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Business

Importadores afirmam que latino-americanos calçam o que está na Zero Grau

Por Marina Klein Telles 22/11/2023
Por Marina Klein Telles

A 13ª edição da Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios, maior evento do segmento na América Latina, favoreceu negociações entre expositores e compradores internacionais, através de importadores de cinco continentes. Representantes de 24 diferentes países, cerca de 200 importadores, buscaram na Zero Grau o melhor em materiais, acabamentos e tendências para levar a qualidade do calçado brasileiro para o mundo. A Zero Grau, promovida pela Merkator Feiras e Eventos, encerra nesta quarta-feira, 22 de novembro e reúne marcas de 230 expositores, com 1300 marcas, no Centro de Eventos Serra Park, em Gramado.

O maior importador da Bolívia, durante visita em estande da Calçados Beira Rio, explicou que há vinte anos encontra no Brasil os calçados favoritos do consumidor boliviano. “Na Bolívia há uma cultura que, se o sapato diz ‘feito no Brasil’, é sinônimo de que está na moda, é confortável e em conta. E estar com a Beira Rio significa isso tudo e muito mais, porque é a empresa que tem a melhor modelagem, o melhor preço e as melhores pessoas para nos atender. Eu venho aqui e me sinto muito agradecido e privilegiado por isso”, explica Jose Luis Balderrama, da Nova Moda, que tem 10 lojas físicas, loja on-line e também é distribuidor em todo país. A empresa tem mais de trinta anos na Bolívia e atende desde infantil, passando por masculino, feminino e público sênior. “Na Zero Grau podemos ver tudo de perto e até saber a opinião de outros países”, finaliza.

Entre uma visita e outra, importadores da Costa Rica contam que há 12 anos abastecem o mercado do país com sapatos brasileiros. “Para nós é muito importante estar nessa feira porque marca as tendências de início de temporada. Além disso, é fundamental o apoio de recebemos aqui, porque o contexto nos permite negociar e a equipe da feira está perto se precisamos de alguma ajuda”, explica Pedro Alpizar, da Calzado Exclusivo, que veio de San Ramon. Já a costarriquense Dalila Madrigal, de Alajuela, encontra os favoritos do público para a M&A Importaciones. “O sapato brasileiro tem a sua história e sabemos que vindo nesta feira vamos ter uma ideia do mercado todo. Os clientes da Costa Rica sabem disso e é o que desejam. Então é o momento fundamental para, de fato, fecharmos negócios e fazermos os pedidos”, resume.

Com relacionamento fortalecido pelo Grupo de Importadores, a iniciativa impulsiona o comércio internacional para os expositores trazendo cerca de 200 compradores internacionais, representando 60 empresas. São os latino-americanos que vêm em peso, além de importadores da América Central, Ásia, Europa, África e Oceania.

Uma das empresas que teve o estande povoado por diferentes idiomas ao longo do evento foi a Dora Lis, que recebeu visitantes da Europa, África, além da América Latina. “Hoje nós já importamos o couro usado em nosso vestuário da Itália, e agora na Zero Grau pudemos abrir possibilidade de também começar a exportar nosso produto acabado para outros países”, definiu Luzia Hoerlle, coordenadora comercial da empresa de bolsas e vestuário em couro legítimo, de Sapiranga. A marca é uma das presentes no maior estande coletivo da Zero Grau, o Estação Moda RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2023 0 Comentários 519 Visualizações
Business

Exportações de ovos mantém alta de 173,7% em 2023

Por Marina Klein Telles 20/11/2023
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 1,026 mil toneladas em outubro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 74,8% o total embarcado no mesmo período de 2022, com 587 toneladas.

Em receita, a alta é de 38,5%, com US$ 2,389 milhões gerados no décimo mês deste ano, contra US$ 1,725 milhões no mesmo período de 2022.

Ao longo dos 10 meses de 2023, foram exportadas 23,669 mil toneladas, volume 173,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 8,649 mil toneladas. No mesmo período, as exportações de ovos geraram receita de US$ 58,715 milhões, saldo 198,7% maior que o total acumulado no mesmo período de 2022, com US$ 19,657 milhões.

“Os embarques de ovos seguem em patamares notavelmente superiores ao histórico dos últimos 10 anos, e devem encerrar este ano representando volumes de embarques que devem superar 1% do total da produção nacional, ganhando mercados e receitas para o país, mas assegurando quantia suficiente dessa proteína altamente versátil e nutritiva para os consumidores brasileiros”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Entre os destinos de exportações, houve uma inversão de posições entre os principais importadores. O Chile, mercado que, até recentemente, não havia realizado importações de ovos do Brasil, iniciou os embarques e já assumiu a dianteira entre os principais destinos, com o total de 385 toneladas importadas em outubro. Em seguida está o Japão, com 218 toneladas importadas no mesmo período, número 99,6% maior que o realizado no mesmo período de 2022.

“Cada vez mais os produtores brasileiros têm olhado para o mercado internacional como mais uma alternativa de vendas, inclusive aumentando as vendas de ovos processados que são de alto valor agregado”, analisa o diretor de mercados, Luís Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/11/2023 0 Comentários 382 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 2% em outubro

Por Marina Klein Telles 10/11/2023
Por Marina Klein Telles

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 401,7 mil toneladas em outubro, número que supera em 2% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 394 mil toneladas.

Em receita, as exportações de carne de frango do mês de outubro chegaram a US$ 723,5 milhões, número 12% menor que o resultado alcançado no mesmo período do ano passado, com US$ 822,6 milhões. No acumulado do ano (janeiro a outubro), as exportações de carne de frango chegaram a 4,307 milhões de toneladas, volume 6,1% maior que o registrado no mesmo período de 2022, com 4,060 milhões de toneladas.

Considerando ainda os 10 primeiros meses de 2023, a receita resultante das exportações chegou a US$ 8,301 milhões, número 1,3% maior que o total registrado no ano passado, com US$ 8,195 bilhões. “A manutenção do fluxo de exportação acima das 400 mil toneladas em outubro reforça as projeções da ABPA para embarques recordes em 2023, superiores a 5 milhões de toneladas, tendência esta que traz expectativas positivas também para o próximo ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Entre os principais destinos das exportações de carne de frango em 2023 (considerando o período entre janeiro e outubro), foram destaques as vendas para a China, com 592,6 mil toneladas (+31% em relação ao mesmo período do ano anterior), Arábia Saudita, com 305 mil toneladas (+5%), África do Sul, com 286 mil toneladas (+25%), Coreia do Sul, com 166,5 mil toneladas (+9%) e México, com 155,6 mil toneladas (+22%).

Principal exportador de carne de frango do Brasil, o Paraná exportou 1,778 milhão de toneladas entre janeiro e outubro, número 9,6% maior que o registrado no mesmo período de 2022. No ranking de exportadores, em seguida estão Santa Catarina, com 903 mil toneladas (+6,6%), Rio Grande do Sul, com 616,4 mil toneladas (-1,93%), São Paulo, com 246,1 mil toneladas (+7,9%) e Goiás, com 195,6 mil toneladas (+20,5%).

”Somado ao fato da China e outros mercados seguirem demandantes pelo produto brasileiro, neste ano, para além da abertura de 4 (quatro) novos mercados e da ampliação do número de estabelecimentos habilitados para alguns países para carne de aves, tivemos também recentemente o retorno do pré-listing para o Reino Unido e a formalização do mesmo mecanismo para países como Chile e Cuba. Isso deverá refletir nos embarques futuros” reforçou o diretor de mercados, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2023 0 Comentários 428 Visualizações
Business

Embarques brasileiros de carne suína acumulam alta de 9,6% em 2023

Por Marina Klein Telles 10/11/2023
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) já acumulam alta de 9,6% em 2023, conforme levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram 1,013 milhão de toneladas embarcadas entre janeiro e outubro deste ano, contra 924,2 mil toneladas registradas no mesmo período do ano passado.

Em receita, a alta acumulada chega a 13,1%, com US$ 2,361 bilhões nos dez primeiros meses de 2023, contra US$ 2,088 bilhões no mesmo período comparativo do ano anterior.

Considerando apenas o mês de outubro, as exportações de carne suína chegaram a 93 mil toneladas, número 5,7% menor que o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 98,6 mil toneladas. A receita registrada no mês chegou a US$ 200,3 milhões, saldo 15,5% menor que o total registrado no ano anterior, com US$ 237,1 milhões.

Entre os principais destinos das exportações do setor, a China segue na liderança, com 336,5 mil toneladas exportadas entre janeiro e outubro, 8% menor que o total registrado nos 10 primeiros meses de 2022. Em seguida estão Hong Kong, com 101,3 mil toneladas (+23%), Filipinas, também com 101,3 mil toneladas (+40%), Chile, com 69,1 mil toneladas (+47%), Singapura, com 53,4 mil toneladas (+12%) e Vietnã, com 41,9 mil toneladas (+7%).

“Com este desempenho acumulado, que já ultrapassou a casa de um milhão de toneladas somente nos primeiros 10 meses do ano, as projeções do setor mantêm indicativos de embarques em torno de 1,2 milhão de toneladas em 2024. A maior diversificação de mercados além da China, com a viabilização das exportações para outros destinos com boa  demanda, como é o caso do México, sustentam boas perspectivas para este e para o próximo ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina, principal estado exportador de carne suína do Brasil, embarcou 542,7 de toneladas entre janeiro e outubro, número 8,9% maior do que o registrado no mesmo período de 2022.  Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 235,7 mil toneladas (+9,6%), Paraná, com 141,7 mil toneladas (+5,2%), Mato Grosso, com 24,8 mil toneladas (+39,2%) e Mato Grosso do Sul, com 21,5 mil toneladas (+29,8%).

“Além da abertura de 5 (cinco) novos relevantes mercados em 2023, países como Chile e Filipinas têm demandado mais a proteína brasileira. Acresce-se a isto o aumento das exportações para o Japão e Coreia, consolidando o Brasil como um importante fornecedor nestes que são talvez os mercados de mais valor agregado nos dias atuais” salientou Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2023 0 Comentários 403 Visualizações
Business

Embarques de genética avícola crescem 75,5% em 2023

Por Marcel Vogt 26/10/2023
Por Marcel Vogt

As exportações de genética avícola (incluindo ovos férteis e pintos de 01 dia) totalizaram 1,828 mil toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  O número supera em 52,9% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 1,196 mil toneladas.

Em receita, as vendas do setor cresceram 29,3%, com US$ 17,8 milhões realizados no nono mês de 2023, contra US$ 13,7 milhões efetivados em 2022.  

No ano (janeiro a setembro), as vendas do setor acumulam alta de 75,5%, com 19,1 mil toneladas embarcadas em 2023, contra 10,8 mil toneladas exportadas em 2022.   Com isto, a receita acumulada neste ano chegou a US$ 179,9 milhões em 2023, número 45,1% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com US$ 124 milhões.

“A qualidade da genética avícola e o status sanitário têm permitido ao Brasil fortalecer seu papel como porto seguro para as nações que buscam genética de ponta, incluindo as nações que enfrentam desafios com a Influenza Aviária”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Maior importador da genética avícola do Brasil, as vendas para o México geraram receita de US$ 58,6 milhões entre janeiro e setembro deste ano, número 128% maior que o efetivado no mesmo período do ano passado.  Outros destaques foram o Paraguai, com US$ 14,9 milhões (+17%), Peru, com US$ 23,5 milhões (+72%) e Venezuela, com US$ 6,5 milhões (+58%). 

“Os países das Américas são hoje o principal destino dos embarques do setor, que projeta finalizar 2023 com resultados positivos em receita e em volume embarcado”, destaca o diretor de mercados, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/10/2023 0 Comentários 454 Visualizações
Business

Exportações de ovos crescem 217,8% em setembro

Por Marina Klein Telles 24/10/2023
Por Marina Klein Telles

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) indicam que as exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 1,524 mil toneladas em setembro, dado que supera em 217,8% o total embarcado no mesmo período de 2022, com 479 toneladas.

A receita obtida com os embarques no mês de setembro chega a U$S 3,946 milhões, desempenho 137,3% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 1,663 milhão. No ano, a alta acumulada chega a 180,9%, com 22,6 mil toneladas exportadas nos nove primeiros meses do ano, contra 8,062 mil toneladas exportadas no mesmo período de 2022.

A receita acumulada chegou a US$ 56,3 milhões, desempenho 214,1% maior que o registrado no mesmo período de 2022, com US$ 17,9 milhões. “Em menos de nove meses, o setor de ovos mais que dobrou os embarques totais realizados nos 12 meses de 2022. A alta expressiva das vendas para mercados de elevados níveis de exigência sanitária foram um diferencial do setor no ano, e espera-se que os mesmos níveis sejam mantidos até o fim de 2023”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal destino das exportações de setembro, o Japão importou no período 888 toneladas, volume 922% maior que o total exportado no mesmo mês do ano passado. Outro destaque foi o Chile, com 237 toneladas (+379%). “Vale destacar a ampliação do número de mercados acessados ao longo do ano, assim como o fato das exportações acumuladas no ano seguirem superando o patamar de 1% da produção”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/10/2023 0 Comentários 358 Visualizações
Business

ABPA projeta US$ 1,8 bilhão em exportações para os próximos 12 meses

Por Marina Klein Telles 18/10/2023
Por Marina Klein Telles

Terminou bem-sucedida a ação organizada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), durante a Anuga, maior feira de alimentos do mundo, realizada entre os dias 7 e 11 de outubro, em Colônia (Alemanha).

Apenas nos cinco dias do evento, as 22 agroindústrias participantes da ação no espaço da ABPA concretizaram negócios que superam US$ 570 milhões em exportações para mercados dos cinco continentes, que estiveram presentes no evento.  A partir das tratativas realizadas no evento com os mais de 2 mil encontros de negócios realizados na feira, as empresas participantes da ação projetam exportações que deverão superar US$ 1,8 bilhão nos próximos 12 meses, contemplando os setores de aves, suínos e ovos.

Os grandes números do evento não se resumem aos resultados em exportações.  A ação também foi marcada pelo fortalecimento das ações de imagem internacional do setor produtivo brasileiro.  Foi o momento do lançamento da campanha internacional “Good Food – Sustainable Protein”, segunda fase da campanha iniciada em 2021 que destaca os atributos que diferenciam a sustentabilidade da avicultura e da suinocultura do Brasil.  O lançamento contou com a presença de diversas autoridades – entre eles, o Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.

A ação marca uma nova frente estratégica de ação setorial, desta vez, marcada pela apresentação de cases de sustentabilidade das empresas produtoras e exportadoras da avicultura e da suinocultura do Brasil – que ficarão disponíveis nos sites  www.proteinasustentavel.com.br (versão em português) e www.braziliansustainableprotein.com (em inglês). Também serão realizadas ações em redes sociais, além da difusão de um vídeo da campanha.

O sabor e a qualidade dos produtos também foram destaque na área gastronômica da ABPA no evento, sob o comando do chef Marcelo Bortolon.  Mais de 1,4 mil pratos à base de carne de frango foram servidos na área de degustação da associação.  Pela primeira vez, também foram realizadas degustações de carne de pato e de torresmos, que se somaram aos tradicionais omelete, distribuídos para os importadores e potenciais clientes do setor.

Tudo isto, contando ainda com a distribuição de materiais com informações sobre as indústrias exportadoras do setor e sobre as características da produção brasileira, que é baseada em três pilares: qualidade, status sanitário e sustentabilidade. “Foi uma ação ampla, complexa e com resultados que falam por si. A participação na Anuga é uma das mais importantes do nosso calendário, e o sucesso das ações em imagem e negócios mostram que alcançamos todos os nossos objetivos”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Quem esteve presente: Ao todo, 22 empresas confirmaram presença na ação da ABPA & ApexBrasil: Alibem, Avenorte, Bello Alimentos, C.Vale, Coasul, Copacol, Dália Alimentos, Ecofrigo, Frangos Pioneiro, Friato, Frigoestrela, Frimesa, Jaguafrangos, GTFoods, Lar Agroindustrial, Netto Alimentos, Rudolph, Somave, SSA, Vibra, Villa Germânia, Zanchetta Alimentos. Outras associadas da ABPA estiveram com espaço próprio no evento, como Aurora Alimentos, BRF, Pamplona Alimentos, Seara Alimentos e Vossko.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/10/2023 0 Comentários 429 Visualizações
Business

Suspensão de tarifa de importação do Egito deve beneficiar carne de frango do Brasil

Por Marina Klein Telles 16/10/2023
Por Marina Klein Telles

O Governo do Egito anunciou esta semana a suspensão da tarifa para a importação de carne de frango, o que deverá impactar diretamente no fluxo dos embarques de produtos brasileiros para o mercado do norte da África, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Conforme comunicado divulgado pelo Governo Egípcio, a suspensão da tarifa MFN (válida para todos os países), que era de 30%, foi zerada pelo período de 6 meses para frango inteiro — principal produto enviado pelo Brasil para este mercado, com mais de 90% de participação sobre as importações do país do norte africano.

“Com a suspensão da tarifa, a expectativa é que o produto brasileiro fique mais competitivo, complementando a oferta local, que tem sido impactada pelos efeitos da Influenza Aviária em seu território e dos aumentos dos custos de produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O Egito está entre os 20 maiores importadores de carne de frango do Brasil. Entre janeiro e setembro, o mercado importou 50 mil toneladas do produto, gerando receita de US$ 107,7 milhões no período.

“Historicamente o mercado do Egito é um relevante comprador de frango inteiro do Brasil, especialmente as faixas mais pesadas. Essa melhoria das condições tarifárias para o acesso ao mercado egípcio se soma à recente abertura para exportações de carne de frango à Argélia, que tem perfil de consumo parecido, possibilitando novas oportunidades para os exportadores brasileiros”, ressalta o Diretor de Mercados da ABPA, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/10/2023 0 Comentários 442 Visualizações
Business

Exportações de carne suína crescem 9,2% em setembro

Por Marina Klein Telles 10/10/2023
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 112,2 mil toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 9,2% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com 102,7 mil toneladas. Em receita, as exportações do setor chegaram a US$ 244,7 milhões, número 0,2% superior ao registrado em setembro de 2022, com US$ 244,3 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a setembro), as exportações de carne suína somaram 920,1 mil toneladas, número 11,4% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com 825,6 mil toneladas. Em receita, a alta chega a 16,7%, com US$ 2,160 bilhões em 2023, contra US$ 1,851 bilhão nos nove primeiros meses de 2022.

Entre os principais destinos das exportações entre janeiro e setembro, a China segue na liderança, com 311,1 mil toneladas (-2,1% em relação ao mesmo período de 2022). Em seguida estão Hong Kong, com 91,2 mil toneladas (+22,6%), Filipinas, com 90,8 mil toneladas (+33,3%), Chile, com 63,1 mil toneladas (+58,7%) e Singapura, com 49,4 mil toneladas (+10,9%). “Vemos um movimento de forte incremento nas importações de outros mercados além do mercado China e Hong Kong, envolvendo, em especial, países da Ásia e das Américas. Um dos principais destaques está no México, que já está entre os 10 maiores importadores de carne suína do Brasil em setembro, com mais de 5 mil toneladas importadas no mês”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina segue como principal exportador de carne suína do Brasil, com 495,5 mil toneladas embarcadas entre janeiro e setembro, número 10,9% superior ao registrado no mesmo período de 2022. Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 213,7 mil toneladas (+11,9%), Paraná, com 17,2 mil toneladas (6,45%), Mato Grosso, com 21,1 mil toneladas (+36%) e Mato Grosso do Sul, com 19,6 mil toneladas (+31,4%). “Além do México, as vendas de carne suína ganharam novos destinos, que já sinalizam bons volumes embarcados este ano. É o caso do Canadá, que vem incrementando suas compras mês a mês, assim como a República Dominicana, que registrou sua primeira importação de carne suína do Brasil neste mês”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2023 0 Comentários 398 Visualizações
Business

Exportações de calçados somam mais de US$ 900 milhões até setembro

Por Marcel Vogt 10/10/2023
Por Marcel Vogt

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e setembro, foram exportados 90,63 milhões de pares, os quais geraram US$ 907,17 milhões, resultados inferiores tanto em volume (-16%) quanto em valores (-8,4%) em relação ao mesmo período do ano passado. O recorte mensal de setembro aponta para a exportação de 8,36 milhões de pares e US$ 84 milhões, quedas de 19% e 23,2%, respectivamente, ante o mês nove de 2022. Na comparação com os nove primeiros meses da pré-pandemia, em 2019, o setor segue positivo em 6,1% em volume e em 23,7%.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, infelizmente, a queda nos embarques já estava “mapeada” pelo setor. “As exportações de calçados vêm caindo desde o início do ano por fatores macroeconômicos e também porque a base do ano passado é muito forte, então não existe nada de novo. No ano passado, não custa lembrar, tivemos o melhor resultado em 12 anos nas exportações de calçados. Em 2023, fatores como o retorno forte da China ao mercado, depois de rigorosas políticas de Covid Zero que atrasaram sua produção, a normalização dos preços dos fretes, o desaquecimento da economia mundial, em especial, a do nosso principal destino (Estados Unidos) e a alta da inflação têm prejudicado a nossa performance”, avalia. Segundo o executivo, nos próximos meses a queda deve ser menor, já que a base dos últimos meses de 2022 é mais fraca. “A estimativa da Abicalçados é de encerrarmos o ano com uma queda aproximada de 9% nos embarques”, prevê.

Ultrapassando os Estados Unidos como o principal destino das exportações de calçados brasileiros, entre janeiro e setembro, a Argentina importou 11,8 milhões de pares por US$ 185,36 milhões, queda de 11,7% em volume e alta de 27,6% em receita, no comparativo com o período correspondente de 2022. “A Argentina, apesar de todos os seus problemas, como o represamento de pagamentos e a grave crise econômica interna, é um mercado fundamental para o calçado brasileiro”, avalia Ferreira.

O segundo destino, com importante retração nas suas importações de calçados verde-amarelos, é os Estados Unidos. Enfrentando uma crise inflacionária, os consumidores norte-americanos vêm consumindo menos calçados. Além disso, o Brasil, que tem um market share de 1% daquele mercado, vem perdendo posições para os asiáticos. Entre janeiro e setembro, foram embarcados para lá 7,9 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 174 milhões, quedas de 48,4% em volume e de 35,7% em receita em relação aos registros do mesmo ínterim de 2022.

Na terceira posição entre os destinos do calçado nacional, apareceu a França, para onde foram embarcados 2,23 milhões de pares por US$ 42 milhões, quedas de 57,8% em volume e de 14% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Estados

Entre janeiro e setembro, o principal exportador de calçados foi o Rio Grande do Sul. No período, partiram das fábricas gaúchas 27,28 milhões de pares, que geraram US$ 418,2 milhões, quedas de 17,8% em volume e de 11,4% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O segundo exportador do período foi o Ceará, que entre janeiro e setembro embarcou ao exterior 27,2 milhões de pares por US$ 200,88 milhões, queda de 13,5% em volume e incremento de 0,2% em receita na relação com o mesmo período do ano passado.

Apesar de registrar quedas tanto em volume embarcado (-26%) quanto em receita gerada (-17,7%), São Paulo segue como o terceiro maior exportador do produto no Brasil. Nos nove primeiros meses de 2023, as fábricas paulistas exportaram 5,93 milhões de pares por US$ 85 milhões.

Importações em alta

Ao contrário das exportações, as importações de calçados seguem em alta. Entre janeiro e setembro, entraram no Brasil 23 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 348 milhões, incrementos tanto em volume (+13,4%) quanto em receita (+28,2%) em relação ao mesmo período do ano passado. As principais origens seguem sendo os países asiáticos, que respondem por mais de 85% do total de calçados que entram no País.

Entre janeiro e setembro, o Vietnã embarcou 7,64 milhões de pares para o Brasil, pelos quais foram pagos US$ 170,44 milhões, incrementos tanto em volume (+26,8%) quanto em receita (+35,2%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Na sequência, apareceram a Indonésia, que exportou ao Brasil 3,27 milhões de pares por US$ 65,6 milhões, incrementos de 43% e 42,6%, respectivamente, ante 2022; e a China, com 8,45 milhões de pares e US$ 39,17 milhões, queda de 3,7% em volume e incremento de 1,5% em receita.

Segundo Ferreira, o aumento das importações é potencializado pelo problema da isenção de impostos para remessas de plataformas cross border (e-commerce internacional) em produtos de até US$ 50. “A junção dos fatores traz uma concorrência desleal e extremamente dura para a indústria brasileira de calçados”, comenta.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc -, as importações de janeiro a setembro somaram US$ 20,9 milhões, 4,4% menos do que no mesmo período de 2022. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2023 0 Comentários 363 Visualizações
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