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Exportações de carne suína crescem 9,2% em setembro

Por Marina Klein Telles 10/10/2023
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 112,2 mil toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 9,2% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com 102,7 mil toneladas. Em receita, as exportações do setor chegaram a US$ 244,7 milhões, número 0,2% superior ao registrado em setembro de 2022, com US$ 244,3 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a setembro), as exportações de carne suína somaram 920,1 mil toneladas, número 11,4% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com 825,6 mil toneladas. Em receita, a alta chega a 16,7%, com US$ 2,160 bilhões em 2023, contra US$ 1,851 bilhão nos nove primeiros meses de 2022.

Entre os principais destinos das exportações entre janeiro e setembro, a China segue na liderança, com 311,1 mil toneladas (-2,1% em relação ao mesmo período de 2022). Em seguida estão Hong Kong, com 91,2 mil toneladas (+22,6%), Filipinas, com 90,8 mil toneladas (+33,3%), Chile, com 63,1 mil toneladas (+58,7%) e Singapura, com 49,4 mil toneladas (+10,9%). “Vemos um movimento de forte incremento nas importações de outros mercados além do mercado China e Hong Kong, envolvendo, em especial, países da Ásia e das Américas. Um dos principais destaques está no México, que já está entre os 10 maiores importadores de carne suína do Brasil em setembro, com mais de 5 mil toneladas importadas no mês”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina segue como principal exportador de carne suína do Brasil, com 495,5 mil toneladas embarcadas entre janeiro e setembro, número 10,9% superior ao registrado no mesmo período de 2022. Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 213,7 mil toneladas (+11,9%), Paraná, com 17,2 mil toneladas (6,45%), Mato Grosso, com 21,1 mil toneladas (+36%) e Mato Grosso do Sul, com 19,6 mil toneladas (+31,4%). “Além do México, as vendas de carne suína ganharam novos destinos, que já sinalizam bons volumes embarcados este ano. É o caso do Canadá, que vem incrementando suas compras mês a mês, assim como a República Dominicana, que registrou sua primeira importação de carne suína do Brasil neste mês”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2023 0 Comentários 444 Visualizações
Business

Exportações de calçados somam mais de US$ 900 milhões até setembro

Por Marcel Vogt 10/10/2023
Por Marcel Vogt

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e setembro, foram exportados 90,63 milhões de pares, os quais geraram US$ 907,17 milhões, resultados inferiores tanto em volume (-16%) quanto em valores (-8,4%) em relação ao mesmo período do ano passado. O recorte mensal de setembro aponta para a exportação de 8,36 milhões de pares e US$ 84 milhões, quedas de 19% e 23,2%, respectivamente, ante o mês nove de 2022. Na comparação com os nove primeiros meses da pré-pandemia, em 2019, o setor segue positivo em 6,1% em volume e em 23,7%.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, infelizmente, a queda nos embarques já estava “mapeada” pelo setor. “As exportações de calçados vêm caindo desde o início do ano por fatores macroeconômicos e também porque a base do ano passado é muito forte, então não existe nada de novo. No ano passado, não custa lembrar, tivemos o melhor resultado em 12 anos nas exportações de calçados. Em 2023, fatores como o retorno forte da China ao mercado, depois de rigorosas políticas de Covid Zero que atrasaram sua produção, a normalização dos preços dos fretes, o desaquecimento da economia mundial, em especial, a do nosso principal destino (Estados Unidos) e a alta da inflação têm prejudicado a nossa performance”, avalia. Segundo o executivo, nos próximos meses a queda deve ser menor, já que a base dos últimos meses de 2022 é mais fraca. “A estimativa da Abicalçados é de encerrarmos o ano com uma queda aproximada de 9% nos embarques”, prevê.

Ultrapassando os Estados Unidos como o principal destino das exportações de calçados brasileiros, entre janeiro e setembro, a Argentina importou 11,8 milhões de pares por US$ 185,36 milhões, queda de 11,7% em volume e alta de 27,6% em receita, no comparativo com o período correspondente de 2022. “A Argentina, apesar de todos os seus problemas, como o represamento de pagamentos e a grave crise econômica interna, é um mercado fundamental para o calçado brasileiro”, avalia Ferreira.

O segundo destino, com importante retração nas suas importações de calçados verde-amarelos, é os Estados Unidos. Enfrentando uma crise inflacionária, os consumidores norte-americanos vêm consumindo menos calçados. Além disso, o Brasil, que tem um market share de 1% daquele mercado, vem perdendo posições para os asiáticos. Entre janeiro e setembro, foram embarcados para lá 7,9 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 174 milhões, quedas de 48,4% em volume e de 35,7% em receita em relação aos registros do mesmo ínterim de 2022.

Na terceira posição entre os destinos do calçado nacional, apareceu a França, para onde foram embarcados 2,23 milhões de pares por US$ 42 milhões, quedas de 57,8% em volume e de 14% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Estados

Entre janeiro e setembro, o principal exportador de calçados foi o Rio Grande do Sul. No período, partiram das fábricas gaúchas 27,28 milhões de pares, que geraram US$ 418,2 milhões, quedas de 17,8% em volume e de 11,4% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O segundo exportador do período foi o Ceará, que entre janeiro e setembro embarcou ao exterior 27,2 milhões de pares por US$ 200,88 milhões, queda de 13,5% em volume e incremento de 0,2% em receita na relação com o mesmo período do ano passado.

Apesar de registrar quedas tanto em volume embarcado (-26%) quanto em receita gerada (-17,7%), São Paulo segue como o terceiro maior exportador do produto no Brasil. Nos nove primeiros meses de 2023, as fábricas paulistas exportaram 5,93 milhões de pares por US$ 85 milhões.

Importações em alta

Ao contrário das exportações, as importações de calçados seguem em alta. Entre janeiro e setembro, entraram no Brasil 23 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 348 milhões, incrementos tanto em volume (+13,4%) quanto em receita (+28,2%) em relação ao mesmo período do ano passado. As principais origens seguem sendo os países asiáticos, que respondem por mais de 85% do total de calçados que entram no País.

Entre janeiro e setembro, o Vietnã embarcou 7,64 milhões de pares para o Brasil, pelos quais foram pagos US$ 170,44 milhões, incrementos tanto em volume (+26,8%) quanto em receita (+35,2%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Na sequência, apareceram a Indonésia, que exportou ao Brasil 3,27 milhões de pares por US$ 65,6 milhões, incrementos de 43% e 42,6%, respectivamente, ante 2022; e a China, com 8,45 milhões de pares e US$ 39,17 milhões, queda de 3,7% em volume e incremento de 1,5% em receita.

Segundo Ferreira, o aumento das importações é potencializado pelo problema da isenção de impostos para remessas de plataformas cross border (e-commerce internacional) em produtos de até US$ 50. “A junção dos fatores traz uma concorrência desleal e extremamente dura para a indústria brasileira de calçados”, comenta.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc -, as importações de janeiro a setembro somaram US$ 20,9 milhões, 4,4% menos do que no mesmo período de 2022. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2023 0 Comentários 399 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango mantém alta de 6,5% em 2023

Por Marcel Vogt 09/10/2023
Por Marcel Vogt

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 3,905 milhões de toneladas entre janeiro e setembro deste ano. O número supera em 6,5% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 3,666 milhões de toneladas.

Em receita, a alta chega a 2,8%, com US$ 7,578 bilhões nos nove primeiros meses de 2023, contra US$ 7,373 bilhões realizados no mesmo período de 2022.

Considerando apenas o mês de setembro, os embarques de carne de frango chegaram a 397,1 mil toneladas, volume 0,7% menor que o efetivado no mesmo período do ano passado, com 400 mil toneladas embarcadas. O total de receitas registrada em setembro deste ano chegou a US$ 719,3 milhões, número 13,3% menor que o realizado no nono mês de 2022, com US$ 830,1 milhões.

“Mantido os níveis atuais, impulsionados pelas vendas para os diversos destinos do produto brasileiro, espera-se que as exportações de 2023 superem a marca de 5 milhões de toneladas”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Entre os principais destinos das exportações em setembro, destaque para China, que segue na liderança, com 57,1 mil toneladas, volume 41,6% superior ao registrado no mesmo mês de 2022. Também foram destaques as vendas para os Emirados Árabes Unidos, com 35,2 mil toneladas (+19,8%), África do Sul, com 20,6 mil toneladas (+9,5%), Coreia do Sul, com 19,4 mil toneladas (+30,7%) e México, com 15,2 mil toneladas (+38,5%). 

No levantamento por estado, o Paraná segue como principal exportador de carne de frango do Brasil, com 163,4 mil toneladas embarcadas em setembro, número 8,1% superior ao registrado no mesmo período de 2022. Em seguida estão Santa Catarina, com 85,8 mil toneladas (+6,2), Rio Grande do Sul, com 56,2 mil toneladas (-19,26%), São Paulo, com 21,5 mil toneladas (-12,6%) e Goiás, com 18,9 mil toneladas (+23%).

“A alta capilaridade das exportações de carne de frango do Brasil foram um dos diferenciais nas vendas deste mês, com notável elevação para China, México e nações islâmicas, incluindo o Iraque e a Líbia”, aponta o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2023 0 Comentários 449 Visualizações
Business

Feira norte-americana deve gerar US$ 1,9 milhão para calçadistas

Por Marcel Vogt 06/10/2023
Por Marcel Vogt

A feira norte-americana Magic NY, realizada em Nova Iorque entre os dias 19 e 21 de setembro, deve gerar US$ 1,93 milhão para 11 marcas brasileiras presentes. Apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa de fomento às exportações. As empresas comercializaram, in loco, 35 mil pares de calçados que geraram US$ 535 mil. Para os próximos seis meses, em negócios que ficaram alinhavados no evento, a estimativa é de vender mais 83 mil e gerar mais US$ 1,4 milhão.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, ressalta que o mercado norte-americano, apesar de estar importando menos calçados, é o segundo principal destino para as exportações brasileiras do setor. “Os Estados Unidos são, hoje, os maiores importadores de calçados do planeta, em valores. Apesar disso, o market share do calçado brasileiro é de pouco mais de 1%. A presença em feiras locais, de forma constante, é essencial para o posicionamento de marca e também para o melhor aproveitamento desse potencial”, comenta a analista.

O relatório da Abicalçados aponta, ainda, que as marcas receberam a visitação de grandes players dos Estados Unidos, Canadá, Colômbia, Equador, Honduras, Porto Rico, Nigéria, entre outros. “Foram quase 160 contatos, mais da metade deles novos”, informa Paola. Além de compradores, as marcas brasileiras expositoras da Magic NY receberam a visita do presidente e da diretora da ApexBrasil, Jorge Viana e Ana Repezza, que destacaram a importância do apoio do Brazilian Footwear para a promoção internacional das marcas verde-amarelas.

A próxima edição da Magic NY será nos dias 20 a 22 de fevereiro de 2024.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2023 0 Comentários 533 Visualizações
Business

Cadeia produtiva do setor calçadista avalia cenário internacional

Por Marcel Vogt 27/09/2023
Por Marcel Vogt

Após um ano de bons resultados, em 2022, a maior parte da cadeia produtiva do calçado tem sofrido reveses consecutivos no comércio internacional ao longo do ano corrente. As explicações, além do cenário econômico conturbado, são desde barreiras comerciais para pagamentos até a concorrência com produtores asiáticos, que voltaram com apetite ao mercado após políticas rígidas para contenção da pandemia de Covid-19 e a normalização dos preços do frete internacional.

Representando mais de 4,5 mil indústrias de calçados brasileiras, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) destaca que as exportações do setor vêm caindo desde o final de 2022. Conforme dado mais recente, entre janeiro e agosto as exportações do setor somaram 82,28 milhões de pares, que geraram US$ 823,15 milhões, quedas de 15,7% em volume e de 6,6% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado. Em 2022, o crescimento foi de 14,8% em volume (142 milhões de pares) e 45,5% em receita (US$ 1,3 bilhão) em relação a 2021.

A coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, destaca que impactaram negativamente no resultado o desaquecimento da economia internacional, que deve crescer 3% em 2023, bem abaixo dos níveis históricos. “A combinação do cenário internacional de inflação, alta de juros e queda na demanda dos nossos principais destinos não traz boas expectativas para as exportações brasileiras. Para 2023, trabalhamos com uma projeção de queda entre 6,7% e 9,1% em volumes e de 8,7% a 9,7% em receita na relação com 2022”, comenta.

Principal destino do calçado brasileiro no exterior, a Argentina vem diminuindo suas importações de forma generalizada devido à crise econômica interna e à tentativa de preservação de suas parcas reservas internacionais por meio de barreiras como a medida do Banco Central da República Argentina (BCRA), que alterou as condições de acesso ao Mercado Único de Câmbio para pagamento de importações. Segundo Priscila, muitos calçadistas brasileiros, em função desta resolução, estão deixando de exportar ou exportando menos para a Argentina. “Soma-se a essa barreira, a projeção negativa da economia argentina, que deve encolher 2,5% em 2022”, acrescenta. Entre janeiro e julho, os argentinos importaram 9,36 milhões de pares verde-amarelos, 8,3% menos do que no mesmo período do ano passado. Já as importações de calçados totais na Argentina também caíram, mas menos, o que aponta para uma perda de market share local para o calçado brasileiro. Entre janeiro e julho, as importações de calçados na Argentina caíram 3,4%, no comparativo com o mesmo intervalo de 2022. “A participação do Brasil, nos sete primeiros meses, passou de 53% para 40%. E dos asiáticos, somados (China, Indonésia e Vietnã), de 44% para 56%”, conta Priscila.

Segundo destino do calçado brasileiro no exterior, os Estados Unidos também vêm importando menos produtos verde-amarelos em função da crise interna e da tentativa de conter a inflação por meio de taxas de juros históricas (as maiores em 22 anos). Entre janeiro e julho, os exportadores brasileiros enviaram para lá 6,3 milhões de pares, 51,4% menos do que no mesmo intervalo do ano passado. No mesmo período, as importações totais de calçados dos Estados Unidos caíram 33% em volume – o que significa mais de 500 milhões de pares. “A participação da China no mercado dos Estados Unidos aumentou de 60% para 61% no período, enquanto a brasileira caiu de 1% para 0,5%”, diz. Para 2023, a expectativa é de que a economia norte-americana cresça apenas 1,8%, bem abaixo dos patamares históricos.

Couros: caminho inverso

Exportando entre 70% e 80% de sua produção de mais de 40 milhões de peles todos os anos, a indústria de couros brasileira está com resultados inversos aos registrados pelas calçadistas e empresas de componentes e químicos. Diferentemente dos outros setores da cadeia, os curtumes registraram dificuldades também ao longo de 2022, em função das restrições ainda vigentes àquela época sobre a pandemia na Ásia e com o conflito Ucrânia e Rússia. “A indústria brasileira de couros teve avanços importantes em 2022, apesar dos grandes desafios relacionados ao mercado e à situação econômica e política global, especialmente na Ásia e na Europa, onde grandes clientes do nosso material estão. Em números, as exportações de couros do Brasil, em 2022, chegaram a US$ 1,22 bilhão, o que representou uma redução de 13,8% sobre 2021”, conta o gestor de Inteligência Comercial do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Rogério Cunha.

Já em 2023, os números estão melhores para a indústria do couro brasileiro. Dados elaborados pelo CICB apontam que, de janeiro a julho de 2023, o país vendeu ao mercado externo um total de 89,7 milhões de metros quadrados de couros, 9,3% mais do que no mesmo intervalo do ano passado. “Tivemos no final de agosto a feira All China Leather Exhibition, em Xangai, que não ocorria desde 2019, e seu retorno teve um excelente resultado para os 13 curtumes brasileiros expositores. Há um sentimento geral de que a China venha a melhorar sua economia ainda em 2023, considerando o crescimento de 5,5% de seu PIB no primeiro semestre do ano”, destaca Cunha, acrescentando que a China, como principal destino internacional do couro brasileiro – market share de mais de 27% -, tem reflexos importantes nas exportações do setor. “Vemos com otimismo as perspectivas das exportações para o segundo semestre do ano, com a possibilidade de crescimento em volume”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2023 0 Comentários 668 Visualizações
Business

Exportações de ovos crescem 381,6% em agosto

Por Marina Klein Telles 13/09/2023
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de ovos (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 2,148 mil toneladas em agosto, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 381,6% o total embarcado no mesmo período de 2022, quando foram exportadas 446 toneladas.

Em receita, a alta chega a 241,3%, com US$ 5,114 milhões no oitavo mês de 2023, contra US$ 1,499 milhão no mesmo período do ano anterior. “As exportações de ovos vem gerando receitas importantes para as empresas do setor de ovos, que têm investido significativamente na participação em mercados de alto valor agregado. É o caso do Japão e de Taiwan, que assumiram este ano a liderança entre os principais importadores do setor”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

No acumulado do ano (janeiro a agosto), as exportações de ovos totalizaram 21,119 mil toneladas, número 178,5% maior que o registrado nos oito primeiros meses de 2022, com 7,583 mil toneladas. No mesmo período, a receita acumulada chegou a US$ 52,380 milhões, resultado 222% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com US$ 16,270 milhões.

Principal destino das exportações de ovos do Brasil, o Japão importou 9,212 mil toneladas entre janeiro e agosto, número 1164% maior que o volume embarcado no mesmo período do ano anterior. Taiwan, com 5,387 mil toneladas (sem registros comparativos em 2022) e Chile, com 1,791 mil toneladas (+1548%) completam a lista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2023 0 Comentários 512 Visualizações
Business

Exportações de calçados caíram 6,6% até agosto

Por Marcel Vogt 11/09/2023
Por Marcel Vogt

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e agosto, as exportações do setor somaram 82,28 milhões de pares, que geraram US$$ 823,15 milhões, quedas de 15,7% em volume e de 6,6% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado. Segregando apenas o mês de agosto, as exportações foram de 9,34 milhões de pares e US$ 95,6 milhões, quedas de 12,8% e de 18,6% em relação ao mesmo mês de 2022. Ante a pré-pandemia, entre janeiro e agosto de 2019, o setor ainda registra índices positivos, de 9,2% em volume e de 26,7% em receita.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o desaquecimento da economia internacional, somado às altas taxas de juros e arrefecimento da demanda em países importantes para o calçado brasileiro, como os Estados Unidos, tem impacto direto nos índices. “Esperamos alguma melhora nos últimos meses do ano, mas mesmo assim devemos fechar 2023 com índices entre 6,7% e 9,1% inferiores aos registrados em 2022 (em pares)”, projeta o dirigente, ressaltando que, mesmo com o resultado, os índices ficarão acima dos registrados na pré-pandemia, em 2019.

Destinos

Mesmo representando pagamentos em função da medida do Banco Central da República Argentina (BCRA) que alterou as condições de acesso ao Mercado Único de Câmbio para pagamento de importações, causando atrasos de até seis meses nos pagamentos, a Argentina segue como o principal destino do calçado brasileiro no exterior. Entre janeiro e agosto, foram embarcados para lá 10,76 milhões por US$ 168 milhões, queda de 8,1% em volume e incremento de 32% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado. “A Argentina, apesar da crise econômica interna e das mudanças no acesso ao mercado de câmbio, que vem prejudicando nossas exportações para lá, é um mercado cativo para o nosso calçado”, avalia Ferreira.

Os Estados Unidos, segundo destino do calçado brasileiro no exterior, também vem sendo afetado pela queda na demanda e juros históricos, o que tem impactado as exportações verde-amarelas para lá. Entre janeiro e agosto, foram embarcados para os Estados Unidos 7,34 milhões de pares por US$ 161 milhões, quedas de 48,8% em volume e de 34,6% em receita no comparativo com intervalo correspondente do ano passado.

O terceiro destino dos oito meses do ano foi a França. Entre janeiro e agosto, foram embarcados para lá 2,1 milhões de pares por US$ 39,1 milhões, queda de 58,7% em volume e de 10,5% em receita em relação ao mesmo ínterim de 2022.

Maior exportador

O Rio Grande do Sul segue sendo o principal exportador de calçados no Brasil. Entre janeiro e agosto, as fábricas gaúchas embarcaram 24,63 milhões por US$ 378,7 milhões, quedas de 15,5% em volume e de 8,5% em receita no comparativo com o mesmo intervalo do ano passado.

O segundo maior exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 24,9 milhões de pares por US$ 184,96 milhões, queda de 12,8% em volume e incremento de 1,6% em receita na relação com os oito primeiros meses de 2022.

Na sequência, entre os estados exportadores, apareceram São Paulo (5,33 milhões de pares e US$ 77 milhões, quedas de 24,4% e de 14,6%, respectivamente) e Bahia (2,87 milhões de pares e US$ 58,9 milhões, queda de 7,8% em volume e incremento de 27,7% em relação a 2022).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2023 0 Comentários 450 Visualizações
Business

Cenário internacional impacta nas exportações de calçados

Por Marina Klein Telles 08/08/2023
Por Marina Klein Telles

O cenário internacional, de queda no ritmo de crescimento e elevadas taxas de inflação continuam pesando sobre as exportações de calçados. No mês de julho, dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que foram embarcados 8,18 milhões de pares, que geraram US$ 101 milhões, quedas em volume (-31,3%) e em receita (-9,6%) em relação ao mesmo mês de 2022.

No acumulado dos sete meses do ano, as exportações somaram 72,93 milhões de pares, que geraram US$ 727,55 milhões, quedas de 16% e 4,7%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado. Mesmo com o revés, no comparativo com o mesmo período de 2019, na pré-pandemia, o setor ainda segue com índices positivos nas exportações, 11,4% em volume e 28,3% em receita.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que a queda nas exportações de calçados é decorrente da menor dinâmica na economia internacional. “Para a Argentina, que foi um dos motores do nosso grande crescimento no ano passado, os calçadistas também vêm encontrando dificuldades, especialmente em função das dificuldades do acesso ao mercado de câmbio e o dilatado prazo para pagamentos das importações, que chega a meio ano”, comenta o executivo. Segundo ele, também pesam significativamente as elevadas taxas de juros internacionais para controle inflacionário, que continuam impactando na dinâmica do consumo interno dos países.

Destinos

Principal destino no exterior para o calçado brasileiro, a Argentina importou, entre janeiro e julho, 9,36 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 149,5 milhões, queda de 8,3% em pares e incremento de 36,2% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado. O segundo destino dos sete meses foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 6,3 milhões de pares por US$ 136,32 milhões, quedas de 51,4% e de 34,6%, respectivamente, ante mesmo intervalo de 2022. Completa o ranking de destinos do calçado brasileiro no exterior a França, para onde foram embarcados 2 milhões de pares que geraram US$ 36,7 milhões, quedas de 59% e de 10,3%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Importações em alta

Ao contrário das exportações, as importações de calçados seguem em alta. Nos sete meses do ano, entraram no Brasil 18,9 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 273,86 milhões, altas tanto em volume (+11,2%) quanto em receita (+34%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Segregando somente o mês de julho, os números são ainda maiores. Somente no sétimo mês do ano, entraram no Brasil 2 milhões de pares por US$ 47 milhões, altas de 34,7% e 81,6%, respectivamente, ante o mesmo ínterim de 2022.

As principais origens seguem sendo os países asiáticos. Juntos, China, Vietnã e Indonésia respondem por mais de 86% do total de pares importados no período. A principal origem, em volume, segue sendo a China, que nos sete meses exportou para o Brasil 7,9 milhões de pares e recebeu por isso US$ 32,62 milhões, queda de 5% em volume e incremento de 7,4% em receita na relação com o mesmo intervalo de 2022. Na sequência, aparecem o Vietnã, com 5,9 milhões de pares e US$ 133,73 milhões, incrementos de 31% e 42%, respectivamente; e Indonésia, com 2,52 milhões e US$ 51 milhões, incrementos de 44,8% e 44,3%, respectivamente.

Segregando apenas o mês de julho, as importações dos três países asiáticos – em receita – tiveram crescimento médio de 98,8% em relação ao mesmo mês de 2022. “O aumento das importações de produtos asiáticos, naturalmente, causa preocupação na indústria nacional. Soma-se a esse fato, a importação via plataformas cross border, que não entram na estatística, e acabam criando um combo de problemas para a nossa atividade”, explica Ferreira, citando a isenção de impostos de importação para produtos de até US$ 50 comercializados via plataformas digitais internacionais.

Em partes de calçados – cabedal, solas, saltos, palmilhas etc -, as importações dos sete meses somaram US$ 16,47 milhões, 5% mais do que no mesmo período de 2022. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2023 0 Comentários 448 Visualizações
Business

51ª edição do Prêmio Exportação RS divulga as 69 empresas vencedoras

Por Marina Klein Telles 12/07/2023
Por Marina Klein Telles

O Conselho do Prêmio Exportação RS reconhecerá 69 empresas na 51ª edição do mérito, que enaltece organizações com desempenho destaque no cenário exportador. A cerimônia de premiação com o maior número de vencedores da história da distinção será realizada no dia 17 de agosto, na Casa NTX, em Porto Alegre. Na oportunidade, também serão entregues a Distinção Especial de Exportador Diamante, por conquistar dez edições, e a Distinção Especial de Exportador Ouro, por vencer cinco vezes, respectivamente, para quatro e nove companhias. O presidente da Randoncorp, Daniel Randon, também será homenageado como Personalidade Competitividade Internacional 2023. Abaixo, segue a lista completa dos vencedores.

De acordo com o presidente do Conselho do Prêmio Exportação RS, Fabrício Forest, a atuação de mais de 50 anos e o reconhecimento de mais de 700 empresas de diferentes áreas neste período elevaram o movimento do mérito ao patamar de agente desenvolvedor do cenário exportador gaúcho. “Nosso propósito em reconhecer estas organizações que apresentaram resultados mercadológicos significativos e de destaque, mediante estratégias inovadoras e globalizadas para competir com diversos players no mercado, é, além de estimular a sequência deste trabalho em cada uma, poder inspirar novas organizações a desbravarem novos mercados e iniciarem o trabalho exportador nas suas agendas, independente do porte ou segmento. Desta forma, impactando diretamente no crescimento destes negócios e, consequentemente, no fortalecimento da economia gaúcha e brasileira”, afirma.

Já o CEO do Prêmio Exportação RS, Edmilson Milan, pontua a importância da experiência e do conhecimento acumulado por organizações e profissionais adeptos da iniciativa para direcionamento e superação de desafios no processo exportador. “São vários e de alta complexidade os obstáculos e as adversidades dentro da área de Comércio Internacional e se apresentam em idiomas e culturas diferentes, às vezes com a mesma roupagem. Isto classifica a atividade como uma ciência humana também, além de todo o planejamento econômico. E diante deste universo, é fundamental o apoio de uma iniciativa consolidada e com vivência de mercado ao longo de mais de 50 anos. O Prêmio Exportação RS reconhece para inspirar”, pontua.

O Conselho do Prêmio Exportação RS é formado por lideranças de instituições que possuem relação de suporte ou apoio ao cenário exportador gaúcho. São elas: ADVB/RS, ApexBrasil, Badesul, Banco do Brasil, Banrisul, BRDE, FARSUL, Fecomércio, Federasul, FIERGS, Lide-RS, Portos RS, Sebrae-RS, Secretaria do Desenvolvimento Econômico (Sedec), Hub Transforma RS e UFRGS.

Em 2022 a premiação completou 50 anos de existência e o número alcançou 68 organizações vencedoras. Neste ano, estabeleceu-se o recorde com 69 companhias.

Confira os agraciados do 51º Prêmio Exportação RS em 2023

STIHL Ferramentas Motorizadas Ltda.
MARIA PAVAN
Marcopolo
Randon
Kappesberg
SOUTH SERVICE TRADING S/A
PRIORITY AUTOMOTIVE – Distinção Especial de Exportador Ouro
Systemhaus
CMPC
Destaque Pequeno Desbravador Internacional
Alho Pan Alimentos
Dolphin – Santo Site Tecnologia
Sandálias CleanUp
Destaque Serviços de Suporte à Exportação
Interlink Cargo – Distinção Especial de Exportador Diamante
AD Shipping
Euro-América
Pibernat Logística
Corelog Logistica
DoraGroup (DGI) – Distinção Especial de Exportador Ouro
CLEMAR ASSESSORIA E LOGÍSTICA EM COMÉRCIO INTERNACIONAL
Kuehne+Nagel Porto Alegre
Efficienza Negócios Internacionais
Wilson Sons – Unidade Tecon Rio Grande – Distinção Especial de Exportador Diamante
GRUPO ORION MARITIMA
DGI LOGISTICA E COMÉRCIO LTDA
Banrisul Armazéns Gerais S/A – Distinção Especial de Exportador Ouro
Schio – Distinção Especial de Exportador Diamante
3tentos
Be8
VENCE TUDO
SLC Agrícola
Cooperativa Vinícola Aurora
Naturovos
RAR
Vinícola Salton
AMMANN DO BRASIL
Resinas Jardim
Nutrire – Distinção Especial de Exportador Ouro
DINAMIK
<OU>
Finger Móveis Planejados
Dubai Alimentos
Fante Bebidas
Peccin
Bigfer
CRISDU MODA INTIMA LTDA
Killing
Docile
HYVA DO BRASIL LTDA
Wellour
Tecnovin do Brasil
Termolar – Distinção Especial de Exportador Ouro
FCC
Dana
Forbal Automotive – Distinção Especial de Exportador Ouro
Maxiforja Componentes Automotivos Ltda
Doripel Móveis – Distinção Especial de Exportador Ouro
Xalingo
Pisani Plásticos – Distinção Especial de Exportador Ouro
SENA MADEIRAS
Cachaçaria Weber Haus
Bebidas Chiamulera
Vidroforte
TDK
NOKO QUÍMICA
CALÇADOS BEIRA RIO S.A. – Distinção Especial de Exportador Ouro
Taurus Armas S.A. – Distinção Especial de Exportador Diamante
Organique
Mega Embalagens
Druzina Content

Sobre o Prêmio Exportação

O Prêmio Exportação RS distingue empresas que obtiveram os melhores resultados mercadológicos e desenvolveram estratégias inovadoras para expor e comercializar seus produtos no mercado internacional. Em 2022, foram reconhecidas 68 empresas com sede no RS, que se destacaram por seus resultados de exportações em diferentes segmentos de mercado. O Conselho do Prêmio Exportação RS é formado por lideranças de instituições que possuem relação de suporte ou apoio ao cenário exportador gaúcho. São elas: ADVB/RS, ApexBrasil, Badesul, Banco do Brasil, Banrisul, BRDE, FARSUL, Federasul, Fecomércio-RS, FIERGS, Transforma RS, Lide-RS, Portos RS, Sebrae RS, Secretaria do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e UFRGS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/07/2023 0 Comentários 836 Visualizações
Business

Exportações de calçados somam US$ 626,5 milhões no semestre

Por Marcel Vogt 11/07/2023
Por Marcel Vogt

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no primeiro semestre do ano, foram embarcados 64,74 milhões de pares, que geraram US$ 626,5 milhões, quedas de 13,6% e 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Segregando o mês de junho, as exportações de calçados somaram 7,4 milhões de pares e US$ 88,12 milhões, quedas de 30,3% e 22%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2022.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, demonstra preocupação com a queda dos embarques, mesmo que estes estejam acima dos índices registrados na pré-pandemia, em 2019. “Naquele semestre, estávamos com números 13% inferiores em volume e 30% inferiores em receita na relação com os registros de 2023. O fato é que a pandemia desregulou o mercado e agora estamos passando por um ajuste. O ano passado foi extraordinário em todos os seus números, sendo natural que haja uma queda em função daquela base de comparação elevada. Mas a queda está sendo mais acelerada do que imaginávamos”, comenta. Por outro lado, o executivo destaca que não é somente a base de comparação a “culpada” pelos índices negativos. “Existe um desaquecimento da economia internacional, principalmente dos Estados Unidos, o nosso principal destino de calçados. Evidentemente, existe um impacto no setor”, acrescenta.

No primeiro semestre, o principal destino dos calçados brasileiros no exterior foi a Argentina. No período, foram embarcados para lá 7,84 milhões de pares por US$ 128 milhões, queda de 4,3% em volume e alta de 41% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Com a economia fragilizada e altos estoques, os Estados Unidos vêm comprando menos calçados brasileiros em 2023. No primeiro semestre, os embarques para lá somaram 5,32 milhões de pares e US$ 111,77 milhões, quedas de 38,5% e 55,5%, respectivamente, ante mesmo ínterim de 2022.

O terceiro destino internacional do primeiro semestre foi a França, que importou 1,78 milhão de pares verde-amarelos por US$ 30,7 milhões, quedas de 61,2% e 16,6% ante o mesmo período do ano passado.

Nordeste aliviou a queda

Os dados divulgados pela Abicalçados indicam que os estados do Ceará e da Bahia aliviaram a queda das exportações de calçados. Principal exportador de calçados em volume, o Ceará embarcou, no semestre, 20 milhões de pares por US$ 148,43 milhões, queda de 11% em volume e incremento de 4% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado. O quarto maior exportador do semestre foi a Bahia, que embarcou 2,25 milhões de pares por US$ 45 milhões, queda de 0,8% em volume e alta de 36,8% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O Rio Grande do Sul segue sendo o estado que mais arrecada divisas com as exportações de calçados. No primeiro semestre, partiram das fábricas gaúchas 18,12 milhões de pares por US$ 273,56 milhões, quedas de 16,4% e 8,6%, respectivamente, ante período correspondente do ano passado.

O terceiro estado exportador de calçados do Brasil no semestre foi São Paulo. No período, as indústrias paulistas embarcaram 4,33 milhões de pares por US$ 59,9 milhões, quedas de 11,5% e 7,8%, respectivamente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/07/2023 0 Comentários 394 Visualizações
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