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ESG

Business

Evento Empreendedorismo 360° vai estimular inovação e transformação

Por Marcel Vogt 04/09/2023
Por Marcel Vogt

Desmistificar o conceito de inovação e incentivar a prática do dia a dia para transformar pequenos negócios. Essa é a proposta do Empreendedorismo 360º – Inovar para Transformar, evento que já tem data marcada para mobilizar a comunidade de Santa Cruz do Sul e região: dias 12 e 13 de setembro. A proposta, uma parceria entre Sicredi Vale do Rio Pardo, Sebrae e Unisc, consiste em painéis e palestras com profissionais que são referências nos assuntos inteligência artificial, ESG e o Futuro dos Negócios.

Conforme o coordenador de Programas Sociais do Sicredi Vale do Rio Pardo, Marco Antonio da Rocha, a programação trará uma série de conhecimentos sobre conteúdos como ESG (sustentabilidade ambiental, social e governança corporativa) e articulação deste tema com o contexto atual da evolução da inteligência artificial, além de histórias de empresas que já vivem essas práticas em suas respectivas áreas de atuações. “O objetivo é trazer para a comunidade regional oportunidades e tendências utilizadas por empreendedores, além de uma série de aplicações e boas práticas nos negócios, explicando como essas ferramentas podem apoiar no crescimento das empresas.”, destaca.

O evento será realizado no Auditório Central da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), bloco 24, em ambos os dias das 18h30 às 21h30. A entrada será gratuita, com necessidade de inscrição prévia pelo link: https://forms.office.com/r/NZKHNDd3wa . Apenas é solicitada a doação voluntário de 1kg de alimento não perecível.

Programação

12 de setembro: ESG para os pequenos negócios
– ESG e o Futuro dos Negócios: Tendências e Oportunidades com Giane Guerra da RBS.
– Aplicação de ESG nos pequenos negócios com Giovane Conti – Práticas Sustentáveis para Empresas.
– Painel ESG nos pequenos negócios com relatos e destaques na região.

13 de setembro: Inteligência Artificial para os pequenos negócios
– Aplicação da Inteligência Artificial nos pequenos negócios com Roberto Santos.
– Painel Cooperativas Escolares Sicredi – Case Nemos.
– Painel Políticas Públicas- Destaques de sustentabilidade.

Horário: 18h30 às 21h30
Evento presencial: Auditório da UNISC, em Santa Cruz do Sul
Evento gratuito com a doação voluntária de alimentos não perecíveis
Inscrições: https://forms.office.com/r/NZKHNDd3wa

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2023 0 Comentários 418 Visualizações
Business

Assintecal debate ganhos econômicos e ESG

Por Marina Klein Telles 11/08/2023
Por Marina Klein Telles

A mais recente reunião do Grupo Temático de Sustentabilidade da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), ocorrida de modo híbrido na última quarta-feira (9), debateu como as práticas ESG podem ajudar o planeta e na lucratividade das empresas. O encontro contou com apresentações da consultora empresarial de sustentabilidade e inovação, Cenira Verona, e da coordenadora de ESG e Sustentabilidade da A. Grings (Piccadilly), Morgana Marca.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, conta que o objetivo do encontro era contextualizar as oportunidades financeiras e de negócios que o ESG acarreta às empresas que incorporam o tema como propósito. “Falamos de eficiência operacional, acesso a crédito, reputação da marca, gestão de riscos, atração/retenção de talentos e até mesmo a fidelização do cliente”, conta.

O encontro começou com Cenira ressaltando as vantagens das práticas ESG, tanto na questão jurídica quanto econômica. Segundo a consultora, porém, o conceito leva a ganhos que vão além dos legais. Cenira listou, ainda, oportunidades de financiamento e incentivos para empresas que apostam em práticas sustentáveis. Entre essas, citou a linha FINEP Sustentabilidade, que apoia o desenvolvimento e adoção de tecnologias para a redução no consumo de recursos naturais; a linha BNDES Finem, que promove financiamentos às empresas para fomentar a sustentabilidade e a eficiência produtiva; e os incentivos governamentais em ICMS, IRPJ e PIS/Cofins. “Além disso, a Bolsa de Valores já possui índices específicos para empresas que atuam em consonância com as práticas ESG. O índice da B3, por exemplo, atingiu uma rentabilidade de quase 6% no acumulado de 2023”, disse.

Case

Na sequência, Morgana apresentou o case de sucesso da A.Grings, produtora da marca Piccadilly. Com duas unidades produtivas no Rio Grande do Sul, a calçadista emprega mais de 2,5 mil colaboradores que produzem, anualmente, mais de 8,4 milhões de pares, dos quais 35% são exportados para mais de 100 países. Certificada no nível máximo do Origem Sustentável, o Diamante, a empresa trabalha em ações sociais, ambientais e de governança voltada ao ESG. Entre os destaques, está o projeto Aterro Zero. Desde 2013, segundo Morgana, a empresa não envia resíduos para aterros, reaproveitando 65% deles e enviando 35% para coprocessamento.

Em 2022, conforme a coordenadora, quase 300 toneladas de resíduos foram reaproveitados/reciclados. “Além disso, temos ações que engajam a sociedade local de onde estamos inseridos. A importância do engajamento da alta gestão e de toda a empresa com a comunidade é fundamental. Destacamos também o projeto Encorajamento Feminino Piccadilly, no qual valorizamos as lideranças femininas sob as mais diferentes óticas possíveis e respeitando o contexto de cada uma, mas sempre incentivando o seu melhor”, contou Morgana.

Grupo de Sustentabilidade

O Grupo Setorial de Sustentabilidade, criado pela Assintecal em maio deste ano, conta com 35 empresas de componentes para couro, calçados e artefatos. O objetivo do grupo é discutir, em palestras e workshops, a cultura da sustentabilidade e ESG, promovendo boas práticas ambientais e sociais na cadeia de fornecedores de materiais. A próxima reunião do grupo está marcada para 18 de outubro, na sede da Assintecal, em Novo Hamburgo/RS ou no ambiente on-line.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2023 0 Comentários 613 Visualizações
Business

Mercopar define o ESG como tema de sua 32ª edição

Por Marcel Vogt 26/07/2023
Por Marcel Vogt

A Mercopar 2023 definiu o ESG como tema da sua 32ª edição. Os princípios e boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa irão permear os conteúdos dos quatro dias de programação da maior feira de inovação industrial da América Latina, promovida pelo Sebrae RS e pela Fiergs de 17 a 20 de outubro, no Centro de Feiras e Eventos Festa da Uva, em Caxias do Sul. As novidades não param por aí: o evento irá incorporar este ano seis mil metros quadrados de área construída, totalizando 38 mil metros quadrados, um crescimento de 18,75% em relação ao ano passado.

“A Mercopar hoje é um evento consolidado no calendário econômico do Estado, ganhando cada vez mais projeção nacional, com números expressivos e que demonstram o seu crescimento ano após ano. Em 2023, vamos fortalecer ainda mais sua vocação como um evento gerador de negócios e fonte de conteúdo técnico de valor”, destaca o presidente do Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae RS, Luiz Carlos Bohn.

Em 2022, uma edição histórica da feira reuniu 512 expositores, sendo 80 startups, e gerou um número recorde de R$ 430 milhões em negócios, um crescimento de 77% em relação ao ano anterior. Foram mais de 35 mil visitantes e de 200 horas de conteúdo durante os quatro dias do evento que possui foco voltado para a geração de negócios e promoção de conteúdo de segmentos como metalmecânico, tecnologia da informação, energia e meio ambiente, borracha, automação industrial, plástico, eletroeletrônico, movimentação e armazenagem.

“A Mercopar é uma feira de inovação industrial que ocorre de forma ininterrupta desde a sua primeira edição, o que demonstra a força e a importância das empresas gaúchas na cadeia produtiva industrial. Hoje temos soluções e oportunidades que estão conectadas àquilo que há de mais inovador do mercado global”, salienta o presidente do Sistema Fiergs, Gilberto Porcello Petry,

Mercopar 2023

Promovida pelo Sebrae RS e pela Fiergs, a Mercopar chega a sua 32ª edição de 17 a 20 de outubro, no Centro de Feiras e Eventos Festa da Uva, em Caxias do Sul. Em 2022, a maior feira de inovação industrial da América Latina reuniu 512 expositores e gerou um número recorde de R$ 430 milhões em negócios, um crescimento de 77% em relação ao ano anterior. Foram mais de 35 mil visitantes e mais de 200 horas de conteúdo durante os quatro dias do evento. O evento possui foco voltado para a geração de negócios e promoção de conteúdo de segmentos como metalmecânico, tecnologia da informação, energia e meio ambiente, borracha, automação industrial, plástico, eletroeletrônico, movimentação e armazenagem.

Foto: Eduardo Rocha/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2023 0 Comentários 516 Visualizações
Business

Wirth recebe certificação do Origem Sustentável

Por Marcel Vogt 05/07/2023
Por Marcel Vogt

A Wirth, tradicional indústria de calçados de Dois Irmãos/RS fundada em 1948, foi certificada no Origem Sustentável, única certificação de práticas ESG para a cadeia produtiva do calçado no mundo. A entrega do certificado no nível Prata aconteceu ontem (4) na sede da empresa e contou com as presenças da diretoria e do presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira.

O diretor da empresa, Ricardo Wirth, destaca que a empresa, durante o processo de adequação para recebimento do certificado, notou que já trabalhava a sustentabilidade desde a sua fundação. “Nós já tínhamos processos de sustentabilidade, pois sempre cuidamos para não poluir o meio ambiente, respeitando os funcionários e não desperdiçando materiais. Só não tínhamos o carimbo, a chancela”, disse, ressaltando que o Origem Sustentável foi a “cereja do bolo”. “Foi histórico e significativo recebermos essa certificação no ano em que comemoramos nossos 75 anos de atuação”, comemora.

Com 1,2 mil funcionários, que produzem mensalmente mais de 8 mil pares de calçados, dos quais 90% são embarcados para mais de 50 países, a Wirth tem como destaque em sustentabilidade a não geração de resíduos para aterros sanitários, com envios do que não pode ser reaproveitado para coprocessamento, o rastreamento total das embalagens e a logística reversa das latas de adesivo, além utilizar energia elétrica 100% limpa, adquirida por meio do Mercado Livre. “Desde dezembro de 2021, quando passamos a utilizar energia limpa, deixamos de emitir mais de 368 toneladas de CO2”, conta Eduardo Herzer, supervisor de Qualidade da empresa.

Social

Na área social, a atuação da empresa também é bastante intensa. Herzer destaca a manutenção de um refeitório para os colaboradores, a disponibilização de vale transporte, cartão alimentação, plano de saúde/odontológico, fisioterapia e auxílio educação para os trabalhadores. “Para faculdade, a empresa arca com 40% do valor. Para cursos de qualificação profissional do Senai, arcamos com 50%”, conta o supervisor.

Competitividade

Ferreira, ao parabenizar a empresa, destaca que a certificação traz ganhos de competitividade em um mundo de consumidores cada vez mais conscientes. “A nova geração, e as próximas, tendem a dar ainda mais importância para questões de sustentabilidade e ESG. Querem saber de onde vem e para onde vai o produto. As empresas que desejam competir nesse mercado precisam estar orientadas para as práticas sustentáveis de produção”, ressalta o dirigente, acrescentando que a certificação é um diferencial da indústria calçadista brasileira diante dos principais concorrentes internacionais.

Sobre o Origem Sustentável

O Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2023 0 Comentários 513 Visualizações
Business

Datwyler do Brasil inaugura Centro de Distribuição em São Leopoldo

Por Marina Klein Telles 03/07/2023
Por Marina Klein Telles

Atenta ao crescimento do mercado de reposição para a indústria automotiva, a Datwyler do Brasil, parte do grupo Suíço Datwyler, investiu R$ 2 milhões no seu novo Centro de Distribuição, que será inaugurado dia 6 de Julho, às 18h30, localizado na Avenida Mauá, 2.400, em São Leopoldo/RS. A estratégia de reforçar o plano de logística vai reduzir o tempo de entrega para os produtos transacionados com os clientes brasileiros, do Uruguai, Argentina, Bolívia, Peru, Chile, Paraguai, Equador e Honduras.

Com a conclusão do Centro de Distribuição, a Datwyler soma R$ 30 milhões em investimentos no país, iniciados em agosto de 2018, quando adquiriu a Bins Artefatos de Borracha para ampliar seu acesso à indústria automotiva brasileira e indústria em geral na América do Sul. A grande rede de clientes, somada ao alto conceito junto aos demais stakeholders, a mão de obra qualificada, e a localização junto a um dos principais polos industriais do Brasil, foram determinantes para a aquisição do grupo Suíço.

A instalação do novo Centro de Distribuição, ao lado da fábrica (revitalizando a estrutura antes ocupada pela centenária Gráfica Rotermund), permite que a Datwyler do Brasil centralize as operações de distribuição e aumente a capacidade de armazenamento para 3.000 posições. “Cogitamos investir em São Paulo ou Minas Gerais, por estarem no centro do país, mas diante da disponibilidade do prédio, optamos por investir localmente”, explica Sérgio Luis Patzlaff, diretor da operação brasileira. Decisão que permitirá o controle de todas as operações, desde a Produção, armazenamento e entrega para todo o Brasil e compradores vizinhos.

Os investimentos da Datwyler do Brasil são avaliados a partir da análise de cenários da economia nacional e internacional. Conforme o executivo, o mercado de reposição para o setor automotivo é muito amplo e existe uma projeção de crescimento orgânico nos próximos cinco anos. “Crises são oportunidades para crescer, para investir nas pessoas e no cuidado ainda maior junto aos clientes”, avalia Patzlaff. Prova disso foi o faturamento recorde registrado pela empresa em maio deste ano, puxado pelo setor de reposição.

ESG permeia a gestão do Grupo Datwyler

Em nível global, a Datwyler vem desenvolvendo uma série de ações focadas nos princípios da boa governança, responsabilidade social e meio ambiente. No Brasil, a atual gestão mantém a cultura implantada pela sua antecessora Bins e a incrementa com a visão da holding. Os resultados podem ser vistos pelas conquistas junto ao programa Great Place to Work, pelo qual, por três anos consecutivos, é apontada como uma das melhores empresas para trabalhar.

Um programa de valorização de lideranças destina investimentos em Educação para o aperfeiçoamento das equipes. “Priorizamos a retenção dos nossos talentos. São funcionários muito dedicados e que, por meio de um plano de carreira, podem permanecer por muito tempo nos nossos quadros”, ressalta o gerente de Controladoria, Marcelo Braun, ao citar que ele mesmo é um exemplo deste programa.

Sobre o Grupo Datwyler

O Grupo Datwyler está sediado na cidade de Altdorf, na Suíça, onde foi fundado em 1915. Concentra sua atuação em soluções customizadas para componentes de elastômeros de sistema crítico de alta qualidade e tem posições de liderança em mercados globais, como Saúde, Mobilidade, Conectores, Indústria em Geral e Alimentos. A produção está distribuída em 27 locais em quatro continentes (Europa Ocidental e Oriental, Estados Unidos, Coreia do Sul, China, índia, México e Brasil), gerando mais de oito mil empregos diretos. As vendas atingem mais de 100 países e geram uma receita anual superior a 1 bilhão de francos suíços em 2022 (cerca de R$ 5 bilhões). A empresa está listada na SIX Swiss Exchange desde 1986.

Foto: Diego da Rosa/divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2023 0 Comentários 1,3K Visualizações
Business

Crespi recebe certificação de sustentabilidade

Por Marcel Vogt 22/06/2023
Por Marcel Vogt

A Crespi do Brasil, indústria de laminados sintéticos de Novo Hamburgo/RS, recebeu, ontem, quarta-feira (21), a certificação do Origem Sustentável no nível Ouro. Com mais de 60% dos indicadores do programa atingidos, a empresa vem se destacando na busca de uma produção cada vez mais sustentável e alinhada aos conceitos de ESG (Environmental, Social and Governance).

Na oportunidade, a superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Silvana Dilly, ressaltou que o momento é importante não somente para a empresa, mas para a cadeia produtiva do calçado no Brasil. “O Origem Sustentável é a única certificação de ESG para o setor no mundo e termos mais uma empresa certificada é sempre um momento de alegria e um indicativo de que estamos no caminho certo, rumo a uma indústria cada vez mais sustentável e alinhada às tendências de consumo”, disse.

O diretor da empresa, Paulo Roberto dos Reis Filho, destacou que a Crespi do Brasil pensa na sustentabilidade muito além da sua estrutura física e do pilar ambiental. “Queremos contribuir com a nossa comunidade local por meio de ações que favoreçam a educação, a saúde, o esporte, que valorizem a cultura e gerem empregos, sempre com o objetivo de promover a inclusão social, econômica e política”, comentou.

Direcionamento

Chamou a atenção dos auditores do Origem Sustentável, para a certificação da Crespi do Brasil, o fato de a empresa, a partir de 2020, ter mudado o direcionamento do seu centro de pesquisa e desenvolvimento, o Studio Crespi Design, que passou a produzir coleções orientadas para a inserção de produtos eco-responsáveis e novas possibilidades de acabamentos. Neste contexto, a empresa criou a base Ecofit, que tem 30% de sua composição feita de fibra de viscose, fibra artificial de fonte renovável produzida a partir de cavacos de madeira de árvores que possuem pouca resina ou a partir da semente do algodão e substitui a fios de origem petrolífera.

A partir da orientação, a empresa, em 2022, migrou completamente para o Ambiente de Contratação Livre, passando a utilizar energias totalmente renováveis em seu processo produtivo. “Por termos migrado nossa operação para uma energia renovável, deixamos de emitir o equivalente a 27,6 mil toneladas de CO2, o que contribuiu significativamente para reduzir nossa pegada de carbono”, conta Filho. Outro ponto de destaque colocado pelo diretor é a substituição do óleo combustível pelo gás natural e a troca das lâmpadas fluorescentes por lâmpadas de LED em 90% das suas dependências.  Segundo ele, com essas ações, a empresa conseguiu uma redução de 15% do seu consumo de energia elétrica e 20% no consumo de gás natural e à lenha.

O ano passado também marcou a divulgação do primeiro inventário de emissões de gás carbônico da empresa. O documento indicou que a produção emite, anualmente, 787,5g de CO2 por metro linear. “Nossa meta é chegar a menos de 690g por metro produzido até final de 2028”, projetou Filho.

Social

Na dimensão social, a Crespi do Brasil passou a realizar treinamentos com todos os seus 72 colaboradores, buscando sensibilizá-los sobre as questões de sustentabilidade e a postura da empresa diante dos novos desafios. “Os treinamentos são realizados tanto de forma on-line quanto presencial e contam com a participação de acionistas, colaboradores, fornecedores, clientes e consumidores. Além disso, enviamos nossa Política de Sustentabilidade para toda a equipe por meio de e-mail corporativo para que todos pudessem ter acesso”, informou Filho, destacando a criação de uma cultura de sustentabilidade na empresa e na comunidade.

Empresa

Com mais de 70 funcionários, a Crespi do Brasil é uma das líderes brasileiras no fornecimento de laminados sintéticos em poliuretano para as indústrias de calçados e artefatos. O objetivo de participar do Origem Sustentável é, além de ajudar na preservação ambiental e dos direitos humanos, fortalecer a imagem da marca junto aos seus clientes, fornecedores, colaboradores e sociedade em geral.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2023 0 Comentários 603 Visualizações
Variedades

SindiTabaco chega aos 76 anos com foco no ESG

Por Marina Klein Telles 21/06/2023
Por Marina Klein Telles

No dia 24 de junho, a entidade que reúne as empresas de tabaco completa 76 anos de atuação pela sustentabilidade de todos os elos da cadeia produtiva. Criada em 1947, com o nome de Sindicato da Indústria do Fumo, a representação surgiu a partir da necessidade de organização das indústrias do setor junto aos trabalhadores e aos órgãos governamentais. Desde então, a sua área de abrangência aumentou para as diversas regiões do Brasil e houve algumas alterações na denominação, que desde 2010 é Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco).

Com papel importante nas ações pela manutenção da produção e das operações industriais, o sindicato busca se antecipar às necessidades de inovação. Há várias décadas, o setor vem implementando ações que estão alinhadas à ESG (Environmental, Social and Governance), uma das siglas mais comentadas no mundo corporativo na atualidade. Mesmo antes de se falar em ESG, o setor do tabaco já conduzia atividades visando o ambiental, o social e a governança dentro dos propósitos de produção sustentável.

Diversas iniciativas foram tomadas de forma a atender as exigências governamentais e de clientes. “O próprio Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), criado em 1918, já era um prenúncio da capacidade de organização do setor no Brasil e o SindiTabaco baseou muitas de suas práticas nessa integração. O incentivo à produção florestal energética, que ocorre desde 1978 e mantém o setor autossuficiente em lenha para as estufas, é um exemplo. Há ainda o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos realizado há 23 anos e criado antes de haver lei sobre logística reversa”, comenta o presidente da entidade, Iro Schünke.

A entidade atua ainda em diferentes frentes sociais. “Combatemos o trabalho infantil desde a década de 1990, incentivamos à diversificação das propriedades e a conscientização sobre a saúde e segurança do produtor são práticas constantes. São ações que resultam no fortalecimento da cadeia produtiva e consequente estabilidade do Brasil no topo do ranking mundial de exportações há três décadas”, celebra o executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 433 Visualizações
Business

Assintecal cria grupo de sustentabilidade e reativa Inteligência de Mercado

Por Marina Klein Telles 17/05/2023
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), com o objetivo de discutir temas importantes em prol do desenvolvimento da cadeia produtiva do calçado, acaba de criar o Grupo Setorial de Sustentabilidade e reativar o Grupo Setorial de Inteligência de Mercado. Ao passo que o primeiro grupo discute temas ligados à cultura da sustentabilidade e ESG, o segundo debate o panorama macroeconômico e setorial, com informações e projeções para curto e médio prazos.

Com 12 empresas participantes, o Grupo Setorial de Sustentabilidade apoia e instiga empresas em aspectos relevantes ao tema relacionado, trazendo inovações e oportunidades para os fabricantes que estão realmente dispostos a buscar a mudança. “É um grupo específico para trazer conteúdos e discussões que possam ajudar as empresas participantes a aperfeiçoarem suas práticas sustentáveis e avançar cada vez mais nessa jornada”, avalia a superintendente da Assintecal, Silvana Dilly. O próximo encontro está marcado para 7 de junho.

Um dos grupos mais procurados pelas empresas é o de Inteligência de Mercado. Coordenado pelo doutor em Economia e consultor setorial Marcos Lélis, o Grupo Setorial de Inteligência de Mercado ocorre a cada dois meses e traz números atualizados e projeções com base no panorama dos mercados nacional e internacional. A agenda de encontros do grupo já está aberta para 2023, sendo que os eventos acontecerão nos dias 24/05, 19/07, 27/09 e 22/11. Ambos os grupos organizam encontros em formato híbrido, sendo que o de Sustentabilidade é exclusivo para empresas participantes do Origem Sustentável e o de Inteligência de Mercado aberto para os associados da Assintecal. Saiba mais e inscreva-se pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/05/2023 0 Comentários 545 Visualizações
Saúde

Sesi Conecta Saúde aborda estratégias de ESG

Por Marina Klein Telles 25/04/2023
Por Marina Klein Telles

O crescimento sustentável das organizações passa pelo desenvolvimento de ações voltadas para a saúde das pessoas. É para fomentar reflexões sobre os tópicos mais atuais dessa temática que o Serviço Social da Indústria do RS (Sesi-RS) tem promovido anualmente um dos maiores eventos de saúde no Brasil. Em 2023, o Sesi Conecta Saúde ocorre nos dias 9 e 10 de maio e aborda com profundidade as conexões entre as estratégias de ESG e Saúde nas empresas.

A sigla em inglês para “Environmental, Social and Governance” se refere a uma jornada de transformação para potencializar as práticas de sustentabilidade ambiental, sociais e de governança nas organizações. Por isso, o ESG tem sido um importante fator de fortalecimento para o futuro da Saúde Integral no Trabalho, impactando na segurança, bem-estar e qualidade de vida dos trabalhadores e fazendo com que as empresas ganhem em desenvolvimento e em competitividade no mercado.

“Considerando o cenário mundial e brasileiro de aumento da expectativa de vida da população, aumento na prevalência de casos de doenças – como DCNT´s e transtornos mentais e comportamentais, entre outros, o Sesi-RS pauta cada vez mais a sua atuação por meio da Saúde Integral, de forma a contribuir positivamente para o cuidado integral e para a longevidade saudável e produtiva, tanto dos trabalhadores – impactando na força produtiva das indústrias, quanto da comunidade, associada a maior qualidade de vida em geral” destaca o superintendente do Sesi-RS Juliano Colombo.

Esta visão integral também se conecta com a temática da sustentabilidade pautada no ESG, já que ambos se referem a necessidade do “cuidado”, assunto que será tratado no evento deste ano. Reunindo palestrantes nacionais e internacionais, o evento beneficiou mais de 50 mil inscritos nas suas duas últimas edições e, mais uma vez, tem o objetivo de promover discussões de qualidade e de reforçar a importância de promover ambientes laborais saudáveis em cenários de constantes mudanças.

Neste ano, especialistas renomados apresentam as suas experiências, estudos e considerações sobre Segurança e Saúde no Trabalho, sobre Saúde Mental e Fatores Psicossociais e sobre Qualidade de Vida e Bem-estar, conduzindo o público a reflexões sobre o papel das empresas e dos trabalhadores nesses âmbitos. O evento acontece em formato híbrido, com transmissão ao vivo e participação presencial de convidados à experiência imersiva no Teatro do Sesi, o maior da capital.

Ao todo, o Sesi Conecta Saúde terá 11 palestrantes trazendo discussões sobre o ecossistema da saúde. Entre eles, o psiquiatra e escritor Augusto Cury, o ex-atleta de natação da seleção brasileira Joel Jota, a neurocientista Carla Tieppo, o especialista em medicina do estilo de vida Lucas Medeiros, a especialista em educação transformadora nas empresas Soraia Schutel, entre outros.

Nos painéis serão abordados assuntos como presenteísmo, liderança, estilo de vida, diversidade, produtividade e, principalmente, como todos estão envolvidos com o ESG. As inscrições para o Sesi Conecta Saúde são gratuitas e estão abertas ao público de todo o Brasil pelo site www.sesiconectasaude.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2023 0 Comentários 640 Visualizações
Business

Origem Sustentável é destaque em evento colombiano

Por Marina Klein Telles 14/04/2023
Por Marina Klein Telles

Práticas sustentáveis e de ESG na indústria da moda e a sua crescente importância diante de um consumidor mais atento e exigente, foram tema de um debate realizado pela Câmara de Comércio de Bogotá, da Colômbia. Participaram do evento digital, em 12 de abril, o gestor de Projetos da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Cristian Schlindwein; Maria Luiza Amaro, gerente de Marketing da Lycra Company para o Brasil e Colômbia; e Edwin Alvarado, co-fundador do Closeando, site de e-commerce de vestuário da Venezuela. 

Ressaltando a importância de construir, no mundo, cadeias produtivas de calçados efetivamente sustentáveis e atuar de acordo com os preceitos de ESG, Schlindwein falou sobre o Origem Sustentável, única certificação de sustentabilidade e ESG para empresas de calçados e seus fornecedores de insumos no mundo. “O Brasil é um grande player mundial, o maior produtor de calçados fora da Ásia, e assumimos o compromisso de guiar as empresas rumo a uma produção cada vez mais sustentável não somente na dimensão ambiental, mas também social, econômica e cultural”, comentou. 

Segundo Schlindwein, para evitar greenwashing – quando as empresas apresentam produtos ecologicamente corretos, mas sem ter um processo produtivo efetivamente sustentável, o Origem Sustentável conta com auditorias de órgãos independentes e de alta credibilidade. “A indústria calçadista brasileira é uma das mais sustentáveis do mundo, principalmente quando levamos em consideração os produtores asiáticos, os principais fabricantes de calçados do mundo. Porém, sabemos que existe um caminho a ser percorrido, não somente no incremento das iniciativas de sustentabilidade, mas também no que diz respeito à comunicação delas no Brasil e no exterior”, acrescentou. 

Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, o Origem Sustentável segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. Atualmente já são mais de 90 empresas de calçados e componentes participantes, dentre essas 45 já certificadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2023 0 Comentários 534 Visualizações
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