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Fapergs

Ensino

Pesquisadores da Feevale conquistam bolsas do CNPq e auxílios da Fapergs

Por Jonathan da Silva 01/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale teve dez pesquisadores contemplados em editais de fomento à pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). Os resultados reconhecem a produção científica desenvolvida na instituição e garantem apoio a projetos de pesquisa, inovação e organização de eventos científicos, fortalecendo atividades acadêmicas e tecnológicas.

Na Chamada CNPq nº 23/2025, sete docentes da Feevale receberam Bolsas de Produtividade, destinadas a pesquisadores com atuação de destaque na ciência, tecnologia e inovação. As modalidades contempladas foram Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (DT), Produtividade em Pesquisa (PQ) e Produtividade em Pesquisa Sênior (PQSr), voltadas ao incentivo da produção científica, tecnológica e de inovação.

A professora Débora Nice Ferrari Barbosa foi contemplada com a Bolsa de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (DT-A), nível máximo da modalidade. A professora Marta Rosecler Bez recebeu a Bolsa DT-C. Já os professores Cristine Hermann Nodari, Daniel Conte, Daniela Muller de Quevedo, Rafael Linden e Vanessa Amalia Dalpizol Valiati conquistaram Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ-C).

Os editais do CNPq têm como objetivos reconhecer pesquisadores com produção científica, tecnológica e de inovação de destaque, incentivar a ampliação da geração de conhecimento e apoiar projetos desenvolvidos com rigor científico.

Apoio a novos pesquisadores

A Universidade Feevale também teve três docentes aprovados no Edital Fapergs nº 09/2025 – Auxílio Recém-Doutor ou Recém-Contratado (ARD/ARC). O programa apoia projetos de pesquisa de doutores recém-titulados ou recém-contratados em instituições científicas e tecnológicas do Rio Grande do Sul, contribuindo para a consolidação de novos grupos de pesquisa.

Foram contemplados os professores Blanda Helena de Mello, Fabiano de Lima Nunes e Janniny Gautério Kierniew.

Evento científico

Além das bolsas e auxílios à pesquisa, a Universidade Feevale foi contemplada no Edital Fapergs nº 08/2025 – Auxílio para Organização de Eventos (AOE). O apoio foi concedido ao professor Gabriel Ribas Pereira para a realização do I Congresso Feevale de Virologia Animal e Doenças Infecciosas, previsto para ocorrer ainda neste ano.

O congresso reunirá pesquisadores, profissionais e estudantes para discutir avanços em virologia animal e doenças infecciosas, além de promover a troca de conhecimentos e estimular colaborações científicas.

Foto: Jonathan da Silva/Expansão | Fonte: Assessoria
01/08/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Projetos especiais

Feevale desenvolverá plataforma para transformar pesquisas em startups

Por Jonathan da Silva 09/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale teve um projeto aprovado no Edital 03/2026 da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), voltado ao fortalecimento de atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica em parques científicos, tecnológicos e incubadoras do estado. Coordenada pelo professor João Batista Mossmann (foto), a iniciativa prevê o desenvolvimento de uma metodologia estruturada e de uma plataforma digital para apoiar a transformação de pesquisas acadêmicas em empreendimentos inovadores de base tecnológica.

Intitulado “Da pesquisa ao empreendimento deep tech: metodologia estruturada para conversão de pesquisa acadêmica em empreendimento inovador”, o projeto busca ampliar a conexão entre a produção científica desenvolvida na universidade e a criação de novos negócios baseados em conhecimento científico e tecnológico.

Segundo o coordenador do projeto, a proposta pretende desenvolver e validar uma metodologia para converter resultados de pesquisas acadêmicas em empreendimentos de base científica, conhecidos como deep tech. “Isso contribuirá para a elevação da maturidade tecnológica de pesquisas desenvolvidas na Universidade Feevale e sua conexão com o ecossistema de inovação e o setor produtivo”, afirma o professor João Batista Mossmann.

Entre os resultados previstos está a criação de uma plataforma digital que reunirá métodos, instrumentos de avaliação, trilhas de maturidade tecnológica, recursos de inteligência artificial e mecanismos de acompanhamento de projetos. A ferramenta será destinada a pesquisadores, estudantes, gestores e ambientes de inovação, oferecendo suporte desde a geração do conhecimento científico até a criação de startups de base tecnológica.

Fortalecimento do ecossistema de inovação

O projeto será desenvolvido por meio do ecossistema de inovação da Universidade Feevale, envolvendo a Diretoria de Inovação e o Feevale Techpark. A iniciativa pretende fortalecer as ações de transferência de tecnologia e empreendedorismo científico, além de estimular a criação de startups deep tech, voltadas ao desenvolvimento de soluções baseadas em conhecimento científico e tecnológico de alta complexidade.

Para o professor João Batista Mossmann, a aprovação do projeto representa um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela instituição na área de inovação. “A aprovação representa um importante reconhecimento da atuação da Universidade Feevale e do Feevale Techpark na consolidação de um ecossistema de inovação voltado à geração de conhecimento, transferência de tecnologia e criação de novos empreendimentos de base científica”, destaca o coordenador do projeto.

Edital da Fapergs

O Edital 03/2026 – Programa de Apoio aos Ecossistemas de Inovação é promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), em parceria com a Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict). A iniciativa tem como objetivo apoiar projetos voltados ao avanço tecnológico e ao fortalecimento dos ecossistemas de inovação do Estado, incentivando a aproximação entre instituições de ciência e tecnologia, setor produtivo e sociedade, além da geração de conhecimento aplicado, da transferência de tecnologia, do fortalecimento de startups e do desenvolvimento de novos empreendimentos inovadores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2026 0 Comentários 126 Visualizações
Cultura

Pesquisa da Feevale analisa impactos da Lei Paulo Gustavo no setor cultural gaúcho

Por Jonathan da Silva 15/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale apresentou, na semana passada, o projeto “Políticas públicas no Rio Grande do Sul: análises sobre os impactos da Lei Paulo Gustavo”, durante o 1º Ciclo de Seminários do Programa de Pesquisa Aplicada em Finanças Públicas (PFP), promovido pelo Tesouro do Estado e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul (Fapergs). O estudo, coordenado pela professora Marta Bez, da Feevale, foi um dos 13 selecionados em edital lançado em 2023.

O objetivo da pesquisa é investigar os efeitos da Lei Paulo Gustavo (LPG) no setor cultural do Rio Grande do Sul, analisando a eficácia das políticas públicas implementadas, identificando os segmentos mais beneficiados e as dificuldades enfrentadas, além de propor recomendações para aprimorar futuras ações emergenciais na área da cultura.

Equipe e metodologia

Além da professora Marta Bez, que coordena o Programa de Pós-Graduação em Indústria Criativa da Feevale, integram o projeto os professores Daniel Conte, Maurício Barth, Juan Felipe Almada e Juliano Varella de Carvalho, além do professor Cristiano Max Pereira Pinheiro, da PUCRS, que atua como coexecutor.

A pesquisa pretende mapear a distribuição dos recursos da LPG no estado, examinar os resultados por segmento cultural, identificar barreiras na implementação da lei e propor melhorias para a execução de políticas culturais emergenciais.

Atuação da Feevale na execução da LPG

Atualmente, a Universidade Feevale é responsável por apoiar a execução da LPG no Estado, prestando serviços de mentoria, capacitação e avaliação. A instituição forma grupos de trabalho, realiza contratações especializadas e organiza os dados de execução dos projetos culturais para garantir a qualificação e a efetividade no uso dos recursos destinados aos entes federativos. “O projeto fornecerá uma análise detalhada dos impactos da LPG no Rio Grande do Sul, contribuindo para o debate sobre políticas culturais emergenciais. Os resultados deverão identificar as áreas de maior impacto positivo e as lacunas que ainda precisam ser abordadas, além de fornecer recomendações para a melhoria na implementação de políticas culturais futuras”, afirmou a pesquisadora Marta Bez.

O que é o programa

O Programa de Pesquisa Aplicada em Finanças Públicas tem como objetivo fomentar a pesquisa em instituições de ciência e tecnologia sediadas no Rio Grande do Sul, oferecendo bolsas para geração de conhecimento sobre políticas públicas e serviços estaduais. A proposta é fortalecer a análise sobre a eficiência do gasto público e os encadeamentos produtivos no contexto territorial e institucional.

Sequência dos seminários

A série de seminários do programa segue até junho deste ano, com debates sobre desenvolvimento socioeconômico e políticas públicas no estado, abordando temas como economia regional, saúde, inovação, agronegócio e bem-estar social.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/04/2025 0 Comentários 444 Visualizações
Ensino

Fapergs lança edital de auxílio emergencial para mobilidade de estudantes

Por Marina Klein Telles 21/06/2024
Por Marina Klein Telles

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) lançou, nesta sexta-feira (21), o edital Auxílio Emergencial para Mobilidade de Estudantes de Doutorado em função da emergência meteorológica ocorrida no Rio Grande do Sul. O foco é proporcionar a continuidade dos projetos de pesquisa fora da universidade em que o doutorando está regularmente matriculado nos programas de pós-graduação. O lançamento foi realizado em ato na Universidade Federal de Ciências da Saúde (UFCSPA), em Porto Alegre.

O edital visa apoiar financeiramente a mobilidade de estudantes de doutorado de instituições com sede no RS. Sendo assim, os alunos poderão ter a execução do projeto de pesquisa beneficiado com a mobilidade para outras instituições, sendo elas gaúchas, de outros estados brasileiros ou de outros países, por um período determinado. A mobilidade refere-se à realização de atividades diretamente relacionadas ao projeto em instituição e cidade diferentes daquela onde o doutorando reside e está matriculado.

Conforme a secretária de Inovação, Ciência e Tecnologia, Simone Stülp, o Rio Grande do Sul sempre possuiu um grande leque de talentos acadêmicos. “Temos um ecossistema de pesquisa muito forte no Estado. As universidades são a prova disso e trabalham na formação de grandes profissionais. Enquanto poder público, precisamos fomentar essas iniciativas e promover oportunidades para nossos estudantes terem cada vez mais destaque”, disse.

“A Fapergs não tem medido esforços para apoiar iniciativas que possam contribuir com a mitigação do impacto das inundações. Precisamos também de ações complementares e de fomento à pesquisa emergencial, e vamos continuar atuando nessa linha”, destacou o diretor-presidente da Fapergs, Odir Dellagostin.

O auxílio prevê a aplicação de recursos financeiros, no valor global estimado de até R$ 1 milhão, oriundos do orçamento da Fapergs. As propostas serão enquadradas nas seguintes faixas:

Mobilidade para universidade dentro do Estado do Rio Grande do Sul: até R$ 4 mil.
Mobilidade para universidade brasileira, fora do Rio Grande do Sul: até R$ 10 mil.
Mobilidade para instituição de outro país: até R$ 20 mil.
Com os valores poderão ser financiadas passagens rodoviárias, passagens aéreas e até dez diárias, a título de auxílio instalação. A Faperg não concederá bolsa de estudos – portanto, o aluno deverá custear as demais despesas no local de destino.

O período de mobilidade poderá ser de 30 dias a seis meses, com prazos maiores sendo avaliados mediante justificativa. No caso da mobilidade para outros países, o Conselho Nacional de Pesquisa da Itália já manifestou interesse e disponibilidade para receber estudantes do Rio Grande do Sul. Também serão acolhidas propostas de mobilidade para outras instituições e outros países.

A submissão de propostas poderá ser realizada de 24 de junho a 8 de agosto, por meio do Sistema de Informação e Gestão de Projetos. Dúvidas podem ser encaminhadas ao email [email protected].

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 398 Visualizações
Variedades

Governo define grupos ligados à inovação para enfrentar desastres meteorológicos

Por Marina Klein Telles 24/05/2024
Por Marina Klein Telles

Para debater ações de mitigação, resiliência e reconstrução do Rio Grande do Sul, a Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict) e o Conselho Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia definiram a criação de grupos de trabalho (GTs) alinhados aos eixos do Plano Rio Grande, com foco em projetos de curto, médio e longo prazo. Os GTs são: Emergencial, Reconstrução, Rio Grande do Sul do Futuro e Mapeamento de Oportunidades e Recursos.

Os grupos serão compostos por integrantes do Sistema Gaúcho de Ciência, Tecnologia e Inovação e deverão absorver as contribuições da academia e propor projetos multidisciplinares, dentro das temáticas elencadas, que serão encaminhados aos setores que estão discutindo a reconstrução do Estado, de acordo com a sistemática definida no Plano Rio Grande. Os debates iniciam na próxima semana e a Sict será responsável pela coordenação do fluxo de trabalho.

“Nos GTs, teremos um canal unificado e um espaço de fala para integrantes do ecossistema de inovação, ciência e tecnologia. Haverá pessoas muito qualificadas e um momento de escuta de experiências pertinentes”, destacou a titular da Sict, Simone Stülp, que também preside o Conselho.

A primeira reunião do Conselho para debater a definição dos GTs ocorreu na quarta-feira (22). Na ocasião, a secretária também apresentou as principais iniciativas da pasta desde o início da emergência meteorológica, como a plataforma Solidariedade RS – que foi desenvolvida pela startup WideLabs para conectar demandas de locais que atendem atingidos pelas inundações com quem quer ajudar – e o mapeamento de soluções tecnológicas para desastres climáticos – disponibilizado em formato de catálogo no Observatório da Inovação RS.

Simone também citou os esforços da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do RS (Fapergs), que está realizando um levantamento das estruturas de pesquisa e desenvolvimento afetadas pelas enchentes a fim de buscar recursos para reconstrução. Outro ponto mencionado foi o Pacto Alegre, que tem se dedicado a ações de caráter tanto abrangente quanto específico para Porto Alegre.

Entenda como funciona o Plano Rio Grande

24/05/2024 0 Comentários 514 Visualizações
Ensino

Grupo de pesquisa da Unisc disponibiliza Torre de Radiação UVC ao Hospital Santa Cruz

Por Felipe Schwartzhaupt 21/11/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

O grupo de pesquisa coordenado pelo diretor de Extensão, Pesquisa, Pós-Graduação e Stricto Sensu da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), professor Adilson Ben da Costa, realizou a entrega de uma Torre de Radiação UVC ao Hospital Santa Cruz para auxiliar na desinfecção de ambientes. O projeto para o desenvolvimento da Torre UVC foi realizado pelo Grupo de Pesquisa em Quimiometria junto ao Laboratório de Protótipos da Unisc, e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS). Além dessa unidade entregue junto ao HSC foram produzidas mais duas torres, sendo uma já disponibilizada ao Serviço Integrado de Saúde (SIS) da Unisc.

O objetivo do projeto foi desenvolver um equipamento que auxilie na desinfecção de ambientes de serviço de saúde de forma rápida e eficiente, especialmente naqueles de maior risco de contaminação como salas cirúrgicas e leitos de isolamento. A eficiência do equipamento foi comprovada na eliminação de fungos, bactérias e vírus, incluindo o coronavírus. O equipamento é integralmente controlado por um aplicativo, que permite o acionamento a distância e com controle de tempo de irradiação.

Estudos adicionais sobre efetividade e usabilidade do equipamento serão ainda objeto de estudos do Grupo de Pesquisa Tecnologia, Ensino e Segurança do Paciente (GTESP) vinculado ao Programa de Pós-graduação em Promoção da Saúde (PPGPS), coordenado pelo médico e professor Marcelo Carneiro. Além disso, os aperfeiçoamentos na torre UVC serão conduzidos pelo Grupo de Pesquisa em Quimiometria no Programa de Pós-graduação em Sistemas e Processos Industriais e no Programa de Pós-graduação em Tecnologia Ambiental.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2022 0 Comentários 715 Visualizações

Edição 308 | Jul 2026

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