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enchentes

Variedades

Donos de veículos com perda total nas enchentes podem solicitar devolução de parte do IPVA

Por Jonathan da Silva 11/06/2024
Por Jonathan da Silva

Os proprietários de veículos que tiveram perda total em consequências das enchentes no Rio Grande do Sul podem pedir a devolução de parte do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2024. O procedimento, chamado de repetição de indébito, já é previsto na legislação estadual. A restituição é feita proporcionalmente aos meses do ano de 2024 em que os contribuintes deixaram de exercer a posse ou a propriedade sobre o veículo.

A solicitação pode ser feita também pelos proprietários que ainda não finalizaram a quitação do IPVA 2024. Nesse caso, a Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio da Receita Estadual, avaliará se haverá valor a ser restituído ou não.

No caso de veículos segurados, a seguradora pode optar por não realizar a baixa definitiva, buscando a recuperação ou a transferência para terceiros. Nessa situação, não haverá restituição de IPVA. Já os proprietários que não souberem o paradeiro dos veículos perdidos nas enchentes devem fazer o registro de ocorrência na Polícia Civil, que fornecerá orientações sobre como proceder.

Foto: Magda Ehlers/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2024 0 Comentários 457 Visualizações
Cidades

Quase 100 famílias de Gramado recebem recursos do SOS Rio Grande

Por Jonathan da Silva 10/06/2024
Por Jonathan da Silva

98 famílias de Gramado começaram a receber o valor de R$ 2 mil por meio do cartão SOS Rio Grande na sexta-feira (7). O recurso é proveniente das doações recebidas pelo governo estadual via Pix e está sendo destinado para famílias desabrigadas ou desalojadas, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda familiar de até três salários-mínimos, que não sejam contemplados pelo programa Volta por Cima.

A Secretaria da Cidadania e Assistência Social de Gramado tem entrado em contato com as famílias aptas a receberem o recurso para avisá-las sobre a retirada do cartão, que deve ser realizada na Caixa Econômica Federal. “É um valor que poderá ser utilizado pelas famílias naquilo que elas considerarem importante e faz parte da nossa onda de retomada da dignidade das pessoas”, destaca o secretário Ilton Gomes.

Recursos para reconstrução

O prefeito Nestor Tissot (PP) também recebeu na sexta a confirmação de um recurso do governo estadual no valor de R$2,3 milhões. “Foi um pedido que fiz ao governado Eduardo Leite na semana passada, quando ele esteve no município. Este é um recurso livre, que será depositado na semana que vem e poderá ser aplicado em obras de recuperação, o que garante a agilidade na condução da resolução dos problemas”, destaca o chefe do executivo gramadense.

Foto: Prefeitura de Gramado/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 460 Visualizações
Cidades

Rodoviária de Porto Alegre volta a operar

Por Jonathan da Silva 07/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Estação Rodoviária de Porto Alegre retomou suas operações na manhã desta sexta-feira (7). O primeiro ônibus saiu às 7h11min para Capão da Canoa. Em primeiro momento, apenas viagens intermunicipais serão realizadas. A partir do dia 13 deste mês, rotas para outros estados também retornarão.

De acordo com a diretora de Transportes Rodoviários do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), Luciana Azevedo, com a reabertura há uma ampliação da oferta de viagens em relação ao que vinha sendo disponibilizado na rodoviária provisória do Terminal Antônio de Carvalho.

São 92 horários de embarque ao longo desta sexta, de 52 linhas, atendendo a 116 cidades do estado. Nos próximos dias, de maneira gradativa, a expectativa é de que mais linhas sejam disponibilizadas conforme estudos das empresas sobre a viabilidade da ampliação da retomada. “Trabalhamos intensamente para liberar a Estação Rodoviária. É um local emblemático, fundamental para o deslocamento das pessoas. Seguimos atuando para que a rodoviária retome, de maneira gradativa, sua capacidade máxima”, destacou o secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, que esteve no local.

O acesso à rodoviária ocorre pela entrada do pórtico dos táxis, no Largo Vespasiano Veppo. Os demais acessos seguirão fechados por questões de segurança. As operações de embarque e desembarque estão sendo feitas pelos 18 boxes da área de desembarque intermunicipal (do boxe 55 ao 72).

Até o dia 13, o ponto de partida para viagens interestaduais seguirá sendo na Rodoviária de Osório, no litoral norte gaúcho.

Foto: Fabrício Santos/Ascom Selt/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2024 0 Comentários 404 Visualizações
Cidades

Prefeitura de São Leopoldo apresenta ações de enfrentamento à enchente

Por Jonathan da Silva 06/06/2024
Por Jonathan da Silva

Um balanço das ações da Prefeitura de São Leopoldo durante as enchentes do mês de maio foi apresentado nesta quarta-feira (5) pelo prefeito Ary Vanazzi (PT) e pelo assessor especial de Gabinete, Nelson Spolaor na Sala de Reuniões do poder executivo. O encontro contou com a presença de autoridades de vários setores da sociedade civil, das forças de segurança e da administração municipal. A cidade viveu a maior tragédia ambiental de sua história com a cheia do Rio dos Sinos.

Spolaor comandou a apresentação do balanço, que começou pelos principais momentos vividos nos últimos dias e pelas ações de prevenção, desde o monitoramento do sistema anticheias, até os comunicados de evacuação e atualização das orientações através dos canais oficiais. Além disso, os números atualizados foram apresentados: mais de 180 mil pessoas foram atingidas, sendo 100 mil delas desalojadas. 20.642 leopoldenses passaram por 130 abrigos. 18 escolas municipais, 14 unidades de saúde, 3 CRAS e 11 serviços de convivência da Assistência Social foram afetados. A Secretaria Municipal de Habitação (Semhab) estima que 35 mil residências foram acometidas. Conforme a Defesa Civil Estadual, São Leopoldo tem nove óbitos e um desaparecido.

A exposição da ações ainda passou pelo diagnóstico dos impactos, o destaque da atuação de servidores, forças de segurança e voluntários nos trabalhos de resgates, nas doações e nos abrigos, pela captação e distribuição de água, que em apenas três dias foi restabelecida para 50% da cidade, pela recomposição dos diques e bombas emergenciais, pela força-tarefa na limpeza urbana e a perspectiva para o futuro, atrelada à ajuda dos benefícios do Governo Federal.

Por último, foi apresentado um plano inicial de reconstrução, com os encaminhamentos feitos pela Prefeitura junto ao Governo Federal. Os setores prioritários para a retomada da cidade são o desenvolvimento econômico, a reconstrução e modernização do sistema anticheias, a habitação, com soluções para aqueles que ficaram sem moradia, a reestruturação de instituições municipais, como escolas, unidades de saúde e centros de referência da assistência social, a limpeza da cidade e obras de drenagem e pavimentação.

Considerações

O prefeito Vanazzi concedeu a palavra àqueles que quisessem pontuar questões e falou sobre a capacidade da cidade de se recompor. “Nós passamos pela pandemia e pensamos que economicamente teríamos uma crise sem precedentes, mas saímos daquele período como a 7ª maior economia do estado. Agora, com uma gestão do Governo Federal que auxilia, temos que aproveitar os benefícios. Só com o Saque Calamidade do FGTS, já temos R$ 55 milhões nas mãos da nossa população. Precisamos fortalecer o setor empresarial da nossa cidade para que esse dinheiro seja investido aqui, e que a população não invista este recurso em outras cidades. Não vamos ter as festividades do bicentenário, mas precisamos canalizar essa energia na reconstrução da cidade, porque não teremos outro momento com tanta injeção de recursos federais como agora”, pontuou o chefe do executivo leopoldense.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Leopoldo, Valmir Lodi, falou sobre a situação dos trabalhadores. “Nós precisamos garantir o salário para os nossos trabalhadores. Os empresários têm que respeitar o momento daqueles que trabalham, porque a situação está muito complicada. Lá no nosso ginásio, quase todos os abrigados já saíram, mas agora estão sem nada. Temos que pensar nessas pessoas”, ponderou Lodi.

O presidente da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Tecnologia (Acist-SL), Daniel Klafke, falou sobre a parceria com o governo municipal. “Junto com a Câmara Temática da Indústria, nós estamos centralizando nossas demandas com o poder público. Temos solicitações pontuais, como a isenção de alguns impostos, prorrogação da permanência da Força Nacional de Segurança, para garantir a tranquilidade dos lojistas na volta às atividades, e até algumas demandas de esfera nacional, já que entendemos que a prefeitura tem abertura e uma boa relação com o Governo Federal”, reforçou Klafke.

Também participaram da reunião vereadores, secretários municipais, servidores públicos, representantes de forças de segurança, agentes de entidades empresariais, líderes sindicais, de associações de moradores e da sociedade civil, membros de instituições de ensino e imprensa.

Fotos: Thales Ferreira/Divulgação | Fonte: Assessori
06/06/2024 0 Comentários 391 Visualizações
Ensino

Escolas estaduais da zona norte de Porto Alegre criam projeto Reconexão

Por Jonathan da Silva 06/06/2024
Por Jonathan da Silva

As escolas estaduais da zona norte de Porto Alegre menos atingidas pelas enchentes criaram o projeto Reconexão. Com a participação de oito instituições, o objetivo da iniciativa é alinhar ações de acolhimento e identificar necessidades e anseios da comunidade escolar após a catástrofe climática de maio.

A ação estabelece diretrizes para serem executadas nas instituições, incluindo práticas pedagógicas, roda de conversa com pais e familiares, café coletivo com professores e funcionários e reorganização do calendário escolar. Além disso, foi realizada a elaboração do projeto “Adote uma Escola”, que pretende auxiliar as instituições mais afetadas pelas chuvas.

A diretora da Escola de Ensino Fundamental Júlio Brunelli, Vanice Loose, afirmou que, diante da tragédia ambiental, o grupo viu a necessidade de se unir e criar um projeto de acolhimento para os estudantes e equipe diretiva. “É a primeira vez que isso acontece no Rio Grande do Sul. Tivemos que nos juntar, pois sozinhos não teríamos forças. Criamos um guia de atividades, que será realizado conforme a realidade de cada escola. Também fizemos um quiz nas redes sociais para entender as principais dificuldades dos estudantes”, declarou Vanice.

Para alguns jovens, a ausência do ambiente escolar foi difícil. A estudante Manuella de Marques contou que sentiu falta da escola e da socialização. “Fomos muito afetados. Poder voltar e receber esse apoio dos colegas e professores é muito bom”, afirmou a aluna.

A diretora da Escola Técnica Estadual José Feijó, Cleusa Azambuja, explicou que o cenário da maioria dos estudantes foi difícil. “Muitos perderam tudo. Este acolhimento, o afeto e a atenção da escola foram primordiais para eles. Além disso, com a união das outras escolas, pretendemos realizar mais ações que beneficiem a comunidade da região”, salientou Cleusa.

Escolas do projeto Reconexão

  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Arhons
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Davi Canabarro
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Júlio Brunelli
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Luiza Teixeira Laufer
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Poty
  • Escola Estadual de Ensino Médio Baltazar de Oliveira Garcia
  • Escola Estadual de Ensino Médio Padre Léo
  • Escola Técnica Estadual José Feijó
Foto: Priscila Valério Ascom/Seduc/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2024 0 Comentários 449 Visualizações
Variedades

Mais de 206 mil propriedades rurais foram afetadas pelas enchentes no RS

Por Marina Klein Telles 04/06/2024
Por Marina Klein Telles

As chuvas extremas desde o final de abril causaram danos por inundações e deslizamentos em boa parte do território gaúcho. No meio rural, mais de 206 mil propriedades foram afetadas, com perdas na produção e na infraestrutura, e 34.519 famílias ficaram sem acesso à água potável. Esses dados constam no relatório de perdas referente à maior calamidade climática que atingiu o Rio Grande do Sul, divulgado na segunda-feira (3), pelas secretarias da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e de Desenvolvimento Rural (SDR).

O documento, que abrange o período entre 30 de abril e 24 de maio, foi elaborado pela Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS-Ascar). Os dados são oriundos do sistema Sisperdas – abastecido com informações de todos os escritórios regionais e municipais da Emater.

Durante o período de chuvas intensas, 9.158 localidades foram atingidas no RS. Atualmente, dos 497 municípios gaúchos, 78 estão em estado de calamidade pública (a maior parte no Vale do Taquari e na Região Metropolitana de Porto Alegre), enquanto 340 estão em situação de emergência.

“Essa é a maior tragédia da história do nosso Estado, e atinge proporcionalmente a agricultura, que é nosso maior setor produtivo. A partir desse levantamento de perdas, vamos conseguir agir com ainda mais precisão e celeridade na estruturação de ações e políticas públicas para auxílio aos agricultores familiares e recomposição de nossas áreas produtivas”, afirmou o titular da SDR, Ronaldo Santini.

Em relação a produção de grãos, as perdas se referem às áreas que não puderam ser colhidas, ou às que foram colhidas e tiveram baixo rendimento, incluindo soja, milho e feijão, entre outros. As perdas nas culturas de inverno foram pontuais e correspondem a áreas recém-semeadas, que deverão ser replantadas. Foram prejudicados 48.674 produtores de grãos, grande parte de milho e soja.

“Os números retratam a magnitude que o evento meteorológico causou no agro gaúcho. Ações emergenciais já foram tomadas para tentar minimizar os efeitos nas áreas rurais, como a flexibilização de normativas, mas os demais projetos devem ser construídos junto com os setores e entidades, para ajudar na reconstrução dessa área produtiva que é tão importante não só para a economia gaúcha mas também brasileira”, frisou o titular da Seapi, Giovani Feltes.

No meio rural, 19.190 famílias tiveram perdas relativas às estruturas das propriedades, como casas, galpões, armazéns, silos, estufas e aviários. Em relação à agroindústria, dados preliminares apontam prejuízos para cerca de 200 empreendimentos familiares.

A sobrevivência e a acolhida das famílias atingidas foram priorizadas pelos extensionistas da Emater/RS-Ascar em todas as regiões do Estado. Além disso, a instituição tem trabalhado no levantamento das perdas sociais, agropecuárias e de infraestrutura que podem ser consideradas na construção de políticas públicas.

“As ações de recuperação que deverão ser executadas com essas famílias serão orientadas para o desenvolvimento social, econômico, ambiental e cultural, numa perspectiva socialmente justa, ambientalmente sustentável e economicamente viável”, destacou o diretor técnico da Emater/RS-Ascar, Claudinei Baldissera.

Produção primária

Considerando o volume, a maior perda ocorreu na produção da soja. Foram 2,71 milhões de toneladas perdidas. A estimativa divulgada em março deste ano pela Emater/RS-Ascar era que fossem colhidas 22,24 milhões de toneladas, em uma área plantada de 6,68 milhões de hectares, com produtividade de 3.329 quilogramas por hectare. Descontando a área afetada pelas chuvas e as perdas, a nova estimativa de produção é de 19.532.479 toneladas, com produtividade média de 2.923 quilogramas por hectare.

O levantamento também traz informações sobre a horticultura e a fruticultura, em especial nas regiões do Vale do Taquari e da Serra, além de regiões próximas à Região Metropolitana, onde se encontra um grande mercado consumidor.

A produção pecuária gaúcha também foi severamente impactada, exigindo longo período para recuperação. As perdas de animais afetaram de forma significativa 3.711 criadores gaúchos. O maior número de animais mortos foi de aves, totalizando 1.198.489 indivíduos adultos. Também houve perdas substanciais de bovinos de corte e de leite, suínos, peixes e abelhas.

Além disso, uma vasta extensão de pastagens foi prejudicada, tanto em campo nativo quanto em áreas de cultivo de plantas forrageiras de inverno. Por isso, o relatório prevê um impacto direto na produção de leite e de carne nos próximos meses.

Nem todas as regiões foram afetadas uniformemente. Em algumas, os danos na pecuária foram muito expressivos, como nos vales dos rios Taquari, Caí, Pardo e Paranhana, bem como na região da Quarta Colônia da Imigração Italiana na Encosta da Serra.

Frutícolas

O período do evento climático extremo coincidiu com a fase final de frutificação de importantes variedades de citros, em especial a bergamota, que já estava em colheita. Em muitos pomares, o solo ficou alagado, não somente em razão da inundação, mas por vários dias com precipitações volumosas. Os citros, na região dos Vales, e a banana, nas encostas da Serra do Mar, foram as culturas mais prejudicadas, com impacto para 8.381 propriedades.

Olericultura

O abastecimento de hortaliças nos centros urbanas foi fortemente afetado. As culturas de folhosas e leguminosas sofreram maior impacto na região Metropolitana, na Serra e nos vales do Taquari e do Caí.

Considerando o volume e a área plantada, as maiores perdas foram de batata, brócolis e aipim. As dificuldades logísticas para escoar a produção remanescente e a incerteza sobre a demanda provocaram a redução da oferta, mas não houve interrupção total, situação que permitiu uma menor elevação dos preços na Ceasa/RS.

A intensidade das chuvas danificou a estrutura foliar tenra das olerícolas folhosas (alfaces, rúculas e radiches) e dos temperos (salsa e cebolinha). Houve prejuízos também em relação à qualidade e à aparência das verduras.

O período das chuvas coincidiu com o momento tradicional de mudança das áreas de cultivos olerícolas, em especial na região de Maquiné e no Vale do Paranhana. Nos meses de verão, os cultivos são transferidos para áreas de maior altitude, como nos Campos de Cima da Serra (São Francisco de Paula e Cambará do Sul).

O relatório técnico completo inclui, ainda, os impactos para os povos tradicionais, a cultura do arroz, a floricultura, o abastecimento, o cooperativismo, as produções leiteira e florestal, além de dados meteorológicos e ações para o enfrentamento da calamidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2024 0 Comentários 335 Visualizações
Variedades

Centenas de produtos de limpeza foram arrecadados no Dia do Desafio em Picada Café

Por Jonathan da Silva 03/06/2024
Por Jonathan da Silva

Aproximadamente 300 produtos de limpeza foram arrecadados durante a realização do Dia do Desafio em Picada Café na quarta-feira (29). Os itens já foram repassados ao Mutirão do Bem do município, que repassará as doações para os afetados pelas enchentes no Rio Grande do Sul..

Mais de 900 moradores de Picada Café participaram do Dia do Desafio e praticaram 10 minutos de caminhada ou exercícios físicos e contribuíram com doações.

O Dia do Desafio Solidário de Picada Café foi desenvolvido em parceria entre Sesc, Prefeitura Municipal de Picada Café, Secretaria Municipal de Educação e Cultura, Departamento Municipal de Desporto e Mutirão do Bem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2024 0 Comentários 375 Visualizações
Projetos especiais

Campanha do Alpen Park beneficiará animais desamparados pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 03/06/2024
Por Jonathan da Silva

Associações que atendem animais desamparados pelas enchentes do Rio Grande do Sul serão beneficiadas por uma campanha solidária do Alpen Park, complexo de aventura e diversão localizado em Canela. A iniciativa do parque reverterá 10% da receita líquida das vendas de passaportes de junho para estas instituições da causa animal. Todos os passaportes “AUmigos do Bart” adquiridos antecipadamente em junho terão validade de um ano, portanto, até junho de 2025. Moradores de Canela, Gramado, Nova Petrópolis, Três Coroas e São Francisco de Paula têm 50% de desconto durante o mês e a compra do passaporte também reverte para a causa.

O diretor do Alpen Park, Renato Fensterseifer Junior, destaca que o repasse para a causa animal tem relação com o simpático cão Bart, símbolo do parque. “Nosso mascote é um cachorro da raça São Bernardo. O Bart faz parte do cotidiano do parque e, quando pensamos na ação, buscamos algo que tivesse sintonia com a personalidade dele. São diversas as frentes de ajuda e todas são fundamentais para retomarmos a normalidade”, afirma Fensterseifer.

Foto: Jéssica Ramisch/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2024 0 Comentários 573 Visualizações
Ensino

Aulas da Feevale seguem em formato online até 10 de junho

Por Jonathan da Silva 03/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale manterá suas aulas de graduação em formato online até o dia 10 de junho, segunda-feira da semana que vem. A decisão da instituição se dá pela dificuldade de deslocamento e demais consequências das enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul no mês de maio. As aulas são síncronas e gravadas. O retorno às atividades presenciais está previsto para 11 de junho, mas de forma híbrida, também com a possibilidade de participações via internet.

A Feevale destaca que a comunidade acadêmica seguirá avaliando a situação até a data. Além disso, a instituição orienta que os estudantes que não puderem retornar presencialmente na data prevista devem comunicar seus professores ou a coordenação de curso.

A universidade explica ainda que os acadêmicos matriculados em atividades práticas e estágios também devem conversar com os professores e coordenação de curso sobre a retomada ou continuidade das atividades conforme as condições atuais. Outras informações sobre a situação letiva da Feevale, além das já divulgadas, podem ser obtidas com a coordenação de cada curso da instituição.

Foto: Jonathan da Silva/Reprodução | Fonte: Assessoria
03/06/2024 0 Comentários 533 Visualizações
Projetos especiais

Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac lança ação de assistência alimentar

Por Jonathan da Silva 29/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac acaba de lançar a ação “Comércio Solidário”, que distribuirá cestas básicas para funcionários das empresas do comércio de bens, serviços e turismo. Parte do projeto ‘Tchê Acolhe Fecomércio-RS’, a medida é mais uma iniciativa das entidades em apoio ao estado na reconstrução após as enchentes.

O projeto consiste na distribuição de cestas básicas, pela Fecomércio-RS, para funcionários de todas as empresas do setor terciário e dos sindicatos filiados dos 78 municípios em estado de calamidade pública. Para receber a doação, os empregadores devem cadastrar os funcionários até o dia 7 de junho no site www.fecomercio-rs.org.br/comerciosolidario. Será distribuída uma cesta básica por mês para os contemplados durante quatro meses.

Esta é a maior tragédia ambiental do nosso estado. Tivemos muitas perdas materiais e emocionais, impactando fortemente famílias e empresas. O Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac sempre esteve ao lado dos gaúchos e não poderia ser diferente neste momento, que pede união e resiliência para nos recuperarmos. Estamos, desde o início das enchentes, atuando em diferentes frentes, com diversas ações humanitárias em todas as cidades do estado. E o Comércio Solidário é mais um elo dessa corrente de solidariedade para ajudar a população”, explica o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

Mais informações sobre o projeto “Comércio Solidário” podem ser obtidas no site www.fecomercio-rs.org.br/comerciosolidario.

Outras frentes

Além deste projeto, o Sistema está trabalhando com outras ações para auxiliar os atingidos pelas enchentes. Todas as unidades Sesc e escolas Senac do Rio Grande do Sul e Sindicatos filiados à Fecomércio-RS são pontos de coleta de doações para pessoas atingidas pelas enchentes.

As arrecadações estão sendo distribuídas por meio da logística do programa Sesc Mesa Brasil nas cidades atingidos, em suporte à Defesa Civil. Para ajudar aos abrigados, as doações podem ser feitas em dinheiro, via Pix para [email protected] ou depósito/transferência para Banco do Brasil, agência 3418-5, conta corrente 6461-0, CNPJ 03.575.238-0001/33, em nome de Sesc Mesa Brasil 2020.

Até o dia 24 de maio, o PIX do Programa Sesc Mesa Brasil já arrecadou R$ 2.172.601,20. Nas escolas do Senac, unidades do Sesc e sindicatos filiados à Federação, foram arrecadados 78.579 litros de água, mais de 170 toneladas de alimentos, 105.713 mil peças de vestuário, 59.627 produtos de higiene e limpeza e cerca de 4 toneladas de ração. No total, também estão sendo desenvolvidas 161 ações sociais para ajudar os atingidos pela enchente no Rio Grande do Sul.

Foto: Angele J/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 431 Visualizações
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