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Expointer 2026

Business

Casa de Esteio recebe governador durante Café da Manhã com promotores da Expointer

Por Ester Ellwanger 03/09/2026
Por Ester Ellwanger

Evento que já está se tornando tradicional no primeiro dia da Expointer, a Prefeitura de Esteio promoveu, na manhã deste sábado, 29 de agosto, o café da manhã com os copromotores daquela que é considerada a maior feira do agronegócio a céu aberto da América Latina.

Os convidados, entre eles o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, foram recebidos pelo prefeito Felipe Costella na Casa de Esteio, espaço da Administração Municipal dentro do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil.

Durante a atividade, que teve a descontração e a informalidade como marcas, o chefe do executivo esteiense destacou a importância das parcerias para a realização da Expointer e agradeceu a presença de todos, especialmente do mandatário estadual.

“É o primeiro café que o senhor vem na Casa de Esteio. Então fico muito feliz, muito honrado e muito agradecido pelo seu tempo, por ter escolhido estar aqui diante de tantas agendas que o senhor tem”, disse ao governador. “Tenho certeza que os demais copromotores também se sentem honrados com a sua presença”, prosseguiu o prefeito. “Que façamos, governador, uma belíssima Expointer. Essa 49ª edição certamente ficará marcada nas nossas memórias e, certamente, vamos bater recordes novamente”, completou.

O governador agradeceu pelas palavras e disse que não poderia encerrar o seu mandato sem participar do evento e fazer um agradecimento a Esteio pelo apoio dos últimos anos na realização da Expointer.

 “Quero agradecer também a todos que me acompanham, à nossa equipe do Estado, às entidades que são copromotoras”, afirmou. “A Expointer é uma bela demonstração do esforço coletivo. Parece que estamos insistindo no individual, no indivíduo, e aqui a gente mostra a força que se tem quando as mãos que se estendem e se apoiam e constroem esse evento tão importante”, destacou “E Esteio, sempre acolhedora, está sempre disposta a estar, verdadeiramente, junto. A gente então agradece a sua administração por essa parceria”, falou.

Até dia 6 de setembro

O café da manhã na Casa de Esteio foi realizado após a abertura dos portões para a 49ª Expointer, que segue até o dia 6 de setembro, reunindo exposição de animais, máquinas e implementos agrícolas, agricultura familiar, inovação, tecnologia, negócios e uma ampla programação voltada ao agronegócio.

Durante os nove dias de Feira, Esteio é a capital do Rio Grande do Sul, reforçando o papel do município como sede de um dos principais eventos do calendário econômico e agropecuário do Estado.

Além da prefeitura de Esteio e Governo do Estado, por meio da  Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), também são copromotores da Feira a Federação da Agricultura do RS (Farsul), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RS (Fetag-RS), Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raças (Febrac), Organização das Cooperativas do Estado do RS (Ocergs), Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers) e Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC).

Números expressivos

A Expointer 2026 registra 7.926 animais de argola e rústicos inscritos. Ao todo, são cerca de 2 mil expositores distribuídos em 141 hectares do PEEAB.

O Pavilhão da Agricultura Familiar contará com 509 expositores. Serão representados 218 municípios do Rio Grande do Sul. Do total de participantes, 400 são agroindústrias familiares, 74 atuam no artesanato e 28 trabalham com plantas, mudas e flores. Entre os empreendimentos de artesanato, oito são indígenas e três, quilombolas.

O Expointer 360º estará novamente disponível para auxiliar o público na circulação pelo Parque. A estimativa é de que aproximadamente 30 mil empregos diretos são gerados com a realização da Feira.

Segundo a Seapi, na edição do ano passado foram mais de 1 milhão de visitantes. Mais precisamente 1.010.020 pessoas visitaram a 48ª Expointer.

49ª Expointer

Data: Até 6 de setembro

Horário de visitação: Das 8h às 20h

Local: Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, Esteio

Ingressos
  • Pedestres: R$ 22,00
  • Estudantes, idosos com 60 anos ou mais e pessoas com deficiência: R$ 11,00
  • Crianças menores de 6 anos, acompanhadas dos pais ou responsáveis: Entrada gratuita
  • Estacionamento: R$ 53,00 por veículo
  • Os ingressos são de uso único e válidos exclusivamente para o dia adquirido.
Entrada
  • A entrada de pedestres: será pelos portões 2 e 6, das 8h às 20h.
  • Os veículos de visitantes: acesso pelos portões 14 e 15, também das 8h às 20h.

Foto: Djalma Correa Pacheco e Daiton Lima/Divulgação | Fonte: Assessoria

03/09/2026 0 Comentários 108 Visualizações
Business

Be8 estreia casa na Expointer e apresenta avanços da nova planta de etanol e glúten

Por Ester Ellwanger 02/09/2026
Por Ester Ellwanger

A Be8, empresa brasileira nascida em Passo Fundo e a maior produtora de biodiesel do país, tem, pela primeira vez, uma casa própria na Expointer, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O espaço é a base da companhia para uma agenda de relacionamento e geração de negócios.

O principal destaque é o trabalho de fomento da cadeia de cereais, desenvolvido para garantir matéria-prima ao novo complexo industrial de etanol e glúten construído em Passo Fundo. A cidade terá a primeira grande biorrefinaria de etanol de cereais e a primeira planta de glúten vital em escala industrial do Brasil, capaz de processar 525 mil toneladas de grãos por ano e produzir até 210 milhões de litros de etanol. O projeto ainda vai gerar empregos e criar uma nova demanda estruturante para os cereais gaúchos, além de reduzir a dependência do Rio Grande do Sul em relação ao etanol importado de outras regiões.

Em um cenário de pressão sobre a rentabilidade do produtor no Rio Grande do Sul, a Be8 transforma desafios em oportunidades ao dar destaque a este cultivo. Criar uma nova demanda industrial por meio do projeto de etanol e glúten, agregando valor à produção, diversificando receitas, maximizando resultados e fortalecendo toda a cadeia produtiva.

Reforçando seu compromisso com a cadeia do agronegócio, a Be8 também produzirá DDGs, disponibilizando aos pecuaristas uma alternativa de alta qualidade e elevado valor nutricional para a alimentação animal.

 

Casa Be8

A Casa Be8 também apresentará soluções para a descarbonização das operações do agronegócio, com destaque para o Be8 BeVant®️, biocombustível renovável que pode substituir integralmente o diesel convencional nos motores atualmente em operação sem exigir investimento ou mudança na engenharia, com garantia da redução de emissões de GEE em 99%, calculadas de acordo com a metodologia do GHG Protocol.

“Ter uma casa própria na Expointer representa estar ainda mais perto do produtor. Nosso principal compromisso é construir, junto com o campo, uma nova cadeia para o trigo e outros cereais, garantindo demanda, destino industrial e oportunidades de comercialização. Esse movimento deve gerar mais negócios, renda, empregos e desenvolvimento para a economia regional. Ao mesmo tempo, mostraremos que já existe uma solução desenvolvida no Rio Grande do Sul capaz de iniciar agora a descarbonização das operações que dependem de motores a diesel convencional”, afirma Erasmo Carlos Battistella, presidente da Be8. A conclusão das obras está prevista para o final de 2026, com início das operações projetado para início de 2027.

 

Fomento começa antes da porteira

A ligação da Be8 com o produtor começa muito antes da entrada dos grãos na indústria. Para viabilizar o abastecimento da nova planta de etanol, a companhia vem estruturando uma rede de fomento que envolve produtores, cooperativas, empresas de genética, multiplicadores de sementes, assistência técnica e contratos de comercialização.

Com destaque para o trigo, a Be8 já possui contratos em mais de 40 mil hectares na região, considerando áreas implantadas, em desenvolvimento vegetativo e reprodutivo. O movimento é parte da construção de uma cadeia capaz de oferecer ao produtor maior previsibilidade para investir no trigo e garantir matéria-prima com as características exigidas pela indústria.

Um dos pilares dessa iniciativa é o acesso a sementes de genética avançada. Em parceria com a GDM – Biotrigo Genética, a Be8 foi licenciada a cultivar o BS Etanol 8, desenvolvida com altos teores de amido e proteína, características estratégicas para maximizar a eficiência industrial na produção de etanol e glúten. O programa também contempla cultivares que combinam elevado potencial produtivo, resistência a doenças e qualidade industrial. Destaque também para a parceria comercial firmada com a OR Genética para a cultivar ORS Selvagem, ampliando o portfólio de materiais disponíveis aos produtores e a parceria com a Embrapa para desenvolvimento do triticale.

As parcerias com cooperativas, cerealistas e produtores permitem orientar o manejo das lavouras e organizar a recepção e a comercialização dos grãos. Dessa forma, a Be8 busca construir uma cadeia completa: da escolha da cultivar ao acompanhamento técnico, passando pelo plantio, pela compra da produção e pela transformação industrial do cereal.

A demanda adicional poderá ampliar em cerca de 20% o mercado de trigo no Rio Grande do Sul, criando um destino permanente para a produção e estimulando o aproveitamento econômico das áreas agrícolas durante o inverno.

 

Be8 BeVant®️ já atende mais de 100 clientes

Outro destaque da Casa Be8 será o Be8 BeVant®️, biocombustível desenvolvido para a descarbonização imediata de motores do ciclo diesel. O produto pode ser utilizado de forma 100% pura em caminhões, ônibus, máquinas agrícolas, equipamentos de mineração, geradores, locomotivas e embarcações, sem necessidade de adaptações nos motores ou de investimentos em uma nova infraestrutura de abastecimento.

O Be8 BeVant®️ mantém desempenho operacional equivalente ao diesel convencional e proporciona redução de 99% das emissões de gases de efeito estufa, considerando a avaliação do tanque à roda.

O produto já atende mais de 100 clientes no Brasil, em segmentos como agronegócio, mineração, transporte de passageiros e cargas, geração de energia e operações marítimas e ferroviárias.

 

Qualidade e desempenho validados

A produção e a comercialização do Be8 BeVant®️ são autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e o produto e seu processo de fabricação contam com patente de invenção concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Durante seu desenvolvimento, o biocombustível passou por testes de bancada e provas de conceito, com validações realizadas por empresas como Mahle, fornecedora de componentes automotivos; FPT Industrial, fabricante de motores a diesel; e Brazil Motorsport.

Na Europa, a qualidade do produto foi atestada pela SGS, empresa global de certificação de combustíveis e parceira técnica da Be8, após análises laboratoriais comparativas com outros 20 biocombustíveis. Em testes realizados com um caminhão Mercedes-Benz Actros no campo de provas da Daimler Truck, na Alemanha, o Be8 BeVant®️ apresentou desempenho equivalente ao diesel convencional utilizado no mercado europeu.

No Brasil, a Rota Sustentável COP30 colocou o biocombustível à prova em caminhões e ônibus Mercedes-Benz durante mais de 4 mil quilômetros entre Passo Fundo e Belém. As medições, realizadas pelo Instituto Mauá de Tecnologia, apontaram redução de 99% nas emissões de gases de efeito estufa, mantendo a performance dos veículos.

A combinação de uso comercial, avaliações laboratoriais e testes em condições reais de operação reforça a segurança, a qualidade e a capacidade do Be8 BeVant®️ de contribuir imediatamente para a transição energética.

 

 Certificações

A Be8 responde por cerca de 13% do mercado nacional de biodiesel e tem seis unidades industriais, com capacidade instalada de 1,71 bilhão de litros por ano. As operações contam com certificação RenovaBio, ISCC EU — que comprova critérios de sustentabilidade e permite a comercialização de biocombustíveis na Europa — e registros da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) no programa Renewable Fuel Standard.

A companhia foi a primeira empresa de biocombustíveis da América do Sul a conquistar a certificação CARB, da Califórnia, enquanto seus laboratórios de Passo Fundo (RS) e Marialva (PR) são acreditados pelo Inmetro conforme a norma internacional ABNT NBR ISO/IEC 17025, reforçando a confiabilidade técnica e a qualidade do biodiesel produzido.

 

Sobre a Be8

Fundada em 2005 a Be8 é uma empresa brasileira de energias renováveis que implementa novas matrizes energéticas por meio de um ecossistema circular de inovação. Com sede em Passo Fundo (RS), a companhia possui unidades produtivas no Brasil, no Paraguai e na Suíça, além de escritórios de negócios no Brasil e no exterior. Seu portfólio reúne biodiesel, Be8 BeVant®️, etanol, produtos para alimentação humana e animal e outras soluções voltadas à descarbonização.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/09/2026 0 Comentários 61 Visualizações
Business

Mais de cinco décadas como símbolo da Expointer

Por Ester Ellwanger 02/09/2026
Por Ester Ellwanger

Símbolo da Expointer e cartão de visitas para quem chega ao Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, as três esferas que marcam a entrada da feira fazem parte da história do evento desde a segunda edição, em 1974, quando foram incorporadas ao patrimônio do Rio Grande do Sul como presente do governo da então Alemanha Ocidental. As estruturas haviam sido produzidas originalmente para uma exposição agropecuária em Ijuí e, na sequência, foram levadas para a Expointer.

A história começou em uma exposição agropecuária em Ijuí, região com forte presença de diferentes etnias. Representantes da Alemanha Ocidental participaram do evento e tinham a previsão de, posteriormente, participar também da segunda edição da Expointer. Para isso, as três grandes estruturas esféricas foram produzidas para serem expostas nas duas ocasiões.

Originalmente, as esferas eram pintadas nas cores da bandeira alemã: preto, amarelo e vermelho. Com o encerramento da Expointer, no entanto, a comitiva alemã decidiu não desmontar nem transportar as estruturas de volta ao país, devido ao alto custo da operação. A solução encontrada foi presentear o Estado com as três esferas, que passaram a integrar o patrimônio da Secretaria da Agricultura.

“Com a incorporação das estruturas, uma delas, que originalmente era preta, foi repintada de verde, estabelecendo uma correspondência com as cores da bandeira do Rio Grande do Sul. A nova configuração acabou consolidando uma identidade própria para as esferas que, ao longo dos anos, se tornaram um dos elementos mais reconhecíveis da Expointer”, explicou José Arthur Martins, vice-presidente da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac).

Durante muito tempo, porém, as estruturas foram pouco utilizadas. Posteriormente, o espaço interno das esferas passou a ser aproveitado para a exposição de artesanatos produzidos por entidades de apoio e instituições filantrópicas, dando uma nova função ao símbolo da feira. A visitação pode ser feita por qualquer uma das portas das esferas, e a circulação entre os três espaços é possibilitada por passarelas, transformando o símbolo da feira também em um ponto de visitação dentro do parque.

Assim, as esferas que hoje integram a paisagem do Parque de Exposições Assis Brasil carregam uma história que reúne a realização de exposições agropecuárias, a presença da comunidade alemã e a relação institucional entre o Rio Grande do Sul e a Alemanha. Um presente que, décadas depois, se transformou em um dos símbolos mais conhecidos da maior feira agropecuária do Estado.

Foto: Gabriel Centeno e Gustavo Mansur /Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/09/2026 0 Comentários 68 Visualizações
Business

Concurso de Velos é destaque no terceiro dia de julgamento de ovinos na 49ª Expointer

Por Ester Ellwanger 02/09/2026
Por Ester Ellwanger

O foco principal na pista de ovinos desta terça-feira, no Parque de Exposições Assis Brasil, foi o concurso de velos (cobertura completa de lã que é retirada de uma ovelha de uma só vez durante a tosquia, mantendo-se unida como uma espécie de manto ou capa que reveste o corpo do animal – exceto a cabeça, as patas e a barriga). Alguns tem características quase invisíveis, mas importantes o suficiente para alterar o valor do produto final.

Segundo Sérgio Muñoz, do programa Lã Certificada, o valor final do preço da lã depende de dois fatores: a sua finura, a micronagem, e o rendimento ao lavado. O ideal é que para cada 1 quilo de lã lavada, saia 800 gramas, em um rendimento de 80%.

“Este é um bom número. Mas, existem outros fatores como coloração, comprimento de mechas (o tamanho que os blocos de fios de lã atingem entre uma tosquia e outra, dependendo diretamente da raça da ovelha e do tempo de crescimento do velo) e a quantidade de velos A (de alta qualidade)”, revela.

Referências já trabalhadas pela Arco apontaram cerca de US$ 10 por quilo para lã de 18 micra e US$ 2,40 para lã de 31 micra. Muñoz afirma que o destino final do produto vai para as confecções, sendo que as lãs finas para a alta costura, onde é altamente remunerada, e as lãs grossas para os casacos pesados, cobertores, tapetes, etc. “Alguns subprodutos da lã da ovelha serve até mesmo para ser utilizado em filtros de carro e rolos para pinturas. Existe até mesmo quem esteja produzindo cosméticos com o lubrificante da lã”.

Os números

O Rio Grande do Sul concentra mais de 90% da lã brasileira com valor têxtil, e o programa Lã Certificada já acumulou quase 600 mil quilos em quatro safras. Porém, quem determina o preço é o mercado internacional, em especial, o Australiano. No Brasil, 95% de toda a produção é comercializada para o Uruguai, pois são elas que melhor remuneram os produtores.

“A variação de preço em cima de uma lã certificada em comparação com a lã não certificada é de 30% a 100%. É por isto que eu recomendo a utilização do serviço da Arco na produção de um rebanho de qualidade, pois no nosso site existe uma lista de empresas de esquilas que autenticam o produto”.

Durante à tarde, foram avaliados nove Merinos Australianos e sete Corriedales. O método utilizado foi o Tally-Hi, uma técnica australiana de tosquia de ovinos que prioriza o bem-estar animal, a qualidade da lã e a ergonomia do esquilador. A lã retirada do ovino é avaliada em uma mesa, onde são destacadas características como coloração, resistência, finura e peso.

Também é gerado um valor comercial de acordo com estas características, o material é pesado e os números são inseridos em uma planilha. Raquel Rodrigues, presidente da Associação Brasileira de Criadores de Merino Australiano (ABCMA) ressalta a apresentação de boas finuras de velo, bem destacados. ‘É uma lã de excelência, muito procurada pelo mercado e a indústria, incluindo as malharias do Sul”.

Troféus

Os troféus de campeões macho e fêmea da raça Merino Australiano foram para a cabanha Santa Camila, de Alegrete, de propriedade de Manoel Francisco Zirbes Rodrigues. O macho (Camila 3855, tem peso de velo de Kg 9,9); e a fêmea (Camila 4494, peso de velo de Kg 10,4). “Nas palavras do vencedor, o segredo do sucesso é investimento em genética e muito trabalho”, diz ele.

 Foto: Stéphany Franco/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/09/2026 0 Comentários 73 Visualizações
Business

3ª Supercopa Jovem reúne 51 conjuntos na Expointer 2026

Por Ester Ellwanger 02/09/2026
Por Ester Ellwanger

Entre esta quarta-feira, 02 de setembro, e sábado, 05 de setembro, 51 conjuntos vencedores dos ciclos 2024 e 2025 estarão na Arena do Cavalo Crioulo para a disputa da 3ª Supercopa Jovem. Realizada a cada dois anos pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), a competição reúne jovens talentos da modalidade.

A modalidade é dividida em categorias Infantil e Juvenil, onde cada uma conta com as subcategorias A e B. Antes do início das disputas, os participantes passam pelo exame de admissão, na terça-feira, das 15h às 17h. A partir da quarta-feira, começam as provas de Andaduras, Figura, Volta Sobre Patas (VSP) e Esbarradas, seguidas das etapas da Mangueira e de Bayard/Sarmento.

A programação segue até sábado, quando será realizada a prova de Campo, seguida da premiação da 3ª Supercopa Jovem. As atividades acontecem paralelamente à programação do 45º Freio de Ouro, movimentando a Arena do Cavalo Crioulo durante a segunda metade da Expointer.

O julgamento ficará a cargo de Fernando Guilherme Horst e Mateus Gularte da Silveira, com Diogo Pinto Ferreira como jurado reserva. As provas poderão ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial do Cavalo Crioulo no YouTube e pelas redes sociais oficiais da entidade.

A 3ª Supercopa Jovem do Cavalo Crioulo conta com os patrocínios de John Deere e Supra.

Programação:

  • Freio de Ouro – 1º a 5 de setembro (Final: 05/09 – a partir das 14h)
  • Supercopa Jovem – 1º a 5 de setembro (Final: 05/09 –  a partir das 8h30min)

Foto: Felipe Ulbrich /Divulgação | Fonte: Assessoria

02/09/2026 0 Comentários 144 Visualizações
Business

Painel da Agergs na Expointer debate mudanças climáticas

Por Ester Ellwanger 02/09/2026
Por Ester Ellwanger

Para discutir o futuro dos serviços públicos diante do cenário de transformações na sociedade, incorporação de novas tecnologias e mudanças climáticas, a Agergs realiza painel, nesta quarta-feira, 02 de setembro, a partir das 12h, no estande do Governo do Estado na Expointer.

O evento reunirá o conselheiro-presidente da Agência, Marcelo Spilki, o secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi, e o secretário executivo do Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática, Professor Joel Goldenfum​.

“Será uma oportunidade para dialogarmos sobre serviços públicos regulados a partir de diferentes perspectivas, desde a adaptação climática com preceitos científicos, passando pelo planejamento e pelos investimentos do Estado em infraestrutura, até a regulação e a revisão de contratos para qualificar as entregas à sociedade”, explica Spilki.

SERVIÇO

  • O quê: Painel “Serviços públicos do futuro: como atender melhor uma sociedade em transformação”
  • Quando: quarta-feira, 02 de setembro, das 12h às 13h
  • Local: Estande do Governo do Estado na Expointer

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/09/2026 0 Comentários 64 Visualizações
Business

Exportações de Carne Angus Certificada crescem 32% nos primeiros sete meses de 2026

Por Ester Ellwanger 01/09/2026
Por Ester Ellwanger

As exportações de Carne Angus Certificada cresceram 32% entre janeiro e julho de 2026 na comparação com o mesmo período de 2025. Ao todo, foram 5.540 toneladas destinadas a 29 países. Os resultados foram apresentados pela Associação Brasileira de Angus durante a 49ª Expointer, no evento Carne Angus 360 – um giro completo pela força do Programa Carne Angus Certificada em 2026, na noite desta segunda-feira, 31 de agosto.

Em um encontro que reuniu todos os elos da cadeia produtiva, a Angus reconheceu produtores rurais, parceiros e até restaurantes, mostrando que carne de qualidade se faz em conjunto. O evento reuniu sócios da Associação Brasileira de Angus e parceiros para uma degustação de hambúrgueres produzidos com Carne Angus Certificada da Patagônia: Gran Campeon e Padrão Beef.

 “Acredito que o Brasil é um país de grandes oportunidades no mercado da proteína, e nossa produção e exportação só tendem a aumentar”, salientou o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Paulo Dornelles Cairoli.

Além do avanço nas exportações, o programa registrou crescimento nos abates e na produção. Foram 344.690 animais Angus abatidos nos primeiros sete meses do ano, alta de 11% em relação ao mesmo período de 2025. Na desossa, foram produzidas 28.910 toneladas de Carne Angus, volume 12,6% superior ao registrado no ano passado.

“Desembarcamos na Expointer trazendo resultados que refletem o trabalho de toda uma cadeia”, adianta o diretor do Programa Carne Angus Certificada, Wilson Brochmann.

Mérito Excelência Carne Angus 

A programação também incluiu a premiação do Mérito Excelência Carne Angus, que reconhece iniciativas que valorizam a produção em âmbito nacional. O gerente do Programa Carne Angus Certificada, Maychel Borges, fez entrega dos troféus a três nomes de peso do mercado de carne premium: o pecuarista da JP Agropecuária, José Leandro Peres, o diretor de operações da churrascaria Fogo de Chão, Cássio Silva, e o pecuarista da Agropecuária Maragogipe, Wilson Brochmann.

Também foi realizado o lançamento do Circuito de Concursos de Carcaça 2026, que contará com 10 etapas em sete estados: Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Segundo Borges, a disputa estimula e valoriza o trabalho de pessoas e empresas que se dedicam a produzir animais de alto padrão para a indústria frigorífica.

Para o gerente nacional do Programa Carne Angus Certificada, Maychel Borges, o Carne Angus 360 representa um momento de celebração dos resultados e de avaliação da evolução do programa. Segundo ele, os números acompanham a trajetória de crescimento registrada nos últimos anos. “A raça e a carne Angus certificada estão sendo cada vez mais valorizadas”, afirma.

Confira os dados do programa:

  • 344.690 animais Angus abatidos;
  • ⁠28.910 toneladas de Carne Angus produzidas;
  • ⁠5.540 toneladas de Carne Angus Certificada exportadas;
  • 29 países importaram Carne Angus Certificada em 2026.

Programa Carne Angus Certificada

Considerado o maior projeto de certificação de carcaças premium do Brasil, o Programa Carne Angus Certificada conta atualmente com 29 parceiros e 60 unidades em produção, distribuídas por 13 estados: RS, SC, PR, SP, MG, DF, GO, MS, MT, TO, PA, RO e BA.

O programa avalia a qualidade das carcaças recebidas por meio de uma equipe própria instalada dentro das plantas frigoríficas. A avaliação é realizada in loco, permitindo atestar a origem e os padrões de qualidade das carcaças e dos cortes que recebem o selo verde e amarelo do Programa Carne Angus Certificada.

 Foto: Carolina Jardine/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/09/2026 0 Comentários 100 Visualizações
Business

Estande do Sebrae RS na Expointer reúne indústria, inovação e negócios para o agro

Por Ester Ellwanger 01/09/2026
Por Ester Ellwanger

Indústria, tecnologia e agronegócio estão reunidos em um mesmo espaço durante a Expointer 2026. O Sebrae RS conta com um estande coletivo do setor metalmecânico na área de máquinas e equipamentos da feira, com 1.350 metros quadrados na rua principal do espaço, um dos pontos de maior circulação do parque. A estrutura reúne 15 empresas do segmento e dez startups com tecnologias voltadas ao agro, além de uma programação de encontros empresariais entre os dias 1º e 3 de setembro.

A iniciativa amplia a presença de pequenas indústrias gaúchas em uma das principais feiras de agronegócio da América Latina. Para Fabiano Dallacorte, especialista em Indústria do Sebrae RS, a participação coletiva reduz uma das principais barreiras para empresas de menor porte chegarem a grandes eventos: o custo de estrutura e exposição.

“Reunindo as empresas num espaço só, o Sebrae RS viabiliza essa vitrine para as pequenas indústrias do setor metalmecânico, dando acesso direto a um público comprador que dificilmente elas alcançariam em outro canal”, destaca.

As expositoras

Com atuações que passam pela fabricação de componentes, equipamentos e soluções para o agronegócio, as 15 expositoras incluem Incocil, Geplast, Protosul, Ropelmaq, Ínfinitus, JC Komac, Comercial Almeida, Asker, Tecno, Manp, Hugenthobler, Styka e Terra Santa.

Entre as soluções que serão apresentadas estão cilindros hidráulicos, tubos de polietileno de alta densidade para irrigação, drenagem e saneamento, tecnologias de prototipagem e impressão 3D e molas industriais.

Agendas

A agenda de negócios está concentrada na área institucional do Sebrae RS. No dia 1º de setembro, às 13h, será realizado o Projeto Comprador de Alimentos e Bebidas – Restaurantes & Bares, aproximando micro e pequenas indústrias atendidas pelo Programa Agentes de Mercado do Sebrae RS de compradores do segmento.

No dia 2, também às 13h, o Projeto Comprador de Alimentos e Bebidas – Mercados & Empórios fará a conexão entre fornecedores e potenciais compradores desses estabelecimentos. Nos dois casos, as reuniões serão previamente agendadas.

Já no dia 3, às 14h, a Sessão de Negócios Metalmecânico reunirá sete grandes empresas compradoras e pequenas empresas fornecedoras. A dinâmica terá apresentações em formato de pitch e será voltada à identificação de oportunidades de fornecimento, parceria e novos negócios.

Para além de complementar a presença das empresas na feira, a programação busca transformar a exposição em oportunidades comerciais. “A Expointer concentra diferentes perfis de compradores e empresas de toda a cadeia do agro. Nosso papel é criar as condições para que as pequenas indústrias não apenas apresentem seus produtos, mas também encontrem potenciais clientes e parceiros e avancem em novas oportunidades de mercado”, explica Jakson Luz, analista de Competitividade Setorial do Sebrae RS.

Startups

A inovação será outro eixo da participação do Sebrae RS. Dez startups – AquaDrones, Ayga, Eletrodara, FomentoAI, SousaDG, Techvin, Volters, Ybynsect, Zeofertil e Versolid – estarão no espaço com soluções aplicáveis a diferentes etapas da atividade agropecuária e da indústria.

As tecnologias apresentadas envolvem inteligência artificial, Internet das Coisas, automação, sensoriamento, gestão e análise de dados, além de soluções voltadas à sustentabilidade e à eficiência dos processos. Para David Viegas, gestor de Projetos de Inovação do Sebrae RS, a presença das startups ajuda a aproximar o ambiente de inovação das demandas de uma cadeia estratégica para o Estado.

“O objetivo é aproximar inovação, tecnologia e indústria de uma das cadeias mais importantes do Rio Grande do Sul: o agronegócio. O setor agropecuário está passando por uma transformação muito grande, e a inovação tem um papel fundamental para aumentar produtividade, eficiência, sustentabilidade e competitividade”, afirma Viegas.

A participação do setor metalmecânico ocorre em um cenário de desafios para a indústria gaúcha. O Índice de Desempenho Industrial do RS, medido pela Fiergs, acumula queda de 5,3% em 2026. Em contrapartida, o segmento de máquinas e equipamentos esteve entre os destaques positivos de 2025, com crescimento de cerca de 10%, enquanto o índice geral da indústria do Estado recuava. Nesse contexto, a Expointer cria um ambiente favorável para que pequenas indústrias ampliem sua exposição comercial e se aproximem de compradores ligados ao agronegócio.

Ao reunir empresas industriais, startups e iniciativas de conexão empresarial, o estande do Sebrae RS busca aproximar oferta, tecnologia e demanda em um mesmo ambiente, fortalecendo as possibilidades de negócios e parcerias durante a feira.

SERVIÇO

  • Quando: de 29 de agosto a 6 de setembro, das 8h às 20h
  • Onde: Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio
  • Estande do Sebrae RS: área de máquinas e equipamentos

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/09/2026 0 Comentários 119 Visualizações
Business

Ibraoliva apresenta panorama de safra histórica e desafios da olivicultura para 2027

Por Ester Ellwanger 01/09/2026
Por Ester Ellwanger

Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 31 de agosto, na 49º Expointer, o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) detalhou o cenário positivo da olivicultura e os principais desafios para a expansão e valorização do cultivo e produção nacionais. Em 2026 foram produzidos 1,434 milhão de litros de azeite extravirgem no Brasil. A cadeia nacional reúne mais de 620 produtores e 77 lagares em operação, distribuídos por cerca de 280 municípios de oito Estados.

Só o Rio Grande do Sul foi responsável por 81% da colheita. O estado também concentra a maior área de cultivo, com cerca de 7,1 mil hectares, aproximadamente 69% dos 10,3 mil hectares de oliveiras plantados no Brasil.

O Instituto

O Ibraoliva tem, hoje, 390 olivicultores em cerca de 120 municípios gaúchos, com destaque para Encruzilhada do Sul, Canguçu, Pinheiro Machado, Bagé e Cachoeira do Sul. Segundo o presidente da entidade, Flávio Obino Filho, são municípios que concentram boa parte da infraestrutura de processamento, com o implemento de novas tecnologias.

Durante a coletiva, Obino reforçou que o desempenho gaúcho ocorreu depois de duas safras afetadas pelo excesso de chuvas. O contraste entre a estabilidade da área plantada e o salto na produção de azeite indica que o crescimento no setor não está apenas relacionado à expansão dos olivais. Para a entidade, a evolução do manejo, adaptação dos produtores às condições climáticas e o aprimoramento das etapas de colheita e processamento têm cada vez mais protagonismo no resultado da safra.

Perspectivas para 2027

Com perspectiva de chuva na primavera gaúcha, a avaliação é de que a safra em 2027 será menor. “Vamos ampliar a pesquisa para reduzir as oscilações na produção. Nós temos que acabar com essa montanha-russa e precisamos ter uma estabilidade produtiva. Por isso, estamos cada vez mais aliados à tecnologia e às universidades como a Universidade Federal de Santa Maria, a Universidade Federal de Pelotas”, afirmou.

O Ibraoliva informou que seguirá acompanhando a fiscalização de azeites importados pelo Ministério da Agricultura. Em agosto deste ano, laudos apontaram que algumas marcas de produtos estrangeiros rotulados como extravirgens não atendem aos padrões da categoria. Em março de 2025, o governo brasileiro zerou a alíquota de importação do extravirgem, mas manteve a alíquota de importação do virgem em 9%.

Para a entidade, a conjuntura da olivicultura no Brasil requer articulação entre os produtores nacionais. “Vamos ampliar ações de divulgação do consumo de azeite brasileiro e estimular a venda cooperativada entre marcas para aumentar a escala e melhorar a competitividade do produto nacional”, completou Obino.

A Serra da Mantiqueira, que inclui Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, é o segundo polo nacional. Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo são considerados estados promissores para o cultivo e produção nacionais.

Foto: Nestor Tipa Júnior/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/09/2026 0 Comentários 81 Visualizações
Business

Cavalo Crioulo é destaque na Agenda de Leilões da Expointer

Por Ester Ellwanger 28/08/2026
Por Ester Ellwanger

Força na agenda da Expointer, o Cavalo Crioulo também é líder de vendas entre os animais. Dos 25 leilões programados para a Expointer 2026, segundo o Sindicato dos Leiloeiros Oficiais do Estado do Rio Grande do Sul (Sindiler), oito contam com a comercialização de equinos Crioulos. Em 2026, irão à venda, segundo a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), 248 exemplares. Em 2025, a raça somou R$ 14,51 milhões em vendas em seis leilões.

Segundo o presidente da ABCCC, André Luiz Narciso Rosa, o Cavalo Crioulo vive um momento muito favorável, com expansão no Sul do Brasil e nos demais estados brasileiros. “Se antes o cavalo estava principalmente ligado à tradição e à rotina do campo, hoje essa relação vai muito além. As modalidades esportivas, por exemplo, se tornaram um elo que leva o cavalo a diferentes espaços, conecta pessoas e aproxima realidades que, à primeira vista, pareciam distantes”, destaca.

Expansão do Cavalo Crioulo

Dados da entidade revelam que, entre 2013 e 2025, o número de eventos na área de expansão do Cavalo Crioulo saltou de oito para 102, representando um aumento de 1.175%. No último ano, 50 cidades de 11 estados sediaram alguma prova da raça Crioula.

O presidente do Sindiler, Fábio Crespo, destaca que a Expointer é um momento favorável para a comercialização de equinos Crioulos. “As provas motivam muito os criadores, que vêm a Esteio de diferentes regiões da América Latina e se encantam pela beleza e função do Cavalo Crioulo. É o momento de vender”, salientou o leiloeiro, que responde por parte das vendas de animais da mostra deste ano.

Em relação à oferta de 2026, Crespo pontuou o aumento no número de leilões de equinos. “Somos otimistas com o momento da pecuária e com o aquecimento na procura por equinos Crioulos, como confirmam os dados da ABCCC. Mais do que o cavalo, o que temos visto é um aquecimento generalizado dos setores que orbitam ao redor dos animais”, completou.

Dados divulgados pela ABCCC, em estudo com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), indicam que a raça movimenta R$ 5,36 bilhões por ano no Brasil e gera mais de 160 mil empregos diretos e indiretos. Segundo o levantamento, cada Cavalo Crioulo é responsável pela movimentação de R$ 10.549,93 por ano na economia brasileira.

Foto: Felipe Ulbrich/ Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

28/08/2026 0 Comentários 81 Visualizações
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