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Business

Caixa fecha 2021 com resultado histórico no Crédito Imobiliário

Por Ester Ellwanger 21/01/2022
Por Ester Ellwanger

A Caixa, líder absoluta no crédito imobiliário, apresentou resultado histórico em 2021. Foram mais de R$ 140 bilhões contratados ao longo do ano, maior valor da história do banco, um crescimento de mais de 21% na comparação com o ano anterior e de 56,1% em relação a 2019. O aumento chega a 74,5%, se comparado com 2018.

Nas contratações com recursos da poupança (SBPE) a participação acumulada em 2021 foi de mais de 40% e os valores aplicados somaram R$ 82,8 bilhões, o que representa aumento de 54,1% no comparativo com 2020. Já com relação a 2019, o crescimento foi de 212,1% e de 513,4% em relação a 2018.

Habitação

Ao final de 2021, o banco contava com mais de 3,2 milhões usuários dos serviços do App Habitação. Foram mais de 500 mil novos usuários no ano. Pelo aplicativo os clientes podem acessar serviços como a utilização do FGTS para amortização do financiamento habitacional, emissão de 2ª via de boletos e de demonstrativos financeiros com toda comodidade. Além disso, no último ano, foi disponibilizada a possibilidade de encaminhar e acompanhar propostas de crédito imobiliário pelo aplicativo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2022 0 Comentários 694 Visualizações
Business

Missão do Sebrae RS no Retail’s Big Show 2022 mergulha nas tendências

Por Ester Ellwanger 21/01/2022
Por Ester Ellwanger

“É um privilégio participar de um evento deste porte, com esta dimensão. A gente volta ao Brasil muito mais motivado”. A frase da empreendedora Daiane da Silva, da Pórtico Móveis, de Bento Gonçalves, resume bem o sentimento da comitiva gaúcha liderada pelo Sebrae RS que levou 10 pequenos negócios ao Retail’s Big Show 2022.

Participaram da iniciativa do Sebrae RS as empresas Boutique de Aromas (Panambi), Criamigos (Gramado), Daluz Calçados (Três de Maio), Empório Essenza (Marau), Meia & Cia (Canoas), Produspet (Nova Prata), Raquel Gubert Ateliê (Santo Ângelo), Sommelier Vinhos (Porto Alegre), Pórtico Móveis e Subway (Bento Gonçalves). A organização promove missões empresariais com empreendedores gaúchos na NRF desde 2013. Este ano, todas as atividades deste trabalho de imersão técnica foram realizadas em parceria com o Sindilojas e a CDL Porto Alegre, além da Fecomércio-RS.


Segundo o coordenador estadual de projetos de Moda e Varejo do Sebrae RS, Fabiano Zortéa, independente do nicho de atuação, mais do que nunca, o empreendedor deve estar atento às formas de consumo e comportamento das novas gerações que não somente já cresceram em meio a um ambiente amplamente moldado pela tecnologia como agora, em meio ao terceiro ano de pandemia, buscam por novas soluções e alternativas.


O especialista aponta cinco tendências e boas práticas para ficar de olho. “Foco na experiência do cliente para fortalecer o engajamento entre marcas e consumidores; metaverso como ferramenta de imersão online; eficiência operacional para atender e não gerar frustração, e ciência de dados para impulsionar a tomada de decisão estratégica com base em informação relevante e atualizada”, aponta. “E, claro, apostar sempre na conveniência ditada pelo cliente, buscando entender o que é importante do ponto de vista de quem está do lado de lá do balcão”, explica o especialista que, em sua nona vez participando da NRF, foi responsável pelo roteiro de visitas técnicas por lojas que são hoje referência em inovação do mundo.

Imersão Sebrae RS

Realizado pela National Retail Federation (NRF) – órgão que representa o setor nos EUA -, o maior evento do segmento no mundo reuniu mais de 25 mil pessoas em sua 112ª edição nos dias 16, 17 e 18/01, no Javits Center, em Nova Iorque, onde especialistas e CEOs de algumas das maiores empresas do segmento no planeta apontaram tendências, desafios e soluções para o mercado no ano de 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2022 0 Comentários 700 Visualizações
Variedades

Aneel divulga projeção de aumento na energia e leva brasileiros a buscarem novas soluções

Por Ester Ellwanger 21/01/2022
Por Ester Ellwanger

Se os aumentos gerais nos preços em 2021 causaram problemas para o bolso do brasileiro, a perspectiva para 2022 não é muito animadora. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a projeção de aumento no preço da energia elétrica para 2022 é de 21%.

Com a demanda de consumo cada vez mais alta, esse dado não é animador e demanda a busca por soluções que possam, ao menos, diminuir os gastos com energia elétrica.

 

Um dos mercados em franca expansão no Brasil e que acaba sendo uma solução para esse problema é o setor de energia fotovoltaica. A partir de um painel de placas solares que é instalado na residência, empresa ou indústria, o sistema fotovoltaico permite que “pequenas usinas” sejam criadas minando a necessidade de uso da energia “da rua”, ou seja, da energia fornecida pela rede elétrica convencional.

“Ainda existe um pouco de dúvidas quanto à eficiência e retorno desse tipo de energia, especialmente em relação ao uso domiciliar dela, mas, se a conta for feita, a conclusão é que as vantagens são insuperáveis”, relata Fernanda Mildemberger, Analista de Qualidade da Entec Solar, empresa paranaense que fornece esse tipo de tecnologia, da instalação ao monitoramento dos sistemas.

Sempre faça as contas

Os números são os melhores argumentos, sempre. Segundo dados do Boletim Mensal de Energia divulgado pelo site oficial do governo, até meados de 2021, a geração de energia elétrica solar cresceu no Brasil cerca de 67% em relação a 2020.

Isso porque as pessoas como um todo têm entendido o benefício que esse tipo de sistema traz. É claro que o investimento inicial é mais alto, mas a estimativa de payback (retorno sobre o investimento) é em torno de 3 a 5 anos. Mas vale a pena lembrar que esse tipo de sistema tem vida útil de, pelo menos, 20 anos, com baixíssima manutenção.

Outra vantagem é que o sistema fotovoltaico é passível de financiamento. Dessa maneira, não existem “surpresas” com o aumento da tarifa e com as oscilações de mercado.

Façamos uma conta básica. Imagine que os 21% de aumento para 2022 sejam efetivados. Isso quer dizer que, se diluirmos esse aumento pelos 12 meses do ano, teremos um aumento médio de tarifa de 1,75% ao mês. Certamente, essa taxa é maior em relação à taxa de financiamento, começando por aí a economia.

Sem contar que você não paga mais a energia “convencional” mensalmente. “Com os financiamentos disponíveis, você consegue pagar boa parte das parcelas com a economia de energia”, explica Fernanda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2022 0 Comentários 523 Visualizações
Business

Exportações de componentes para calçados registram incremento de 22% em 2021

Por Ester Ellwanger 21/01/2022
Por Ester Ellwanger

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) apontam que, em 2021, as exportações do setor somaram US$ 410,3 milhões, 22% mais do que em 2020 e 9% acima do registro de 2019, não somente recuperando, mas ultrapassando os níveis registrados na pré-pandemia.

O incremento dos embarques teve como motivação uma série de fatores macroeconômicos, com destaque para o aumento dos custos de transporte, que inibiu as importações asiáticas, especialmente para os vizinhos latino-americanos. O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que, além dos custos logísticos, influenciaram os resultados a escassez de matérias-primas no mercado internacional, o que fez com que calçadistas do mundo inteiro voltassem os olhos para os fornecedores brasileiros, que possuem um dos clusters mais completos do mundo. “O resultado mostra a importância da indústria brasileira de insumos e químicos para calçados e couros no mercado internacional, fortalecendo ainda mais a imagem nacional de contar com soluções completas”, avalia.

Segundo o relatório da Assintecal, o principal destino das exportações de componentes brasileiros foi a China (US$ 85,54 milhões, 6% mais do que 2020 e 49% mais do que 2019), seguido pela Argentina (US$ 52,14 milhões, incrementos de 241% ante 2020 e 157% sobre 2019), México (US$ 7 milhões, incremento de 29% sobre 2020 e queda de 18% ante 2019) e Colômbia (US$ 5,3 milhões, incrementos de 58% sobre 2020 e de 5% sobre 2019).

 

América Latina

Júnior comenta que cerca de metade dos embarques realizados foram para mercados latino-americanos. “São mercados com alta produção de calçados e que sentiram as dificuldades logísticas para importar da China. Os fornecedores brasileiros souberam identificar a oportunidade e colheram excelentes resultados. O desafio, para o qual a Assintecal está preparando esses fornecedores, é manter e ampliar essa performance mesmo diante da normalização dos fluxos de abastecimento no mercado internacional”, acrescenta o gestor.

 

Origens

O Rio Grande do Sul foi o maior exportador de componentes do período, com US$ 245 milhões em receitas geradas, 9% mais do que em 2020 e 5% menos do que em 2019. A segunda origem foi Santa Catarina, com receita de US$ 28,64 milhões, incremento de 8% sobre 2020 e queda de 4% sobre 2019. A terceira origem das exportações foi a Bahia, com US$ 23,8 milhões gerados, 425% mais do que em 2020 e 167% mais do que em 2019. São Paulo foi a terceira origem, com receita de US$ 19 milhões, resultados superiores tanto ante 2020 (44%) quanto no comparativo com 2019 (14%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2022 0 Comentários 498 Visualizações
Business

Braskem promove Formando Laços virtuais com a comunidade

Por Ester Ellwanger 20/01/2022
Por Ester Ellwanger

O distanciamento social imposto pela pandemia não impediu a Braskem de se manter conectada com as comunidades das regiões onde atua. O Programa Formando Laços, criado para fortalecer esses vínculos, adaptou-se à nova realidade e adotou um formato virtual, possibilitando o compartilhamento de informações sobre a empresa e a aplicação diária das matérias-primas produzidas e que são utilizadas por cerca de 2 mil indústrias da química e do plástico, que geram mais de 46 mil empregos no RS.

Iniciado em abril de 2021 na Regional Sul, o Formando Laços teve 12 edições virtuais gratuitas, com a participação de aproximadamente 270 pessoas, incluindo professores e alunos de escolas do entorno do Polo de Triunfo.

A programação será mantida em 2022 e a cada edição será avaliado o modelo a ser adotado – online ou presencial – conforme a situação da Covid no RS. A primeira edição do ano acontecerá na próxima terça-feira, 24 de janeiro, das 16h às 17h30, ainda no modelo virtual, e será aberta a qualquer pessoa que queira conhecer a Braskem e o Polo Petroquímico, que completa 40 anos de atividades em dezembro.

Serviço

Programa Formando Laços 2022
Quando: 24 de janeiro, das 16h às 17h30
Onde: On-line
Público: aberto para todos os públicos interessados em conhecer a Braskem e o Polo Petroquímico
As inscrições: pelo link
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfXUUP_tAXVvesTllDG_JOM5EzanzkUL_UW7RGYBaN0gb19IA/viewform.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2022 0 Comentários 698 Visualizações
Business

Marca renomada de Dois Irmãos tem móveis no Big Brother Brasil

Por Ester Ellwanger 20/01/2022
Por Ester Ellwanger

Os móveis da Uultis, empresa do Grupo Herval que apresenta móveis de alto padrão, estão presentes no Big Brother Brasil, reality show produzido pela Rede Globo que estreou nesta segunda-feira, 17 de janeiro.

A marca de Dois Irmãos apresenta três móveis dentro da casa, sendo um deles o Sofá Connect, que está na sala principal onde os brothers falam com o apresentador do programa ao vivo e passam a maior parte do tempo. Os outros móveis ficam nos quartos: a cabeceira Tallo presente no maior dormitório da casa e a Escrivaninha Class, presente no quarto do líder.

A Uultis faz parte do Grupo Herval, empresa que tem atuação internacional e multissetorial e compreende atualmente atividades nos setores de serviços: consórcios, seguradora, financeira e imóveis; atacado, nas áreas de construção civil e soluções em tecnologia; comércio e varejo, taQi e iPlace; Indústria: Herval Móveis e Colchões, H Química e Édez. Atualmente, o Grupo exporta seu mobiliário para mais de 15 países e conta com um showroom em Miami (EUA).


Esta é a primeira vez que a Uultis tem produtos expostos no reality show. Além de ver pela TV, interessados podem conferir as peças no showroom do grupo Herval, que fica na BR-116, nº 7350, em Dois Irmãos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2022 0 Comentários 1,7K Visualizações
Business

Fecomércio-RS fala da urgência do projeto que reajusta os limites do Simples Nacional

Por Ester Ellwanger 19/01/2022
Por Ester Ellwanger

A Fecomércio-RS está empenhada em sensibilizar os deputados federais quanto à importância do Projeto de Lei Complementar nº 319/2016, que prevê um reajuste anual dos limites de receita bruta para adesão ao Simples Nacional. O projeto teve parecer favorável aprovado na Comissão de Finanças e Tributação, em novembro de 2021, e aguarda designação de relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). A Federação tem abordado os parlamentares para expor a necessidade de acelerar a aprovação e conta com o engajamento dos empresários para fortalecer esta mobilização.

O PLP 319/2016 propõe novos ajustes na Lei Complementar nº 123/2006, que já sofreu mudanças com a reforma do Simples Nacional, concretizada pela Lei Complementar nº 155/2016. Conforme essa alteração, o limite para enquadramento no Simples foi ampliado de R$ 3,6 milhões para até R$ 4,8 milhões e a carga tributária de uma empresa passou a aumentar de forma gradual conforme o crescimento da receita bruta. No entanto, os valores estabelecidos pela lei não levam em conta a inflação, o que tornou estes limites defasados.

A falta de atualização dos valores de receita bruta para enquadramento no Simples Nacional constitui, de fato, um aumento da carga tributária e um encolhimento forçado do Regime Simplificado, reduzindo o número de empresas aptas a utilizarem o mesmo. Isso porque, com o aumento dos preços, a receita das empresas cresce nominalmente, sem que haja um crescimento real. Afinal, o aumento da receita é acompanhado por um aumento das despesas, na medida em que os insumos, aluguéis e demais custos também sofrem o impacto da inflação.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, reitera que o ajuste no texto da norma para incluir a realidade da inflação constitui uma medida urgente e necessária para que as empresas que precisam acessar o Simples Nacional possam continuar a se enquadrar neste regime: “A Fecomércio-RS entende que esse problema poderia ser resolvido de modo fácil, com o reajuste automático dos limites estabelecidos nas tabelas de tributação do Simples Nacional, de modo que os mesmos se mantivessem sempre compatíveis com o nível de preços da economia brasileira”.

O projeto aguarda designação de relator e análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara de Deputados antes de ir à votação em plenário. Se aprovado na Câmara, o PLP 319/2016 ainda precisará passar pelo Senado antes de ser submetido à sanção presidencial.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2022 0 Comentários 488 Visualizações
Business

PMEs do RS aumentaram em 88% o faturamento com o e-commerce em 2021

Por Ester Ellwanger 19/01/2022
Por Ester Ellwanger

O e-commerce brasileiro fechou o ano de 2021 com resultados positivos, mesmo com a retomada do comércio físico e o cenário econômico mais desafiador, repetindo o movimento iniciado no ano passado. Em 2021, as pequenas e médias empresas do Rio Grande do Sul faturaram mais de R$90,8 milhões com as vendas online, valor 88% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (R$ 48,2 milhões).

O crescimento do faturamento do estado é superior ao crescimento nacional, que foi de 77%. Em todo o Brasil, as PMEs faturaram R$2,3 bilhões com o e-commerce. Os dados são do estudo NuvemCommerce, análise especializada anual do e-commerce brasileiro realizada pela Nuvemshop.

O estudo está em sua 7ª edição e, desta vez, traz o desempenho das PMEs no e-commerce durante 2021, segundo ano do isolamento social e ano marcado pelos novos hábitos de consumo transformados desde 2020. No último ano, ainda mais brasileiros compraram no digital: 5 milhões de consumidores compraram produtos pela internet pela primeira vez. Além do balanço de 2021, o levantamento também indica as principais tendências de vendas e consumo para este ano.

“O ano passado apresentou desafios para toda a economia, especialmente para os pequenos e médios negócios. O comércio enfrentou um período de incertezas sobre a maneira de operação e, por isso, a combinação dos meios físico e virtual esteve relevante como nunca. Se, de um lado, houve desafios no cenário econômico, com alta da inflação e dificuldade de crescimento do país; de outro, pequenas e médias empresas conseguiram expandir seus negócios no digital. Em 2021, ter uma loja online deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma condição fundamental para as PMEs. Saímos de 2020, um ano marcado pela intensa transformação digital, e chegamos em 2021, época de consolidar a presença no mundo online”, explica Alejandro Vázquez, CCO e cofundador da Nuvemshop.

Balanço das PMEs do RS

Apenas no estado, as PMEs venderam 1,5 milhão de produtos em 2021, quantidade 58% superior ao volume do mesmo período do ano passado (977 mil). Isso significa que foram vendidos quase 3 produtos por minuto. O volume de pedidos (que pode envolver um ou mais itens em uma única venda) também esteve em alta, atingindo 355 mil no mesmo período (em 2020, foram 202 mil). O ticket médio foi de R$255,27, um aumento de 7% em relação ao valor em 2020 (R$239,19).

Segmentos que mais faturaram no RS

 

• Moda (R$27 milhões – +72%)
• Itens para cozinha (R$11,9 milhões – +59%)
• Calçados (R$4,4 milhões – +424%)
• Saúde & Beleza (R$3,9 milhões – +66%)
• Esportes (R$3,6 milhões – +221%)
• Casa & Jardim (R$3,5 milhões – +100%)
• Produtos eróticos (R$2,9 milhões – +39%)
• Acessórios (R$2,6 milhões – +105%)
• Presentes (R$2 milhões – +109%)
• Eletrônicos (R$1,7 milhão – +124%)

Curiosidades no RS

Os dados de segmentos que apresentaram as maiores taxas de crescimento em faturamento em 2021 também expressam o cenário do país e os hábitos de consumo e tendências de cada região. No Rio Grande do Sul, a retomada da economia e a ampla vacinação possibilitaram a volta da prática de esportes, o que se refletiu no aumento das vendas de artigos para esportes: esses e-commerces tiveram um faturamento 221% maior que em 2020 (saltando de R$1,1 milhão para R$3,6 milhões).

A volta das atividades fora de casa também impactaram nos cuidados com a aparência e a beleza dos brasileiros no último ano. Em relação a 2020, o segmento de Calçados aumentou o faturamento em 424% (R$4,4 milhões em 2021), enquanto o segmento de Acessórios cresceu em 105% (R$2,6 milhões).

O avanço do calendário de vacinação também permitiu que as pessoas voltassem a fazer pequenas reuniões e aproveitassem o tempo livre. O segmento de bebidas alcoólicas teve um aumento de 383% (R$1,6 milhões). Além disso, no Rio Grande do Sul, o cuidado com a casa também esteve em alta: as lojas virtuais de Casa & Jardim tiveram faturamento de R$3,5 milhões, o que representa o dobro do faturamento de 2020.

 

Pagamentos e logística em destaque

Para driblar a inflação mais alta e realizar compras, o cartão de crédito foi a principal opção dos consumidores, pelo benefício do parcelamento, representando mais de 54% dos pedidos pagos no ano. Mas o principal destaque ficou para os pedidos pagos com Pix (6%), que ultrapassaram os que foram pagos com boleto (5%), garantindo praticidade para o cliente e o lojista. “Com o Pix, o empreendedor recebe imediatamente o valor da compra e consegue realizar uma gestão mais eficiente do estoque, o que é fundamental para não perder vendas em momentos de grandes picos, como a Black Friday”, afirma Guilherme Pedroso, Country Manager da Nuvemshop no Brasil.

Em relação à logística, a grande aposta das PMEs foi a digitalização das opções de envio. Os meios tradicionais de logística, como os Correios, foram responsáveis por menos envios: entregaram cerca de 27% dos pedidos em 2021, enquanto em 2020 eram responsáveis por 35% das entregas.

Resumo da Pesquisa

• Crescimento das PMEs do estado foi superior ao crescimento nacional, que ficou em 77% no ano;
• O faturamento das PMEs do Rio Grande do Sul foi de R$90,8 milhões com o e-commerce;
• Número de pedidos do estado cresceu em 76%, saltando de 202 mil para 355 mil;
• Em todo o país, 5 milhões de consumidores compraram pela internet pela primeira vez;
• Os cinco segmentos que mais faturaram no estado foram Moda, Itens para cozinha, Calçados, Saúde & Beleza e Esportes;

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2022 0 Comentários 851 Visualizações
Business

Franquias impulsionam crescimento do setor calçadista

Por Ester Ellwanger 19/01/2022
Por Ester Ellwanger

Em crescimento ao longo de 2021 – de 8% na produção até novembro, conforme dados oficiais mais recentes -, o setor calçadista brasileiro vem expandindo suas atividades no varejo nacional e internacional por meio do franchising. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) apontam que as mais de 2,5 mil redes de franquias e 150 mil unidades franqueadas no Brasil geraram mais de R$ 182 bilhões nos últimos 12 meses (sendo R$ 24 bilhões somente no setor de Moda), um crescimento de 8,4% em relação a 2020.

O presidente da ABF, André Friedheim, destaca que o setor de franchising já representa 2,7% do PIB brasileiro e vem registrando crescimento nos últimos anos. “O franchising tem demonstrado uma recuperação importante. A Pesquisa Trimestral de Desempenho do setor feita pela ABF mostra que chegamos aos meses de julho, agosto e setembro de 2021 no mesmo patamar de faturamento do terceiro trimestre de 2019, o que mostra uma franca recuperação”, avalia, ressaltando que a projeção da entidade é encerrar 2021 com um faturamento 9% maior do que em 2020. “No setor de Moda, no qual está inserido o Calçado, o crescimento deve ultrapassar 11%, portanto acima da média nacional”, prevê.

 

Bibi: transformação digital nas franquias

Com a abertura de 21 unidades de franquias no ano passado, a Bibi é um dos cases de sucesso do setor calçadista. Hoje com 146 unidades em operação no Brasil e na América Latina (Peru, Chile, Equador e Guatemala), a empresa enxerga no franchising uma forma rápida e rentável de crescimento. No segmento de franquias desde 2008, a Bibi conta com dois modelos de negócios. O formato de loja Standard, com investimento a partir de R$ 580 mil, criado para ser implantado em shopping centers de capitais e grandes metrópoles; e conceito Light, com custo de R$ 450 mil, indicado para cidades com, em média, 200 mil habitantes. Nos valores, já estão inclusos instalações, soluções tecnológicas, primeiro estoque, capital de giro e taxa de franquia.

Do total produzido pela Bibi, mais de dois milhões de pares de sapatos por ano, em 2021, 37% foi vendido por lojas multimarcas, 41% foi colocado no mercado por lojas próprias e franquias e os demais exportados. Em 2022, prevendo a abertura de 25 novas lojas, sendo 12 internacionais, a empresa estima que 43% das vendas serão via franquias, 35% via multimarcas e o restante será vendido para o mercado externo.

A presidente da Bibi, Andrea Kohlrausch, conta que um dos segredos da rápida expansão da marca no franchising tem relação com a aceleração dos processos de transformação digital. “As cidades com franquias permitem uma maior agilidade nas vendas. Nessas, os consumidores podem contar com os benefícios do e-commerce, com Prateleira Infinita, Clique e Retire, Entrega Expressa, Bibi Delivery e Bibi em Casa. Dessa forma, a integração e diversificação de canais também auxilia no aumento das vendas e, consequentemente, do faturamento das lojas que fazem parte da rede”, conta a executiva, ressaltando que a Bibi acelerou ainda mais seus planos de transformação digital para consolidar as competências dos canais digitais da rede de franquias.

Para ser um franqueado da Bibi, Andrea explica que a empresa interessada deve estar em sinergia com a marca, além de passar por um período de avaliação, no qual são levados em consideração aspectos como propósito de vida, identificação com o universo de Varejo e da Bibi, capacidade financeira, experiência, ética, entre outros indicadores importantes. “Após ser aprovado, ele ainda passa pelo período de imersão cultural na Bibi, em que conhecerá mais afundo sobre a marca e seu propósito para, em seguida, desenvolvermos juntamente o plano de inauguração, levando como base a escolha do ponto, reforma do local, projeto arquitetônico, contratação da equipe etc”, conta a executiva, destacando que a Bibi presta todo o suporte necessário ao franqueado, por meio de consultores de campo que acompanham as lojas e o desempenho delas, além de um time de planejamento comercial, que apoia na parte de compra, provendo assim um controle efetivo do estoque.

 

Usaflex: meteórica expansão no varejo

Tendo apostado fortemente no mercado de franquias há pouco mais de cinco anos, a Usaflex já contabiliza 254 unidades no território nacional – sendo 21 inauguradas em 2021. Conforme a empresa, as franquias já representam mais de um terço das vendas, que somaram mais de 2,9 milhões de pares no ano passado.

Até 2024, segundo o diretor de Franquias da Usaflex, Elbio Armiliatto, existe um plano bastante agressivo de expansão: somar mais de 400 lojas no Brasil, com franquias respondendo por mais de 50% do faturamento da empresa no mercado doméstico. “A partir do crescimento do número de franquias no Brasil, a marca Usaflex ganhou muita visibilidade, de forma a mostrar para as consumidoras toda qualidade do seu mix de produtos”, avalia Armiliatto.

 

Para abrir uma franquia Usaflex, que prevê investimento de em torno de R$ 350 mil, o interessado deve passar por uma análise criteriosa, especialmente nos aspectos de capacidade financeira e operacional e disponibilidade para dedicação ao negócio. “Depois de validado no processo inicial, o candidato a franqueado conhece toda a empresa, seu processo interno e a operação de uma loja, passando por entrevistas finais com os diretores. Aprovado como franqueado, inicia-se o processo de busca de ponto comercial onde se pretende inaugurar a loja”, conta o diretor.

Segundo ele, a Usaflex conta também com uma área de Operação de Loja que, além da equipe interna da empresa, soma o trabalho dos consultores de campo, que são o elo de ligação entre os franqueados e a Usaflex. “Os consultores de campo visitam as franquias, implementam e acompanham junto às lojas o Programa de Excelência de Franquias Usaflex, que orienta como deve ser operada uma Franquia Usaflex”, detalha Armiliatto, acrescentando que a Usaflex exige renovação do contrato para operação a cada cinco anos.

 

Jorge Bischoff: “embaixadores da marca”

A Jorge Bischoff vê os franqueados como “embaixadores da marca”. Tendo inaugurado 15 lojas em 2021, a empresa aposta na diversificação de cidades de atuação, não ficando concentrada apenas nos grandes centros urbanos. A medida, conforme o designer e CEO, Jorge Bischoff, tem se mostrado acertada. Hoje são 96 lojas, sendo uma exclusiva para e-commerce. “Enfrentamos muitos desafios, como todo o mercado, mas nos posicionamos muito bem. Dezembro de 2021 teve o melhor resultado para o mês em toda nossa história. As franquias tiveram um faturamento 11% acima de dezembro de 2019, ou seja, superando patamar anterior à pandemia. Podemos dizer que fizemos um ano de 2021 sensacional em resultados”, comemora o empresário, destacando que as franquias são o principal ramo de atuação e também o principal foco em expansão de negócios da empresa, atualmente representando em torno de 60% das vendas.

Para abrir uma loja Jorge Bischoff, que demanda um investimento médio a partir de R$ 385 mil, o interessado passa por uma seleção de parceiros. “São embaixadores da nossa marca, por isso temos um cuidado importante para que seja mantido o padrão da Jorge Bischoff”, conta o empresário. Segundo ele, após entrar para o time Jorge Bischoff, o franqueado poderá contar com todo o suporte necessário para a melhor gestão do negócio. “Isso se reflete nos resultados e na fidelidade dos nossos parceiros e a prova é que vários deles possuem mais de uma franquia da nossa marca. É espetacular perceber que as pessoas envolvidas na nossa rede de franquias são apaixonadas, cuidando da grife como um patrimônio, com muito carinho e dedicação”, avalia.

 

 

Para 2022, Bischoff conta que a expansão por meio de franquias seguirá forte. Já estão assinados contratos para abertura de 14 lojas, em Belo Horizonte/MG, São Paulo/SP, Curitiba/PR e Lajeado/RS. “A meta da empresa é fechar o ano com 125 lojas exclusivas. Uma das apostas é expandir ainda mais pelas cidades do interior do Brasil, que têm um gigantesco potencial econômico – muito por conta do agronegócio – e anseiam muito por receber lojas exclusivas da marca”, projeta o empresário.

Piccadilly: aposta no multicanal

Tradicional indústria de calçados femininos, a Piccadilly vem aumentando a sua experiência no varejo monomarca. Com uma produção anual de mais de 5 milhões de pares, a empresa conta atualmente com 14 franquias, número que pretende aumentar nos próximos anos.

O head de Franquias da Piccadilly, Marcos Vinícius Finokiet, destaca que os últimos dois anos foram bastante desafiadores para a empresa, que se viu impelida a buscar formas diferenciadas de atuação no mercado. “Precisamos ser ágeis e inovadores e conseguimos isso a partir de novos processos e ferramentas digitais que facilitaram a chegada de nossos produtos até nossos lojistas e consumidores. Em 2021, dobramos o nosso número de franquias e assumimos posições estratégicas nos melhores shoppings e mercados. Passamos a oferecer a conveniência e acesso a nossa marca no ambiente físico e no digital de forma integrada, apostando na multicanalidade”, conta.

Para operar uma franquia Piccadilly, que prevê um investimento entre R$ 350 mil e R$ 500 mil, o interessado passa por entrevistas e visita a sede da empresa, no Rio Grande do Sul. “Vencidas as etapas de aprovação do candidato, seguimos para o planejamento de abertura da franquia. Desde o processo de implantação até a abertura da franquia, nossos franqueados são acompanhados por nossa equipe de franchising, que é composta por um time experiente com múltiplas competências que oferece todas as informações necessárias para o sucesso do negócio”, conta Finokiet, ressaltando, ainda, que além do suporte permanente na operação, o franqueado pode contar com ferramentas de gestão que facilitam o dia a dia do negócio e um software exclusivo que reúne todos os dados das consumidoras, seus hábitos e preferências de consumo.

Finokiet conta que, para 2022, a expectativa é encerrar o ano com mais 30 franquias inauguradas, consolidando o processo de expansão no varejo monomarca.

 

Democrata: aproximação com o consumidor

Representando a expansão do setor de calçados masculinos no franchising, a Democrata comercializa 15% da sua produção de cerca de 300 mil pares mensais em 61 lojas licenciadas em todas as regiões do País. “As lojas Democrata, juntamente com o e-commerce da marca, fazem parte da estratégia de uma maior aproximação e interação com nossos consumidores. Este contato direto com os consumidores e shoppers é uma forma de conhecer e entendê-los cada vez mais, transformando estas relevantes informações em valiosas contribuições para desenvolver e entregar produtos e soluções de alto padrão para todo o mercado”, explica Marcelo Paludetto, diretor da empresa. Para 2022, Paludetto projeta a abertura de 15 novos pontos de franquias no Brasil.

 

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Missão do Sebrae RS conecta 200 empresários gaúchos no RJ

Por Ester Ellwanger 18/01/2022
Por Ester Ellwanger

“Uma missão técnica gera novas conexões, mais oportunidades, locais de projetos, ações de incentivo, linhas de crédito e flexibilização de regras e regulamentações que favoreçam e melhorem o ambiente empresarial e de Inovação de municípios e regiões”. O depoimento do Coordenador Estadual de Projetos de Inovação e Startups do Sebrae RS, Alcir Cardoso Meyer, resume um pouco da experiência oportunizada pela organização a um grupo de 200 empresários de diferentes regiões e setores de atuação da economia gaúcha que estiveram esta semana pela primeira vez no Rio Innovation Week.

Descrito como o mais completo evento de inovação e tecnologia já realizado na América Latina, o evento multissetorial reuniu mais de mil startups, 190 expositores e 500 palestrantes em 15 palcos segmentados por mercados de atuação no Jockey Club do Rio de Janeiro, no último final de semana.

Marcado pela diversidade, o evento contou com diferentes autores que compõem o ecossistema de inovação de suas regiões – como empreendedores, representantes de startups, Instituições de Ensino e Poder Público em diversos segmentos da economia. “É neste tipo de ambiente que são trazidas algumas tendências e novas tecnologias. Nosso objetivo é sempre oportunizar que nossos empresários do RS possam buscar conhecimento e conexões”, destaca Meyer.

Ecossistema Local de Inovação

Dentre os 200 empresários gaúchos no evento, boa parte são autores oriundos dos nove municípios gaúchos que participam do projeto Ecossistema Local de Inovação (ELI). Desenvolvida em nível nacional pelo Sebrae, a iniciativa tem como objetivo priorizar os setores produtivos, tecnológicos e estratégicos de diferentes cidades e regiões a partir de um mapeamento que identifique as potencialidades específicas e respeite a vocação e matriz econômica local.

O projeto de médio-longo prazo avalia, entre outros pontos, o trabalho realizado nos diferentes níveis do ambiente acadêmico de cada cidade com potencial de inovação. O cruzamento de dados estatísticos, finalmente, auxilia os autores de inovação a identificar oportunidades e elencar prioridades de atuação. A aplicação de indicadores de desempenho e pontuação é uma das etapas complementar da iniciativa que permeia a tomada de decisão dos autores envolvidos na estruturação da governança dos municípios.

No RS, o ELI está sendo realizado nos municípios de Caxias do Sul, Passo Fundo, Novo Hamburgo, Santa Cruz do Sul, Pelotas, Santa Maria, Ijuí, Porto Alegre e Alegrete.

RS em destaque

Durante a variada programação do RIW, o potencial empreendedor do Rio Grande do Sul e as ações do Sebrae tiveram seu protagonismo atestado em ao menos duas importantes ocasiões.

No sábado, 15 de janeiro, o palco da arena “Sebrae Like a Boss” tratou do tema “Ecossistema de inovação Sul e Sudeste: alavancas para a agenda de CT&I do Brasil” com a diretora da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Emprego de Caxias do Sul, Raíssa Campos, e com a Community Manager do Instituto Hélice, Salissa Paes Festugato.

No domingo, 16 de janeiro, Salissa encontrou o Coordenador Estadual de Projetos de Inovação e Startups do Sebrae RS, Alcir Cardoso Meyer, para dividir o palco com a Líder de Operação do Instituto Hélice, Marina Poloni, para abordar o tema “Oportunidades para startups e inovação aberta na Serra Gaúcha”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

18/01/2022 0 Comentários 468 Visualizações
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