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fiergs

Política

Fiergs critica reajuste de 8% no salário mínimo regional aprovado pela Assembleia

Por Jonathan da Silva 04/06/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs manifestou crítica, nesta terça-feira (3), à aprovação, pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), do projeto de lei do governo estadual que reajusta em 8% o salário mínimo regional. A entidade considera a medida inadequada e injustificável, alegando que o aumento está acima da inflação acumulada de 2,98% desde o último reajuste, em dezembro de 2024, conforme dados do Monitor do INPC da própria federação.

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, afirmou que “a aprovação do reajuste do mínimo regional representa um obstáculo à geração de emprego e renda. A medida eleva custos, desestimula o crescimento econômico do estado e compromete a competitividade das empresas gaúchas”.

Bier reiterou que a entidade, junto a outras organizações empresariais do Rio Grande do Sul, defende há muito tempo a extinção do mínimo regional. “Os mais impactados serão, infelizmente, os pequenos e médios industriais, que não dispõem do fôlego financeiro necessário para absorver os efeitos negativos de uma decisão tão descolada da realidade econômica”, destacou o presidente da entidade.

Aumento de custos e risco de estagnação

O coordenador do Conselho de Relações do Trabalho do Sistema Fiergs, Guilherme Scozziero, também criticou o reajuste. “Trata-se de uma decisão que impõe custos adicionais significativos em um momento no qual as empresas ainda enfrentam dificuldades para manter empregos, reconstruir estruturas e retomar suas atividades”, afirmou coordenador.

Scozziero ressaltou que a indústria gaúcha acumula uma retração real de 5% no biênio 2023–2024. “Esse reajuste, desproporcional e acima da inflação, compromete ainda mais a competitividade. A medida pode agravar o quadro de estagnação que afeta a economia industrial no estado”, finalizou o representante da Fiergs.

Fiergs defende negociações diretas

O Sistema Fiergs também reforçou que é favorável à valorização do trabalho, mas defende que as condições de remuneração sejam definidas diretamente entre empresas e trabalhadores. Segundo a entidade, a negociação coletiva permite levar em conta as particularidades de cada setor, localidade e o contexto econômico, sem comprometer a sustentabilidade dos negócios.

Foto: Drazen Zigic/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2025 0 Comentários 277 Visualizações
Variedades

Reforma tributária pode elevar em 19,5% o PIB da construção civil em 15 anos

Por Jonathan da Silva 21/05/2025
Por Jonathan da Silva

A reforma tributária aprovada no final de 2024 deve gerar um aumento de 19,5% no Produto Interno Bruto (PIB) da indústria da construção civil ao longo dos próximos 15 anos, segundo projeção da Universidade Federal de Minas Gerais apresentada nesta segunda-feira (19) em seminário realizado pelo Sistema Fiergs, em Porto Alegre. Para a indústria como um todo, o incremento estimado é de 16,6%, resultado principalmente da redução no custo dos investimentos.

De acordo com o superintendente de Economia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Mario Sergio Carraro Telles, a reforma corrige distorções na produção industrial ao eliminar a cumulatividade e ao permitir melhor alocação de recursos. “É uma mudança de conceito para a indústria”, afirmou Telles, explicando que o novo sistema viabiliza maior eficiência produtiva e organizacional.

A principal mudança da reforma é a unificação de tributos como ICMS, PIS e Cofins em um único Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A transição começará em fase de teste em 2026 e será concluída em 2033. “Essa mudança ocorre gradativamente até que, em 2033, tenhamos a reforma plenamente em vigor. Os efeitos sobre a construção civil também vão ser gradativos, à medida que toda essa transição for acontecendo”, salientou Telles.

O economista da CNI destacou que, atualmente, fornecedores da construção pagam ICMS e o setor é tributado pelo ISS, o que impede o aproveitamento de créditos entre os dois. Com a unificação, esse crédito poderá ser utilizado pela construção civil, o que, segundo ele, “permite que a construção possa se industrializar, ser mais produtiva, oferecer preços menores e construir com mais qualidade”.

Impacto sobre planejamento e estrutura das empresas

O coordenador do Conselho da Indústria da Construção (Consic) do Sistema Fiergs e vice-presidente da entidade, Claudio Teitelbaum, afirmou que a reforma representa uma transformação no sistema brasileiro e terá impactos diretos na operação e nos investimentos das empresas. “As mudanças legislativas aprovadas impactam diretamente a forma como as empresas operam, planejam e investem, especialmente em setores intensivos de mão de obra, com estruturas complexas e margens pressionadas, como é o caso da construção civil, que tem um papel essencial na economia. Geramos milhões de empregos e movimentamos uma vasta cadeia produtiva”, pontuou Teitelbaum.

A diretora de Relações Institucionais do Sistema Fiergs, Ana Paula Werlang, afirmou que a transformação no sistema tributário trará efeitos significativos para o ambiente de negócios. “Estamos atravessando uma transformação profunda do sistema tributário brasileiro e sabendo que essas mudanças terão efeito significativo sobre o ambiente de negócio, especialmente o setor complexo e intensivo em mão de obra, como é o caso da construção civil”, ressaltou Ana Paula, destacando o momento de reconstrução do Rio Grande do Sul.

Eventos como esse, materializam a nossa missão de representar com propósito mais de 52 mil indústrias gaúchas, atuando incansavelmente pela competitividade do setor e pelo desenvolvimento e reconstrução sustentável do Rio Grande do Sul”, salientou Ana Paula Werlang.

Setor deve se adaptar com antecedência

O advogado e vice-presidente da Área Jurídica da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Fernando Guedes, alertou para a necessidade de preparação imediata do setor. “Precisam ser feitas adaptações de pessoal, sistemas, processos, de cálculo e precificação; e isso tudo tem de ser visto agora, porque no setor da produção, o produto é de maturação longa. Planejamos hoje para começar a construir daqui um, dois anos, vender daqui a três ou cinco anos. Nesse período há impactos que têm que ser definidos e avaliados desde já pelas empresas”, ponderou Guedes. Segundo o advogado, cerca de 220 mil empresas e aproximadamente 3 milhões de trabalhadores da construção civil serão afetados pelas novas regras no Brasil.

Realização do evento

O seminário Impactos da Reforma Tributária na Indústria da Construção foi promovido pelo Sistema Fiergs por meio do Consic e do Conselho Técnico de Assuntos Tributários, Legais e Cíveis (Contec), em parceria com a CBIC e apoio da CNI. O evento foi encerrado com uma mesa de debates que contou com a participação do coordenador do Contec, Rafael Sacchi.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2025 0 Comentários 271 Visualizações
Variedades

Presidente da Fiergs destaca uso de inteligência artificial na indústria durante visita ao MIT

Por Jonathan da Silva 16/05/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, participou nesta quinta-feira (15) de uma visita ao Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, como parte de uma missão brasileira liderada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O objetivo foi discutir o papel da inteligência artificial (IA) na transformação digital da indústria brasileira, com foco nas potencialidades da tecnologia para diferentes segmentos do setor produtivo.

Segundo Bier, embora setores como metalmecânico, calçadista, têxtil e agroindustrial já estejam adotando soluções baseadas em IA no Rio Grande do Sul, é necessário ampliar o uso da tecnologia para outras áreas industriais. “Setores tradicionais já estão investindo em soluções baseadas em IA, mas o avanço dessa tecnologia depende da intensificação da colaboração entre a academia e o setor produtivo. Isso é crucial para acelerar a transformação digital no estado e permitir que a indústria gaúcha enfrente os desafios da nova economia”, afirmou o líder da entidade.

Interação entre academia e indústria é vista como modelo

Durante a visita, o grupo brasileiro conheceu projetos do MIT, instituição reconhecida mundialmente por sua atuação em pesquisa aplicada e inovação. Bier destacou a proximidade entre o MIT e o setor produtivo como um exemplo a ser seguido. “O MIT trabalha de forma muito próxima à indústria, fomentando constantemente o empreendedorismo, a tecnologia e a inovação. Existe uma forte relação entre a pesquisa aplicada e o setor produtivo, e isso é um diferencial importante para o avanço das tecnologias no Brasil”, pontuou o presidente do Sistema Fiergs.

Estudo da Fiergs aponta crescimento da Indústria 4.0 no RS

De acordo com pesquisa da Fiergs, a Indústria 4.0 é uma realidade em expansão no Rio Grande do Sul. A inteligência artificial tem desempenhado papel central nesse processo, com aplicações como manutenção preditiva, análise de dados em tempo real, robótica avançada e automação inteligente de processos produtivos. “Não temos dúvidas de que, com o uso crescente da inteligência artificial, a indústria gaúcha se posiciona para enfrentar os desafios da nova economia, apostando na tecnologia como aliada para aumentar sua produtividade, sustentabilidade e capacidade de inovação”, comentou Bier.

O que é o MIT

O Massachusetts Institute of Technology (MIT) reúne cerca de mil professores, 3,7 mil pesquisadores e 12 mil alunos, além de contar com 105 prêmios Nobel e 435 patentes. A instituição é considerada uma referência global em pesquisa, inovação e formação de profissionais altamente qualificados.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2025 0 Comentários 285 Visualizações
Variedades

Ministros do TST debatem transformações no mercado de trabalho em evento na capital

Por Jonathan da Silva 15/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) promove, na próxima sexta-feira, 16 de maio, o evento “O Direito do Trabalho em Reconstrução”, com a participação de autoridades e especialistas para discutir as transformações nas relações de trabalho no Brasil. O encontro será realizado a partir das 14h30min, na sede da Fiergs, em Porto Alegre, e contará com painéis voltados à orientação das indústrias gaúchas sobre os desafios do setor.

Os ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Hugo Carlos Scheuermann e Ives Gandra da Silva Martins Filho farão a abertura do ciclo de palestras, que abordará temas ligados às mudanças legislativas, novas interpretações jurídicas e o impacto das transformações sociais e econômicas no mercado de trabalho.

Entre os palestrantes confirmados estão o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, Ricardo Martins Costa; o coordenador do Conselho de Relações do Trabalho (Contrab), Guilherme Scozziero; o advogado Benôni Rossi, sócio-diretor do RMM Advogados e conselheiro do Contrab; e o advogado Gáudio Ribeiro de Paula, sócio fundador da Sociedade de Advogados Maschietto e De Paula.

Serviço

  • O quê: Evento “O Direito do Trabalho em Reconstrução”
  • Quando: Sexta-feira, 16 de maio, às 14h30min
  • Onde: Centro de Exposições da Fiergs – Sala 201 Leste e Oeste (Av. Assis Brasil, 8787, Sarandi, Porto Alegre)
  • Quanto: Gratuito (inscrições pelo site da Fiergs)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2025 0 Comentários 248 Visualizações
Variedades

Cenário econômico do Brasil e do RS é tema de palestra com economista da Fiergs

Por Jonathan da Silva 14/05/2025
Por Jonathan da Silva

A palestra Perspectivas econômicas em tempos de incerteza: principais desafios do Brasil e do RS reuniu empresários e gestores do Sindimetal RS nesta segunda-feira (12), na sede da entidade, junto ao Centro das Indústrias, em São Leopoldo. O evento contou com a presença do economista-chefe do Sistema Fiergs, Giovani Baggio, que abordou os principais cenários macroeconômicos e desafios nacionais e estaduais para os próximos meses.

Durante a apresentação, Baggio analisou variáveis como taxa de câmbio, inflação e juros, além do impacto das tensões geopolíticas no cenário internacional. Segundo ele, “em 2025, com os reflexos da guerra comercial, o PIB do mundo deve crescer menos em relação ao observado nos últimos anos; a inflação deve ser relativamente menor, mas com riscos de alta”. O economista acrescentou que “o índice de incerteza política está em patamares próximos ao registrado no auge da pandemia e o comercial está muito acima do verificado no primeiro Governo de Trump, nos EUA”.

Tarifas americanas e oportunidades para o Brasil

Baggio destacou os efeitos do chamado “tarifaço de Trump”, com cinco pontos principais. “A guerra comercial nunca é um fator bom: Estados Unidos colocar a tarifa é um problema, mas as retaliações é que transformam o conflito em guerra comercial sem vencedores — o comércio mundial só perde”, afirmou o economista. Baggio acrescentou que o Brasil e a América Latina foram relativamente poupados, pois “as tarifas de Trump miraram especialmente nos países asiáticos”.

O economista recomendou cautela ao país diante da instabilidade. “O Brasil deve agir com pragmatismo. Não somos um ator de grande peso no comércio internacional, pois nos falta escala para sustentar os confrontos tarifários”, aconselhou Baggio. Sobre o Rio Grande do Sul, o representante da Fiergs afirmou que o estado deve ficar atento aos riscos e oportunidades, considerando que produtos como tabaco, armas de fogo, celulose, calçados e madeira podem ser afetados positiva ou negativamente conforme a direção da política comercial dos Estados Unidos.

Reaproximação entre Estados Unidos e China

Baggio comentou também a suspensão temporária das tarifas entre Estados Unidos e China por 90 dias. “A retomada de diálogo entre EUA e China representa um passo positivo para o comércio mundial, diminuindo as tensões econômicas. De maneira geral, é algo positivo para o Brasil, especialmente se a China conseguir manter seu fluxo de exportação para os EUA e não redirecionar seus produtos para outros destinos exportadores”, pontuou o economista.

Ainda segundo Baggio, esse movimento reduz a chance de o Brasil ampliar exportações para a China, mas pode viabilizar oportunidades com a realocação das cadeias produtivas. “A disputa tarifária paralisou quase US$ 600 bilhões em comércio bilateral, interrompendo as cadeias de suprimentos, gerando temores de estagflação e desencadeando algumas demissões”, afirmou o especialista, com base em dados do Valor Econômico.

Desafios fiscais e do mercado de trabalho

Na análise do economista, a incerteza fiscal no Brasil segue alta. “A incerteza fiscal de um déficit nominal atingiu máximas históricas. As contas públicas desajustadas acarretam uma inflação e juros em alta”, expôs Baggio. A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025 é de aproximadamente 2%.

Em relação ao desempenho estadual, o economista apontou que o PIB do Rio Grande do Sul em 2024 foi puxado pelos setores de agropecuária e serviços. Já a indústria gaúcha teve desempenho inferior ao da indústria nacional. “Os principais problemas da indústria de transformação do RS são relacionados à falta ou ao alto custo de ter acesso a trabalhador qualificado. Também as demissões a pedido e o total de desligamentos, na indústria do RS e na região próxima a São Leopoldo, têm aumentado, ampliando a falta de mão de obra”, afirmou Baggio.

O diretor executivo do Sindimetal RS, Valmir Pizzutti, ressaltou, na abertura do evento, a importância de discutir temas econômicos que atualizam os empresários com informações recentes e sinalizam os rumos do ambiente econômico até o final do ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2025 0 Comentários 262 Visualizações
Variedades

Novo Hamburgo sedia a abertura do projeto Rota Fiergs

Por Jonathan da Silva 06/05/2025
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo sediou, nesta segunda e terça-feira, 5 e 6 de maio, a abertura do projeto Rota Fiergs, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), com o objetivo de identificar prioridades regionais e fortalecer parcerias estratégicas para o desenvolvimento industrial. O evento, realizado na Universidade Feevale, contou com a presença de representantes da indústria, sindicatos e autoridades públicas das regiões do Vale do Sinos e Encosta da Serra. A Fiergs anunciou a previsão de até R$ 24 milhões em investimentos para as duas regiões nos próximos dois anos.

Participaram do encontro o vice-prefeito de Novo Hamburgo, Gerson Haas, e a secretária de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo, Daiana Monzon. “Receber a primeira edição da Rota Fiergs é um reconhecimento do papel estratégico que Novo Hamburgo desempenha na economia gaúcha. Estamos comprometidos em fortalecer esse diálogo e construir soluções que impulsionem nossa indústria”, afirmou o vice-prefeito Haas.

A secretária Daiana enfatizou a importância do encontro para o fortalecimento do setor produtivo local. “Este encontro reforça nosso compromisso com a inovação, a competitividade e a geração de empregos. A aproximação entre o setor produtivo e o poder público é essencial para o crescimento sustentável da nossa região”, ponderou a titular da pasta.

Metas regionais e ações estratégicas

Durante a programação do evento, o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, apresentou o Modelo de Gestão Integrado da entidade, metas regionais e programas sistêmicos. “Iremos conectar, impulsionar e fortalecer a indústria gaúcha onde ela estiver”, afirmou Bier.

A iniciativa Rota Fiergs vai percorrer, até o fim de 2025, as dez regiões do estado, com o intuito de ouvir lideranças locais e alinhar estratégias de desenvolvimento industrial. A escolha de Novo Hamburgo como ponto de partida reforça a posição do município no setor industrial do Rio Grande do Sul.

Investimentos previstos incluem nova escola e reformas no Senai

Dos recursos anunciados, R$ 19,9 milhões serão destinados ao Vale do Sinos. Estão previstos a disponibilização de uma nova unidade móvel do Senai-RS para os segmentos de couro e calçado, a reforma de unidades do Senai-RS e outras ações. Em Novo Hamburgo, os investimentos incluem a instalação da Nova Escola Sesi de Ensino Médio + EJA, que funcionará em prédio locado na Feevale, além da reforma de prédios do Senai.

Foto: Jaime Freitas/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2025 0 Comentários 281 Visualizações
Variedades

Fiergs inicia projeto de interiorização com encontros em dez regiões do RS

Por Jonathan da Silva 25/04/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs dará início, em maio de 2025, a um projeto de interiorização com o objetivo de fortalecer a atuação da entidade em todo o Rio Grande do Sul e ampliar o atendimento às indústrias locais. O plano prevê encontros de trabalho nas dez regiões administrativas que compõem a nova divisão geográfica da entidade, iniciada em dezembro do ano passado.

A primeira imersão ocorrerá nos dias 5 e 6 de maio, em Novo Hamburgo, e reunirá representantes das regionais Vale do Sinos e Encosta da Serra. Ainda neste mês, nos dias 29 e 30, será a vez do Vale do Taquari receber a comitiva da Fiergs. As três regiões foram escolhidas para o início do projeto por terem sido fortemente atingidas pelas enchentes de maio de 2024.

Reorganização administrativa e novos conselhos

A nova divisão geográfica do Sistema Fiergs organiza os 497 municípios do estado em dez regiões unificadas, cada uma liderada por um vice-presidente regional. Esses representantes serão responsáveis por conduzir as ações de interiorização. Também serão criados Conselhos de Representação Regional, formados por lideranças e sindicatos industriais das respectivas localidades.

Além das reuniões com lideranças industriais, o projeto prevê eventos de articulação regional. O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, participará das visitas, acompanhado por diretores e representantes da estrutura central da entidade.

Aproximação com o setor industrial

De acordo com o presidente Claudio Bier, a proposta da interiorização é aproximar a entidade das indústrias espalhadas pelo estado. “A ideia da interiorização é ‘desencastelar’ a entidade. Queremos promover uma aproximação com as indústrias do estado, principalmente as pequenas e médias que estão em todas as regiões do Rio Grande do Sul. É uma forma de ouvir as necessidades das regiões e dos setores, colocando a estrutura da entidade para apoiá-los”, afirmou o comandante da entidade.

Segundo Bier, a iniciativa também busca apresentar os serviços oferecidos pelo Sesi, Senai e Instituto Euvaldo Lodi (IEL), vinculados ao Sistema Fiergs, além de valorizar os sindicatos industriais regionais.

Agenda dos primeiros encontros

  • 5 e 6 de maio – Vale do Sinos e Encosta da Serra

  • 29 e 30 de maio – Vale do Taquari

Durante as imersões, os vice-presidentes regionais conduzirão os encontros e os representantes da Fiergs farão o levantamento das principais demandas locais. No encontro em Novo Hamburgo, será anunciado um pacote de novidades para as regiões do Vale do Sinos e da Encosta da Serra.

Foto: Standret/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
25/04/2025 0 Comentários 318 Visualizações
Política

Fiergs saúda decisão do governo federal em ampliar prazo para adaptação à NR-1

Por Jonathan da Silva 25/04/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs saudou a decisão do Ministério do Trabalho e Emprego de conceder um prazo de um ano para que as empresas se adaptem à nova redação da Norma Reguladora nº 1 (NR-1), que estabelece diretrizes gerais para segurança e saúde no trabalho. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (24), durante reunião em Brasília com entidades do setor produtivo, incluindo a Fiergs. A aplicação de autuações pela nova norma, inicialmente prevista para começar em 26 de maio de 2025, foi adiada para após maio de 2026.

Coordenador do Conselho de Relações do Trabalho (Contrab) do Sistema Fiergs, Guilherme Scozziero participou da reunião com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e afirmou que o prazo estendido é essencial para que as empresas compreendam e apliquem corretamente as exigências da nova norma. “Fomos uma das quatro federações convocadas para a reunião, mostrando a força da Fiergs, e alertarmos o ministério sobre a sensibilidade dessa questão em razão da subjetividade presente na norma. As empresas querem cumprir a lei, mas não sabem como fazer isso. Por isso, o maior prazo é essencial para que se possa compreender as exigências e fazer a aplicação correta”, ressaltou Scozziero.

Fiergs prepara ações de orientação no estado

A Fiergs vinha apontando, desde o anúncio da atualização da NR-1, que a nova redação gerava dúvidas entre indústrias e sindicatos, com trechos considerados genéricos e de difícil aplicação prática. A entidade anunciou que promoverá eventos no interior do Rio Grande do Sul com o objetivo de orientar sindicatos e empresas sobre a nova norma.

De acordo com o ministro Luiz Marinho, a aplicação da nova NR-1 será inicialmente educativa, com foco na orientação das empresas. Um guia explicativo será publicado e um grupo de trabalho será criado para acompanhar a implementação e esclarecer dúvidas do setor.

Foto: Matheus Itacaramby/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2025 0 Comentários 313 Visualizações
Business

Levantamento aponta que três em cada quatro indústrias pretendem investir no RS em 2025

Por Jonathan da Silva 22/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) divulgou nesta terça-feira (22) os resultados da Pesquisa de Investimento 2024-2025, indicando que 75% das indústrias dos setores Extrativo, de Transformação e da Construção pretendem realizar investimentos no Estado em 2025. O percentual é o mais alto dos últimos cinco anos e representa um aumento de 13,7 pontos percentuais em relação à intenção registrada na pesquisa anterior, feita em dezembro de 2023.

Segundo o levantamento, 72,9% das indústrias que planejam investir no próximo ano já iniciaram os projetos, enquanto os demais devem começar ainda em 2025. A maioria das empresas aponta como prioridade o mercado interno, com o objetivo principal de melhorar o processo produtivo. Essa motivação foi citada por 45,4% dos entrevistados, um aumento de 5,5 pontos percentuais em comparação à pesquisa anterior.

A principal fonte de financiamento para esses investimentos continua sendo recursos próprios, prática adotada por 59,1% das empresas – percentual semelhante ao registrado em 2023. Desde o início da série histórica da pesquisa, em 2010, o capital próprio é apontado como o principal meio de financiamento.

Investimentos em 2024 superaram 2023

Em relação ao ano passado, 74,3% das empresas conseguiram efetivar investimentos, número superior ao registrado em 2023, que foi de 64,1%. Apesar disso, mais da metade não conseguiu concluir os investimentos integralmente. O resultado de 2024 retorna ao patamar observado em 2022 (75%), mantendo-se acima da média de 73% dos 15 anos de levantamento.

Entre as ações estratégicas desenvolvidas pelas empresas em 2024, destacaram-se inovação tecnológica e investimentos em capital humano.

Obstáculos e impacto das enchentes

De acordo com a pesquisa, a incerteza econômica foi apontada como o principal obstáculo para investimentos no ano passado. O item foi considerado importante ou muito importante por sete em cada dez empresas com planos de investimento em 2024.

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, comentou os resultados afirmando que “os resultados confirmam a resiliência do gaúcho, que apesar de todas as dificuldades provocadas pela tragédia das enchentes do ano passado, consegue se reerguer. Muitas indústrias foram afetadas e precisaram recomeçar praticamente do zero, sendo reconstruídas para voltar a operar, mas a disposição para investir se manteve e até cresceu”.

Metodologia

A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 17 de janeiro de 2025, com 171 empresas participantes. Do total, 41 são pequenas, 59 médias e 71 grandes.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
22/04/2025 0 Comentários 404 Visualizações
Projetos especiais

NAC facilita acesso ao crédito para micro, pequenas e médias empresas no RS

Por Jonathan da Silva 15/04/2025
Por Jonathan da Silva

O Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC), iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) coordenada no Rio Grande do Sul pela Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), tem auxiliado micro, pequenas e médias empresas a acessar linhas de crédito e elaborar projetos de financiamento. A atuação do NAC foi apresentada pelo executivo da Fiergs, Maurício Azeredo, durante reunião do Comitê da Indústria da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI-NH/CB/EV/DI), realizada nesta sexta-feira (11), sob coordenação do vice-presidente da ACI, César Ramos.

Segundo Azeredo, o núcleo atua como posto de informações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e como elo entre empresas e instituições financeiras. “Nosso objetivo é facilitar o acesso ao crédito ao setor produtivo e fomentar o desenvolvimento econômico regional”, afirmou o executivo da Fiergs.

Atendimento personalizado e capacitações

O NAC oferece atendimento gratuito e personalizado a empresários, contadores e lideranças empresariais. O apoio técnico inclui estruturação de projetos, orientação sobre linhas de crédito, garantias, documentação, taxas e prazos, além de intermediação com instituições financeiras — como bancos públicos, privados e cooperativas de crédito. O núcleo também promove palestras, workshops e capacitações. “Temos atuação direta com ACIs, sindicatos e entidades locais, descentralizando o acesso ao crédito”, afirmou Azeredo.

Linhas de crédito atendidas

O NAC orienta empresas em diversas modalidades de financiamento, entre elas:

Investimento e modernização
  • BNDES Finame

  • BNDES Automático

  • BRDE Produzir RS

  • Mais Alimentos / Agro

Capital de giro
  • BNDES Crédito Pequenas Empresas

  • Programas emergenciais via FGO/FGI

  • Cooperativas de crédito

Energia e sustentabilidade
  • Fundo Clima BNDES

  • Crédito para energia solar

  • Eficiência energética

Comércio exterior
  • BNDES Exim

  • Proex (Banco do Brasil)

Fortalecimento das ACIs e apoio técnico

Além de facilitar o acesso a taxas mais competitivas, o NAC apoia na organização de documentos e garantias, fortalece a relação entre empresários e agentes financeiros e consolida as associações comerciais e industriais (ACIs) como referência regional em crédito e financiamento.

O público-alvo inclui empresas da indústria, comércio e serviços, escritórios contábeis, consultores financeiros, sindicatos e cooperativas setoriais.

O NAC também apoia empresas na elaboração de projetos para acesso a editais da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), por meio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Sesi e Senai, instituições integrantes do Sistema Fiergs.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/04/2025 0 Comentários 308 Visualizações
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