destacou Issur.

A preocupação, disse o parlamentar, é com a fuga de investimentos e o fechamento de postos de trabalho no Estado. “O ICMS-ST, da forma como está implantado, se soma ao Custo RS, dificultando o desenvolvimento socioeconômico do Estado”, destacou.

O assessor Jurídico do Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado (Sulpetro), Cláudio Baethgen, disse que a consequência do Decreto 54.308/2018, que promoveu modificações no Regulamento do ICMS (RICMS), tem sido a diminuição do consumo e, consequentemente, da arrecadação estadual.

“A Receita tem se mostrado disposta a discutir alternativas, mas o fato é que estamos discutindo o melhor remédio com o paciente aberto”, ponderou.

Presente ao encontro, o secretário adjunto da Receita, Edson André Moura, admitiu que, em especial, o varejo tem tido dificuldades para atender as exigências do decreto e admitiu mudanças. “A Receita entende que é possível retirar a substituição tributária para alguns setores, mas não para o setor de combustíveis. Se fizéssemos isso, puniríamos quem não sonega e beneficiaríamos o sonegador”, afirmou.

Representando a ACI/NH, Marco Kirsch ressaltou que a entidade tem atuado para mitigar e reverter, inclusive na Justiça, os efeitos do decreto estadual. “O cenário atual é hostil para empreender no Rio Grande do Sul, inegavelmente. A ACI-NH/CB/EV entende que é inconstitucional o decreto e segue lutando na Justiça contra essa medida do governo, que não pode olhar somente para o caixa, mas sobretudo, pela continuidade das empresas e dos empregos no Estado”, definiu.

O vice-presidente de Relações Institucionais do Conselho Regional de Contabilidade, Celso Luft, também falou das dificuldades de os contabilistas recolherem o tributo antecipadamente. “Nem mesmo as empresas de software têm apresentado soluções que atendam as necessidades das empresas neste momento”.

A audiência contou, também, com as presenças dos deputados Elton Weber, Fábio Branco, Fábio Ostermann, Neri, o Carteiro, e Giuseppe Riesgo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2019 0 Comentários 575 Visualizações
Variedades

Etanol varia até 36% entre os postos da região Sul

Por Gabrielle Pacheco 27/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Pelo segundo mês consecutivo, o preço dos combustíveis ficou mais caro nos postos da Região Sul, revela o levantamento de abril do Índice de Preços Ticket Log (IPTL). A gasolina apresentou alta de 3,4%, no comparativo com o mês anterior e foi comercializada a R$ 4,559. Já o etanol, mesmo com reajuste abaixo de 1%, é destaque pela alta variação entre os Estados e chega a registrar diferença de 36% nas bombas.

“Ao analisar os dados de abril, identificamos que os motoristas da Região Sul já não pagam pelos combustíveis mais baratos do País, com exceção do diesel, como acontecia nos meses anteriores. O período foi de alta e a variação de preços entre os Estados chama atenção, como é o caso do etanol, que chega a 36%, quando comparamos à média do litro vendido no Paraná, de R$ 3,092, aos R$ 4,20 do Rio Grande do Sul”, comenta o Diretor-Geral de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, Jean-Urbain Hubau (Jurb).

No recorte regional, Santa Catarina lidera o ranking da gasolina mais barata, com o litro vendido a R$ 4,279. A variação para o combustível chega a 10%, quando o litro é comparado ao preço médio mais caro encontrado nos postos do Rio Grande do Sul, que foi de R$ 4,70.

Os motoristas gaúchos ainda pagaram os maiores preços do etanol (R$ 4,20), alta de 2%, GNV (R$ 3,449), diesel comum (R$ 3,462) e S-10 (R$ 3,554). No Paraná, foi registrado o menor valor para o etanol, comercializado a R$ 3,09.

No contexto nacional, abril foi mais um período de aumento nos preços dos combustíveis, com exceção do gás veicular natural (GNV). A gasolina, com o litro vendido em média a R$ 4,587, e o etanol, a R$ 3,633, apresentaram alta de 3,2% e 2%, respectivamente. Com o diesel e o diesel S-10, não foi diferente: aumento médio de 1%, nos postos de todo o País. Na contramão do reajuste, o GNV recuou 0,36%, comercializado a R$ 3,295.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/05/2019 0 Comentários 532 Visualizações
Variedades

Issur quer discutir impacto dos impostos nos combustíveis

Por Gabrielle Pacheco 15/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O deputado estadual Issur Koch protocolou requerimento de audiência pública nesta terça-feira (14) na Comissão de Defesa do Consumidor e Participação Popular para discutir o impacto dos impostos na composição do preço dos combustíveis e o valor de pauta para o ICMS da gasolina adotado pelo Rio Grande do Sul.

“Precisamos saber por que, historicamente, os gaúchos pagam um dos maiores valores do País pelo litro da gasolina, assim como dos demais combustíveis. No último dia 11 de maio, por exemplo, o combustível atingiu o maior preço médio em seis meses no Estado, de acordo com pesquisa realizada entre os dias 6 e 10 deste mês pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), com valor médio de R$ 4,818”, lembrou o parlamentar.

Issur destacou, ainda, que no caso dos gaúchos, esse valor sobe cerca de R$ 0,10, tendo em vista que o governo do Estado utiliza o preço praticado na bomba, e não o valor revendido pela refinaria aos distribuidores de combustíveis, para determinar o valor de pauta do ICMS na quinzena seguinte.

“Como efeito dessa política pública, o Rio Grande do Sul perde competitividade e negócios em razão dos valores dos combustíveis, uma vez que a gasolina, o etanol e o diesel têm peso significativo na composição de custos de famílias e empresas”, finalizou.

O parlamentar sugeriu que sejam convidados para estar presentes na audiência pública representantes da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis e Derivados de Petróleo no Estado do Rio Grande do Sul, Secretaria Estadual da Fazenda e Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo no Estado do Rio Grande do Sul.

Além destes, Issur sugere que sejam convidados representantes da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes-(FECOMBUSTIVEIS), Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado do Rio Grande do Sul- (SULPETRO), Procon RS, Associação Gaúcha de Pequenas e Médias Empresas Transportadoras de Passageiros-AGPM e Centro de Apoio Operacional do Consumidor e da Ordem Econômica do Ministério Público.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/05/2019 0 Comentários 568 Visualizações
Variedades

Região Sul registra o maior aumento no preço da gasolina no País, revela o Índice da Ticket Log

Por Gabrielle Pacheco 26/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Depois de meses de baixa, o preço dos combustíveis ficou mais caro nos postos da Região Sul, revela o levantamento de março do Índice de Preços da Ticket Log (IPTL).

A gasolina apresentou alta de 3,7%, no comparativo com o mês anterior, e foi comercializada a R$ 4,41. É a maior variação para o combustível no País, mas a região ainda concentra o menor preço médio do litro.

A alta também foi acompanhada pelo etanol, com aumento de 7,8% e o litro vendido a R$ 3,564. “O aumento dos preços na região reflete a alta percebida para o combustível em todo o País, que foi de 2,6%. Com o etanol não foi diferente, e os postos do Sul apresentaram o segundo maior aumento e o dobro da variação média nacional, que foi de 4%”, comenta o Diretor-Geral de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, Jean-Urbain Hubau (Jurb).

No recorte regional, Santa Catarina lidera o ranking da gasolina mais barata da região, com o litro vendido a R$ 4,099. A variação para o combustível na região chega a quase 10%, quando o litro é comparado ao preço médio mais caro encontrado nos postos do Rio Grande do Sul, que foi de R$ 4,499.

Os motoristas gaúchos ainda pagaram os maiores preços do etanol (R$ 4,11) e do GNV (R$ 3,448). No Paraná, mesmo com a alta de 7%, foi registrado o menor valor para o etanol, comercializado a R$ 3,09.

No contexto nacional, março foi o primeiro mês a registrar aumento nos preços para todos os tipos de combustível. A gasolina, com o litro vendido em média a R$ 4,443, e o etanol, a R$ 3,559, apresentaram alta de 2,6% e 4%, respectivamente. O preço médio do gás veicular natural (GNV) aumentou em 1,6%, comercializado a R$ 3,307. Com o diesel e o diesel S-10, não foi diferente: aumento de 1,9% e 2%, respectivamente, nos postos de todo o País.

Na análise do primeiro trimestre, o preço médio da gasolina (R$ 4,385) ultrapassou o patamar de 2018, com alta de 2,2%. Já o litro do etanol apresentou variação abaixo de 1%, com média de R$ 3,476, ante os R$ 3,45 dos primeiros meses do ano passado

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/04/2019 0 Comentários 511 Visualizações
Business

Preço da gasolina variou 124% no último mês de 2018

Por Gabrielle Pacheco 10/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Depois de uma perceptiva queda nos valores do combustível em novembro, o preço da gasolina comum se manteve estável durante o último mês de 2018. Enquanto novembro registrou preços entre R$ 3,39 e R$ 7,29 o litro – representando uma oscilação de 115% –, dezembro teve uma variação de 124%, de acordo com levantamento realizado pela ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas. Os postos credenciados à marca espalhados pelo Brasil apresentaram, no último mês, preços que iam de R$ 3,19 a R$ 7,15 por litro.

No caso da gasolina aditivada, a pesquisa da ValeCard mostrou uma queda na variação de preços: de 75,2%, passou a 68,7% em dezembro, com valores que iam de R$ 3,49 a R$ 5,89 o litro. Além disso, o etanol comum pôde ser encontrado, durante o mês, com valores que iam de R$ 2,12 até 4,79 o litro, o que representa uma oscilação de 126%, enquanto o etanol aditivado variou 83,6% – com preços entre R$ 2,39 e R$ 4,39.

Mas como saber se está valendo mais a pena abastecer com gasolina ou etanol? Adriano Gomes, professor de Administração da ESPM e Sócio-Diretor da Méthode Consultoria, explica que o cálculo é simples. “Basta dividir o preço do litro de etanol pelo preço da gasolina. O resultado indiferente é 0,70. Se for inferior a 0,70, opte pelo etanol. Se maior, a melhor opção é a gasolina.”

O levantamento da ValeCard é feito por meio do registro das transações realizadas com o cartão de abastecimento da própria empresa em postos credenciados por todo o País.

Sobre a ValeCard
É uma instituição 100% nacional que está entre as maiores empresas de meios de pagamento eletrônicos do Brasil e que oferece soluções completas e integradas para Gestão de Frotas, Benefícios e Financeira. Desde 1995 no mercado e atuando em todo o território nacional, a empresa está entre as três maiores empresas de gerenciamento de frotas do país e entre as 100 empresas mais inovadoras no uso de TI.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/01/2019 0 Comentários 649 Visualizações
Variedades

Campo Bom suspende aulas nesta segunda-feira

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Campo Bom informou, neste domingo (27), que as aulas nas escolas da rede municipal de ensino de Campo Bom estão suspensas nesta segunda-feira (28). A medida foi tomada em virtude da dificuldade de deslocamento de muitos professores que residem em outros municípios e também pela falta parcial de insumos para a alimentação adequada dos estudantes.

O atendimento no Centro Administrativo, nas unidades de saúde e demais serviços públicos municipais será mantido. O prefeito Luciano Orsi destaca que a Administração Municipal está utilizando de todas as medidas necessárias para dar continuidade aos serviços públicos, atendendo prioritariamente e garantindo serviços de urgência e emergência, principalmente na área da Saúde, como na circulação das ambulâncias e do Samu.

O comunicado divulgado ressaltar que, assim como a comunidade, a Prefeitura também se vê numa situação preocupante devido a falta de combustível e demais insumos. Sendo assim, talvez aja a necessidade, nos próximos dias, caso a situação de escassez prossiga, que a Prefeitura necessite promover uma reorganização temporária dos serviços. Caso o movimento de greve se estenda, a Prefeitura estará orientando a população por meio de canais oficiais de comunicação sobre o funcionamento das aulas e demais serviços nos próximos dias.

Fonte: Assessoria | Foto: reprodução
28/05/2018 0 Comentários 562 Visualizações
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