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Variedades

Retomada econômica virá do agronegócio

Por Gabrielle Pacheco 24/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O “Tá na Mesa” desta quarta-feira, 24, reuniu os presidentes do Banrisul, Claudio Coutinho e do Badesul, Jeanette Lontra, para falarem sobre algumas ações no enfrentamento à Covid-19, no âmbito de cada instituição financeira. A presidente da agência de fomento gaúcha afirmou que “o foco da instituição é seguir como parceiro em PPPs (Parcerias Público-Privado) do saneamento básico em cidades do interior do Estado”.

Outra ação de solidez do Badesul está na habilitação do PRONAMPE, via Banco do Brasil, a partir do próximo semestre. Apenas na Instituição, o standstill (congelamento de dívidas) alcançou a cifra de R$ 265 milhões, além da suspensão de pagamentos de contratos por seis meses, tudo sem cobrança de taxas.

O Banrisul, principal instituição financeira estadual do Brasil, se alicerçou em dois fronts de atuação: Saúde e Emergência Econômica. Conforme dados divulgados pelo presidente Claudio Coutinho, o banco, em tempo recorde, alocou quase toda sua estrutura de servidores na modalidade home office. ”São mais de 10 mil funcionários e registramos, apenas, 28 casos. 20 estão recuperados e 8 estão sob investigação”, disse. Hoje cerca de 6,5 mil colaboradores executam o teletrabalho e pouco mais de 3 mil de forma presencial, divididos entre a sede, em Porto Alegre e mais de 500 agências.

Para o executivo “o Banrisul já vive o novo normal”, que segundo ele é representado pela maior integração tecnológica e a menor necessidade da presença física em agência. A pandemia de coronavírus fez com que o Banrisul promovesse um programa de repactuação ou prorrogação de contas que chega a R$ 4,5 bilhões e mais R$ 713 milhões voltados em títulos de crédito rural.

O Badesul (que detém 40% de seus clientes no agronegócio) e Banrisul acreditam que a recuperação econômica virá do campo. A afirmação positiva é fomentada pelas condições econômicas do pós-pandemia (juro baixo e câmbio mais elevado). “Cenário que tende a permanecer por um longo tempo”, estima Coutinho.

Para o vice-presidente da FEDERASUL, Rodrigo Sousa Costa, que é produtor rural “câmbio valorizado repercute em uma rápida recuperação do agribusiness, visto que soja, arroz e milho, por exemplo, já registram valores atrativos e históricos para o setor”, afirmou.

A presidente da Federasul, Simone Leite, voltou a pedir sensibilidade aos presidentes quanto à facilitação de acesso ao crédito, inclusive ao PRONAMPE, que deve ser operado por ambas instituições nas próximas semanas. “Vidas e empresas vão continuar existindo se houver parcerias econômicas sólidas. Desburocratizar e fazer chegar esse crédito na ponta deve ser prioridade”, cobrou ela.

O vice-presidente de Integração, Rafael Goelzer, citou as dificuldades do setor de turismo – um dos mais afetados pela crise sanitária. De acordo com Jeanette Lontra, “o Badesul dispões de linha de crédito especifica ao setor, via FUNGETUR, e tem como função atuar na concessão de capital de giro às empresas”, enfatizou. Segundo a presidente, as taxas chegam a 5% ao ano. Ainda neste nicho de micro e pequenas, Claudio Coutinho disse que o Banrisul liberou R$ 1 bi em crédito desde março.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2020 0 Comentários 922 Visualizações
Business

Simone Leite palestra na ACIST-SL na próxima semana

Por Gabrielle Pacheco 23/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

No dia de 2 de julho, a pauta da ACIST-SL estará voltada para o debate sobre as perspectivas da economia. É quando acontecerá o Momento do Empreendedor on-line, com a presidente da Federasul, Simone Leite. O webinar será transmitido ao vivo, das 11h30 às 12h30, pela página da Associação no Facebook. A dirigente falará sobre os Impactos da Crise e previsões para a retomada.

O patrocínio é das associadas Sicredi Pioneira, Br Suply, Certivale, Intercity, SKA, Vila Rica, Frontec e Unimed. Mais informações pelo fone (51) 3037 6065 ou e-mail eventos@acistsl.com.br

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2020 0 Comentários 537 Visualizações
Business

Federasul questiona estratégias de atuação dos órgãos públicos durante pandemia

Por Gabrielle Pacheco 26/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul, Federasul, emitiu nesta quarta-feira, 25, um comunicado sobre as ações do governo no combate ao coronavírus. A entidade diz que teme o risco de um colapso nas atividades essenciais sem a retomada das atividades econômicas. A proposta da Federasul é de que as empresas voltem a funcionar na primeira semana de abril. Um trecho do documento analisa que “Pela preservação da vida devemos repensar as estratégias de atuação antes que os recursos se esgotem”. Outras entidades, como a ACIST-SL, também assinaram o comunicado, que pode ser lido na íntegra no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2020 0 Comentários 483 Visualizações
Business

Federasul debate perspectivas econômicas para 2020

Por Gabrielle Pacheco 02/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Dólar em alta, Brexit, guerra comercial entre China e EUA, redução da Taxa Selic, PIB, dívida pública, privatizações e investimentos externos. Esses são alguns dos temas que serão abordados pelo tesoureiro executivo do Banco Sicredi, Alexandre Barbosa. O comportamento da economia mundial, a retomada por parte dos setores agrícola, construção civil, indústria e serviços, além do crescimento do cooperativismo de crédito no Brasil. O que esperar deste novo ano que marca o início da segunda década dos anos 2000?

Serviço

O quê: Tá na Mesa de dezembro – Perspectivas Econômicas
Quando: quarta-feira, dia 4 de dezembro, ao
Onde: Largo Visconde de Cairú, 17, no Centro de Porto Alegre/RS

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/12/2019 0 Comentários 494 Visualizações
Cultura

Federasul homenageia Feira do Livro de Porto Alegre

Por Gabrielle Pacheco 15/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Feira do Livro foi o personagem principal do Tá Na Mesa desta quarta-feiral (13). Promovido pela Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), o Tá na Mesa especial em comemoração à 65ª edição recebeu três patronos, um escritor e a homenageada deste ano que falaram sobre “Curiosidade é o que nos move”: Marô Barbieri (atual), Dilan Camargo (2015) e Cíntia Moscovich (2016), o escritor Felipe Daiello e a jornalista Tânia Carvalho demonstraram, através de suas experiências no campo cultural, que a literatura tem potencial de mudar vidas para melhor, além de servir de alimento para enfrentar as mais variadas dificuldades.

A patrona deste ano, Marô Barbieri, afirmou que a leitura tem caráter fundamental desde a formação intelectual das crianças, colocando-as em contato com a palavra trabalhada e provocando reflexões, além de colocar o leitor em contato consigo mesmo. “Vivemos um tempo em que nunca se escreveu tanto, mas de forma superficial, porque muitas pessoas querem falar mas não querem escutar. Quando alguém consegue parar um tempo para ler, seja o livro físico ou em uma plataforma digital, consequentemente abre sua mente para outras ideias”, disse.

“Quando alguém consegue parar um tempo para ler, seja o livro físico ou em uma plataforma digital, consequentemente abre sua mente para outras ideias.”

No mesmo contexto, Dilan Camargo exemplificou, através de sua própria história de vida, a capacidade que as obras literárias têm de nos ajudar a atravessar períodos difíceis em nossas vidas. O poeta contou que, durante sua infância no interior do Estado, os desafios econômicos o fizeram construir uma “fortaleza de papel”: “nasci pobre, feio e morava longe. Com os livros, aprendi a acreditar que podia sonhar acordado e esse ensinamento eu faço questão de passar adiante por onde eu vá: a crença de que se pode sonhar acordado”, frisou.

Cíntia Moscovich também usou sua história para demonstrar que os livros podem mudar destinos: ela revelou, pela primeira vez, que seu pai, um empresário de origem judaica, com medo que seus descendentes fossem um dia deportados do País em razão de sua etnia, fez questão que ela buscasse uma formação intelectual sólida para ter ferramentas para encarar de frente as adversidades. “Meu pai insistiu em incutir o hábito da leitura, tanto que construiu uma biblioteca em casa, para que eu tivesse uma formação diferenciada e um futuro profissional sólido e decente”, lembrou.

Já Felipe Daiello, que se auto denomina um autor tardio por ter começado a escrever aos 66 anos, após uma carreira dedicada à engenharia e ao ensino acadêmico, usa suas experiências de vida para, através de suas obras, apresentar ao leitor possibilidades de enfrentar os desafios da vida. “A literatura tem a capacidade de iluminar nossa alma nos momentos de maior adversidade, transmutando-se em vida, presente e realização dos nossos sonhos”, celebrou.

“A literatura tem a capacidade de iluminar nossa alma nos momentos de maior adversidade, transmutando-se em vida, presente e realização dos nossos sonhos.”

Tânia Carvalho, por sua vez, também usa as letras como meio para aliviar o sofrimento alheio: a jornalista liderou uma campanha nos veículos de comunicação para inaugurar a biblioteca da Casa de Apoio Madre Ana, voltado ao acolhimento de pacientes em tratamento na Santa Casa de Misericórdia e seus acompanhantes, vindos do interior do RS e de outros estados brasileiros. “Fico muito satisfeita em poder contar com o apoio de colegas e empresários para ajudar os que atravessam por momentos de dificuldade a terem força de vontade”, comemorou.

A presidente da Federasul, Simone Leite, disse que o encontro foi “excelente”, criando uma oportunidade para conhecer as diferentes formas com as quais a literatura pode mudar o futuro para melhor. “Fico encantada em ver como a cultura pode ser uma ferramenta e ao mesmo nos proporcionar viagens para os mais diferentes cantos do mundo”, afirmou.

Foto: Rosi Boninsegna/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/11/2019 0 Comentários 507 Visualizações
Variedades

Setor privado deve ampliar saneamento no país

Por Gabrielle Pacheco 25/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul está na lanterninha no ranking de saneamento no País. Apenas 15% dos 317 municípios atendidos pela Corsan tratam esgoto. A dura realidade, que produz doenças e mancha os indicadores de saúde pública, está com os dias contados. Pelo menos é o que espera o presidente da estatal, Roberto Barbuti, que falou nesta quarta (23) no Tá na Mesa da Federasul sobre Concessões e Parcerias Público-Privadas, junto com o diretor-executivo da Associação das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos e Água e Esgoto (ABCON), Percy Soares.

Barbuti explicou que através do processo de aprovação da PPP, com o edital lançado em 16 de agosto, a Bolsa de Valores B3 vai abrir as propostas comerciais do leilão em 29/11. Conhecido o parceiro da Corsan começam os investimentos e as metas a serem cumpridas. O total a ser investido nos próximos 10 anos equivale a R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,8 bilhão da iniciativa privada. Nas metas, ampliar o tratamento em 10 anos para 64% de cobertura, o primeiro passo para a universalização prevista para 2052, com investimentos calculados em R$ 9,9 bilhões.

Definida esta etapa, também o abastecimento de água tratada será ampliado. Hoje a Corsan entrega água tratada para 96% da população atendida, ou 7,3 milhões de gaúchos. Em 10 anos, o abastecimento será feito em 100% dos lares. Estas metas (água e esgoto), explicou o presidente da Corsan, somam ingressos de investimentos no Estado de 17,3 bilhões até 2052.

A PPP inicial inclui a região metropolitana que tem cobertura de esgoto hoje igual a 87%, incluindo nove municípios. O plano de ampliação do atendimento incluirá ainda, mais seis novas PPPs. Quatro editais deverão ser conhecidos no ano que vem abrangendo as regiões Central, Serra/Hortênsias, Planalto e Vale do Rio Pardo.

Cenário nacional

Enquanto no Rio Grande do Sul a situação é crítica e preocupante do ponto de vista de saúde pública, no Brasil a população beneficiada, com a presença da iniciativa privada no atendimento sanitário e de água, chega a 19 Estados em 325 municípios, atingindo 33.474 brasileiros. Os números, apresentados pelo presidente da ABCON, Percy Soares, informam que 58% das concessões estão em municípios com menos de 20 mil habitantes e 42% estão em municípios com mais de 20 mil habitantes.

De acordo com Percy Soares, os serviços de água e esgoto receberam R$ 12 bilhões de investimentos em 2016 para manutenção e expansão da rede atendida no Brasil. Na contramão da necessidade de aumento de investimentos para universalização do saneamento, o montante de 2016 foi 10% menor em relação aos R$ 13,4 bilhões investidos em 2015. “Até 2033, a estimativa de investimentos para universalização equivale a R$ 753 bilhões” disse o presidente.

O secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura, Artur Lemos Junior, participou do Tá na Mesa e se mostrou otimista em relação ao leilão da Corsan. Ele acredita que a companhia vai receber várias propostas. A coodenação das perguntas e respostas da reunião-almoço foi feita pela presidente Simone Leite.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/10/2019 0 Comentários 529 Visualizações
Cidades

Presidente do Banrisul destaca modernização da instituição

Por Gabrielle Pacheco 17/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O presidente do Banrisul, Cláudio Coutinho, foi um dos painelistas da tradicional reunião-almoço Tá na Mesa, promovida pela Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande Sul (Federasul). O evento, que ocorreu nesta quarta-feira (16), em Porto Alegre, também reuniu os dirigentes das instituições financeiras Sicredi, Badesul, BRDE e Agibank. O tema apresentado pelos executivos foi A Transformação dos Bancos, que contou com a mediação da presidente da Federasul, Simone Leite.

Foram discutidos entre os presentes a digitalização do sistema bancário, que está evoluindo em alta velocidade. Cláudio Coutinho destacou o processo avançado de modernização do banco, revelando que 900 mil clientes da instituição já são usuárias do aplicativo Banrisul Digital.

“Atualmente, 53% das operações do Banco são realizadas por meio de canais digitais”, salientou.

No primeiro semestre deste ano, os canais de Internet Banking do Banrisul (Home e Office Banking) e Mobile Banking (Minha Conta, Afinidade e Office acessados por meio do app Banrisul Digital) tiveram 123,9 milhões de acessos – 34,4% superior ao mesmo período de 2018, o que equivale a uma média de 688,8 mil acessos diários.

O presidente do Banrisul prevê, ainda, agências sem caixa em um futuro próximo. Segundo o executivo, o objetivo é transformar agências não mais em pontos transacionais – para sacar dinheiro e pagar contas – mas em pontos de negócio. “Consideramos nossas agências como ativos do Banco, e a nossa visão é de que fechar agências não seria o caminho correto para seguir competitivo, mas sim transformá-las em pontos negociais”, destacou.

Também estiveram presentes no evento os diretores do Banrisul, da Banrisul Cartões, da Banrisul Corretora de Valores e da Banrisul Consórcios; e executivos do Banco.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/10/2019 0 Comentários 602 Visualizações
Business

Próximo Tá na Mesa aborda “Transformação dos Bancos”

Por Gabrielle Pacheco 11/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com o tema “Transformação dos Bancos”, a Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) traz, para o Tá na Mesa desta quarta-feira, 16, as mudanças de estratégia dos bancos com capital regional para ganharem mercado e continuarem com sua clientela, apoiando os novos modelos de negócios.

A ideia é mostrar como as instituições financeiras mudaram de comportamento para se adaptar aos novos tempos de banco sem agência, banco virtual e custos reduzidos. Os convidados são os presidentes do Banrisul, Cláudio Coutinho; do Badesul, Jeanette Lontra; e da Agibank, Marciano Testa; o vice-presidente do BRDE, Luiz Corrêa Noronha; e o diretor-executivo do Sicredi, João Francisco Tavares.

Serviço

O quê: Tá na Mesa: Transformação dos Bancos
Quando: quarta-feira, dia 16 de outubro de 2019, 12h
Onde: Largo Visconde de Cairú, 17, no Centro de Porto Alegre

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/10/2019 0 Comentários 526 Visualizações
Business

Federasul discute o futuro do Estado

Por Gabrielle Pacheco 21/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

No clima da Semana Farroupilha, a Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), discutiu os caminhos que devem ser percorridos para o Estado ganhar competitividade, diminuir barreiras e melhorar serviços aos contribuintes.

Para falar sobre o desenvolvimento e a retomada do crescimento, a entidade convidou os secretários Claudio Gastal (Governança e Gestão Estratégica) e Ruy Irigaray (Desenvolvimento Econômico e Turismo). No comando do encontro, Simone Leite, presidente da Federasul, vestida à caráter, conforme a tradição gaúcha, convidou a todos a cantar o tradicional Hino Rio-Grandense.

Para Gastal, que é especialista em inovação e desenvolvimento da máquina pública, o Estado precisa estar integrado e empenhado em evoluir na trindade formada por questões Tributárias; Logísticas e Burocráticas. De acordo com o secretário de Governança do RS “possuímos um custo logístico que onera, e muito, o empreendedor”.

“A cada R$ 1,00 que é negociado, o empreendedor perde R$ 0,20 centavos em problemas com transporte, escoamento da produção e etc”, disse.

No tocante à tributação, Cláudio se diz confiante, pois o pensamento no Confaz (Conselho Nacional das Fazendas Estaduais) está voltado para a remodelação, e até mesmo a extinção, do ICMS, que no RS é o maior entre os demais estados da Federação. Aqui a alíquota média é de 17%, chegando a 30% em combustíveis, energia e telecomunicações. “É preciso simplificar aquilo que está no escopo das obrigações do Estado. Temos que privatizar, sim aquilo que não gera lucro ao Estado ou não lhe cabe fazer”, afirmou Gastal.

O chefe da pasta de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Ruy Irigaray, focou na recolocação do Estado entre as principais economias. Ele disse que “somos um Estado com empresas globais, de relevância e de peso”. Lembrou que acreditam no Rio Grande do Sul e que, por meio de suas marcas, levam o DNA gaúcho em seus produtos.

“Por isso o Estado tem a obrigação de viabilizar soluções para os gargalos em que está inserido”, declarou.

No início do Tá na Mesa desta quarta-feira (18), Simone Leite anunciou o posicionamento da Entidade sobre a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Batizada por “LDO Realista”, a Federação se coaduna de forma incondicional e que [a LDO] escancara a situação dramática do Orçamento Estadual. Para Simone “soluções como esta conduzem o Rio Grande do Sul novamente aos trilhos do desenvolvimento”.

Foto: Rosi Boninsegna/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/09/2019 0 Comentários 780 Visualizações
Business

Cresce RS é pauta do próximo Tá na Mesa

Por Gabrielle Pacheco 02/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O programa Cresce RS, iniciativa que busca propor e monitorar ações para acelerar o crescimento do Estado, será o tema do Tá na Mesa da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) da próxima quarta-feira, 4. A reunião-almoço terá como convidado o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Luis Augusto Lara, para falar sobre o assunto.

O Cresce RS é integrado por chefes de órgãos e de poderes, presidentes de federações empresariais, reitores de universidades, órgãos de fiscalização e entidades civis organizadas. O projeto é divido em três eixos – Infraestrutura e Logística, Desburocratização e Fomento dos Bancos Públicos – com pautas que visam o destravamento de processos para geração de emprego e renda.

Serviço

O quê: Tá na Mesa: “programa Cresce RS”
Quando: quarta-feira, 4 de setembro, às 12h
Onde: Largo Visconde de Cairú, 17, no Centro de Porto Alegre

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/09/2019 0 Comentários 518 Visualizações
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