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Desko recebe aporte de R$ 2,5 milhões de corporate venture norte-americana

Por Ester Ellwanger 10/03/2022
Por Ester Ellwanger

A Desko, empresa de tecnologia sediada em Porto Alegre e dedicada a oferecer uma plataforma completa de gestão do workplace, anuncia o recebimento de um investimento-anjo de R$ 2,5 milhões liderado por investidores da Mercosul Ventures. A corporate venture sediada em Seattle, nos Estados Unidos, é focada em potencializar negócios inovadores na América Latina encorajando-os a explorar o ecossistema de mercados e capital de startups estadunidenses.
Com o investimento, a Desko mira ampliar a presença internacional ainda no primeiro semestre deste ano, especialmente nos Estados Unidos, contribuindo para um crescimento de até quatro vezes o seu faturamento anual até dezembro de 2022.

A startup brasileira ganhou a atenção do mercado norte-americano após registrar crescimento acelerado: com apenas dois anos de operação, a plataforma multifunção para gestão de escritórios híbridos, registrou crescimento de 700% em 2021 e já é recomendada por facility managers de quase 300 marcas globais. No período, a Desko se tornou líder no seu segmento de mercado no Brasil e conquistou vários dos unicórnios brasileiros como Nubank, iFood, Loggi, Creditas, Quinto Andar, Linx, Stone e Loft. Empresas gigantes e também consolidadas em seus setores também adotaram a plataforma Desko, dentre elas, WarnerMedia, Heineken, Accor, Renault, Deutsche Bank, BRF, BIC, Raízen, e XP Inc.

Com o novo aporte, Mário Verdi, fundador e CEO da Desko, vê a consolidação e a expansão internacional como o próximo grande passo da empresa, uma vez que a Desko é uma das únicas empresas de tecnologia no mundo pronta para atender à demanda do setor, que impulsionada pela Pandemia de Covid-19 busca ferramentas que facilitem a migração do modelo de trabalho para a configuração híbrida – caracterizada pela necessidade de otimizar o uso de espaços físicos utilizados por trabalhadores que fazem uma jornada semi-presencial.

“Nossa sorte, ou mérito, foi ter enxergado o escritório híbrido como tendência antes mesmo desse modelo de trabalho se concretizar. Com isso, crescemos muito em 2020, especialmente nos últimos meses do ano; e explodimos em 2021. Hoje, além do Brasil, a plataforma também já possui cerca de mil escritórios em países como Argentina, Chile, México, Estados Unidos, Portugal, Inglaterra, Espanha, Japão, Polônia e Alemanha”, sinaliza Mário Verdi.

De acordo com o executivo, a partir do investimento recebido neste ano, a meta será ampliar a adesão da plataforma por empresas sediadas nos Estados Unidos. “Este é um mercado com um potencial gigantesco para adoção de uma solução dedicada ao modelo híbrido de trabalho. Isto porque, apesar de toda a tecnologia produzida no país, eles estão um pouco atrasados em sua adoção de ferramentas de workplace com relação ao Brasil. Isso nos gera grandes oportunidades de negócio”, aponta Verdi.

 

Nomes de peso fortalecem o negócio

Para crescer de forma sólida e rápida, a empresa conta com o aval de grandes nomes do mundo corporativo, dentre eles o investidor Walter Benadof, sócio diretor da Mercosul Ventures e Chefe de operações da Defined.ai (ex-DefinedCrowd), que realiza curadoria de dados para acelerar o treinamento de Inteligência Artificial para empresas, e, que em 2020 fechou uma rodada de financiamento de US$ 50,5 milhões. Atualmente, Benadof é membro do Conselho da Desko no cenário internacional.

 

A Desko angariou ainda a participação de executivos de renome em seu quadro de colaboradores, como Mário Golendziner (CCO), um dos responsáveis pela implantação da DELL no Brasil e que anteriormente estava na AEL Sistemas, do grupo isralelense ELBIT; Graziela Kunde, engenheira de software que saiu da IBM depois de 15 anos, com experiência de 5 anos no Silicon Valley LAB, onde trabalhou no time do criador da linguagem SQL, Don Chamberlain; e Fernando Gorguet, atual Head de Global Sales da Desko, reconhecido profissional da área de Facilities, tendo passado por empresas como Unilever, JP Morgan, Nokia e Santander.

A projeção é de que, ainda neste ano, o número de funcionários da Desko dobre, passando dos atuais 20 para mais de 40 até dezembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2022 0 Comentários 1,3K Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 13% no primeiro bimestre

Por Ester Ellwanger 10/03/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 374,5 mil toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal – ABPA. O número supera em 7,4% o total embarcado pelo país no segundo mês de 2021, com 348,8 mil toneladas.

O resultado em dólares das exportações de fevereiro chegou a US$ 663 milhões, número 27,1% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 521,6 milhões.

No primeiro bimestre, as vendas internacionais de carne de frango totalizaram 723,7 mil toneladas, volume 13% maior que o total exportado nos dois primeiros meses de 2021, com 640,4 mil toneladas. Em receita, houve aumento de 33,9%, com US$ 1,280 bilhão neste ano, contra US$ 956,1 milhões no ano passado.

“As altas históricas dos custos de produção têm pressionado positivamente os preços internacionais de carne de frango, com repasse aos preços finais. Ao mesmo tempo, as ocorrências de focos de Influenza Aviária em vários países da Europa, Ásia, África e, mais recentemente, na América do Norte, também favoreceram o desempenho das exportações brasileiras”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Os Emirados Árabes Unidos assumiram, pela primeira vez, a liderança nas exportações de carne de frango do Brasil, com 42,8 mil toneladas exportadas em fevereiro, número 89,9% superior ao alcançado no mesmo período de 2021. A China, agora no segundo posto, importou 42,3 mil toneladas (-8,4%). Em terceiro lugar, a África do Sul importou 30,7 mil toneladas.

Outros destaques do mês foram o México, com 19,6 mil toneladas (+358,3%), e União Europeia, com 16,5 mil toneladas (+35,1%).

“Os Emirados Árabes Unidos ganharam forte protagonismo nas exportações brasileiras dos últimos meses e foram decisivos, assim como o reforço das vendas ao México e à União Europeia. É esperado que os níveis de compras nestas regiões se mantenham pelos próximos meses, especialmente porque a Ucrânia, um forte competidor do Brasil em destinos como a União Europeia, Arábia Saudita e países do Golfo, com o conflito, seguramente deixará de exportar os volumes habitualmente destinados a estas regiões”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

 

Rio Grande do Sul

O Estado acompanhou a tendência nacional e registrou crescimento tanto em volume quanto em receita nas exportações de carne de frango nestes primeiros dois meses de 2022.

O volume embarcado passou a casa das 100 mil toneladas, registrando 107,82 mil toneladas, aumento de 10,88% em relação aos embarques registrados no primeiro bimestre de 2021, que foram de 97,25 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações no mesmo período foi de US$ 189,40 milhões. O valor é 27,09% maior que o registrado em janeiro e fevereiro do ano passado, que foi de US$ 149,02 milhões.

Os embarques gaúchos em fevereiro alcançaram 56,23 mil toneladas, alta de 5,88% em relação ao volume exportado no mesmo período do ano anterior, que registrou 53,10 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações foi de US$ 100,53 milhões. O número é 22,22% superior ao obtido no segundo mês de 2021, quando registrou US$ 82,25 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2022 0 Comentários 415 Visualizações
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Feevale Techpark de Campo Bom recebe unidade industrial da Bhio Supply

Por Ester Ellwanger 10/03/2022
Por Ester Ellwanger

O parque tecnológico da Feevale em Campo Bom viu aumentar ainda mais, nesta quarta-feira, 09 de março, o grupo de empresas de saúde instaladas no local. A inauguração da unidade industrial da Bhio Supply trouxe ao município uma das maiores fornecedoras de equipamentos médicos da América Latina. A obra teve investimento de quase R$ 3 milhões por parte da empresa e conta, entre outros espaços, com um laboratório de implantáveis, dispositivos médicos inseridos no corpo ou sob a pele.


O prefeito Luciano Orsi destaca a parceria entre município e Feevale em projetos que, como este, apenas engrandecem Campo Bom. “Nós, como Poder Público, buscamos auxiliar no que for possível para concretizar a vinda de empresas ao parque tecnológico que, como a Bhio Supply, inovam e revolucionam os mercados a cada dia”, afirma. No local, também terá lugar uma unidade de pesquisa, desenvolvimento e inovação. “Os índices campo-bonenses positivos no que diz respeito à economia e à geração de empregos se devem, em muito, a momentos como este, quando abrimos as portas para novas empresas”, observa o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo Henrique Scholz.

Quem representou a prefeitura de Campo Bom na cerimônia desta manhã foi Airton Schäfer, coordenador da Sedetur. Junto a ele, esteve o reitor da Feevale Cleber Prodanov e o diretor geral da Bhio Supply Marcelo Saraiva. A unidade fica localizada no lote 8 do Feevale Techpark, na Avenida Edgar Hoffmeister, 600.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2022 0 Comentários 457 Visualizações
Business

Cavalos Crioulos estreiam na Expoagro Afubra 2022

Por Ester Ellwanger 10/03/2022
Por Ester Ellwanger

Beleza, rusticidade e resistência são características marcantes dos cavalos crioulos, que estarão pela primeira vez no parque de exposições da Expoagro Afubra. Os visitantes da maior Feira do Brasil voltada à agricultura familiar poderão conferir de perto todas as peculiaridades desses animais, que têm espaço garantido no Pavilhão de Animais, durante os quatro dias. Um dos momentos mais esperados pelos criadores da raça é a 1ª Exposição Morfológica de Cavalos Crioulos, que está agendada para o dia 26 de março. A promoção é dos Núcleos de Criadores de Cavalos Crioulos (NCCC) de Santa Cruz do Sul, Rio Pardo e Pantano Grande, com participação de outros núcleos convidados.

No dia 25 de março, os crioulistas ainda poderão assistir a uma palestra técnica sobre as perspectivas de negócios da raça crioula, ministrada por Alexandre Suñe. Atualmente, a ABCCC estima que haja mais de 460 mil cavalos crioulos registrados no Brasil. Em todo território nacional, a raça movimenta em torno de R$ 10 bilhões anualmente. “Estar na Expoagro Afubra é uma grande oportunidade de divulgação da raça e também de concretização de negócios. Pela primeira vez na programação, queremos fazer um evento à altura da feira”, ressalta Colomé.

Genética animal em destaque

Como acontece todos os anos, o Setor de Animais da Expoagro Afubra é uma atração à parte, especialmente pela admiração das pessoas pelos bichos de diferentes espécies. Na 20ª edição do evento, mais uma vez, a expectativa é grande em torno da programação.

O coordenador da exposição de animais, Edgar Pedro Konzen, reforça que durante os quatro dias de feira o público poderá conhecer de perto exemplares de bovinos de corte e de leite, equinos, ovinos, caprinos, coelhos e aves domésticas. Uma das grandes novidades é a participação de caprinos e equinos, que retornam para a feira através da Associação Gaúcha de Criadores de Caprinos (AGCC).

Para Konzen, o Setor de Animais é muito representativo porque proporciona que os agricultores possam ter acesso a animais para o melhoramento genético em suas propriedades, além de informações e tecnologia sobre manejo dos rebanhos. Destaca, ainda, a importância do segmento para os expositores participantes, que conseguem alcançar pessoas que normalmente não teriam acesso a seus animais fora do Expoagro Afubra – uma vez que a Feira integra criadores das mais diversas regiões gaúchas e visitantes de muitas partes do País e também do exterior. A estrutura, localizada no lado oposto da entrada principal do Parque, conta com dois pavilhões de 450 metros quadrados cada para abrigar os animais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2022 0 Comentários 930 Visualizações
Business

Fórum Fimec traz conteúdo para transformar o setor coureiro-calçadista

Por Ester Ellwanger 10/03/2022
Por Ester Ellwanger

Proporcionar um conteúdo transformador para movimentar a indústria foi o objetivo do 4º Fórum Fimec, que aconteceu nesta quarta-feira, 09 de março, junto à programação da 45ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes). A atração trouxe palestras e um debate conduzidos por profissionais de referência nacional e internacional e com temas pertinentes do setor, buscando promover networking e atualização profissional para potencializar negócios.

Um dos temas abordados nesta edição do Fórum foi “Recomendações para a Moda Sustentável Brasileira”, quando foi lançado um instrumento para orientar mudanças na forma de produzir, vender e consumir moda no Brasil. Na conversa, Lucilene Danciguer, Diretora do Colabora Moda Sustentável destacou que, atualmente, a sustentabilidade é uma jornada difícil de ser comunicada. “O consumidor está perdido e se questionando o que é sustentável, por isso é necessário investir nisso. Acreditamos que a moda é um vetor de mudança e também algo a ser transformado. A gente transforma e é transformado pela própria moda”, enfatizou Lucilene.


A conversa também contou com a participação de Laura Madalosso, Cofundadora da Cora Design e Cristian Schlindwein, Gestor de Projetos da Abicalçados. “Todo mundo está discutindo os problemas, aqui nós temos os caminhos para resolvê-los”, apontou Laura. Já Schlindwein destacou que a sustentabilidade também deve considerar o processo e não somente o produto final. “Nós, da cadeia do calçado e que estamos trabalhando nesse desenvolvimento, podemos dizer que existe uma vertente, pois há empresas do setor que já olham para o seu impacto e para o seu processo sustentável, que já tem um cuidado com os resíduos, as pessoas e o meio ambiente”, pontuou.

A segunda palestra da tarde abordou “Sustentabilidade e Inovação em Adesivos – Henkel”, com Jeferson Segantini, Gerente de Vendas Brasil e Desenvolvimento de Negócios Latam na Henkel e Pedro Bueno, Gerente Técnico na Henkel Latam. Bueno explicou sobre as propriedades da inovação. “É um adesivo reativo, ou seja, necessita de calor para ser aplicado, porém é 100% sólido, então não possui nenhum tipo de solvente nem água em sua composição. Assim, o primeiro ponto é que não é necessária uma etapa de secagem”, destacou. Além disso, eles explicaram que se trata de um produto que possibilita automação, o que gera redução no custo total do produto.

Na sequência, Matt Priest, presidente e CEO da Footwear Distributors & Retailers of America (FRDA), associação dos revendedores e distribuidores de calçados nos Estados Unidos, falou sobre o “Mercado Americano de Calçados”. Na oportunidade, Priest explicou que esse é um mercado que cresce massivamente. “O mercado americano de sapatos se define em duas palavras: resiliência, pois enfrentamos a tempestade juntos com os parceiros; e agilidade, já que enfrentamos os problemas de forma rápida”, explicou. Ele ainda falou sobre as oportunidades do Brasil no cenário atual. “Atualmente, 42% dos fornecedores são chineses. Embora a liderança seja deles, muita coisa está mudando, pois o Brasil está ressurgindo desde 2021 e se tornando mais competitivo”, contextualizou, explicando que o volume de importações e exportações do Brasil está crescendo. “Muitos negócios podem vir do Brasil, pois as questões geopolíticas da China geram uma certa instabilidade no mercado”, pontuou. Priest incentivou o Brasil a continuar investindo para ter preços competitivos no mercado. “A cultura brasileira e latino-americana são fortes aqui no mercado norte-americano. O Brasil precisa ter dinamismo na nossa indústria, procurando bons negócios de forma inteligente. É preciso encontrar novos fornecedores, com produtos inovadores e preço competitivo”, complementou.

Sourcing mundial em debate

O evento ainda contou com um debate com a temática “Sourcing Mundial de Calçados: a oportunidade da América Latina”. Na ocasião, Marcelo Schmidt, SVP, Head of Global Sourcing – Camuto Group, a Designer Brands Company, destacou que é possível transformar a crise em uma oportunidade de negócio. “A demanda pode existir de maneira permanente. Temos que ter consciência de olhar a longo prazo, acreditamos muito no potencial e na capacidade do Brasil de se adaptar”, pontuou.

Já Christian Thomas, General Manager Brazil Office também da Camuto Group, a Designer Brands Company…, explicou que o Brasil precisa “pegar essa fatia do mercado e não a deixar escapar de novo”. Para ele, este é um momento especial, já que a demanda dos americanos está maior. “Os pedidos que estão migrando da Ásia para o Brasil irão para outros países da América Latina e precisamos nos unir, todos os setores do cluster calçadista”, pontuou. Ele ainda destacou que encontros como o Fórum Fimec são importantes para o setor. “Esta é a última chance do calçado. Se algo não for feito de imediato, o setor irá morrer nesta geração”, contextualizou.


Considerando este cenário, André da Rocha, Diretor da Master Soluções Que Conectam, destacou que a indústria de máquinas brasileira tem muito a evoluir e trazer soluções para as fábricas. “Os sapatos da New Balance demoram 3 horas para serem finalizados, enquanto no Brasil demoram, em média, 5 dias para ficarem completamente prontos”, exemplificou, destacando que há espaço para crescer.

Também participaram do momento: Gerson Berwanger – Presidente da Bertex Produtos para Moda; Eduardo Fuga – Diretor da Fuga Couros S/A; Mauricio Wendling – Diretor Comercial da Indústria de Calçados Wirth; e Luiz Valentim Corneo – Diretor Presidente na ECX Global. O debate teve a mediação de Diogo Carlos Leuck, Presidente da ACI-NH/CB/EV.

Foto: Diego Soares/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2022 0 Comentários 597 Visualizações
Business

Primeiro bimestre soma US$ 209 milhões em exportações de calçados

Por Ester Ellwanger 10/03/2022
Por Ester Ellwanger

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, em fevereiro, foram embarcados 13,58 milhões de pares, que geraram US$ 108 milhões, altas tanto em volume (+36,2%) quanto em receita (+75,5%) em relação ao mesmo mês do ano passado. Com o resultado, no bimestre, o setor calçadista acumula a exportação de 27,57 milhões de pares por US$ 209,23 milhões, incrementos em volume (+40%) e em dólares (+70,8%).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o resultado do bimestre é o melhor desde 2011. “O ano de 2022 é de recuperação das receitas geradas com os embarques, com recomposição do preço médio em todos os segmentos. A demanda internacional está aquecida e existe uma tendência, em especial do mercado norte-americano, de migrar suas importações de calçados da China para o Brasil, tanto em função da guerra comercial entre os dois gigantes quanto pelo encarecimento dos fretes da Ásia e a necessidade de pulverizar os fornecedores em função das incertezas globais”, avalia o executivo, ressaltando que o número também mostra importante recuperação ante a pré-pandemia, em 2019. Em receita gerada, o Brasil exportou 14,8% mais do que no mesmo período daquele ano.

 

Destinos

Principal destino do calçado brasileiro no exterior ao longo do primeiro bimestre, os Estados Unidos importaram, no período, 4 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 60,58 milhões, resultados superiores tanto em volume (+97,8%) quanto em receita (+130,2%) ante o mesmo ínterim de 2021. Segundo Ferreira, quase um terço das receitas com embarques foram provenientes dos Estados Unidos, o melhor resultado em 16 anos.

O segundo principal destino do calçado brasileiro no bimestre foi a Argentina, para onde foram embarcados 1,66 milhão por US$ 18,1 milhões, altas de 39,2% e 78,2%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

A França foi o terceiro destino do calçado brasileiro no primeiro bimestre. Nos dois meses, os franceses importaram 2,28 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 14,14 milhões, incrementos de 67,6% e de 28,5%, respectivamente, em relação ao intervalo correspondente de 2021.

 

Estados

No bimestre, o principal exportador de calçados foi o Rio Grande do Sul. Respondendo por 43,5% do total gerado com os embarques no período, o Estado enviou 6,93 milhões de pares ao exterior, o que gerou uma receita de US$ 91 milhões. Os números são maiores tanto em volume (+60,7%) quanto em dólares (+76%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O segundo estado exportador de calçados do bimestre foi o Ceará, de onde partiram 10,46 milhões de pares por US$ 58,9 milhões, incrementos de 30% em volume e de 56,8% em receita na relação com o período correspondente de 2021.

O terceiro exportador dos primeiros dois meses do ano foi São Paulo. Das fábricas paulistas foram embarcados 1,28 milhão de pares, que geraram US$ 18 milhões. Os resultados são superiores em volume (+11,4%) e em receita (+45,3%) em comparação com o mesmo ínterim do ano passado.

Respondendo pela quarta principal origem das exportações de calçados, a Paraíba embarcou 4,4 milhões de pares nos últimos dois meses, o que gerou US$ 13,83 milhões. Os registros são positivos tanto em volume (+15%) quanto em receita (+60,3%) ante o mesmo intervalo de 2021.

Importações seguem em alta

Assim como as exportações, as importações de calçados registraram incremento no primeiro bimestre do ano. No período, entraram no Brasil 5,1 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 52,42 milhões, altas de 28,5% em volume e de 22% em receita na relação com o mesmo período do ano passado. As principais origens foram os países asiáticos: Vietnã (1,17 milhão de pares e US$ 22,5 milhões, quedas de 1,3% e de 3,5% ante igual período do ano passado), Indonésia (475 mil pares e US$ 9,5 milhões, altas de 48,8% e de 80,2%) e China (2,6 milhões de pares e US$ 9,44 milhões, altas de 18,6% e de 32%).

Em partes – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações do bimestre somaram US$ 3,38 milhões, 3,6% menos do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2022 0 Comentários 703 Visualizações
Business

2º edição do Feirão de empregos da Acinp é sucesso de participantes

Por Ester Ellwanger 09/03/2022
Por Ester Ellwanger

Em mais uma iniciativa de sucesso, a Associação Comercial e Industrial de Nova Petrópolis (Acinp) reuniu empresas associadas, com vagas disponíveis para contratação imediata e candidatos em busca de uma colocação no mercado de trabalho, para uma conexão direta. O 2º Feirão de empregos da Acinp aconteceu no dia 7 de março, das 15h às 19h, no Centro de eventos de Nova Petrópolis.

O evento atraiu público superior a edição passada e aumentou a adesão e empresas participantes. Este ano o Feirão da Acinp contou com 12 empresa com recrutamento direto no local: Cantinho Saudável, CloudOpss Solutions, Criações Dakota / Dakota Nordeste, Frek Atacado, Intuição, Granja Pinheiros, NH Materiais de Construção, Padaria Petrópolis, You Rocket e Gula Alimento, Sicredi e Zaadam, além de uma central de encaminhamento de currículos para aproveitamento no balcão de empregos da entidade. Em 2021 foram nove empresas associados.

Ao todo foram mais de 200 entrevistas e cerca de 180 oportunidades. Entre elas analista de Marketing E-commerce, analista de TI, de marketing digital, gerência de projetos, vendedor, caixa, estoquista, serviços gerais, limpeza e atendente de café.
Para Joana Oliveira, 42, o melhor da ação foi a possibilidade de ser entrevistada por mais de uma empresa no mesmo local. “Agora é esperar o retorno das empresas. Fiquei com bastante esperança”, comentou a candidata.

Gostei dos candidatos e devo contratar dois dos que entrevistei. Foi excelente ter participado”.

Para o proprietário da NH Materiais de Construção, Erico Ludke, ações como essas auxiliam muito o empresariado para contratação imediata de profissionais. “Gostei dos candidatos e devo contratar dois dos que entrevistei. Foi excelente ter participado”, comemorou.

A Dakota foi uma das que mais chamou atenção dos candidatos, tendo realizado mais de 30 entrevistas. A gestora de RH da empresa, Andreia Garcia, saiu satisfeita do evento e elogiou a ação. “Em relação à edição passada, o Feirão seguiu bem organizado, mas dessa vez com público presente superior ao de 2021. Valeu a pena, ficaremos com pelo menos quatro pessoas das que entrevistamos”, avaliou.

Para o Diretor Executivo da Acinp, Eduardo Costa, a iniciativa foi mais uma vez um grande sucesso. “Ficamos muito satisfeitos com o resultado e faremos mais uma edição este ano para possibilitar uma adesão ainda maior, não só de candidatos, mas também de empresas associadas. Este também é nosso papel.”, justificou Costa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

09/03/2022 0 Comentários 702 Visualizações
Variedades

Sicoob liberou mais de R$ 33 bilhões de crédito a micro e pequenos empreendedores em 2021

Por Ester Ellwanger 09/03/2022
Por Ester Ellwanger

Como um dos principais players do sistema financeiro a apoiar as micro e pequenas empresas, o Sicoob liberou mais de R$ 33 bilhões em crédito especificamente para este público em 2021. Isso representou um crescimento de 38% em dois anos — em 2019, foram destinados R$ 24 bilhões para este mesmo recorte de cooperados.

A instituição financeira cooperativa recentemente chegou à marca de 6 milhões de cooperados. Aproximadamente 25% deles são PJ. “Nós acreditamos que 2021 foi marcado por uma retomada de esperança, principalmente pelo avanço significativo da vacinação e a decrescente necessidade de regras rígidas de isolamento social”, explica Francisco Reposse Junior, Diretor Comercial e de Canais do Sicoob.

 

Para o executivo, um dos motivos que explica este crescimento na liberação de créditos para MPEs é justamente a atuação do Sicoob, que busca se aproximar e entender as dificuldades do dia a dia deste cooperado. “Hoje, em nossa carteira, eles compõem mais de 90% dos PJ que estão conosco”, afirma.

Ainda segundo ele, o último trimestre normalmente é o “campeão” nas liberações de crédito para este público. Em 2021, um terço do recurso liberado foi neste período. “Em geral, já é um intervalo em que a demanda de crédito aumenta, pois temos o pagamento de 13º e o reforço do estoque, e isso naturalmente faz crescer a demanda por dinheiro”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2022 0 Comentários 649 Visualizações
Business

Fimec inicia com otimismo do setor coureiro-calçadista

Por Ester Ellwanger 09/03/2022
Por Ester Ellwanger

Na tarde desta terça-feira, 08 de março, aconteceu a solenidade de abertura da 45ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes), reunindo autoridades e entidades do setor coureiro-calçadista. Na feira, o público pode conferir lançamentos de produtos, tecnologias e serviços, proporcionando o ambiente ideal para networking, prospecção e fechamento de negócios. O evento segue até quinta-feira, 10/03, na Fenac, em Novo Hamburgo.

Durante a abertura oficial, o Governador em exercício do Estado, Ranolfo Vieira Júnior, destacou a força da Fimec. “Uma feira que está em sua 45ª edição já fala por si só. Aqui estamos vivenciando uma sensação de retomada em um ambiente de otimismo, após dois anos de uma pandemia que alterou a rotina de todos os setores”, contextualizou. “Que seja uma feira de excelentes negócios!”, desejou Ranolfo.


Já o diretor-presidente da Fenac, Marcio Jung, destacou o momento positivo do cluster. “O setor do couro e do calçado está passando por um período extraordinário. Eu não me recordo de ter vivido um momento assim, de tão alta demanda para a capacidade produtiva do setor”, comemorou Jung. Ele ainda destacou que uma das certezas do cenário atual é a migração da produção do Oriente para o Ocidente, buscando atender a demanda mundial de calçados. “Com isso, precisamos melhorar processos, precisamos de mais terceirização de mão de obra, parques fabris melhores equipados, com máquinas mais eficientes e mais tecnologia”, reforçou. Jung ainda projetou que a Fimec 2022 será uma feira de respostas. “Diante deste cenário, a grande pergunta é: nós vamos atender uma demanda momentânea? Ou vamos nos preparar para obter uma perenidade e solidez no fornecimento mundial? Esta resposta vocês encontrarão ou começarão a encontrar nos próximos dias de Fimec”, finalizou.

Ainda na solenidade, a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, falou sobre a importância desta renomada. “Sou nascida e criada aqui na cidade de Novo Hamburgo e tenho um carinho imenso pela setor coureiro-calçadista. Ficarmos dois anos sem as feiras da Fenac e foi muito difícil”, destacou a prefeita.

 

Expositores e visitantes em busca de negócios

Para os expositores desta edição, o sentimento é de otimismo com o setor. Carla Haag, diretora executiva da Cofrag, explicou que a expectativa é positiva. “Esta retomada da Fimec presencial é um momento muito importante e esperado por todos, pois marca uma reaproximação com os clientes”, destacou. Para este ano, a empresa tem a expectativa de crescer de 10 a 15%. “O primeiro dia de feira está sendo positivo, pois grandes clientes já vieram conversar conosco e a expectativa é muito positiva”, projetou a diretora executiva, lembrando que a marca participou de quase todas as edições da feira.

Da mesma forma, a Sazi Máquinas avaliou de forma positiva a retomada da feira e do setor. “Em geral os clientes estão com bastante produção e demanda, por isso acreditamos em uma retomada forte do setor. As metas são bem audaciosas, não só para a feira como para o ano”, projetou Fernando Dienstmann, coordenador comercial da empresa. Para a marca, o primeiro dia de feira reuniu um público qualificado. “O estande está cheio desde o início da feira. Estamos atendendo vários clientes, alguns que já conhecemos e outros novos”, relatou Dienstmann, afirmando que a marca apresenta máquinas que são novos conceitos para a indústria do calçado.

Já entre os visitantes deste primeiro dia estava Erica Montalvo, empresária do setor calçadista na Bolívia, relata que esta é sua primeira participação na Fimec. “Estou em busca de máquinas, componentes e tudo que é necessário para fazer um calçado de qualidade. Sou empresária há 5 anos e produzo produtos para homens, mulheres e crianças. A Fimec está sendo incrível e tenho certeza que voltarei para a Bolívia com excelentes negócios!”, relatou.

 

Atrações para proporcionar experiência

Durante os três dias de feira, a Fimec ainda reunirá diversas atrações. O Fórum Fimec, evento com palestras e debate que apresenta assuntos atuais e oportuniza conexões, acontecerá nesta quarta-feira, 09 de março, das 14h às 17h. O Fórum terá palestras nacionais e internacionais, além de um debate sobre o mercado, reunindo as seguintes temáticas: moda sustentável brasileira, mercado americano de calçados, inovação e sustentabilidade em adesivos e sourcing mundial de calçados. Os interessados em participar do evento poderão se inscrever no local.

Já a Fábrica Conceito é um espaço que mostra a produção de calçados em tempo real, com o objetivo de apresentar ao visitante a aplicabilidade dos processos tecnológicos e produtos expostos no evento. Neste ano, a Fábrica está focada em duas questões fundamentais para as indústrias de calçados: sustentabilidade ambiental e soluções para a transformação dos parques industriais do setor para o conceito de Indústria 4.0.

Outra atração é o Estúdio Fimec, que busca trazer a visão do consumidor aos produtos e matérias-primas apresentados, com tendências que proporcionam um direcionamento para as criações dos visitantes. Nesta edição, o espaço aborda os temas de sustentabilidade e digitalização. Em nova localização, o Estúdio deste ano está situado na entrada da feira, dando as boas-vindas ao público, junto ao Salão Nobre.

Serviço

Evento: 45ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes)
Data: 08 a 10 de março
Horário: 13h às 20h
Local: Fenac | Acesso exclusivo pelo novo Salão Nobre: Av. Nações Unidas, 3025 – Bairro Ideal – Novo Hamburgo/RS, Brasil
Credenciamento: antecipe o credenciamento pelo site. Credenciamento gratuito para profissionais do setor. Feira profissional, proibido o acesso de menores de 16 anos.
Realização: Fenac Experiências Conectam

Foto: Diego Soares/ Divulgação | Fonte: Assessoria

09/03/2022 0 Comentários 627 Visualizações
Variedades

Municípios do RS terão perdas R$1 bilhões com a redução do IPI

Por Ester Ellwanger 08/03/2022
Por Ester Ellwanger

A decisão do governo federal de reduzir a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a linha branca em 25% causará perdas de R$ 1,053 bilhão aos Municípios do Rio Grande do Sul, entre 2022 e 2024. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) repudia a medida tomada às vésperas do feriado de carnaval, que retira quase R$ 15,6 bilhões dos Entes municipais no período.

As perdas anuais dos Municípios gaúchos, com a estimativa da renúncia do IPI, serão de: R$ 325,4 milhões (2022), R$ 348,8 milhões (2023) e R$ 379,3 milhões (2024). Como o IPI compõe a cesta de impostos compartilhados com os Municípios, sendo parte importante do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a medida causará desequilíbrio orçamentário.

Por se tratar de uma política que fere gravemente o pacto federativo, a CNM denuncia a redução de impostos compartilhados, usualmente utilizada por todos os governos, mas, com grandes prejuízos aos municípios, inclusive nas ações de custeio e nos investimentos sociais.

Segundo o Decreto publicado pelo Ministério da Economia, estima-se uma redução na arrecadação desse imposto no total de R$ 19,5 bilhões em 2022. Como os Municípios detêm 24,75% desse recurso, a perda no FPM será de R$ 4,826 bilhões. O montante representa cerca de 40% de um mês de FPM repassado a todos os 5.568 Municípios.

Diante desse contexto, a CNM ressalta que reforçará atuação no Congresso Nacional no sentido de aprovar matérias que impõem ao governo federal medidas de compensação dos efeitos dessas reduções.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/03/2022 0 Comentários 811 Visualizações
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