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Variedades

Estudo do Sebrae mostra comportamento do turista no RS

Por Gabrielle Pacheco 12/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um dos setores mais afetados pela crise provocada pela pandemia, o turismo busca alternativas para a retomada das atividades. Para contribuir neste planejamento, o Sebrae RS apresentou um estudo sobre o fluxo turístico em 15 municípios gaúchos, incluindo a capital, elaborado com uso de tecnologia Big Data. A apresentação aconteceu no painel “Perspectivas para a retomada do turismo no Mercosul”, realizado na quarta-feira, 5, durante o evento online Festuris Connection. Entre os principais dados, a coordenadora de Turismo do Sebrae RS, Amanda Bonotto Paim, destaca o fato de que 60% dos turistas do RS são gaúchos e 38% deles viajam apenas para uma cidade. O mesmo acontece com 45% dos turistas de outros estados que vêm para o RS: eles conhecem apenas um destino.

“O desafio é como fazer as pessoas circularem mais e conhecerem outros municípios.”

A pesquisa também apontou que o tempo de permanência dos visitantes é curto. Entre os turistas gaúchos, 41% ficam apenas um dia e em relação aos viajantes de outros estados, apenas 18% permanecem mais de quatro dias no RS. Outro detalhe levantado é que metade dos turistas de outros estados que viajam para o RS é das classes A e B e o RS também está atraindo os mais jovens, pois 50% têm entre 18 e 40 anos.

O gestor de Turismo do Sebrae RS na Serra Gaúcha, Emerson Monteiro, informa que se trata de uma pesquisa inédita que analisou o fluxo turístico desses municípios durante 2019 e aponta tendências como o crescimento do turismo regional. Os municípios analisados são Bento Gonçalves, Cambará do Sul, Canela, Caxias do Sul, Garibaldi, Gramado, Jaquirana, Nova Petrópolis, Porto Alegre, Pelotas, Santana do Livramento, São Francisco de Paula, São José dos Ausentes, São Miguel das Missões e Torres.

Quanto à origem dos turistas, mais de metade (59,81%) são do RS e os outros cinco estados que mais visitam o RS são SC (11,63%), SP (8,24%), PR (5,76%), RJ (3,13%) e MG (2,0%). As dez principais cidades gaúchas emissoras de turistas para estes municípios são Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas, Canoas, Santa Maria, Novo Hamburgo, Gravataí, São Leopoldo, Passo Fundo e Rio Grande.

Os dados levantados também evidenciam a tendência do turismo de curta distância. Mais da metade dos turistas (51,05%) residem até 250 km do local a ser visitado, 21,52% vêm de distâncias entre 250 e 500 km, enquanto apenas 8,22% moram mais longe, entre 1 mil e 2 mil km de distância e 6,36% são de localidades distantes mais de 2 mil km.

Experiência Edelbrau

Localizada em Novo Petrópolis, a Cervejaria Edelbrau já se prepara para atrair novos turistas com a inauguração prevista para outubro de 2020, do Experiência Edelbrau. Será um complexo de visitação totalmente interativo para apresentar a essência da marca e do universo da cerveja artesanal. Serão 300 m² totalmente interativos e cheios de histórias e o visitante poderá circular por espaços temáticos que mostram os elementos ligados ao processo de fabricação da cerveja. A visitação termina com experiências sensoriais que remetem a marcas registradas da Edelbrau, sustentabilidade, diversão e colaboração.

De acordo com um dos sócios Fernando Maldaner, a iniciativa é uma forma de contribuir para a atração de visitantes para a região, que passa por um momento desafiador devido aos impactos da pandemia. “Demos os primeiros passos em relação a esse projeto ainda em 2019, quando cogitamos em reformular o espaço de visitação atual, mas logo percebemos o potencial de ampliá-lo e transformá-lo em um verdadeiro atrativo turístico. Temos uma ligação muito forte com a comunidade de Nova Petrópolis e é aqui que estão as raízes da Edelbrau. A perspectiva de que, de alguma forma, poderemos contribuir para movimentar a economia local nos deixa muito animados”, avalia Samuel Zang, que também é sócio da marca.

A cervejaria participou do projeto Investe Turismo do Sebrae RS e recebeu uma consultoria para criação de produtos turísticos. “Esta consultoria auxilia a empresa a desenvolver novas experiências turísticas, utilizando ferramentas criativas e conectadas às principais tendências de mercado, com o acompanhamento de consultores especialistas em turismo”, afirma o gestor do projeto no Sebrae RS, Emerson Monteiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2020 0 Comentários 995 Visualizações
Variedades

Região Nordeste é o destino mais desejado no pós-pandemia

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing realizou em julho a terceira edição da pesquisa Coronavírus e seu Impacto no Brasil. O levantamento foi realizado por meio de questionários online, entre os dias 16 e 21, e obteve 1.090 respostas, de todas as regiões do Brasil. Um dos focos desta terceira onda era abordar o sentimento geral da população em relação ao turismo.

Dados de julho da CNC (Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo) apontam que o setor já acumulava perdas de R$ 122 bilhões até julho. Mais do que reabrir, porém, é importante saber quando e como fazer isso, de modo que as pessoas tenham confiança para voltar a viajar.

Apenas 19% dos entrevistados da pesquisa planejam com alguma convicção uma viagem de lazer ainda este ano. O restante dos entrevistados ainda não pensa em datas ou só vislumbra essa possibilidade para 2021 – 41% dos entrevistados estão convictos de pegar a estrada ano que vem. “Nesse contexto, e ainda com muitas incertezas pairando sobre a abertura das fronteiras aos brasileiros, o destino mais mencionado é o Nordeste brasileiro, seguido da Europa, possivelmente porque lá a pandemia já arrefeceu em boa parte dos países”, destaca Silvio Silvio Pires de Paula, presidente e fundador da Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing e vice-presidente do CRA-SP.

Ganhar a confiança do turista no pós-pandemia vai exigir muitas adaptações do setor. Cerca de 9 em cada 10 entrevistados elencam como muito importantes para sua decisão de se hospedar em um hotel daqui por diante fatores como: maior higienização dos ambientes, distribuição de álcool em gel ou exigência do uso de máscaras.

É igualmente altíssimo o patamar dos turistas que não vão abrir mão de ambientes com lotação reduzida, ventilação natural ou serviços de restaurante sem exposição dos alimentos. “Aí já estamos falando de desafios mais grandiosos, que vão exigir um planejamento cuidadoso dos operadores. Mas, como em tudo na vida, desafio se torna oportunidade para quem trabalha bem e consegue ser criativo”, prenuncia Ricardo Lopes, gerente de projetos da Demanda e coordenador do estudo.

Pandemia desanima, mas não impede brasileiro de planejar o futuro

O sentimento geral das pessoas com o momento da pandemia é de desânimo. Cerca de 3 em cada 4 (73%) se diz desanimado atualmente. Ao serem perguntados sobre o que mudou para pior ou para melhor do início da pandemia para cá, metade deles (49%) afirma que a vida mudou para pior no que diz respeito à vivência social e às oportunidades de lazer. Outros 37% sentiram piora no estado psicológico, em seu equilíbrio emocional. Em outro sentido, 41% observaram que melhorou seu engajamento em ações solidárias e 53% estão se relacionando melhor com suas famílias.

Muitos brasileiros fazem planos para quando a pandemia acabar e somam 70% os que pretendem viajar assim que possível. Outros planos muito presentes são rever familiares ou amigos (58% dos entrevistados) e retomar ou iniciar a prática de algum esporte (42%). Enquanto isso tudo não é possível, boa parte deles admite ter incorporado ou intensificado alguns maus hábitos. A ingestão de chocolates ou doces em geral brotou ou cresceu em nada menos do que 38% do público pesquisado. E o hábito de beber álcool agravou-se ou incorporou-se à rotina de 20% dos internautas brasileiros participantes da pesquisa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2020 0 Comentários 574 Visualizações
Saúde

Nova rodada da pesquisa com testes rápidos para Covid-19 começa neste sábado

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pesquisa que estima a proporção de casos do novo coronavírus na população gaúcha inicia sua sexta rodada de testes rápidos e entrevistas em nove cidades do estado a partir deste sábado (25). O estudo segue com a mesma metodologia das etapas anteriores. Entre os dias 25 e 27 de julho, profissionais voluntários da área de saúde, sob orientação do Instituto de Pesquisa e Opinião (IPO), vão visitar quinhentas residências e convidar os moradores, a fazer o teste rápido para o coronavírus, seguido de uma breve entrevista sobre a ocorrência de sintomas, busca por assistência médica e rotina das famílias em relação às medidas de distanciamento social. A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) auxilia a pesquisa no município de Santa Cruz do Sul.

O estudo intitulado Evolução da Prevalência de Infecção por Coronavírus no RS (Epicovid19-RS) é coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e ocorre em parceria com o Governo do Estado, com objetivo de mapear os casos de coronavírus e de avaliar a velocidade de expansão do contágio na população gaúcha. Ao todo, 4,5 mil pessoas serão entrevistas e testadas nessa etapa, nas seguintes cidades participantes: Canoas, Caxias do Sul, Ijuí, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Santa Maria e Uruguaiana. Em cada município, a seleção das residências e dos moradores ocorre por meio de um sorteio aleatório, utilizando os setores censitários do IBGE como base.

Para a realização do exame, os entrevistadores coletam uma gota de sangue da ponta do dedo do participante. A amostra é analisada pelo aparelho de testes em aproximadamente 15 minutos. A pesquisa tem apoio das secretarias de saúde e dos órgãos de segurança dos municípios. Em caso de dúvida, os participantes podem entrar em contato com a Guarda Municipal ou Brigada Militar para obter informações sobre as visitas às casas. Além da etapa deste fim de semana, o cronograma prevê mais duas rodadas: a sétima deve acontecer de 22 a 24 de agosto, e a oitava, de 26 a 28 de setembro, dependendo da prevalência de Covid-19 analisada na fase atual. Os resultados são divulgados pelo Governo do RS em aproximadamente 48 horas após a finalização da coleta.

Os financiadores do projeto são a Unimed Porto Alegre, o Instituto Cultural Floresta, também da capital, e o Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro. Atuam no projeto, além da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), as Universidades Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ), Federal de Santa Maria (UFSM), Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana), de Caxias do Sul (UCS), IMED e Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), de Passo Fundo (UPF) e La Salle (Unilasalle).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2020 0 Comentários 533 Visualizações
Variedades

Turismo volta a crescer no País e tem alta de 28% no último mês, segundo pesquisa

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os negócios digitais do turismo no Brasil voltaram a crescer neste último mês de junho, com uma alta de 28% em relação a maio. É o que aponta levantamento recente da consultoria Conversion, especializada em SEO e marketing de performance.

De acordo com o estudo, que analisou o tráfego dos principais sites transacionais de e-commerce no Brasil a partir de ferramentas de inteligência competitiva digital, tais como SimilarWeb e SEMRush, o setor online como um todo cresceu 39,7% em junho na comparação com o momento anterior ao novo coronavírus (fevereiro). Já em maio, os negócios online apresentaram um desempenho ainda melhor quando comparado com a pré-pandemia no País, com aumento de 51% na audiência das lojas virtuais.

No caso do turismo, é a primeira vez, desde o início da pandemia, que o setor registra crescimento, depois de acumular perdas da ordem de 74% entre março e maio. Para Diego Ivo, CEO da Conversion, ainda é muito cedo, entretanto, para dizer que há um grande reaquecimento deste mercado. “Com a reabertura gradativa, é natural que as pessoas não fiquem só em casa e procurem novamente as atividades de laser e passeios turísticos”, comenta. “De qualquer forma, com as medidas de quarentena, as pessoas usaram de forma mais frequente a internet para comprar”, acrescenta Ivo.

Segundo o executivo, há um grande e irreversível movimento em prol do e-commerce, que tem batido recorde sobre recorde nestes meses de pandemia. “Os novos hábitos, especialmente os de consumir online, se consolidaram entre os consumidores brasileiros”, aponta o executivo.

“No primeiro momento as empresas tomaram um verdadeiro susto, mas muitas empresas já perceberam que os canais online são a solução e os investimentos estão sendo retomados”, afirma o CEO da Conversion, que prevê um crescimento em 70% nos negócios da consultoria até o fim do ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2020 0 Comentários 539 Visualizações
Variedades

Região Sul registra alta no preço dos combustíveis em junho, mas mantém gasolina mais barata do País

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Região Sul manteve o comportamento de alta no preço dos combustíveis em todo o País e apresentou aumento para o diesel, a gasolina e o etanol em junho, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). A gasolina, que em maio era vendida por R$ 3,763 o litro, teve um acréscimo de 4,7% e foi encontrada nos postos ao preço médio de R$ 3,940. O avanço no diesel foi de 3,21%, e o combustível teve o litro vendido ao preço médio de R$ 2,956. Ainda assim. o valor é 17% mais barato que o encontrado na Região Norte, que registrou a maior média nacional para o combustível. Já o etanol, o único combustível que não havia registrado aumento nos primeiros 15 dias de junho, fechou o mês com alta de 2,99%, e foi vendido nas bombas a R$ 3,375.

“Os preços dos combustíveis nos postos da Região Sul se mantêm como os mais baratos de todo o território nacional há alguns meses. Em junho, identificamos o primeiro aumento do ano, e essa alta também impactou os motoristas da região. Ainda assim, o Sul lidera com as menores médias para o diesel e a gasolina. Os próximos dias devem mostrar se essa curva se manterá em julho”, analisa o head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

Ao analisar os Estados, o IPTL apontou que o Paraná lidera o ranking dos menores preços para os principais combustíveis. O diesel foi comercializado a R$ 2,867, um aumento de 4% em relação a maio. Já o etanol registrou alta de 6,3% e foi comercializado a R$ 2,755. A gasolina, que em maio foi vendida a R$ 3,614, apresentou um avanço de 5,2% e foi comercializada nas bombas paranaenses a R$ 3,803. Com um aumento de 3,4%, Santa Catarina teve o diesel vendido a R$ 3,018, o mais caro de toda a Região Sul.

O Rio Grande do Sul fechou junho com os preços mais altos para a gasolina, vendida a R$ 4,045, e para o etanol, comercializado a R$ 3,864, um aumento de 1,4%. Em Porto Alegre, os motoristas encontraram o diesel, a gasolina e o etanol mais caros na zona leste. Já na zona sul foram encontrados os menores valores para a gasolina e o etanol, enquanto a zona norte registrou o diesel mais barato da cidade.

Ainda de acordo com o estudo realizado pela Ticket Log, os preços apresentados em junho demonstram que, embora existam perfis diferentes em cada veículo, em todos os Estados foi mais vantajoso financeiramente abastecer com gasolina.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo.

A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2020 0 Comentários 538 Visualizações
Variedades

Região Sul registra alta no preço dos combustíveis em junho, mas mantém gasolina mais barata do País

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Região Sul manteve o comportamento de alta no preço dos combustíveis em todo o País e apresentou aumento para o diesel, a gasolina e o etanol em junho, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). A gasolina, que em maio era vendida por R$ 3,763 o litro, teve um acréscimo de 4,7% e foi encontrada nos postos ao preço médio de R$ 3,940. O avanço no diesel foi de 3,21%, e o combustível teve o litro vendido ao preço médio de R$ 2,956. Ainda assim. o valor é 17% mais barato que o encontrado na Região Norte, que registrou a maior média nacional para o combustível. Já o etanol, o único combustível que não havia registrado aumento nos primeiros 15 dias de junho, fechou o mês com alta de 2,99%, e foi vendido nas bombas a R$ 3,375.

“Os preços dos combustíveis nos postos da Região Sul se mantêm como os mais baratos de todo o território nacional há alguns meses. Em junho, identificamos o primeiro aumento do ano, e essa alta também impactou os motoristas da região. Ainda assim, o Sul lidera com as menores médias para o diesel e a gasolina. Os próximos dias devem mostrar se essa curva se manterá em julho”, analisa o head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

Ao analisar os Estados, o IPTL apontou que o Paraná lidera o ranking dos menores preços para os principais combustíveis. O diesel foi comercializado a R$ 2,867, um aumento de 4% em relação a maio. Já o etanol registrou alta de 6,3% e foi comercializado a R$ 2,755. A gasolina, que em maio foi vendida a R$ 3,614, apresentou um avanço de 5,2% e foi comercializada nas bombas paranaenses a R$ 3,803. Com um aumento de 3,4%, Santa Catarina teve o diesel vendido a R$ 3,018, o mais caro de toda a Região Sul.

O Rio Grande do Sul fechou junho com os preços mais altos para a gasolina, vendida a R$ 4,045, e para o etanol, comercializado a R$ 3,864, um aumento de 1,4%. Em Porto Alegre, os motoristas encontraram o diesel, a gasolina e o etanol mais caros na zona leste. Já na zona sul foram encontrados os menores valores para a gasolina e o etanol, enquanto a zona norte registrou o diesel mais barato da cidade.

Ainda de acordo com o estudo realizado pela Ticket Log, os preços apresentados em junho demonstram que, embora existam perfis diferentes em cada veículo, em todos os Estados foi mais vantajoso financeiramente abastecer com gasolina.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo.

A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 641 Visualizações
Saúde

Medo da Covid-19 provoca queda em diagnósticos de câncer e atrasa tratamento

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

As projeções vêm da Europa, mas podem se repetir aqui no Brasil. Na Inglaterra, existe uma estimativa de que o número de mortes de pacientes com novos diagnósticos de câncer aumentem em até 20% nos próximos 12 meses. São mais de seis mil pacientes. A causa é o medo que leva a atrasos na procura por exames de diagnóstico e também no abandono dos tratamentos em andamento.

Para chegar nessas estimativas, um estudo da University College London analisou dados de oito hospitais e detectou redução de 76% nos encaminhamentos urgentes de pessoas com suspeita de câncer e diminuição de 60% nos agendamentos de quimioterapia. Por aqui, a baixa procura por consultas e exames de diagnóstico repete o cenário preocupante.

No Hospital Moinhos de Vento, a situação mais crítica é a percebida no Serviço de Mastologia. A queda chega a 80% em exames de diagnóstico e em cirurgias para retirada de tumores. “O medo do novo coronavírus pode aumentar as taxas de mortalidade por câncer. As pessoas que não estão fazendo os exames de rastreamento podem descobrir um tumor quando as chances de tratamento e cura são menores. Além disso, no sistema público, podemos ter um colapso pela alta demanda de pacientes oncológicos com diagnóstico tardio e, com isso, mais dificuldade para tratá-los”, explica a chefe do Serviço de Mastologia da instituição, Maira Caleffi. “Estamos trabalhando sob todos os cuidados e as pacientes estão sendo operadas em prazos rápidos e em áreas muito seguras”, completa.

Epidemia de câncer

Os procedimentos de biópsia para identificação de tumores tiveram queda de até 50% de março a junho deste ano em comparação com 2019, os quatro meses seguintes à confirmação do primeiro caso de Covid-19 no estado. A diminuição do movimento no Centro de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento também chama a atenção. O número de novos pacientes iniciando tratamentos com radioterapia foi 20% menor no período. A média diária de sessões chegou a reduzir pela metade em alguns momentos.

O chefe do Serviço de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento, Sérgio Roithmann, alerta para o risco de uma “epidemia” de câncer em estágios mais avançados, no futuro. “Evoluímos muito na última década com novas tecnologias que nos permitem tratar o câncer de forma mais eficaz e menos dolorosa. Temos cirurgia conservadora, robótica, radioterapia de precisão, drogas alvo, imunoterapia e as possibilidades de cura com menos sequelas. Mas o diagnóstico precoce é o que salva vidas de dois em cada três casos. O efeito dessa redução dos diagnósticos e dos atraso no início e até interrupção dos tratamentos pode fazer com que as chances de sucesso das terapias sejam limitadas”, ressalta.

Ambiente mais seguro e fluxos individualizados

A oncologista Daniela Rosa destaca que o receio dos pacientes que deixaram de procurar os hospitais demonstra falta de informação. “Os protocolos e rotinas adotados devido ao risco de contaminação tornou algumas áreas ainda mais seguras. A instituição possui fluxo individualizado para atender pacientes com sintomas respiratórios para prevenir infecções de pessoas com outros problemas de saúde. Com a suspensão de procedimentos eletivos e medidas que limitam a circulação, está até mais fácil e mais rápido realizar qualquer exame e consulta”, pontua a médica do Serviço de Oncologia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 541 Visualizações
Saúde

Pesquisadores brasileiros iniciam novo estudo sobre tratamentos anticoagulantes em pacientes com Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O grupo Coalizão, grupo que reúne especialistas de instituições e hospitais brasileiros, deu início a um estudo sobre diferentes estratégias de anticoagulação em pacientes hospitalizados com Covid-19. O objetivo é avaliar o impacto do tratamento na mortalidade, tempo de internação hospitalar e tempo de necessidade de suporte de oxigênio ao final de 30 dias de tratamento. “O BCRI (Brazilian Clinical Research Institute) e o Hospital Albert Einstein serão responsáveis pela coordenação operacional do estudo, que é uma iniciativa liderada pelo grupo Coalização”, diz o Dr. Renato Lopes, Professor Livre Docente da Divisão de Cardiologia da Escola Paulista de Medicina (UNIFESP) e da Duke University (EUA).

O estudo clínico randomizado acontece em cerca de 40 centros brasileiros e pretende analisar 600 pacientes divididos em dois grupos para avaliar diferentes estratégias de anticoagulação: a anticoagulação plena, com rivaroxabana 20mg, uma vez ao dia, seguida de heparina em dose terapêutica (quando indicado) e a anticoagulação profilática (heparina ou fondaparinux). “Será o primeiro estudo randomizado a testar uma estratégia de anticoagulação plena com um anticoagulante oral direto, a rivaroxabana, em pacientes com a Covid-19”, conta Dr. Renato.

“Evidências científicas iniciais relacionam o surgimento de microtrombos em pacientes com a Covid-19, que podem levar a piores desfechos clínicos. O estudo, portanto, testará qual é a melhor estratégia de anticoagulação para potencialmente evitar que esse paciente evolua ao óbito ou para um quadro mais grave de insuficiência respiratória em que necessite mais tempo de internação hospitalar”, explica o médico. E completa: “O nosso estudo ACTION diferencia-se de muitas das outras pesquisas por ser um estudo clínico randomizado e com número adequado de participantes para se demonstrar um potencial efeito da anticoagulação plena sobre desfechos clinicos relevantes. Desta forma, o estudo trará respostas mais robustas, com maior nível de evidência e gerando resultados mais precisos sobre uma real forma de tratamento para esses pacientes”.

Testes clínicos de medicamentos

A Coalizão Covid Brasil constitui uma aliança inédita e eficiente entre Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet), em parceria com Ministério da Saúde, para condução de testes clínicos com medicamentos para Covid-19. A Coalizão Covid Brasil conta com o apoio da EMS fornecendo os medicamentos hidroxicloroquina e azitromicina, do Aché fornecendo dexametasona e da Bayer fornecendo rivaroxabana. Por meio dessa colaboração acadêmica é possível acelerar oportunidades de respostas científicas com impacto positivo na saúde no Brasil.

Todas estas pesquisas são lideradas de forma simultânea e colaborativa pelas instituições Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet).

Os resultados dos primeiros estudos estarão disponíveis em 30 a 60 dias, e permitirão dar respostas confiáveis e sólidas com alto rigor científico, e, portanto, mais confiáveis sobre tratamentos para pacientes com Covid-19. Desta maneira, a Coalizão Covid-19 Brasil contribui e contribuirá na redução do ônus da Covid-19 no Brasil e, potencialmente, em outras regiões geográficas do mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 675 Visualizações
Business

Pesquisa da CDL Santa Cruz mostra como o comércio sente o impacto da pandemia

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Seis meses de muitas dificuldades. É o que mostram os números da pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes e Lojistas de Santa Cruz do Sul (CDL Santa Cruz) acerca do impacto da pandemia do coronavírus nas vendas no comércio da cidade. Um total de 212 lojistas responderam ao levantamento realizado pela entidade.

O presidente da CDL Santa Cruz, Marcio Farias Martins, destaca que os números demonstram o que já se via na prática entre os lojistas. “A principal data, que foi a Páscoa, foi seriamente atingida com o fechamento do comércio em geral no período que antecedeu. Assim, os demais meses que se sucederam, houve uma retração significativa que vai levar um grande tempo para que se possa recuperar”, observou.

Martins destaca que com os dados é possível fomentar campanhas para o segundo semestre e buscar alternativas entre os lojistas e o Poder Público para que o comércio volte a funcionar e obtenha uma recuperação.

“Os lojistas seguem muito preocupados com a pandemia, a forma como isso vem atingindo o nosso mercado, e em especial, com a saúde financeira das nossas empresas. Entendemos que é necessário que os comerciantes precisam criar alternativas junto com o Poder Público para conseguirmos alavancar as vendas e voltar a estimular a economia e o consumo”, citou.

Setores

Entre os setores que sentiram pouca retração neste primeiro semestre está o dos supermercados, em que 50% dos estabelecimentos teve um crescimento entre 30 e 40%, enquanto que 25% teve um crescimento entre 30 e 40% e 25% cresceu entre 10 e 20%. O setor também é um dos que aumentou seu lucro em até 50% em relação ao mesmo período do ano passado. O reflexo disso também se deu no quadro de funcionários, pois metade dos que responderam ao questionário mantiveram seu número e outra metade aumentou seu contingente.

Já no setor das Agropecuárias, onde 42,9% não teve crescimento ou retração este ano; 28,6% teve retração entre até 10% e 14,3% retração entre 10 e 20% e 14,3%, retração entre 40 e 50%. Outro é o de brinquedos que fechou o primeiro semestre sem crescimento ou retração de até 10% (66,6%), sendo que 16,7% teve retração de mais de 50% e 16,7% teve crescimento de até 10%.

Já os setores de vestuário e calçados foram mais afetados neste primeiro semestre. No Vestuário, a retração no primeiro semestre foi muito grande: 49,9% entre 40 e 30%; 31,8%, mais de 50% de retração; 9,1%, retração entre 20 e 30%; 4,5%, retração entre 10 e 20%; e 13,5% registraram crescimento entre 10 e 40%.

Nas lojas de calçados, 100% dos empresários responderam que tiveram retração entre zero e mais de 50% neste primeiro semestre. Mesmo assim, para 55,6% não houve alteração no quadro de funcionários, enquanto que 33,3% realizou demissões e 11,1% fez admissões no seu quadro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 484 Visualizações
Cidades

Estudo da Amlinorte revela que Litoral Norte tem uma população superior a 700 mil pessoas

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Amlinorte encaminhou ao Governador do Estado um relatório com 600 páginas, demonstrando o aumento populacional que o Litoral Norte vem apresentando nos últimos meses. Os dados foram obtidos levando em consideração o aumento no consumo de energia elétrica na região, além do aumento na produção do lixo e também na cobertura da vacina da gripe da população idosa, que superou a casa dos 100%.

De acordo com o presidente da Amlinorte, prefeito Pierre Emerim da Rosa, de Imbé, somente no levantamento feito junto a CEEE, houve um aumento no consumo de energia elétrica na região na ordem de 25% nos últimos três meses, comparado com o mesmo período do ano passado. Além disso, o volume de resíduos sólidos coletados nos últimos seis meses também demonstra um acréscimo substancial, permitindo calcular, com base nos índices preconizados pelo Ministério do Meio Ambiente, que a população do litoral Norte já está em 716 mil pessoas e não 397 mil como previstos no IBGE 2019.

Os dados foram apresentados ao governador do Estado, através de uma videoconferência, que solicitou o encaminhamento dos estudos feitos pela Associação de Municípios, material compilado pelo escritório Sielichow Advocacia, pelos advogados Cristiano Sielichow e Rui Lang, que auxiliaram na elaboração do pedido administrativo junto ao Governo do Estado. A expectativa agora é de que o governo possa ajustar os cálculos e medidas adotadas para o Litoral Norte, tanto no combate ao coronavírus, quanto a liberação de leitos, imposição de bandeiras e até mesmo nos repasses de programas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 540 Visualizações
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