O calçado brasileiro, aos poucos, volta para a vitrine mundial depois das dificuldades nos eventos físicos provocados pelo auge da pandemia de Covid19. Nos próximos dias 13 e 15 de março, em Milão, na Itália, 37 marcas de calçados verde-amarelos estarão na Micam. A participação nacional é uma promoção do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que a feira deve apontar para a retomada do setor calçadista em nível mundial. Considerada a mostra calçadista mais internacionalizada do mundo, a Micam recebe expositores e compradores dos principais mercados do planeta durante os três dias de evento. “Notamos uma recuperação da demanda mundial por calçados e que o mundo tem voltado os olhos para o Brasil como uma alternativa a fornecedores asiáticos. A expectativa dessa retomada é muito positiva”, projeta Paola, ressaltando que, somente em janeiro, foram exportados mais de 14 milhões de pares, quase 44% mais do que no mesmo mês do ano passado.
Participam da feira italiana, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas Activitta, Adrun, Alex Senne, Ammabile, Anatomic Shoes, Andine, Arezzo, Awana, Beira Rio Conforto, Bibi, BR Sport, Capelli Rossi, Carrano, Cecconello, Democrata, Itapuã, Jorge Bischoff, Levecomfort, Loucos&Santos, Madeira Brasil, Modare Ultra Conforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken Antistress, Pampili, Pegada, Piccadilly, Santa Lolla, Sapatoterapia, Savelli, Tabita, Usaflex, Verofatto, Vizzano e Wirth.



Logo na entrada, o público será recepcionado pela Lagarta, que convidará à uma grande imersão ao mundo de Alice, seus personagens e cenários mais emblemáticos, até a acomodação nos respectivos lugares.





Por meio de múltiplas fontes de dados (imagens de satélite, drone, clima e mapas de rendimento), a ferramenta gera diferentes camadas de informação que permitem determinar a dosagem adequada de insumos em cada ponto da lavoura. O objetivo é economizar tempo, dinheiro e reduzir o impacto ambiental, com maior produtividade e rastreabilidade. “Queremos ser o sistema operacional do agro” declara o CEO, que projeta para 2022 faturamento de 2,5 milhões de euros.
A relevância da privacidade dos dados é traduzida pela presença de um chief data officer (CDO), que cuida da gestão e fluxo de informações. A rastreabilidade dos dados está no DNA da empresa: “O produtor é dono das informações. Ele é quem determina a melhor maneira de utilizá-los, com muita transparência e rastreabilidade.” Além disso, a empresa se autodefine agnóstica, ou seja, não recomenda produto ou quantidade, “quem define é o usuário,” finaliza.

A nova linha é composta de quatro modelos de calçados: tênis (malha knit, R$219,90, utiliza 24 garrafas pet) e (caixa alta – R$ 219,90, utiliza uma garrafa pet), chinelo slide (R$ 139,90, utiliza 1,3 garrafas pet) e sandália espadrille (R$ 139,90 utiliza 4,25 garrafas pet). A quantidade de garrafa pet utilizada em cada modelo refere-se ao par.