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Entidades

Política

Entidades do Vale do Sinos pedem agilização na liberação de créditos de ICMS

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

Entidades representativas da indústria e do comércio do Vale do Sinos encaminharam uma correspondência ao subsecretário da Receita Estadual do Rio Grande do Sul, Ricardo Neves Pereira, solicitando a simplificação, a celeridade e a ampliação da liquidez dos créditos de ICMS. O pedido foi apresentado como uma medida para fortalecer a competitividade das empresas gaúchas em um cenário de desaceleração econômica, aumento dos custos operacionais e elevação das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

O documento é assinado por sete entidades que representam mais de 5 mil empresas da região. As organizações argumentam que a disponibilização mais rápida dos créditos de ICMS pode reforçar o capital de giro das empresas sem gerar renúncia fiscal por parte do Estado, uma vez que os valores já pertencem aos contribuintes.

Cenário econômico

Na correspondência, as entidades afirmam que as empresas gaúchas, especialmente as voltadas à exportação, enfrentam pressão financeira decorrente dos efeitos das enchentes de 2024, da alta dos custos logísticos, do ambiente econômico e das novas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Segundo o documento, esse contexto reduz a competitividade internacional, compromete investimentos e pode afetar a manutenção de empregos.

Diante desse cenário, as entidades defendem que o governo estadual adote medidas para facilitar o acesso aos créditos tributários, contribuindo para a preservação da atividade econômica e da capacidade de exportação das empresas.

Reivindicações

No ofício, as entidades solicitam a simplificação dos procedimentos administrativos para reconhecimento e utilização dos créditos de ICMS, maior rapidez nos processos de homologação e liberação dos valores, ampliação dos mecanismos de liquidez para utilização ou conversão dos créditos acumulados e prioridade na análise dos pedidos apresentados por empresas exportadoras ou diretamente impactadas pelas barreiras tarifárias internacionais.

Segundo o documento, essas medidas podem fortalecer o capital de giro das empresas, preservar investimentos, manter empregos e ampliar a competitividade da indústria e do comércio gaúchos em um período de instabilidade econômica.

Entidades signatárias

Assinam a correspondência a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (Aicsul), o Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC), o Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos) e o Sindicato da Indústria de Calçado do Estado do Rio Grande do Sul (Sicergs).

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Política

Entidades solicitam audiência com o governo estadual sobre concessão do Bloco 1

Por Jonathan da Silva 20/07/2026
Por Jonathan da Silva

Lideranças municipais, empresariais e acadêmicas do Vale do Sinos, Vale do Paranhana, Serra e regiões abrangidas encaminharam um pedido de audiência ao vice-governador Gabriel Souza para apresentar uma proposta alternativa ao modelo de concessão e implantação de pedágios do Bloco 1. O documento defende a construção de uma alternativa técnica, econômica e política para o projeto, mantendo a necessidade de investimentos em infraestrutura rodoviária, mas propondo ajustes para reduzir impactos econômicos e sociais e ampliar a participação das comunidades afetadas.

As entidades afirmam reconhecer a importância da modernização da malha viária e da ampliação dos investimentos em infraestrutura como fatores para a competitividade regional, a segurança no trânsito e o desenvolvimento econômico. No entanto, defendem que o modelo de concessão apresente equilíbrio econômico, transparência e sustentabilidade.

Questionamentos sobre o modelo

No documento encaminhado ao governo estadual, as entidades manifestam preocupação com aspectos da estrutura financeira e contratual da proposta. Entre os pontos destacados estão a concentração dos investimentos nos primeiros anos da concessão, os riscos de futuros reequilíbrios econômico-financeiros, a baixa transparência na composição dos custos operacionais, a falta de detalhamento sobre a manutenção e modernização das rodovias ao longo dos 30 anos de contrato e o potencial aumento dos custos para os usuários sem garantias proporcionais de qualidade dos serviços.

Outro ponto levantado é a capacidade de fiscalização técnica permanente por parte do poder concedente diante da complexidade do contrato.

Impactos econômicos e sociais

As entidades também apontam possíveis reflexos do modelo sobre trabalhadores que utilizam diariamente as rodovias, especialmente a RS-239, estudantes que se deslocam entre municípios, produtores rurais, comércio, indústria, turismo e logística regional.

Segundo o documento, há preocupação de que o aumento dos custos de deslocamento possa reduzir a competitividade econômica da região e afetar a renda das famílias.

Além disso, as lideranças avaliam que os municípios poderão enfrentar aumento da demanda por manutenção de vias alternativas, mobilidade urbana, serviços públicos relacionados ao tráfego e obras complementares.

Prioridades para a RS-239

O documento destaca a RS-239 como um dos principais eixos estratégicos da região e aponta como prioritários investimentos em viadutos, acessos seguros, duplicações tecnicamente justificadas e melhorias voltadas à segurança viária.

As entidades defendem que essas intervenções sejam preservadas independentemente de eventuais alterações no modelo de concessão.

Proposta regional

As lideranças argumentam que alterações promovidas em versões anteriores do projeto, como a redução de praças de pedágio e a exclusão de trechos, demonstram que o modelo pode ser aperfeiçoado por meio do diálogo técnico.

Entre as preocupações apontadas estão a baixa participação dos municípios na elaboração do projeto, a necessidade de maior transparência dos estudos e o fortalecimento do diálogo institucional antes da publicação definitiva dos editais.

Como alternativa, as entidades propõem a criação de uma agenda conjunta entre o Governo do Estado e representantes regionais estruturada em três frentes. A frente técnica prevê avaliação de engenharia, estudos de tráfego, revisão das prioridades de investimento e do cronograma físico-financeiro. A frente econômica propõe análise de viabilidade econômico-financeira, revisão dos custos operacionais, avaliação da sustentabilidade dos contratos e medidas para mitigação dos impactos tarifários. Já a frente institucional e política contempla participação permanente das entidades regionais, diálogo com os municípios, construção de consenso regional e acompanhamento da execução contratual.

Encaminhamentos

O documento solicita a realização de uma audiência institucional com o Governo do Estado, a criação de um grupo técnico de trabalho entre o executivo estadual e as entidades regionais, a apresentação formal de uma contraproposta antes da consolidação definitiva do modelo de concessão e a continuidade do diálogo entre as partes.

Assinam o pedido a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), a Associação dos Municípios do Vale do Paranhana (Ampara), a Associação dos Municípios do Vale Germânico (Amvag), a Associação dos Municípios de Turismo da Serra (Amserra), a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Sapiranga, Araricá e Nova Hartz (Acisa), o Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio dos Sinos (Consinos), as Faculdades Integradas de Taquara (Faccat), a Universidade Feevale, a FTEC Novo Hamburgo, o Sindicato das Indústrias de Calçados de Novo Hamburgo (SICNH), o Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC) e o Sindicato da Indústria de Máquinas, Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (Sinmaqsinos).

Foto: AwesomeContent/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
20/07/2026 0 Comentários 87 Visualizações
Política

Entidades enviam propostas ao governo para reduzir impactos do tarifaço

Por Jonathan da Silva 17/07/2026
Por Jonathan da Silva

Entidades empresariais do Vale do Sinos encaminharam, nesta quinta-feira (16), um documento ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin Filho, e ao ministro das Relações Exteriores, embaixador Mauro Vieira, propondo medidas para reduzir os impactos das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos às exportações brasileiras. No documento, as organizações também colocam-se à disposição para cooperar institucionalmente com o governo federal na busca de soluções para preservar a competitividade das empresas exportadoras.

As entidades afirmam que a confirmação das novas tarifas representa um desafio para a indústria nacional, o agronegócio e outros segmentos exportadores, com possíveis reflexos sobre investimentos, produção, empregos e renda em diferentes regiões do país.

Cooperação institucional

Entre as signatárias está a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), que manifesta disposição para colaborar na construção de soluções destinadas a minimizar os efeitos das medidas anunciadas pelos Estados Unidos.

No documento, a entidade informa que está preparada para participar de missões empresariais, promover a aproximação com entidades econômicas internacionais, compartilhar informações do setor produtivo e contribuir tecnicamente com iniciativas voltadas à ampliação da competitividade da economia brasileira.

As entidades também reiteram propostas já defendidas anteriormente, entre elas a intensificação das negociações diplomáticas e comerciais com o governo norte-americano para buscar a revisão das tarifas e o monitoramento permanente dos impactos econômicos decorrentes da medida, permitindo respostas rápidas aos setores afetados.

Medidas propostas

Além dessas ações, o documento apresenta novas propostas ao governo federal. As entidades afirmam que a solução não depende apenas da atuação brasileira, mas defendem medidas para reduzir os efeitos das tarifas sobre empresas exportadoras e suas cadeias produtivas.

Entre as propostas está a isenção, por tempo indeterminado, de tributos federais, como PIS, Cofins e IPI, sobre a produção destinada à exportação e às cadeias produtivas relacionadas. Segundo as entidades, a medida reduziria os custos de produção e permitiria que as empresas mantivessem preços competitivos no mercado internacional.

Outro ponto é a desoneração integral da folha de pagamento das empresas exportadoras e da cadeia produtiva, também sem prazo determinado, com foco na redução de encargos trabalhistas. De acordo com o documento, a medida contribuiria para a manutenção dos empregos e para a estabilidade econômica das regiões produtoras.

Reintegra e drawback

As entidades ainda propõem a ampliação do Programa Reintegra Especial EUA. A sugestão inclui elevar a alíquota do programa para 5% no caso de médias e grandes empresas e para 8% para micro e pequenas empresas, permitir a retroatividade dos créditos para exportações realizadas desde julho de 2024, manter a vigência enquanto perdurarem os efeitos das tarifas, criar crédito extraordinário sobre exportações destinadas aos Estados Unidos, estabelecer percentuais diferenciados para os setores mais afetados e possibilitar a utilização imediata dos créditos para compensação de tributos federais ou restituição financeira.

Segundo o documento, a alíquota atual do programa é insuficiente diante da tarifa de 50% aplicada pelos Estados Unidos. As entidades também lembram que a ampliação do Reintegra foi discutida durante missão a Brasília, em setembro de 2025, mas que o tema não avançou no Congresso Nacional.

Outra proposta é a prorrogação, por tempo indeterminado, dos prazos para exportações realizadas no regime de drawback, sem cobrança de multas ou juros para empresas afetadas pelas tarifas. Conforme o documento, em 2024, US$ 10,5 bilhões das exportações brasileiras para os Estados Unidos ocorreram por meio desse regime, e a prorrogação evitaria penalidades às empresas que não conseguirem cumprir os prazos estabelecidos.

Sem reciprocidade no momento

As entidades também defendem que o governo federal não adote medidas de reciprocidade tarifária neste momento. Em vez disso, propõem a criação de um programa emergencial e temporário de compensação para empresas exportadoras atingidas pelas tarifas. “Não precisamos responder uma tarifa com outra tarifa. Precisamos responder protegendo nossas empresas, nossos empregos e nossa capacidade de competir no mercado internacional. Cada dólar exportado representa emprego, renda e arrecadação no Brasil”, destaca o documento.

Outro encaminhamento sugerido é a instalação imediata de uma Mesa Permanente de Crise para o Comércio Exterior, reunindo representantes da Presidência da República, dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, das Relações Exteriores e da Fazenda, além do Congresso Nacional e de entidades empresariais e exportadoras. O objetivo é acompanhar a evolução do cenário, coordenar ações de enfrentamento e construir soluções conjuntas para preservar a competitividade da economia brasileira.

Entidades participantes

O documento é assinado pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), pela Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), pela Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (Aicsul), pelo Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC) e pelo Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (Sinmaqsinos).

Foto: Jannoon028/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
17/07/2026 0 Comentários 62 Visualizações
Política

ACIs do Vale do Rio Pardo reúnem deputados para discutir demandas regionais

Por Jonathan da Silva 07/07/2026
Por Jonathan da Silva

Lideranças das Associações Comerciais e Industriais (ACIs) do Vale do Rio Pardo se reuniram com deputados federais e estaduais da região para debater entraves ao desenvolvimento econômico regional nesta segunda-feira (6), no Hotel Charrua, em Santa Cruz do Sul. O encontro deu continuidade ao trabalho de mobilização liderado pela Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz do Sul e teve como objetivo promover um canal direto de interlocução entre as entidades e os parlamentares para discutir propostas voltadas aos principais desafios enfrentados pelos municípios do Vale.

Participaram da reunião os deputados Marcelo Moraes (PL), Kelly Moraes (PL), Edivilson Brum (MDB), Airton Artus (PDT), Heitor Schuch (PSD), Covatti Filho (PP) e Adolfo Brito (PP). Durante o encontro, foram debatidos temas como melhorias na logística e infraestrutura para o escoamento da produção, o papel de Santa Cruz do Sul como polo regional de saúde, o reforço da segurança pública, a defesa da cadeia produtiva do tabaco, os impactos da reforma tributária sobre as pequenas empresas e alternativas para enfrentar a escassez de mão de obra nos setores da indústria, comércio e serviços.

Representatividade regional

Presente na reunião, o prefeito de Santa Cruz do Sul, Sérgio Moraes (PL), destacou a importância da atuação conjunta das lideranças políticas da região. Segundo o chefe do executivo santa-cruzense, é necessária uma bancada forte em Brasília e no governo estadual para “assegurar a sobrevivência e o desenvolvimento dos municípios”, ressaltando que essa união é fundamental para o atendimento das demandas regionais.

O presidente da ACI de Santa Cruz do Sul, Marco Borba, avaliou que o encontro fortalece a articulação entre as entidades empresariais e os representantes políticos da região. Segundo ele, o espaço concedido aos parlamentares contribui para transformar o diálogo em responsabilidade compartilhada e manter o foco na busca por soluções para os desafios do Vale do Rio Pardo. “Precisamos de cada vez mais integração. A ideia é somar forças, tanto com as associações como com os nossos deputados, para enfrentar os desafios dos próximos anos”, ressaltou Borba.

Demandas apresentadas

Durante o encontro, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Candelária (ACIC) entregou aos parlamentares um documento solicitando melhorias nas rodovias RSC-287, RST-410 e RST-400. Conforme a entidade, as intervenções têm como objetivo ampliar a segurança dos usuários e fortalecer a competitividade do setor produtivo.

Participação regional

Além das lideranças da ACI de Santa Cruz do Sul, participaram representantes das ACIs de Vale Verde, Pantano Grande, Vera Cruz (Acisa), Candelária (ACIC), Rio Pardo, Sinimbu e Vale do Sol.

Também estiveram presentes o prefeito de Vale do Sol, José Valtair dos Santos (PP), o prefeito de Vale Verde, Ricardo Froemming (MDB), o prefeito de Sinimbu, Wilson Molz (PSB), e o vice-prefeito de Vera Cruz, Ângelo Hoff.

Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2026 0 Comentários 120 Visualizações
Variedades

Hard Rock Gramado doa mais de 200 cobertores e agasalhos a entidades locais

Por Jonathan da Silva 29/06/2026
Por Jonathan da Silva

O Hard Rock Hotel & Vacation Club Gramado entregou mais de 200 cobertores e agasalhos a entidades de Gramado como parte da Campanha do Agasalho 2026. A ação, realizada durante o inverno na Serra Gaúcha, tem como objetivo atender famílias em situação de vulnerabilidade por meio da distribuição dos itens arrecadados pelas instituições beneficiadas. A campanha, promovida pelo empreendimento desde o fim de maio, segue até 31 de julho com novos pontos de coleta para doações da comunidade.

Segundo o empreendimento, a iniciativa ocorre em um período de baixas temperaturas, quando os termômetros na região costumam registrar marcas próximas de zero grau ou negativas, ampliando a necessidade de cobertores, roupas de inverno e agasalhos para a população mais vulnerável.

Campanha segue até o fim de julho

O gerente de Marketing e Relacionamento do Hard Rock Hotel & Vacation Club Gramado, Diego Scariot, afirmou que a campanha faz parte das ações sociais desenvolvidas pela empresa no município. “Gramado é uma cidade de frio intenso no inverno, e saber que esses cobertores e agasalhos vão chegar a quem realmente precisa deles durante os meses mais frios do ano é o que torna essa ação tão significativa para nós. A Mundo Planalto tem um comprometimento social genuíno com Gramado, e cada doação é uma forma concreta de transformar esse compromisso em impacto real”, expressou Scariot.

A Campanha do Agasalho 2026 permanece aberta até 31 de julho. As doações de roupas de inverno, cobertores, agasalhos e calçados em bom estado podem ser entregues diariamente, das 9h às 22h, exceto às quartas-feiras, no showroom do empreendimento, localizado na Avenida Borges de Medeiros, 2507, no Centro de Gramado.

Ações sociais

De acordo com o empreendimento, a entrega dos cobertores e agasalhos integra uma série de iniciativas sociais realizadas ao longo de 2026. Entre elas estão a doação de materiais escolares, ações durante a Semana da Mulher, atividades de Páscoa em escolas municipais e a entrega de equipamentos à Brigada Militar de Gramado.

Empreendimento

Com investimento estimado em R$ 1 bilhão, o Hard Rock Hotel & Vacation Club Gramado está em construção e tem a entrega da primeira etapa, com 431 unidades, prevista para outubro de 2028. O complexo terá 143 mil metros quadrados de área total, sendo 87 mil metros quadrados de área construída, com cinco operações gastronômicas, spa, academia, piscinas internas e externas, Rock Shop, centro de eventos, mall com 16 lojas e área para shows.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2026 0 Comentários 123 Visualizações
Política

ACIs do Vale do Rio Pardo iniciam articulação regional para defender pautas comuns

Por Jonathan da Silva 11/06/2026
Por Jonathan da Silva

Representantes de associações comerciais e industriais de nove municípios do Vale do Rio Pardo participaram, na tarde desta terça-feira (9), de um encontro em Santa Cruz do Sul para iniciar uma articulação regional voltada à defesa de pautas comuns de desenvolvimento. A iniciativa é liderada pela Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz do Sul e busca integrar as entidades da região para construir uma agenda coletiva de demandas e ampliar a representatividade junto aos agentes políticos.

A reunião ocorreu na sede da ACI de Santa Cruz do Sul e reuniu presidentes e lideranças de associações comerciais de diferentes municípios do Vale do Rio Pardo. A proposta é promover a troca de experiências, identificar desafios comuns e consolidar reivindicações regionais em um documento unificado.

Integração regional

De acordo com o presidente da ACI de Santa Cruz do Sul, Marco Antonio Borba, a mobilização pretende fortalecer as entidades por meio da cooperação regional. “O Vale do Rio Pardo possui demandas urgentes e históricas. Através dessa união de forças, vamos consolidar um diagnóstico real das dificuldades enfrentadas por cada entidade e município, criando uma voz única e forte para apresentar diretamente às nossas forças políticas”, destaca Borba.

Segundo o dirigente, o grupo pretende compartilhar experiências entre as associações, identificar boas práticas e discutir soluções para problemas que afetam diferentes municípios da região.

Pautas para os parlamentares

Como encaminhamento inicial, as entidades planejam convidar deputados com atuação na região para uma reunião conjunta. O objetivo é apresentar aos parlamentares um conjunto de demandas consideradas prioritárias para o desenvolvimento regional.

A proposta prevê que cada associação contribua com informações sobre os principais entraves enfrentados em seu município. Posteriormente, essas pautas serão reunidas em um documento único para demonstrar os impactos regionais dos problemas identificados.

Entre os temas citados estão melhorias na infraestrutura e na logística de estradas, além da necessidade de ampliar a captação de recursos e emendas parlamentares para hospitais e para a estrutura de saúde da região.

Fortalecimento dos municípios menores

De acordo com os participantes, a atuação conjunta também pretende ampliar a visibilidade das demandas de municípios de menor porte, que muitas vezes encontram dificuldades para levar suas reivindicações às esferas estadual e federal.

A expectativa é que a construção de uma pauta regional fortaleça o poder de articulação das entidades junto aos representantes políticos e aos órgãos governamentais.

Próximos encontros

As lideranças definiram que as reuniões ocorrerão a cada três meses e de forma itinerante, passando pelas diferentes cidades participantes do grupo.

Segundo Marco Antonio Borba, a articulação regional surge da necessidade de acelerar o encaminhamento de pautas consideradas específicas do Vale do Rio Pardo. “Tradicionalmente, as demandas regionais são canalizadas via Federasul, em Porto Alegre. Contudo, pela amplitude da entidade estadual, as lideranças locais identificaram a necessidade de uma articulação direta e imediata. O Vale do Rio Pardo tem suas pendências e demandas específicas. Queremos cortar caminho e ter a nossa própria voz”, destacou o dirigente.

Participantes

Além do presidente da ACI de Santa Cruz do Sul, Marco Antonio Borba, participaram do encontro o presidente da Cacis de Sinimbu, Adair Mueller; o presidente da ACI de Pantano Grande, Mauri Vili Kuhn; os representantes da Acis de Rio Pardo, Regis Pivetta e Diego Dressler; a representante da Caciva de Venâncio Aires, Lisete Stertz; os representantes da Acic de Candelária, Fernando Lersch e Clairton Kleinert; o representante da Acisa de Vera Cruz, Marcos Machado; e o representante da Acevale de Vale do Sol, Arthur Hein.

Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2026 0 Comentários 112 Visualizações
Variedades

Festuris é homenageado em solenidade da Assembleia Legislativa

Por Jonathan da Silva 08/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) realizou uma solenidade em homenagem ao turismo gaúcho nesta terça-feira (5), reunindo entidades, lideranças e representantes do setor em reconhecimento às ações desenvolvidas para o fortalecimento da atividade no estado. Entre os homenageados esteve o Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado. Durante o evento, realizado no parlamento gaúcho, também foi entregue a Medalha da 56ª Legislatura à Secretaria Estadual de Turismo, em reconhecimento ao trabalho dos servidores da pasta.

A iniciativa foi proposta pelo deputado estadual Ronaldo Santini e contou com a presença de autoridades e representantes de instituições ligadas ao turismo, especialmente da região de Gramado.

Representando o Festuris, os CEOs Marta Rossi e Eduardo Zorzanello discursaram em nome dos homenageados e destacaram a atuação conjunta entre setor público e iniciativa privada. “Com muita gratidão, estamos aqui falando em nome dos agraciados. É uma caminhada de mais de 38 anos pelo Rio Grande do Sul e pelo Brasil inicialmente, e depois pelo mundo, para levar o nosso estado a cada canto do planeta. Este trabalho que fizemos sempre em parceria com o governo do estado e com as entidades que também estão sendo homenageadas mostra a força da iniciativa privada e o aplauso que se estende ao governo”, afirmou Marta Rossi.

Desafios do setor

Durante a solenidade, o CEO Eduardo Zorzanello mencionou os desafios enfrentados pelo turismo nos últimos anos, incluindo a pandemia, as enchentes registradas em maio de 2024 e os impactos de instabilidades globais. “Quem lida com o turismo, lida com uma montanha-russa de emoções todos os dias”, ressaltou o executivo.

O evento também reuniu nomes ligados à história do turismo em Gramado, como o ex-presidente do Natal Luz, Luciano Peccin, o ex-prefeito Pedro Bertolucci, o prefeito Nestor Tissot (PP) e o empresário Guilherme Paulus, fundador da CVC.

Entidades homenageadas

Além do Festuris, receberam homenagens entidades representativas do setor turístico gaúcho, entre elas a Abav-RS, Ugart, Abrasel, ASSMURS, SINDHA, Sindetur-RS, ABBTUR, MTG, ABIH, SKAL Internacional Porto Alegre, Convention & Visitors Bureau, Sebrae, Sesc/RS, Senac e o Sindicato dos Guias de Turismo do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2026 0 Comentários 139 Visualizações
Política

ACI e SinmaqSinos lançam manifesto com críticas a políticas econômicas do governo federal

Por Jonathan da Silva 05/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) e o Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos) lançaram, nesta terça-feira (5), um manifesto conjunto em que cobram mudanças de postura do governo federal em relação à condução da economia. O documento divulgado pelas entidades da região do Vale do Sinos apresenta críticas a medidas como oferta de crédito, políticas de juros e propostas de redução de jornada de trabalho, apontando impactos na competitividade e no endividamento.

Intitulado “Menos promessas, mais responsabilidade”, o manifesto afirma que o país precisa adotar decisões econômicas com maior responsabilidade e transparência. Segundo o texto, a ampliação do crédito é apresentada como solução imediata, mas pode resultar em aumento do endividamento das famílias e comprometimento da renda futura.

Críticas a políticas econômicas

As entidades também apontam que a redução de jornada ou carga de trabalho tem sido apresentada como avanço social sem a devida análise dos impactos sobre produtividade e custos. De acordo com o manifesto, esses efeitos podem refletir no aumento de preços, perda de competitividade da indústria nacional e maior presença de produtos importados no mercado interno.

O documento questiona ainda quem é beneficiado pelas medidas adotadas. “No fim, quem paga é a sociedade, ou seja, todos nós. Ou paga mais caro pelos produtos ou perde espaço no mercado de trabalho ou ainda vê sua renda real encolher. E aí surge a pergunta inevitável: este é um governo para os trabalhadores? Para quais trabalhadores? Os brasileiros que produzem aqui ou os trabalhadores de países que passam a exportar mais para o Brasil quando nossa indústria perde competitividade?”, diz o texto.

O manifesto também aborda o crescimento do sistema financeiro em cenários de aumento do endividamento. “E mais: quem realmente se beneficia desse modelo? São as famílias ou o sistema financeiro, que cresce justamente quando o endividamento aumenta?”, relata.

Posicionamento das entidades

No documento, as entidades defendem a adoção de medidas econômicas com foco em resultados de longo prazo. “O país precisa sair da lógica das soluções fáceis e dos anúncios de curto prazo. Medidas econômicas sérias exigem responsabilidade, transparência e compromisso com os efeitos reais, não com o ganho político imediato. Prometer é fácil. Sustentar crescimento, renda e emprego é o que realmente importa”, conclui o manifesto, assinado pelos presidentes da ACI, Robinson Klein, e do SinmaqSinos, Marlos Schmidt.

Foto: João Pavese/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/05/2026 0 Comentários 163 Visualizações
Projetos especiais

Programa Construir Juntos apoia entidades afetadas pelas enchentes no RS

Por Jonathan da Silva 17/04/2026
Por Jonathan da Silva

A ONG Parceiros Voluntários lançou o programa “Construir Juntos”, com o objetivo de fortalecer organizações da sociedade civil, escolas públicas e redes de atenção primária atingidas pelas enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul. A iniciativa foi apresentada como resposta à necessidade de preparação para eventos climáticos extremos e oferece apoio financeiro, capacitação e articulação em rede. As inscrições estão abertas de 8 de abril a 8 de maio para instituições localizadas em regiões afetadas, como Metropolitana, Vale do Taquari, Vale do Sinos e Serra.

O Construir Juntos surge após a atuação emergencial da entidade durante as enchentes, quando a rede da Parceiros Voluntários esteve presente em 19 municípios, apoiando 32 organizações e impactando mais de 221 mil pessoas. A proposta agora é transformar ações imediatas em soluções estruturais de longo prazo.

Segundo a presidente do Conselho de Administração da Parceiros Voluntários, Graziela Loureiro, “o Construir Juntos surge com o propósito de promover melhorias sociais e estruturais baseadas na sustentabilidade, colaboração e preparação para eventos futuro, fortalecendo a gestão da resiliência nos territórios atingidos”.

Ações previstas

O programa prevê a participação de até 250 organizações da sociedade civil e 40 escolas, com envolvimento direto de cerca de 500 líderes sociais, 200 professores e até 4 mil estudantes. As ações incluem apoio financeiro de até R$ 20 mil para até 50 organizações, por meio do Fundo Semente para Resiliência.

Também estão previstas capacitações e mentorias em gestão institucional, transparência e levantamento de riscos, além da elaboração de planos de contingência para situações de crise. O projeto inclui ainda trilhas de aprendizagem para professores e estudantes e a articulação em rede com empresas, poder público e outras organizações.

Quem pode participar

O edital é voltado a organizações localizadas em áreas atingidas pelas enchentes de 2024, com destaque para municípios como Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Eldorado do Sul, Guaíba, Esteio, Sapucaia do Sul, Montenegro, Lajeado, Estrela, Muçum, Encantado, Bento Gonçalves e Caxias do Sul.

As inscrições devem ser realizadas pela plataforma online da entidade dentro do período estipulado.

O que é a Parceiros Voluntários

A Parceiros Voluntários é uma organização não governamental sem fins lucrativos criada em 1997. Ao longo de sua trajetória, a entidade já impactou mais de 9 milhões de pessoas, fortaleceu 30 mil organizações da sociedade civil, capacitou cerca de 18 mil jovens e mobilizou mais de 200 mil voluntários, além de atuar com empresas em programas de responsabilidade social e ESG.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2026 0 Comentários 233 Visualizações
Moda e beleza

Setor da beleza articula criação de sindicato regional no Vale do Rio Pardo

Por Jonathan da Silva 09/04/2026
Por Jonathan da Silva

Profissionais do setor de beleza e estética do Vale do Rio Pardo iniciaram a mobilização para criação do Sindicato da Beleza e Estética (Sinbe), que terá sede em Santa Cruz do Sul e atuação regional. A formalização da entidade está prevista para maio, com base em um segmento que reúne mais de 3 mil trabalhadores na região.

A articulação envolve mais de 30 profissionais diretamente no processo de fundação. A iniciativa é liderada pela profissional Inês Silveira, candidata à presidência do sindicato, que aponta a necessidade de representação própria para a categoria e fortalecimento das condições de trabalho e qualificação.  “Estamos construindo uma entidade que nasce da realidade dos profissionais e das demandas que enfrentamos no dia a dia. A organização da categoria é fundamental para garantir representatividade, qualificação e melhores condições de trabalho”, ressalta Inês.

Queremos oferecer não apenas representação, mas também ferramentas que contribuam para o crescimento dos empreendimentos e a valorização da categoria em toda a região”, pondera Inês Silveira.

Diretoria inicial já definida

A diretoria inicial já está definida e inclui Inês Silveira na presidência e Daniel Soares como vice-presidente. Também integram a estrutura Neli Borba de Oliveira, Célia Rosane de Lima, Nelita Figueredo e Carla Teixeira. O Conselho Fiscal terá seis integrantes, e a entidade contará ainda com diretoria de projetos.

 O sindicato nasce com uma equipe comprometida e preparada para representar o setor com responsabilidade e visão de futuro”, enfatiza Inês Silveira.

Acompanhamento da Fecomércio

O processo de criação do sindicato conta com acompanhamento da Fecomércio-RS, com o objetivo de integrar a entidade ao sistema representativo do comércio e serviços. A proposta também inclui ampliar o acesso dos profissionais a capacitações, orientações técnicas e suporte institucional.

Ação na próxima segunda-feira

Como parte da mobilização, o grupo promove na próxima segunda-feira, 13 de abril, um dia de atividades voltado ao setor, das 9h às 17h, na sede do Sindigêneros, em Santa Cruz do Sul. A programação contará com orientações técnicas, administrativas e de gestão, com participação de instituições como Sebrae, Senac e Sesc, além de oficinas práticas com profissionais da área. A participação custa R$ 50, valor que inclui duas mensalidades da futura entidade. “Contamos com todos os colegas que possam integrar este momento histórico e representativo para o Vale do Rio Pardo”, convida Inês Silveira.

Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2026 0 Comentários 212 Visualizações
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