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exportações

Business

Exportações de carne de frango mantém alta de 9,08% em 2021

Por Stephany Foscarini 07/12/2021
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 4,198 milhões de toneladas entre janeiro e novembro deste ano, superando em 9,08% as vendas registradas no mesmo período do ano passado, com 3,849 milhões de toneladas.

Em receita, as exportações de carne de frango acumulam alta ainda mais expressiva no mesmo período, chegando a 25,3%. Ao todo, foram US$ 6,944 bilhões registrados nos onze primeiros meses de 2021, contra US$ 5,543 bilhões no ano anterior.

Considerando apenas o mês de novembro, foram exportadas 334,7 mil toneladas de carne de frango, número 4,5% menor que o efetuado no mesmo período de 2020, com 350,7 mil toneladas.

Por outro lado, a receita dos embarques de novembro cresceu 26,9%, com US$ 605,3 milhões neste ano, contra US$ 476,8 milhões no décimo primeiro mês de 2020.

O Brasil se encaminha, de fato, para o recorde histórico nas exportações de carne de frango, muito possivelmente ampliando a distância em volume para os principais concorrentes. Isto reforça o papel do País como importante player em favor da segurança alimentar”.

“O Brasil se encaminha, de fato, para o recorde histórico nas exportações de carne de frango, muito possivelmente ampliando a distância em volume para os principais concorrentes. Isto reforça o papel do País como importante player em favor da segurança alimentar”, completa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações no ano está o Japão, com 403,5 mil toneladas exportadas, 8,8% a mais que o embarcado no mesmo período de 2020, além dos Emirados Árabes Unidos, com 344 mil toneladas (26,4%), África do Sul, com 268,8 mil toneladas (13,3%), União Europeia, com 178,7 mil toneladas (+14%) e Filipinas, com 154,8 mil toneladas (158,7%).

“As vendas de produtos de maior valor agregado foram mais representativas na pauta externa de carne de frango do Brasil, tendo influência direta na receita de exportações de novembro e dos demais meses do ano”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Rio Grande do Sul

Assim como o Brasil, o Rio Grande do Sul se encaminha para um recorde histórico de exportação de carne de frango, tanto em volume quanto em receita.

Nos onze primeiros meses deste ano, o saldo em dólares das exportações ultrapassou a barreira do bilhão, chegando a US$ 1,074 bilhões. O número é 28,75% superior ao obtido no mesmo período de 2020, quando o resultado foi de US$ 834,85 milhões. Os embarques foram de 645,84 mil toneladas, leve alta de 4,52% em relação ao volume exportado no mesmo período do ano passado, que foi de 617,93 mil toneladas.

Em novembro, a receita dos embarques alcançou US$ 97,28 milhões, 27,51% a mais que o registrado no mesmo período de 2020, quando obteve US$ 76,29 milhões. O volume, porém, foi 4,08% inferior, passando de 58,09 mil toneladas no ano passado para 55,72 mil toneladas no penúltimo mês de 2021.

Foto: Manoel Ptery/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2021 0 Comentários 493 Visualizações
Business

Exportações de carne suína crescem 11,9% em outubro

Por Stephany Foscarini 11/11/2021
Por Stephany Foscarini

As exportações de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram em outubro 99,1 mil toneladas, de acordo com levantamentos feitos pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O dado supera em 11,9% o desempenho registrado no décimo mês de 2020, quando foram exportadas 88,5 mil toneladas.

O saldo em dólares das exportações de outubro chegou a US$ 217,9 milhões, resultado 9,3% maior que os US$ 199,4 milhões obtidos com os embarques no mesmo período do ano passado.

No acumulado do ano, as vendas de carne suína já se aproximam de 1 milhão de toneladas. Entre janeiro e outubro, foram embarcadas 967,9 mil toneladas, volume 13,4% maior que o registrado nos dez primeiros meses de 2020, com 853,4 mil toneladas.

O saldo é significativamente positivo também na receita das exportações, chegando a US$ 2,279 bilhões, desempenho 21,5% maior que o efetivado entre janeiro e outubro do ano passado, com US$ 1,876 bilhões.

“A média de embarques registrada até aqui no segundo semestre é histórica, acima de 100 mil toneladas, e projeta para o cumprimento da expectativa de um novo recorde de exportações de carne suína do Brasil, alcançando 1,1 milhão de toneladas”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Principais mercados

A China segue como principal destino das exportações de carne suína, com importação total de 481,9 mil toneladas entre janeiro e outubro, volume 13,9% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Outros destaques são o Chile, com 52,5 mil toneladas (+56,5%), Japão, com 11,3 mil toneladas (+19,1%) e EUA, com 9,7 mil toneladas (+43,4%).

“O status sanitário da produção brasileira de carne suína tem sido um diferencial competitivo no mercado internacional, colaborando para o suprimento em mercados cujas ofertas internas continuam sendo afetadas pela ocorrência de surtos de peste suína africana. Mesmo com o aumento das exportações — que contribuem para a redução dos impactos dos custos de produção — a disponibilidade de carne suína para o consumidor brasileiro segue em linha com a maior demanda verificada em nosso país neste ano de 2021”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Rio Grande do Sul

Segundo a ABPA, o volume de carne suína embarcado pelo Estado em outubro foi de 24,23 mil toneladas. O resultado representa um aumento de 10,68% na comparação com o mesmo período de 2020, quando foram exportadas 21,89 mil toneladas. O valor total das vendas ao exterior alcançou os US$ 52,62 milhões, leve queda (0,85%) na comparação com os US$ 53,07 milhões alcançados em outubro do ano passado.

Nos dez primeiros meses do ano os dados têm balanço positivo. O Rio Grande do Sul embarcou 261,32 mil toneladas. O desempenho é 21,19% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 215,63 mil toneladas. A receita cresceu 21,88%, passando de US$ 518,73 milhões para US$ 632,21 milhões de janeiro a outubro de 2021.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2021 0 Comentários 532 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 21,3% em setembro

Por Stephany Foscarini 06/10/2021
Por Stephany Foscarini

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 418,5 mil toneladas em setembro, número que superou em 21,3% os embarques realizados no mesmo período de 2020, com 345 mil toneladas.

O bom desempenho das exportações gerou receita de US$ 730,5 milhões, resultado 52,5% maior que os US$ 479 milhões registrados em setembro de 2020.

No acumulado do ano (janeiro a setembro), as exportações de carne de frango totalizaram 3,466 milhões de toneladas, desempenho 9% superior ao embarcado nos nove primeiros meses de 2020, com 3,178 milhões de toneladas.

Com isso, o resultado em dólares das exportações alcançou US$ 5,623 bilhões, número 21,7% maior que a receita registrada no mesmo período do ano passado, com US$ 4,619 bilhões.

O desempenho das exportações efetivadas no terceiro trimestre foi especialmente elevado, superando a média mensal de 400 mil toneladas em volumes e US$ 700 milhões no saldo cambial”.

“O desempenho das exportações efetivadas no terceiro trimestre foi especialmente elevado, superando a média mensal de 400 mil toneladas em volumes e US$ 700 milhões no saldo cambial. São indicadores que reforçam as projeções da ABPA para um ano com resultados recordes nas exportações”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A China, principal destino dos embarques brasileiros, importou 63,2 mil toneladas em setembro, volume 20,4% superior ao embarcado no mesmo período do ano passado. Em seguida vieram Japão, com 46,9 mil toneladas (+45,2%), e Emirados Árabes Unidos, com 43,2 mil toneladas (+66,3%). Outros destaques foram as Filipinas, com 20,5 mil toneladas (+1118,8%), União Europeia, com 16,9 mil toneladas (+20,8%), e México, com 9,2 mil toneladas (+348%).

“A retomada gradativa das atividades tem impulsionado o consumo em diversos destinos de exportação do Brasil, o que é especialmente notável no Oriente Médio e Ásia, além de regiões importadoras de produtos de mais valor agregado, como é o caso da União Europeia. A oferta mundial está adequada à demanda, o que vem sustentando os preços internacionais e a receita das exportações”, detalha Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2021 0 Comentários 459 Visualizações
Business

Produção de calçados deve crescer 12,2% em 2021, segundo Abicalçados

Por Stephany Foscarini 27/09/2021
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) atualizou as projeções de crescimento do setor para 2021. Conforme os dados, a produção de calçados deve crescer 12,2% (na média), para 856,9 milhões de pares, quase 100 milhões de pares a mais do que em 2020. Mesmo com o incremento, o setor deve encerrar o ano 8% menor do que na pré-pandemia, em 2019. O crescimento de 2021 será impulsionado pelas exportações de calçados, que devem ter incremento de 25,5% (na média), alcançando 117,8 milhões de pares embarcados.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que existe uma melhora da dinâmica no mercado interno brasileiro, mas que o grande destaque está mesmo no cenário internacional, que responde por cerca de 14% das vendas das fabricantes brasileiras. “Muito do crescimento das exportações deve vir do incremento dos embarques para os Estados Unidos, histórico principal destino do calçado brasileiro e que cada vez mais vem buscando fornecedores fora da Ásia”, avalia o executivo. Segundo os dados mais recentes divulgados pela entidade, entre janeiro e agosto, foram embarcados para os Estados Unidos 9,13 milhões de pares por US$ 133,44 milhões, incrementos de 55% em volume e de 40% em receita no comparativo com igual período do ano passado.

Esses e dados referentes a 2022, quando serão abordados cenários de acordo com a volatilidade cambial, serão apresentados em evento digital realizado pela Abicalçados no próximo dia 6 de outubro, às 16 horas. O Análise de Cenários contará com apresentações da economista e coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, e do doutor em Economia e consultor setorial Marcos Lélis. As inscrições são gratuitas no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2021 0 Comentários 628 Visualizações
Business

Exportações de calçados se recuperam no primeiro semestre

Por Milena Costa 12/07/2021
Por Milena Costa

Depois de experimentar um ano de queda em função dos impactos da pandemia da Covid-19, o setor calçadista brasileiro indica uma sensível recuperação nos embarques de calçados no primeiro semestre de 2021. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), no primeiro semestre as exportações de calçados somaram US$ 389 milhões, geradas pela comercialização de 57 milhões de pares.

As altas são de 17,7% em receita e de 32,3% em volume no comparativo com a base deprimida de 2020 do mesmo período do ano passado, quando o mundo passava pelo auge da pandemia do novo coronavírus. Já no comparativo com o período pré-pandêmico, com o primeiro semestre de 2019, houveram quedas de 19% em receita e de 0,3% em volume. O valor menor gerado pelas exportações, explica a Abicalçados, se dá em função do ajuste de preços para o mercado internacional, já que com o dólar mais valorizado é possível conceder valores mais competitivos.

Segregando apenas o mês de junho, em 2021 foram embarcados 7,78 milhões de pares, que geraram US$ 65,47 milhões, altas de 116% em volume e de 84% em receita no comparativo com a base deprimida de junho passado. Já no comparativo com junho de 2019, o avanço é de 19,7% em pares e a queda é de 2,6% na receita gerada.

“Estamos crescendo sobre uma base historicamente fraca, que nos levou a patamares de quase quatro décadas atrás”

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, embora exista um indicativo de sensível recuperação dos embarques, possivelmente o setor encerrará 2021 em níveis abaixo dos registrados na pré-pandemia, em 2019. “Estamos crescendo sobre uma base historicamente fraca, que nos levou a patamares de quase quatro décadas atrás”, avalia o executivo, lembrando que no ano passado as exportações caíram mais de 18%.

Destinos

No primeiro semestre, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 6,36 milhões de pares que geraram US$ 88 milhões, incrementos de 44,4% em volume e de 30,8% em receita na relação com o primeiro semestre de 2020.

O segundo destino do semestre foi a Argentina, para onde foram embarcados 5 milhões de pares que geraram US$ 48 milhões, incrementos de 59,3% e de 48,4%, respectivamente, ante mesmo período do ano passado.

O terceiro destino do semestre foi a França, para onde foram embarcados 3,36 milhões de pares que geraram US$ 28 milhões, altas de 13,7% e 11,7%, respectivamente, ante igual ínterim de 2020.

Estados

O principal exportador de calçados do primeiro semestre foi o Rio Grande do Sul. Das fábricas gaúchas, partiram 14 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 166,8 milhões, incrementos de 33,8% em volume e de 14,3% em receita na relação com o primeiro semestre do ano passado.

O segundo exportador do semestre foi o Ceará, de onde partiram 18 milhões de pares por US$ 95,47 milhões, altas de 26,1% e de 16,5%, respectivamente, ante mesmo período de 2020.

O terceiro exportador do período foi São Paulo. Das fábricas paulistas partiram 4,25 milhões de pares, que geraram US$ 43,16 milhões, incrementos de 30,7% e de 25%, respectivamente, no comparativo com o primeiro semestre de 2020.

Para mais informações acesse o site da Abicalçados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/07/2021 0 Comentários 811 Visualizações
Business

Reuniões digitais de negócios geram milhões em lucro

Por Milena Costa 23/06/2021
Por Milena Costa

Promovidas entre os dias 17 de maio e 11 de junho, as rodadas digitais de negócios com compradores latino-americanos devem gerar mais de US$ 2,3 milhões para calçadistas brasileiros. A ação foi promovida no âmbito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que as 36 marcas nacionais participantes da iniciativa reportaram a venda de 149,8 mil pares de calçados, durante as rodadas e também em negócios que ficaram alinhavados. As rodadas ocorreram com compradores selecionados dos mercados da Bolívia, Chile, Colômbia, Peru e Equador.

Como funciona

As rodadas digitais são reuniões virtuais entre empresas calçadistas brasileiras e compradores de países selecionados, sendo que todos os agendamentos são personalizados para cada uma das marcas participantes, conforme cruzamento entre ofertas e necessidades (matchmaking).

Participaram desta edição da ação as marcas Petite Jolie, Marina Mello, Suzana Santos, Renata Mello, Azillê, Pegada, Perlatto, Ferrucci, Bebecê, Alls, Penalty, GVD, Beira Rio Conforto, Activitta, BR Sport, Moleca, Molekinha, Molekinho, Vizzano, Modare Ultra Conforto, Le Fantymy, Werner, BSB, Zagga, CCR, Pisom, Kildare, Plugt, Prime Export, Tabita, Batatinha, Hinara Calçados, Gabriely Cardoso, Arezzo, Mark Shoes e Akazzo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

23/06/2021 0 Comentários 690 Visualizações
Business

Abicalçados divulga ações internacionais para o segundo semestre

Por Milena Costa 17/06/2021
Por Milena Costa

Diante de um cenário mais otimista com relação às exportações de calçados, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está divulgando suas ações internacionais para o segundo semestre. Todas elas terão subsídios do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a perspectiva, diante do avanço da vacinação em massa, é de um incremento nas exportações de calçados na ordem de 13%. No total, serão 17 ações, entre feiras, rodadas comerciais e editais de marketing no exterior.

“Além disso, foi a terceira alta consecutiva, mesmo em relação aos respectivos meses de 2019”.

Entre janeiro e maio, conforme dados elaborados pela Abicalçados, foram embarcados 49,3 milhões de pares, que geraram US$ 323,57 milhões, altas de 24,7% em volume e de 9,8% em receita no comparativo com igual período do ano passado. Somente em maio, foram embarcados 8,77 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 65,2 milhões, expressivos incrementos de 223% em volume e de 172,8% em receita no comparativo com maio de 2020. “Além disso, foi a terceira alta consecutiva, mesmo em relação aos respectivos meses de 2019”, comemora Ferreira.

Confira as ações no site da Abicalçados.

Mais informações e inscrições para as ações pelo e-mail international@abicalcados.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2021 0 Comentários 622 Visualizações
Business

Exportações da indústria no RS crescem mais de 57%

Por Milena Costa 13/06/2021
Por Milena Costa

As exportações da indústria de transformação gaúcha cresceram 57,1%, em maio, ante o mesmo mês do ano passado, ao totalizarem US$ 1,2 bilhão. Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, parte deste resultado positivo se explica pela fraca base de comparação, embora ele tenha sido o maior valor para o mês desde 2013, e 15% superior a maio de 2019. No acumulado de 2021, as vendas externas alcançaram US$ 4,9 bilhões, um avanço de 26,1% na comparação interanual. Entretanto, com relação a 2019, a distância ainda é de 4,2%.

Dos 24 setores da indústria de transformação, 22 aumentaram o valor exportado sobre maio de 2020. Além da base deprimida, o resultado é justificado pela disseminação do crescimento entre os principais setores da indústria, como Alimentos, 36,4%; Químicos, 62,6%; Celulose e papel, 126%; e Máquinas e equipamentos, 96,5%. Também se destacaram Couro e calçados, com elevação de 105,5%, Produtos de metal, 51,9%; e Veículos automotores, 42,5%.

“As medidas de flexibilização das atividades, a retomada gradual da economia em diferentes países, ajudaram a impulsionar novamente as exportações”

A única exceção foi Tabaco, com queda de 8,4%. “As medidas de flexibilização das atividades, a retomada gradual da economia em diferentes países, ajudaram a impulsionar novamente as exportações, muito prejudicadas no ano passado em função da crise provocada pela pandemia”, reforça o presidente da FIERGS.

Apesar do crescimento das exportações gaúchas no mês passado na maioria dos setores industriais, o desempenho setorial no acumulado do ano em relação aos níveis de 2019 possui diferenças importantes. Entre os setores que já superaram esse patamar, se destacam Alimentos (64,4%), Produtos de metal (31,8%) e Máquinas e equipamentos (12,9%). Por outro lado, entre aqueles que ainda estão em terreno negativo, estão Tabaco (-26,9%), Couro e calçados (-7,8%), Celulose e papel (-60,1%), Químicos (-22,3%) e Veículos automotores (-44,5%).

Principais Destinos

Em relação aos destinos das vendas externas do RS, em comparação a maio de 2020 ocorreu grande aumento dos embarques totais para a China (50,9%). Mesmo com a fraca redução observada nas exportações da indústria de Alimentos para a economia asiática no mês, as vendas de soja em grãos (+US$ 317,8 milhões) garantiram esse avanço.

As exportações totais para os Estados Unidos também aceleraram, 115,1%. Nesse caso, contribuíram principalmente Coque e derivados do petróleo (+US$ 34,4 milhões), Máquinas e equipamentos (+US$ 12,6 milhões) e Couro e calçados (+US$ 11,0 milhões). Para a Argentina, as exportações totais subiram 34,2% em razão das altas de Químicos (+US$ 8,7 milhões) e Veículos automotores (+US$ 5,5 milhões).

Em maio, o Estado adquiriu US$ 940,3 milhões em mercadorias, demanda 120,6% superior a maio de 2020. No acumulado do ano, o RS importou US$ 3,6 bilhões, resultado 30,9% maior ante o mesmo período do ano passado. Com exceção de Combustíveis e lubrificantes, todas as grandes categorias apresentaram crescimento das importações, sendo a maior variação em Bens intermediários (+US$ 691,5 milhões), seguido de Bens de capital (+US$ 253,1 milhões) e Bens de consumo (+US$ 70,7 milhões).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2021 0 Comentários 521 Visualizações
Business

Exportações de carne suína crescem 35,1% em abril

Por Caren Souza 12/05/2021
Por Caren Souza

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 98,3 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo supera em 35,1% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 71,8 mil toneladas. O resultado das exportações de abril chegou a US$ 232,3 milhões. O número é 40,6% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando o valor atingiu US$ 165,2 milhões.

No acumulado do ano, as exportações de carne suína alcançaram 351,8 mil toneladas. O volume é 25,29% maior em relação ao primeiro quadrimestre de 2020, quando foram exportadas 280,8 mil toneladas. De janeiro a abril, a receita acumulada chegou a US$ 826,4 milhões, valor 27,1% superior ao efetivado nos primeiros quatro meses do ano passado (US$ 650,3 milhões).

Na análise por país, a China, carro-chefe das exportações brasileiras, importou 51,5 mil toneladas em abril (+50,5% em relação ao mesmo período de 2020). Outros destaques foram Hong Kong, com 14,6 mil toneladas (+4,9%); Chile, com 5,4 mil toneladas (+130,9%); Angola, com 3,4 mil toneladas (+3,8%); Filipinas, com 2,4 mil toneladas (+623,4%); e Argentina, com 2,2 mil toneladas (+84,3%).

Também em abril, Santa Catarina, principal estado exportador, embarcou 50,1 mil toneladas (+41,73% em relação ao mesmo período de 2020). Em seguida vieram Rio Grande do Sul, com 26,3 mil toneladas (+45,33%), e Paraná, com 12,4 mil toneladas (+11,34%).

“Além das expressivas vendas para o mercado chinês, temos observado o aumento das exportações para outras regiões do planeta, incluindo mercados vizinhos ao Brasil. Em meio à forte pressão gerada pelos custos internos de produção, o bom desempenho destas exportações diminuem perdas e melhoram o quadro para as indústrias que atuam no mercado internacional”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Sobre a ABPA

A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos dos dois setores, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões. Sob a tutela da ABPA, está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork.

Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil — como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção — e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

Fonte: Assessoria
12/05/2021 0 Comentários 546 Visualizações
Business

Exportações de calçados em alta

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

Dados elaborados pela Abicalçados apontam que as exportações de calçados somaram 8,5 milhões de pares em abril. O número é 76% superior ao registro de abril de 2020. Já em receita, a soma do mês quatro chegou a US$ 65 milhões, 115% mais do que no mesmo mês do ano passado. Frente ao nível pré-pandemia, 2019, apesar da queda de 15,9%, em dólares, houve um crescimento de 5,5%, em pares, no mês. No acumulado do quadrimestre, foram embarcados 40,5 milhões de pares por US$ 258,8 milhões, incremento de 10,1% em volume e queda de 4,6% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, mesmo com uma base de comparação deprimida pelo auge do novo coronavírus no ano passado, o resultado aponta para uma recuperação das exportações. “Com a retomada da demanda internacional por calçados, devemos fechar o ano com um incremento de cerca de 13% nos embarques”, projeta. Segundo o dirigente, além do ambiente mais positivo, com o avanço da vacinação em massa e a normalização do comércio, o câmbio vem favorecendo a formação de preços mais competitivos para o produto brasileiro.

No quadrimestre, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 4,26 milhões de pares, que geraram US$ 53,56 milhões, altas de 36,5% em volume e de 4,6% em dólares na relação com o período correspondente de 2020.

O segundo destino do primeiro quadrimestre foi a Argentina, para onde foram enviados 3,17 milhões de pares por US$ 28,61 milhões, altas de 18,3% e 2,2%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado.  Completando o ranking de destinos do quadrimestre, a França importou 2,76 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais pagou US$ 19,51 milhões, altas de 11,3% e 21,1%, respectivamente, em relação a 2020.

RS aumenta embarques

O principal exportador de calçados do Brasil no quadrimestre foi o Rio Grande do Sul. No período, as fábricas gaúchas embarcaram 9,8 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 111,9 milhões, incremento de 15,6% em volume e queda de 2,4% em receita no comparativo com o mesmo período de 2020.

O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 13,68 milhões de pares por US$ 69 milhões, alta de 1,7% em volume e queda de 7,7% em dólares na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Registrando alta em volume e receita, São Paulo foi o terceiro exportador do primeiro quadrimestre do ano. No período, as fábricas paulistas embarcaram 2,78 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 27,68 milhões, altas de 19,5% e de 3,4%, respectivamente, ante 2020.

Impulsionadas pela Ásia, importações crescem 68,2% em abril

Assim como as exportações, as importações de calçados registraram incremento em abril, mês em que entraram no Brasil 2,17 milhões de pares por US$ 32,6 milhões, altas de 49,7% em volume e de 68,2% em receita no comparativo com o mesmo mês de 2020. As principais origens do mês quatro foram os países asiáticos. O Vietnã enviou 878,74 mil pares por US$ 18,23 milhões, altas de 41,8% e 83,2% ante abril de 2020; a Indonésia enviou 387 mil pares por US$ 7,3 milhões, altas de 56,4% e 63,9%; e a China enviou 726,3 mil pares por US$ 3,28 milhões, altas de 63,9% e 31,1%. “Esses dados revelam que os países asiáticos continuam utilizando o Brasil como destino para a desova de excedentes de calçados do mercado internacional”, avalia Ferreira.

Já no acumulado do quadrimestre, as importações somaram 8,93 milhões de pares e US$ 107,98 milhões, quedas de 14,6% e de 12,4%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado. As principais origens das importações foram os países asiáticos (Vietnã, 3,1 milhões de pares e US$ 60,9 milhões, quedas de 25,6% e 13,2% ante 2020; Indonésia, 1 milhão de pares e US$ 17,88 milhões, quedas de 16,9% e 12,5%; e China, 4,1 milhões de pares e US$ 14,12 milhões, quedas de 1,3% e 12,8%).

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações do quadrimestre foram equivalentes a US$ 8 milhões, 6,1% menos do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram Paraguai, Vietnã e China.

Fonte: Assessoria
10/05/2021 0 Comentários 568 Visualizações
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